domingo, 16 de março de 2014

Bolsonaro incomoda porque ele é um homem comum, que diz coisas comuns, que refletem a cabeça da população comum.

  Mídia  Sem Máscara

Bolsonaro incomoda, e isso acontece, principalmente, porque ele é um homem comum, que diz coisas comuns, que refletem a cabeça da população comum.

E é exatamente esta forma de pensar que incomoda a elite esquerdista e pensante deste país.

A ideologia progressista e a esquerda, em geral, no


Brasil, encontra eco em qual porcentagem dos

deputados nacionais? Sem nenhuma dúvida, um


discurso que confronte o socialismo brasileiro não sai 

das bocas sequer de 0,5% desses legisladores. 

Então, por que, quando alguém, como o deputado 

federal Jair Messias Bolsonaro, fala algo, isso é 

motivo para reações tão destemperadas e 

manifestações de temores desesperados, como do 

jurista Conrado Hübner Mendes, em seu 

artigo ‘Reféns do Bolsonarismo'?

A única resposta plausível é que parece notório que o discurso da maioria dos políticos não tem receptividade no seio da população da mesma maneira que o tem o de um único deputado. 


E isso incomoda muita gente, que vive da negação constante dos anseios do povo. Além disso, reações tão histéricas apenas demonstram que o que Bolsonaro diz não chega sequer perto do absurdo, pelo contrário, aponta problemas bem reais na atuação dos grupos de esquerda no Congresso. 

O deputado Bolsonaro não é nenhum louco. Ele sequer é excêntrico. Se fosse, seria como o falecido deputado Enéas Carneiro, que apesar de amealhar uma quantidade impressionante de votos pelo país, dentro da casa legislativa não teve força para incomodar muita gente. 

De forma diferente, Bolsonaro incomoda, e isso acontece, principalmente, porque ele é um homem comum, que diz coisas comuns, que refletem a cabeça da população comum.

E é exatamente esta forma de pensar que incomoda a elite esquerdista e pensante deste país. 

Quando o Dr. Conrado Mendes chama essas manifestações de primitivismo político, ele apenas está destilando o seu horror ante a manifestação da mentalidade do homem médio brasileiro. 

Este, que é, em geral, conservador, trabalhador e não tem viés ideológico
.
Mas o Dr. Mendes é um homem da intelligentzia e, portanto, fica horrorizado quando o deputado Bolsonaro afirma que "a minoria tem de se calar e se curvar ante à maioria". 

Mesmo sendo um professor de Direito da maior universidade do país, ele, talvez contaminado por sua ideologia, se esquece que isso que o deputado falou é, exatamente, o que caracteriza a democracia. 

Inclusive, é por conta disso que o PT está no poder há tanto tempo. Mesmo a maioria sendo burra ou comprada, a minoria deve se curvar ante suas escolhas. 

É estranho ver um militar, como é o deputado, entender melhor de Direito do que um professor da USP, mas, assim é o que parece.

Mas o jurista também fica incomodado de Bolsonaro dizer que "não podemos estimular crianças a serem homossexuais". 

Talvez, o nobre doutor, se tiver filhos, ache bastante normal conduzi-los a prática do coito anal entre eles e seus eventuais parceiros do mesmo sexo. 

No entanto, a imensa maioria dos brasileiros não acha isso. Pelo contrário, tem horror só de pensar em uma coisa dessas. 

Portanto, o escândalo do professor é apenas mais uma manifestação de uma ideologia transviada e que afronta a própria natureza humana.

O articulista do Estadão não economiza nos adjetivos ao se referir ao deputado Jair Bolsonaro, porém, se ele acusa aquele que foi eleito pelo povo, que diz aquilo que a maioria das pessoas gostaria de dizer, de proferir palavras e manter atitudes discriminatórias, na verdade acaba ele mesmo demonstrando o quanto discrimina a maioria. 


Mas essas pessoas são assim mesmo: discriminação para eles não é tratar aos outros de maneira desigual, mas apenas não defender as tortas ideias que eles mesmos defendem.

Até é possível concordar com ele que o governo da maioria, por vezes, se transforma em tirania. 

Mas, no fim das contas, essa é a própria natureza da democracia. Pior é o que está ocorrendo hoje, quando as minorias tomaram o poder de assalto. 


O que o Dr. Mendes precisa entender é que não há meio-termo neste caso: ou governa a maioria e, bem ou mal, vive-se a imperfeição da democracia ou dá-se o poder a uma minoria vingativa que tem como único objetivo obter privilégios para sua própria classe.

Mas o professor não pode aceitar isso, pois ele acredita ser o representante de uma elite pensante, moderna, de um mundo novo, tolerante e bonito. 

Talvez, por isso, chame essas manifestações conservadoras de primitivismo político. 

