quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Teto da UNB não resiste à forte chuva e desaba


Temporal fez estrago

O prédio foi inaugurado no primeiro semestre de 2013
Publicado: 22 de outubro de 2014 às 11:05

Teto desaba devido a forte chuva Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil
Teto desaba devido a forte chuva
A forte chuva que caiu sobre o Distrito Federal na noite desta terça-feira (21) causou estragos na Universidade de Brasília (UnB). Primeiro uma grande quantidade de água começou a escorrer por uma luminária, em seguida a estrutura não suportou e o  teto do Departamento de Economia desabou.

O prédio da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade é novo, foi inaugurado no início de 2013, com um custo de R$ 11 milhões.

Empate descartado Veritá: Aécio abre 6,4 pontos de vantagem sobre Dilma



Instituto Veritá ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os estados
Publicado: 21 de outubro de 2014 às 14:12 - Atualizado às 14:27

Tucano abre 6,4 pontos percentuais de vantagem sobre a petista.
Tucano abre 6,4 pontos percentuais de vantagem sobre a petista.


O instituto Veritá divulgou no começo da tarde de hoje (21) a primeira pesquisa de intenção de votos para presidente realizada pelo instituto no segundo turno. De acordo com os dados apurados, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) aparece em vantagem sobre a presidenta Dilma Rousseff (PT).
Considerando apenas os votos válidos, Aécio aparece com 53,2% contra 46,8% de Dilma. Nos votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Nos votos totais, o tucano continua em vantagem. Aécio aparece com 47%, Dilma tem 41,4%. Não sabem/Não responderam somam 7,8%, brancos/nulos, 3,7%.

De acordo com o instituto, a rejeição da petista é maior que a do tucano. Dilma é rejeitada por 46,1%, enquanto 39,1% rejeitam Aécio.

O instituto ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de 1,4 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pelo jornal Hoje em Dia e foi registrada com o número 01144/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o PT, medo da derrota mobilizou militância para “virar” pesquisas

Eleições 2014
Para comitê de Dilma, foi criada ‘condição para a virada’

Publicado: 22 de outubro de 2014 às 11:25 - Atualizado às 11:26

Adriana Spaca Estadao Conteudo - Dilma Rousseff e Aecio Neves copy
Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).
Animados com os gráficos das pesquisas de intenção de votos, que pela primeira vez passaram a mostrar Dilma Rousseff (PT) numericamente à frente de Aécio Neves (PSDB), e pela mobilização da militância do partido, dirigentes petistas acreditam que a candidata à reeleição será a protagonista do movimento decisivo de eleitores na campanha mais surpreendente desde a redemocratização.

Os petistas reconhecem que a arrancada dos últimos dias e a mobilização da militância teve como combustível a possibilidade real de derrota após 12 anos no poder. Para o deputado José Guimarães (CE), vice-presidente do partido, a “onda da virada” foi “despertada” pelo avanço de Aécio, que começou a corrida do 2.º turno numericamente à frente de Dilma.

O presidente do diretório paulista, Emídio de Souza, avalia que a reaproximação de militantes que estavam afastados da campanha ajudou, assim como a adesão de políticos – inclusive de partidos adversários, como o PSOL -, e de artistas e intelectuais com histórico de atuação na esquerda.

A crença na “onda da virada” vem acompanhada de uma estratégia de “multiplicar” as agendas de campanha, com viagens em separado de Dilma e do antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. Nesta semana, a dupla foi junta a locais estratégicos, como São Paulo e Pernambuco, mas a partir de hoje volta a se dividir e, com isso, ampliar o “efeito da onda”.

A petista incluiu na agenda de hoje uma visita a Uberaba, no Triângulo Mineiro, cidade onde seus pais se casaram. Lula irá a Campo Grande e a Porto Alegre.

A visita de ontem a Pernambuco, última viagem prevista com Dilma e Lula no mesmo palanque, foi considerada bem-sucedida. Segundo maior colégio eleitoral do Nordeste, o Estado ganhou simbolismo ao ser o único em que a petista não saiu vencedora no 1.º turno, ficando atrás de Marina Silva (PSB).

