terça-feira, 2 de outubro de 2018

O Estado de S. Paulo – Compensação de poluição no pré-sal aguarda definição


As petroleiras que atuam no pré-sal aguardam posição do governo para definir como vão compensar as emissões geradas com a atividade na região, grande emissora de gases de efeito estufa associados ao petróleo e ao gás natural produzidos. 

Há dois modelos em análise – um de taxação e outro em que projetos ambientalmente sujos são neutralizados por projetos de captura da poluição.

 A segunda alternativa é a preferida das companhias. Por esse regime, cada projeto tem um “preço”, dependendo do seu potencial de geração de emissões. “Esperamos que o próximo governo puxe o debate sobre precificação de carbono”, disse o presidente da Shell no Brasil, André Araujo. 

Assim como a Petrobrás, a petroleira anglo-holandesa acredita que os ganhos com o pré-sal podem ajudar a engordar o caixa para investir em energias renováveis. Ao todo, 45 países adotam uma política própria de precificação da emissão de carbono. 


Em dois anos, serão mais 30, e a lista deverá incluir o Brasil, segundo projeção do Banco Mundial.

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