terça-feira, 17 de maio de 2016

Cão leva três picadas de cobra para salvar tutora de sete anos


O pastor alemão Haus estava brincando no quintal com Molly DeLucca quando a cobra apareceu. O caso aconteceu na última quarta-feira (11). Desesperada, a menina acabou chamando atenção da cobra.
EUA Florida cao picadas cobra
Mais uma prova de que cães podem ser os amigos mais fiéis dos seres humanos. Não seria exagero dizer que alguns dariam até suas vidas pelas de seus companheiros.

Nos Estados Unidos, um caso desse tipo chamou a atenção da comunidade da Flórida. Por lá, um cachorro foi picado três vezes por uma cobra para salvar sua tutora, uma menina de sete anos.
O pastor alemão Haus estava brincando no quintal com Molly DeLucca quando a cobra apareceu. O caso aconteceu na última quarta-feira (11). Desesperada, a menina acabou chamando atenção da cobra.

Mas Haus não deixou que o réptil atacar sua amiga. Pulou na frente dela e acabou levando três picadas. Depois disso, a cobra deixou o local e Donya, mãe de Molly, socorreu o cão.
Centenas de doadores fizeram rapidamente com que a família obtivesse US$ 15 mil para o remédio que salvou a vida do cão. Com isso, no sábado (14), os médicos declararam que acreditam na recuperação plena do cão.

Haus tem dois anos e foi adotado pela família há dois meses. Segundo Donya, o cão e sua filha são completamente inseparáveis desde então. Por isso, ela não se diz surpresa com a atitude do cachorro.

Fonte: 24 Horas News

I love lizards! Dragão barbudo



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Sipam identifica desmatamento ilegal em terras indígenas de RO, AC e MT

17/05/2016


Ao todo, foram identificadas 67 áreas desmatadas só em Guajará-Mirim.


Imagens são fruto do Programa de Monitoramento de Terras Especiais.

Do G1 RO com informações da Rede Amazônica

Pesquisadores do Sistema de Proteção à Amazônia (Sipam) identificaram aumento no desmatamento ilegal em várias áreas indígenas e unidades de conservação de Rondônia, Acre e Mato grosso. A descoberta aconteceu a partir de imagens de vários satélites, incluindo o Landsat 8 da Nasa.

O desmatamento mais grave, de mais de mil hectares, foi registrado na cidade de Guajará-Mirim (RO), em uma área onde passa uma estrada dentro do parque estadual. A via foi aberta em 2014, durante a cheia histórica do Rio Madeira.

As áreas de desmatamento foram identificadas por meio de imagens de satélite sobrepostas, aliadas a técnicas de georreferenciamento que define a localização exata de uma propriedade, levando em conta as coordenadas e os limites da área. Com o resultado, foi possível observar a formação de trilhas e pátios de estocagem em uma área de quase um 1,5 milhão de Km² de unidades de conservação e terras indígenas, localizadas nos estados de Rondônia, Acre e Mato Grosso.

Essas imagens são fruto do Programa de Monitoramento de Terras Especiais (Pronae), cuja finalidade é identificar áreas menores de desmatamento. O Sipam já identificou 67 áreas de desmatamento dentro do Parque Estadual no município de Guajará-Mirim, especialmente na área onde passa a estrada que dá acesso ao município.
Trilhas em reservas e parques foram descobertas por vários satélites (Foto: Rede Amazônia/ Reprodução)Trilhas em reservas e parques foram descobertas por vários satélites (Foto: Rede Amazônia/ Reprodução)
 
O desmatamento na região foi maior a partir do ano de 2014, de acordo com a chefe de sensoriamento remoto do Sipam, Clementina Brito. "Até 2014 nós tínhamos 1.078,27 hectares desmatados dentro do parque. Em 2015 foi para 1.297,80 hectares, ou seja, mais do que o identificado em 2014", diz.

