segunda-feira, 13 de abril de 2015

Pense bem, EMPREGADA X MATRIMÔNIO ."Não esmoreça nem desista. trabalhe duro! Milhões de pessoas que vivem do Bolsa Família, sem trabalhar, dependem de você".

Rvchudo

sexta-feira, 3 de abril de 2015


Em função das mudanças na legislação trabalhista, pelas quais a empregada doméstica passa a ter direito a FÉRIAS, 13º SALÁRIO, JORNADA DE OITO HORAS DIÁRIAS, HORAS EXTRAS, ADICIONAL NOTURNO, DESCANSO SEMANAL, FÉRIAS REMUNERADAS ACRESCIDAS DE 1/3, AVISO PRÉVIO, SEGURO DESEMPREGO E FGTSjá se fala que o casamento com separação de bens irá acabar, pois será melhor para a esposa ser empregada do marido do que estar casada com ele.
A tendência será a esposa divorciar e passar a ser empregada doméstica.

 
Atualmente, numa separação do casal, a mulher casada com separação de bens sai com "uma mão na frente e outra atrás",ao passo se ela for empregada e levar " um pé na bunda" terá direito a Aviso Prévio, FGTS etc.. Quando dormir com o "patrão" ganhará adicional noturno e horas extras.
 
 
E ainda receberá um dinheiro mensal, ficando livre do marido "mão-de-vaca".

Bastará colocar relógio-ponto na cozinha e câmeras dentro de casa, para o caso de alguma ação trabalhista, com possibilidade de danos morais.

O governo petista é genial.


"Não esmoreça nem desista. trabalhe duro! Milhões de pessoas que vivem do Bolsa Família, sem trabalhar, dependem de você".
   

“Dilma liberou o espaço aéreo para o tráfico de armas”



quinta-feira, 2 de abril de 2015
 

“Dilma liberou o espaço aéreo para o tráfico de armas”. “Se continuar assim alguma coisa vai acontecer”. Bolsonaro.


Em discurso realizado pela internet o Deputado Bolsonaro faz algumas revelações interessantes. Bolsonaro fala sobre desarmamento, sobre o Mais Médicos e até sobre os intervencionistas.


“Eu não sei se nós temos aqui 20 ou 30 mil cubanos, angolanos, haitianos e até iranianos aqui dentro. O que esse pessoal está fazendo aqui dentro? Eles não vieram aqui pra passar férias. Vimos agora uma médica que desertou quando o marido veio a visitar com um filho de cinco anos”.


“Quando o regime cubano mandou que voltassem eles desertaram, foram para os Estados Unidos. Esses cubanos que estão aqui estão com uma missão, pode ter certeza que não é atender o pobre.”

“Não temos dúvidas que o MST – as suas cabeças – continuam treinando em Cuba. Dilma liberar o espaço aéreo não é apenas para o trafico de entorpecentes, mas sim para o tráfico de armas.”


“o povo que fala em intervenção militar tem saudades dos valores daquela época”.


Bolsonaro diz, ao final de seu pronunciamento. “compre as suas armas”.

Revista Sociedade Militar.




Essa informação é importante!!!A razão por trás dos roubos da Petrobrás e outros roubos praticados pelo PT.

Com essa Lula não contava

sábado, 11 de abril de 2015


Com essa Lula não contava


O Estado de S. Paulo, sábado, 28 de março de 2015
Editorial - O Estado de S.Paulo
Em 2010, o presidente Lula surfava na popularidade e achava-se insuperável. Tanto que escolheu um poste para lhe suceder - a chefe da Casa Civil Dilma Rousseff. Com os principais nomes do PT envolvidos no escândalo do mensalão, a escolha de Dilma parecia um golpe de mestre. Ela, que nunca tinha concorrido a uma eleição, podia apresentar-se sem mácula ao eleitorado. E, principalmente, ao criar uma candidata sem sustentação política própria, Lula seria o seu esteio - e poderia continuar dando as ordens.

Diante das graves necessidades do País, a escolha de Dilma era um passo mais que arriscado. A Presidência da República exige não poucas habilidades administrativas e políticas nas quais a então candidata não tinha sido testada. Mas os interesses do País nunca pesaram muito nos cálculos de Lula. O importante era manter a continuidade do seu projeto de poder.

