segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pensem um pouco:Façam as contas:Com árvores 17 graus.Sem árvores 50 graus.Qual você prefere?

Até que ponto o Governador concorda com essa agressão à APA GAMA CABEÇA DE VEADO?Aeroporto de Brasília passará por ampliação a partir do próximo ano



Concessionária do local garantiu investimento de R$ 3,5 bilhões durante entrevista coletiva nesta sexta (18), com a presença do governador

Ádamo Araujo, da Agência Brasília
 
18 de Dezembro de 2015 - 11:17

Foto: Andre Borges/Agência Brasília Aeroporto de Brasília passará por ampliação a partir do próximo ano
Atualizado em 18 de dezembro de 2015, às 13h10

A Inframérica, empresa que detém a concessão do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek, anunciou uma série de projetos para ampliação do local. Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (18), com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, a diretoria da concessionária garantiu investimento de R$ 3,5 bilhões em seis empreendimentos com obras durante sete anos, a partir de 2016.

Espera-se gerar até 10 mil empregos diretos com as construções, além de igual número indiretamente. Quando a ampliação estiver finalizada, outros 13 mil funcionários fixos devem ser contratados. Também há a projeção de aumentar de 700 mil para 1,5 milhão o fluxo anual de passageiros.

Para o governador, a iniciativa vai aquecer consideravelmente o mercado de trabalho e o turismo na capital federal. "É fundamental que o empresariado acredite e invista em Brasília", enfatiza Rollemberg. "No que for de responsabilidade do Poder Executivo, estamos dispostos a tornar viáveis as documentações necessárias para que esses projetos se concretizem."

Os projetos envolvem a ampliação da sala de embarque internacional e a construção de mais um terminal, de prédios de escritórios, de hotéis, de um terminal de cargas informatizado e de um centro para comércio, serviços e lazer. Toda essa estrutura aumentará o espaço aeroportuário em 1.323.808 metros quadrados de área construída, que atualmente é de 400 mil metros quadrados. "Existe uma crise econômica em nível nacional, mas essa é a hora de buscar caminhos para o crescimento", afirmou o presidente da Inframérica, José Luís Menghini.

Maior movimento
Com direito de concessão de 25 anos, a empresa está à frente do aeroporto de Brasília desde dezembro de 2012, quando substituiu a estatal Infraero. Nesse tempo, o local saiu de quarto para segundo aeroporto brasileiro em movimentação de passageiros, com aumento de 20% no fluxo. Em três anos, aproximadamente 53,6 milhões de usuários passaram pelo terminal.

Em abril de 2013, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) cobrado sobre o querosene usado nas aeronaves no Distrito Federal passou de 24% para 12%. A redução motivou as empresas a aumentar a quantidade de operações na capital brasileira de 300 para 550 pousos e decolagens por dia. Outro fator positivo foi a ampliação do aeroporto de 60 mil para 110 mil metros quadrados.

Neste período de festas de fim de ano e férias, entre 10 de dezembro e 10 de janeiro, cerca de 58 mil pessoas devem passar diariamente pelo terminal brasiliense.

Logo após a apresentação para jornalistas, a empresa repetiu a exposição, dessa vez para empresários e autoridades dos governos local e federal, entre elas o secretário de Mobilidade, Marcos Dantas, a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, a presidente da Câmara Legislativa do DF, deputada Celina Leão (PDT), e o ministro-chefe interino da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Guilherme Ramalho.

MEIO AMBIENTE » Rios do DF estão condenados à morte

Pelo menos dois mananciais, o Melchior e o Ponte Alta, receberam a pior classificação do Conama. Córregos também pedem socorro. O crescimento urbano desordenado é a principal causa do problema, que põe em alerta a qualidade do abastecimento
No Rio Melchior, entre Samambaia e Ceilândia, uma espuma branca de poluição se forma por metros: sem perspectivas de recuperação José Soligenito pegou uma bactéria que o afastou das atividades cotidianas

Os rios do Distrito Federal pedem ajuda. O alto grau de poluição das águas condenou praticamente dois mananciais à morte e pelo menos oito estão com a qualidade abaixo dos parâmetros exigidos. O Melchior e o Ponte Alta têm usos restritos e a recuperação de suas águas representaria um custo econômico elevado, o que os enquadra na pior classificação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) — classe 4 —, sem perspectivas futuras de recuperação. Córregos, como Sobradinho, São Bartolomeu e Descoberto, estão em sinal de alerta por conta da qualidade regular das águas e precisam de olhar atento para evitar que os danos ambientais tornem-se irreversíveis.

A grave situação hídrica local pode resultar em problemas de abastecimento e de qualidade da água que chega às torneiras dos domicílios brasilienses. Com consumo alto e disponibilidade hídrica por habitante baixa, a perda de água potável tornou-se um problema na capital do país. 