A ida de Dilma e Lula foi uma tentativa de conter a influência do partido do ex-candidato Eduardo Campos e de sua família, que apoiam Aécio. No resto do Nordeste, o PT espera obter mais de 70% dos votos válidos, em especial no Ceará, onde prevê a maior vitória da região. (AE)
  • Maria Dagmar Freitas · 
    O IBOPE E O DATA FOLHA ESTÃO APROVEITANDO OS ÚLTIMOS DIAS DO PT DO PODER,PRA GANHAREM MUITO DINHEIRO,POIS AS PESQUISAS VERDADEIRAS MOSTRA AÉCIO COM 6,5 PONTOS NA FRENTE DA DILMA
  • Esther Correa ·
    Qual onda, a do Ibope ou Data-Folha? Hoje em dia as pesquisas estão pretendendo substituir as urnas. Interessante, pois não.
  • Jose Silva · 
    pesquisa comprada, quero ver dia 26/10

Como esperado, a pesquisa Datafolha da terça-feira apresenta os mesmos números da pesquisa Datafolha da segunda-feira.


Uma pesquisa feita pelo mesmo instituto na terça-feira, com a mesma metodologia, com o mesmo número de entrevistas, repetida em 24 horas, só poderia mesmo dar o mesmo resultado: Aécio 48% e Dilma 52%, empate técnico, segundo o instituto. O Datafolha errou a votação de Aécio por 7,5 pontos percentuais no primeiro turno e saiu com a imagem arranhada. Talvez seja por isso que está fazendo pesquisa todos os dias, para evitar novos vexames. Ao que tudo indica, vai repetir. Já pensaram se o Datafolha achasse Aécio com 52% e Dilma com 48%, um dia depois? Vocês acham que eles iriam publicar, reconhecendo que erraram?
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Só falta 1% para Aécio vencer a eleição.

TRACKING DO NINHO

Um recado para os desanimados e para os decepcionados que entram na área de comentários: aqui não tem lugar para vocês. O tracking tucano fechou ontem com leve baixa, em 53% Aécio x 47% Dilma. Motivo? Devemos estar trabalhando menos do que eles. Não é mesmo?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014


Acompanhem o raciocínio. Aécio lidera no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde o número de abstenções, brancos e nulos é menor do que no Norte e no Nordeste, onde este quantitativo é maior. Mas quanto isso significa, efetivamente? Fizemos a conta na tabela acima, da seguinte forma:
1. Retiramos do eleitorado bruto (número de eleitores aptos a votar) de cada região os nulos, brancos e abstenções de 2010, aplicando sobre o eleitorado de 2014. Chegamos, assim, ao eleitorado líquido, ou seja, aos votos válidos.

2. Sobre os votos válidos, aplicamos os percentuais que Dilma e Aécio possuem em cada região pela pesquisa Datafolha de 21 de outubro, chegando ao número de votos.

3. Para os votos do exterior, aplicamos 65% para Aécio e 35% para Dilma.

4. O resultado final destes cálculos é que Aécio ganha 1% de eleitores e Dilma, obviamente, perde 1%. Se abstenções, nulos e brancos crescerem 10% em 2014, em relação a 2010, o impacto será 0,1%. Portanto, considerem apenas 1%. Esta é a vantagem de Aécio, neste indicador.
Por favor, não deem palpites se não fizerem contas. Coloquem cálculos, não palavras, nos comentários. Não é hora para achômetro, nem pensômetro. Ah, mais acho que abstenção será maior. Por quê? Ah, mais penso que os números estão errados. Comprove!
Assim sendo, mantidas as mesmas participações no dia da eleição, Dilma teria 50,99% e Aécio 49,01%. O que isto significa? Que existiria uma suposta vantagem da petista, da ordem de 2,7 milhões de votos. E que, para vencer a eleição, o tucano precisaria virar 1,35 milhão de votos mais um, para ser eleito presidente do Brasil.
A diferença que o Datafolha dá, de 4% a mais para Dilma, na verdade é de 2%, numericamente. Para Aécio vencer, ele teria que conquistar 1% dos votos da Dilma ... mais um! Estes votos podem vir do esforço de cada um em buscar um eleitor em casa, em oferecer uma carona, em convencer alguém que não quer votar ir às urnas. 
Pense assim: Aécio teria, hoje, 50 milhões de eleitores. Se um eleitor, que pode ser você, em cinquenta eleitores, conseguir mais um voto para o tucano, a gente vence a eleição. Portanto, mãos ao telefone, mãos ao volante, mãos à obra.
 
 
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Uso da segunda cota do volume morto é "pré-tragédia", diz presidente da ANA

O presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu Guillo, se referiu ao uso da segunda cota do volume morto (água que fica no fundo das represas) do sistema Cantareira como a "pré-tragédia". Ele participou na manhã desta terça-feira (21) de um debate na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) sobre a crise da falta de água no Estado.


