domingo, 13 de dezembro de 2015

Milhares de pessoas vão à Esplanada protestar contra a corrupção.Seja mais um.

https://www.youtube.com/watch?v=Z7pFwsX6UVc

Inversão de valores.Como viver num país onde a vitima não pode se defender dos assaltantes?

Família de assaltante baleado afirma que vai processar vítima que reagiu ao assalto

09/12/2015 | 16h04min

Nessa última sexta-feira (04/12), o promotor de Justiça do Ministério Público de Campo Maior, Maurício Gomes, reagiu a uma tentativa de assalto quando chegava em um colégio, acompanhado da filha e da mãe para uma festa de confraternização.

Durante o ocorrido, o promotor baleou um dos assaltantes nas costas e o mesmo foi transferido por uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado para o Hospital de Urgência de Teresina. O outro meliante  fugiu e a polícia civil foi acionada. “Estamos em busca do outro bandido. Queremos dar a resposta o mais rápido possível”, afirmou o coronel  Raimundo Rodrigues, do 1º Batalhão da Polícia Militar.

Nesta terça-feira (08/12),  o assaltante baleado que foi identificado como Robson Diego (que inclusive tem uma tatuagem de matador de polícia nas costas), foi transferido para a Casa de Custódia. Por conta dos ferimentos, o meliante não consegue realizar o movimento das pernas. “Eu não sabia que ele era promotor, se eu soubesse não tinha nem roubado ele e nem encostado”, afirmou Robson ao sair da Central de Flagrantes em uma cadeira de rodinhas, com seus familiares.

Segundo informações, a família do bandido, já avisou que vai entrar com um processo contra o promotor, alegando que ele não agiu em legítima defesa, somente porque que os tiros foram nas costas. Sendo que o promotor apenas esperou o melhor momento para se defender e não colocar em risco a vida de sua filha  e mãe.

Faca na Caveira

Em Brasilia, está ficando bonito!

https://www.youtube.com/watch?v=Z7pFwsX6UVc

Demonstre, hoje, na frente do Congresso, que você ama o seu país.

https://youtu.be/Afe9x8F0Gj4
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Fachin entrou em campo para manter no cargo a mulher a quem deve o emprego

9/12/2015 às 0:38 \ Direto ao Ponto


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Por anos a fio, Luiz Edson Fachin foi simultaneamente procurador do estado e advogado com numerosa freguesia. A esse acúmulo de funções, proibido pela Constituição paranaense e, portanto, claramente ilegal, somou-se uma agravante inexplicável para quem não é provido do dom da ubiquidade: Fachin continuou a dar aulas na universidade. E o duplo emprego virou triplo.


Em numerosos artigos, entrevistas e discursos, o doutor em extravagâncias bacharelescas deixou claro seu menosprezo pelo preceito constitucional que garante a propriedade privada no Brasil. Nunca escondeu os laços afetivos com o MST, uma velharia comunista que não tem existência jurídica. E sempre defendeu enfaticamente a desapropriação de terras produtivas para fins de reforma agrária, sem o pagamento de indenização aos proprietários lesados.


Indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal por Dilma Rousseff, Fachin superou a sabatina no Senado com a ajuda militante do cabo eleitoral Álvaro Dias. Na discurseira em que se derramou em elogios e rapapés ao sabatinado, o parlamentar tucano advertiu os que lastimaram a deserção do até então combativo oposicionista: todos iriam arrepender-se quando Fachin começasse a agir no Supremo.


Nesta terça-feira, em decisão monocrática, o magistrado dos sonhos de Álvaro Dias suspendeu a comissão do impeachment que a Câmara começou a montar horas antes. A palavra final caberá ao plenário do tribunal, que examinará a pendência na próxima quarta-feira. Mas agora está claro que Fachin entrou em campo para manter no cargo a presidente a quem deve o emprego.