Especialistas alertam que medidas precisam ser tomadas para evitar o colapso ambiental, uma vez que o DF ainda conta com mananciais limpos e que podem ser contaminados. 



Além disso, no território distrital nascem afluentes de importantes bacias brasileiras — como as do Rio São Francisco, do Rio Paraná e do Tocantins-Araguaia. Dessa forma, a preservação hídrica no DF é essencial para garantir o fornecimento em todo o país.

Embora Brasília tenha sido planejada, em 55 anos de existência, a capital foi, aos poucos, reproduzindo os modelos equivocados de urbanização de outras cidades brasileiras, como o descontrole na ocupação do solo, a grilagem e a falta de planejamento. O crescimento populacional, a uma taxa de aproximadamente 2,2% ao ano, quase duas vezes maior que a média nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstra a pressão habitacional que o DF ainda sofre.



A urbanização desregulada e o uso intenso dos recursos são as principais causas da queda de qualidade e de disponibilidade das águas. No Brasil, de acordo com estimativas da Agência Nacional de Águas (ANA), 48% da água urbana são considerados de padrão regular a péssimo. 


Na zona rural, esse índice cai para 9%. No DF, a Agência Reguladora de Águas (Adasa) monitora o índice de qualidade da água por trimestre. De uma maneira geral, 2015 começou com qualidade entre média e ruim. 



Com o início das chuvas, a marcação média prevaleceu no segundo trimestre. No terceiro, a área com água de boa qualidade cresceu, mas níveis médios e ruins continuaram a aparecer em certas regiões, como Samambaia, Taguatinga, Ceilândia e Sobradinho.



Segundo estudo do pesquisador da Embrapa e presidente do Comitê da Bacia do Paranoá, Jorge Werneck, o grau de urbanização em que o rio está inserido determina diretamente a qualidade de sua água. Em rios com mais de 20% de área urbanizada ao redor, a água tende a ser menos potável e mais restritiva ao abastecimento humano.


 No DF, das 41 unidades hidrográficas, 11 estão nesse contexto, como, por exemplo, o Rio Melchior, o Ribeirão Ponte Alta, o Ribeirão Sobradinho e o Rio Santa Maria. “A classificação dos rios em classes é uma ferramenta de planejamento — dos rios que queremos com o rio que podemos ter.


 Ninguém quer ter dois rios classe 4, como ocorre no DF. E quem está impulsionando essa situação é o crescimento das cidades”, explica Werneck.

Retrato do descaso
O Melchior e o Ponte Alta são vítimas da intensa urbanização do DF. O Ponte Alta, próximo ao Gama, sofre a pressão do crescimento da região nos últimos 10 anos. As chácaras da Ponte Alta estão sendo parceladas, e a quantidade de moradores cresce rapidamente. 


Já o Melchior está localizado entre as três regiões administrativas que adensaram intensamente nos últimos anos — Samambaia, Taguatinga e Ceilândia. Dessa forma, o rio não pode ser mais aproveitado para usos nobres, como abastecimento, e não há perspectiva de alteração dessa realidade, até porque o novo aterro sanitário do DF fica próximo às suas águas. 


O Melchior recebe uma carga de esgoto muito elevada, sua água é turva e o cheiro, ruim. Como ele é um rio de vazão baixa, o esgoto excessivo, mesmo tratado, polui a água.


 “A Caesb tira o que pode de poluente. Temos um dos tratamentos mais avançados do Brasil. Mas sempre fica resíduo, como o de fósforo, que a gente não consegue remover completamente; vai ficando 0,5%, 1%, e isso em um rio pequeno prejudica, porque a capacidade de diluição é menor”, explica Fábio Bakker, gerente de Gestão de Bacias de Mananciais da Caesb.

A situação do Melchior é tão precária que nenhum tipo de contato primário entre a água e os humanos pode ocorrer. Próximo à estação de tratamento da Caesb, uma intensa espuma branca cobre a superfície do rio de tal forma que não é possível ver a cor da água. 

BLOG do CHIQUINHO DORNAS

A Caesb afirmou que a espuma é “normal” e que se dissipa em 100 metros. Porém, o Correio esteve no local e constatou que a espuma permanecia por uma distância maior e escorria rio adentro, lembrando cenas de rios que comumente estão associadas a São Paulo. Próximo às pedras, formam-se espumas com as bordas pretas.

O casal José Soligenito de Almeida, 42 anos, e Joana Paula de Sousa, 34, mora em uma chácara próxima ao Melchior há 25 anos. “Quem sabe do dia a dia dessas águas somos nós, que vivemos aqui, que sentimos o mau cheiro e ficamos doentes por causa da água poluída. É um desrespeito”, comenta José. Ele e a família tiravam água de um poço artesiano próximo ao Melchior. 