Reportagem publicada nesta terça-feira em "O Estado de São Paulo" mostra que a Sabesp já retirou 3,2 bilhões de litros da segunda cota do volume morto na Represa Atibainha, em Nazaré Paulista, um dos reservatórios do sistema. O uso dessa segunda reserva profunda de água, que fica abaixo do nível das comportas, ainda não foi formalmente autorizado. A Sabesp nega descumprir a regra.

"[A Sabesp] quer retirar o segundo volume morto, que é a pré-tragédia. Mas não há alternativa para São Paulo que não seja chover ou tirar água do volume morto do Cantareira", afirmou.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse na manhã de hoje que o abastecimento de água está garantido. "Nós já passamos o período da seca, já entramos na primavera, nem entramos na segunda reserva técnica e temos uma terceira reserva técnica", afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan.
 
Na última sexta-feira (17), a ANA concordou com a proposta da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) de retirar uma segunda parte da reserva técnica do sistema, com 106 bilhões de litros de água. A companhia precisa ainda do aval do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) para começar a usar essa água.
 
A primeira cota do volume morto começou a ser captada pela Sabesp em maio deste ano, quando o Cantareira estava em 8,2%. Com a reserva, o nível de água disponível aumentou para 26,7%. Hoje, o sistema, que abastece um terço da população da Grande São Paulo (6,5 milhões de pessoas), está em 3,3% de sua capacidade de armazenamento. Esse percentual é o que resta da primeira parte do volume morto.
 
O debate na Alesp foi mediado e organizado pelo deputado estadual Adriano Diogo (PT), que é da bancada de oposição ao governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Nenhum membro da bancada governista fez parte da mesa. A ANA é uma autarquia federal reguladora dos recursos hídricos. Seu presidente foi indicado pela presidente Dilma Rousseff. A reportagem do UOL procurou a Sabesp, mas não teve resposta até o momento.
 
Em nota oficial, o secretário-chefe da Casa Civil de Alckmin, Saulo de Castro Abreu Filho, disse que a declaração de Guillo é "lamentável" por "tentar tirar proveito político de uma crise".
"É lamentável que o presidente de um órgão federal, financiado com o dinheiro do contribuinte, venha disseminar pânico em São Paulo. E pior: em horário de trabalho, participando de um evento patrocinado por um partido em plena campanha eleitoral. Em vez de solidarizar-se com o esforço do povo de São Paulo, o dirigente da agência tenta tirar proveito político de uma crise que se enfrenta com critérios técnicos e a união de todos. São Paulo enfrenta com união, planejamento e obras a maior seca já registrada na região Sudeste do país."

Terceiro volume morto

Assim como Alckmin, Andreu Guillo citou que o Cantareira tem uma terceira cota do volume morto, que pode ser captada. Mas, segundo ele, isso seria "tecnicamente complicado".
O presidente da ANA explicou que, em números redondos, o Cantareira tem capacidade de armazenar um trilhão de litros de água. Abaixo do nível de captação, havia cerca de 500 bilhões de litros. "Uma parte já foi tirada, de 182 bilhões, e agora o governo deseja tirar mais 106 bilhões de água. Em tese, vão sobrar 200 bilhões, uma terceira parte do volume morto", detalhou.
"Esse volume três pode ser tirado, mas é o ralo do reservatório, o lodo. Se a crise se acentuar, não haveria alternativa do que usar o lodo e aí sim haveria problema", disse.

Crise da água no debate presidencial

A crise de abastecimento de água que afeta São Paulo virou motivo para troca de acusações entre presidenciáveis no segundo turno da campanha.
 
Na semana passada, a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), alfinetou o rival Aécio Neves (PSDB), levando a questão para o debate na TV. Ela também passou a explorar o tema em seu programa eleitoral.
 
Ontem (20), Aécio sugeriu que o governo federal também tem culpa em relação à crise. Ele afirmou que faltou parceria do governo federal com o governo paulista. No mesmo dia, Dilma disse que seu governo atendeu a todos os pedidos de Alckmin.
 

