sexta-feira, 11 de outubro de 2013

As manipulações do Secretario da Habitação irritam não apenas a comunidade mas tambem o Ministerio Publico!

 Governador do DF e secretário de Habitação são intimados a prestar esclarecimentos sobre o Conplan

O governador do Distrito Federal e o secretário de Habitação Geraldo Magela foram intimados a prestar esclarecimentos sobre o descumprimento da decisão judicial que suspendeu as atividades do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan). A decisão foi proferida nesta quarta-feira, dia 9, na Ação Civil Pública (2012.01.1.193724-4) movida pela 3ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística com o objetivo de regularizar a composição do Conselho quanto aos conselheiros representantes da sociedade civil. 

No dia 28 de agosto, o Tribunal de Justiça do Distrito Federa e Territórios (TJDFT) acatou pedido do Ministério Público e determinou a suspensão das atividades do Conselho devido a irregularidades na sua composição. 

Apesar dessa decisão judicial, o Conplan continuou se reunindo e deliberando sobre relevantes assuntos urbanísticos. Cita-se, como exemplo, a criação de mais uma região administrativa que pretende abrigar mais de 25 mil unidades habitacionais e aproximadamente um milhão de habitantes. 

Na decisão do dia 9 de outubro, determinou-se, ainda, o cancelamento de uma reunião marcada para o próximo dia 11, cuja objetivo era convalidar todos os atos praticados pelo Conplan desde dezembro de 2012, data da concessão da liminar que impediu o governador de nomear os conselheiros do Conplan representantes da sociedade civil. 

Em caso de novo descumprimento da decisão judicial, o presidente do Conplan e o governador do Distrito Federal serão responsabilizados pelo pagamento de multa diária no valor de mil reais.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Propostas aprovadas para o Park Way na etapa local da Conferencia das Cidades.


Prezados,

Transcrevo abaixo a relação fornecida pela SEDHAB das propostas aprovadas para o Park Way durante a etapa local da Conferencia das Cidades 

Peço aos que participaram da Conferencia para conferir se todas as propostas apresentas e aprovadas durante aquela etapa local estão incluidas na listagem.Caso não estejam, vamos pedir degravação.

Se a maioria das propostas aprovadas são positivas para o Park Way e para Vargem Bonita , isso é fruto do esforço de moradores bem intencionados que sacrificaram o dia inteiro do sabado, dia 24 de agosto, aguentando o desconforto da falta de acomodação condigna, o barulho,  um calor sufocante, a desorganização (intencional ou não) dos representantes da SEDHAB, por mais de doze horas, para garantir melhorias para o nosso bairro. A esses moradores, sobretudo à Cristina Costa Leite, da Quadra 17,  nosso muito obrigada!

Flavia Ribeiro da Luz
Magda Helena Tavares Chaves
Francisca Benigno Barbosa.