A contaminação do rio chegou a tal proporção que contaminou o solo e a água do poço. “Peguei uma bactéria e até hoje não consegui melhorar. Quase morri, estou até afastado da faculdade e do trabalho. Agora, estamos tirando água mais distante.” A família de José também parou de plantar próximo ao rio por temer o contágio.

Joana de Paula conta que, outro dia, um grupo resolveu nadar no Melchior. “Saíram se coçando. Eu disse que não podia”, comenta. 



Camila Campos, coordenadora de Informações Hidrológicas da Adasa informa que o esgoto recebido no Melchior é maior que a capacidade do rio. “O Melchior é um rio condenado, não tem diversidade de vida, só espécies muito resistentes”, afirma. “As soluções para limpar rios como o Melchior são pouco viáveis. Ou tira a população da onde ela está para parar de jogar dejetos na água, ou exporta o esgoto para outro rio, o que tem um custo alto, ou importa água para diluir o esgoto. Por isso, o Melchior está no enquadramento vermelho”, explica Werneck.


Classificação
Segundo informações da Agência Nacional de Águas, os rios federais não estão classificados conforme o Conama — em classes —, por isso, não é possível ter um parâmetro nacional da quantidade de rios em situação vermelha. Cabe a cada unidade da Federação fazer a projeção de classificação de seus rios.

Fonte: Flávia Maia – Fotos: Gustavo Moreno/CB/D.A.Press – Correio Braziliense 



Contenção de gastos? Corte na alimentação dos brasileiros?Dilma leva 900 pessoas para PARIS.

http://www.folhapolitica.org/2015/12/karnal-massacra-dilma-apos-ela-levar.html

 https://youtu.be/tUYN1javbyo?list=PL4fQwwgA67z



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Pesquisa aponta 'segredos' de seis escolas públicas de excelência

18/12/2015 06h00 - Atualizado em 20/12/2015 10h37

Escolas foram detectadas em pesquisa da Fundação Lemann.
Entre as seis, a maioria é pequena e duas delas estão em áreas rurais.

Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
Escola municipal Rodrigues Alves, no Rio de Janeiro (Foto: Gabriela Portilho)Escola municipal Rodrigues Alves, no Rio de Janeiro, é um dos destaques da educação pública do Brasil (Foto: Gabriela Portilho)

Seis escolas públicas brasileiras destoam dos números ruins do cenário nacional e se destacam por suas boas práticas de ensino entre os anos finais do ensino fundamental. Formação contínua de professores, avaliações frequentes e proximidade com a comunidade estão entre os segredos para o sucesso do ensino nessas unidades.
As escolas foram detectadas em uma pesquisa feita pela Fundação Lemann, com apoio da Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo e do Itaú BBA, cruzando dados do Censo Escolar e da Prova Brasil 2013. Foram levados em conta critérios como o índice de conhecimento considerado adequado em matemática e português, a evolução dos alunos entre o 6º e o 9º ano, entre outros indicadores.

Apesar de poucos recursos, o índice de aprendizado nestas escolas está acima da média brasileira. Entre as escolas selecionadas como cases, todas são municipais, só duas têm redes consideradas grandes, uma no Rio de Janeiro e a outra em Belo Horizonte (MG), as demais são pequenas e estão localizadas em Sobral (CE), Novo Horizonte (SP). Duas delas, além de pequenas, são da zona rural e ficam em Pedra Branca e Brejo Santo, no Ceará (veja lista com os nomes abaixo). 

Para Ernesto Martins Faria, coordenador do estudo, diz que ao divulgar o trabalho dessas unidades o objetivo é "dar protagonismo para quem está realmente fazendo a diferença" na edição do Brasil. "A mensagem que o estudo passa é que todo o aluno importa. Não dá para cair na armadilha de olhar só para o aluno mais engajado. Não se perde nenhum aluno."
Escola municipal Miguel Antonio de Lemos, em Pedra Branca (CE) (Foto: Gabriela Portilho)Escola municipal Miguel Antonio de Lemos, em Pedra Branca (CE) (Foto: Gabriela Portilho)

Envolvimento da comunidade
Para fazer com que os alunos aprendam com qualidade, uma das estratégias da escola municipal Miguel Antonio de Lemos, localizada na área rural de Pedra Branca, no Ceará, é envolver a comunidade nas decisões e vida escolar.


A unidade atende 98 alunos do 6º ao 9 ano. Lá, o acesso é feito somente por pau de arara, os ônibus não têm passagem por conta das condições das estradas. Nada disso, no entanto, impede a aprendizagem dos alunos.


"Não vivemos só de problemas. Fazemos com que os alunos aprendam e conscientizamos a comunidade. Nosso lema é fazer com que a escola seja a diferença na vida do aluno. Fui alfabetizado nessa escola e tenho uma causa de amor com ela", diz o diretor Amaral Barbosa de Lima.


