quinta-feira, 3 de abril de 2014

Operação Lava Jato: "anjinhos" petistas negam ter ajudado doleiro a pegar dinheiro no Ministério da Saúde.




quinta-feira, 3 de abril de 2014




Alexandre Padilha, com a então ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e com o então petista que não andava em jatinho de doleiro preso, André Vargas, em campanha de arrecadação de fundos para a Santa Casa de Londrina: "anjinhos"!


Foi o doleiro Alberto Youssef quem conseguiu financiamento de R$ 31 milhões do Ministério da Saúde para o laboratório Labogen por meio de "contatos políticos", segundo depoimento à Polícia Federal de um dos sócios da empresa, Leonardo Meirelles.


Um dos contatos políticos de Youssef é o deputado André Vargas (PT-PR), vice-presidente da Câmara, segundo interceptações de mensagens feitas pelas PF. Em uma das mensagens, reveladas anteontem pela Folha, Youssef e Vargas falam sobre a Labogen, segundo relatórios da Operação Lava Jato. Vargas diz ao doleiro que a reunião com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério, Carlos Gadelha, "foi boa demais". "Ele garantiu que vai nos ajudar", afirma.


A Labogen assinou em dezembro do ano passado um acordo com o Ministério da Saúde para produzir o citrato de sildenafila, o Viagra, usado para tratamento de hipertensão pulmonar. À época, o ministro era Alexandre Padilha (PT), pré-candidato ao governo de São Paulo. O acordo previa pagamento de R$ 31 milhões em cinco anos e fazia parte de um programa cujo objetivo era a "redução de preços de produtos estratégicos para a saúde".


Meirelles foi preso pela Operação Lava Jato, que investiga lavagem de dinheiro, e decidiu colaborar com a PF. O empresário contou que nunca teve contatos com o ministério. Outro sócio da Labogen, Pedro Argese, também colabora com a PF.


A Labogen foi usada por Youssef para fazer remessas ilegais ou internalizar US$ 37 milhões (R$ 84 milhões) com a simulação de importações e exportações, segundo a PF. O financiamento de R$ 31 milhões para a Labogen só foi cancelado pelo Ministério da Saúde na quinta-feira, após a Folha questionar a instituição sobre suspeitas da PF.


E-mails apreendidos apontam que o diretor de produção industrial e inovação da pasta, Eduardo Jorge Oliveira, teria orientado a Labogen a se associar com a EMS. Na parceria, a EMS cuidaria sozinha da produção de 35 milhões de comprimidos ao ano. A suspeita da PF é que a Labogen foi usada apenas para pagar propina a servidores públicos por causa da diferença de porte entre as empresas. A Labogen tem folha de pagamento de R$ 28 mil. Já a EMS é o laboratório com o maior faturamento no país (R$ 5,8 bilhões em 2012).


OUTRO LADO

André Vargas disse ontem, em pronunciamento na Câmara, que orientou Youssef "a respeito de encaminhamentos burocráticos no Ministério da Saúde", como faz "normalmente" com quem o procura com projetos "viáveis e de interesse público". Disse ainda que não participou, não agendou, não soube previamente nem acompanhou nenhuma reunião no ministério sobre qualquer assunto relacionado à Labogen.


O Ministério da Saúde diz que nunca teve contato com a Labogen. Não houve pagamento, segundo a pasta, porque isso só ocorreria após a entrega do medicamento. O advogado de Youssef disse que fazer contatos políticos não é crime e que não há provas contra seu cliente. Padilha disse apoiar a apuração aberta pelo ministério e a suspensão da parceria.


O advogado de Leonardo Meirelles não quis se pronunciar. O defensor da Labogen diz que as suspeitas de que a Labogen é uma empresa de fachada são infundadas. A EMS diz que a parceria obedeceu "critérios técnicos".

Dilma e 12 minutos de mentiras.


“Quando as pessoas temem o governo, isso é tirania. Quando o governo teme as pessoas, isso é liberdade.” Thomas Jefferson

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Estima-se que Dilma terá em torno de 12 minutos para fazer a propaganda eleitoral em busca da reeleição. Mais do dobro do tempo destinado aos candidatos de oposição. 


Tempo demais para obras de menos. Dilma não tem o que mostrar que não seja apenas discurso e marquetagem. Só que desta vez quanto mais mentir, mais vai incutir na alma do eleitor comum que o seu governo é uma farsa. 


 As pesquisas são implacáveis na avaliação do governo. E, em seguida, esta avaliação será transferida para a intenção de voto. 


Dilma não cumpriu mais de 90% das suas promessas. E o pouco que fez está desmanchando debaixo da chuva ou da seca como os quase casebres do MCMV e a transposição do São Francisco. 


Creches não saíram do papel. O trem-bala é o que mais sintetiza a grande mentira representada por Dilma. A Petrobras saqueada, roubada, quase destruída. A crise energética que vai consumir R$ 30 bilhões em 2014 por conta do uso de termoelétricas. 


Dilma privatizou a logística. E mesmo assim não construiu um metro de ferrovia. Dilma é um fracasso. Sem falar na explosão dos juros e na volta da inflação. Por isso, os 12 minutos que Dilma tem serão um tiro no pé. O povo não quer médico cubano. 


O povo quer as UPAS que ela não fez. O povo não quer Pronatec de 160 horas. O povo quer as 30.000 escolas rurais que o PT fechou. O povo não quer só Bolsa Família, quer as creches que não vieram e que impedem as mães de trabalhar. O povo vai olhar a TV e a vida em volta. A vida em volta vai falar mais alto. E os 12 minutos de Dilma serão a comprovação da farsa que impuseram ao Brasil. 