Segundo o Sipam, em 2014 foi aberta a estrada no parque de Guajará-Mirim que servia como rota alternativa para moradores de cidades atingidas pela cheia histórica do Rio Madeira, que inundou a BR-364 e 425. A estrada liga a zona rural do município de Nova Mamoré (RO) até Buritis (RO), no Vale do Jamari, e passa por 11 km dentro do Parque Estadual de Guajará-Mirim. A via também via conhecida por ser caminho de transporte de drogas na região.

A fotos retiradas por satélite também apontaram dez áreas de desmatamento na Floresta Nacional de Jacundá e cinco no Parque Nacional do Mapinguari, próximo à Lábrea (AM). Ao todo, quase vinte mil hectares foram desmatados nos dois parques, nos últimos dois anos.

Em Mariana, novo ministro do Ambiente se recusa a autorizar volta da Samarco

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Após sobrevoar na manhã desta segunda-feira (16) a região de Mariana (MG) atingida pela lama da barragem da Samarco, o novo ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho (PV), se recusou a assinar um termo de conformidade, documento que permitiria à mineradora retomar suas atividades no município.

O prefeito de Mariana, Duarte Filho (PPS), queria aproveitar a visita para protocolar o documento também com a assinatura do ministro. Sarney Filho disse, no entanto, que não vai se comprometer com nada que permita a retomada das atividades da mineradora. “Não vou participar desse ato de assinatura do termo de conformidade”, afirmou o ministro.

Duarte Filho afirmou que ainda assim vai assinar termo de conformidade apontando que, por parte do município, a Samarco está autorizada a retomar suas atividades. Para que volte a atuar no município, no entanto, a empresa precisa também do aval de órgãos ambientais no âmbito estadual.

Para o ministro, ainda é prematura qualquer movimentação no sentido de reiniciar as atividades da empresa. “Temos que ter certeza que a tragédia acabou para pensar nisso. O que vi hoje não foi isso”, disse.

Ele ainda lembrou que, para a retomada das atividades de exploração de minério de ferro nas minas da Samarco, é necessário garantir que as operações sejam em outros moldes, diferentes do período anterior ao desastre.

O prefeito defendeu a necessidade da retomada da economia da cidade e afirma que a empresa apresentou todos os documentos necessários para a licença ambiental, e está apta a retomar as suas operações. “Eu entendo a posição do ministro, que acabou de assumir. Mas ele tem que entender que está na hora da empresa voltar às suas atividades”, disse.

Duarte Júnior ainda lembrou a situação de penúria em que vive o município, com queda acentuada de arrecadação e altos índices de desemprego.

A Samarco afirmou que mantém a expectativa de retorno de suas operações até o último trimestre (outubro, novembro e dezembro) do ano. De acordo com a mineradora, desde fevereiro a empresa vem tomando os procedimentos legais para cumprir os processos de licenciamento.

Por meio de nota, a empresa “reitera que tem trabalhado fortemente para diminuir os impactos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, mas considera imprescindível o retorno às operações para cumprir os compromissos assumidos no acordo assinado com os governo”.

 

Cursos d’água 


Sarney Filho afirmou que o sobrevoo sobre distrito de Bento Rodrigues, devastado pela lama, o deixou muito preocupado, sobretudo em relação aos cursos d’água na região. “Os cursos d’água estão em situação crítica. Temos que deixar de lado o foco no privilégio dado às empresas para focarmos na preservação do meio ambiente e nas populações que trabalham e vivem próximos a esses locais”.

Sarney Filho disse que não é contra a atividade de exploração de minérios, mas lembrou que é preciso aumentar a segurança nos locais onde há a extração. “Estou assustado porque achei que iria encontrar uma situação mais amenizada e eu não vi isso”, disse. “Vi muitas obras, mas não tenho certeza que as dimensões dessa tragédia acabaram.”

