sábado, 18 de julho de 2015

Ideologia no Ensino Médio: combate ao capitalismo über alles!


É até cansativo dizer isto, mas o fato é que nas escolas de ensino médio (aliás, universidades idem) o que se aprende, em geral, não passa de propaganda ideológica. Professores que ainda vivem no mundo da Guerra Fria matam a capacidade de pensamento da juventude. E tome Marx, Foucault, Bourdieu etc. Nessa ladainha, Adam Smith é apenas um vilão. Artigo de Joel Pinheiro da Fonseca, "Nota máxima para o clichê ideológico" (via Instituto Millenium):



Vendo as redações com nota máxima do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 que começaram a ser veiculadas na mídia em maio, quando o Ministério da Educação (MEC) liberou a consulta aos espelhos da correção oficial, penso não na publicidade infantil, tema da prova, mas na propaganda ideológica juvenil, também presente nos textos.



Essa modalidade de propaganda é transmitida principalmente nas disciplinas de humanas do ensino médio a jovens que estão engatinhando na vida intelectual. Ainda despreparados para formular suas próprias ideias, matam essa capacidade no berço e compram com facilidade os discursos e as formas de pensar a eles vendidas.



Faz mais de uma década que terminei o ensino médio e constato que nada mudou.



O fim da Guerra Fria continua sendo o mais importante referencial histórico; o mundo desde então estacionou sob o jugo do capitalismo. O capitalismo, por sua vez, gera intencionalmente a doença do consumismo para que as pessoas comprem sempre mais, caso contrário o sistema ruiria sob o excesso de produção. A mídia exerce o papel de controladora quase onipotente dos desejos humanos, incitando-os ao consumo desmedido. As crianças são especialmente indefesas. E o Estado é a principal ou mesmo a única instância que visa nosso bem e que pode nos proteger.



Partindo desse esquema básico, praticamente todas as redações chegam à mesma conclusão: a publicidade infantil deve ser proibida ou sofrer pesadas restrições.


É curioso que, na era da internet, dos smartphones, do YouTube, tablets e redes sociais, nada disso sequer seja mencionado em redações sobre a relação das crianças com a comunicação eletrônica. A vida mudou, os hábitos são outros, mas o discurso sobre o tema continua preso à imagem da criança sozinha em casa na frente da televisão sem qualquer outro contato com o mundo externo.




Da mesma forma, ninguém menciona a queda histórica da receita com publicidade, seja televisiva, impressa ou mesmo online. Simplesmente atribuem poderes imensos a uma indústria em processo de fragmentação e cujos principais atores passam por uma crise profunda.




É interessante notar que se a propaganda fosse realmente a todo-poderosa, seria muito fácil reverter, por exemplo, a má alimentação infantil: bastaria fazer publicidade de vegetais e comidas mais saudáveis, coisa que as marcas infantis até tentam -vide as maçãs da Turma da Mônica-, com sucesso limitado. Ao mesmo tempo, impérios outrora imbatíveis como o McDonald’s têm vendas em queda livre no mundo inteiro, inclusive nos Estados Unidos, a despeito de seu pesado investimento em publicidade. Não se menciona, ademais, que a publicidade infantil de hoje é mais comedida do que a de décadas passadas, quando a televisão tinha alcance muito maior.




As práticas da indústria também mudaram: já faz anos que as lanchonetes vendem brinquedos separados de lanches e oferecem frutas na sobremesa, que biscoitos recebem doses extras de vitaminas e que mascotes foram banidas da propaganda de cerveja. E, no entanto, a revolta com as práticas comerciais nunca foi tão forte.



Por fim, apesar de tanto se falar em capitalismo, ninguém se preocupa em imaginar as consequências econômicas de uma possível proibição. É como se a produção e a oferta de produtos infantis e de espaços destinados ao público mirim fossem completamente independentes da publicidade que garante vendas e receitas.



Todas essas considerações poderiam figurar na educação que os jovens recebem, ainda que como contraponto. E, no entanto, não figuram. A narrativa básica já está formatada e é vendida pronta para que milhões de jovens a reproduzam nas provas. Uma visão de mundo antimercado e anticonsumo vigora nos cursos de humanas de nossas universidades, inclusive nos de pedagogia.



É um discurso de quem se alinha mais ao mundo socialista que ao capitalista e hoje sente saudades daquela “alternativa”. Nesse pensamento, pouco se busca entender do funcionamento normal do mercado, com propriedade privada, sistema de preços, empreendedorismo, publicidade, risco, consumo, lucro e especulação. A isso tudo reserva-se a condenação. É compreensível que esse tipo de pensamento tenha se difundido quando lembramos que ele foi também uma reação à ditadura militar censora, violenta e autoritária que se colocava como radicalmente antisocialista. Só que os tempos mudaram, e os conteúdos não.



É natural que a formação dos professores se reflita nas salas de aula e mesmo na já previsível escolha de temas do Enem. Um professor, falando de questões sociais e econômicas, traz sua própria bagagem. O que não é intelectualmente saudável é que ela seja a referência única, sem alternativas, e que tenha parado no tempo, ficando alheia à revolução tecnológica e às tendências atuais da sociedade.



