quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Os 5 Animais Mais Inteligentes Do Planeta

 

Os 5 Animais Mais Inteligentes Do Planeta

Dizem que o ser humano é o mais inteligente do reino animal. Além de nós, chimpanzés, gorilas, orangotangos e outros primatas têm cérebros sofisticados e praticam ações que demonstram um grau de inteligência bastante elevado. Mas, fora os primatas, outras espécies parecem ser também bem desenvolvidas.

Veja a lista abaixo:

1. O porco

Provavelmente você está surpreso, mas é isto mesmo: entre os animais domesticados pelo homem, o porco é o mais inteligente do planeta. Por incrível que pareça, as pesquisas comprovam que as habilidades do porco chegam a superar as dos cachorros e gatos. Eles entendem como funciona um espelho, por exemplo. Numa experiência realizada há alguns anos, alguns porcos foram treinados para movimentar um cursor com os focinhos, numa tela de vídeo, e a diferençar imagens que já tinham visto de outras que estavam vendo pela primeira vez. Eles foram mais bem sucedidos do que chimpanzés.

2. O polvo

Você se lembra daquele polvo, o “Paul”, do Aquário Marinho (Sea Life Centre) de Oberhausen, na Alemanha? Aquele que fez sucesso durante a Copa do Mundo, na África do Sul, acertando muitos resultados de jogos? Pois bem, está provado que, da mesma forma que os porcos são os animais mais espertos entre as espécies domesticadas, os polvos são os mais inteligentes entre os invertebrados. Testes com labirintos e resolução de problemas provaram que esses octópodes possuem memórias de fatos recentes e remotos. Eles conseguem abrir frascos, apertar parafusos e até pegar um sanduíche dentro de uma cesta. São os únicos invertebrados que são capazes de usar ferramentas. Alguns foram vistos pegando cascas de coco e transformando-as em abrigos.

3. O corvo

“Nevermore!” (“Nunca mais!”) dizia essa ave, no poema “The Raven” (“O Corvo”), de Edgar Allan Pöe. Sim, o corvo é capaz de imitar o som de algumas palavras, como o papagaio. Em diversas lendas, o corvo aparece como um trapaceiro ou portador de maus presságios, mas, na realidade, eles são bastante inteligentes. Como os polvos, eles são capazes de usar ferramentas simples, armazenar alimentos para o inverno e memorizar experiências para uso em circunstâncias futuras. Um deles foi observado usando a folha dura de uma árvore, como se fosse uma faca, para fazer nozes caírem numa rua movimentada e serem esmagadas pelas rodas dos automóveis, para que eles pudessem comer as sementes. Notável, não? Eles também podem reconhecer pessoas e lembrar-se dos seus rostos durante anos.

4. Os golfinhos

Estes, com toda certeza, são um dos animais mais inteligentes de toda a espécie animal. Parece até que eles têm uma linguagem própria e, por meio dela, se comunicam entre si. Cientistas fizeram diversas tentativas para decifrar essa linguagem, mas, até agora, não obtiveram sucesso. Quem já viu esses cetáceos se exibindo em aquários, sabe que eles são capazes de obedecer a inúmeros comandos dos seus treinadores. Há alguns anos, pescadores viram golfinhos arrancando pedaços de esponjas do mar e envolvendo seus narizes com eles, para evitar escoriações.

5. Os elefantes

Esses paquidermes extremamente inteligentes vivem em sociedades complexas, nas quais prevalece uma hierarquia e demonstram solidariedade com outros animais. As fêmeas, quando grávidas, reconhecem e comem certo tipo de erva que induz o parto. Usam ferramentas para diversas finalidades. Certa vez, um grupo de elefantes foi visto atirando pedras com as trombas em cercas eletrificadas para cortar a corrente. Por ocasião da morte de um membro do grupo, seguem rigorosos e complicados rituais fúnebres e costumam visitar os túmulos dos falecidos.

Fonte: vocesabia.net 

Incêndios aumentaram no Sudoeste da Amazônia após novo Código Florestal

 




Incêndios aumentaram no Sudoeste da Amazônia após novo Código Florestal

PESQUISA ANALISOU DADOS DE SATÉLITE DE QUEIMADAS ENTRE 2003 E 2019 PARA COMPREENDER O PROCESSO DAS QUEIMADAS E OS PRINCIPAIS FATORES QUE AS INFLUENCIAM

A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo e desempenha um papel importante na regulação do clima global. Porém, o desmatamento contribui com a alteração dos ciclos das chuvas, provocando a intensificação da estação seca, o que aumenta a extensão da vegetação nativa afetada por incêndios florestais.