Na conversa gravada por Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró, o senador Delcídio do Amaral e seus comparsas exultam com a informação de que determinado caso seria julgado por Fachin. A interrupção do processo de impeachment ajuda a entender o entusiasmo da turma empenhada em desmoralizar a Operação Lava Jato, a força-tarefa de procuradores federais e o juiz Sérgio Moro.


Para devolver à condição humana ministros convencidos de que a toga transforma advogados em divindades, basta que os milhões de indignados retomem as ruas e mostrem claramente o que o país que presta pensa de gente assim. 


O Congresso fará a vontade do povo. O STF não ousará desafiá-la com atrevidas manifestações de gratidão ao padrinho. Ou madrinha.

Roberto Pompeu de Toledo: Tango argentino

12/12/2015
às 20:37 \ Opinião

Publicado na versão impressa de VEJA

Se era inevitável o pedido de impeachment, o que foi apresentado na semana passada é o menos pior para a presidente Dilma Rous­seff. Veio pelas mãos suspeitas do deputado Eduardo Cunha e ofereceu à presidente a oportunidade de confrontar sua ficha pessoal com o prontuário do deputado.


“Não paira contra mim suspeita de desvio de dinheiro público, não possuo conta no exterior nem ocultei a existência de bens pessoais”, disse. Se era inevitável para os anais do país que um pedido de impeachment viesse a recair outra vez sobre um ocupante da Presidência, na curta vida da Nova República, veio da pior forma.


Ficará registrado para a história que o deputado responsável por desencadeá-lo o fez por vingança e pelo desejo de embaralhar o jogo, em causa própria. Dito isso, está dada a partida para o verão da nossa desesperança, ao fim do qual:


1. Dilma é impichada. O vice Michel Temer assume e com ele chegam Renan, Sarney, Jader Barbalho, Jucá, Lobão, os generais da banda do nosso tão conhecido e inevitável PMDB. Das bordas do governo eles deslizam para o mais central dos centros, e implicados na Operação Lava Jato ficarão ainda mais representados no governo do que já estão. O último ato de cinismo do PMDB foi lançar um programa de governo tão auspicioso quanto situado a quilômetros de distância da política tal qual é praticada pelo partido. Nos diários recentemente publicados há um momento em que o presidente Fernando Henrique Cardoso teme a eleição de Paulo Maluf como seu sucessor. “Eles (Maluf e seu partido) não têm projeto. Então pegarão o nosso e o deturparão”, comenta FHC. O que o PMDB fez foi apropriar-se de projeto que não é seu (mesmo porque nunca o teve) e vesti-lo como fantasia para forçar a entrada no baile.



2. Dilma se salva do impeachment. Será uma memorável vitória, maior ainda, depois desses meses todos de agonia, do que a vitória eleitoral. E uma presidente incompetente, arrogante, ancorada num partido sob cuja batuta orquestrou-se o maior esquema de corrupção já desvendado no país, ganhará novo fôlego, capaz até de encorajá-­la a retomar velhos e equivocados caminhos que por fervor ideológico adotou no primeiro mandato e que pela dura realidade dos fatos foi forçada a abandonar nos últimos meses. O grito de “Não passarão” que hoje os petistas entoam contra o impeachment explodirá numa festa triunfalista.


Para maior infelicidade do país, tais cenários ocorrem num momento de falência das instituições. “Apesar de tudo, as instituições funcionam” tem sido o imprudente mantra a nos consolar das infelicidades dos últimos anos. Na verdade funciona a Operação Lava Jato, assim como funcionou o Supremo Tribunal Federal no mensalão e voltou a funcionar nas prisões recentes de um senador e um banqueiro.


O Congresso não funciona, a Presidência não funciona, o ministério não funciona. Quando começaram as especulações sobre possíveis sucessores de Eduardo Cunha na presidência da Câmara e entre os nomes possíveis foram incluídos os dos deputados Jarbas Vasconcelos e Miro Teixeira, a colunista Eliane Cantanhêde escreveu que não, esses não ─ são “excelentes demais”.


