sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

EXPLOSÃO PÚBLICA DE MAIKA… A MULHER DE DELCÍDIO!

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Direto e reto: Merval Pereira acaba de publicar no Jornal eletrônico de O Globo…


Maika, mulher do senador Delcídio do Amaral, tem desabafado nos últimos dias sobre a condição financeira da família. Garante que se quebrarem o sigilo bancário do marido, só encontrarão dívidas. Reclama do abandono em que Delcídio se encontra, e relembra situações extremas em que ele teve com a presidente Dilma acaloradas discussões sobre as conseqüências da Operação Lava-Jato.


Em uma delas, no dia da prisão do empreiteiro Marcelo Odebrecht, teria dito em uma reunião de líderes que o governo tinha que ter muito cuidado com ele, pois fora um aliado importante. Terminada a reunião, a presidente pediu que permanecesse na sala e reclamou do tom de seu comentário.


“O que você quis insinuar?”, interpelou a presidente, ao que Delcídio, de acordo com o relato de sua mulher, teria lembrado à presidente o papel importante que a Odebrecht teve no financiamento da campanha presidencial, tendo inclusive pagado ao marqueteiro João Santana com dinheiro de uma subsidiária em Angola. Ao que Dilma teria reagido: “Isso é problema do Lula. Ele que resolva”. 

Delcídio então retrucou, segundo a versão de Maika: “Não senhora, a campanha era sua, é sua a responsabilidade”.

Maika diz para quem quiser ouvir que tudo que Delcídio fez foi a mando de Lula e Dilma.

A delação premiada de Delcídio promete…


http://blogs.oglobo.globo.com/merval-pereira/post/tudo-mando-de-lula-e-dilma.html
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Quem é o animal?



IMPORTANTE.Nós, pais conservadores, estamos sendo ameaçados? Leiam a mensagem dos Revoltados on Line e tirem suas próprias conclusões.

Olhem bem a cara desses canalhas e lixos não recicláveis, que querem a todo custo passar por cima do poder da família. Ensinem o que quiserem para os filhos de vocês; NÃO PARA OS FILHOS DOS OUTROS.

Criança NÃO precisa falar ou saber sobre a MENTIRA da ideologia de gênero. Ela precisa é de qualidade no ensino para poder competir em igualdade com os demais países. Ensinar o Português e Matemática, de forma ostensiva e com qualidade de alto padrão, já seria um bom começo. Esperar o que de pseudos-professores, metidos a intelectuais? 



Miguel Nagib

Tenho o maior respeito pelos pais e mães que lutaram contra a introdução da ideologia de gênero nos planos de educação. Mas, se eles acham que venceram essa guerra, estão redondamente enganados.(Isso é uma ameaça?N.B)


 http://www.actuall.com/familia/educacion-moderna-el-video-que-se-rie-de-la-ideologia-de-genero/

A elite opressora brasileira que tira o pão dos pobres para comprar baixelas de prata para a Madame.


Macri assume presidência da Argentina em clima de tensão, ausência de Cristina Kirchner e atraso mais do que suspeito de Dilma.




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Maurício Macri, de 56 anos, assume nesta quinta-feira (10) a presidência da Argentina como primeiro líder da direita liberal a chegar ao poder pelas urnas. A promessa de Macri é mudar o modelo econômico adotado em doze anos de governos (peronistas) de centro-esquerda.


O presidente eleito fará o juramento no Congresso, mas sem a presença da atual presidente, Cristina Elisabet Fernández de Kirchner. Ela desistiu de comparecer à cerimônia depois de um pedido judicial de Macri para que seu mandato terminasse à meia-noite de quarta-feira e não no momento da posse, como estabelece a Constituição.


Macri recorreu à Justiça para dirimir uma disputa protocolar com Kirchner sobre o modo e o local da cerimônia de transferência. A disputa cerimonial aprofundou o confronto. “Vem uma mudança de época”, declarou Macri em 22 de novembro, quando derrotou no segundo turno o peronista de centro Daniel Scioli, apoiado por Cristina.


O papel estratégico do Estado, a substituição de importações e os subsídios sociais foram o eixo da política kirchnerista.


Desde a vitória, o líder da “Frente Mudemos”, que tem como aliada a União Cívica Radical (UCR), ressaltou seu rumo ideológico. Ele é defensor do livre mercado e dos investimentos estrangeiros, pretende recompor as relações com os Estados Unidos, abaladas durante o kirchnerismo.