Adolescentes terminam o ensino médio sem nem mesmo terem noções rudimentares de oferta e demanda, mas familiarizados com o conceito de mais-valia e cheios de certezas sobre os males do sistema econômico “neoliberal” e com ojeriza à ideia de lucro.



E não é apenas uma questão de conteúdo. Há uma notável semelhança também na forma de pensar e de escrever. Os estudantes usam e abusam de citações – Marx, Foucault, Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre, Freud, Gandhi, Platão, Bourdieu; além do vilão Adam Smith- e nenhum deles faz referência à própria experiência de ter sido criança há não mais do que sete anos e, portanto, julgar se, em seu próprio caso, a publicidade infantil era tão poderosa assim.



Nossos estudantes aprendem que a menção a medalhões do pensamento – muitas vezes mal colocada – é preferível às suas próprias ideias e pensamentos. A supressão da primeira pessoa é, diga-se de passagem, uma exigência rígida de estilo nas redações, ensinada em colégios e cursinhos e observada por todos.



A criança – creio que ninguém discorde- não tem maturidade para tomar decisões de consumo por conta própria. Por isso mesmo não controla o dinheiro da casa. Aos poucos, amparada por pais e escola, aprende a lidar com os apelos do mundo e da mídia.



O adolescente também vive uma imaturidade: a intelectual. Inicialmente indefeso frente a apelos ideológicos, vai aos poucos aprendendo a pensar por conta própria. Para isso, ao invés de ensinado a repetir dogmaticamente o “discurso crítico” de gerações passadas, poderia ser estimulado a procurar novas ideias, a comparar posições conflitantes, a articular suas experiências e a fomentar debates. 


Assim teríamos mais diversidade de opinião no Enem e, quem sabe, as sementes de uma renovação intelectual do país.


2 comentários

PT: fisiologismo, imoralidade, prevaricação, corrupção e afins.


Editorial do Estadão vai ao ponto, ao retratar a nefasta era petista. O blogueiro só mudaria o título: de "Arreganhos autoritários" para arreganhos totalitários:

Fisiologismo é a prática política voltada para interesses e proveito pessoal, mediante atos de lassidão moral, prevaricação, corrupção ou afins. É a prática que o lulopetismo impôs, como nunca antes na história deste país, à gestão da coisa pública. A delação que inclui o deputado Eduardo Cunha na lista dos políticos investigados pela Operação Lava Jato – e provocou seu rompimento pessoal com o governo – é um passo importante, pela notoriedade do investigado, no combate aos efeitos do fisiologismo. 
É igualmente auspiciosa a notícia de que a Procuradoria da República no Distrito Federal abriu uma investigação formal para apurar a suspeita de tráfico de influência nas relações do ex-presidente Lula com a empreiteira Odebrecht. Assim, as atenções da Justiça voltam-se também para o principal responsável pela praga hoje disseminada na vida pública brasileira. Lula e seu PT não inventaram a corrupção. Mas aprimoram a prática e a institucionalizaram, em benefício próprio e de um projeto de poder hoje falido, a ponto de mal sustentar ereto o “poste” que colocou no Palácio do Planalto.
A exposição de uma faceta que Lula sempre dissimulou poderá completar a desmistificação de um líder populista cuja reputação foi construída sobre pés de barro, como hoje se revela aos olhos de uma nação perplexa. E a denúncia de que o presidente da Câmara cobrou propina milionária relativa a contratos com a Petrobrás explodiu como uma bomba no noticiário, não pela informação em si, que não deve ter surpreendido muita gente, mas pela destemperada reação de Eduardo Cunha. Não é de hoje que o parlamentar fluminense, eleito para o comando da Câmara dos Deputados contra a vontade e o empenho do Planalto, acusa Dilma Rousseff e seus ministros de tentarem envolvê-lo na Lava Jato. 
E essa é uma das razões pelas quais Cunha se tem esmerado em manipular a pauta de votações e o comportamento de seus pares de modo a retaliar o Planalto, chantageá-lo e impor-lhe sucessivas e humilhantes derrotas em plenário. Disso tudo sobrou de positivo o reerguimento da importância política e institucional do Congresso.
Mas pode ser que esse benefício não dure muito. Pois o presidente da Câmara perdeu totalmente a compostura e ultrapassou os limites éticos e protocolares que um chefe de Poder deve manter com a Presidência da República. Não se limitou a refutar as declarações do delator Júlio Camargo. Falando aos jornalistas logo após a divulgação dos termos da delação colhida em Curitiba pelo juiz Sergio Moro, Cunha acusou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de ter obrigado o depoente a mentir:
 “É muito estranho, às vésperas da eleição do procurador-geral da República e de pronunciamento meu em rede nacional, que as ameaças ao delator tenham conseguido o efeito desejado pelo procurador, ou seja, obrigar o delator a mentir”. E acrescentou, tentando transformar todo o Parlamento em vítima de uma armação do Planalto: “É tudo vingança do governo. Parece que o Executivo quer jogar sua crise no Congresso”.
A estratégia de defesa de Eduardo Cunha é clara. Tenta politizar a questão de seu envolvimento com a Lava Jato e desacreditar as investigações, atribuindo-as ao interesse do Planalto de afastá-lo do comando da Câmara dos Deputados. Essa estratégia, contudo, parece destinada ao malogro por estar na contramão do esforço nacional para o fortalecimento das instituições. 
Afinal, é justamente no contexto do saneamento moral e político da República que se encaixa a Operação Lava Jato, agora também no âmbito da Suprema Corte, responsável pela apuração dos fatos em que estão envolvidos políticos que têm direito a foro privilegiado.
A Operação Politeia, primeiro passo das investigações sob o controle do STF, é uma demonstração clara de que o Executivo, como tem argumentado o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não tem como intervir diretamente no desenvolvimento das apurações: os 53 mandados cumpridos pela Polícia Federal que resultaram, por exemplo, na apreensão da coleção de carros de luxo do senador Fernando Collor foram assinados por três ministros da Suprema Corte.
Tudo indica, portanto, que Eduardo Cunha terá de se conformar com o curso da Lava Jato e com seu desfecho. É assim que a coisa funciona quando as instituições democráticas são mais fortes do que os arreganhos autoritários de maus políticos.