 

Encontros com governadores


Deputado federal, Sarney Filho coordenou até a semana passada a comissão da Câmara dos Deputados criada para acompanhar as providências adotadas após o desastre. No período da tarde desta segunda-feira, o novo ministro vai apresentar ao governador Fernando Pimentel (PT), em Belo Horizonte, o relatório da comissão, que também será entregue, no início da noite, ao governador capixaba Paulo Hartung (PMDB), em Vitória.

Imagen: feita por satélite e divulgada pela Globalgeo Geotecnologias mostram a destruição causada pela lama
Via UOL por Carlos Eduardo Cherem

Geração de renda e preservação da vida marinha de mãos dadas no Nordeste

terça-feira, 29 de março de 2016


A Envolverde foi convidada para conhecer o projeto APA Costa dos Corais, iniciativa que visa proteger espécies marinhas do nordeste brasileiro com participação das comunidades locais.


Por Fabio Salama, da Envolverde –

Durante 3 dias percorremos, a convite da Fundação Toyota do Brasil, alguns municípios de Pernambuco e Alagoas para conhecer comunidades que estão gerando renda através do turismo sustentável e da preservação da natureza. Este projeto é o Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais, uma parceria entre a Fundação Toyota do Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Fundação SOS Mata Atlântica. Desde 2011, a ação protege recifes de corais, conserva as áreas de manguezais e o habitat do peixe-boi marinho, um dos mamíferos aquáticos mais ameaçados de extinção, além de promover a formação consciente de cidadãos e a capacitação de profissionais.

Em nossa visita na cidade de Tamandaré (PE) conhecemos os recifes de corais, conhecidos como “piscinas naturais”, lugares de extrema beleza, com águas cristalinas e peixes de todas as cores, mas muito sensíveis ao turismo predatório e descontrolado.

Através do projeto, algumas áreas de recifes foram fechadas e não é permitido acesso de pessoas, barcos ou pescadores. Nestas áreas já se notaram aumento de espécies de peixes inclusive alguns ameaçados de extinção como o Mero. Apesar da conquista, o trabalho de conscientização com moradores da região não foi fácil. Mauro Maida, oceanógrafo e professor da Universidade Federal de Pernambuco, explica que houve muita resistência por parte dos pescadores, já que a iniciativa restringe a segunda maior atividade econômica na área delimitada.

Um grande desafio do projeto é conscientizar as pessoas de que deve haver um equilíbrio entre a pesca, o turismo e a conservação ambiental. Através de encontros e muita conversa eles estão conseguindo envolver diversos atores neste projeto tais como: associações de jangadeiros, associações que promovem multidões de limpeza nos manguezais, empresários, pescadores, alunos da rede local, como também hotéis pousadas e restaurantes, responsáveis por receber e orientar os turistas.

No município alagoano de Porto de Pedras vimos como a conscientização da comunidade, geração de renda e o turismo são aliados na conservação do peixe-boi marinho. A Associação Peixe-boi, que realiza o turismo de base comunitária na cidade, capacita moradores e ex-pescadores para trabalhar no projeto.

Hoje, cerca de 70 famílias vivem em razão da espécie. A entidade recebe até 70 visitantes todos os dias para os passeios em jangadas ao longo do Rio Tatuamunha para verem os animais soltos.

“O turismo de observação do peixe-boi-marinho é um dos maiores geradores de renda no município. Muitas pessoas atuam no turismo de observação enquanto outras conseguem obter renda indiretamente, com o artesanato, por exemplo”, afirma Flavia Rego, presidente da Associação Peixe-boi.

Curiosidades do peixe-boi marinho

• São mamíferos herbívoros, alimentando-se de 8% a 13% de seu peso de plantas como o capim-agulha e folhas de mangue;
• Podem atingir 600 quilos e medir até quatro metros;
• A população diminuiu drasticamente principalmente devido a caça;
• A reprodução da espécie gira em torno de 12 a 14 meses, levando dois anos para se reproduzir novamente;
• O animal pode ficar até cinco minutos em baixo da água sem respirar. Se estiver em repouso, o animal pode permanecer até 20 minutos submerso.