Macri ainda designou para o gabinete ex-executivos da companhia aérea LAN, Deutsche Bank, Shell, Hewlett Packard, HSBC, Monsanto e Fundo Pegasus, entre outros.


Alfonso Prat-Gay, ex-diretor do JP Morgan, será ministro da Fazenda. Susana Malcorra, que trabalhou na Telecom e IBM, antes de ser chefe de gabinete do secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, será a chanceler.


Maurício Macri é um engenheiro nascido em uma família de imigrantes italianos, donos de um império de negócios. Ele estudou no exclusivo Colégio Cardenal Newman e graduou-se na influente Universidade Católica, foi executivo do Citibank e estudou em universidades dos Estados Unidos.


É casado com a empresária Juliana Awada, 41 anos, e tem três filhos do primeiro casamento, nenhum do segundo e uma filha pequena de seu matrimônio com Awada. Entrou para a política depois de presidir o Boca Juniors, um dos clubes mais populares da Argentina, em um período de muitos títulos da equipe.


A eleição de Maurício Macri estabeleceu um marco, pois na história argentina as eleições livres haviam registrado como vencedores candidatos do campo peronista ou radical social-democrata.


A discórdia
No dia 24 de novembro, Macri se reuniu com Cristina Kirchner na residência dos Olivos e anunciou que a transferência de poder aconteceria no Congresso. Porém, aliados do presidente eleito começou a suspeitar que as mobilizações nas ruas de apoio a Cristina poderiam resultar em atos hostis ou agressões.


A Constituição argentina estabelece que o presidente assume ao prestar juramento ante a Assembleia Legislativa no Congresso. Contudo, Macri pediu a atual presidente que entregasse o bastão, faixa presidencial e partitura da marcha militar “Ituzaingó”, atributos de comando, na Casa Rosada. Ela se negou e os dois chegaram a discutir por telefone.


Cristina disse que o presidente eleito faltou com o respeito a uma mulher. E, por fim, sua ausência da cerimônia foi confirmada.


Antes da era kirchnerista em 2003, as transferências de poder aconteceram na Casa Rosada, seguindo uma tradição histórica.


Enquanto essas brigas de bastidores acontecem, foi adiada a reativação de um mercado único de câmbios. “Acontecerá quando existirem as condições”, revelou Prat-Gay.


A venda de dólares é restrita. Acabar com o chamado ‘cepo cambiário’ foi uma promessa de Maurício Macri para 11 de dezembro, mas o Banco Central perdeu reservas de quase 10 bilhões de dólares desde setembro por pagamentos da dívida e compras de pequenos poupadores.


O presidente eleito afirma que o maior problema do país é a inflação, de 20% a 30% ao ano. O poder aquisitivo do salário foi mantido graças a uma lei de negociações sindicatos-empresas com reajustes de valor igual ou maior que a inflação.


O novo modelo de Prat-Gay é um acordo geral de preços e salários. Outra negociação acontecerá com o mediador judicial Dan Pollack em Nova York, pela disputa com os fundos especulativos (abutres).


A Justiça de NY decidiu contra Buenos Aires no pleito por 1,6 bilhão de dólares. Prat-Gay considera que é indispensável uma solução para retornar ao mercado financeiro global.


Malcorra ainda defende uma mudança ao pragmatismo na política externa. Ela admitiu que a Argentina poderia vender trigo ao Irã, apesar de Macri rejeitar qualquer acordo com Teerã. 


Ex-funcionários do governo iraniano são acusados por um violento atentado contra o centro judaico AMIA em Buenos Aires em 1994.


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Empresa brasileira cria aparelho que detecta o Zika vírus em 20 minutos




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Uma empresa brasileira desenvolveu um exame rápido capaz de fazer o diagnóstico do Zika vírus. O teste é similar a um teste de gravidez e foi aprovado em agosto pela Anvisa.

O exame ainda pode identificar outras duas doenças endêmicas: a chikungunya e a dengue.

Normalmente, o resultado do exame para identificação do Zika vírus demora 10 dias para sair. Com o teste criado pela Orange Life, o médico pode chegar ao diagnóstico final em apenas 20 minutos.