Na escola Maria Leite de Araújo, também da área rural de Brejo Santo (CE), a relação estreita com a comunidade também é uma realidade. A escola é pequena, possui 79 alunos do 6º ao 9º ano. Os professores moram próximos às famílias dos alunos e as mães acompanham o desenvolvimento e acompanhamento das crianças.


Escola municipal Armando Ziller, em Belo Horizonte (Foto: Pesquisa Excelência com Equidade)Escola municipal Armando Ziller, em Belo Horizonte (Foto: Pesquisa Excelência com Equidade)

Olho na evasão
Na escola de Belo Horizonte também destacada pela pesquisa, a Armando Ziller, um dos desafios é a violência do entorno. "Temos problemas como qualquer centro urbano", afirma a vice-diretora Ivani de Paula Campos.


Para garantir o aprendizado dos alunos, a escola impõe regras e controla as faltas - se houver cinco consecutivas, ou dez alternadas, os pais são convocados. Também faz questão de trazer os pais para a escola. Frequentemente realiza sessões de cinema e bingo para os familiares dos alunos.


Escola municipal Gerardo Rodrigues, em Sobral (CE) (Foto: Gabriela Portilho)Escola municipal Gerardo Rodrigues, em Sobral (CE) (Foto: Gabriela Portilho)


Formação de professores
Na escola Gerardo Rodrigues, de Sobral (CE), o diferencial está na formação de professores. Todos os meses os docentes passam por formações sob acompanhamento de uma consultoria e uma vez por semana, se reúnem para estudar e conversar sobre os problemas dos alunos.


“Sabemos quais são os alunos que têm dificuldades e quais são elas”, afirma a Fernanda Lopes, professora de português. Fernanda lembra que outra característica da escola é trabalhar a questão da afetividade entre os alunos. “Atendemos muitas crianças carentes, inclusive no sentido afetivo”


Escola municipal Armando Ziller, em Belo Horizonte (Foto: Pesquisa Excelência com Equidade)Escola municipal Armando Ziller, em Belo Horizonte (Foto: Pesquisa Excelência com Equidade)

Avaliações frequentes
É de Novo Horizonte, em São Paulo, uma cidade agrícola, a mais de 400 km da Capital, que vem outro bom exemplo de educação pública. Na escola municipal Hebe de Almeida Leire Cardoso, o índice de aprendizado adequado entre os alunos do 9º ano em matemática e português ultrapassa a marca dos 50%.


A qualidade do ensino é mensurada por avaliações, da escola, dos professores e da secretária da educação. O professor de história Ademir Almagro explica que todas as sextas-feiras os alunos fazem uma prova. O resultado, com a média da sala, e da individual, chega já na segunda-feira. “Dá para medir como o está sendo o aprendizado de maneira imediata. Eu sei aonde eu tenho de voltar.”


Almagro diz que a escola colhe agora os frutos de um trabalho que começou há 12 anos.


“Queremos que o aluno aprenda com a sensibilidade do professor em sala de aula e com os números revelados pelas avaliações.”
Escola municipal Rodrigues Alves, no Rio de Janeiro (Foto: Gabriela Portilho)Escola municipal Rodrigues Alves, no Rio de Janeiro (Foto: Gabriela Portilho)


Turno integral
A escola municipal Rodrigues Alves, localizada na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, aderiu ao programa Ginásio Carioca, implantado pela Prefeitura do Rio em 2011. Nas unidades que fazem parte do projeto, os alunos estudam em tempo integral e têm professores de dedicação exclusiva.


No colégio Rodrigues Alves todos os alunos são acompanhados de perto, os que têm dificuldade no aprendizado participam do reforço no contraturno escolar. "A gente nunca desiste do aluno, não importa se ele veio com alguma defasagem. Está todo mundo envolvido. Nós não podemos resolver o problema do país inteiro, mas podemos fazer algo por quem está na nossa frente", diz a coordenadora pedagógica Maristela Motta.


Depois do período regular das aulas, os alunos têm atividades como xadrez, italiano, história em quadrinhos, debates sobre temas adolescentes, sessões de cinema aliadas aos projetos de leitura, entre outros. As opções mudam a cada semestre.


Maristela lembra que as dificuldades existem como em tantas outras escolas públicas do Brasil, a Rodrigues Alves, por exemplo, não possui uma quadra coberta, e muitas vezes os alunos precisam fazer aulas sob um sol de 40 graus.


No entanto, para ela, o diferencial é a "vontade de fazer" da equipe que lá atua. "É a vontade, a maneira de tratar o ser humano. Não é o que fazemos, é como fazemos, a maneira."