Como ficou evidente ao longo dos quatro anos do primeiro mandato de Dilma, a escolha de Lula significou um enorme prejuízo para o País. As piores expectativas concretizaram-se. Com o seu voluntarismo, sua inabilidade para a política, sua incompetência administrativa e, principalmente, sua incapacidade de enxergar objetivamente a realidade, Dilma simplesmente desgovernou o País, afetando negativamente todos os setores da economia.

A presidente Dilma Rousseff foi capaz de criar tamanho caos que, mesmo com todo o assistencialismo estatal - os repasses econômicos diretos do governo federal à população de baixa renda -, por pouco a oposição não ganhou as eleições de 2014. Mas o fato é que o PT venceu mais uma eleição presidencial e Lula ganhava, assim, mais um round da vida política brasileira.

No entanto, o ex-presidente esqueceu-se de uma coisa. Ao escolher um poste para suceder-lhe, não colocou em risco "apenas" o País. Lula não percebeu, na sua infinita esperteza, que aquela escolha significava mais do que pôr o interesse particular - a manutenção do PT no poder - acima do interesse coletivo. Ao escolher Dilma, ele estava colocando em risco o próprio PT. Lula não fez apenas um cálculo egoísta e irresponsável. Fez um cálculo errado.

Tanto é assim que o País assiste agora a um inusitado fenômeno. Ao invés de atrair apoios, o partido que controla o governo federal e deveria ter folgada maioria no Congresso provoca rejeição. É rejeitado por grande parte da população e, agora, por alguns de seus membros. Marta Suplicy foi a primeira a avisar que abandonaria o barco. Ao Estado, a senadora afirmou: "Ou o PT muda ou acaba". Esperta, deu-se conta dos rumos da opinião pública.

Mas Marta não é a única insatisfeita. O também senador Paulo Paim, petista histórico do Rio Grande do Sul, com quatro mandatos na Câmara e dois no Senado, também está preparando as malas. Em entrevista ao Estado, Paim afirmou que, caso as coisas se mantenham como estão, terá "muita dificuldade de ficar" no PT. E há outros tantos insatisfeitos nas bancadas petistas, incluindo outro senador, Walter Pinheiro (PT-BA).

Diante dessa movimentação, Lula - que é muito ativo quando o seu interesse está em jogo - tem arregaçado as mangas e ido à luta. Em primeiro lugar, foi falar mais uma vez com a sua criatura, a presidente Dilma Rousseff. E num tom de voz que não deixava dúvidas quanto ao seu estado de ânimo. Agora, Lula vem gastando todo tempo que pode para dissuadir os insatisfeitos de dissentir ou desertar.

Talvez tenha se dado conta de que não estão em jogo apenas as eleições de 2018 nem muito menos as de 2016. O que agora parece estar em jogo é a continuidade do PT como partido relevante na política brasileira. As recentes votações na CPI da Petrobrás - com a convocatória de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, e de Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - mostram um cenário impensável até bem pouco tempo atrás.

Sem nem desconfiar, Lula pode ter assinado a sentença de morte do próprio partido, ao ter escolhido Dilma Rousseff para suceder-lhe. Os fatos dirão.

GOVERNO FAZ NOVA TENTATIVA DE AMORDAÇAR A POLÍCIA FEDERAL



rvchudo

domingo, 12 de abril de 2015


Nova tentativa de amordaçar a Polícia Federal




Novo Código de Ética surpreendeu os policiais federais

Com a Operação Lava Jato a pleno vapor, a cúpula da Polícia Federal lançou um Código de Ética para delegados e agentes da instituição. As novas regras foram publicadas no boletim interno e surpreenderam policiais. Para delegados e agentes, o código reforça a mordaça imposta pelo governo federal aos policiais e fere garantias constitucionais como o direito à liberdade de expressão.

As restrições surgem em momento no qual o governo federal tenta controlar as informações divulgadas sobre a Operação Lava Jato, que motivou a abertura de investigações contra 50 políticos no Supremo Tribunal Federal (STF) depois de revelar um megaesquema de corrupção na Petrobras.

O texto prevê punição a servidores se concederem entrevistas a jornalistas sem acompanhamento da assessoria de imprensa da Polícia Federal. Menciona também proibições genéricas, como impedir o policial de “divulgar manifestação política ou ideológica conflitante com o exercício das suas funções”.

DELEGADOS PROTESTAM
“O Código de Ética é um reforço na tentativa de amordaçar o policial. Reflete uma preocupação muito grande do órgão com a pressão política”, afirmou o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Marcos Leôncio Ribeiro.