Para ele, não passam de ideias retrógradas, que precisam ser extirpadas, em favor das luzes que brilham nas cabeças pensantes desses que estão à frente do pensamento progressista moderno. 

No fim das contas, o que eles querem não é entender a cabeça do brasileiro para bem representá-la, mas, quando não cooptá-la para sua ideologia, decapitá-la do pensamento político nacional.
Fabio Blanco é advogado e teólogo.
 

VOTEM contra.O perigo do "gênero" em educação

Mídia Sem Máscara



Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Shulamith Firestone defendeu com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.


A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis.
E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.

A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. 
E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:

Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino.


Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”.     

Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos.
Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.

Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária.
Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. 

A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.

De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. 
O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.

Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégiomasculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente.

Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:

O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas.

Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais [...] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico.

Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. 
Concentram-se em exaltar o homossexualismo.

Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. 

Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, a complementaridade e a fecundidade.


Dualidade: há animais assexuados, como a ameba, que não têm sexo. Os animais sexuados, porém, têm necessariamente dois sexos. Não há uma espécie em que esteja presente apenas o sexo masculino ou apenas o feminino.


Complementaridade: os dois sexos são complementares entre si. E isso não se refere apenas aos órgãos de acasalamento e às células germinativas (gametas) de cada sexo. A fisiologia e a psicologia masculinas encontram na fisiologia e psicologia femininas seu complemento natural e vice-versa.


Fecundidade: a união de dois indivíduos de sexo oposto é apta a produzir um novo indivíduo da mesma espécie.


Percebe-se que nada disso está presente na conjunção carnal entre dois homens ou entre duas mulheres. 
Falta a dualidade, a complementaridade e a fecundidade próprias do verdadeiro ato sexual. 
Os atos de homossexualismo são uma grosseiríssima caricatura da união conjugal, tal como foi querida por Deus e inscrita na natureza.

A ideologia de gênero pretende, porém, obrigar as crianças a aceitar com naturalidade aquilo que é antinatural. 
Tal ideologia distingue o sexo, que é um dado biológico, do gênero, que é uma mera construção social. Gêneros, segundo essa doutrina, são papéis atribuídos pela sociedade a cada sexo

Se as meninas brincam de boneca, não é porque tenham vocação natural à maternidade, mas por simples convenção social

Embora só as mulheres possam ficar grávidas e amamentar as crianças e embora o choro do recém-nascido estimule a produção do leite materno, a ideologia de gênero insiste em dizer que a função de cuidar de bebês foi arbitrariamente atribuída às mulheres. 
E mais: se as mulheres só se casam com homens e os homens só se casam com mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas a uma imposição da sociedade (a “heteronormatividade”). 
O papel (gênero) de mãe e esposa que a sociedade impôs à mulher pode ser “desconstruído” quando ela decide, por exemplo, fazer um aborto ou “casar-se” com outra mulher.

Em 2010, o Ministério da Saúde publicou a cartilha Diversidades sexuais com o objetivo único de inculcar nos adolescentes e jovens a ideologia de gênero. 
A eles é ensinado que o homossexualismo é não uma desorientação, mas uma “orientação sexual”. E mais: que tal “orientação” é natural e espontânea, e não depende da escolha da pessoa!

Hoje já se sabe que ser gay ou lésbica não é uma opção, porque não implica uma escolha. O (a) homossexual não opta por ser homossexual, assim como o (a) heterossexual não escolhe ser heterossexual, o mesmo acontecendo com os (as) bissexuais. É uma característica natural e espontânea.


Essa afirmação, apresentada como certeza (“hoje já se sabe...”) é duramente atacada pelo psicólogo holandês Gerard Aardweg, especialista em comportamento homossexual:


O infantilismo do complexo homossexual tem geralmente sua origem na adolescência, e em grau menor na primeira infância. [...]. 

Não é, porém, durante a primeira infância que o destino do homossexual é selado, como muitas vezes defendem os homossexuais emancipistas, entre outros. 

Essa teoria ajuda a justificar uma doutrinação das crianças na educação sexual tal como: 


‘Alguns de vocês são assim e devem viver de acordo com sua natureza’.


Ora, não há uma “natureza homossexual”, pois o homossexualismo é, em sua essência, um vício contra a natureza.
Isso, porém, os ideólogos de gênero proíbem que se diga. Para eles, somente os preconceituosos se opõem às práticas homossexuais.
Tal “preconceito”, que eles desejam que se torne um crime a ser punido, recebe o nome pejorativo de “homofobia”.

O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. 
O Senado Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica e ainda acrescentou como diretriz do Plano a “formação para o trabalho e a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade” (art. 2º, V). 
De volta à Câmara, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputados do PT e seus aliados, que pretendem retirar os “valores éticos e morais” e reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas.

Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. 


A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.

É a própria família brasileira que está em jogo.

