Loyal and jumping!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Lançamos juntos a campanha "POLÍCIA MILITAR: VOCÊ PODE CONFIAR" neste momento, com toda a força das redes sociais! Mostre também sua confiança nessa Instituição que salva vidas e protege pessoas!
https://www.facebook.com/marcosdoval/videos/754733624661196/

Palio prata é abordado pela Polícia Federal em
coação com a Polícia Militar e são descobertas 6 kg de pasta base de
cocaína em um trevo da BR-494 próximo a cidade de Pitangui. Casal que
estava no carro foi preso em flagrante.
Polícia Federal faz nova apreensão de drogas
Quarta-feira, 25 de abril de 2012 às 10h 06 - Atualizado às 10h 16 - Por: Vinicius Soares
Governo tenta impor “lobby da pedofilia”, denuncia Bolsonaro
Nesta terça (9), durante a reunião deliberativa ordinária da Comissão para Relações Exteriores e de Defesa Nacional, um trecho do debate gerou mais uma polêmica entre o deputado Jair Bolsonaro (PP/RJ) e Jean Wyllys (PSOL/RJ).
Como é sua característica, Wyllys fez um discurso inflamado defendendo as “posições de direito” das crianças, ressaltando a identificação da “identidade de gênero” e “orientação sexual”. Os termos são bem conhecidos dos movimentos LGBT, os quais defendem que a suposta escolha de um novo nome ou sexo pode ser feita a qualquer momento. Ou seja, um menino pode se “descobrir” menina ou vice-versa mesmo em tenra idade.
Acabado sua defesa desse pensamento, Jean Wyllys levantou-se e foi embora, pois em seguida discursaria o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC/SP), seu desafeto. Com um sorriso irônico, abandonava a sessão, quando foi chamado de “moleque” por Jair Bolsonaro. Esse trecho circula nas redes como uma suposta “agressão” a Wyllys e demonstração de intolerância.
Contudo, Jair Bolsonaro usou seu perfil no Facebook para mostrar o contexto que a situação se desenrolou e fazer uma denúncia. Afirmou que a atitude de Wyllys “da minha parte, recebeu o merecido tratamento”.
O que Jean Wyllys fez foi “representar” a presidente da República. Bolsonaro explicou que o governo federal está fazendo um “lobby da pedofilia”, chamando isso de “direitos superiores da criança”. A denúncia do deputado do PP é que foi enviada a mensagem 164/15 do Poder Executivo, pedindo a aprovação do chamado “Protocolo Sobre Direitos das Crianças”.
Relatou ainda que, graças a um pedido de vistas do deputado Major Rocha (PSDB/AC), a pauta está paralisada. Para Jair Bolsonaro, “as criancinhas livraram-se, momentaneamente, de decidirem sobre sua vida sexual (homo ou hétero), independente da vontade ou conhecimento dos seus pais”.
Espantosamente, a relatora é a deputada Benedita da Silva (PT/RJ), que se diz evangélica e até o momento não se manifestou contrária.
A denúncia é grave, mas não obteve nenhum destaque da mídia secular, que como de costume, ignora as imposições da agenda LGBT – isso quando não a defende.
Entenda o caso
Segundo o site da Câmara dos Deputados a mensagem nº 164/15, “submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança Relativo a um Procedimento de Comunicações, celebrado em Nova York, em 19 de dezembro de 2011”.No vídeo de Bolsonaro, todos concordam com os termos gerais do citado Protocolo, que visa defender os direitos das crianças. É então que entra o ‘jabuti’. O PT, conhecido por seu compromisso com o avanço da agenda gay no país, incluiu “a questão da ideologia de gênero” e “se fala em diretos sexuais para crianças de 6, 7, 8 anos de idade, o que não podemos concordar”. Esses termos não fazem parte do documento original.
Embora considerado truculento por seu discurso firme, Bolsonaro tem sido um dos mais ferrenhos combatentes das tentativas do Partido dos Trabalhadores e seus aliados. Ele sempre se manifesta contra a aprovação de leis que confrontem diretamente o que creem os cristãos: Deus fez homem e mulher e a identidade de gênero é uma questão moral e uma escolha.
