segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

As consequencias da regulamentação ilegitima de moradias no DF.

Faltam políticas públicas para o desenvolvimento sustentável no DF


O Distrito Federal ocupa uma área de 5.789,16 km² na região Centro-Oeste do Brasil, na qual estão inclusos 43 km² de águas internas.

Tem 100% de seu território na área nuclear da região dos cerrados, o segundo maior bioma brasileiro. O cerrado é a savana com a maior biodiversidade do planeta, abrigando mais de 10 mil espécies de plantas, das quais 4 mil só existem aqui, a fauna é constituída por mais de 1.500 espécies diferentes, das quais cerca de um terço é endêmica. Todavia a população do DF já sente os efeitos da contaminação e do uso indiscriminado de recursos hídricos, consequência, principalmente, do fato de que muitos loteamentos têm sido implantados sem prévio licenciamento ambiental e sem realização de estudo de impacto ambiental. ...

 Lúcio Costa idealizou uma pequena parcela da área da Capital para a urbanização, entretanto a maior fatia seria destinada à zona rural, como uma cortina vegetal, mas a migração e a superpopulação fizeram com que essa proporção começasse a inverter-se. Novas áreas de expansão urbana constituem-se nas periferias das cidades do Distrito Federal, como fruto da especulação do mercado imobiliário, em lugares que abrigam nascentes, rios, córregos, represas, fragilizando a ecologia. Produz-se, assim, um entorno que fragmenta áreas ambientais pela regulamentação ilegítima de moradias no intuito de manter a cidade como um espaço político hierarquizado pelo clientelismo.

Também se burla a lei, utilizando-se do truque de denominar como “condomínio rural” o parcelamento ilegal de área pública, apesar de o loteamento somente poder ser considerado rural quando se destinar à exploração agrícola, agropastoril, agroindustrial ou de extrativismo mineral, ou seja, um parcelamento para fins rurais é o que se destina à exploração econômica da terra. Quando se implantam esses loteamentos, o solo fica exposto à degradação, representando prejuízo à fauna e à flora do cerrado – o desmatamento expulsa a fauna nativa, causa erosão e gera uma sobrecarga no meio ambiente. Essas invasões aumentam a pressão sobre os recursos hídricos, gerando, futuramente, a escassez da água, principalmente com a abertura indiscriminada de poços artesianos e a poluição de nascentes, córregos e rios.

O Distrito Federal tem sofrido constantes impactos em áreas de mananciais, inclusive, já se precisa ampliar a captação de água potável. Cerca de 60% da área original ocupada pelas matas de galeria, no DF, já foi substituída por outros usos; as unidades de conservação vêm tornando-se ilhas de vegetação limitadas que se sujeitam à introdução de plantas invasoras e ao aumento da frequência de incêndios.

 O atual modelo hegemônico de produção no setor primário e sua forma de ocupação do espaço territorial rural também comprometem, cada vez mais, as áreas de vegetação nativa e, consequentemente, toda a biodiversidade do ecossistema. A fronteira agrícola do cerrado teve sua ocupação efetivada dentro dos padrões do complexo agroindustrial, acarretando custos sociais, com poluição ambiental e degradação das áreas rurais.

Uma boa gestão do espaço florestal e agro-florestal poderia melhorar a multifuncionalidade da floresta brasiliense, garantindo sua valorização econômica e ambiental, de forma a tornar a floresta mais estável, resiliente aos incêndios e ataques de agentes bióticos nocivos, melhorar o valor ambiental e social dos seus espaços, maximizando suas funções protetoras e de enquadramento paisagístico. A boa gestão do espaço florestal e agro-florestal minimizaria riscos, atenuando os efeitos climáticos e da erosão dos solos, além de aumentar o caráter público das florestas e proteger os recursos hídricos.

Por outro lado, 93% das terras do Distrito Federal estão em áreas de conservação ou preservação. Delas, seis áreas são prioritárias para os benefícios da biodiversidade: Parque Nacional de Brasília, Floresta Nacional de Brasília, Reserva do Guará, Estação Ecológica do Jardim Botânico, Área de Preservação Ambiental do Descoberto e a mata de cerrado situada entre Planaltina-DF e Padre Bernardo-GO – são locais em que o ecossistema do cerrado se encontra em maior grau de preservação.

Outra área que deve ser considerada prioritária para a conservação do cerrado é a bacia hidrográfica do rio Maranhão, especialmente em seu alto curso, localizado no DF e no Entorno. Um dos maiores problemas do rio Maranhão é o desmatamento e a pressão da ocupação do meio humano sobre as áreas de preservação, especialmente pela expansão da pastagem e da mineração. O Distrito Federal precisa ampliar a área de conservação da região, seja pela criação de novas Unidades de Conservação, seja pela proteção da cobertura vegetal em áreas privadas. É a carência de políticas públicas que fragiliza a conservação da área.