Veja a lista das escolas selecionadas pela pesquisa:
1) Escola Municipal Rodrigues Alves - Rio de Janeiro (RJ)
2) Escola Municipal Armando Ziller - Belo Horizonte (BH)
3) Escola Municipal Gerardo Rodrigues - Sobral (CE)
4) Escola Municipal Hebe de Almeida Leite Cardoso - Novo Horizonte (SP)
5) Escola Municipal Miguel Antonio de Lemos - Pedra Branca (CE)
6) Escola Municipal Maria Leite de Araújo - Brejo Santo (CE)
(**) As informações que estão nas imagens são do Inep Censo Escolar e Prova Brasil 


Escola municipal Maria Leite de Araújo, em Brejo Santo (CE) (Foto: Pesquisa Excelência com Equidade)Escola municipal Maria Leite de Araújo, em Brejo Santo (CE) (Foto: Pesquisa Excelência com Equidade)
 

O que é afinal essa tal "Ideologia de Genero"?

Ideologia de Género

Ideologia de Género

  • A Ideologia de Género, ou melhor dizendo, a Ideologia da Ausência de Sexo, é uma crença segundo a qual os dois sexos — masculino e feminino — são considerados construções culturais e sociais, e que por isso os chamados “papéis de género” (que incluem a maternidade, na mulher), que decorrem das diferenças de sexos alegadamente "construídas" — e que por isso, não existem —, são também "construções sociais e culturais".
Por exemplo, a feminista Gloria Steinem queixa-se da "falsa divisão da natureza humana em 'feminino' e em 'masculino' (sic). E a escritora francesa Simone Beauvoir pensou a gravidez como “limitadora da autonomia feminina”, porque, alegadamente, “a gravidez cria laços biológicos entre a mulher e as crianças, e por isso, cria um papel de género”.

A Ideologia de Género defende a ideia segundo a qual não existe apenas a mulher e o homem, mas que existem também “outros géneros”; e que qualquer pessoa pode escolher um desses “outros géneros”, ou mesmo alguns desses “outros géneros” em simultâneo.
Segundo a socióloga alemã Gabriele Kuby,
“A Ideologia de Género é a mais radical rebelião contra Deus que é possível: o ser humano não aceita que é criado homem e mulher, e por isso diz: 'Eu decido! Esta é a minha liberdade!' — contra a experiência, contra a Natureza, contra a Razão, contra a ciência! É a perversão final do individualismo: rouba ao ser humano o que lhe resta da sua identidade, ou seja, o de ser homem ou mulher, depois de se ter perdido a fé, a família e a nação.
É uma ideologia diabólica: embora toda a gente tenha uma noção intuitiva de que se trata de uma mentira, a Ideologia de Género pode capturar o senso-comum e tornar-se em uma ideologia dominante do nosso tempo.”
Em Dezembro de 2012, o Papa Bento XVI referiu, num discurso à cúria romana, que o uso do termo “género” pressupõe uma “nova filosofia da sexualidade”:
“De acordo com esta filosofia, o sexo já não é considerado um elemento dado pela Natureza e que o ser humano deve aceitar e estabelecer um sentido pessoal para a sua vida. Em vez disso, o sexo é considerado pela Ideologia de Género como um papel social escolhido pelo indivíduo, enquanto que no passado, o sexo era escolhido para nós pela sociedade. A profunda falsidade desta teoria e a tentativa de uma revolução antropológica que ela contém, são óbvias.
As pessoas [que promovem a Ideologia de Género] colocam em causa a ideia segundo a qual têm uma natureza que lhes é dada pela identidade corporal que serve como um elemento definidor do ser humano. Elas negam a sua natureza e decidem que não é algo que lhes foi previamente dado, mas antes que é algo que elas próprias podem construir.
De acordo a ideia bíblica da criação, a essência da criatura humana é a de ter sido criada homem e mulher. Esta dualidade é um aspecto essencial do que é o ser humano, como definido por Deus. Esta dualidade, entendida como algo previamente dado, é o que está a ser agora colocado em causa.
(…)
Quando a liberdade para sermos criativos se transforma em uma liberdade para nos criarmos a nós próprios, então é o próprio Criador que é necessariamente negado e, em última análise, o ser humano é despojado da sua dignidade enquanto criatura de Deus que tem a Sua imagem no âmago do seu ser.
(…)
A Ideologia de Género é uma moda muito negativa para a Humanidade, embora se disfarce com bons sentimentos e em nome de um alegado progresso, alegados direitos, ou em um alegado humanismo.

Por isso, a Igreja Católica reafirma o seu assentimento em relação à dignidade e à beleza do casamento como uma expressão da aliança fiel e generosa entre uma mulher e um homem, e recusa e refuta as filosofias de género, porque a reciprocidade entre o homem e a mulher é a expressão da beleza da Natureza pretendida pelo Criador.”