Fonte: Gospel Prime
No DF, foram 91.524 multas em carros oficiais. só em 2015
Mordomia
No DF, carros oficiais recebem milhares multas para o contribuinte pagar
Publicado: 12 de fevereiro de 2016 às 12:06 - Atualizado às 12:12
O carro oficial, de uso restrito e quase inexistente em países desenvolvidos, é prática comum no Brasil. São frequentes os flagrantes de uso indevido do carro oficial. Em maio de 2013, o então secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, foi flagrado chegando em carro oficial, trajando bermudas e camiseta regata, a uma academia de ginástica de Brasília, em pleno horário do expediente.
Apesar de todos os cortes de despesas prometidos pelo governo do DF, sua frota de carros oficiais ainda soma 1.796 veículos para o transporte de pessoas. Nesse número não estão incluídas as viaturas de segurança pública. Somente a Polícia Militar tem 4.134.
Os dados sobre multas a carros oficiais foram confirmados pelo Detran e pelo DER, o Departamento de Estradas e Rodagem.
Comentarios
euza Frontoura
Malditos
sejam os que se aproveitam de cargo público para roubar o povo,
pricipalmente os mais pobres, que não tem o mínimo nescessário para
sobreviver! E só sabem dizer que nunca fizeram tanto por eles! É um
escárnio!
Gildo DE Lima ·
E,
esses " ...mais pobres, que não tem o mínimo..." são em sua maioria
os imbecis que votam, mesmo sabendo que aqueles em quem votam "... se
aproveitam de cargo público para roubar o povo..." Todo eleitor que vota
é um idiota. Ou masoquista. Doente ele é.
Lita Carneiro ·
Põe
maldito nisso, Neuza. Eles são uns vermes, cambada de cupins. Não se
apiedam da miséria em que vive a maior parte da população que sobrevive
com um salário mínimo, até menos. Falam em cortar gastos, entretanto é
só lorota desses trituradores do cidadão honesto. Minha revolta maior é
que não vejo nenhum dos Três Poderes decidirem derrubar o pau da
barraca, pôr fim em tanta bandalheira.
Cláudio Costa ·
O
desgoverno Dilma, promotor do banditismo e do terrorismo tributário,
deu ontem mais uma prova de que está obrando e andando para a redução
dos gastos públicos desnecessários. Para piorar, a tecnocracia
perdulária ainda prepara mais uma cínica e injusta manobra de
contabilidade criativa. A União quer meter a mão em R$ 16 bilhões de
dívidas reconhecidas pelo Judiciário, mas que o setor público não paga,
os famosos e vergonhosos precatórios.
Cacilda Verdelho
A próxima vez em que encontrar um político, em época de eleição ou fora dela, lembre disso.
Gildo DE Lima ·
E,
aproveite o ensejo dizendo- lhe nas fuças, no comedor de lavagem, que
irá ANULAR O VOTO, pois não acredita em vagabundo, pilantra, marginal.
Ninoco Siroco ·
Que o povo arremesse a pedra do tamanho que quiser. Tudo 0800 : carro, motorista, combustível e multas. Desgraçados fdp.
Gildo DE Lima ·
Perdão,
Ninoco, mas, s.m.j., o idiota do eleitor que vota concedeu ao marginal,
mesmo sabendo que ele era marginal, um cheque em branco e assinado,
concretizando o poder de fazer tudo que lhe der na telha. Portanto,
perdoe- me novamente, não pode e não deve reclamar.
Ninoco Siroco ·
Gildo DE Lima Exato. O povo vota de forma muito baixa sem qualquer sentido de responsabilidade
Cartilha grátis ensina técnicas de bioconstrução.
04/02/2016
A
bioconstrução se baseia no princípio de que é possível construir tendo
um impacto ambiental muito baixo. Para promover este conceito e
apresentar técnicas práticas, o Ministério do Meio Ambiente
disponibiliza gratuitamente uma cartilha on-line para capacitação e
informação acerca do tema e suas devidas metodologias.