Se for “conivente” com uma entrevista desacompanhada da assessoria de imprensa ou com uma manifestação ideológica, o servidor responde por “solidariedade”. Outro dispositivo que preocupa policiais é a proibição de “expor, publicamente, opinião sobre a honorabilidade e o desempenho funcional de outro agente público”.

Para o diretor da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Flávio Werneck Meneguelli, o código limita ainda mais o direito do policial de “expor opinião” e vai na contramão da “democratização” das forças policiais brasileiras. “Dificulta ainda mais o fornecimento de informações”, critica.

CENSURA ÉTICA

As regras foram decididas pelo Conselho Superior de Polícia (CSP), em reunião do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, com sete diretores, cinco superintendentes regionais e um adido policial.

Procurada, a Polícia Federal afirmou que uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) exigia que cada órgão federal montasse uma comissão de ética. A corporação policial diz ainda que a única punição para quem desrespeitar o Código de Ética será a “censura ética”.

De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, o código apenas repete normas internas da Polícia Federal e proibições do Código de Ética dos Agentes Públicos do Ministério da Justiça e do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

AUTONOMIA
Policiais avaliam que as restrições da corporação surgem pelo fato de o diretor-geral da PF ser nomeado pelo ministro da Justiça. Ribeiro, da ADPF, defende a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 412/2009, que foi desarquivada neste ano na Câmara dos Deputados, para que a Polícia Federal tenha orçamento autônomo e o diretor da instituição tenha um mandato de atuação como o presidente do Banco Central. “O diretor-geral precisa ter mandato, para que não possa ser exonerado a qualquer instante por desagradar o político A ou B”, afirmou Ribeiro.

(texto enviado por José Guilherme Schossland)

07 de abril de 2015
Daniel Haidar
Veja

PEC 51 DO PT (Leiam pois é muito importante saber)


rvchudo


Gilberto A S 


Há algum tempo venho falando sobre essa intenção do PT, agora já recebendo a formatação de uma PEC, com número 51, para acabar com as Polícias Militares.

Isso é para que sejam criadas as MILÍCIAS BOLIVARIANAS, no estilo venezuelano, sob o comando federal, isto é, do PT que tem planos de NUNCA MAIS sair do governo.

Nessas milícias existe a inversão de valores e quebra da hierarquia militar.
Vejam como funciona na Venezuela:

Esta excrescência veio oficializar legalmente a criação das Milícias Bolivarianas como um corpo armado paralelo, com direito a portar armas de modo permanente, comandar tropas e, sem haver cursado nenhuma academia militar, assumir funções dos oficiais da Aviação, do Exército, da Armada e da Guarda Nacional.

Cria a figura de oficiais de tropa e de milícia. Estabelece que 
“O pessoal militar em todos os graus e hierarquias está subordinado ao oficial que ostente o comando”


Isso é extremamente grave porque, como se sabe, a designação dos comandos é prerrogativa exclusiva do Presidente e, nesse caso, Chávez pode - por decreto - designar um miliciano ou um agente do G2 cubano para comandar tropas e dar ordens até a generais, porque “ostentam o comando”.

Abram o anexo e vejam!!!

A primeira PIADA do dia!!!!


700 mil pessoas gritando "Fora, Dilma", "Fora, PT" nas ruas de todo o país.


700 mil pessoas gritando "Fora, Dilma", "Fora, PT" nas ruas de todo o país.

(O Globo) A manifestação contra o governo da presidente Dilma Rousseff e a corrupção tomou as ruas de 24 capitais brasileiras e do Distrito Federal neste domingo. Se forem consideradas as estimativas oficiais, 699 mil pessoas compareceram aos prostestos de hoje. Apesar de ter menos adesão de pessoas pelo Brasil, o número de cidades que participaram foi maior do que 15 de março. 
 
 
A marcha em São Paulo, realizada na Avenida Paulista, reuniu 275 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. O número é menor que o protesto do dia 15 de março, que levou 1 milhão às ruas e foi considerado o maior do país naquela data. Apesar da perda de público na capital paulista, a organização comemorou, no fim da tarde, a adesão em 450 cidades. Mais uma vez, os manifestantes seguravam bandeiras, vuvuzelas, cartazes e faixas de repúdio à corrupção com as palavras "Fora Dilma", “Fora PT”. De acordo com a PM paulista, o ato pacifico.
 
 
Chamou a atenção uma enorme bandeira verde e amarela com a palavra “impeachment” escrita em preto, que foi estendida no chão da Paulista. Durante toda a tarde, vendedores ambulantes ofereceram aos manifestantes apitos, bandeiras, água e comida.
 