QUE PODEMOS FAZER?

1) LIGUE GRATUITAMENTE PARA O DISQUE CÂMARA 0800 619 619. Tecle "9"

Desejaria enviar uma mensagem para todos os deputados membros da Comissão Especial destinada a votar o Plano Nacional de Educação (Projeto de Lei 8035/2010):

Solicito a Vossa Excelência que mantenha longe do Plano Nacional de Educação as expressões "gênero", "igualdade de gênero" e "orientação sexual". 

Tal linguagem  não é inócua, mas é própria da ideologia de gênero, que tem por fim destruir a família e massificar o ser humano, nivelando as diferenças naturais entre o homem e a mulher. As crianças e os pais agradecem.

2) ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO



Um BLOG que esta Associação recomenda:

 

 BLOG Mídia Sem Mascara



Como no Brasil praticamente não existe pensamento pessoal, apenas o eco passivo do zunzum nos grupos de referência, as poucas exceções são interpretadas como se fossem exemplos da regra, donde se atribui a elas toda sorte de compromissos políticos imaginários. 

Isso já basta, por si, para ilustrar a condição de miséria acabrunhante a que se reduziu a vida mental neste país.

Em vista desse estado de coisas, e sem a menor ilusão de poder corrigi-lo, esclarecemos, pela enésima vez:

1. O Mídia Sem Máscara não tem NENHUM programa político a defender, não representa NENHUM grupo de interesses, partido ou facção ideológica, não promove NENHUM candidato a cargo nenhum e não tem NENHUMA solução a oferecer para os problemas nacionais, internacionais, globais ou extragalácticos. 

2. Tudo o que esta publicação eletrônica desejou desde o princípio, e tem feito até agora, foi dar espaço às notícias e idéias que o consenso bom-mocista da “grande mídia” rejeitava, pouco importando que, no conteúdo, as matérias que as veiculavam se contradissessem umas às outras. 

Não vetamos jamais opinião nenhuma, mesmo aquelas que fossem as mais opostas aos sentimentos dos nossos editores, nem jamais procuramos impingir ou mesmo sugerir aos nossos colaboradores alguma orientação ideológica uniforme, por mais tênue que fosse. 

Só excluímos, em último caso, as matérias que arriscassem nos sujeitar a processos judiciais, por passarem dos limites que a lei estabelece. Vetamos também as polêmicas inter-religiosas, para as quais não falta espaço nos jornais e revistas das respectivas confissões.

3. Em vista disso, qualquer tentativa de interpretar alguma matéria em particular como expressão de uma corrente política supostamente representada por este jornal eletrônico é falsa e paranóica na base, sem descontar a hipótese de que seja propositadamente caluniosa ou difamatória. 

As únicas matérias que expressam a opinião do Mídia Sem Máscara vêm assinadas “Mídia Sem Máscara”, “Editoria”, “Os Editores” ou “Olavo de Carvalho”. As outras são de responsabilidade exclusiva de seus autores, que não nos consultaram para escrevê-las e, se consultassem, não seriam respondidos.

4. Isso vale especialmente para matérias que tragam críticas severas a indivíduos que não são inimigos nem deste jornal, nem de seus editores, nem, substancialmente, de nenhum dos valores que estes personificam e defendem, e sim apenas antipáticos, por alguma razão, aos autores que as subscrevem.

5. Seríamos os mais desprezíveis dos hipócritas se, após ter tanto criticado a pastosa homogeneidade da opinião reinante na grande mídia, impuséssemos aqui o mesmo uniformismo, de modo a só publicar o que fosse da nossa estrita concordância. 

Criamos este espaço para preservar o que pudesse restar de genuína multiplicidade e variedade fora dos cânones “politicamente corretos”, e em nenhum momento demos sinal de ter mudado de orientação.


Os Editores
 

Chover no molhado



Mídia Sem Mascara


A segurança pública, a segurança da comunidade, é primeiríssimo fator de agregação social e primeiríssimo papel do Estado.


Sei que choverei no molhado. Mas penso que em matéria de segurança pública precisamos de muita chuva no molhado. 

Só uma verdadeira avalanche, causada por sucessivas e repetidas manifestações, poderá frear a expansão da criminalidade a cujo crescente poder, leis e demandas estamos todos sujeitos. É exasperador ler que o provável assassino de um empresário está condenado a penas que se concluem em 2039, mas já flanava no semiaberto, liberado para trabalhar durante o dia. É intolerável saber que esse não foi um episódio ocasional, mas evento rotineiro, parte da agenda cotidiana de ocupações e reclamações, para magistrados, promotores e delegados. 

É profundamente frustrante, aos pagadores de impostos, saber que autoridades remuneradas com o fruto do nosso trabalho se declaram obrigadas a soltar indivíduos sabidamente perigosos "porque a lei assim determina". 