Notícias da Agencia La Voz

  1. El presidente de Paraguay se niega a despenalizar el aborto
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  2. Singapur defiende el mantenimiento de las leyes que penalizan la homosexualidad
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  3. El Parlamento de la India rechaza la despenalización de la homosexualidad
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  4. retwitteó
     
    Dr José Linares Retwitteó EFE Noticias

    Los pro familia pro vida estamos celebrando este gran paso. Ahora nos vamos por Suiza, luego a las demás naciones.

    Dr José Linares agregado,


Nada Es mas importante Que tu familia!


"la familia ES EL FUNDAMENTO PRINCIPAL DE LA SOCIEDAD QUE TODOS DEBEMOS PROTEGERLA ANTE LA IDEOLOGIA DE GENERO Y LOS DERECHOS SEXUALES Y REPRODUCTIVOS QUE PROMUEVEN LA DESTRUCION DE LA FAMILIA Y LA FE CRISTIANA".
(Ps Jose Linares Cerón, Presidente Internacional)

Quem precisa de esgoto quando se ganha um teleférico?"

Cocô é uma merda



O Antagonista chama as coisas pelo nome, sem eufemismos. Como as Olimpíadas do Cocô, no Rio de Janeiro.


Hoje, a colunista Mariliz Pereira Jorge, da Folha, fez o mesmo, a partir da descrição do passeio a uma ilha situada na lagoa da Barra da Tijuca.


Leiam um trecho:


"Seria maravilhoso, não fosse um detalhe: as águas fétidas. Cocô para todo lado. Então, sempre me vejo avisando de antemão que o passeio é bom, mas tem esse porém. Percebi que ao me deparar com certas situações me baixa o santo do Tom Jobim e lá estou repetindo que tal coisa é boa, mas é uma merda.

Essa região fazia parte do compromisso de despoluição assumido pelo governo estadual, assim como o Complexo Lagunar de Jacarepaguá, a Lagoa Rodrigo de Freitas e a Baía da Guanabara. Você sabe o que aconteceu.

As pessoas continuam morando à beira do cocô, praticando esportes no meio do cocô, passeando de barco sobre o cocô. Porque a maioria das coisas no Rio de Janeiro ou é abandonada ou feita nas coxas.

Viver no Rio é resumidamente isso, bom, mas uma merda. E eu me vejo o tempo todo me desculpando pelas cagadas que transformaram a cidade nesse caos paradisíaco.

Queria muito acreditar que um evento como a Olimpíada deixará legado maior do que uma região revitalizada, um novo museu, complexos esportivos. De que adianta tudo isso se o básico não é resolvido?

Passando pela favela da Rocinha, meu pai, que não vinha ao Rio fazia 35 anos, diz que cresceu, mas continua igual. Conto que a área ganhou complexo esportivo, passarela desenhada por Niemeyer, unidade pacificadora. Bom, não é mesmo?

Bom, mas continua com o 'valão' de esgoto numa das vias principais, que deságua todinho na praia de São Conrado. Deve ser inaugurado um teleférico. Quem precisa de esgoto quando se ganha um teleférico?"

É isso aí, Mariliz, cocô é uma merda, não adianta disfarçar.

Os Camargo convidam.Conheça o maior canalha do Brasil.

A Folha noticia que Roberta Camargo se casará com Daniel Maluhy, no dia 30 de janeiro, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo -- conhecida também como "Nossa Senhora do Cadillac" desde tempos idos.


Roberta Camargo e Daniel Maluhy oferecerão, em seguida, uma festa para 600 convidados nos salões do Jockey Clube.


Ao todo, calcula-se que a festa custará em torno de 300 mil reais.


Roberta Camargo é filha do lobista Júlio Camargo, o principal delator do esquema de Eduardo Cunha no petrolão.

O Antagonista deseja felicidade aos noivos.

 




Macri começa a destroçar o populismo kirchnerista


Aos poucos, los hermanos enterram o populismo na Argentina - algo que estamos longe de alcançar aqui em relação à escória lulopetista, que destroça o Estado e as instituições. A propósito, segue artigo de Celso Ming no Estadão:

Nas suas três primeiras semanas de governo, o presidente Mauricio Macri vai promovendo radical transformação da economia argentina, que vinha prostrada depois de 12 anos de políticas populistas perpetradas pelo casal Kirchner. Nada será como antes. Falta saber como serão enfrentados os grandes problemas que virão a galope.
Macri começou por passar sinais com o objetivo de recuperar a confiança. A primeira das decisões-chave foi a redução a zero do confisco (retenciones) praticado nas exportações de grãos e de carne. Ficou apenas o imposto de exportação de 30% sobre a soja (antes era de 35%). Nesse caso, o exportador era tungado duas vezes. Primeira, por ter de pagar esse imposto. E, segunda, por receber pelos seus produtos vendidos ao exterior menos pesos por dólar, porque o câmbio oficial se manteve achatado em torno de 9 pesos por dólar, enquanto o câmbio paralelo (blue) pagava 14 pesos por dólar. 
O imposto sobre exportações tinha por objetivo reduzir os preços praticados ao consumidor interno, dentro da política populista cujo objetivo era comprar o apoio da população.
O desestímulo ao produtor provocado por esse confisco reduziu os investimentos e, portanto, também a produção. O presidente Macri conta com um ambiente externo favorável para essa operação porque os preços internacionais das commodities estão achatados. Por esse lado, a alta imediata ao consumidor tende a ser moderada.
Em seguida, Macri promoveu a descompressão do câmbio. Fora de condições excepcionais, quase todas elas sujeitas à autorização, como era o caso das importações, o cidadão argentino não conseguia comprar moeda estrangeira no câmbio oficial. A liberalização do câmbio esvaziou o blue, mas atirou as cotações para a altura dos 13 pesos por dólar, nível em que fechou o mercado na última quarta-feira (veja o gráfico).
Como a Argentina enfrenta uma brutal crise cambial (escassez de moeda estrangeira), para que não acontecesse nova fuga de dólares, a liberação só foi possível graças a novas circunstâncias. Tanto o fim das retenciones como a liberação do câmbio promoveram desova de estoques de alimentos, aumento das exportações e, portanto, da entrada de dólares. Também se espera novo afluxo de capitais tanto de estrangeiros, que contam agora com uma política econômica mais confiável, como dos próprios argentinos que mantinham depósitos no exterior.
O maior desafio agora é enfrentar a inflação que pode saltar dos 28% ao ano para alguma coisa próxima dos 40%, seja porque o fim das retenciones aumentou o preço dos alimentos antes subsidiados, seja porque a alta do dólar provocou alta de preços dos produtos importados. 
As pressões por brutais aumentos de salários e aposentadorias deverão começar. Até lá, o governo Macri terá de montar as condições políticas para enfrentá-las. Para equilibrar as contas públicas que apontam para um rombo de 4% do PIB, espera por um aumento da produção, que levará a mais arrecadação e ao aumento de vagas de trabalho. Esse conserto não será nada fácil, como de resto não é em lugar nenhum do mundo.
Enfim, o governo Macri começa com outro astral. A política econômica ensaia um voo em direção à normalidade, aos investimentos, à maior transparência e à regularização das relações do governo com os credores externos.
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República de bandidos: Dilma quer indulto para os criminosos do PT.


O indulto natalino da presidente búlgara, afundada num mar de lama, tem a intenção de livrar a cara dos bandidos do PT, condenados por corrupção, entre eles Zé Dirceu e Delúbio Soares. Se isto acontecer, teremos a implantação do bolivarianismo na noite de Natal. É de vomitar:


Um decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff, chamado de indulto natalino, publicado nesta quinta-feira (24), pode beneficiar condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no mensalão, como o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), os ex-deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), o delator do esquema Roberto Jefferson e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.

Pelas regras do indulto, o beneficiado fica livre de cumprir o restante da pena e de outras medidas judiciais, como se apresentar à Justiça periodicamente.

O indulto está previsto na Constituição e é tradicionalmente concedido pelo presidente da República no Natal e leva em consideração critérios que são pré-estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, ligado ao Ministério da Justiça.

Entre as regras para o perdão estão cumprimento da pena em regime aberto, condenações menores que oito anos, não reincidentes e se reincidentes, desde que tenham cumprido um quarto da pena.

No caso do mensalão, os políticos, que estão presos desde novembro de 2013, poderão ser beneficiados, segundo advogados, porque tiveram penas inferiores a oito anos, estão em regime aberto e já cumpriram cada um mais de dois anos de pena.

A concessão do benefício não é automática. Os advogados de cada um dos condenados terão que requerer o indulto à Justiça. No mensalão, o ministro do STF Luís Roberto Barroso, relator da execução das penas do caso, vai analisar se os requisitos estão preenchidos.

CONDENADOS

O ex-ministro José Dirceu foi condenado no mensalão a 7 anos e 11 meses de prisão e cumpria prisão domiciliar quando acabou preso novamente a pedido da Justiça do Paraná por suposta participação no esquema de desvios de recursos da Petrobras. O petista ainda não foi condenado neste caso, que aguarda sentença do juiz Sergio Moro, portanto, não é considerado reincidente.

O ex-deputado José Genoíno (PT-SP) e o ex-tesoureiro do ex-PL (atual PR) Jacinto Lamas, condenados no esquema, já receberam o benefício do Supremo, tendo penas extintas, e, atualmente, são considerados homens livres.

A maioria dos condenados no mensalão, esquema de desvio de recursos públicos para compra de apoio político no Congresso no início do governo Lula, está fora da cadeia.