Fonte: Envolverde

Fundador do Greenpeace denuncia que a organização defende massacre de animais


Um dos fundadores e mais conhecidos ativistas da Greenpeace nos anos 70, Paul Wilson, revelou que a organização ativista defende o massacre dos animais, incluindo ursos polares. Num texto escrito no Facebook e citado pelo ANDA, Watson diz que a Greenpeace traiu todos os ideias pelos quais lutava, na sua época, ao apoiar a caça aos animais, juntando-se ao World Wildlife Fund of Polar Bear.

“Nos anos setenta, eu jamais poderia imaginar que a organização que ajudei a fundar em 1972, ao lado de um grupo incrível de visionários, acabaria por apoiar o assassinato de ursos polares, focas e baleias”, explicou Watson, que fundou ainda a Sea Shepherd Conservation Society, onde ainda se encontra.
“Os ursos polares já enfrentam a ameaça das mudanças climáticas, o impacto da exploração de petróleo e a escassez de alimentos e ainda continuarão a senr caçados como troféus. O motivo? Manter o emprego dos guias da população Inuit – um grupo indígena americano que habita o Ártico -, que ganha a vida ao levar caçadores ricos para matar os ursos”, continuou.
Segundo Watson, no início do ano, o diretor da Greenpeace responsável pelo Ártico, Jon Burgwald, aceitou como presente um casaco feito de pele de foca, posando orgulhosamente para fotos. A organização ignorou todos os apelos para demiti-lo.
“Esta é a nova cara da Greenpeace, condenada por todos os seus fundadores ainda vivos. A organização apoia o massacre de baleias nas Ilhas Faroé, a matança de golfinhos no Japão, o assassinato brutal de filhotes de foca no Canadá e, enfim, a caça aos ursos polares”, continuou.

Watson criticou ainda o facto de, em 2015, a Greenpeace ter arrecadado mais de €375 milhões em doações. “O grupo tornou-se numa grande máquina verde de fazer dinheiro, que agora existe para enriquecer seus colaboradores”, concluiu.

Fonte: Green Savers

Notas sobre Geoquímica Urbana, artigo de Carlos Augusto de Medeiros Filho


Publicado em maio 17, 2016 por


artigo

[EcoDebate] A fuligem percebida ao limpar janelas, móveis e folhas de plantas; a sujeira e o odor fétido de canais e rios urbanos; as notícias e registros de contaminações de águas subterrâneas e superficiais; os acúmulos de lixos domésticos e de materiais de construção; “vales” e voçorocas geradas por águas servidas, todos esses casos, são exemplos relativamente comuns decorrentes de atividades urbanas em centros urbanos e que, evidentemente, influenciam e modificam as condições geoquímicas do ambiente natural.

Aspectos básicos da ciência “geoquímica urbana” serão brevemente apresentados, a partir de informações de artigos científicos, especialmente o de Chambers et al. (2016).

As Nações Unidas preveem que, em 2050, cerca de 6,3 bilhões de pessoas viverão em regiões urbanas (Nações Unidas, 2015). O grande crescimento populacional tem diretamente impactado a cobertura e o uso da terra e tem também modificado o ciclo biogeoquímico de muitos elementos.

Thornton (1992) assinalou que a geoquímica urbana se refere às complexas relações e interações entre elementos químicos e seus compostos no âmbito urbano; as influências, nesse ambiente, das atividades humanas atuais e pretéritas e os efeitos dos parâmetros geoquímicos, na área urbana, na saúde humana, dos animais e plantas.

Os ciclos geoquímicos são impactados pela introdução de materiais alóctones ou não nativos (exs: concretos, metais refinados e ligas) e a liberação de elementos ou compostos como metais do grupo da platina, farmacêuticos e pesticidas de fontes antropogênicas que alteram as composições, no sistema urbano, do ar, solo e águas (Chambers et al., 2016).