Falta de chuvas afeta abastecimento de água em SP

21.out.2014 - Imagem aérea mostra carcaças de veículos na represa Atibainha, em Nazaré Paulista (90 km de São Paulo), um dos reservatórios do sistema Cantareira. A falta de chuvas agrava ainda mais a situação do reservatório, que bateu novo recorde negativo nesta terça-feira (21), operando com apenas 3,3% de sua capacidade Leia mais Moacyr Lopes Junior/Folhapress


SP pode usar novas cotas do volume morto do Cantareira; saiba o que são



Do UOL, em São Paulo

  • Moacyr Lopes Junior/Folhapress
    Imagem aérea mostra carcaças de veículos na represa Atibainha, em Nazaré Paulista (a 90 km de São Paulo), um dos reservatórios do sistema Cantareira Imagem aérea mostra carcaças de veículos na represa Atibainha, em Nazaré Paulista (a 90 km de São Paulo), um dos reservatórios do sistema Cantareira
Com o baixo nível dos reservatórios e a falta de chuva, São Paulo já considera usar uma terceira parte do volume morto do sistema Cantareira, que abastece um terço da Grande São Paulo (6,5 milhões de pessoas).
O volume morto é a água que fica no fundo das represas e que exige o uso de bombas para ser captada. Fica abaixo do chamado volume útil, que tem capacidade para armazenar, no caso do Cantareira, cerca de 1 trilhão de litros de água. Atualmente, essa reserva útil está vazia.


O volume morto do Cantareira tem cerca de 500 bilhões de litros de água, segundo cálculos do governo estadual. Com essa quantidade, é possível abastecer durante pouco mais de três meses toda a população da capital paulista.


Volume morto do sistema Cantareira
  • Moacyr Lopes Junior/Folhapress
    Primeira cota
    A primeira parte do volume morto do Cantareira, que fica no fundo das cinco represas que integram o sistema, com 182,5 bilhões de litros de água, começou a ser captada em 15 de maio deste ano. À época, o nível do Cantareira estava em 8,2% e subiu para 26,7% Foto: Moacyr Lopes Junior/Folhapress
  • Moacyr Lopes Junior/Folhapress
    Segunda cota
    Com a falta de chuvas e o baixo nível dos reservatórios, o governo do Estado solicitou aos órgãos reguladores dos recursos hídricos para usar uma segunda parte do volume morto, com 106 bilhões de litros de água. A ANA (Agência Nacional de Águas) autorizou o uso em 17 de outubro, mas o governo precisa também do aval do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), que ainda não se manifestou Foto: Moacyr Lopes Junior/Folhapress
  • Moacyr Lopes Junior/Folhapress
    Terceira cota
    Sem previsão de chuva forte para o mês de outubro, o governo do Estado já considera usar uma terceira parte do volume morto, que tem pouco mais de 200 bilhões de litros de água. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) se referiu a essa cota pela primeira vez em 21 de outubro, mesmo dia que o presidente da ANA, Vicente Andreu, classificou essa parte como "ralo do reservatório, o lodo" Foto: Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Uma primeira parte, com 182 bilhões de litros, começou a ser retirada em maio deste ano. À época, o nível do Cantareira estava em 8,2% e passou para 26,7%.
Passados cinco meses, a temporada de chuvas fortes ainda não chegou, e o nível do Cantareira atinge recordes negativos a cada dia. Nesta terça-feira (21), o índice estava em 3,3%, percentual de água que resta dessa primeira parte do volume morto.

21.out.2014 - Imagem aérea mostra carcaças de veículos na represa Atibainha, em Nazaré Paulista (90 km de São Paulo), um dos reservatórios do sistema Cantareira. A falta de chuvas agrava ainda mais a situação do reservatório, que bateu novo recorde negativo nesta terça-feira (21), operando com apenas 3,3% de sua capacidade Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Diante disso, o governo do Estado pediu autorização aos órgãos reguladores dos recursos hídricos para usar uma segunda parte do volume morto, com 106 bilhões de litros de água.

A ANA (Agência Nacional de Águas) autorizou o uso desta segunda cota em 17 de outubro, mas o governo precisa também do aval do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), que ainda não se manifestou.

Sem previsão de chuva forte para o mês de outubro, o governo do Estado já considera usar uma terceira parte do volume morto, que tem pouco mais de 200 bilhões de litros de água.

Nesta terça, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) se referiu a essa cota pela primeira vez. "Nós já passamos o período da seca, já entramos na primavera, nem entramos na segunda reserva técnica e temos uma terceira reserva técnica", afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan.


No mesmo dia, o presidente da ANA, Vicente Andreu, classificou essa terceira parte do volume morto como "ralo do reservatório, o lodo", durante debate na Assembleia Legislativa de São Paulo. Segundo ele, ela pode ser captada, mas seria "tecnicamente complicado".

