terça-feira, 3 de setembro de 2013

Seops e Sudesa acabam com demarcação irregular em terreno no Park Way


Correio Brasiliense
Publicação: 03/12/2010 19:14  
Atualização: 03/12/2010 22:20
 

Em uma operação emergencial realizada às 14h desta sexta-feira (3/12), a Secretaria de Ordem Pública e Social (Seops) e a Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa) removeram uma edificação em alvenaria, não habitada, em uma invasão próxima a Cascalheiras, em Vargem Bonita, no Park Way.

A casa estava em um local público, sob administração da Terracap. De acordo com a assessoria de imprensa da Seops, a área, de aproximadamente 30 mil metros quadrados, estava cercada com arame farpado e sofria parcelamento irregular de terra.

A Seops também informou que vários piquetes demarcavam pequenos lotes onde seriam constuídas novas casas. Segundo a secretaria, ninguém foi encontrado no local. De acordo com o órgão, a área será monitorada para que não haja mais invasões.   

Comentários:
Esta matéria tem: (8) comentários

Autor: André Luiz Moura
Boa tarde Sr Hildo. A omissão do MPDFT não configura um crime? E que é sujeito à punição do seu representante que não adota as ações necessárias e omite-se ao cumprimento de seu dever? Por que não denunciar este(s) promotor(es)? pergunto por desconhecer mesmo. Mas tenho o teu mesmo desejo de justiça
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Autor: ronaldo silva
VÊJO AÇÃO DA SUDESA,AGEFIS EM TODO LUGAR DO DF, SO NÂO VEJO ELES AGIREM EM BRAZLANDIA, INCRA 09,INCRA 08 ONDE SE PARECE TERRA DE NINGUEM ONDE SE CONSTROI E NINGUEM VÊ NADA,A ADMINISTRAÇÃO DE BRAZLANDIA E ALVO DE CABIDE DE EMPREGO DE PUXA SACO DE POLITICOS,TODO MUNDO BRIGANDO E A CIDADE ABANDONADA.
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Autor: Hildo Evaristo
Prezado Newton Mauro, tenho este e muitos outros docs o problema é que prá romper esta barreira é difícil, mas vamos conseguir. Exemplo: O MPDFT tem conhecimento, apurou e confirmou entretanto ao invés de AGIR se OMITIU isto após prometer ajudar a fazer JUSTIÇA. Muito medalhão no meio. Entendeu?
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Autor: vicente júnior
PARABÉNS À SEOPS E SUDESA. ESTÃO CUMPRINDO O SEU DEVER. A BAGUNÇA E A FARRA DA INVASÃO DA TERRA PÚBLICA TEM QUE ACABAR! CASO CONTRÁRIO, O DF VAI VIRAR UM MORRO HORIZONTAL, ONDE NÃO ENTRA O ESTADO E VIRA O DESGASTE E PERIGO VIVIDO NO RIO. CUIDEMOS DE NOSSO QUERIDO DF!
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Autor: Hamilton santos
Hildo Evaristo--- Conta a historia que TODO o territorio do DF foi desapropriado com a mundaça feita por JK...houve alguns que no Gov. Militar foram "presenteados" com terras no DF...mas se for para dar terra aos verdadeiros donos, que dê aos INDIGENAS, que estavam aqui quando tudo começou...kkkkkkk
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Autor: Rogério Silva
Esquentar terra em cartório do Goiás é algo bastante fácil e comum no DF. Vai reclamar para Dom Pedro II, agora tem que prevalecer a justiça. Cadeia pra grileiros e pra esse povinho que tem escritura de qualquer jeito; eu, que moro legalmente, ganho o que?? parabéns ao GDF!!
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Autor: Newton Mauro
Prezado Hildo, Se tem esse documento em mãos, por que não toma medidas cabiveis?
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Autor: Hildo Evaristo
Terracap grileira apoiada por órgãos governamentais combate grileiro. É o chamado sujo falando do mal lavado. Tenho em mãos o Memorial Descritivo de toda a Área do DF dentro da herança do sr. João Pereira Gomes. E ai MPDFT, vai continuar OMISSO? Ah, detalhe: ano 1.889, ano 1.889, 1.889... VERO!!!