É preciso apenas uma pequena amostra de sangue do paciente, que é depositada em um pequeno bastão. A partir disso, o teste confirma ou descarta duas infecções causadas pela picada do mosquito, a dengue e febre chikungunya. Caso o exame dê negativo para as duas doenças e a pessoa continue a apresentar sintomas da zika, o médico pode fazer o diagnóstico a partir de outro produto criado pela empresa: o Smartreader.

“Embora as três doenças tenham sintomas parecidos, há características próprias de cada uma delas que, unidas aos exames, que nos permitem chegar a um diagnóstico por exclusão”, afirmou Marco Collovati, médico que idealizou o produto e presidente da Orange Life.

O dispositivo, parecido com um smartphone, assimila o resultado do teste rápido com os sintomas apresentados pelo paciente. Depois, ele gera uma pontuação que determina a porcentagem de risco de a pessoa estar com zika, dengue ou chikungunya.

“A lógica do aparelho é parecida com a do médico. Primeiro, ele precisa descartar o que é mais simples para chegar à doença complicada”, ressalta Collovati. “Ele faz isso a partir de uma conversa sobre os sintomas para depois aplicar o teste”.


O dispositivo também transmite os dados e o resultado dos exames rápidos em tempo real para a central de dados do Estado que utiliza o equipamento. Para isso, basta o médico introduzir o teste no aparelho que as informações são enviadas.

A Secretaria de Saúde da Bahia já usa o Smartreader em seus hospitais públicos desde março deste ano. De acordo com dados da empresa, o Estado registrou mais casos de zika do que Pernambuco. A Bahia contabiliza apenas 37 casos da má-formação, contra 646 casos suspeitos de Pernambuco.

Além de diagnosticar as doenças, o Smartreader faz um mapeamento e localiza os pontos de focos do mosquito a partir de dados do paciente, como endereço da moradia. Desse modo, uma política de rastreamento e prevenção pode ser criada para diminuir o número de casos.

“O Smartreader pode ajudar o governo a limitar o perímetro e atuar nele para que uma epidemia não se inicie”, define o médico.

Até o momento, mais de 120 cidades de Minas Gerais já estão utilizando o aparelho, conforme Collovati. Tanto o teste rápido quanto o aparelho não são vendidos ou disponibilizados diretamente para o público.

“As farmácias estão nos procurando para fazer um posto de atendimento rápido. Mas estamos aguardando a aprovação da Anvisa”, finaliza o idealizador.



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Alimentos e combustíveis ficarão mais caros, inflação explode e atinge maior nível desde 2003


Esse, o resultado de um país indo para o buraco em meio a um mar de lama cada vez mais sólido e cabuloso


A inflação oficial ao consumidor brasileiro superou dois dígitos pela primeira vez em 12 anos no mês passado, colocando ainda mais pressão para o Banco Central voltar a subir os juros básicos, mesmo em meio ao cenário de recessão da economia.

Em novembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 10,48 por cento em 12 meses, maior desde 2003 (11,02 por cento), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

O resultado está muito acima do teto da meta do governo, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou menos. Em outubro, o avanço acumulado havia sido de 9,93 por cento.

Só em novembro, o IPCA saltou 1,01 por cento, após avançar 0,82 por cento em outubro, acima das expectativas. Sob a pressão da alta dos preços de alimentos e de combustíveis, este é o nível mais elevado da inflação desde março (1,32 por cento) e o maior patamar para o mês em 13 anos (3,02 por cento).

“É um ano de pressão de custos de várias causas. Tivemos aumento forte do câmbio, da gasolina e do diesel. Quando se ouve falar em inflação alta, os formadores de preço acabam reajustando, mas ainda estamos longe ainda do que se viu na época da hiperinflação”, disse a economista do IBGE Eulina Nunes dos Santos.

Pesquisa da Reuters indicava alta mensal de 0,95 por cento em novembro, chegando em 12 meses a 10,41 por cento.


ALIMENTOS E COMBUSTÍVEIS
O grupo Alimentação e Bebidas foi o que mais subiu em novembro, com alta de 1,83 por cento, tendo o maior impacto, de 0,46 ponto percentual.

“O câmbio causa uma avalanche de aumentos de preços… presente nos adubos, fertilizantes e plantações. Há ainda o efeito das chuvas no sul do país e o frete mais caro com aumento do diesel, gasolina e pedágios”, explicou Eulina.