Apesar de ter sido criado para um curso
do Programa de Apoio ao Ecoturismo e à Sustentabilidade Ambiental do
Turismo – Proecotur, o material é extremamente útil para quem deseja
entender melhor a bioconstrução e conhecer detalhes de diferentes
técnicas sustentáveis e ambientalmente corretas de construção.
Um dos intuitos desta cartilha é
oferecer opções para que as comunidades tenham autonomia e sejam capazes
de, através de técnicas tradicionais, garantirem suas necessidades sem a
dependência de outros grupos. Neste sentido, o primeiro passo é pensar
além do comum, é enxergar todos os materiais, sejam eles naturais ou
residuais como matéria-prima em potencial.
Utilizar materiais locais, como terra,
pedra, palha e madeira é outro ponto de destaque na cartilha. Com esta
mudança de paradigmas, o programa passa para a segunda etapa, a
observação das condições climáticas, para que os elementos naturais,
como o sol e o vento, sejam usados como aliados na obra.
A apresentação de diferentes técnicas
tradicionais e eficientes para a construção forma o terceiro bloco de
instruções. Superadobe, adobe, COB, taipa de mão, taipa de pilão, são
apenas algumas das metodologias apresentadas com detalhes e exemplos
práticos. Os cuidados necessários com o abastecimento e saneamento
também estão detalhados no material.
O livreto é indicado para qualquer
pessoa que queira aprofundar seus conhecimentos acerca da bioconstrução e
também para quem deseja iniciar uma obra sustentável e não sabe por
onde começar. Além de ter menos impactos ambientais, este tipo de
construção custa muito menos do que as tradicionais.
Projeto OLHO d`AGUA convida voluntários para mobilizacão ecológica e ambiental.
Luiz Mourão shared Eugenio Giovenardi's post.

CONVITE
O Projeto OLHO D’ÁGUA (CNPJ:21.563.011/0001-50), vinculado ao Sítio das Neves e ao Núcleo de Estudos Ecossociológicos do Cerrado, convida interessados voluntários a participar de uma reunião preparatória com o fim de estruturar uma permanente mobilização ecológica e ambiental sob a inspiração de uma estratégia denominada Zonas a Liberar – ZAL.
Os interessados podem se dirigir ao correio eletrônico, indicado abaixo, para obter informações relativas à ecossociologia e o local do ciclo de reuniões. Está previsto um programa de visitas de imersão no Cerrado.
eugeniogiovenardi@gmail.com
O Sítio das Neves (70 hectares, no DF, a 50 km da Rodoviária), em quarenta anos de pacientes batalhas, conquistou o status de zona liberada para regeneração da flora e refúgio da fauna do Cerrado.
Banditismo Tributário: Dilma quer confiscar lucro presumido das pequenas e médias empresas
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Até onde e quando vai o banditismo
tributário patrocinado pelo Capimunismo Rentista Corrupto do Brasil, sob
regência da petelândia e seus comparsas da base amestrada, sempre em conluio
com a perdulária tecnocracia de marajás bem remunerados de Brasília?
Com certeza, o famoso xerife de
Nottingham teria vergonha de ser coletor de impostos no Brasil. O lendário
coletor de impostos da Coroa Inglesa, combatido pelo heróico Hobin Hood, passou
para a história como vilão, simplesmente por arrecadar impostos de forma
“aloprada” para encher as burras dos senhores feudais e sustentar seus
maravilhosos privilégios. Obviamente sempre em detrimento da grande maioria das
pessoas que sobreviviam na miséria.
Tem um detalhe de pasmar: Os impostos
cobrados naquela época eram mixaria perto do que se cobra agora dos
brasileiros. Somos vítimas econômicas de 92 impostos, taxas, contribuições,
além de infindáveis multas ou instruções normativas geradas pela máquina
Federal, estadual e municipal. Ninguém duvida que precisamos,urgentemente, de
um Hobin Hood.
A dúvida é se este bravo defensor dos contribuintes depenados conseguiria organizar um levante vitorioso contra o banditismo tributário praticado pela corrupta Republiqueta brasileira.