O crescimento contínuo das queimadas em Boca do Acre (AM) foi de 66% em 2012, ano de aprovação do novo Código Florestal, para 88% em 2019. As informações são de pesquisa realizada por cientistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) em parceria com outras instituições nacionais e internacionais, e publicada nesta terça (20) na revista Fire.

A pesquisa analisou dados de satélite das áreas queimadas entre os anos 2003 e 2019, em uma nova fronteira do desmatamento, no Sudoeste do Amazonas. Após o cruzamento dos dados, os cientistas ponderaram as informações acerca do clima, cobertura do solo, imóveis rurais e áreas protegidas.

“O objetivo do estudo foi fornecer uma avaliação abrangente da extensão espacial e padrões de áreas queimadas, analisando o que, onde e o quanto mudou, para poder entender o processo do fogo na região do estudo”, explica a pesquisadora Liana Anderson, uma das autoras do estudo. No período estudado, a área anual afetada pelo fogo variou a partir de 33 km² e atingiu pico 681 km² em 2019.

Brigadistas do Prevfogo/Ibama participam de operação conjunta para combater incêndios na Amazônia — Foto: wikimedia commons

O estudo também buscou compreender o processo das queimadas e os principais fatores que as influenciam. “Observamos a importância das áreas de proteção, como as unidades de conservação e terras indígenas, pois estas servem como barreiras para que o incêndio não adentre as regiões mais preservadas da Amazônia”, aponta a assistente de pesquisa Débora Dutra, que liderou o estudo.

Em contrapartida, as áreas de pastagens e agricultura próximo às rodovias, como a BR-317, e as rotas utilizadas para transporte de madeira do desmatamento causam alterações nessas barreiras, deixando a floresta mais vulnerável aos incêndios florestais.

“O desmatamento tem uma relação com o fogo, pois a abertura de novas áreas expõe cada vez mais a floresta”, aponta Liana Anderson. Conforme o estudo, a tendência de desmatamento na região aumentou de 15% em 2012 para 91,60% em 2019. Observou-se também o avanço no desmatamento e do fogo nas áreas de florestas públicas ainda não designadas, indicando a necessidade urgente de políticas públicas para garantir a conservação destas áreas.

Segundo as pesquisadoras, a perspectiva para os próximos anos é um aumento significativo nos focos de fogo na região devido ao aumento do desmatamento e do processo de grilagem de terra, observado no estudo a partir do registro de imóveis rurais em áreas de florestas públicas em que ocorreram processos de desmatamento e incêndios florestais.

“Se não tivermos políticas públicas e ações de controle contra atividades ilegais, como a extração de madeira sem autorização e desmatamento, podemos esperar que esta área se torne crítica tanto pelo aumento de conflitos quanto pela perda de serviços ecossistêmicos”, enfatiza Anderson.

Fonte: Galileu

Cientistas flagram botos “brincando” com uma sucuri em rio da Amazônia

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Cientistas flagram botos “brincando” com uma sucuri em rio da Amazônia

Cientistas flagram botos "brincando" com uma sucuri em rio da Amazônia

Esta é uma cena por certo inusitada. Em agosto do ano passado pesquisadores faziam uma expedição para documentar a biodiversidade ao longo do rio Tijamuchi, na Amazônia Boliviana, quando se depararam com um grupo de botos-cor-de-rosa (Inia geoffrensis), que dificilmente são observados com suas cabeças fora da água. E para a surpresa dos cientistas, ao olhar as imagens com mais cuidado, eles perceberam que os animais estavam “brincando” com uma sucuri (Eunectes beniensis).

O flagrante inusitado resultou num artigo científico na publicação internacional Ecology, que tem como seu autor principal o pesquisador brasileiro Omar Entiauspe Neto, do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Para a equipe da expedição, parecia claro que os cerca de seis botos estavam brincando com a serpente e não tentando comê-la. E como ela permanecia imóvel, acredita-se que já estava morta. O comportamento brincalhão de cetáceos é bastante registrado na ciência.

Todavia, no artigo os autores discutem outras possibilidades, como a própria predação da sucuri ou ainda um comportamento relacionado com a interação social e sexual entre os indivíduos do grupo, já que foi observada a excitação de um dos adultos. Poderia ser também uma lição dos mais velhos aos mais jovens.

“Havia botos juvenis na cena e parecia que os adultos estavam exibindo a cobra para eles”, relatam os autores do artigo.

A sucuri-da-bolívia é um predador de topo de cadeia e pode atingir até 4 metros de comprimento e pesar 50 kg. É uma espécie que se alimenta de peixes, aves e pequenos roedores.  