Os preços dos combustíveis, pelo segundo mês seguido, exerceram o maior peso individual depois de registrarem alta de 4,16 por cento em novembro, com impacto de 0,21 ponto percentual.

Somente a gasolina subiu 3,21 por cento no mês, e o etanol, 9,31 por cento, em decorrência do reajuste de 6 por cento nos preços das refinarias em vigor desde o dia 30 de setembro.

A inflação também continuou alta nos últimos meses após a disparada do dólar para perto de 4 reais. A alta dos preços levou o BC a endurecer o discurso e sinalizar possível aumento da Selic já em janeiro, após alguns meses de estabilidade da taxa básica de juros em 14,25 por cento.

“Esses números colocam lenha na fogueira e elevam a necessidade de novo ciclo contracionista da política monetária. Não descarto essa possibilidade diante da alteração na comunicação do BC”, disse a economista do CM Capital Markets Camila Abdelmalack.

Dentro do cenário de baixíssima confiança na economia, alimentado também pela crise política e ameaça concreta de impeachment da presidente Dilma Rousseff, as expectativas de inflação não param de piorar.

Segundo pesquisa Focus do próprio BC, que ouve semanalmente uma centena de economistas, a projeção é de alta do IPCA de 6,70 por cento em 2016 e de 10,44 por cento em 2015. Em ambos os casos, a inflação estouraria o teto da meta.

“Essa inflação corrente já está precificada para 2016, mas as correções podem estar atreladas ao movimento na taxa de câmbio e expectativa de reajustes de administrados”, completou Camila, da CM Capital Markets.

Para 2017, as contas são de que o indicador vai subir 5,10 por cento, acima do centro da meta oficial, também de 4,5 por cento, mas com tolerância de 1,5 ponto percentual. 

***(Com informações de Reuters/Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira)
(Via FCS)

Mais um encândalo gigante- PF investiga desvio de R$ 200 mi da transposição do São Francisco

11/12/2015

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta sexta (11), a operação Vidas Secas – Sinhá Vitória, para prender suspeitos de participar de um esquema de superfaturamento das obras de engenharia executadas para a transposição do Rio São Francisco. Segundo as investigações, empresários do consórcio OAS/Galvão/Barbosa Melo/Coesa utilizaram empresas de fachada para desviar cerca de R$ 200 milhões das verbas públicas destinadas às obras, no trecho que vai do agreste de Pernambuco à Paraíba. Os contratos investigados até o momento são de R$ 680 milhões.

Ainda de acordo com a PF, algumas empresas ligadas à organização estariam em nome de um um doleiro e um lobista investigados na Operação Lava Jato. Ao todo, serão cumpridos 32 mandados judiciais nos estados de Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia e Brasília, sendo 24 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de condução coercitiva e quatro mandados de prisão.

A transposição
Orçado em R$ 8,2 bilhões, o projeto, de iniciativa federal, tem o objetivo de garantir a segurança hídrica para 390 municípios dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, beneficiando aproximadamente 12 milhões de habitantes. Iniciada em 2006, a obra tinha orçamento inicial de R$ 4,5 milhões e, devido aos atrasos, teve o custo praticamente dobrado.  Segundo o Ministério da Integração Nacional, a demora na entrega dos trechos acontece devido à burocracia na escolha das empresas e na adaptação dos projetos iniciais.

Através da construção de quatro túneis, 14 aquedutos, nove estações de bombeamento e recuperação de 23 açudes existentes na região do Nordeste Setentrional, a transposição visa a beneficiar, com as águas do Rio São Francisco, 11 bacias da região com oferta hídrica per capita inferior à considerada ideal pela Organização das Nações Unidas (ONU).


Aproximadamente R$ 1 bilhão do total de investimentos está destinado para programas básicos ambientais. Segundo dados do mês de outubro, as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco apresentam 81% de execução física. Atualmente, há 10.141 trabalhadores contratados para atuarem no empreendimento. Para aperfeiçoar o gerenciamento, o Ministério da Integração Nacional implantou, em 2011, um outro modelo de monitoramento, licitação e contratação para os seis trechos de obras.