A dúvida é se este bravo defensor dos contribuintes depenados conseguiria organizar um levante vitorioso contra o banditismo tributário praticado pela corrupta Republiqueta brasileira.
Aqui no Brasil, a gota d’água que
pode levar a uma crise social sem precedentes, com consequências dramáticas
para o País, é esta tentativa do Governo Federal de acabar com o lucro
presumido para as micro e pequenas empresas. Disfarçado (como sempre), o
desgoverno federal quer taxar e tributar aquela parte do ganho das empresas que,
segundo os burocratas da Receita Federal, ficou de fora da taxação do lucro
presumido.
Para entendermos: a empresa escolhe o
lucro presumido pois oferece um valor para tributação independentemente de o lucro
dela ter sido aquele ou não. Mas presume-se que seja para descomplicar a vida
das micro e pequenas empresas.
Assim, mesmo nesta crise monstruosa por que passamos hoje, a empresa recolhe com menor burocracia, um imposto que vai para o desgoverno federal (para alegria dos Renan, Collor, Lulla, Cunha, PT, PMDB, PSDB, UTC, Odebrecht, doleiros, etc...). Em resumo: os trilhões arrecadados são mal empregados, desperdiçados em gastanças ou alimentam as diferentes organizações criminosas que agem nas esferas estatais.
O banditismo estatal chega ao ápice,
agora que o desgoverno federal quer tributar aquela pequena fatia que sobra
para o micro empreendedor, para o micro empresário.
Enquanto fala em recriar a CPMF e
agora quer taxas os pequenos:
ü
O governo
não cumpriu nenhuma das promessas de fechar Ministérios;
ü
Não
reduziu em nada os milhares e milhares de cargos de confiança distribuídos aos
apadrinhados políticos;
ü
Pagamos a
gasolina mais cara do planeta (para sustentar as malandragens feitas na
PETROBRAS);
ü
Pagamos a
energia elétrica mais cara do mundo;
ü
Temos a
pior internet possível pois as teles estão aqui para arrecadar impostos e não
fornecer serviços de boa qualidade;
ü
Temos os
juros mais elevados do planeta, pois o desgoverno gasta como louco e se
financia oferecendo taxas de juros absurdas, que ele paga através do banditismo
tributário;
ü
Temos uma
carga tributária IMORAL, com a qual o desgoverno federal nos retribui com
péssimos serviços de Educação, Segurança, Saúde, Transportes e a população
empobrece, vítima de uma burocracia que só cresce.
ü
Acumulam-se
tragédias anunciadas pois o desgoverno é generalizado e o poder público
brasileiro promove descaradamente a corrupção sistêmica e a impunidade de todos
que ocupam seus famigerados cargos.
Para quem duvida desta lógica, basta lembrar tragédias como a Boate Kiss; Mineradora Samarco em Mariana – MG; Operação Lava-Jato; Epidemia do Zika Virus; Fechamento de Hospitais Públicos no Rio de Janeiro; máfias e mais máfias de fiscais sendo denunciadas pelas vítimas no Paraná, em São Paulo e Rio de Janeiro.
Para quem duvida desta lógica, basta lembrar tragédias como a Boate Kiss; Mineradora Samarco em Mariana – MG; Operação Lava-Jato; Epidemia do Zika Virus; Fechamento de Hospitais Públicos no Rio de Janeiro; máfias e mais máfias de fiscais sendo denunciadas pelas vítimas no Paraná, em São Paulo e Rio de Janeiro.
A população desesperada vai procurar
pelos seus "Robin Hoods". Com certeza... Tem muito cidadão disposto a
encarar a fantasia...
As micro e pequenas empresas não vão
suportar mais este aumento de impostos.
Elas são as responsáveis pela grande massa de empregos no Brasil. E agora são o alvo dos bandidos coletores de impostos que, mesmo na mais anunciada tragédia econômica brasileira, insistem em drenar até a última gota de sangue dos brasileiros para sustentar as imorais e descomunais mordomias dos senhores feudais que se encastelaram no poder público brasileiro.