1 comentários

Cunha 'alerta' Temer sobre rumo das investigações

Em uma conversa com o vice-presidente Michel Temer na quinta-feira passada, Eduardo Cunha disse que, pelo rumos que as investigações da Operação Lava Jato têm tomado, ele não se surpreenderia se o nome de Temer aparecesse em uma das delações premiadas. 
 
 
Cunha teria feito um comentário genérico, sem vincular o nome do vice a nenhuma delação específica. Temer estará nos Estados Unidos na segunda e terça-feira, onde vai proferir palestras a empresários em Nova York. 
 
 
 
Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasília

Juiz não deve silenciar acusados, diz Sérgio Moro

O comunicado do juiz foi feito em resposta às críticas que lhe foram feitas pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado por um delator da operação de ter exigido propina de US$ 5 milhões



 
O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Operação Lava Jato, divulgou ontem nota por meio da qual afirma que "não cabe ao Juízo silenciar testemunhas ou acusados na condução do processo".





O comunicado do juiz da Lava Jato foi feito em resposta às críticas que lhe foram feitas pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado por um delator da operação de ter exigido propina de US$ 5 milhões.




"A 13.ª Vara de Curitiba conduz ações penais contra acusados sem foro privilegiado em investigações e processos desmembrados pelo Supremo Tribunal Federal. Não cabe ao Juízo silenciar testemunhas ou acusados na condução do processo", diz Moro na nota.







O peemedebista, que é um dos alvos de inquérito da Lava Jato no âmbito do Supremo Tribunal Federal - corte que detém competência para processar parlamentares -, afirmou ontem que Moro não poderia ter tomado depoimentos de investigados que citam autoridades com foro privilegiado - caso dele próprio. "O juiz Sérgio Moro se acha o dono do mundo", declarou o presidente da Câmara, revoltado com o relato do lobista Julio Camargo, na tarde de anteontem ao juiz federal.


Pressão
Um dos delatores da Lava Jato, Julio Camargo afirmou que foi pressionado por Eduardo Cunha, que teria exigido propina de US$ 5 milhões, em 2011, durante um encontro em um prédio comercial no Leblon, na zona sul do Rio.
Na audiência em que o delator foi ouvido, Moro não o interrompeu quando falou de Cunha porque a ação sob sua responsabilidade tem como réus outros personagens do caso que não detêm foro especial.


Os investigadores da Lava Jato assinalam que o próprio STF, atendendo a pedido da Procuradoria-Geral da República, autorizou o desmembramento das investigações em relação aos investigados sem foro especial.


Em despacho de 31 de março ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), Sérgio Moro faz menção ao termo de delação número 13 do doleiro Alberto Youssef perante a Procuradoria-Geral da República. Youssef cita o parlamentar.


No termo de delação 13, o doleiro disse ter sido informado que Julio Camargo recebeu a incumbência de repassar "porcentual (de propinas) que se destinava a pagamento de vantagem indevida a integrantes do PMDB, notadamente o deputado federal Eduardo Cunha".


Esse depoimento faz parte da ação penal aberta contra o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque e o próprio lobista Julio Camargo, além de outros 24 investigados por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção.


Moro destacou que o chefe do Ministério Público Federal, Rodrigo Janot, "requereu expressamente ao Supremo o desmembramento processual, para permanecer ali apenas a apuração da prática de crime pelo deputado federal Eduardo Cunha, e com remessa de cópia do depoimento a este Juízo para processamento dos restantes, que é exatamente o objeto da presente ação penal".


"Não há como falar em usurpação da competência do Supremo Tribunal Federal em vista da expressa decisão daquela Corte desmembrando o processo", escreveu Moro, na ocasião.



Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília


Comentário 

Celso

PRECISAMOS DE MAIS JUÍZES COMO ESTE, NOSSO BRASIL ESTA CONTAMINADO DE LADROES DO DINHEIRO DO DO POVO., E QUEM SÃO ELES?
0 Gostei0 Não gostei

Parlamentares já pedem afastamento de Cunha

Parlamentares ligados ao governo ou que têm se posicionado contra a atuação de Eduardo Cunha na presidência da Câmara defenderam ontem o afastamento do peemedebista da função, em consequência da acusação de que teria pressionado o lobista Julio Camargo a lhe pagar US$ 5 milhões em propina do esquema de corrupção na Petrobrás. A informação foi dada pelo próprio Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato.



O vice-líder do governo na Câmara, Sílvio Costa (PSC-PE), aproveitou os jornalistas reunidos na Casa, logo após uma entrevista coletiva de Cunha, pela manhã, para expor sua posição. "Peço o afastamento temporário de Cunha pela tranquilidade do Parlamento", disse. O deputado afirmou que vai procurar juristas para saber se "cabe um impeachment" do peemedebista.


'Desapego'
Depois de explicar que falava por si, e não pelo governo, Costa disse que Cunha "perdeu as condições morais de ficar à frente da Câmara", mesmo tendo a seu favor a presunção legal de inocência. Para o vice-líder, se afastasse do cargo, o peemedebista mostraria que "não tem apego ao poder".


Costa afirmou que a Câmara destituiu Severino Cavalcanti (PP-PE) do cargo por "muito menos". Em 2005, Cavalcanti renunciou em meio a denúncias de recebimento de um "mensalinho" pela concessão de um restaurante da Casa.


Além do vice-líder do governo, a bancada do PSOL defendeu a mesma medida. Em nota intitulada "Eduardo Cunha deve se afastar", o partido disse ser "inaceitável que se confundam denúncias feitas contra Eduardo Cunha e Renan Calheiros (do PMDB alagoano e presidente do Senado) como um ‘ataque ao Congresso Nacional’".


"Cada parlamentar e seu partido têm que responder pelas acusações que eventualmente sofram. Eduardo Cunha não tem direito de confundir suas posições e ódios com a função que ocupa institucionalmente de presidente da Câmara dos Deputados", afirmou a nota do PSOL, cujos deputados estão entre os que mais se opõem à pauta tocada pelo peemedebista em sua gestão na Casa.


"A confusão deliberada que Cunha produz, à guisa de defesa, evidencia sua incompatibilidade entre a função de presidente da Casa, que exige equilíbrio e postura de magistrado, e a condição de investigado na Operação Lava Jato."


Na nota, a bancada do PSOL disse que, "não havendo expectativas no gesto de grandeza que seria ele próprio licenciar-se temporariamente", os parlamentares do partido seguirão fazendo essa cobrança.


Fonte: Estadão Contudo  Jornal de Brasília

10 motivos para toda mulher NÃO ser feminista . (Frases horriveis, pensamentos piores ainda!!)


Sempre que critico o pensamento de manada feminista e a forma como as feministas impedem a mulher de pensar e se expressar livremente, sou atacada. 


Muitas feministas dizem que não conheço o feminismo, que eu deveria estudar para entender o feminismo de verdade. Outras dizem que só voto, estudo e me expresso hoje por causa do feminismo, demonstrando a total ignorância da participação da Igreja e do movimento conservador nas conquistas que elas juram ser ganho exclusivo do movimento feminista. 

Por isso tudo resolvi juntar algumas frases de autoras feministas que resumem bem os motivos pelos quais não sou e jamais serei feminista - ou que qualquer mulher de bom senso deveria levar em conta antes de se denominar adepta do feminismo. 







1 - "Homens que são acusados injustamente de estupro podem, às vezes, aprender com essa experiência." - Catherine Comins


2 - "No patriarcado, todo filho de uma mulher é seu potencial traidor e também inevitavelmente o estuprador ou explorador de outra mulher." - Andrea Dworkin

3 - "Todo ato sexual, e mesmo o sexo consentido entre um casal no matrimônio, é um ato de violência perpetuado contra a mulher." - Catherine MacKinnon

4 - "Chamar um homem de animal é elogiá-lo. Homens são máquinas, são pênis que andam." - Valerie Solanos

5 - "Todos os homens são estupradores, e isso é tudo que eles são." - Marilyn French

6 - "Quando uma mulher tem um orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão." - Sheilla Jeffrys

7 - "Eu sinto que odiar os homens é um ato político honrado e viável." - Robin Morgan

8 - "Uma mulher que faz sexo com um homem, o faz contra a sua vontade, mesmo que ela não se sinta forçada." - Judith Levine

9 - "Quero ver um homem espancado e sangrando, com um salto alto enfiado em sua boca, como uma maçã na boca de um porco." - Andrea Dworkin

10 - "O homem é um animal doméstico que, se tratado com firmeza, pode ser treinado e fazer algumas coisas." - Jilly Cooper

E um 11º motivo, um bônus, escrito por mim mesma: 


Feminismo é o ato de difundir o sexismo e o ódio, chamando isso de igualdade.