 
Assim como já havia ocorrido no protesto do dia 15 de março, policiais foram um atrativo e tiraram fotos com vários manifestantes. A conta oficial da corporação no Twitter publicou imagens de crianças brincando com os cães policiais, cavalos da corporação e até dentro de viaturas.
 
 
Manifestantes que pediam intervenção militar tiveram que deixar a avenida pouco antes das 14h, após pedido da Polícia Militar. A justificativa oficial da PM é de que eles estavam utilizando veículos que não passaram por uma “vistoria oficial” para participar do protesto. De acordo com Ronaldo Brasileiro, organizador do movimento, a medida da PM é arbitrária. O veículo ficou estacionado na esquina da Rua Pamplona com a Alameda Santos.
 
 
Um grupo de caminhoneiros que também protestavam contra o governo Dilma deixou lento o trânsito de várias vias importantes de São Paulo. Eles passaram pela Marginal do Pinheiros, Avenida Rebouças e Rua da Consolação. Assim como aconteceu com um ônibus de militares, eles também foram impedidos de entrar na Avenida Paulista porque não tinham autorização. Mais cedo, motociclistas também aderiam ao protesto.
 
 
 

Mais uma vez o Datafolha contestou a PM, que deu um número de 275 mil pessoas na Paulista. E fez uma pesquisa nitidamente tendenciosa, conforme abaixo. Virou piada na manifestação. Leia abaixo.



12/4: Datafolha e os números que só ele vê.

Mais uma vez o Datafolha contestou a PM, que deu um número de 275 mil pessoas na Paulista. E fez uma pesquisa nitidamente tendenciosa, conforme abaixo. Virou piada na manifestação. Leia abaixo.



(Folha) O impeachment da presidente Dilma Rousseff conta com o apoio de 77% das 100 mil pessoas que estiveram neste domingo (12) na avenida Paulista, mas nem metade delas acha que ela será afastada. É o que mostra a pesquisa Datafolha realizada durante a manifestação. Ainda assim, só 13% dos manifestantes saíram de casa com a intenção de pedir o impeachment da presidente. O motivo mais citado por eles para ir à Paulista foi a indignação com a corrupção, apontado por 33% dos entrevistados. Uma em cada dez pessoas estava lá para protestar contra o PT. 



Mais de 60% dos manifestantes disseram que estavam repetindo a dose, já que participaram também do protesto do dia 15 de março. O perfil do público que foi aos dois eventos é muito parecido, a não ser pela grande presença de pessoas mais velhas no ato deste domingo. De acordo com o Datafolha, 41% do público presente tinha mais de 51 anos. É o dobro do que se viu na manifestação de março. Maria Luiza Lima, 77 anos, esteve nas duas acompanhada pela filha e disse que voltará se houver uma terceira.


Moradoras da Vila Carrão, na zona leste, elas pegaram ônibus e metrô para participar do protesto. "Sou eleitora, quero continuar votando e, para isso, é preciso limpar a política", diz Maria Luiza. Boa parte dos manifestantes neste domingo apareceu em família. Havia também muitos casais. Grande parte das pessoas vestia camisetas da seleção brasileira de futebol ou outras peças de roupas amarelas. Vários exibiam faixas amarelas na cabeça com a inscrição "Fora Dilma", que podiam ser compradas por R$ 5 dos camelôs. Questionados pelo Datafolha, 96% deles consideram o governo Dilma ruim ou péssimo.

A presença de pessoas que vieram de outras cidades também aumentou, de 13% em março para 17% neste domingo. Foi o caso da psicóloga Sueli Santos, 56, que veio de Vinhedo para participar da manifestação. "A revolta está nessa corrupção, nesse desgoverno do PT. Chegou a hora de dar um grito", afirmou.

Quase 80% dos manifestantes têm ensino superior, 35% trabalham com carteira assinada e 41% ganham acima de dez salários mínimos. No segundo turno da última eleição presidencial, 83% declaram ter votado no candidato Aécio Neves (PSDB) e apenas 3% em Dilma. Apesar disso, 95% afirmaram não serem filiados a nenhum partido.

Dos manifestantes, 74% sabem que o vice-presidente assumiria o governo em caso de um afastamento de Dilma, sendo que 90% têm conhecimento de que o vice é Michel Temer (PMDB).
A avaliação do Congresso Nacional também não é boa: 77% o consideram ruim ou péssimo, 19% acham que é regular e apenas 3% avaliam o trabalho de deputados e senadores como ótimo ou bom.