É fundamental mapear os pontos de risco para a fauna ou de conflito entre o meio natural e o ambiente humano para que se possam implantar corredores ecológicos, no Distrito Federal, que se complementem e se conectem entre si e a outros corredores de abrangência regional, considerando-se a integração do DF aos corredores remanescentes no Entorno imediato. Os maiores pontos de conflito para a conexão de remanescentes de biodiversidade encontram-se nos cruzamentos das rodovias, pelo deslocamento da fauna. O tamanho reduzido e o isolamento das unidades de conservação colocam em risco as populações da fauna e da flora nelas contidas. Esses fatores apontam a necessidade de conservação da vegetação nativa nas áreas de interstício entre as unidades de conservação de proteção integral.

Torna-se fundamental criar as condições para inserir crescentemente a questão ambiental no universo da gestão local, principalmente em relação à dinâmica das políticas sociais, haja vista que a crise ecológica e a crise social são alimentadas por mecanismos idênticos. 

 O quadro socioambiental que caracteriza o Distrito Federal revela que as ações das pessoas sobre o meio ambiente estão causando impactos cada vez mais complexos, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos, entretanto há um fraco nível de adoção de práticas de gestão ambiental no Distrito Federal.

Urgem novas práticas organizacionais e políticas públicas de desenvolvimento sustentável para que se inverta a tendência atual. Diante das transformações havidas, é importante criar novos sistemas sociais de adaptação transmissíveis às novas gerações.

Nossos descendentes agradecerão.
Fonte: Blog do Salin Siddartha - 16/12/2013

Governo vai "disponibilizar verba" para Blogueiros.

Câmara do DF aprova reserva de verba publicitária para blogueiros


Blogs e jornais comunitários de Brasília poderão receber até 10% da verba de publicidade municipal. Proposta foi aprovada em 1o turno mas ainda precisa ser votada em segundo turno.
 
A Câmara Legislativa do Distrito Federal – CLDF aprovou nesta terça-feira, 10/12, com 18 votos (maioria dos parlamentares presentes) a Proposta de Emenda à Lei Orgânica 51/2013, que destina, no mínimo, 10 % da verba publicitária dos Poderes Públicos locais para veículos de imprensa comunitária e blogs de Brasília. A proposta foi aprovada em primeiro turno e agora deverá ser votada novamente para eventualmente entrar em vigor.

A Lei Orgânica do DF exige o intervalo de 10 dias entre um turno e outro. Com o recesso de final de ano, a proposta das mídias comunitárias será votada em segundo turno em fevereiro de 2014.
O projeto tem autoria da deputada distrital Luzia de Paula e teve forte mobilização dos profissionais de mídia alternativa para que fosse aprovado na Câmara.

Segundo informações divulgadas pelo movimento, a mobilização dos profissionais em apoio ao projeto foi organizada desde o início pela Associação dos Veículos de Comunicação Comunitária do Distrito Federal e Entorno – ASVECOM e o Movimento dos Blogueiros de Brasília – MBB.

O MBB é coordenado pelo jornalista Eldo Gomes, que foi assessor de imprensa da Câmara dos Deputados em 2011 e atualmente é editor do portal Acontecebrasilia. Segundo Gomes, o MBB tem "mais de 100 blogs cadastrados que representam 31 gestões administrativas do DF". Diz o jornalista que os blogs são "uma força de mobilização com foco na garantia dos direitos de liberdade de imprensa e sustentabilidade. Mas, sem patrocínio e apoio do governo, não é possível trabalhar em prol da informação”.

A deputada Luzia de Paula diz que a proposta "representa o começo da democratização das mídias no Distrito Federal". Segundo ela, o valor proposto assegura um percentual da verba publicitária para jornais, rádios comunitários, blogs e outras mídias que chegam gratuitamente aos cidadãos.

A questão do destino das verbas publicitárias de governo, seja federal, municipal ou estadual é sempre objeto de discussão, especialmente no que diz respeito à concentração ou não dos investimentos em determinadas mídias ou veículos. Em meados deste ano, a Secom publicou com detalhes os veículos e destinos das verbas publicitárias federais de 2000 a 2012, mostrando que o percentual de verba destinado à internet, embora tenha crescido, ainda é pequeno (5,32%) se comparado com outras mídias, como a TV, que levou 62% do bolo.

Blog do Salim Siddarta.



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Quem é o dono de Brasilia?



Blog da Leiliane

Cinquenta e três anos depois de inaugurada, Brasília se vê num impasse. Por um equívoco que se mostra desastroso, construída para ser capital federal, virou também capital distrital. E esta dupla condição encheu suas ruas de gente e de carros que, buscando resolver problemas distritais na capital federal, se deslocam das cidades-satélites para o Plano Piloto, inviabilizando a Brasília que Lucio Costa projetou. Juscelino deve estar se revirando no túmulo: Brasília ficou mais distrital do que federal.