Obras da Transposição do São Francisco em Mauriti (CE) (Foto: Katherine Coutinho / G1)
Obras da Transposição do São Francisco  (Foto: Katherine Coutinho / G1)
(Via G1 e agências)

Em sessão que teve até tapas, beijos e pancadarias, Conselho de Ética adia decisão sobre Cunha


A decisão do Conselho de Ética sobre a abertura do processo de cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi adiado mais uma vez após uma sessão que teve até briga entre parlamentares.

Após a manobra de quarta-feira (9) do peemedebista para destituir o relator Fausto Pinato (PRB-SP), o conselho oficializou Marcos Rogério (PDT-RO) para a relatoria.

Em entrevista à imprensa, Marcos Rogério afirmou não ter medo de pressões e deixou claro que votará pela abertura do processo de cassação contra Cunha. “Os pressupostos de admissibilidade estão presentes. Não há surpresa. O mérito é outro debate, com respeito ao contraditório”, declarou.

Apesar de afirmar que deve votar pela admissibilidade do processo, Rogério disse que tem algumas divergências formais em relação ao relatório de Pinato, por isso só irá apresentar sua versão ao conselho na semana que vem.

Com isso, as discussões foram encerradas e adiadas pela sétima vez a votação. Novas sessões estão previstas para as próximas terça (15) e quarta-feiras (16), às 9h30 e às 14h30 em ambos os dias.

O Congresso entra oficialmente em recesso no dia 23, só retornando em 2 de fevereiro de 2016. Caso não haja convocação extraordinária do Congresso, e se o relatório não for votado até lá, durante todo esse período a tramitação do pedido contra Cunha é suspensa.

O deputado Pinato queixou-se das interferências de Cunha no conselho e afirmou que está disposto até a renunciar seu mandato no Conselho de Ética caso elas continuem. “Estou disposto a renunciar ao meu mandato porque não quero fazer parte dessa história”, afirmou.

Alan Marques/Folhapress
Os deputados Wellington Roberto (PR-PBà esq.) e Zé Geraldo (PT-PA) durante briga no Conselho de Ética
Os deputados Wellington Roberto (PR-PB, à esq.) e Zé Geraldo (PT-PA) brigam no Conselho de Ética 

BRIGA
A sessão desta quinta chegou até a ter briga entre deputados por causa dos constantes pedidos de ordem por parte da tropa de choque de Cunha, que acabam atrasando o trâmite das reuniões.

Após o deputado Zé Geraldo (PT-PA) afirmar que “a turma do Cunha” quer bagunçar a comissão, o deputado Wellington Roberto (PR-PB), aliado do presidente da Câmara, retrucou dizendo que “bagunceiro é você”. Os dois começaram uma discussão, se xingaram e chegaram a trocar tapas.

Eles foram contidos pelos colegas, e o presidente da comissão, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), interrompeu a sessão por alguns minutos.

Wellington Roberto negou ser da “turma de Cunha”.

“O presidente Eduardo Cunha não é membro desse conselho, quem está usando o regimento aqui são membros desse conselho, não o presidente Eduardo Cunha.”

O deputado Fausto Pinato queixou-se das intromissões do peemedebista no processo afirmou que está disposto até a renunciar seu mandato no Conselho de Ética caso as interferências continuem.

“Estou disposto a renunciar ao meu mandato porque não quero fazer parte dessa história”, disse.

CHICO ALENCAR
O Conselho de Ética ainda aprovou por 16 votos a 0 o arquivamento do processo que pedia a cassação do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

Apresentado pelo deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), um dos principais aliados de Eduardo Cunha, a representação apontava suspeita de uso irregular de verbas da Câmara, mas o objetivo político era retaliar o deputado do PSOL, um dos autores do pedido de cassação contra o presidente da Câmara.

Aliados do peemedebista podem recorrer da decisão do Conselho ao plenário da Câmara. Presente à sessão, Chico Alencar afirmou que não enfrentava uma representação, mas uma retaliação. E lembrou frase de Zagalo, campeão mundial e ex-técnico da seleção brasileira.
“Ninguém tem que me engolir ou me digerir, mas o nosso mandato será exercido da mesma maneira de antes, não há nenhuma perspectiva de intimidamento”, disse.
(Via Folha e agências)

“Coitada da Dilma gente” Presidente tenta se fazer de vítima após confirmação de condenação por ‘desvio e fraudes fiscais’


Fraudou, desviou, quebrou o país, fez o diabo e ainda se faz de vítima. Em mais um discurso pirado e mentiroso, Dilma fala como uma autêntica ditadora, de uma maneira populista enojante, como jamais vista na história deste país.