Publicações sobre geoquímica urbana tratam, especialmente, sobre nutrientes que comprometem o ecossistema, como C, N ou P; sobre componentes, como metais traços, que prejudicam a saúde humana por meio de exposições agudas ou crônicas e sobre componentes e solventes orgânicos (Chambers et al., 2016).

A contaminação por longo tempo é comprovadamente prejudicial à saúde e, consequentemente, é de grande importância documentar o legado da contaminação no sentido de saber como neutralizar ou eliminar as substâncias deletérias.

A geoquímica urbana atua de forma interdisciplinar com geoquímicos, ecologistas, engenheiros, cientistas da saúde, planejadores urbanos, microbiologistas, hidrogeólogos, agrônomos, geógrafos e cientistas sociais e políticos. É uma ciência com particularidades especiais e o seu desenvolvimento pode contribuir no sentido de tornar as cidades qualitativamente mais habitáveis e com um desenvolvimento mais sustentável.

Referências Bibliográficas
Chambers, L.G.; Chin, Y; Filippeli, G.M.; Gardner, C.B.; Herndon, E.M.; Long, D.T.; Macpherson, G.L.; McElmurry, S.P.; McLean, C.E.; Moore, J.; Moyer, R.P.; Neumann, K.; Nezat, C.A.; Soderberg, K.; Teutsch, N.; Widom, E. 2016. Developing the scientific framework for urban geochemistry. Applied Geochemistry 67 1-20.

Thornton, I. 1992. Environmental geochemistry and health in the 1990s: a global perspective. Appl. Geochem. 11 (2), 203 – 210.

Unites Nations, Departament of Economic and Social Affairs, Population Division, 2015. World Urbanization Prospects; The 2014 Revision. (ST/ESA/SER.A/366).


Carlos Augusto de Medeiros Filho, geoquímico, graduado na faculdade de geologia da UFRN e com mestrado na UFPA. Trabalha há mais de 30 anos em Pesquisa Mineral.

in EcoDebate, 17/05/2016
"Notas sobre Geoquímica Urbana, artigo de Carlos Augusto de Medeiros Filho," in Portal EcoDebate, ISSN 2446-9394, 17/05/2016, https://www.ecodebate.com.br/2016/05/17/notas-sobre-geoquimica-urbana-artigo-de-carlos-augusto-de-medeiros-filho/.

[CC BY-NC-SA 3.0][ O conteúdo da EcoDebate pode ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, à Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Reencarnação e Alma dos Animais por Chico Xavier


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Os animais possuem alma, estão em caminhos de evolução.Chico Xavier nos deixou esta linda mensagem sobre nossos irmãos menores, os animais.

Os cães como todos os seres viventes, possuem alma e segundo nosso irmão Chico Xavier, se tratados com respeito, amor e carinho, podem após seu desencarne, ainda permanecer até 4 anos ao lado de quem tanto lhe deu amor. É uma forma de não sofrerem com a separação. Mas eles voltam ter a mesma vitalidade de quando eram filhotes. Quem já perdeu um amigo, fique sabendo que ele continuou ou continua ao seu lado, com a mesma felicidade de sempre!!!

Os animais, diferentemente, do homens, não possuem o tempo da erraticidade (intervalo mais ou menos longo entre uma encarnação e outra). Quando morrem, quase que instantaneamente, sua alma ou energia vital é atraída, magneticamente e por afinidade para mais um processo de encarnação. 


Dessa forma, de pouquinho em pouquinho, vai progredindo. Devemos lembrar que a lei do progressa é um dos princípios fundamentais da doutrina espírita. A alma de alguns animais podem, a exemplo dos cachorros, retornar rapidamente para seu dono, através de outro que nasça. Mas isso ocorre, somente, por merecimento e mérito nosso. Isso nos leva a entender que assim como nós seres humanos que buscamos a evolução em direção a Jesus, também os animais buscam a evolução em direção à nós. 