Associação Park Way Residencial

1)Park Way
Que o GDF estimule um convênio entre o BRB e a Caixa
Econômica Federal, para atenda as necessidades de habitação de caráter social na Vargem Bonita.
2)Park Way
Regularizar as áreas que contenham aparatos sociais que
atendam às necessidades dos núcleos agrícolas.
3)Park Way
Recadastrar e definir as chácaras de vocação agrícola e as áreas dos núcleos rurais regularizadas e passiveis de regularização das quadras 1 a 29.
4)Park Way
Regularizar a área suburbana da Vargem Bonita atendendo ao disposto no PDOT.
5)Park Way
Agilizar a regularização em andamento na TERRACAP dos projetos na Agrovila de Vargem Bonita.
6)Park Way
Definir a poligonal da RA XXIV, respeitando os limites definidos
no memorial descritivo original.
7)Park Way
Promover estudos para verificar as áreas viáveis de regularização
fundiária e definição de utilização da área rural de toda a cidade.
8)Park Way
Promover mutirão de cadastramento de pessoas em situação de
fragilidade social.
9)Park Way
Aumentar a fiscalização e coibir o desvirtuamento do conceito
legal oferecido pelo decreto nº 1810 que impõe a obrigatoriedade
da acomodação uni familiar do setor de mansões do Park Way.
10)Park Way
O conselho local de planejamento solicitará os mapas na
SEDHAB/ TERRACAP/ SEAGRI e disponibilização na internet
com as informações fundiárias de toda a área da região
administrativa do Park Way com a finalidade de garantir o controle
social referente às ocupações irregulares e parcelamentos
clandestinos.
11)Park Way
Fiscalizar de modo claro e objetivo, e atuar efetivamente na
manutenção do espaço público.
12)Park Way
Implantar um sistema de serviço de transporte público eficiente
(ônibus e a restauração da via férrea) com eficiência no respeito
aos horários, maior número de rotas e integração com o plano
piloto.
13)Park Way
Implantar a coleta seletiva de lixo (em especial o aproveitamento
do lixo “verde” e orgânico).
14)Park Way
Investir em geração de energia limpa estimulado por incentivos
fiscais.
15)Park Way
Desenvolver campanhas socioeducativas de sustentabilidade.
16)Park Way
Fiscalizar as áreas de proteção ambiental e áreas verdes.
17)Park Way
Melhorar a iluminação pública (com maior atenção nas áreas de
ciclovias e calçadas).
18)Park Way
Aumentar o efetivo policial e utilizar policiamento ostensivo em
áreas de maior vulnerabilidade (como as quadras 27 e 28), maior
número de postos policiais efetivos na região (com destaque para
a área da quadra 14).
19)Park Way
Instalar câmeras de segurança na cidade.
20)Park Way
Garantir o respeito à lei do silêncio por meio das punições
devidas.
21)Park Way
Instituir rotina periódica de inspeção para eventual manutenção
ou realocação do bem público construído.
22)Park Way
Criar uma rede democrática de integração política de todas as
entidades locais (comunidade e poder público), possibilitando
uma maior transparência no acesso aos projetos de obras e
políticas públicas além de garantir maior rigor e acompanhamento
na fiscalização das mesmas.
23)Park Way
Otimizar ciclovias incluindo bicicletários.
24)Park Way
Reformar, construir e adequar as calçadas, favorecendo o
deslocamento do pedestre na cidade.
25)Park Way
Construir na cidade passarelas para pedestres.
26)Park Way
Ajuste de conduta, de acordo com a LUOS para funcionamento
de estabelecimentos comerciais na RA 24.
27)Park Way
Melhorar a pavimentação asfáltica.
28)Park Way
Instalar redutores de velocidade (quebra-molas, lombadas) na
cidade.
29)Park Way
Melhorar a sinalização das vias da cidade.
30)Park Way
Solucionar o problema de mobilidade urbana na região do Park
Way, com integração dos diversos modais (ônibus, ciclovia, trem,
carro) existentes e agilizar a implantação de soluções para o
acesso (entre as quadras 1 a 3, quadra 5/metrô e 14 a 27).
31)Park Way
Elaborar com urgência o plano urbanístico complementar da RA
24, contemplando temas como saneamento básico, retirada da
estação elevatória de esgoto de águas claras localizada na
quadra 5 do Park Way, a despoluição de córregos.
32)Park Way
Implantar parques (como exemplo a área verde interna às
quadras 27 e 28, a área interna a quadra 26 e o parque já
existente na quadra 5).
33)Park Way
Implantar centros de convivência na cidade.
34)Park Way
Implantar equipamentos públicos e centro administrativo na
cidade.
35)Park Way
Construir creches na cidade.
36)Park Way
Aplicar políticas públicas sociais (educação, saúde, assistência
social, segurança e trabalho) na cidade.
37)Park Way
Construir PECs na cidade.
38)Park Way
Implantar cursos técnicos na cidade.
39)Park Way
Reprimir com afinco as constantes ocupações irregulares de terra,
em todo ambiente da RA 24; analisar documentos fundiários com
o objetivo de coibir técnicas ilegais de ocupação tais como
“grilagem”; fiscalizar atividades comerciais irregulares.
40)Park Way
Que o governo iniba qualquer ação irregular das imobiliárias na
expansão urbana, além de corrigir as ações passadas.
41)Park Way
Não se permita o início de novas áreas fundiárias sem
planejamento ambiental adequado, além da regularização
ambiental das áreas antigas.