ASSISTA DILMA COM SUAS DESCULPAS APÓS CONDENAÇÃO



Dilma Rousseff se defende sobre as chamadas “pedaladas fiscais” e afirma nenhum crime cometi à frente do governo federal.


Vai fazer reunião no Diretório, Dilma


O Estadão noticia que Aécio Neves vai entrar com ação na Justiça para impedir que Dilma Rousseff "use espaços ou eventos públicos para se defender do processo de impeachment".


A gota d'água foi a reunião com mais de 30 "juristas", no Palácio do Planalto, que se manifestaram contra o procedimento previsto na Constituição.

Que esse tipo de picaretagem ocorra no Diretório Nacional do PT, lugar mais apropriado.

Atraso mais do que suspeito.Planalto nega ter atribuído atraso de Dilma a ministério da Defesa argentino

Desmentindo grupo Globo

Site, TV e jornais do grupo Globo são desmentidos pelo Planalto
Publicado: 10 de dezembro de 2015 às 18:22 - Atualizado às 18:42

Dilma perdeu o discurso no Congresso, mas acompanhou cerimônia na Casa Rosada. Foto: Roberto Stuckert Filho
A assessoria de imprensa da Presidência da República negou que tenha atribuído a culpa do atraso da presidente Dilma à cerimônia de posse do homólogo argentino à ausência de um decreto do Ministério da Defesa da Argentina que deveria dar prioridade para pouso a aviões de chefes de Estado. A informação foi divulgada amplamente em veículos das organizações.

De acordo com a assessoria do Planalto, a única informação que repassaram foi que a presidente ficou na fila para pouso e, aliada à antecipação da cerimônia de posse no Congresso argentino, a presidente não conseguiu participar, mas estava presente durante o evento na Casa Rosada, sede do Executivo daquele país. "Nós jamais poderíamos especular sobre um ministério de um outro país", disse uma assessora.


De acordo com controladores de voo ouvidos pelo Diário do Poder, mesmo sem a previsão de prioridade, é normal que o piloto da aeronave que leva o presidente de um país a pedir prioridade para pouso. "Sempre que possível o pedido é atendido prontamente", disse um deles.

Agenda Ambiental. Câmara Legislativa assina acordo com Ministério do Meio Ambiente


Implantação do Programa Agenda Ambiental
Publicado: 09 de dezembro de 2015 às 16:50 - Atualizado às 19:26

Programa tem objetivo de sensibilizar gestores para questões ambientais
A presidente da Câmara Legislativa (CLDF) Celina Leão (PDT) assinou na tarde desta quarta-feira (9) o Termo de Adesão entre a CLDF e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) para a implantação do Programa Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P).


O Programa Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P) foi lançado em 2001 pelo Ministério do Meio Ambiente com objetivo de sensibilizar os gestores públicos para as questões ambientais, estimulando a incorporação de princípios e critérios de gestão ambiental e suas atividades rotineiras.

A cidadania vai às ruas


Roberto Freire



No próximo domingo, 13 de dezembro, o país viverá mais um dia histórico. Indignados diante de tamanho desmantelo e corrupção, os brasileiros acordarão movidos por um dever cívico e moral: ir às ruas para se manifestar em favor do impeachment de Dilma Rousseff pela prática de crime de responsabilidade, tão bem caracterizado na peça acusatória formulada por Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal e que será analisada pelo Congresso Nacional.

Com o agravamento das crises econômica, política e moral, além da absoluta incapacidade do atual governo, o impeachment vem ganhando cada vez mais força no Parlamento e na sociedade. Evidentemente, trata-se de uma luta democrática que ultrapassa os limites do Legislativo e envolve toda a cidadania brasileira. Quase 70% da população, de acordo com os principais institutos de pesquisa, apoiam esta intervenção legítima e constitucional que afastaria Dilma do cargo.