Festas que aporrinham


Moradores sofrem desconforto e insegurança com festas ilegais em bairros nobres

CorreioWeb - Lugar Certo

Rafael Ohana/
CB/D.A Press

30/09/2010 - Em busca de tranquilidade e conforto, muitos brasilienses optam por morar em bairros nobres da cidade como Lago Sul, Lago Norte e Park Way. Para a maioria das pessoas, os preços altos dos imóveis compensam pela melhor qualidade de vida, comodidade e segurança. Porém, os moradores não têm tido muito sossego ultimamente. O motivo são as inúmeras festas ilegais promovidas por jovens em áreas residenciais.
No Lago Sul, por exemplo, em dia de festas que cobram ingresso para entrar , com música alta, gente nas ruas e muita bebida, o aposentado Aloísio Medeiros Carvalho, de 60 anos, morador da QI 29, não tem sossego. “Quando tem evento aqui ninguém consegue dormir direito. O barulho é muito alto, o lixo toma conta das calçadas e o conjunto vira ponto de encontro de usuários de drogas. Isso atrai todo o tipo de gente, desde o trabalhador até traficantes de drogas e prostitutas”, denuncia o morador, já cansado de tanta algazarra.
Essa situação tem acontecido com frequencia nos bairros de classe média alta do Distrito Federal. Apesar de proibido, muitos moradores insistem em fazer esse tipo de evento. Para repreender e impedir a realização das festas comerciais, as Administrações Regionais, em parceria com a Agência de Fiscalização (Agefis) e Polícia Militar do DF, têm feito operações surpresas nos locais. Segundo a Agefis, a ideia é intensificar a fiscalização nessas áreas para proibir a realização da atividade.
De acordo com o administrador do Lago Sul, César Lacerda, a Regional não concede alvarás, em hipótese alguma, para este tipo de evento. “Pela legislação, estas festas não podem acontecer. Não queremos proibir festas familiares, e sim orgias e festas regadas à bebida e entorpecentes”, declara.
O administrador garante que a lei será cumprida com mais rigidez para manter a segurança dos moradores e evitar a bagunça no bairro. “Nestas festas acontece de tudo. Tem drogas, bebidas alcoólicas e até prostituição, tudo em área domiciliar. Isso incomoda os moradores e gera insegurança. A partir de agora, esses irresponsáveis serão punidos com todo o rigor da lei”, diz o administrador.
Assim como o aposentado Aloísio, outros moradores também reclamam da falta de respeito. A empresária Ana Lúcia Silva Passos, moradora da QI 17 do Lago Sul não concorda com as festas comerciais e afirma que irá colaborar com a Administração quando isso acontecer. “De que adianta morarmos em um bairro lindo com índices de desenvolvimento altíssimo se não temos sossego e nem o direito de entrarmos na nossa rua em dia de festa. Isso não pode acontecer. A partir de agora, toda vez que ficar sabendo de festa paga, vou denunciar. Quero fazer a minha parte”, afirma.

Além das festas pagas realizadas nas casas, no Park Way também existem muitos locais que realizam eventos sociais, como formaturas e casamentos. “Esses estabelecimentos, por lei, também são irregulares”, explica o administrador, Marcos Antônio Nunes. Segundo ele todos os alvarás foram suspensos por ordem do governo do DF e, por isso, esses locais não têm autorização para funcionar.

Para combater esses tipos de crimes, Marcos Antônio espera contar com a ajuda da população. “Peço que denunciem essas festas. Dessa forma, poderemos trabalhar de forma preventiva e informar os órgãos fiscalizadores responsáveis por autuar os infratores, que insistem em perturbar a ordem”, conclui.

Durma com um barulho desses


Quem mora perto de casas noturnas se queixa da falta de tranquilidade durante as festas. É o eterno impasse entre quem deseja sossego e quem quer se divertir


 

Redação Jornal da Comunidade
Descansar, relaxar ou dormir em um ambiente próximo a uma festa barulhenta é praticamente impossível. Empolgado, quem está se divertindo simplesmente ignora o direito alheio à tranquilidade. Janelas tremem, a cabeça dói e não há sono que resista. Brasília, a exemplo de diversas outras grandes capitais brasileiras, convive com o impasse entre moradores em busca de sossego e proprietários de estabelecimentos comerciais noturnos de grande movimento. Bares, restaurantes, boates e casas de shows figuram na lista das recordistas de reclamações.

Foto: Sebastião Pedra/Cedoc – Bares e casas noturnas localizados nas proximidades de residências geram conflitos com os moradores e figuram na lista dos recordistas de reclamações.

Em cidades planejadas para grandes construções e casas de grande porte, como Lago Sul, Lago Norte e Park Way, as festas particulares promovidas em mansões produzem o som que incomoda os moradores. Já em cidades com ruas mais estreitas e com comércios muito próximos às áreas residenciais, como Guará, Cruzeiro e Sudoeste, os bares são os responsáveis pelo barulho.