E não deixe de acompanhar nossa página no facebook: Garotas Direitas



Comentários:




Gente, que fim levou isso? O amor entre um homem e uma mulher?

Lula pede anulação de denuncia e punição do Procurador de Justiça que o denunciou



Isso mesmo, a defesa de Lula entrou com um pedido de apuração da conduta do procurador de Justiça do DF, Valtan Timbó Mendes Furtado, que é o autor da denuncia, ou Procedimento de Investigação Criminal (PIC), contra Lula por tráfico de influência que o ex-presidente do Brasil teria promovido em favor da empreiteira Odebrecht.



O Instituto Lula divulgou uma nota na ultima sexta (17), informando que a defesa de Lula pediu à Corregedoria do MP para que as investigações contra Lula sejam anuladas por serem irregulares.
‘nulidade de inquérito irregular à Corregedoria do Ministério Público’

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA DO INSTITUTO LULA

NOTA À IMPRENSA

Defesa de Lula pede nulidade de inquérito irregular à corregedoria do MP
São Paulo, 17 de julho de 2015,


O Instituto Lula tem colaborado e prestado todas as informações solicitadas pela procuradora Mirella de Carvalho Aguiar. Mas diante do espanto da abertura de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC), sem nenhum indício de crime, e isso está nos despachos dos procuradores, e pelas diversas irregularidades na abertura do PIC, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram nesta sexta-feira (17) uma reclamação disciplinar ao Conselho Nacional do Ministério Público, para requerer apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado, autor do pedido de abertura do PIC contra o ex-presidente.


A representação pede a suspensão do inquérito, abertura de sindicância e processo administrativo disciplinar referente às atitudes de Furtado. De acordo com os advogados, houve “violação dos deveres funcionais” por parte do procurador, que, ao interferir na apuração preliminar conduzida pela procuradora titular Mirella de Carvalho Aguiar, desconsiderou prazos e instâncias do próprio Ministério Público, além de ignorar a manifestação de defesa de Lula.


Com informações: Diário do Poder

Cunha da 10 dias para Bolsonaro atualizar pedido de Impeachment de Dilma






Dilma pode estar mais próximo do que se imagina de ter um fim semelhante ao de Collor na presidência do Brasil.



As informações foram dadas em primeira mão pelo colunista da Veja, Felipe Moura Brasil, anexando a um de seus posts no portal da Veja o oficio enviado por Eduardo Cunha à Jair Bolsonaro, para que o deputado atualize seu pedido de impeachment contra Dilma, dando 10 dias para que Bolsonaro apresente novamente o pedido, devidamente atualizado, conforme o regimento interno da Câmara e a lei 1079/50.
Veja o ofício abaixo:
Cunha Bolsonaro 2
Segundo Felipe M. Brasil, ele conversou com Bolsonaro por telefone sobre o assunto, e foi informado pelo próprio deputado que Cunha está entrando em contato com todos os parlamentares que protocolaram pedidos de impeachment contra Dilma para que eles atualizem seus pedidos com fatos novos e os adequando às normas da casa para que sejam avaliados já no início do próximo mês.



Cunha rompe com governo, parte para a oposição e não deve mais vetar pedidos de impeachment




Segundo informa o portal Diário do Poder, Cunha oficializará nesta sexta-feira (17) o rompimento com o governo.


Cunha demonstra que falou sério quando prometeu retaliar o governo caso o Planalto não impeça que seu nome seja denunciado na Operação Lava-Jato depois de ser citado pelo lobista Júlio Camargo como tendo cobrado US$ 5 milhões em esquema de propinas.


Após a divulgação da delação de Camargo, Cunha, presidente da Câmara, se reuniu com Michel Temer, chefão do PMDB, vice-presidente da Republica e articulador político do governo Dilma. Durante o encontro, Cunha deixou claro que se as delações do lobista comprometedoras a sua pessoa sejam levadas a diante e seu nome seja denunciado no processo da Lava-Jato, o governo sofrerá as consequências.



A ida de Cunha, explicitamente, para a oposição, pode significar uma derrocada muito delicada para Dilma, já que desde o início do mandato diversos pedidos de impeachment foram protocolados na Câmara, mas o presidente, antes Henrique Alves, agora Cunha, não deixou o processo seguir a diante. Fato que não deve mais acontecer.



Entenda porque Cunha é quem pode livrar ou facilitar a deposição de Dilma
Qualquer pessoa pode encaminhar ao Congresso Nacional uma denúncia de crime de responsabilidade. No entanto, cabe ao presidente da Câmara dos Deputados julgá-la procedente e abrir uma comissão especial para analisar o pedido. (Com informações Diário do Poder e UOL notícias)

Guia politicamente incorreto de sobrevivência no ensino superior - parte 3 "A feminazi é um ser mitológico que se alimenta das lágrimas masculinas. Na teoria, a feminazi diz defender a igualdade entre os sexos, mas, na prática, defende a superioridade do sexo feminino".