E mesmo essa justa frustração fica diminuta perante o sentimento que nos domina quando lemos que há, entre os magistrados, quem faça isso de bom grado, por motivos ideológicos.

Ao fim e ao cabo, ainda que não o confessem, como aquele parlamentar, lixam-se quase todos. 

A criminalidade campeia solta, como repetidas vezes tenho afirmado, porque existe muito bandido agindo com inteira liberdade, rindo da lei e auferindo ganhos crescentes em atividades de quase nenhum risco. 


Parte significativa dos incontáveis crimes contra o patrimônio e a vida dos cidadãos é praticada por indivíduos que já se defrontaram com a polícia e com a justiça. 

E não deu nada, ou quase nada. Quem agiu para que gozassem de liberdade, a gosto ou contragosto, tem, sim, uma parcela pessoal de responsabilidade perante as vítimas. 

 Que elas pesem nas respectivas consciências! 

De modo especial, têm responsabilidade direta os magistrados que usam os instrumentos legais com que contam para soltar, quando poderiam usar outros para manter presos indivíduos cuja periculosidade não pode proporcionar margem à dúvidas em quem ponha os olhos sobre seus prontuários. 

Têm responsabilidade os governos, que abandonam o sistema aos próprios azares, que entregam as penitenciárias ao crime organizado e deixam as corporações policiais à míngua por indigência de recursos humanos e materiais. 

Têm responsabilidade os legisladores, desatentos ao clamor da sociedade que pede por urgente revisão da legislação penal. 

E, muito especialmente, por revisão das execuções penais, via franqueada às facilidades e indulgências do semiaberto, das prisões domiciliares, das tornozeleiras aplicadas em quem, para o bem da população, tinha que estar com os dois pés do outro lado das grades. 

Sobre progressão de regime, a lei diz que o magistrado é quem decide

É um disparate que a superlotação dos presídios sirva como causa para as inauditas complacências. A superlotação deveria ser causa, isto sim, da construção de novas e mais dignas unidades de internação.

Da população, por fim, não se cobre responsabilidades. Já nos basta recebermos das autoridades policiais orientações sobre como agir sob a lei do bandido. 

É bom que nos orientem. Mas essa confissão de impotência, de rendição, é mais uma evidência do grau de desamparo a que foi levada a sociedade brasileira, por motivos ideológicos e políticos. 

A realidade nacional derruba os chavões sobre pobreza e criminalidade. O desemprego cai, a renda aumenta e a criminalidade expande suas hordas.

A segurança pública, a segurança da comunidade, é primeiríssimo fator de agregação social e primeiríssimo papel do Estado. 

Todo governante inapto, todo legislador insensível, toda autoridade leniente em qualquer dos poderes, deveria pendurar as chuteiras, pegar o chapéu e bater em retirada. 

Não ocorrendo isso, deveria, pelo voto dos leitores, ou por ato das respectivas instituições, ser afastado para tarefas onde resulte menos danoso ao interesse público.

Dilma proíbe militares de comemorarem os 50 anos da "Redentora". Eles obedecerão.

in CoroneLeaks



A presidente Dilma Rousseff sinalizou nesta sexta-feira, 14, que não quer celebrações dos militares da ativa por conta do aniversário de 50 anos do golpe de 31 de março. 

Dilma mobilizou o ministro da Defesa, Celso Amorim, que já conversou com os comandantes militares sobre o assunto.

Os chefes militares já haviam aproveitado as reuniões de seus Alto Comandos, que trataram também das promoções do final do mês, antes do Carnaval, para avisar aos comandados que evitassem qualquer tipo de polêmica sobre o assunto, para evitar choques com o Planalto. 

Os comandantes das forças já haviam repassado aos seus subordinados a ordem de não serem feitas comemorações fora dos quarteis e nem festejos internamente.

O tema, no entanto, não será deixado de lado pelas Forças Armadas. No Exército, por exemplo, o assunto será tratado por meio de palestra e divulgação de informações para a tropa apenas para que "as novas gerações" não se esqueçam do que chamam de "fato histórico", contextualizado à época da guerra fria.


O clima na ativa das Forças Armadas, até o momento, é de distensionamento. 


Não há movimentações para promover atos para exaltar a data, embora existam insatisfações em relação à condução dos trabalhos da Comissão da Verdade. Grande parte dos militares reconhece que houve avanços nos investimentos das Forças durante os governos Lula e Dilma.

Ainda há grande preocupação com o pessoal da reserva. Ainda não se sabe exatamente o que eles poderão promover para exaltar os 50 anos da "Redentora", expressão que usam para se referir ao 31 de março. 