Esse é o ponto a que chegamos. Homens probos, e de bons serviços públicos prestados, estão, in limine, vetados. Os candidatos precisam ter em dia a carteirinha de bandido.


O próprio Tribunal de Contas, tão festejado como vigilante perseguidor de pedaladas, não foge à regra. Na semana passada reelegeu Aroldo Cedraz para sua presidência. O filho de Cedraz é investigado na Lava Jato por tráfico de influência junto ao tribunal.

Qual a saída? Infelizmente, de seu modesto ponto de observação, este colunista tem a informar que a saída é a mesma anunciada por Manuel Bandeira no poema Pneumotórax:

“Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.A vida inteira que podia ter sido e que não foi,

Tosse, tosse, tosse.


Mandou chamar o médico:

- Diga trinta e três.
- Trinta e três… trinta e três… trinta e três…
- Respire.
- O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.
- Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?
- Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino”.

Neste 13 de dezembro, a imensidão de indignados precisa sair de casa, engrossar a onda de protestos e mostrar que o destino do país será ditado pela voz das ruas

12/12/2015

às 22:36 \ Direto ao Ponto


Atualizado às 22h35

Neste 13 de dezembro, estarão de volta às praças e avenidas de centenas de cidades os milhões de indignados que expressam a vontade do país que presta. É hora de sair de casa e engrossar a multidão inconformada. O fim da era da canalhice, convém insistir, começa pelo impeachment de Dilma Rousseff. E a presidente só será afastada do cargo que desonrou pela voz rouca das ruas.


No dia 16, os devotos de ditaduras bolivarianas voltarão a investir em tubaína, gorjeta e mortadela para que manifestações de apoio ao governo desgovernado não pareçam procissão de vilarejo. Devem ser desmoralizados já no domingo pela demonstração de força da resistência democrática, que será acompanhada com lupa por deputados, senadores e ministros do Supremo.


É preciso mostrar-lhes que o Brasil decente exige o imediato despejo dos farsantes no poder.

IMPEACHMENT – Constituição não dá ao Senado poder para se negar a abrir processo



Basta ler o que está na Carta: “Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento (...) perante o Senado Federal nos crimes de responsabilidade”


Por: Reinaldo Azevedo

Posso estar enganado, e tomara que esteja, mas parece que há feiticeiros querendo fazer malandragem com a letra da Constituição. Como aqui já se chamou atenção, há, sim, uma incompatibilidade entre o que vai na Lei 1.079 e o disposto na Carta Magna: aquela diz que o presidente da República tem de ser afastado tão logo dois terços da Câmara autorizem o Senado a abrir o processo de impeachment. 


A Lei Maior do país diz que esse afastamento deve se dar “após a instauração do processo pelo Senado Federal”. E é nesse ponto que há pessoas falando esquisitices, inclusive Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente da Casa.

E em que consiste a confusão? Ora, estão sugerindo por aí que a comissão especial do Senado teria poderes para simplesmente ignorar a denúncia, recusando-se até mesmo a instaurar o processo. Segundo essa leitura, a votação da Câmara poderia simplesmente ser ignorada. Rodrigo Janot, acreditem!, caminha por aí.

Vamos, então, ver o que está na Constituição. Leiam o que diz a caput do Artigo 86:
“Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.”
Será que a Constituição que Renan, Janot e outras figuras menores têm em casa diz coisa diferente do que vai acima?


Observem que o caput do artigo não oferece a Dilma a possibilidade de não ser submetida a julgamento. Será! Fatalmente! Releiam o trecho.

Se o constituinte tivesse querido dar aos senadores o poder de matar o processo, teria explicitado isso no texto, não é mesmo? Está lá, no entanto, que, admitida a acusação pela Câmara, o mandatário “será submetido a julgamento”. Sem condicionante nenhuma.


“Será quer dizer “será”, não “talvez”.


Fachin, que não foi eleito para legislar, diz que vai propor um ritual para o impeachment — que só vai prosperar se contar com a concordância de pelos menos seis ministros.