A energia vital que os habita sente as experiências vividas e apreende as sensações que lhes é como as nossas provas e expiações. O resultado é a progressiva evolução entre os reinos animais e as personalidades únicas evidenciadas pelos diferentes animais e suas características. 

Veja um relato bem interessante sobre Chico Xavier e sua cadelinha boneca:

chico e cachorro
Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse. O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas !!!! Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. Boneca morreu velha e doente.


Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas. Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor, e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta. A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra. Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.


– Ah Boneca, estou cheio de pulgas!!! Disse Chico.


A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas, e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram:


– Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!! Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. Chico respondeu:


– Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. É, Boneca está aqui, sim, e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis. Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Por isso, quem maltrata um animal vai contra as leis de Deus, porque Suas leis são as leis da preservação da natureza. E, com certeza, quem chuta ou maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.

Cortinas verdes


Trepadeiras são alternativa para controlar incidência solar em edificações e reduzir consumo de energia.

(foto: Pixabay.com / Domínio Público)
A busca por construções sustentáveis é cada vez mais necessária nas grandes cidades, seja para reaproveitamento de água e materiais, seja para diminuir o gasto de energia. Inspirada nesse paradigma, que vem norteando a arquitetura moderna, a arquiteta Minéia Johann Scherer, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Cachoeira do Sul, propõe o uso de ‘cortinas verdes’ (trepadeiras posicionadas na frente e afastadas das fachadas das edificações) para proporcionar sombra, controlar a incidência solar e assim reduzir o consumo energético.


Durante seu doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Scherer estudou a aplicação de quatro espécies de trepadeiras (glicínia, trombeta-chinesa, jasmim-leite e madressilva-creme) em edificações durante um ano e comparou sua capacidade de sombreamento com a de outros sistemas convencionais. Os resultados indicam benefícios com relação à eficiência energética.


Segundo a arquiteta, por ser um componente natural que não absorve calor – como ocorre com materiais como concreto e metais –, o uso desse tipo de vegetação resfria e umidifica o ar ao seu redor. “Além disso, por controlar a incidência solar nos edifícios, as cortinas verdes podem proporcionar economia de energia com refrigeração artificial, dependendo do clima, do tipo de edifício e da espécie utilizada”, observa Scherer.


Ela explica que cada região climática requer espécies de trepadeira diferentes: em geral, as decíduas (plantas que perdem suas folhas no inverno) são mais favoráveis em locais com estações quentes e frias, enquanto as perenes (aquelas que mantêm suas folhas) são mais adequadas para áreas com temperaturas altas o ano inteiro. Em seus experimentos, a glicínia foi a que teve melhor desempenho na região Sul, com clima subtropical.


Comparado com outros sistemas de jardim vertical, o das cortinas verdes é mais viável, além de ter manutenção mais fácil. Em geral, as cortinas verdes necessitam de menor consumo de nutrientes e água para irrigação, uma vez que as trepadeiras são plantadas diretamente no solo ou em grandes jardineiras (no caso de uso em pavimentos superiores).


Alicia Ivanissevich


Instituto Ciência Hoje/ RJ

Homem cego e seu amigo sem braço já plantaram 10 mil árvores





Todos podemos fazer o melhor para o mundo, independente das barreiras que encontramos. Essa é a mensagem que dois amigos mandam da China.

Jia Haixia e Jia Wenqi são amigos que, nos últimos 14 anos, plantaram mais de 10 mil árvores em uma região extremamente árida. Por isso, o local acabou virando uma floresta.
O detalhe: um deles é cego e o outro não tem o braço. Por isso o espetacular trabalho que eles realizaram se torna ainda mais marcante. E mostra como cooperação pode nos levar a um mundo melhor.

“Ele é meus braços e eu sou os olhos dele. O levo para os locais e ele consegue plantar. Cada um faz a sua parte e com isso nós conseguimos plantar tantas árvores”, afirma Wengi.