Para evitar problemas com estes militares que já estão fora dos quartéis, mas que, quando querem, fazem barulho, os comandos das Forças Armadas fizeram contatos com os presidentes dos Clubes Militar (Exército), da Marinha e da Aeronáutica pedindo moderação nas manifestações. 


Vários grupos, no entanto, atuam de forma independente e não costumam atender pedidos dos comandantes.

Quem está no serviço ativo não pode se manifestar, por força do regulamento militar. 

Os da reserva não sofrem tantas restrições, mas também têm de seguir algumas regras e podem ser punidos inclusive com prisão por declarações que forem consideradas ofensivas à presidente da República. (Estadão)

Minha Casa, Minha Vida. A ofensa imperdoável de Dilma contra os pobres .

in CoroneLeaks








Moradores do Minha Casa, Minha Vida Vila Azul, em Araguaína, Tocantins. Esta é a gente que nunca "ralou" segundo Dilma Rousseff. Prometeram a eles escola, unidade de saúde, posto policial. Nada disso foi cumprido. Por isso, foram protestar contra a presidente, que respondeu dizendo que eles "nasceram em berço esplêndido".


Ontem, em Araguaína, estado do Tocantins, um dos menores colégios eleitorais do país, Dilma Rousseff, irritada com um coro de vaias, atacou os manifestantes, dizendo que eles "nunca ralaram". Não eram militantes partidários. Eram moradores de um outro conjunto habitacional do Minha Casa, Minha Vida que protestavam em razão das péssimas condições das suas humildes moradias, confrontadas com as novas casas que estavam sendo entregues, equipadas, inclusive, com placas de energia solar.

Os moradores do Vila Azul receberam casas sem cerâmica. A construção é de qualidade inferior. A Justiça investiga claras evidências de superfaturamento. Por falta de um posto de saúde, os moradores, para serem atendidos, precisam voltar às unidades de atendimento onde estavam cadastrados antes de se mudarem, muitas vezes localizadas a dezenas de quilômetros de distância. São mais de 1.000 famílias. Um bairro com mais de 5.000 pessoas.

Os que "nunca ralaram", segundo Dilma, pagam uma prestação maior pelas suas casas, mesmo que elas sejam de um padrão muito inferior. Pagam 10% do salário mínimo. Os moradores do conjunto habitacional entregue ontem pagarão apenas 5%. Tinham todo o direito de protestar. Bastaria que Dilma Rousseff, em vez de ofender os pobres moradores, determinasse, naquele momento, ao presidente da Caixa e ao Ministro das Cidades, presentes no evento, que a situação fosse imediatamente resolvida. Que aos iguais fosse dado tratamento igualitário.


Dilma Rousseff cunhou uma frase que mostra muito bem a sua índole. O ser mesquinho e vingativo que existe por trás da blindagem do marketing.  Uma frase do mesmo nível do "relaxa e goza" de Marta Suplicy.

Ou do "estupra, mas não mata" de Paulo Maluf. Ficará na sua biografia o ataque feito aos pobres, num evento em benefício de gente pobre, por não aceitar uma justa e democrática manifestação popular. Aquela gente humilde que ali estava "rala" muito. Vem "ralando" a vida inteira. Aqueles brasileiros pobres, em busca dos seus direitos, não mereciam uma ofensa tão desumana e tão cruel da Presidente da República.


A presidente Dilma Rousseff se irritou nesta sexta-feira, 14, com um protesto em evento do Minha Casa Minha Vida, em Tocantins, e disse que os manifestantes "nasceram em berço esplêndido" e "nunca ralaram". 

O evento contava com um grupo de simpatizantes da presidente, que estava na parte da frente do palanque, e um ruidoso grupo de pessoas com cartazes contra a Copa do Mundo e reivindicando moradias.


Durante o discurso da presidente, os manifestantes misturavam vaias, apitos e ainda cantavam o hino nacional. 

Dilma acabou se irritando com o protesto e fez uma exaltada defesa de sua política social, em especial, o Minha Casa Minha Vida, programa que entregou nesta sexta 1.788 casas para famílias carentes de Araguaína (TO). 

"Aqueles que não dão importância para as pessoas que não têm casa própria é porque nasceram em berço esplêndido e aqueles que não valorizam o cartão do Minha Casa Melhor é porque nunca ralaram de sol a sol para comprar uma geladeira, um fogão e uma cama", disse Dilma, sob aplausos de políticos do Estado e parte dos moradores e sob vaias dos manifestantes. (Estadão)

Pedro "Gagá" Simon esquece o que falou e agride a senadora Ana Amélia.

sábado, 15 de março de 2014-- CoroneLeaks


Ana Amélia, em 1984, jornalista em Brasília, entrevistando Pedro Simon.

Ana Amélia, nos corredores do Senado.

A dentadura nova do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que custou mais de R$ 80 mil para os contribuintes, deve ter afetado a memória do vetusto parlamentar. 