Vamos ver. Qualquer que seja esse rito, é evidente que, se a Câmara autorizar o processo, caberá ao Senado cumprir o que DETERMINA a Constituição. Não é uma questão de gosto.

DEMOCRACIA AGONIZA NA VENEZUELA: MADURO, APOIADO POR DILMA E IRMÃOS CASTROS PREPARA GOLPE FINAL


MADURO BANANA

Diante da derrota do chavismo no último domingo, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que “os maus ganharam” nas eleições legislativas. Segundo ele, a oposição, que agora é maioria no Parlamento, já lançou seu “ódio” e anunciou, supostamente, que derrogará as leis “do poder popular”.


“Os maus se impuseram, os maus ganharam, ganharam como ganham os maus, com a mentira, com o engano, com a oferta enganosa, com a fraude”, disse o presidente durante seu programa de rádio e televisão “Em contato com Maduro”.


O presidente também afirmou que não apoiará “nenhuma” lei de anistia proposta pelo novo Parlamento para libertar os políticos presos. Ele disse que os que estão detidos fizeram um plano para derrubá-lo e assassinaram “um povo” para isso.


“Digo como chefe de Estado que não aceitarei nenhuma lei de anistia porque foram violados os direitos humanos. Eles poderão me enviar milhares de leis, mas os assassinos de um povo têm que ser julgados e têm que pagar”, comentou o presidente durante seu programa.


Maduro ainda pediu a renúncia de seus ministros para que haja a “reestruturação necessária” do governo.


 “Peço a todos do Conselho de Ministros que entreguem seus cargos para que haja um processo de reestruturação, renovação e impulso profundo de todo o governo nacional”, disse. “Isto é o que quero: uma agenda para a nova etapa da revolução, de profunda retificação, de sacudimento”, manifestou o presidente.


O ex-candidato presidencial e líder da oposição venezuelana, Henrique Capriles, se mostrou “extremamente preocupado” com a atitude do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após a vitória da MUD.(DIÁRIO DO PODER)



ESCANDÂLO: ABIN ESPIONA O VICE-PRESIDENTE!


DILA TEMER ESPIONAGEM
O Antagonista soube de fontes insuspeitas que Michel Temer está sendo espionado pela Agência Brasileira de Inteligência, a mando de Ricardo Berzoini, ministro da Secretaria de Governo. Ricardo Berzoini é Dilma Rousseff.


O objetivo, evidentemente, é monitorar os movimentos políticos do vice-presidente da República, que se articula para suceder a petista dentro das regras democráticas.


É um escândalo que a presidente da República, por meio de um ministro, espione o seu vice. É um escândalo que a presidente da República use uma agência estatal, sustentada com dinheiro público, em benefício pessoal. É um escândalo que a presidente da República transforme o Estado de Direito em Estado policial.


O Brasil não pode continuar assim.


http://www.oantagonista.com/posts/exclusivo-abin-espiona-michel-temer
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A VIAGEM SECRETA QUE VAI DERRUBAR ZÉ CARDOSO DA JUSTIÇA

Leudo Costa  


José Eduardo Martins Cardozo, deputado federal do PT-SP, durante sessão da CPMI dos Correios, no Senado. José Eduardo Martins Cardozo, deputado federal do PT-SP, durante sessão da CPMI dos Correios, no Senado.
 
O Cristalvox repercutiu na manhã deste sábado, 12 de dez,  a viagem secreta – no meio da madrugada –  empreendida pelo Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso e a cúpula da Polícia Federal a Curitiba, sede da Operação Lava Jato.

Na postagem,  o Cristalvox INFORMOU que o episódio não foi recebido com naturalidade pelos Comandantes das FFAA. Ao contrário, da Aeronáutica vazou a informação da viagem clandestina.

Agora o assunto já toma proporções institucionais e faz com que parlamentares com assento na Câmara dos Deputados passem a investigar o “estranho e inusitado passeio” de Zé Cardoso em Curitiba.