O crescente isolamento da presidente, que demonstra sucessivamente sua falta de traquejo político e a total inaptidão para as funções que exerce, se revelou mais uma vez no novo embate entre PT e PMDB por ocasião da formação das chapas para a composição da comissão especial que examinará o pedido de impeachment na Câmara dos Deputados. O derretimento do governo Dilma é ainda maior do que se pensava, tanto que houve uma série de dissidências importantes de seu maior partido aliado – o que possibilitou à oposição reunir votos suficientes para derrotar a chapa alinhada ao Palácio do Planalto.

Entretanto, a suspensão do trâmite do processo até a próxima semana, por decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, é algo que merece a atenção das ruas, pois parece se tratar de uma interferência indevida do Judiciário no Legislativo. A Lei 1.079, de 1950, que trata do impeachment, já foi recepcionada pelo ordenamento jurídico de 1988 e aplicada por ocasião do impedimento do então presidente Fernando Collor, em 1992, inclusive com a participação do STF na presidência da sessão de cassação. A partir de agora, essa controversa suspensão do rito do impeachment também entra no foco de preocupação dos movimentos sociais que farão uma intensa mobilização popular nas ruas brasileiras, a começar do próximo domingo.

Outro fato dramático para o governo lulopetista é o rompimento do vice-presidente da República, Michel Temer, principal liderança nacional do PMDB, que escreveu uma carta à Dilma em que expressa todo o seu descontentamento em relação à forma como é tratado pela colega de chapa. O conteúdo da carta, irresponsavelmente tornada pública pelo Planalto, revela o que todos já sabiam. A relação institucional de Dilma com o vice não era entre dois iguais, ao contrário: a presidente sempre fez questão de diminuir o papel de Temer e o afastou das principais decisões políticas e econômicas do governo, relegando-o a uma função decorativa de mero coadjuvante. Além do desrespeito à figura de Temer, o próprio PMDB é desprestigiado e passa a ser tratado como “inimigo” do PT – o que acaba, naturalmente, por reforçar o movimento dos dissidentes em direção ao grupo pró-impeachment.

Os últimos dias foram determinantes para que o impeachment se estabelecesse, de uma vez por todas, como item prioritário da agenda nacional. As oposições, em conjunto com a sociedade organizada, deram um primeiro passo para pôr fim ao governo mais corrupto de nossa história republicana, mas ainda temos um árduo caminho pela frente. Somente com uma massiva participação da cidadania nas ruas de todo o país é que conseguiremos afastar Dilma e o PT da Presidência da República e iniciar a construção de um novo governo, mais decente, mais competente, mais sério e que mereça a confiança de cada um dos brasileiros.

As grandes manifestações deste domingo serão mais um passo decisivo na luta pelo impeachment. Em paz, com altivez e alegria, sem ódio e sem medo, em nome da democracia e em respeito à Constituição, chegou a hora de voltarmos às ruas e lutarmos por um futuro mais digno. O Brasil vai novamente mostrar a força da cidadania e de suas instituições, superará a crise, escreverá uma nova página de sua história e se encontrará, finalmente, com o seu destino. Vamos todos às ruas! Impeachment já!

Roberto Freire é deputado federal por São Paulo e presidente nacional do PPS 

Fraude na transposição. PF prende e arrebenta esquema na transposição do rio São Francisco


PF prende 4, realiza buscas e conduz 24 para depor sob vara
Publicado: 11 de dezembro de 2015 às 08:39


O esquema é acusado de fraudar as obras da transposição do rio São Francisco.
A Polícia Federal mobiliza 150 policiais, na manhã desta sexta-feira (11), para o cumprimento de quatro mandados de prisão e dezenas de condução coercitiva e de busca e apreensão, como parte das investigações de empresas que executam dois lotes das obras de transposição do rio São Francisco.
 A operação, realizada em vários estados e no Distrito Federal, desmantela uma organização criminosa acusada pela prática dos crimes fraude na execução de contratos e lavagem de dinheiro.


O combate à seca vai chegar aos cofres do PT?



Quatro presos na Operação Vidas Secas – Sinhá Vitória.

As investigações da PF apontam que empresários do consórcio formado por OAS, Galvão, Barbosa Melo e Coesa Engenharia utilizaram empresas de fachada, dentre elas as de Youssef e Assad, para desviar recursos que deveriam ser destinados à transposição do rio São Francisco, uma das maiores obras executadas pelo governo federal. 

Segundo a PF, os desvios teriam ocorrido no trecho da obra que vai do agreste de Pernambuco até a Paraíba.