Elas são as responsáveis pela grande massa de empregos no Brasil. E agora são o alvo dos bandidos coletores de impostos que, mesmo na mais anunciada tragédia econômica brasileira, insistem em drenar até a última gota de sangue dos brasileiros para sustentar as imorais e descomunais mordomias dos senhores feudais que se encastelaram no poder público brasileiro.
Os senhores feudais brasileiros não
entenderam nada da Revolução Francesa. Não compreenderam que, nas modernas
sociedades, para se manter no poder, é necessário governar pela máxima: Do
Povo, Pelo Povo e Para o Povo.
Pode levar algum tempo, mas as massas
desempregadas, oprimidas, achacadas pelos impostos e reprimidas pela miséria
econômica promovida pelo poder público no Brasil, já se mobilizam para acabar
com esta realidade feudal que a zelite míope promove e perpetua no Brasil.
O Banditismo Tributário, que se torna
claro para o cidadão comum, é a gota d’água que faltava para que milhões de
brasileiros sejam jogados definitivamente no buraco sem fundo promovido por
este desgoverno medieval que assola o Brasil de Norte a Sul.
Nos tempos da coroa inglesa,
certamente o rei também devia se proclamar o mais "onesto" da terra.
A revolução dos Hobin Hoods comprovou que o cara estava muito errado...
No Brasil, o único jeito de mudar
tudo que está errado é uma Intervenção Cívica Constitucional, definindo um
Projeto para o País.
Releia o artigo de ontem: Depois do Carnaval, vem o "carnaval" de mudanças
Eleição na Maçonaria paulista
Foi inscrita nesta quarta-feira (10), dentro do prazo
legal e regulamentar, a chapa "Força e União", para disputar a
eleição administrativa da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, marcada
para 6 de maio.
Encabeçada por José Renato dos Santos (Grão Mestre), é
integrada por: Luiz Carlos Gonzaga (Grão-Mestre Adjunto), Caio Cesar Infantini
(Grande Primeiro Vigilante), Jorge Serrão (Segundo Grande Vigilante), Oswaldo
Nunes Cabral (Grande Orador), Benedito Pereira da Silva (Grande Orador
Adjunto), Franklin W. B. Simi (Grande Tesoureiro) e Paulo Roberto Cardoso
(Grande Tesoureiro Adjunto).
Se a chapa Força e União não tivesse entrado na disputa, a
eleição na GLESP corria o risco de seguir o velho modelo soviético de
"chapa única" para reeleição de dirigentes - o que seria um desastre
para a democracia.
Tiro na água
Obrigado Amigo Secreto
Quem paga mesmo
Orçamento Zikado
Juízes ganham na megasena a cada três meses
Por Rogério Waldrigues Galindo
É como se os juízes e promotores do Brasil estivessem à beira de ganhar sua nona Mega-Sena da Virada em menos de um ano e meio. São já R$ 2 bilhões recebidos em dezesseis meses – mas, claro, sem a necessidade de sorteio ou expectativa. O bolão não falha nunca, e é sempre dividido pelas mesmas pessoas.
Assim como na Mega-Sena, o dinheiro sai do bolso de pessoas que não ganharam. A diferença é que na loteria desembolsa-se o valor do bilhete achando que existe chance de levar a bolada. (Embora, como já disse alguém sabiamente, a loteria seja o imposto que o governo cobra dos que não aprenderam a lei das probabilidades.) Nesse caso, paga-se à revelia e na certeza de não recuperar um centavo.
O dinheiro extra flui para o bolso de promotores e juízes
desde que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em finais de 2014, decidiu que
todo magistrado tem direito a R$ 4,3 mil mensais de “auxílio-moradia”. As aspas
são necessárias porque até mesmo juízes admitem que não se trata de dinheiro
para moradia – e que isso é apenas uma burla à lei que impede aumento de
salário acima do teto do funcionalismo. O Ministério Público – em teoria o
“defensor da sociedade” – foi no embalo e pediu isonomia.