O Brasil vive um caldeirão. Um episódio dessa gravidade não dá margem à Presidente a não ser o do desligamento da sua equipe do “porquinho” Zé Cardoso. Por muito menos, o General Hamilton Mourão perdeu o Comando Militar do Sul.

Eis o que publica no final deste sábado a revista Época..

O deputado Alexandre Baldy (PSDB-GO) afirmou neste sábado  (12) que vai apresentar, na próxima segunda-feira (14), requerimento para que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, preste esclarecimentos sobre viagem secreta ao Paraná e o encontro que manteve com policiais federais com ligações com a Lava Jato, em Curitiba, na madrugada de terça-feira (8), conforme revelou reportagem desta edição da Revista Época.
ALEXANDRE BALDI PSDB GOIÁS..
ALEXANDRE BALDI PSDB GOIÁS..
A convocação do ministro será apresentada na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. O deputado tucano também apresentará requerimentos de convite ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello, ao diretor de Combate ao Crime Organizado, Maurício Valeixo, e ao superintendente da PF em Curitiba e chefe dos delegados da Lava Jato, Rosalvo Branco. Daiello e Valeixo acompanharam Cardozo na viagem. O parlamentar também vai apresentar à Mesa da Casa pedido de explicações sobre o ocorrido tanto ao Ministério da Justiça quanto à Polícia Federal.


“É de conhecimento geral que a operação Lava Jato envolve grandes nomes do Partido dos Trabalhadores (PT) e qualquer tentativa de aproximação e pressão por parte do governo deve ser explicada e até mesmo investigada. Pois, como cita a reportagem, ‘o encontro na penumbra ficou fora da agenda oficial do ministro’. A população precisa saber se há interesses extraoficiais”, afirma o deputado.


http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/12/deputado-quer-explicacoes-do-ministro-da-justica-e-da-pf-sobre-encontro-com-policias-de-curitiba.html


BOMBA NA ÁREA MILITAR: AERONÁUTICA DEIXA VAZAR A VIAGEM SECRETA DE CARDOSO À CURITIBA



cardoso curitiba
Uma informação  dessa grandeza, vazada de propósito, a qual informa que José Eduardo Cardoso, Ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff fez uma viagem secreta, no meio da madrugada para Curitiba,  indica que os militares já se aperceberam que não adianta mais “encobrir” um governo que age “à sorrelfa”, esquecendo a transparência e os atos republicanos….


A viagem secreta de Cardozo ao centro da Lava Jato  – O ministro da Justiça e a cúpula da PF desembarcaram na madrugada de terça-feira, 8, em Curitiba. O motivo da viagem – que durou pouco mais de 12 horas – ninguém sabe explicar ao certo.


À 0h50 da terça-feira, um avião da Força Aérea Brasileira decolou rumo a Curitiba. A bordo estavam o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e os delegados da Polícia Federal Leandro DaielloMaurício Valeixo, respectivamente diretor-geral e diretor de Combate ao Crime Organizado da corporação, um assessor do ministro e um policial.


Naquela madrugada, já na capital paranaense, esse grupo se encontrou com Rosalvo Branco, superintendente da PF em Curitiba e chefe dos delegados da Lava Jato, e com o agente Newton Ishii, que se consagrou ao ser citado na gravação do filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró como o “japonês bonzinho” suspeito de vazar dados da Lava Jato. O encontro na penumbra ficou fora da agenda oficial do ministro.


À 0h50 da terça-feira, um avião da Força Aérea Brasileira decolou rumo a Curitiba. A bordo estavam o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e os delegados da Polícia Federal Leandro DaielloMaurício Valeixo, respectivamente diretor-geral e diretor de Combate ao Crime Organizado da corporação, um assessor do ministro e um policial.


Naquela madrugada, já na capital paranaense, esse grupo se encontrou com Rosalvo Branco, superintendente da PF em Curitiba e chefe dos delegados da Lava Jato, e com o agente Newton Ishii, que se consagrou ao ser citado na gravação do filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró como o “japonês bonzinho” suspeito de vazar dados da Lava Jato.