A grande maioria, 86%, prefere a democracia a uma ditadura, regime que é apoiado por apenas 9% dos que estiveram na avenida Paulista. Para 3%, tanto faz --democracia ou ditadura. A esquerda era minoria entre os manifestantes da Paulista; apenas 7% das pessoas se diziam dessa corrente. A maioria, 34%, disse ser de centro, 20% de centro-direita e 26% de direita.


O Datafolha entrevistou 1.320 pessoas na Paulista, das 12h às 18h. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.


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Lula tenta "lavar" o jato que usava para fazer lobby para a Odebrecht. Crescem os indícios do envolvimento do ex-presidente no Petrolão.


 Lula e seu cliente Marcelo Odebrecht.

(O Globo) O atual diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Alexandrino Alencar, levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um périplo por Cuba, República Dominicana e Estados Unidos, em janeiro de 2013. A viagem foi paga pela construtora e, oficialmente, não tinha relação com atividades da empresa nesses países.
 
 
Lula foi a um evento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre o clima, visitou o presidente da República Dominicana e falou no congresso de trabalhadores da indústria nos EUA. Na Operação Lava-Jato, Alencar é o dirigente da Odebrecht acusado por três delatores de ser operador de pagamento de propinas para a empresa no exterior.
 
A relação oficial de passageiros do voo, obtida pelo GLOBO, mostra que ele era o único que não fazia parte do círculo de convivência de Lula. Estavam na aeronave funcionários do Instituto Lula, o biógrafo Fernando Morais e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.
O documento de solicitação do serviço, da Líder Táxi Aéreo, mostra também que o contratante exigiu discrição. No campo “passageiro principal” do formulário, o funcionário da Líder escreveu: “voo completamente sigiloso”. Procurada, a Líder não comentou o motivo do registro.
 
Para evitar que fosse vinculada ao fretamento, a Odebrecht usou uma de suas parceiras para pagar a despesa: a DAG Construtora, da Bahia. O dono da empresa, Dermeval Gusmão, primeiro negou ter pagado pelo voo. Anteontem à noite, ligou para informar que localizou um pagamento de R$ 435 mil à Líder e disse que um de seus diretores pode ter feito isso a pedido da Odebrecht.
 
 
VIAGEM COM LULA EM 2011
Alencar já havia sido convidado por Lula para acompanhá-lo em comitiva do governo brasileiro à África, em 2011, quando ele já não era mais presidente. Na época, o pedido causou constrangimento ao Itamaraty, porque o diretor não trabalhava no governo nem tinha relação direta com atividades do ex-presidente.
 
No mesmo ano, a Odebrecht pagou para que Lula viajasse à Venezuela, também na companhia de Alencar, segundo a revista “Época”. Alencar foi um dos principais interlocutores para viabilizar a construção do estádio Itaquerão, antigo sonho de Lula, segundo o livro de memórias do ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez.
 
O primeiro delator a citar o nome do diretor da Odebrecht na Lava-Jato foi o doleiro Alberto Youssef. Ele disse que a Braskem, do grupo Odebrecht, obteve vantagens na compra de insumos da Petrobras, graças a uma renegociação de preços conduzidas na estatal pelo então diretor Paulo Roberto Costa. Em troca, a Braskem teria aceitado pagar US$ 5 milhões em propinas, a serem divididos entre dirigentes do PP e Costa, com intermediação de Youssef.
 
O doleiro mencionou o local onde se reunia com o diretor da Petrobras e Alencar: nos hotéis Hyatt e Tivoli, em São Paulo, entre 2006 e 2012. Segundo os depoimentos, a construtora depositava os valores em contas fora do país; os recursos eram internalizados em operações de fachada.
 
Youssef disse que marcava encontros com Alencar por telefone. O número do diretor da Odebrecht consta da lista de ligações realizadas ou recebidas por um dos aparelhos de Youssef, conforme relatório sigiloso da empresa Blackberry, enviado aos investigadores da Lava-Jato e localizado pelo GLOBO.
 
Funcionário do doleiro e também delator, Rafael Angulo disse ao Ministério Público ter se reunido com Alencar na sede da Odebrecht, em São Paulo, para lhe fornecer o número de contas bancárias no exterior que deveriam ser usadas para depósitos. Também aparecia para recolher comprovantes de pagamentos realizados.
 