Os R$ 2 bilhões representam dinheiro suficiente para construir mil creches no país. Ou seja: dava para criar 150 mil vagas para que mães e pais pudessem trabalhar sossegados. Ou, então, seria possível comprar 50 mil viaturas de polícia já equipadas – mais ou menos uma para cada homicídio que ocorre anualmente no Brasil. Ou pagar o Bolsa-Família de Curitiba, que atende famílias com renda per capita de menos de R$ 77, até 2036.
Os juízes decidiram, no entanto, que esse dinheiro deve
servir à Bolsa Miami, para que possam comprar ternos mais caros e, segundo o presidente do TJ paulista, não tenham AVC
devido ao esforço de seu trabalho. Mesmo esforço que justifica os
dois meses anuais sem trabalhar, entre outros privilégios.
O Judiciário não é apenas uma ilha de prosperidade, como disse num rompante de sinceridade o secretário da Fazenda do Paraná. É um sumidouro de dinheiro público. Isso porque ninguém ousa enfrentar os magistrados que podem, de uma canetada, destruir a vida de alguém. Governos temem diminuir o orçamento dos juízes, mesmo sabendo que gastam demais e sem necessidade. Legisladores temem fazer leis que contrariem o Judiciário por medo de acabar na cadeia. E assim criou-se o monstro.
É claro que o Judiciário é extremamente necessário às
pessoas, ao país, à democracia. Sem juízes, não há civilização possível,
talvez. Mas isso não quer dizer que tenhamos de aceitar tudo que pedem, de nos
desdobrar para pagá-los mesmo que isso signifique menos creches, menos
segurança, que isso signifique menos dinheiro para atender aos mais pobres.
Dizem que um teste para a ética de alguém é ver como se
comporta quando não há ninguém olhando, quando não há chance de punição. No
caso do Judiciário, quem fiscaliza os juízes? O CNJ, que é composto por eles
próprios. A maioria dos juízes decidiu que poria a mão em um dinheiro fácil
todo mês, sem remorso nem problemas. E fica por isso mesmo.
Curiosamente,
a profissão dessas pessoas é definir o que é justo. E o que não é.
Rogério Waldrigues
Galindo, Jornalista, é colunista do jornal paranaense Gazeta do Povo, onde o
artigo foi originalmente publicado em 10 de fevereiro de 2016.Aviões despejam substâncias tóxicas sobre aldeias indígenas
dom, 07/02/2016 - 13:26
Jornal GGN - Índios das tribos Guarani e Kaiowá, em Mato Grosso (MS) acusam fazendeiros de usar aviões para despejar sobre aldeias e assentamentos substâncias tóxicas. A denuncia foi formalizada pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) em diversos órgãos federais, incluindo a Polícia Federal.
As terras atingidas pelos sobrevoos são a Tey'i Juçu, em Mato Grosso do Sul (MS), pertencentes ao povo Guarani e Kaiowá, e as dos Kanela do Araguaia, no Mato Grosso (MT).
Segundo os denunciantes, os ataques começaram em 2015, se intensificando em dezembro daquele ano e em janeiro de 2016. Os aviões despejam pesticidas agrícolas tanto sobre as comunidades, quanto nas nascentes onde os índios coletam água.
De junho de 2015 três ataques foram notificados e, entre os dias 20 de dezembro de 2015 e 12 de janeiro deste ano, outros quatro foram denunciados.
Do site Movimento dos Pequenos Agricultores
Aviões de fazendeiros despejam agrotóxicos sobre tribo Guarani e Kaiowá
O massacre a indígenas agora não se limita ao uso de pistoleiros em terra firme. Ele ocorre também pelo céu. É o que denunciam índios das tribos Guarani e Kaiowá instaladas há séculos em Mato Grosso (MS). Segundo eles, os aviões com a substância tóxica sobrevoam aldeias e lançam os produtos químicos que são cancerosos. A ideia, afirmam, é espantá-los ou levá-los à morte. A Polícia Federal já foi informada. Saiba mais.
A notícia foi publicada pelo site Carta de Campinas
Na semana passada, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) realizou denúncias em diversos órgãos federais sobre os despejos aéreos de agrotóxicos contra o povo Guarani e Kaiowá da Terra Indígena (TI) Tey'i Juçu, em Mato Grosso do Sul (MS), e de intimidações e ameaças contra o povo Kanela do Araguaia, no Mato Grosso (MT).