Os dois não contam com ajuda econômica de ninguém e, por isso, ainda têm que driblar seus recursos escassos. Andam dois quilômetros por dia, todos os dias, para chegar ao local e passar o dia plantando.

Agora, os dois lutam para que as autoridades locais o ajudem. Afirmam que precisam de um poço para facilitar a chegada de água no local e manter o extenso trabalho que eles realizam há quase duas décadas.

Pura crueldade!

9 frutas e verduras que você compra uma vez e replanta sempre

Planeta Sustentável

atitude


Pense bem antes de jogar sementes e restos de frutas e verduras no lixo - você pode replantá-las e criar sua própria plantação!

Débora Fernandes - Casa.com.br - 26/03/2016
Sakura
Algumas frutas e verduras são tão práticas de se cultivar em casa que, se você começar, nunca mais vai querer comprá-las em supermercados. Outras são mais trabalhosas e demoram - mas o trabalho vale a pena quando você ver a primeira delas crescer!

O inegável é que investir na jardinagem desses queridinhos da cozinha não só significa economia de dinheiro, como também se torna um hobby prazeroso e divertido. Se você tem interesse em criar um jardim só seu, confira nossa lista de nove alimentos que você pode plantar a partir das sobras e sementes que você costuma jogar fora, por grau de dificuldade:

Sam Saunders

Fáceis

Manjericão (e outros temperos)

Fácil de replantar, você só precisa de uma haste de tamanho razoável. Retire as folhas mais baixas e coloque a haste em um copo com as folhas que sobraram acima do nível da água. Deixe a planta em uma área iluminada, mas sem luz direta. As raízes deverão se formar em alguns dias e quando elas tiverem alguns centímetros você pode transplantá-las para solo!

Pimentas

Vários tipos de pimentas podem ser replantados a partir das sementes que sobram. Quando for cozinhar, separe as sementes das habañeros e jalapeños, por exemplo. Coloque-as em solo fértil em um espaço com bastante luz solar. A planta cresce rápido e não precisa de muito cuidado.

Gengibre

Escolha um gengibre com vários nós e plante-o em terra com o maior deles virado para cima. Ele deve ser cultivado em vasos ou jardins que não recebam luz solar direta. Fica pronto para colher de quatro a seis meses - é só puxar a planta inteira, incluindo as raízes, e depois replantar outro pedaço!

Cebolinha, alho-poró e capim-limão

Corte o ramalhete das plantas na altura de dez centímetros acima da raiz. Em seguida, coloque-o em um copo cheio de água e próximo a uma janela ensolarada. Ele vai começar a crescer e você pode escolher plantá-lo ou continuar cultivando-o no copo.

Cebolas

Plante uma parte da cebola com a raiz para baixo. As raízes vão regenerar - assim que elas aparecerem, você pode puxar a cebola usada para o replantio, com muito cuidado. Em pouco tempo você terá cebolas novas para cozinhar.

Kazue Asano

Difíceis

Abacaxi

Todo replantio começa com algo bom: coma o abacaxi. Mas guarde a coroa! Remova as folhas da base e coloque a coroa em água. Em aproximadamente 10 dias as raízes aparecem e em três semanas elas já estarão completamente formadas. Quando isso acontecer, transfira-o para o jardim. Em 18 meses você poderá colher um abacaxi para chamar de seu - e repetir o processo com ele.

Batata e batata doce


Separe a parte da batata que tiver um “olho” - aquele pedacinho áspero de raiz - ou mais. Antes do plantio, os pedaços de batata precisam ficar alguns dias em temperatura ambiente para secar. Quando estiverem completamente secos é só plantar, com bastante distância entre os pedaços. Lembre-se de que depois da colheita a batata doce precisa ser armazenada em um local quente e seco por até duas semanas antes do consumo - é isso que faz delas doces.