Ao depor, Costa confirmou o pagamento de propina pela Braskem, mas negou que tenha discutido a parte que cabia ao PP com a empresa, limitando-se “à parte da propina que cabia ao próprio depoente”.
 
CONSTRUTORA ALEGA TER PAGADO POR PALESTRA DO EX-PRESIDENTE
A Odebrecht informou ter pagado pela viagem do ex-presidente por três países em função de agenda complementar cumprida por ele na República Dominicana, que não foi divulgada pelo Instituto Lula. Segundo a construtora, além de se encontrar com o presidente do país, Lula realizou uma palestra “para empresários, investidores, políticos e formadores de opinião”.
 
Ao GLOBO, o Instituto Lula confirmou a palestra e disse que “às vezes sim, às vezes não” a organização divulga na agenda oficial do ex-presidente a sua participação em eventos privados.
 
Por meio da assessoria da Odebrecht, O GLOBO perguntou a Alexandrino Alencar se conhecia o doleiro Alberto Youssef e qual era seu posicionamento sobre as acusações feitas por ele, no âmbito da Operação Lava-Jato. O diretor negou o que chamou de “alegações caluniosas feitas por réu confesso” e preferiu não responder se conhecia Youssef.
 
Quando O GLOBO informou à assessoria da Odebrecht que o número do diretor constava de relatório da Blackberry em posse dos investigadores da Lava-Jato, Alencar mudou o posicionamento e disse ter conhecido o doleiro “por intermédio de José Janene”, na condição de assessor do deputado, que morreu em 2010.
 
Perguntado sobre o motivo do contato telefônico que teve com o doleiro, mesmo depois de Janene já ter falecido, Alencar respondeu lacônico: “agendamento de reunião”. Sobre a viagem de janeiro de 2013, a Odebrecht informou que Alencar teria acompanhado o ex-presidente apenas no trecho que incluiu a República Dominicana e Cuba, onde a empresa construiu o Porto de Mariel. Segundo a assessoria, o dirigente não teria acompanhado o ex-presidente na viagem ao Estados Unidos, apesar do trecho também ter sido pago pela construtora. 
 
Perguntada sobre o motivo de pedir à DAG Construtora que pagasse pelo fretamento, em vez de ela própria efetivar a despesa, a Odebrecht disse ter solicitado o favor à sua parceira comercial “por uma questão de logística”.
 
O GLOBO perguntou a Alexandrino Alencar sobre a relação dele com o ex-presidente Lula. O dirigente afirmou que “conhece o ex-presidente Lula e sempre teve com ele uma relação de cordialidade e respeito”.
 
Por meio de nota, a Braskem, que é controlada pela Odebrecht, negou que tivesse pagado propina ao PP e a Paulo Roberto Costa para obter vantagens em compras da estatal. “Todos os contratos e os pagamentos seguiram os preceitos legais e foram aprovados de forma transparente, de acordo com as mais rigorosas regras de governança corporativa”, disse a empresa, que completou, na nota: “Além disso, é importante ressaltar que os preços praticados pela Petrobras na venda de matérias-primas nunca favoreceram a Braskem e sempre estiveram atrelados às referências internacionais mais caras do mundo, com notórios efeitos negativos para a competitividade da Braskem e da petroquímica nacional”.
 
 
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Movimentos de rua olham para frente e decidem: em vez de rejeitar, devem se unir aos políticos e partidos.


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segunda-feira, 13 de abril de 2015


O maior avanço das manifestações de 12 de abril é o fato de que a maioria dos movimentos reconheceu que, de agora em diante, para acontecer alguma coisa de novo e de objetivo, precisam empoderar os políticos alinhados com as suas pautas, em vez de impedi-los de participar dos seus atos. Não dá para ser apartidário a vida toda. Para isso, estão organizando uma Marcha à Brasília, nesta próxima quarta-feira. 
 
 
 
Tenho absoluta certeza de que serão muito bem recebidos pelo PSDB, DEM, SDD e parte do PP e do PMDB. Espera-se que os seus líderes percam a ideia de democracia direta, que isto é o estilo PT de fazer política. Espera-se que algumas jovens lideranças usem mais a inteligência e menos a língua para dizer bobagens. Espera-se que a Oposição tenha sensibilidade para reconhecer o inegável trabalho de mobilização destes movimentos e que, juntos, fechem uma pauta possível dentro da Democracia e do Estado de Direito para que a voz da rua ecoe dentro do plenário do Congresso Nacional. 
 
 
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