No caso do tekoha Tey'i Juçu, as famílias Guarani e Kaiowá que vivem no território denunciam os ataques de agrotóxicos realizados contra a comunidade ao longo de 2015, e que se intensificaram entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016.
Os ataques têm sido realizados com aviões, que despejam venenos agrícolas sobre a comunidade e as nascentes de onde os indígenas coletam água para beber. Em junho de 2015, três ataques com veneno já haviam sido notificados pela comunidade que resiste em Tey'i Juçu.
Entre os dias 20 de dezembro de 2015 e 12 de janeiro de 2016, pelo menos outros quatro ataques são denunciados pelos Guarani e Kaiowá, sendo que em diversas ocasiões os ataques com veneno são acompanhados pela presença de pistoleiro e outras formas de violência contra os indígenas. Segundo as famílias da tekohá, muitas crianças têm passado mal e adultos e idosos têm apresentado sintomas de intoxicação.
No caso do povo Kanela do Araguaia, o ofício enviado às autoridades solicita urgência no procedimento de demarcação da Terra Indígena Pukañu, no município de Luciara (MT). Em ata enviada ao Cimi pela Associação da Comunidade Indígena Kanela do Araguaia Núcleo de Canabrava do Norte - MT (Acikan), os indígenas denunciam a ocorrência de ameaças de morte, perseguição a lideranças e tentativas de intimidação.
Em julho de 2015, um mês após realizarem a retomada de uma área tradicional reivindicada sobre a qual estão sobrepostas fazendas, cerca de 120 indígenas do povo Kanela do Araguaia foram despejados por uma reintegração de posse ilegal e que sequer era direcionada a eles - na ocasião, o juiz estadual que determinou a reintegração de posse afirmou não saber que se tratava de comunidade indígena, situação sobre a qual apenas a Justiça Federal tem competência para decidir. Os indígenas, expulsos pela Polícia Militar, foram levados para fora da retomada em um caminhão de transporte de gado.
Desde então, os Kanela do Araguaia que foram despejados estão acampados no quintal de uma anciã, no município de Canabrava do Norte (MT).
Segundo o relato da Acikan, em dezembro, pistoleiros contratados pelos donos das fazendas Londrina e Lago Bonito - esta última, local da retomada da TI Pukañu - invadiram o acampamento indígena procurando pelas lideranças e realizaram ameaças de morte aos indígenas.
"Estamos confinados em um acampamento [.] em situação de vulnerabilidade social e correndo risco de vida, uma vez que estamos constantemente sofrendo ameaças", afirma o documento da Acikan. "Todos nós estamos apreensivos e decidimos em reunião que só teremos o mínimo de segurança dentro da nossa aldeia de onde fomos despejados em 07 de Julho de 2015".
As denúncias foram protocoladas a pedido das comunidades indígenas e dirigidas ao Presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), João Pedro Goncalves da Costa, à Subprocuradora-Geral da República e coordenadora da Sexta Câmara do Ministério Público Federal (MPF), Deborah Duprat, ao Ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, e à Corregedoria Geral da Polícia Federal.
Por MST/Cimi
Enquanto faz terrorismo fiscal e finge que amputa do orçamento, Dilma quer meter a mão nos precatórios
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O desgoverno Dilma, promotor do
banditismo e do terrorismo tributário, deu ontem mais uma prova de que está
obrando e andando para a redução dos gastos públicos desnecessários. Para
piorar, a tecnocracia perdulária ainda prepara mais uma cínica e injusta
manobra de contabilidade criativa. A União quer meter a mão em R$ 16 bilhões de
dívidas reconhecidas pelo Judiciário, mas que o setor público não paga, os
famosos e vergonhosos precatórios.
O desgoverno descobriu que existem R$
16 bilhões em precatórios (caloteados) parados no Banco do Brasil e na Caixa.