Botos são golfinhos de ambientes fluviais, não ocorrendo em ambientes marinhos. Chamados também de botos-vermelhos, os indivíduos encontrados na Bolívia seriam uma subespécie da família Iniidae. A região da Floresta Amazônica é habitat de duas espécies destes mamíferos aquáticos: o Inia geoffrensis e o tucuxi (Sotalia fluviatilis), ambos considerados em risco de extinção.

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Foto: Omar M. Entiauspe Neto, Steffen Reichle, Alejandro dos Rios

Senado aprova fim de uso de animais em testes de cosméticos, perfumes e higiene pessoal

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Senado aprova fim de uso de animais em testes de cosméticos, perfumes e higiene pessoal

Senado aprova fim de uso de animais em testes de cosméticos, perfumes e higiene pessoal

Esta é uma vitória histórica para o bem-estar animal e para o Brasil. E coloca o país alinhado com outras nações que já reconhecem as evidências científicas que provam que animais são seres sencientes, ou seja, podem ter sensações como dor, estresse ou sofrimento.

Na quarta-feira (20/12), o Senado aprovou o Projeto de Lei (PLC 70/2014) que proíbe “a utilização de animais de qualquer espécie em atividades de ensino, pesquisa e testes laboratoriais que visem à produção e ao desenvolvimento de produtos cosméticos e de higiene pessoal e perfumes“, assim como a comercialização daqueles desenvolvidos com esses métodos.

Como o texto recebeu alterações dos senadores, ele volta agora novamente para a Câmara dos Deputados para nova análise e depois para sanção presidencial. De autoria do deputado Ricardo Izar, o PL prevê um prazo de dois anos para as empresas do setor se adaptarem e quando em vigor, a nova legislação determina multa que varia de R$ 1 mil a R$ 50 mil para os infratores.

Vale ressaltar, entretanto, que PL não proíbe o uso de animais para o desenvolvimento de vacinas e medicamentos.

“Acompanhamos a crescente consciência social sobre a necessidade de se evitar práticas cruéis contra animais, absolutamente desnecessárias diante do avanço do conhecimento científico. Juntamos o Brasil ao que já fazem os 27 países da União Europeia, e também Coreia do Sul, Israel, Nova Zelândia, Índia e outros. A própria indústria já vem, em anos recentes, se preparando no sentido de aplicar métodos distintos. Entidades da defesa animal apresentaram dados da Anvisa que indicam que, atualmente, só 0,1% dos cosméticos aprovados são testados em animais”, diz o senador Veneziano Vital do Rego, que foi o relator do PL.

Vários estados brasileiros já tinham passado leis próprias sobre a questão. Todavia, a indústria tem tentado lutar contra essas decisões. Em 2020, por exemplo, o Superior Tribunal Federal (STF) não aceitou a contestação de fabricantes de cosméticos e manteve a proibição de testes em animais no Amazonas.

No ano seguinte, os ministros também validaram uma lei do Rio de Janeiro que bania experimentos com bichos pelas indústrias de higiene pessoal e limpeza (leia mais aqui).

*Com informações do site Senado Notícias

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Foto de abertura: pixabay/creative commons

Depois de cinco anos sumido, o pinguim Dindin volta a visitar o pescador que salvou sua vida no litoral do Rio de Janeiro

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Depois de cinco anos sumido, o pinguim Dindin volta a visitar o pescador que salvou sua vida no litoral do Rio de Janeiro

Esta história linda e comovente teve início, em 2011, quando um pinguim-de-magalhães foi avistado pelo pescador João Pereira de Souza, na praia de Provetá, na Ilha Grande, em Angra dos Reis, no estado Rio de Janeiro. 

O pequeno animal estava coberto de óleo e prostrado numa pedra, e João, hoje com 71 anos, levou-o pra casa, que fica num vilarejo de Ilha Grande, para cuidar dele. Deu-lhe um bom banho, batizou-o de Dindin e alimentou-o diariamente com peixes para que ele se restabelecesse logo.  

Uma semana depois, já recuperado, o pinguim foi levado pelo pescador à praia para que ele encontrasse o caminho de volta à Patagônia. No entanto, Dindin demonstrou resistência: parecia não querer se separar de João, tamanho o vínculo firmado entre os dois com o resgate.

E, assim, todos os dias, o pescador caminhava com o novo amigo pela praia, e este parecia muito feliz com a nova morada. Isso é bastante compreensível visto que os pinguins são leais e companheiros e vivem em grupo, com a família. Certamente, Dindin vê João como um familiar. 