Continuam presos em regime fechado o operador do esquema, o publicitário Marcos Valério de Souza, seu ex-sócio Ramon Hollerbach e o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato.

Entre os políticos, só continuam presos Dirceu e o deputado Pedro Corrêa (PP-PE), que são acusados de envolvimento com o petrolão. Corrêa já foi condenado a 20 anos e sete meses de reclusão pelo juiz Sergio Moro. (FSP).
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Dilma é o maior obstáculo à recuperação moral, política e econômica do País.


As pequenas vitórias do governo Dilma, através de seus esbirros nos vários poderes, não passam de "Vitórias de Pirro", afirma o Estadão em editorial: 

Fica um pouco difícil para os brasileiros honestos, que trabalham e pagam impostos, entender como é possível que um parlamentar investido das funções de relator das contas do governo na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso seja capaz de, numa penada, contrariar a opinião unânime dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), que em outubro recomendaram a rejeição das contas da presidente Dilma Rousseff em 2014 devido a uma série de irregularidades, entre elas as “pedaladas” em desobediência à Lei de Responsabilidade Fiscal. O senador Acir Gurgacz (PDT-RO), ao apresentar seu relatório, cumpriu à risca o que dele esperava o Planalto. É o preço que ele e seu partido pagam sem pestanejar pelo privilégio de desfrutar – e, no caso do PDT, bota desfrute nisso – da parte que lhes cabe no toma lá dá cá que garante o que ainda resta da chamada base de apoio parlamentar ao Planalto.
É claro que o TCU não é um tribunal, não integra o quadro do Judiciário e é apenas um órgão técnico de apoio ao Parlamento. Seus ministros, em geral, são escolhidos nos quadros políticos do País, mas seu corpo técnico é altamente especializado. Sua competência é internacionalmente reconhecida. Assim, quando emite um parecer técnico que é adotado por unanimidade pelos ministros, não é razoável inquiná-lo de suspeição por motivos políticos.
Motivos políticos têm aqueles que pretendem impedir que a rejeição das contas da presidente pelo Congresso leve água para o moinho de quem defende o impeachment de Dilma. A CMO, portanto, está sendo levada, pelo que sinaliza a atitude de Gurgacz, a se transformar em palco do embate político entre os que querem e os que não querem o impeachment.
O Congresso está em recesso e só a partir de fevereiro a CMO voltará a cuidar do assunto. Mas o relatório de Gurgacz representa mais uma pequena vitória a ser comemorada pelo governo, que se soma à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular todo o rito do processo de impeachment urdido pelo ardiloso Eduardo Cunha com a intenção de colocar todo o poder de que dispõe como presidente da Câmara a serviço do impeachment da chefe de governo que se tornou sua maior inimiga. Diga-se a bem da verdade, no entanto, que esse triste episódio da história política nacional não se centra na disputa Dilma versus Eduardo. Isso é o que eles querem que o público veja. O fato é que ambos violaram a lei e agora tentam burlar a Justiça fazendo todo tipo de confusão de que são capazes.
O parecer de Gurgacz é motivo de comemoração para o governo. O chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, até já se permite alardear que o impeachment “está natimorto”. No Planalto, os mais otimistas já sentem o ambiente desanuviar-se e Wagner é um dos que, atento à prédica lulista de que faltam “boas notícias”, exibem confiança: “Nós vamos reequilibrar a Câmara; tenho convicção que já estamos reequilibrando”.
Pura ilusão, produto de uma visão petista distorcida e autocentrada da crise que o País enfrenta. O impeachment de Dilma pode ser no momento o maior problema para o PT. Mas o maior problema para o País é a crise moral, que conspurcou instituições, empresas e seus representantes. É a crise política que daí decorre agravada pelo rigor ideológico e pela inaptidão para o diálogo da presidente. É a crise econômica que o governo demonstra ser incapaz de enfrentar e que, ao que tudo indica, tenderá a piorar na medida em que o novo ministro da Fazenda, o “desenvolvimentista” Nelson Barbosa, começar a exercitar seus talentos.
Dilma é o maior obstáculo à recuperação moral, política e econômica do País. É impossível combater uma crise grave como a atual se o governo não tiver a coragem de adotar o remédio amargo de medidas impopulares. No campo econômico, por exemplo, o que se tem feito é o oposto. O PT e as “forças democráticas” que manipula conseguiram criar resistências às medidas de saneamento das contas públicas propostas pelo demitido Joaquim Levy. Agora que comemoram a elevação de um dos “seus” ao comando da equipe econômica, certamente petistas e linhas auxiliares, sentindo-se mais poderosos, terão menos paciência e maior nível de exigência em relação a “boas notícias”. Mas o voluntarismo populista é tudo de que o Brasil não precisa neste momento.
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