OPINIÃO DA PRESIDENTE DO MOVIMENTO CIDADÃO:

Após ler no blog da Associação Park Way Residencial, a relação fornecida pela SEDHAB das propostas aprovadas na etapa local da Conferência Regional das Cidades, ocorrida em 24/08/13, em Vargem Bonita, o Movimento Cidadão tem a fazer as seguintes observações:

a) no entendimento do Movimento Cidadão, o evento teve por objetivo apenas legitimar as propostas pré-definidas e apresentadas pelo Governo do Distrito Federal. Algumas propostas apresentadas na relação fornecida pela SEDHAB estão em alinhamento com demandas de muitos anos da comunidade, incluídas estrategicamente para que as demais fossem acatadas no bojo geral. Contudo, não significa que as demandas da comunidade venham a ser, de fato, executadas;  

b) é importante, contudo, registrar que em vários itens (19, 24, 25, 28, 29, 33, 34, 35, 36, 37 e 38) usa-se o termo "cidade" para fazer referência ao atual Setor de Mansões Park Way. Historicamente, o Setor de Mansões Suburbanas Park Way (MSPW) foi incluído no plano urbanístico de Brasília em 1957 e registrado em cartório em 13/03/1961. Somente em 1987, o decreto nº 10.829 deu personalidade jurídica ao Brasília Revisitada, e também ao uso condominial proposto para o SMPW. Assim, a antiga denominação MSPW é substituída pela a atual SMPW. Uma vez que a cidade Brasília tem todo um traçado definido em termos de setores e cidades satélites, usar o termo "cidade" para se referir a um setor destinado exclusivamente ao uso residencial é, no mínimo equivocado. Também dá-se abertura para confusão no trato do que deve ser pleiteado para uma cidade e para uma área de uso residencial, caso do SMPW. O uso indevido, propositalmente ou não, do termo "cidade" para referir-se ao SMPW permite que no entendimento coletivo o SMPW seja apropriado como cidade. Isso possibilitará a desconfiguração paulatina da nossa região por uma expansão urbana desordenada e pelo adensamento demográfico, seja por meio de invasores, seja por meio de interesses econômicos e políticos, a exemplo do problema que vem ocorrendo com as quadras de 01 a 05 do SMPW. A possível inobservância ao Memorial Descritivo do SMPW é incompatível com a preservação ambiental e dos recursos hídricos da região. Além de representar um prejuízo para todo o DF, terá como resultado a desvalorização do patrimonial e a perda da qualidade de vida dos proprietários e moradores que investiram e acreditaram no Park Way; e

c) a instalação de parques registrada no item 32 é preocupante. Com frequência assistimos às denúncias e reportagens de abandono desse tipo de equipamento e apropriação por marginais e usuários de drogas, trazendo problemas de insegurança para os transeuntes e moradores das redondezas. Pelas reportagens, verifica-se que o GDF carece de recursos financeiro e/ou humano para a manutenção dos parques, sejam infantis, sejam ecológicos, que acabam por ter destinação diferente de forma a atender a interesses de especuladores.

Sendo tudo a manifestar, o Movimento Cidadão fica na expectativa de que as instâncias competentes acompanhem os desdobramentos e intervenham caso necessário.

Cordialmente,

Movimento Cidadão Park Way, Núcleos Rurais Vargem Bonita e Córrego da Onça

Sobre a intencionalidade da desorganização da Conferencia das Cidades.

"Colegas

Acredito que essas coisas são mesmo propositais. Penso que a estratégia é que a gente canse e vá embora ou fique indignado e se retire do recinto. Em ambas as situações deixaremos espaço livre para a legitimação de interesses escusos e pouco representativos da comunidade, mas aprovados (e legitimados!) de forma "democrática" por aqueles que não tem nada a perder. Ao contrário, tem a ganhar com a fragmentação da imensa área do PW, com a implementação de todo o tipo de atividade pseudo disfarçada de empresarial. O imbróglio da participação social e sua representatividade e legitimidade perante a comunidade que habita o PW já nasce errada. Desde os primórdios da articulação já se permitia a participação de qualquer um. Isso mesmo, qualquer um. E o que vimos no encontro da Vargem Bonita foi bem isso mesmo. A marginalidade,no sentido literal da palavra (afinal se a área é estritamente residencial, tudo o q não é residência, é marginal!), se articulou e bancou uma claque, que ganhou de modo vergonhoso um "assento formal" na conferência das cidades que , ao meu ver, é mais uma das palhaçadas que são feitas em nome de uma falsa democracia, sob a falsa ideia de mobilização e participação social, pela simples premissa de que o mecanismo de eleição dos participantes é ridiculamente absurdo.