Brunna Modesto, estudante de 22 anos e moradora da QE 4 do Guará, convive com o barulho noturno de um grande bar da cidade. Há alguns anos o estabelecimento passou por uma reforma e ganhou um espaço no subsolo, um pub que, segundo ela, aumentou o movimento no local.

“É difícil dormir com as pessoas conversando em voz alta nas mesas do barzinho, com a música e com as buzinas no estacionamento”, reclama Brunna. Ela mora no segundo andar do prédio, em frente ao bar. Porém, explica que a situação já esteve mais crítica. “As pessoas têm frequentado bastante o pub e lá as paredes vedam o som”, explica. A estudante conta que, apesar do barulho, o ambiente é tranquilo e raramente ocorrem confusões.

Brunna também se queixa do barulho durante os jogos de futebol. “Eles transmitem (os jogos) no bar com vários televisores. Normalmente no domingo, dia de descanso. Com o futebol, não há como conter o ímpeto do pessoal nas comemorações”, conclui a estudante.

O advogado Luiz Felipe Sá, 34 anos, mora na quadra 15 do Park Way. Próximo à residência dele há uma mansão onde frequentemente acontecem festas com a presença de grandes multidões. “Normalmente são eventos pagos, de grande porte, com bandas tocando ao vivo. A maioria vai até  a madrugada. Além da música alta, o som automotivo antes das festas é ensurdecedor”, desabafa o advogado.

Gustavo Cavalcante, gerente comercial da Paulo Baeta Empreendimentos Imobiliários, orienta as pessoas a pesquisarem bem a vizinhança antes de finalizar a compra de um imóvel. “Localização é fundamental. É importante passar pelo local em diferentes dias e horários”, diz. Gustavo cita que não é comum haver desvalorização financeira nesses imóveis, mas é possível que surjam pequenas dificuldades na hora da venda.


Academia faz festas e não respeita os horários

Algumas vezes os pedidos de silêncio e compreensão são ignorados. A PM do DF informou que o horário e o tipo de música executada no estabelecimento comercial devem estar de acordo com o alvará de funcionamento expedido pelas administrações regionais. Com relação à contravenção penal de perturbação da tranquilidade, todo cidadão que se sentir ofendido pode solicitar a presença da PM pelo telefone 190. 


Cabe ressaltar que é necessária a presença da parte ofendida para tal solicitação e deslocamento à delegacia.


Em Taguatinga alguns moradores também reclamam do barulho de certos estabelecimentos. A cidade é famosa por oferecer muitas opções de bares, restaurantes e boates. Mas o que tem tirado o sossego do supervisor de vendas C.B., 48 anos, morador da QNE 7, é uma academia.

Segundo ele, que pediu para não ser identificado, as atividades típicas do local, durante o dia e parte da noite, não roubam sua paz. Mas a cada 15 dias festas noturnas são promovidas no espaço e não respeitam horários.

C.B. explica que, apesar de morar em um prédio diferente daquele onde funciona a academia, os imóveis são no mesmo andar e separados por uma parede. “As músicas são de mau gosto e muitas palavras de baixo calão são gritadas na janela. É possível ver seguranças particulares nas entradas do prédio quando há evento. Tenho filhos adolescentes e me preocupo. Já liguei inúmeras vezes para a polícia e raramente vem uma viatura”, diz.

Ele acha que a ação da polícia poderia ser mais efetiva. “Quando os policiais são deslocados até aqui, o pessoal da festa abaixa o som e espera eles irem embora para retomar o barulho. Ficamos sem ter a quem recorrer”, diz. Ele conta que não é o único insatisfeito no prédio e todos têm medo de ser alvos de represálias.

Clayton Machado, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), explica que muitas vezes falta bom senso, também, a quem reclama do barulho. Para ele, o fato de Brasília ser uma cidade com endereços mistos (residências e comércios no mesmo prédio ou muito próximos) é responsável por boa parte das queixas. “No Sudoeste, por exemplo, os prédios comerciais são construídos para este fim. Mas o cidadão compra ou aluga uma loja nos andares de cima para usar como quitinete residencial e posteriormente reclama”, diz.

Clayton diz que é comum haver choques de horários nesse tipo de estabelecimento. “A pessoa chega em casa após as 18 horas querendo descansar, é um direito de todo trabalhador. Só que é nesse horário que os bares e restaurantes próximos estão iniciando o período de maior movimento”, conclui o presidente do sindicato

(Esta denuncia foi feita em 2013.De lá para cá a situação só piorou!Por que será??) Park Way / Raves incomodam



Jornal de Brasília - 19JUL11 - Cidades 


Moradores reclamam de som alto, incidentes, bebedeiras e tumulto de carros 


Da Redação


As festas eletrônicas, mais conhecidas como raves, estão tirando a tranquilidade dos moradores do Park Way. Geralmente, os organizadores não divulgam o horário, o dia nem o local dos eventos. 