Só pode ser isso, já que até os dias de hoje Simon sempre foi um exemplo de coerência política.

Neste sábado, na convenção do PMDB que indicou o pré-candidato a governador do Estado gaúcho, Simon agrediu de forma deselegante e injusta a senadora Ana Amélia (PP-RS), que lidera as pesquisas eleitorais para o pleito de outubro próximo. Vejam o que ele disse:

"O MDB tinha e tem várias opções para concorrer. O PP teve de ir buscar na RBS(afiliada da Rede Globo) uma senhora que vive em Brasília há 20 anos e que acompanhava a mais alta estirpe da corte do regime militar. Descobriram essa jornalista lá.

Ana Amélia foi eleita pelos gaúchos com 3,4 milhões de votos. É uma senadora preparada, conceituada e respeitada pela sua intensa participação no plenário e nas Comissões. 

Referindo-se à parlamentar gaúcha, o próprio Simon fez a seguinte declaração, em 6 de dezembro de 2010, conforme notícia publicada no Portal de Notícias do Senado:

Simon, na verdade, ficou irritado com a divulgação do seu nome como o dono da maior despesa em tratamento dentário no Senado. E creditou isto ao jornal Zero Hora, da RBS, onde Ana Amélia trabalhou por longos anos. 


O senador deveria ler a imprensa nacional, que registrou o fato com o mesmo destaque. 


Talvez a repercussão tenha sido tão negativa no Rio Grande que sempre respeitou os hábitos espartanos de Simon e ficou perplexo com a notícia. O papel da imprensa é divulgar e repercutir. O papel de Simon, como político, é explicar a despesa.

Se Pedro Simon anda esquecendo do que falou e atacando valores democráticos que sempre respeitou em sua longa trajetória política, talvez deva pensar na aposentadoria. Até mesmo para preservar a sua rica biografia. 

O partido da boquinha.PMDB

Quando o país pensa que o PMDB, finalmente, acordou para a decência e a preocupação com os destinos do país, ao confrontar o governo hegemônico do PT, um dos seus maiores líderes solta a seguinte frase:

"A única certeza que tenho é que o PMDB estará com o próximo presidente, ganhe Dilma, Aécio ou Campos. Por que me preocupar com isso agora?"

A declaração, que expressa muito bem o espírito fisiológico do PMDB, foi dada ontem, por Edson Brum, presidente da legenda no Rio Grande do Sul, ao dizer que a questão nacional ainda não está sendo discutida no Estado e citando a tradição do partido sempre integrar a base do governo federal, não importa quem esteja no Planalto.

O PMDB gaúcho poderá tanto estar com Aécio Neves quanto com Eduardo Campos. Só não estará com o PT porque este tem candidatura própria. 


O slogan do PMDB - O Partido do Brasil - deveria ser substituído por O Partido da Boquinha. E continuar caminhando para a beira do abismo, marcado na paleta como o partido mais escroto do país. 
 



PMDB: eu sou o DEM amanhã.



A revolta do PMDB com o modo como é tratado pela presidente Dilma Rousseff tem na sua concepção o temor de que aconteça com o partido o mesmo que ocorreu com o antigo PFL. 

O líder da bancada peemedebista na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), é um dos que propagam a tese. 

"Estamos virando o DEM do PT. O reflexo mais forte é na Câmara, porque é aqui que se divide o tempo de TV e assim eles precisarão cada vez menos dos aliados", afirma.

A extinta sigla - hoje DEM - chegou a ter o maior número de deputados na Câmara na década de 90, mas abriu mão do protagonismo nacional e nos Estados para apoiar e se tornar o principal aliado do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). 

A dobradinha foi permanente entre as eleições de 1994 e 2010.

O PFL acabou tendo de mudar de nome para tentar se renovar e hoje soma apenas 27 deputados, um quarto do que já teve. Com isso, o apoio que antes era caríssimo aos tucanos atualmente é tratado como dispensável. 

Neste ano, por exemplo, não existe garantia nenhuma de que o DEM possa indicar um nome para disputar a vice-presidência na chapa do senador tucano Aécio Neves (MG).

"O PMDB é um atento observador da cena e percebeu o plano em curso do PT. Agora, o PMDB está botando o pé no bucho (dos petistas)", diz, ao avaliar a situação do PMDB, o presidente do DEM, senador José Agripino (RN).

Espaço. Agripino relata sua sensação de "já vi esse filme antes". 

"O PFL foi perdendo o protagonismo quando aceitou entrar na vice-presidência em 1994, com Marco Maciel, no (governo) Fernando Henrique Cardoso. Fomos cedendo espaço sucessivamente. E esse é o plano estratégico do PT: tomar espaço."