Passaram-se 11 meses nessa rotina até que, um dia, ele se foi. O fato coincidiu com um momento especial vivido pelo animal e identificado por João: “Logo depois da troca de penas, ele desapareceu”. 

Feliz por vê-lo seguir seu destino, certamente de volta à Patagônia, João também ficou triste porque sentia falta de sua companhia e tinha certeza de que não o veria mais. No entanto, inesperadamente, alguns meses depois, ele reapareceu. Novamente, Dindin viajou 3 mil quilômetros para rever João!

Assim que chegou à praia e viu o pescador, chegou perto dele, demonstrando alegria por reencontrá-lo, e seguiu com o velho amigo até sua casa, permanecendo em sua companhia até o final daquele ano. Era 2012. 

“Eu amo o pinguim como se fosse meu filho e acredito que ele, também, me ame”, declarou João, que ainda contou, na ocasião: “Ninguém mais tem permissão de tocá-lo. Ele os bica se o fizerem. Ele deita no meu colo, me deixa dar banho, me permite alimentá-lo com sardinhas e busca-lo. E, a cada cano, se torna mais carinhoso. Parece ainda mais feliz em me ver”.

A mesma dinâmica de visitas e partidas se repetiu até fevereiro de 2018, quando Dindin se foi e não voltou mais. Todos os dias, João continuou indo à praia na esperança de encontrá-lo, mas nada! E já estava resignado com a ausência do amigo querido, até que, esta semana, ele voltou, quase cinco anos depois de sua última estada com ele na ilha.

Dindin na casa de João / Foto gentilmente cedida por Julia Passos

O pequeno pinguim apareceu na porta de João, entrou, passeou dentro da casa – como quem faz o reconhecimento do lugar -, e foi até o chuveiro, onde costumava tomar banho. 

A jovem Julia Passos foi a primeira a registrar a boa notícia em seu Instagram: “Hoje o dia começou alegre por aqui, depois de 5 anos, o dim dim voltou“. E a novidade logo se espalhou. São dela as imagens compartilhadas nas redes sociais, que ilustram partes deste post.

Aqui e abaixo, João feliz com a visita do amigo pinguim / Fotos gentilmente cedidas por Julia Passos

Da praia para as telonas

Queria muito entrevistar João, mas ele não pode falar com a imprensa. O motivo: sua história com Dindin vai virar filme – The Penguin & The Fisherman (O pinguim e o pescador) – , com estreia prevista para 2023, e ele está impedido de dar entrevistas.

Sim, a linda amizade entre o pescador e o pinguim foi roteirizada e filmada – e está em fase de pós-produção – ao “estilo de Hollywood”, e tem cenas reais e ficcionais, como em ‘As Aventuras de Pi’.

Ou seja, reúne registros verídicos da convivência dos dois amigos, mas também cenas em que um pinguim “de mentira” contracena com o ator francês Jean Reno (conhecido por filmes como O Profissional, Código Da Vinci e Missão Impossível), que interpreta João. Que chique! 

Em meados de novembro, o diretor David Schurmann – da famosa família que veleja há anos pelo mundo – contou, em seu Instagram, que já foram realizados “40 dias de filmagem em 8 semanas, com mais de 500 pessoas diretamente envolvidas entre equipe e elenco de 11 nacionalidades (brasileiros, argentinos, uruguaios, mexicanos, colombianos, americanos, espanhóis, britânicos, sul-africanos, franceses e alemães), cinco idiomas falados e locações em dois países, Brasil e Argentina, entre Ubatuba, Paraty e Patagônia”.

Em Ubatuba, litoral de São Paulo, a equipe de Schurmann foi flagrada algumas vezes como na praia da Sununga, onde fica um dos cartões postais da região: a Gruta que Chora, chamada assim devido à água que escorre das paredes e do teto (veja o post do jornalista Felippe Abílio, publicado em seu Instagram, a respeito dessas filmagens).

A direção de fotografia é do inglês Anthony Dod Mantle, que ganhou Oscar de melhor fotografia em 2009 por ‘Quem Quer Ser um Milionário’. Imaginou?

Ontem, em seu perfil na mesma rede social, o diretor compartilhou vídeo de João ao lado do pinguim (abaixo), enviado pela filha do pescador, e comentou, sem afirmar que se tratava de Dindin:

“Se, de fato, esse é o mesmo Dindim, ainda não podemos confirmar. Mas, ficamos todos emocionados com essa notícia e possibilidade. Esse mágico acontecimento só nos motivou, ainda mais, no trabalho de pós-produção que estamos fazendo para contar essa linda história no filme”.

Foto/montagem: Julia Passos (cedidas por ela gentilmente)