A reportagem do UOL ouviu especialistas sobre uso do volume morto, que pode acumular sujeira, sedimentos e até metais pesados. Segundo eles, se não receber um tratamento adequado, essa água pode trazer riscos à saúde. Eles também chamaram a atenção para os danos ambientais.



Notícias relacionadas

Governo ainda não entrou com ações de ressarcimento dos desvios do mensalão

Blog do Josias de Souza


Josias de Souza

O julgamento do mensalão foi concluído, os condenados foram presos, alguns dos detentos progrediram do regime semiaberto para a prisão domiciliar e até já estourou um novo escândalo na praça, o petrolão. Tudo isso sucedeu em um ano e meio. E o governo não moveu até o momento nenhuma ação judicial para reaver o dinheiro roubado, devolvendo-o aos cofres públicos.

No último final de semana, Dilma Rousseff recitou para os repórteres uma posição que combinara com o marketing de sua campanha sobre o escândalo da Petrobras, espécie de mensalão 2, hipertrofiado. “Farei todo o meu possível para ressarcir o país”, disse ela, antes de admitir, pela primeira vez, a existência de crime. “Se houve desvio de dinheiro público, nós queremos ele de volta. Se houve, não. Houve, viu?.''

Diante do ímpeto de Dilma, o blog decidiu verificar que providências o governo da candidata à reeleição adotou no caso do mensalão. Vai abaixo resumo da encrenca. Percorrendo-o, você perceberá que, confrontadas com um caso concreto, as palavras de Dilma perdem o sentido:

1. A nota da AGU: no dia 14 de dezembro de 2012, a Advocacia-Geral da União divulgara nota na qual prometera cobrar dos condenados do mensalão o ressarcimento das verbas que saíram pelo ladrão.

“…Os advogados públicos aguardam o acórdão do STF, fixando o ressarcimento, para iniciar a atuação”, dizia o texto. Preventivamente, a AGU cogitava requerer o bloqueio de contas, o sequestro e a penhora de bens, “para evitar o esvaziamento do patrimônio” dos condenados e “garantir que as quantias sejam restituídas à União”. E nada.

2. O acórdão: O resultado do julgamento do mensalão foi publicado pelo STF em 22 de abril de 2013. Nesta quarta-feira, a publicação completa um ano e meio. No dia seguinte, na saída de um encontro com Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara, o ministro Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, foi espremido pelos repórteres. E o ressarcimento? “Vou ver os embargos de declaração'', disse ele, realçando a necessidade de aguardar o julgamento dos últimos recursos a que tinham direito os 25 condenados.

Isso não é um expediente protelatório?, quis saber um repórter. E Adams: “Não é protelatório porque os embargos de declaração são um instrumento de esclarecimento do acórdão. Se isso vai resultar ou não em procedência, a Corte é quem tem que decidir. As ações da AGU, nós vamos analisar em cima do que foi publicado a possibilidade de tomar alguma medida de imediato.” E nada.

3. A situação atual: procurada, a Advocacia-Geral da União informou ao blog que já decidiu buscar “o ressarcimento de recursos públicos que, segundo o STF, foram desviados da Câmara dos Deputados na gestão do ex-deputado João Paulo Cunha”, hoje um dos petistas que compõem a bancada da Papuda.

Em valores da época do escândalo, os desvios da Câmara foram orçados em R$ 1,32 milhão. A cifra foi malversada por meio de contrato de fancaria firmado com uma das agências de publicidade de Marcos Valério, a SMP&B. A Advocacia da União informa que aguarda informações requisitadas ao TCU para agir.

Obtidos os dados, a “AGU e o Ministério Público junto ao TCU atuarão em parceria para a efetiva devolução do dinheiro desviado.” Quando? Não foi informado. E quanto ao resto do dinheiro? Bem, “quanto aos recursos desviados do Visanet, a atuação caberá ao próprio Banco do Brasil e ao Ministério Público Federal.”
4. O Fundo Visanet: o repórter apurou no STF que, seis dias depois das prisões dos primeiros mensaleiros condenados, a área jurídica do Banco do Brasil requisitou ao então ministro Joaquim Barbosa cópia da íntegra do processo do mensalão. Manifestava a intenção de reaver os R$ 73,8 milhões que seu ex-diretor de Marketing, o petista Henrique Pizzolatto, desviara da cota do BB no fundo Visanet para o esquema operado por Marcos Valério.