Agripino afirma que o DEM, no passado, "não fez o dever de casa, não trabalhou para se fortalecer regionalmente e cometeu o grave erro de não se fazer valer nos Estados onde tinha mais força, como Minas Gerais e Paraná, por exemplo, perdendo espaço para os tucanos em nome da aliança". (Estadão)

Superfaturamento de mais de R$ 600 milhões! Só o que o governo petista do DF fraudou no Mané Garrincha, daria para reformar dois Gigante da Beira-Rio.

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Na foto acima, o antigo e o novo Mané Garrincha, comparado com o antigo e o novo Gigante da Beira-Rio. Somente o superfaturamento já encontrado na reforma do Estádio Mané Garrincha, no Distrito Federal, governado pelo petista Agnelo Queiroz, daria para reformar duas vezes o Gigante da Beira-Rio, em Porto Alegre, que custou pouco mais de R$ 300 milhões. O rombo nos cofres públicos já  passa de R$ 600 milhões. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo.

A reforma do estádio Mané Garrincha, a arena mais cara da Copa do Mundo, tem indícios de superfaturamento de R$ 431 milhões, segundo análise do Tribunal de Contas do Distrito Federal. 


Segundo levantamento feito por técnicos do tribunal, o superfaturamento é resultado de uma série de irregularidades, como compra indevida de material, cálculo equivocado no custo de transporte, além de abono de multa pelo atraso na entrega da obra e atraso na solicitação de descontos na cobrança de impostos prevista em lei.

Os contratos analisados pela área técnica do tribunal dão pistas de como o custo do estádio dobrou desde o início da obra, passando de R$ 700 milhões, em 2010, para os atuais R$ 1,4 bilhão. Um dos exemplos para entender o gasto excessivo "sem mais esforços", segundo os técnicos, é o cálculo de transporte de materiais pré-moldados no canteiro de obras.

A fábrica dessas peças fica a 1,5 km do estádio, na capital federal, mas o custo de transporte foi calculado como se tivessem sido transportados de Goiânia a Brasília, uma distância de 240 km. 

O custo de transporte cobrado do governo do DF foi de R$ 592 por metro cúbico desses materiais, quando para os auditores deveria ser de apenas R$ 3,70. Somente neste caso, o prejuízo estimado foi de R$ 879 mil.

"Sem mais esforços, percebe-se que os custos foram superestimados, pois o transporte de pré-moldados ocorre dentro do próprio canteiro de obras. A utilização de custo de transporte Brasília-Goiânia' é totalmente inadequada para o serviço, não merecendo comentários adicionais para a reprovação do método", diz o relatório.

O superfaturamento de R$ 431 milhões em discussão pelo tribunal é o somatório das irregularidades apuradas em cinco processos. Os valores apontados na auditoria ainda podem aumentar porque o cálculo foi feito com base em análise de julho de 2013. 


Em janeiro, após a apresentação do relatório da área técnica, o tribunal abriu prazo de 30 dias, acrescidos de mais 90 dias, para o governo do DF justificar os gastos. Depois disso, os auditores vão analisar as explicações e definir o valor final que deve ser considerado excessivo.

O documento será enviado ao relator do processo, conselheiro Manuel de Andrade, que poderá diminuir os valores ou mantê-los ao levar à votação no plenário do tribunal. 

Desde que o Mané Garrincha começou a ser reformado para a Copa do Mundo, em 2010, o Tribunal de Contas do DF já conseguiu diminuir os custos da obra --seja com abatimento no contrato ou alterações nas licitações-- em exatos R$ 179.754.554,20.

Isso somado ao prejuízo potencial em discussão agora, o valor final que pode ser economizado no processo de reforma do estádio chega a R$ 611 milhões.

DESPERDÍCIO

Na avaliação dos auditores, há casos de escolhas feitas pelos engenheiros da obra, com o aval do governo, que elevaram o orçamento. Responsável por 19% do custo da obra, serviços relacionados ao fornecimento de aço foram considerados ineficientes pela auditoria. Na obra, foi aplicado o método convencional de corte e dobra, causando um desperdício de 12% de aço e um prejuízo total de R$ 62 milhões.

Os auditores chamam atenção: a mesma empreiteira, com a mesma técnica, teve um desperdício de apenas 5% no estádio de Manaus. Já em Cuiabá, foi utilizado o método sugerido pelos auditores, e não houve perda de aço. Há ainda críticas à forma com que o governo do DF gerenciou a obra. Planejado para ser entregue em dezembro de 2012, o estádio só foi inaugurado, com atraso, em 2013.

Segundo os auditores, o consórcio responsável pela obra deveria ser multado em R$ 35 milhões por causa do atraso, mas nada foi feito. A análise também apontou atraso de 14 meses para serem pedidos ao governo federal descontos em impostos, previstos em lei. 

Isso fez com que o DF deixasse de economizar outros R$ 39 milhões.