Seguindo nosso Guia politicamente incorreto de sobrevivência no ensino superior, hoje falaremos dos tipos de militantes que você encontrará na universidade e como lidar com eles. Lembrando que esse guia é politicamente incorreto, então, por favor, não perca seu tempo me chamando de preconceituosa, careta, coxinha e etc.

 

A feminazi

A feminazi é um ser mitológico que se alimenta das lágrimas masculinas. Na teoria, a feminazi diz defender a igualdade entre os sexos, mas, na prática, defende a superioridade do sexo feminino. 



Possui um ódio profundo por tudo que tenha qualquer conotação masculina, pois atribui ao homem a culpa de todos os problemas de suas vidas. Assim como os nazistas, feminazis são extremamente dogmáticas e intolerantes com aqueles que discordam delas. Rejeitam a participação dos homens em debates e, apesar de se dizerem defensoras da liberdade das mulheres, atacam qualquer mulher que discorde delas.




Dizem querer igualdade, mas esperam tratamento especial às mulheres. Usam o sexo feminino para justificar sua preguiça, vitimismo, e traumas psicológicos. Para elas, discriminação contra mulheres é sexismo, mas discriminação contra homens é igualdade. 



Acreditam que todo homem é um estuprador em potencial, e acham que o conceito de estupro é absurdamente elástico (por exemplo: olhar pra ela pode ser estupro). A espécie passa horas de seu dia defendendo o aborto e geralmente tem sovacos e pernas cabeludos, cabeça meio raspada (ou cabelos despenteados), roupas vulgares e piercings. Para entender melhor essa espécie, conheça algumas de suas frases aqui.

Exemplo da tolerância feminazista.
Como lidar?
Não espere nada racional ou lógico vindo de uma feminazi. Também não espere que ela saiba separar um debate de idéias de uma conversa pessoal. Ela vai levar tudo para o lado pessoal, de modo extremamente emocional. Todos os seus comentários serão considerados sexistas, ofensivos e inapropriados. Então, se uma feminista iniciar um debate você tem algumas opções: mantenha a calma, finja-se de morto ou, se for homem, você pode dizer que por dentro é mulher trans, pois aí ela não pode te oprimir e deve te deixar pensar e dizer o que você quiser.




Tentar alertá-las para a diferença entre direitos iguais e superioridade feminina não funcionará. Não importa qual seja o seu argumento, ela sempre dirá que você discorda dela por ser homem, ou por ser uma mulher machista. Para entender melhor a forma violenta como a feminazi age e sua nova tática para desqualificar argumentos contrários, vale a leitura desse artigo.

 

 

O hippie-vegano

O hippie-vegano atribui todos os males do mundo à desconexão do homem com a natureza. Ele vê o homem como uma espécie predadora que viola os direitos dos pobres animaizinhos. É esse o seu objetivo de vida: garantir os direitos dos animais. O hippie-vegano acredita que quem come animais pratica um preconceito chamado "especismo". Apesar de serem esquisitos, os hippies-veganos geralmente são pacíficos. O problema mesmo é quando além de serem veganos, eles assumem a postura de chatológicos.




Nesse nível o hippie-vegano não apenas não quer que as pessoas comam carne, mas quer fazer com que o mundo todo mude e só faça o que ele acha "sustentável". Aí eles têm idéias geniais como acabar com super-mercados para que cada um tenha uma horta em casa e produza seus próprios alimentos, ou abolir os carros. Idéias maravilhosas, né? Só pode da certo. Seu habitat natural é um cantinho sujo onde ele possa sentar com outros hippies-veganos e fazer "arte" de miçangas pra vender.
Essa é a idéia do vegano.
“Nossa, você está comendo esse frango só porque ele não é humano? Isso é preconceito com frangos. Eles também sentem. Coitado do frango. Você é opressor e vai destruir nosso planeta.” - Hippie-vegano

Como lidar?
É relativamente fácil lidar com o hippie-vegano: basta não aceitar o artesanato que ele vende.

 

O maconheiro

O maconheiro é um ser curioso, que se julga muito descolado e que crê que todos os problemas do mundo serão resolvidos com a liberação da maconha, quando não de todas as drogas. Estão sempre cheirando à maconha, com um cigarro no bolso, outro na boca, outro no umbigo, e onde mais couber. O maconheiro tem aversão à polícia e fica com medo até de ambulância (afinal, tem sirene). 



A espécie possui olhos eternamente vermelhos (que muitas vezes tenta disfarçar com óculos escuros), dreads no cabelo, e costuma pedir 2303490 salgados na cantina para matar a larica. O maconheiro fuma há 30 anos, todos os dias, e acredita que não está viciado. Também acredita que a maconha não influencia em nada sua capacidade de raciocínio, mas, quando tenta explicar os motivos, ele esquece do que estava falando. Seu habitat natural varia entre algum cantinho onde possa fumar em paz, a marcha da maconha, e ocasionalmente a favela onde compra a droga.


O maconheiro usa "só" sempre que o raciocínio falha.