Sem hesitações, Barbosa repassou cópia dos autos em 25 de novembro do ano passado. Mas o Banco do Brasil até hoje não moveu a ação judicial. Por quê? A casa bancária estatal informou ao blog que, de fato, “solicitou cópia da Ação Penal 470 ao STF para estudar as medidas judiciais cabíveis para a salvaguarda de seus direitos.” De posse do material há quase um ano, o ex-empregador de Pizzolatto, hoje preso na Itália, informa:

“Diante da complexidade do processo, que é um dos mais volumosos já apreciados pelo Judiciário brasileiro, o BB destacou uma equipe de advogados específica para analisar o processo e implementar a estratégia processual que confira a necessária segurança jurídica aos interesses do Banco, a partir da análise das 8.400 páginas do acórdão e das 60 mil laudas dos autos que compõem os 295 volumes e mais de 500 apensos, incluindo diversos laudos periciais de elevada complexidade.”

Quando será protocolada, afinal, a ação destinada a reaver o dinheiro? Eis a resposta oficial: “A decisão do Banco do Brasil é promover a ação ressarcitória com a brevidade possível.”

5. O montante: Ex-presidente do STF, Carlos Ayres Britto comandou a grossa maioria das sessões de julgamento do processo do mensalão. Antes de se aposentar, ele estimou em R$ 150 milhões as verbas drenadas de cofres públicos.

Fez isso a partir de uma soma de cifras extraídas dos autos.

Somando-se a verba surrupiada na Câmara ao dinheiro desviado do Visanet, chega-se a R$ 75,12 milhões. Ainda que se adicione a esse valor mais R$ 2,9 milhões em verbas publicitárias do BB que, segundo o Supremo, foram apropriadas indevidamente pela DNA Propaganda de Marcos Valério, o montante fica longe dos R$ 150 milhões citados por Ayres Britto. E não há no governo quem se preocupe em refazer essas contas.

6. O petrolão: no escândalo que derrama óleo queimado sobre a logomarca da Petrobras, há duas Dilmas. Uma, a presidente, sustenta que “não sabia” da existência da quadrilha que desviava 3% dos bilionários contratos da maior estatl brasileira para os bolsos de políticos e as arcas do PT e de legendas aliadas. Outra, a candidata, faz pose de gestora rigorosa.

“Tomarei todas as medidas para ressarcir tudo e todos”, disse a Dilma-candidata na entrevista que concedeu no final de semana passado. “Mas ninguém sabe ainda o que deve ser ressarcido. A chamada delação premiada, onde tem os dados mais importantes, não foi entregue a nós.'' Verdade. Mas a papelada do mensalão está toda sobre a mesa. E nada.

A demora dos subordinados da presidente em agir no caso mensalão tornam sem nexo a pressa da candidata no escândalo do petrolão. Fica demonstrado, uma vez mais, que dinheiro público roubado do cofre é como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta é tão difícil quanto desfritar um ovo.

Ibope, votos válidos: Rollemberg tem 57%; Frejat, 43%, no DF


21/10/2014 19h11 - Atualizado em 21/10/2014 19h13

Instituto ouviu 2.002 eleitores do DF entre os dias 18 e 20 de outubro.
Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 DF
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (21) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida para o governo do Distrito Federal:


Rodrigo Rollemberg (PSB) – 57%
Jofran Frejat (PR) – 43%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 13, Rollemberg tinha 60% e Frejat, 40%.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
Rodrigo Rollemberg (PSB) – 48%
Jofran Frejat (PR) – 36%
Branco/nulo – 11%
Não sabe/não respondeu – 5%

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00085/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01147/2014.

Rejeição
A pesquisa aferiu a taxa de rejeição dos dois candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. O resultado foi o seguinte:
- Jofran Frejat (PR): 41%
- Rodrigo Rollemberg (PSB): 29%
- Poderia votar nos dois: 22%
- Não sabe/não respondeu: 13%


Avaliação do governo
A pesquisa Ibope também perguntou aos eleitores como eles avaliam a administração do governador Agnelo Queiroz. Para 2%, o governo é “ótimo”; 14% o consideram “bom”; 30%, regular; 17%, “ruim”; e 35%, “péssimo”. Não sabem ou não responderam somaram 2%.


Expectativa de vitória
O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo governador do Distrito Federal, independentemente da intenção de voto. Para 57%, Rollemberg sairá vitorioso; 28% acreditam que Frejat ganhará; 16% não sabem ou não responderam.