Vem aí a Copa do racionamento de energia.

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Pelo que está acontecendo no país e pelo que está previsto para os próximos meses, muitos brasileiros estarão sem energia elétrica na sua casa para ver os jogos do Brasil. 

A situação só não é gravíssima porque o governo petista esconde os números com medo de reconhecer que estamos à beira de um colapso. 



Apenas um dado já deveria fazer Dilma Rousseff chamar uma cadeia de rádio e televisão para anunciar um racionamento de energia como única forma de fugir do apagão. 

O nível das bacias das regiões Sudeste/Centro-Oeste, que respondem por 70% da capacidade instalada, encerrou a semana em 35,8%, quase o patamar da média de março de 2001, ano do racionamento eletricidade no Brasil, que foi de 34,5%. 


Quanto aumentou o consumo nestes últimos 13 anos? 



Por outro lado, o rombo aberto pelo acionamento de 100% das termoelétricas e pela explosão do custo da energia pode chegar a R$ 20 bilhões. 


Hora ou outra, estas usinas terão que parar para manutenção, sob pena de pararem de funcionar. Se correr o bicho pega. Se parar o bicho come. 



Segundo matéria de O Globo, publicada hoje, a previsão do tempo para os próximos meses continua pouco animadora. 


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura, reafirma sua previsão de ausência de chuva no Sul de Minas Gerais e de São Paulo, onde estão os principais reservatórios das hidrelétricas, daqui em diante. 


Só há previsão de cair pé d'água no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o que não colabora com o reservatório de Itaipu, que está no Paraná.




Expedito Rebello, chefe da meteorologia do Inmet que trabalha no órgão há 32 anos, diz que a situação de médio e longo prazo é bastante preocupante. 


- É a pior seca que já vi - conta, rebatendo a questão sobre se há risco de haver racionamento. - Essa resposta é com o governo


Ele explica que o Brasil tem os períodos seco e chuvoso bem delineados. O seco, porém, se incia agora em abril. 

Ao passo que o chuvoso só retorna na segunda quinzena de setembro. 

- Até lá quase não vai chover . E, para ajudar, há a evaporação que se encarrega de reduzir o nível dos reservatórios de 5 a 7 milímetros por dia - explica.




 

O período mais duro da seca estará ocorrendo exatamente durante a Copa do Mundo. Portanto, preparem-se para ouvir os jogos do Brasil pelo radinho. De pilha! 



Vergonha alheia! A conhecida incapacidade de expressão da Dilma cria incidente diplomático.

Domingo, 16 de março de 2014



Hoje o Palácio do Planalto teve que emitir uma Nota Oficial para explicar o que Dilma quis dizer ontem, enquanto sobrevoava as regiões alagadas no Norte do Brasil. Pior: por mais que a nota tente, mesmo assim o mundo continua sem entender o que Dilma disse. Ou quis dizer. Ou tentou dizer. Ou pensou dizer. Ou. Leiam abaixo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República (SIP) vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Não é verdadeira a afirmação de que a Presidenta da República tenha responsabilizado a Bolívia pelas cheias que estão castigando os estados do Acre e de Rondônia;

2. Durante a visita que fez hoje a Porto Velho para verificar de perto os estragos causados pelas chuvas e onde anunciou medidas Federais de ajuda àqueles dois estados, a Presidenta foi muita clara ao dizer que as cheias são resultados de um fenômeno climático que elevou, em muito, a quantidade de chuvas nas cabeceiras dos rios que cortam a região;


3. Em sua fala, a Presidenta disse: “ A avaliação nossa é que houve, de dezembro a fevereiro, um fenômeno em cima da Bolívia…mas o que ocorreu ali? Ocorreu uma imensa concentração de chuvas. Nós temos dados de 30 anos, de 30 anos. 


Nesses 30 anos, não houve nenhum momento, nenhuma situação tão grave quanto essa, em termos de precipitação pluviométrica num só lugar”;

4.Para deixar mais clara a sua fala, a Presidenta recorreu à uma fábula: “..E aí eu até disse aqui uma fábula, que vocês conhecem, a fábula do lobo e do cordeiro. O lobo, na parte de cima do rio, olhou para o cordeiro e disse: “Você está sujando a minha água”. 


O cordeiro respondeu: “Não estou, não, eu estou abaixo de você, no rio”. A mesma coisa é a Bolívia em relação ao Brasil. A Bolívia está acima do Brasil, em relação à água. Nós não temos essa quantidade de água devido a nós, mas devido ao fato que os rios que formam o Madeira se formam nos Andes, ou em regiões altas, se eu não me engano, o Madre de Dios e o Beni”;


5.Como se vê, a fala da Presidenta se ateve a fenômenos climáticos e não geo-políticos.

Secretaria de Imprensa da Presidência da República