Além disso, construtoras e empreiteiras que veem a capital federal como uma arca do tesouro, em função do déficit habitacional, continuam a buscar áreas verdes para nelas construir apartamentos. E, aí, abaixo as áreas verdes! 

E haja espigões, como os que deturparam o plano original de Águas Claras.  

Até quando haverá áreas verdes no DF para saciar a fome das construtoras, a maioria de fora? Foge à lógica, não é sustentável este “progresso” que está deixando nossa Brasília fora dos eixos.

E isso vem gerando problemas de toda ordem para a Brasília federal, para o DF e para o Entorno. Mas, afinal, por que isso acontece? E quem é, ou quem são os responsáveis por tal desastre? Será que falta planejamento em uma cidade que foi tão planejada? E saltam outras perguntas: o que é Brasília? Brasília é o Plano Piloto? E a tal “área tombada”? Brasília é o Distrito Federal? O que é o Distrito Federal? E o tal do Entorno? Estas perguntas estão contidas em uma – o que é a Brasília toda que nós vivemos?

Tal pergunta não se resume à questão geográfica nem à histórica. Não haverá solução enquanto não houver uma visão holística do problema. E como temos defendido no Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, dirigido pelo braço direito de JK, o admirável Affonso Heliodoro, a questão é eminentemente política. 

Por isso, antes de tudo, é preciso descobrir quem manda mesmo em Brasília. Já foi o Presidente da República. Houve um tempo em que foram as empreiteiras. Já foi a ameaça do dossiê, os vídeos. E hoje, quem manda?

No tempo dos governadores nomeados, Hélio Prates levou as invasões do Plano Piloto para a incipiente Taguatinga, criando Ceilândia. Ornellas criou o Centro Metropolitano do DF onde, hoje, é construído o Centro Administrativo do GDF. Mais uma vez em Taguatinga, cidade que, desde o início de Brasília foi vista como solução para os problemas da capital. Em 1958, para resolver o déficit habitacional que ameaçava Brasília, os gestores admitiram criar Taguatinga, ocupada pelos candangos excluídos, no primeiro ato político público da nascitura Brasília. 

E o maior erro já aparecia: os governantes não ouviam o cidadão para resolver os problemas. Cidadão – se não havia o Direito de Voto, havia isso aqui? Deviam ouvir, então, o morador...

Por isso, quando foi resgatado o Direito de Voto, com realce para a resposta de Tancredo Neves para a pergunta que eu lhe fiz, na OAB-DF, quando ele era candidato a presidente - “Conheço cidadãos cassados, conheço grupos cassados, mas cidade cassada só conheço Brasília!”- , ocasião em que se comprometeu a resgatar Brasília do que chamou de “capitis diminutio cívico”, muita gente pensou que essas coisas iriam mudar. Afinal, Brasília teria dono certo – o seu povo.

É que, ao invés de vir, para governar a gente, gente de fora que não nos considerava e que não conhecia Brasília nem o DF, como aconteceu no tempo da Ditadura Militar, com o resgate do Direito de Voto, teríamos representantes políticos, eleitos pelo povo de todo o DF, Brasília, capital federal, inclusive. Teríamos gente daqui tomando conta das coisas daqui, como queria JK na Lei 3.751/60, que criava uma Câmara de Vereadores para o Distrito Federal. Lei que a Ditadura enfiou num de seus porões. Igual destino teve a Emenda Constitucional 3, que também criava aqui um Poder Legislativo próprio. Com o Direito de Voto, Brasília teria cidadãos e cidadãs, formando seu povo. Afinal, de acordo com a Constituição, o poder não emana do povo? Foi uma dura luta.

Infelizmente, foi uma ilusão. Nossos políticos nos decepcionaram. Atos praticados por deputados distritais na Câmara Legislativa, já chamada de Casa do Espanto, a Caixa de Pandora e outros malfeitos dos políticos levaram Brasília a ser chamada, lá fora, de capital da corrupção. 

Esquecem-se, os que tratam Brasília dessa forma, dos cidadãos honestos e trabalhadores que aqui vivem com suas famílias, que construíram esta cidade, considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, dos homens e mulheres que estão, no dia a dia, construindo sua cidadania, e que não podem ser confundidos com os safados que vêm de todo o Brasil para cá, usando a Praça dos Três Poderes para seus negócios.

Ainda bem que nem todos os políticos são safados. E o que os nossos bons políticos têm feito? Há uma PEC que pretendia colocar uma redoma sobre o Plano Piloto, com a criação do Estado do Planalto; outra, que aumentaria o território do Distrito Federal, agregando cidades de Goiás; ...