1º turno
No primeiro turno, Rollemberg teve 45,23% dos votos válidos e Frejat, 27,97% (veja os números completos da apuração no Distrito Federal).

Ibope, votos válidos: Aécio tem 61% e Dilma, 39%, no DF


21/10/2014 19h22 - Atualizado em 21/10/2014 19h22

Instituto ouviu 2.002 eleitores do DF entre os dias 18 e 20 de outubro.
Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 DF
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (21) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida presidencial apenas com eleitores do Distrito Federal:

- Aécio Neves (PSDB) - 61%
- Dilma Rousseff (PT) - 39%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 13, Aécio tinha 69% e Dilma, 31%.


Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada com eleitores de DF são:
Aécio - 54%
Dilma - 34%
Brancos e nulos - 8%
Não sabe ou não respondeu - 4%


Dados da pesquisa
O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 18 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00085/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01147/2014.

Aécio diz que campanha rival ficará para a história pelo ‘mais baixo nível'


21/10/2014 22h30 - Atualizado em 21/10/2014 22h56

Tucano reclamou de 'ataques', mas disse que responderá 'no mesmo tom'.
Candidato participou de evento de campanha em Goiânia nesta terça.

Sílvio Túlio Do G1 GO
Aécio Neves PSDB em GoIânia (Foto: Sílvio Túlio/G1)Aécio Neves, do PSDB, concede entrevista coletiva em Goiânia
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira (21), em Goiânia, que a campanha de sua adversária, Dilma Rousseff (PT), ficará para a história pelo "mais baixo nível". Ele afirmou que isso se deve ao "desespero" dos governistas.

"Essa campanha vai ficar para a história de mais baixo nível que nós assistimos até aqui pela ação do governo, pelo desespero dos governistas", declarou.

O candidato afirmou estar recebendo uma série de ataques, que ele considera desrepeito não só a ele e sua família, como a todos os brasileiros que deixaram de ouvir propostas. Apesar disso, o tucano disse que responderá todos os ataques "no mesmo tom".

"Vou fazer sempre a campanha propositiva, mas responderei todos os ataques no mesmo tom. Tenho uma vida honrada e me preparei durante 30 anos para estar vivendo esse momento. Vou buscar fazer uma campanha propositiva, mas não deixarei nenhum ataque sem resposta", afirmou Aécio, ao lado do governador de Goiás e candidato à reeleção do PSDB, Marconi Perillo.

O tucano disse representar um "sentimento de mudança que toma conta do país". "Sou o candidato daqueles que se indgnam com as denúncias de corrupção que não cessam, da incapacidade do atual governo de melhorar seus indicadores sociais e de fazer obras que jamais terminam. Vou vencer as eleições para dar um basta em tanto desgoverno", explicou.
Questionado sobre o tratamento que dará a países vizinhos produtores de drogas que enviarem entorpecentes para o Brasil, ele afirmou que vai investir pesado principalmente nas fronteiras. "Atualmente, 87% dos gastos com segurança vem dos estados. Apenas 13% sai da União. Vamos investir nas fronteiras, fortalecendo a Polícia Federal e as Forças Armadas. Vou conduzir pessoalmente uma política nacional de segurança", declarou.

Última viagem
Aécio disse que a viagem para Goiânia foi a última em sua campanha. "Amanhã [quarta-feira], vou para a minha terra [Minas Gerais] e depois sigo debate no Rio de Janeiro", afirmou. Depois da entrevista, Aécio discursou para militantes que o aguardavam na Praça Cívica, no Centro de Goiânia. No fim, já quase sem voz, disse que vai ser "o melhor presidente do Brasil". O evento foi encerrado com uma chuva de papel picado e fogos de artifício.

Para Aécio, PT jogou campanha 'na lama'


O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, usou nesta terça-feira, 21, o programa eleitoral na TV para acusar o PT de levar a "campanha para a lama" por veicular, segundo ele, "mentira anônima". Após o debate promovido pelo SBT na semana passada, marcado pelos ataques pessoais entre os candidatos, a campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passaram a associar o tucano à ideia de agressividade com as mulheres.


A coligação do candidato do PSDB entrou com uma ação na Procuradoria-Geral Eleitoral contra a campanha petista, alegando que a propaganda adversária é caluniosa e difamatória. "Não tenho o menor problema em aceitar críticas, faz parte do jogo político. Mas quando a crítica se transforma em ataque e quando esse ataque se transforma em mentira e, mais grave ainda, quando a mentira é anônima, aí a campanha vai para a lama", afirmou Aécio na propaganda eleitoral, sem especificar a que ataques ou informações fazia referência.