O encontro na penumbra ficou fora da agenda oficial do ministro.  A matéria está assinada pela jornalista ALANA RIZZO  da revista Época.


http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/12/viagem-secreta-de-cardozo-ao-centro-da-lava-jato.html
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Só o impeachment garante a vitória da Lava Jato

Não falte!

Elio Gaspari, em sua coluna, mais um vez exaltou a Lava Jato:

“O Brasil teve muitos sacolejos, mas nunca a oligarquia se viu ameaçada nos seus métodos. Passou por sustos, mas no conjunto sempre saiu invicta. A ameaça da Lava Jato não é ideológica, muito menos política, é apenas a afirmação de um braço do Estado para que as leis sejam cumpridas. Corrupção passou a dar cadeia, o medo da cadeia gerou a colaboração e cada colaborador ampliou e fortaleceu as investigações.

Dilma pode ou não continuar na Presidência. Para a oligarquia ameaçada, isso não tem importância. O que se precisa é quebrar os ossos de parte do Ministério Público e de parte do Judiciário. Está cada vez mais difícil”.

O Antagonista concorda com Elio Gaspari em relação à Lava Jato: nunca houve ameaça tão grande contra a oligarquia corrupta.

Mas a continuidade ou não de Dilma Rousseff na Presidência tem importância fundamental.

O petrolão só existiu porque Lula continuou na Presidência depois do mensalão.
Não basta prender Marcelo Odebrecht, portanto. 

A vitória da Lava Jato passa necessariamente pela prisão de Lula e pelo impeachment de Dilma Rousseff.






Vão fazer barulho

Não falte!

Rogerio Peres avisa que, em Curitiba, "após 2 meses de chuvas quase contínuas, o tempo abriu e está um domingo maravilhoso".

Arnaldo Grebler diz que Belo Horizonte está "se preparando para arrancar o fruto podre do pau-brasil".


William Richter inaugurará na avenida Paulista um megafone do tamanho da indignação dele contra o governo Dilma.

Sobre as manifestações de hoje, mande suas fotos e comentários para antagonistasnasruas@gmail.com

A fada madrinha da Andrade Gutierrez

Não falte!



Anderson Dorneles, assessor pessoal de Dilma Rousseff, é dono de um enorme bar no estádio do Beira-Rio - o RedBar.

Como informou O Antagonista, com exclusividade, o governo está apavorado com a notícia.
Giles Azevedo foi escalado para tentar abafar o caso.

O bar foi inaugurado por Anderson Dorneles três semanas atrás.

Alguns dias depois, a Andrade Gutierrez, que construiu o Beira-Rio, assinou um acordo com a Lava Jato para delatar os esquemas de propina na Petrobras, na Eletrobras e, também, nos estádios da Copa de 2014.

O Zero Hora, no ano passado, publicou uma reportagem sobre o empenho de Dilma Rousseff para garantir as obras do Beira-Rio.


Leia aqui:

“Quando a presidente Dilma Rousseff cortar a fita vermelha e reinaugurar oficialmente o Beira-Rio, os colorados certamente não se lembrarão que por 463 dias o clube viveu à beira de uma guerra civil, entre a quase falência, com um estádio às ruínas, e a glória, com uma casa reformada e pronta para receber a Copa do Mundo. Se fosse um jogo, poderia se dizer que Dilma foi o centroavante. Foi ela a ponte que descortinou ao Inter e ao Beira-Rio o futuro alvissareiro que faz a torcida flanar. Isso depois de dias de angústia e aflição que fizeram Giovanni Luigi, em ato desesperado, recorrer à autoridade máxima do país. Veio da voz forte do Planalto a cobrança para a Andrade Gutierrez assinar o contrato de reforma do estádio. Dilma é a fada madrinha que transformou o Beira-Rio de Coliseu a um dos mais bonitos do país”. 



Dilma foi o centroavante