Cinicamente, a burrocracia federal alega que "os beneficiários da grana
nunca fizeram o saque, provavelmente porque o titular dos recursos já tenha
morrido". Na verdade, quem morreu, mas continua insepulto, é o modelo de
judiciário que não obriga a União, Estados e Municípios a pagarem o que devem
ao cidadãos em sentenças finais (transitadas em julgado, contra as quais não
cabem mais recursos judiciais).
Criar um fundo para usar o dinheiro
dos precatórios (que não pertence ao governo, mas sim a quem entrou e ganhou
ações judiciais, embora raramente receba) é mais uma manobra canalha de uma
equipe econômica desesperada. Pelo terceiro ano seguido, ela já sabe que não
cumprirá a meta de superávit fiscal de R$ 30,6 bilhões, ou 0,5% do Produto
Interno Bruto (PIB).
Isso só seria possível com um brutal
contingenciamento de despesas entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões. Os políticos não permitem tanta redução da gastança e desperdício da
máquina federal. Por isso, pouco importa se é por incompetência ou mera
netodaputice. O superávit fiscal primário já é uma sacanagem por si mesmo: "economiza"
para o pagamento de juros da dívida pública. Ou seja, o sacrifício da sociedade
brasileira financia o rentismo improdutivo.
Novamente, o perdido time de Dilma
joga para a galera, adiando para março a divulgação do contingenciamento de
gastos de mentirinha. O desgoverno não consegue mostrar compromisso com o
reequilíbrio das contas públicas. O jeitinho é baixar um decreto provisório, que será publicado hoje,
limitando os gastos discricionários (não-obrigatórios) mensais de cada
ministério a 1/ 18 da dotação prevista na Lei Orçamentária. Em 22 de março, Dilma promete publicar o relatório de receitas e
despesas do primeiro bimestre e deve anunciar o contingenciamento até o dia 30.
Quem resumiu bem a situação do
desgoverno é um dos mais fiéis aliados da Presidenta. Saindo de uma reunião com
o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, o senador Romero Jucá (PMDB), refutou a
ideia de cortar despesas: "Eu acho que o governo já fez um Orçamento
bastante realista, portanto qualquer contingenciamento hoje vai ser difícil de
fazer. Acho que não tem mais gordura para cortar. Vai ter que se cortar membro.
É amputação, não é lipoaspiração".
Mais vergonhoso do que ver o
desgoverno tungando a grana dos precatórios é constatar o resultado de mais um
bem sucedido aparelhamento da máquina judiciária pela petelândia. Não foi à toa
que advogados, juízes, desembargadores,
professores universitários, juristas e promotores de justiça saíram em defesa
dos advogados do ex-presidente Lula. Por que eles não fazem um manifesto para protestar contra o não
pagamento e, mais grave ainda, a tungada que o poder público dá nos
precatórios?
A petelândia está mais viva que
nunca... Não só quando critica que “uma vez mais a imprensa tendenciosa,
comprometida com interesses escusos, descompromissada com a verdade busca
criminalizar partidos políticos e, principalmente, o ex-presidente Lula". A força do aparelhamento petista é demonstrada, principalmente, quando
seus simpatizantes colocam a cara para bater publicamente, em defesa do indefensável...
Barbassa de Molho
O juiz Sérgio Fernando Moro, da 13a Vara Federal, tomará o
depoimento do ex-diretor Financeiro e de relações com o mercado da Petrobras,
no próximo dia 2 de março.
Almir Guilherme Barbassa continua tão poderoso que nem
precisará viajar para Curitiba, onde a turma da Lava Jato entra sempre numa
fria.
Barbassa será ouvido por videoconferência na Justiça
Federal do Rio de Janeiro - uma vez que foi arrolado na ação do Ministério
Público Federal contra o super-amigo de Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai,
suspeito de tráfico de influência.
Aposta-se alto que, se mexer com barbassa, terão de botar
as barbas de molho: Lula, José Sérgio Gabrielli (ex-presidente da Petrobras) e
até quem não tem barba - como é o caso de Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda
e ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras)...
Ousada petelândia
Dinheiro não tem cheiro
Ministro zikado
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