Ontem, ruas do centro de Belo Horizonte amanheceram repletas de grandes cartazes anônimos com os dizeres em letras amarelas em um fundo negro: "Você vota em candidato que agride mulher?". O material podia ser visto em vários locais da área central da cidade, inclusive em frente ao comitê central de Dilma Rousseff (PT), na Avenida Afonso Pena.

Procurada pela reportagem, a assessoria da campanha petista em Minas Gerais afirmou que desconhece o autor do material, lamentou o ocorrido e creditou a ação a grupos isolados.
Cartazes apócrifos atacando Dilma também apareceram colados ontem em postes e muros de Belo Horizonte. Feitos em letras garrafais amarelas em um fundo negro, o material tinha os dizeres: "Dilma, onde estão os R$ 10 bilhões da Petrobras?".

Assim como nos cartazes petistas, não há o nome da coligação nem o CNPJ da campanha, como exige o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Procurada, a assessoria da campanha de Aécio não respondeu até a conclusão desta edição.

Inserções
Em pesquisas qualitativas e levantamentos internos, os chamados "trackings", o PT detectou que o movimento de acusar Aécio de ter sido agressivo com as candidatas mulheres nos debates foi decisivo para a melhora de Dilma nas pesquisas. Em uma das inserções, o candidato do PSDB aparece chamando a presidente de leviana e com o dedo em riste diante da então candidata Luciana Genro (PSOL) no 1.º turno.

No levantamento do Datafolha divulgado anteontem, a presidente subiu de 42% para 46% das intenções de voto entre as mulheres. Para reforçar essa tática, a campanha de Dilma estuda divulgar o resumo de seu programa para as mulheres.

No horário eleitoral, a petista prometeu criar a Casa da Mulher Brasileira, um local que dará assistência a mulheres vítimas de violência doméstica. Ela lembrou ainda a sanção da lei Maria da Penha pelo ex-presidente Lula e a regulamentação do trabalho de doméstica, ações que foram apresentadas como avanços.

Atos
Nesta quarta-feira a presidente fará uma caminhada com mulheres no centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em ato que marca o fim da campanha da petista no Rio de Janeiro. A agenda original de Dilma previa três atividades no Estado, inclusive um comício na Cinelândia, na capital, mas somente a marcha "Mulheres de Coração Valente" foi mantida.

Segundo o prefeito Alexandre Cardoso (sem partido), a caminhada vai tratar da "defesa das garantias sociais e do combate à violência contra mulheres". Coordenador da campanha de Dilma no Rio, o vice-prefeito da capital fluminense, Adilson Pires (PT), afirma que há mais de um mês estava decidido que a presidente teria uma agenda com mulheres.

Apoiadores de Aécio também preparam eventos com o tema mulher. A campanha tucana convocou para hoje o ato "Todas com Aécio", anunciado como uma mobilização voluntária, "em âmbito nacional", de todos os partidos que apoiam o candidato do PSDB.

Segundo os organizadores, as participantes sairão às ruas vestindo as cores da bandeira nacional e colhendo sugestões para a campanha. A previsão é de que o evento ocorra em 20 cidades de São Paulo.
Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasília

Dilma mantém 52% e Aécio 48%, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira, 22, mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) numericamente à frente do candidato do PSDB, Aécio Neves, mas em situação de empate técnico. Em votos válidos, Dilma manteve os 52% do levantamento divulgado na segunda-feira, 20, e Aécio, 48%.

Em votos totais, Dilma oscilou de 46% para 47% e Aécio manteve 43%. Brancos e nulos oscilaram de 5% para 6% e indecisos foram de 6% para 4%.

A pesquisa mostra também que 82% dos eleitores de Dilma acreditam que ela será reeleita no domingo. No grupo dos que votam em Aécio, 78% acham que o vencedor do pleito será ele.

A pesquisa Datafolha, contratada pelo jornal Folha de S. Paulo, ouviu 4.355 eleitores nesta terça-feira, 21, em 256 municípios de todo o País. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o nível de confiança, de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro prevista. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01160/2014.

Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasília


1 Comentário

S�rgio Lopes

O resultado das urnas não é cem por cento confiável, imaginem os institutos de pesquisa o que recebem de ambos os partidos dos candidatos para divulgar a favor. Confio só no meu voto!
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