Por outro lado nossa ausência favoreceria a atuação do capital imobiliário/especulativo, da indústria da construção civil, dos pseudo empresários, dos donos de casa de festas...então, temos que ser - pelo menos- uma pedra no sapato. E como dizia meu pai "vai q dá um azar e ganha"! Brincadeiras à parte, essa minha manifestação (confesso q não tenho muita paciência p ficar escrevendo no forum, embora leia todas as mensagens) é de agradecimento àqueles que foram lá me representar. Ao Carlos, Flávia, Chico, Gilma e outros (perdõem-me, esqueci os nomes) que trabalharam e trabalham em prol dos interesses dos moradores do PW, da manutenção da qualidade de vida nesse lugar, da integridade física desse ambiente, frágil. E lembrar-lhes que não temos muita alternativa a não ser participar da luta.
Um abraço respeitoso

Cristina Maria Costa Leite-Quadra 17"

(Transcrito do Forum da Associação Comunitaria do Park Way- ACPW)
 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Opinião de um morador do Park Way.

Prezados,

Uma das coisas (entre várias) que há muito me dão urticária é a tal da "gestão democrática". Principalmente quando alardeada (e na verdade nunca levada adiante a sério, é só retórica da pior qualidade, ou história para boi dormir ou ainda para inglês ver) por pessoas que, por seguirem determinada ideologia, de democráticos não tem é nada. Não passa de jogada política rastaquera, para engambelar os incautos. Mas não seria eu justo se não dissesse que a ala "ideológica"(?) oposta também faz lambanças.

Já observou que em tudo o que a classe política faz(?), pretende fazer(?) ou usa em suas discurseiras tresloucadas estão palavras/expressões como "democracia, democrática, de alcance social, justiça social, luta social, resgate social" e outras, que na verdade só servem para lançar cortina de fumaça nos olhos desse povo que, em grande parte, só vê o horizonte do seu umbigo? Pois é.

Atualmente só se trabalha com planejamento(?) que vise a colheita de votos, ou seja, de curtíssimo prazo, nunca com ações que venham a se perpetuar no tempo, coisa bem feita, e que não precisará de remendos logo logo, como por exemplo nosso péssimo asfalto (nas cidades e nas rodovias). E dou exemplo dessa falta absoluta de planejamento DECENTE: construir calçadas e ciclovias paralelas.

Ou construir uma ciclovia no meio do mato, que ninguém usa, e pior, agora parece que querem gastar com iluminação. Se eu fosse 'ecológico' ia chiar pq as luzes iriam incomodar as formas de vida existentes no mato.

Ou seja, nossos governantes/administradores só pensam "naquillo", o voto; o resto, o que realmente pode fazer a diferença em infraestrutura, é postergado/empurrado com a barriga. É aquela história do "esforço de capa", ou seja, obra boa é aquela que aparece por si, e casos como esgotamento sanitário raramente são feitos pq estão enterrados.

Nossos governantes, homens públicos em geral, "tirante" alguns bons exemplos, são ridículos.

Abraço democrático, na acepção da palavra,

Thelio Braun

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Manifestação da ACPW agendada para sabado dia 21.


Prezados,

Como voces sabem, a ACPW está distribuindo folhetos por todo o Park Way convocando os moradores a participarem de uma manifestação a ser realizada sábado dia 21 , na quadra 14, no local da feirinha.

Transmito, abaixo, para conhecimento de voces,  comentários feitos pelo associação Movimento Cidadão Park Way sobre a manifestação em apreço:


MOVIMENTO CIDADÃO PARK WAY, NÚCLEOS RURAIS VARGEM BONITA E CÓRREGO DA ONÇA

“Basta, o Park Way pede Socorro”

A convocação para mobilização dos moradores do Park Way, agendada para sábado, 21/09/13, aborda temas sensíveis e suscita o medo, sugerindo que nossa vida corre perigo. Ao se fazer uma leitura mais atenta, porém, pode-se depreender interesses outros, de minorias e políticos.

I-                    Segurança pública:
Criar a expectativa de que furtos, assaltos e sequestros são passíveis de solução pelo aumento do número de efetivo militar é, no mínimo, superficial. A repressão é apenas uma vertente do problema cuja raiz está no total descumprimento dos Artigos 5º e 6º da Constituição Federal.