Enquanto Brasília – e o Distrito Federal, sempre a ela vinculado, sempre em segundo plano - continua sem dono, aumentam os problemas e diminui a qualidade de vida que a Brasília pioneira ostentava. Os governadores prometem, até tentam, mas não conseguem melhorar os serviços públicos de transporte público, saúde, segurança e educação. E há dinheiro extra, federal, para custear tais serviços, pagos por todos os brasileiros. Já se fala até em construir outra Brasília para desafogar nossa Brasília....

Como já disse um ex-governador do DF, “o sonho de JK não pode se transformar em pesadelo.”

Já é tarde, mas ainda é tempo. Primeiro, é preciso conter quem está destruindo a Brasília sonhada. Depois, a Brasília toda que vivemos deve ser repensada, no objetivo de se conhecer melhor o que está acontecendo e cuidar de seu futuro e, até diria, sobrevivência, como capital federal.

 Seu dono voltaria a ser o seu cidadão, que elegeria representantes políticos que entendam e amem Brasília, como pregou Lúcio Costa. Se não – a exemplo do que está acontecendo, com prédios pequenos do Setor Hoteleiro, dando lugar a prédios enormes – , Brasília vai implodir... É isso o que queremos?
Wílon Wander Lopes,
Advogado, Jornalista e Escritor, em Brasília/DF desde 1959.
Ex-Presidente da FEUB – Federação dos Estudantes da Universidade de Brasília. Rotariano.
Ex-Conselheiro da OAB-DF. Presidente da Confraria dos Cidadãos Honorários de Brasília.
Membro da Academia de Letras de Brasília e diretor do Instituto Histórico e Geográfico do DF.
Fundou, dirige e sustenta, até hoje, o JORNAL SATÉLITE, há 47 anos dedicado a Taguatinga

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Vendendo Brasilia e embolsando o lucro!

GANHANDO DINHEIRO

 
Tem gente que vai ganhar muito dinheiro com esse polêmico projeto do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília , o conhecido PPCub.

É muita grana que vai rolar e os interesses são muitos. Tem até Deputado Distrital, que na maior cara de pau, que já está pedindo o parcelamento de suas terras, dentro do quadrilátero do Distrito Federal, para ganhar milhões.  

A ganância é tão grande, que importante ativista em favor da preservação de Brasília, e que estava incomodando esse grupo de gananciosos, foi demitida do gabinete do senador Cristovam Buarque, a pedido de uma agremiação partidária  como se a mesma mandasse na vida política e no gabinete do ex-governador da Capital Federal. 

É preciso que a sociedade de Brasília, o Ministério Público e a Policia Federal ,entrem em ação, para evitar que a cidade criada por JK seja loteada e se transforme em uma grande favela social.

Temos em mãos os documentos sobre a atitude desse Deputado Distrital, que pede o parcelamento de suas terras rurais, com intuito de transforma-las em urbanas, para que o valor do metro quadro seja maior em relação a terra rural, e tenha a devida atenção do Estado com a implantação de sistema de luz, água, asfalto e outras melhorias oferecidas ao centros urbanos. 

É hora também, para que o Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, se articule para evitar esse desastre urbanístico e Brasília perca a sua qualidade de vida aplaudida e admirada pela população e até mesmo por pessoas de outras regiões do país e do exterior.

Blog do Cafezinho-http://docafezinho.com.br









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solanoTem gente que vai ganhar muito dinheiro com esse polêmico projeto do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília , o conhecido PPCub.
É muita grana que vai rolar e os interesses são muitos. Tem até Deputado Distrital, que na maior cara de pau, que já está pedindo o parcelamento de suas terras, dentro do quadrilátero do Distrito Federal, para ganhar milhões. A ganância é tão grande, que importante ativista em favor da preservação de Brasília, e que estava incomodando esse grupo de gananciosos, foi demitida do gabinete do senador Cristovam Buarque, a pedido de uma agremiação partidária como se a mesma mandasse na vida política e no gabinete do ex-governador da Capital Federal. É preciso que a sociedade de Brasília, o Ministério Público e a Policia Federal ,entrem em ação, para evitar que a cidade criada por JK seja loteada e se transforme em uma grande favela social.
Temos em mãos os documentos sobre a atitude desse Deputado Distrital, que pede o parcelamento de suas terras rurais, com intuito de transforma-las em urbanas, para que o valor do metro quadro seja maior em relação a terra rural, e tenha a devida atenção do Estado com a implantação de sistema de luz, água, asfalto e outras melhorias oferecidas ao centros urbanos. É hora também, para que o Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, se articule para evitar esse desastre urbanístico e Brasília perca a sua qualidade de vida aplaudida e admirada pela população e até mesmo por pessoas de outras regiões do país e do exterior.
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