Tomate

Só as sementes já são suficientes para plantar tomates. Seque-as em uma toalha de papel e coloque-as em um vaso para que seus tomateiros comecem a crescer dentro de casa. Quando a planta já estiver alguns centímetros para fora da terra, coloque-a em uma área ensolarada.

Maçãs

Se você tem bastante espaço no quintal e gostar muito de maçãs, também pode plantar sua própria macieira. Depois de comer a fruta, deixe as sementes para secar e plante-as, lembrando que nem todos os tipos de maçã crescerão em todos os climas. Demora alguns anos até você pode aproveitar sua própria fruta, mas a espera vale a pena!

A população mundial de tigres aumentou pela primeira vez em 100 anos

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Pela primeira vez em um século, a população mundial de tigres selvagens aumentou, dando esperança aos esforços de conservação. De acordo com dados fornecidos pela WWF, existem agora no mínimo 3.890 tigres em estado selvagem, o que representa um aumento substancial desde 2010, quando as estimativas estavam em 3.200.


“Pela primeira vez, depois de décadas de declínio constante, os número de tigres estão em crescimento”, disse o diretor geral da WWF, Marco Lambertini . “Isso nos oferece uma grande esperança e mostra que podemos salvar as espécies e seus habitats quando os governos, comunidades locais e conservacionistas trabalham juntos”, concluiu ele.
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Enquanto o impulso nas populações de tigres está acontecendo desde 2010, os envolvidos dizem que ainda não será fácil aumentar os números dos animais em um curto espaço de tempo. “Um plano de ação forte para os próximos seis anos é vital”, disse Michael Baltzer, líder da iniciativa. “O declínio global foi interrompido, mas ainda não há um lugar seguro para os tigres. O Sudeste da Ásia, em particular, está em risco iminente de perder seus tigres se os governos não agirem imediatamente”, concluiu ele.


Apesar disso tudo, as ameaças à conservação dos tigres são ainda muito reais. A WWF diz que entre 2000 e 2014, cerca de 1.590 tigres foram apreendidos por autoridades do comércio ilegal de animais silvestres. Há um longo caminho a percorrer: em 1900, acredita-se que as populações mundial de tigres selvagens tinham números exorbitantes, cerca de 100.000 animais. Sabemos que os números podem ser aumentados quando trabalhamos juntos.
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“Embora a perda de habitat têm sido uma das principais razões para o declínio no número de tigres, a caça ilegal e o uso de tigres na medicina tradicional, é também um fator importante por trás da diminuição das populações desses animais”, disse Darren Grover, gerente da WWF na Austrália. [ScienceAlert]

Cientista explica que ronronar de felinos faz bem para saúde humana

ANDA » Agência de Notícias de Direitos AnimaisTexto

Tudo de bom

16 de maio de 2016 às 12:41

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Esta é uma ótima notícia para os amantes de gatos. Conviver com um animal em casa não traz benefícios apenas à saúde mental e psicológica dos donos. De acordo com estudos da cientista norte-americana Elizabeth von Muggenthaler, o ronronar dos gatos e de outros felinos parece ajudar também na saúde física dos humanos.


A especialista em biologia e acústica realizou uma investigação ao som produzido e percebeu que os animais costumam ronronam quando se sentem felizes e satisfeitos ou feridos e assustados.


Elizabeth, que também é presidente do Instituto de Pesquisa de Comunicações e Fauna, nos Estados Unidos, analisou o ronronar de 47 felinos e concluiu que a frequência do som produzido permanece entre 25 a 150 hertz – semelhante em frequências utilizadas na medicina para tratar problemas nos músculos, articulações e fraturas nos ossos.


Além disso, um estudo da Universidade de Minnesota, nos EUA, analisou cerca de 4.000 pessoas e concluiu que tutores de gatos têm 40% menos chances de sofrer de ataques cardíacos, assim como indícios estão sendo estudados com relação à diminuição da pressão arterial.


Fonte: Felino Dog

Homenageando os coitados dos elefantes.