A insegurança grassa em todo o País. O elevado número de baixas por morte, aposentadoria e o afastamento por doenças tem deixado o Distrito Federal desfalcado de efetivo militar. Somente por concurso público as vagas para a PMDF podem ser preenchidas. Além disso, a distribuição do efetivo obedece ao Decreto Nº 31.793, de 11/06/10 (Art. 93 da Seção IX). Portanto, pedir aumento de efetivo para a Região Administrativa XXIV - Park Way -  é falar ao vazio.

II-                  Obras do VLP (Trecho Corredor Eixo Sul):
O caos é sentido indistintamente por todos, moradores de Santa Maria, do Gama, Park Way, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e por qualquer cidadão, inclusive visitantes que aterrissam no Aeroporto Internacional JK, dirigindo-se ao Plano Piloto e se serve das únicas vias de acesso que são a EPIA, a BRA 040, e a DF 025. A disseminação da poeira tem no período de seca, típico de Brasília, seu maior aliado.  A obra tem seu término previsto para maio/14.  Faltam, portanto, sete meses para ser concluída, se não houver atraso. Criar a expectativa de alteração em seu cronograma ou na condução da obra é, no mínimo, ingenuidade.

III-                Nomeação de Administradora que não mora no Park Way:
Este tema evidencia claramente os interesses políticos e de minorias.
Recentemente, o País testemunhou manifestações cujos motivos vão desde a crise de representatividade à indignação pelo resultado da tão conhecida política do “toma lá, dá cá”. Política essa que vem há anos prejudicando a população, ferindo seus direitos básicos, solapando as instituições, deteriorando e privando a população dos serviços de saúde, de educação, de segurança, estimulando a corrupção, a impunidade, os desvios de conduta pela falta de ética e moral.

A nova Administradora do Park Way, Sra. Eliana Rodrigues dos Santos Santana, matrícula 017.543-94, e seu Chefe de Gabinete, Sra. Márcia Teresa Dal Secco, matrícula 165.427-46, são funcionárias públicas concursadas. Ambas são especialistas em políticas públicas. Possuem perfil técnico, formação acadêmica e competência comprovadas para desempenhar a função.

Quais os critérios que uma sociedade esclarecida deve pleitear para a escolha dos ocupantes de cargos públicos? Formação pertinente, capacidade técnica ou domicílio?  Quem estaria realmente a serviço da população? Certamente, o(a) funcionário(a) concursado(a), que responde administrativamente, criminalmente e civilmente pelo Regime Jurídico Único (Lei nº 8.112 /90). O domicílio na região administrativa é realmente garantia de eficiência?

A nossa região administrativa já teve dois administradores domiciliados no Park Way: Sr. Glauco Lacerda e o recém-exonerado Sr. José Benevenuto Estrela. Qual deles pode ser lembrado por eficiência, realização de benfeitorias de qualidade e solução de problemas que atenderam, de fato, as demandas locais?

Assim como os administradores não residentes no Park Way, os domiciliados atuaram de forma a responder apenas a demanda e interesses de seus padrinhos e partidos políticos. Lamentavelmente, as Administrações Regionais do Distrito Federal se tornaram “cabide de emprego” e o cargo de Administrador Regional, moeda de troca.

Se pela primeira vez testemunhamos em nossa região administrativa uma tentativa de moralizar o serviço público com a designação de funcionárias concursadas para os cargos de maior relevância, por que suscitar a idéia de que o domicílio deveria ser o principal critério de escolha?

A quem realmente interessa a mobilização? Talvez a algum(a) morador(a) que deseja, “pelo autoritarismo nas decisões do GDF”, ser indicado(a) para o cargo e se vale de temas sensíveis à população para mobilizar os moradores incautos e validar o único item da pauta que é plausível de resposta por parte do GDF. Sim, porque com exceção de “Nomeação de Administradora que more no Park Way”, os outros temas da pauta para mobilização não são factíveis de solução a curto prazo.

Muito mais proveitoso do que usar de artifícios para mobilizar a população por interesses próprios e políticos é estimular os moradores do Park Way a exercerem sua cidadania pela participação, cooperação, visando o bem coletivo. Mobilizemo-nos para que seja dado um voto de confiança e aberto espaço para que a nova Administradora Regional e sua equipe possam atuar plenamente, em ambiente receptivo e participativo.

Cordialmente,

Movimento Cidadão Park Way, Núcleos Rurais Vargem Bonita e Córrego da Onça