Como lidar?
O maconheiro normalmente está ocupado demais fumando, então não gosta de debater. Mas se o assunto for polícia no campus, se prepare, pois ele virá com tudo. Ele também debate, é claro, a legalização da maconha, com o famoso argumento de que maconha é menos pior do que álcool e cigarro. Para vencer o debate basta usar palavras difíceis e frases longas, pois isso deixará o maconheiro confuso, e ele irá finalizar a conversa dizendo "sóóó". 

 

 

O ateu fanático

O ateu fanático não está feliz em ser ateu, ele tem que abrir os olhos do mundo para os "males da religião". Todo e qualquer problema do mundo pode ser atribuído ao fato de que a religião criou dogmas que levaram as pessoas a agirem e pensarem do modo errado. Eles adoram ofender cristãos, mesmo que nunca tenham lido a Bíblia (nem sequer assistiram aqueles desenhos do SBT sobre Jesus). Dawkins é o Papa/deus dos ateus fanáticos, portanto, a maior ofensa do mundo é falar mal dele.
Dawkins: o Papa/deus dos ateus militantes.

Como lidar?

Essa espécie adora debater, provocar, e encher o saco. Seus argumentos são sempre cheios de "ciência" que sai na Superinteressante. O ateu fanático chama religiosos de doentes, mas não conhece a Bíblia e nem a doutrina cristã, o que o leva a falar muita besteira. Esse é um desafio grande ao debater com ateístas: não se irritar com sua ignorância completa sobre religião.




Você pergunta se ele leu a Bíblia e ele dirá que não, pois é um livro de fábulas teístas. Então você pergunta como ele pode criticar o cristianismo sem conhecê-lo e ele dirá que o cristianismo é baseado em falácias. E seguirá nesse eterno loop de ignorância e intolerância. Para saber mais sobre o que esperar de um ateu militante, indico esse texto.

 

 

 

O isentão

Confesso que esse é meu tipo preferido de militante. O isentão é engraçadíssimo, pois a base de tudo que ele defende é não defender nada, quando o que ele faz na realidade é defender a esquerda enquanto assume o rótulo de "equilibrado". A diferença básica entre o isentão e o esquerdista é que o esquerdista assume o rótulo e fala abertamente que é de esquerda, enquanto o isentão diz que é "de centro".





O isentão adora falar, com ares de poesia, que não é de direita, nem de esquerda, é pra frente. Ele não é contra, nem a favor, não nega, nem confirma, e também não é petista mas... E depois do "mas", vem uma defesa ferrenha de tudo que a esquerda defende. O isentão representa um tipo novo de militante esquerdista, que acredita ser neutro. Ele foi tão doutrinado que não consegue sequer conceber que seja doutrinado. 
O slogan do isentão foi muito utilizado nos protestos de 2013.

Como lidar?
O isentão não gosta de debates. Ele gosta de frases de efeito, e se você argumentar ele dirá algo como "você tem direito de pensar assim, eu respeito, mas discordo". Tudo isso porque o isentão não tem profundidade teórica, e tem vergonha de defender abertamente a revolução, pois na maioria das vezes ele vem de família rica e adora usufruir das maravilhas do capitalismo.





Para vencer um debate com ele, primeiro é preciso mostrar-lhe que ele está defendendo a esquerda, ainda que não consiga perceber isso. Em seguida, você deve seguir os mesmos passos de um debate com o esquerdista: mostrar as falhas de pensamento e incongruência com a realidade. Em suma, é preciso ter paciência, mas o isentão não é um caso perdido, pois ele ainda tenta apelar ao bom senso (ainda que não saiba direito o que é bom senso).

 

 

O Zé-DCE

O militante de DCE é uma espécie que adora Marx, mesmo que a maioria nunca tenha, de fato, lido Marx. Mas ele ouviu o que o professor esquerdista falou de Marx, e pra ele isso basta. Ele acredita que a revolução está chegando, e depende dele fazer com que ela aconteça. Para mudar o mundo, ele precisa conquistar o DCE, pois a partir daí ele terá poderes supremos para salvar a humanidade das garras do capitalismo. 




Ele não estuda, e raramente aparece na aula, exceto quando é pra pedir para "dar um recadinho" que vira uma palestra enorme sobre como a Universidade é elitista e capitalista, e como ele tem a receita perfeita para mudar isso. Há várias facções dentro desse grupo de militantes, como o Juntos, a juventude do PT, a juventude do PC do B, a juventude do PSOL, juventude do PSTU, e toda variação de juventude partidária.




Curiosamente, apesar do termo "juventude" ser usado por eles, o Zé-DCE geralmente não é jovem, pois muitos são pagos pelos partidos para serem "universitários profissionais", e permanecem na universidade pra sempre, seja trocando de curso ou reprovando em tudo.




A formatura não é o objetivo do Zé-DCE na universidade, mas sim a conquista do DCE para depois fazer a revolução. Para encontrar o Zé-DCE você deve procurar em seu habitat natural, que é o protesto, a ocupação e a greve --- basicamente, qualquer muvuca que reclama do capitalismo opressor. Cuidado, pois em época de campanha para o DCE esse militante se torna especialmente arisco.
Temos aqui vários Zé-DCE em seu habitat natural.