O interessado só fica sabendo após comprar o ingresso, como explicou a assessoria da Administração do Park Way. "Essas festas são divulgadas pela internet, mas o comprador só tem conhecimento do endereço após adquirir o convite", explica. 


Segundo José Estrela, administrador do Park Way, existe um acompanhamento das reclamações dos moradores e, com isso, a administração está mapeando os locais das festas. "A dificuldade de inibirmos a realização desses eventos é descobrir o local e o dia. Vamos tomar providências, juntamente com as polícias Federal e Civil, e Agefis". 


Para Flávia Ribeiro da Luz, moradora da Quadra 25, além do incômodo, a realização das festas é desagradável. "Quem mora no Park Way busca um ambiente silencioso e de contato com a natureza. Esse tipo de evento vai contra o espírito do bairro e dos moradores", afirma .



 "As autoridades agem muito pouco na região. É um total descaso, já que pagamos um dos IPTUs mais caros de Brasília. Praticamente não se vê uma coibição por parte dos responsáveis", reclama a moradora. De acordo com Robson Neri, presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Park Way (Conseg), existem várias reclamações e é grande o incômodo para as famílias. 



"A proibição das festas requer ação da Agefis e da Administração do bairro, até porque, para a realização desses eventos é necessário alvará de autorização, o que não pode ser concedido", explica. Robson diz que os convidados das festas consomem bebidas alcoólicas, o que gera acidentes de trânsito, como batida em poste de luz. 




"Precisamos da presença do Detran e da Polícia Militar para multar os carros estacionados em locais proibidos e operar com o uso do bafômetro. Nas últimas festas não houve presença dos agentes", relata. 

Ação coibiu a festa 

De acordo com José Estrela, administrador do Park Way, no último fim de semana estava programada a realização de uma festa eletrônica na região. Segundo ele, o evento não foi realizado e pode ter sido cancelado, devido a ação promovida pela própria administração. "Havia a previsão de ocorrer a rave e, por conta disso, buscamos informações pela internet, como interessados em comprar o convite. O objetivo da ação foi saber o local da festa", explica Estrela. 


A Polícia Militar foi acionada pela Administração pois, segundo Estrela, houve conhecimento que os ingressos iriam ser vendidos a partir das 17h do sábado em uma loja do centro comercial Gilberto Salomão. "Em virtude desses procedimentos os organizadores poderiam ter desistido da realização da festa, já que ela não ocorreu", afirma. Ainda de acordo com o administrador do Park Way, as maiores reclamações ocorrem nas sextas-feiras, sábados e domingos. "Sem contar que as festas são uma espécie de vale tudo, pois existem denúncias de consumo de drogas e de prostituição", explica Estrela.
Barulho é constante 


Para José Campelo Araújo, morador da Quadra 29 do Park Way, o barulho do som alto das festas eletrônicas é constante. "Antes, essas festas começavam mais tarde, mas agora iniciam por volta das 15h, 16h do sábado e vão até a madrugada do domingo", reclama. 



"Se não existe freio para o volume do som, que essas festas sejam levadas para uma área comercial e que não fiquem aqui", diz o morador, indignado. Portador de hiperacusia aguda, um distúrbio de audição que se refere à hipersensibilidade de alguns sons, o militar reformado reclama da situação que vive os habitantes da região. 


"Não estou reclamando em função do meu problema auditivo, mas sim, devido à falta de sossego de todos os moradores. Deve ter muita gente incomodada", afirma Araújo. O morador do Park Way explica que não existe um obstáculo para a barreira de sons. Devido a esse fato, o barulho ouvido é como se a festa ocorresse na porta de casa do aposentado. "O problema maior era no sábado. Agora, algumas festas já começam na sexta-feira. Precisa haver uma solução para isso o mais rápido possível", reforça. 

SAIBA +
De acordo com José Estrela, administrador do Park Way, as festas não têm alvará para serem realizadas. "São eventos que ocorrem em áreas particulares. Os organizadores nunca pediram alvará. Na verdade eles não querem autorização, pois fazem as festas às escondidas", declara. Segundo o diretor do Detran, houve uma reunião na sexta-feira com o administrador do Park Way onde ficou decidido que quando tiverem conhecimento do dia e local das festas o Detran será acionado. 



Com a informação, será deslocada equipe para realizar teste do bafômetro e levar guinchos para retirar carros estacionados em locais proibidos. "O problema operacional é que se não soubermos o dia e local do evento não há como fazer a fiscalização", explica.