Como lidar?
Nas raras ocasiões em que vai à aula, o Zé-DCE quer "fomentar o debate", o que significa na verdade falar o que ele pensa para doutrinar os coleguinhas o máximo possível. Suas pautas são as típicas do militante esquerdista: aborto, desmilitarização da polícia, fim do capitalismo, e revolução já.



O Zé-DCE é simpático a todos os outros militantes aqui citados: é, ao mesmo tempo, vegano, feminazi, maconheiro, isentão e etc. Ele acha que essas pessoas são todas oprimidas, e, por isso, seu trabalho é defendê-las. Para essa espécie, não existe verdade, exceto se você discordar das idéias dele, pois ele está sempre certo. Não importa qual seja o seu argumento, ele dirá que isso é "relativo", e que essa é "a sua verdade", que você só pensa assim porque é elitista e foi envenenado pela mídia capitalista.



Mas vale a pena conhecer as idéias deles, para saber como refutá-las, mostrando para os colegas o quão nonsense e contraditória as idéias do Zé-DCE são.




Apenas esteja preparado, tanto intelectualmente quanto psicologicamente. Sim, psicologicamente. Por quê? Por que o Zé-DCE as vezes pode ser violento. Conheço amigos que receberam ameaças de morte por serem de direita e debaterem em sala. Esteja atento e, caso receba ameaças, torne-as públicas: registre ocorrência junto à polícia, procure a coordenação do seu curso, poste no facebook e em demais redes sociais.



Não se cale, pois é justamente isso que o Zé-DCE quer. Também entenda bem o que esse militante pensa. Para tanto, você deve conhecer as idéias de Marx e dos pós-marxistas. Faça o que o Zé-DCE não faz, e estude. Para entender melhor o tema, aconselho a leitura desse artigo.

 

Mas de onde sai isso?


É muito difícil conviver com esses vários tipos esquisitos. Mas a maioria dessas pessoas não era assim quando entrou na universidade. Então, de onde sai isso? O que as transforma e as torna assim? Amanhã falaremos sobre alguns valores defendidos por eles, que te ajudarão a entender de modo amplo o embasamento do pensamento dessas pessoas, e como não se deixar contaminar por isso. Até amanhã!

BLOG Garotas Direitas

Espécies que entraram recentemente em extinção






Escrito por steve johnson | Traduzido por andre trapani possignolo





Espécies que entraram recentemente em extinção
Existem muitos animais à beira da extinção, das regiões mais quentes às mais frias


Jupiterimages/Photos.com/Getty Images
Há milhares de anos os animais vêm evoluindo em novas espécies, que ou evoluem novamente ou desaparecem. Apesar de a extinção ocorrer naturalmente, algumas vezes ela é causada pela intervenção humana, na maioria dos casos devido à destruição do habitat, o que gera a escassez de alimentos e a devastação dos lares. 


Desde 2008, existem mais de 600 espécies de animais em perigo de desaparecer -- como aconteceu com os dodôs, mamutes e dinossauros.

Kipunji

O kipunji -- ou Rungwecebus kipunji -- é uma espécie de macaco descoberta em 2003 endêmica da Tanzânia. Em 2006, descobriu-se ser um novo gênero de macaco após mais de 80 anos do último descoberto. Hoje em dia, este animal, junto com outras 25 espécies de macacos, estão à beira da extinção. Assim como a de outros animais, como o tigre (Panthera tigris), o desmatamento ilegal e caça furtiva ameaçam sua sobrevivência.

Íbis-eremita

O íbis-eremita, ou Geronticus eremita, é um pássaro encontrado no Marrocos e na Síria. A quantidade de animais diminuiu rapidamente de ano em ano desde meados da década de 90. Estes pássaros migam duas vezes ao ano atravessando oito países -- um fator que torna difícil a a prevenção da extinção.

Elefante-da-savana

Desde 2011, o elefante-da-savana -- ou Loxodonta africana -- é o maior mamífero terrestre do planeta, podendo ser encontrado em 37 países ao sul do deserto do Saara. Ele se tornou extinto em algumas regiões, mas apareceu em outras, isto devido às suas habilidades de sobrevivência em habitats diferentes. Assim como outros tipos de elefante, o elefante-da-savana é alvo da caça -- geralmente ilegal e com destino à venda. Entretanto, para dar às comunidade um meio de sustentação, a caça foi permitida em alguns países como a Namíbia, o Zimbábue e a Botsuana. Apesar de a espécie estar estável, uma leve diminuição em sua população poderia levá-lo de volta à zona de perigo.Resultado de imagem para elefante da savana

Priolo

O priolo, ou Pyrrhula murina, é um tipo de ave nativo dos Açores, em Portugal. O declínio de sua população ocorre, principalmente, devido ao desmatamento das florestas e à invasão de plantas que ameaçam as fontes de alimento do animal. Existem esforços para limpar seu habitat da flora invasora, contudo, pode levar algum tempo até que se consiga estabelecer uma população saudável destas. O pássaro encontra-se criticamente ameaçado desde 2005.