CoroneLeaks

Caixa preta da Petrobras: escândalo de San Lorenzo pode ser muito maior do que o de Pasadena.




quinta-feira, 3 de abril de 2014





Nada é claro e transparente na Petrobras. Agora explode mais um escândalo: a venda de uma refinaria em San Lorenzo, na Argentina, por uma pechincha, se comparado com a compra da Refinaria Pasadena, nos Estados Unidos.  Os número comprovam de forma cabal que a Petrobras compra por preços superfaturados e vende por preços subfaturados. Quem está ganhando com isso? Quem está lucrando com isso? Para onde está indo o dinheiro?


Podem ficar revoltados. A Petrobras pagou U$ 412 milhões por 50% da refinaria Pasadena, que possuía capacidade para processar 100.000 barris de petróleo por dia. A Petrobras vendeu 100% da refinaria de San Lorenzo, com capacidade para processar 50.000 barris de petróleo por dia, por apenas U$ 36 milhões. Leiam, abaixo, o que a Petrobras informou ao mercado, em 6 de maio de 2010:

"A oferta pelos ativos mencionados foi de aproximadamente US$ 36 milhões. Além disso, na data de fechamento serão vendidos à Oil Combustibles os estoques de petróleo e os diferentes produtos por aproximadamente US$ 74 milhões".

Leiam, abaixo, o que informa o Relatório Contábil da estatal, do ano de 2010.



A conta é simples: a Petrobras já estimava uma perda da ordem de U$ 70 milhões na futura venda. Posteriormente, a venda foi confirmada por U$ 102 milhões no Relatório de 2011. Ver abaixo:






Aí você pergunta: mas não eram U$ 110 milhões? Por que depois de um ano só apareceu U$ 102 milhões na contabilidade? Onde foram parar os outros U$ 8 milhões? Sim, a Petrobras informou em Comunicado ao Mercado que o negócio era "da ordem" de U$ 110 milhões. Mas não indicou o valor final da operação. Fica a pergunta: por que a Petrobras não comunicou o valor correto? É óbvio que ao fazer o Comunicado ela já sabia efetivamente o que receberia pela venda.

E a capacidade de produção, como comprovar que era de 50.000 barris de petróleo por dia, a metade da capacidade de Pasadena? Simples. Esta foi a informação oficial da Petrobras, dada aos acionistas nos Relatório de Atividades de 2010 e 2011, conforme abaixo:




Se foram U$ 102 milhões e não U$ 110 milhões, como afirmar que a refinaria foi vendida por apenas e tão somente U$ 36 milhões? Simples! Esta foi a informação dada ao mercado pela Petrobras, na Argentina. E mais! U$ 36 milhões envolveu mais 365 postos de gasolina e uma planta fluvial! Os estoques ou existencias em espanhol saíram por outros U$ 74 milhões, totalizando U$ 110 milhões. Vejam o que informou o jornal El Clarin:





Novamente, o preço dado ao público é U$ 110 milhões e não U$ 102 milhões como informou a Petrobras aos seus acionistas, nos seus relatórios. Onde foram parar os U$ 8 milhões? Terá sido uma propina ou um suborno pago pelo comprador e abatido do valor pago à Petrobras? É isso que deve ser investigado. 


Agora, senhores e senhoras, atentai para o valor do negócio! Quanto vale uma rede de 365 postos de gasolina? Aqui no Brasil, a montagem de uma franquia de abastecimento de combustível consome, no mínimo, R$ 800 mil. Vamos passar a dólar? Isto daria um valor de U$ 350 mil. Multipliquemos U$ 350 mil por 365 unidades e teremos U$ 127 milhões de dólares!  Ou seja: a refinaria de San Lorenzo saiu de graça para o comprador argentino, casualmente um dono de cassino, amigo e protegido do casal Kirchner.


Em 2013, José Sérgio Gabrielli, quando surgiu a primeira investigação abafada sobre Pasadena, declarou o seguinte ao blogueiro patrocinado pela Petrobras, Paulo Henrique Amorim. Atenção! Vejam abaixo!






Gabrielli está dizendo que é um excelente negócio ter pago o equivalente a U$ 3.800 por barril/dia. Como o ex-presidente da Petrobras vai explicar, então, que vendeu uma refinaria cobrando apenas U$ 640 por barril/dia? Como justificar um preço aviltado, cinco vezes menor? Vamos à prova: U$ 640 x 50.000 barris/dia = U$ 32 milhões!


Se ele vendesse San Lorenzo pelo mesmo preço que comprou Pasadena, o valor deveria ser de U$ 190 milhões, não é mesmo?

A Petrobras está quebrando porque comprou por preços superfaturados e está vendendo os seus ativos, em negócios suspeitíssimos, por preços subfaturados. Tem gente ganhando muito dinheiro com isso. E todos nós, brasileiros, estamos perdendo, a cada dia, um pedaço deste grande patrimônio brasileiro que é a Petrobras.


Mercado torce por queda de Dilma nas pesquisas e Bolsa sobe de novo. Tchau, Dilma, chega de atrapalhar o país!





O fator político voltou a influenciar a Bolsa de Valores de São Paulo. O Ibovespa, índice de referência do mercado de ações brasileiro, fechou em alta de 2,85% e subiu aos 51.701 pontos e volume negociado de R$ 9,8 bilhões. Com essa alta, o índice zerou as perdas do ano e agora apresenta valorização de 0,3%.


O mercado voltou a especular com o possível resultado de uma pesquisa eleitoral do Instituto Datafolha, que será divulgado no fim de semana. De acordo com analistas ouvidos pelo GLOBO, os investidores estão antecipando uma possível queda nas intenções de voto para a presidente Dilma Rousseff. Ações de empresas estatais voltaram a se valorizar com força novamente.


- O mercado está antecipando as eleições e de novo uma expectativa de queda na intenção de voto na presidente Dilma, candidata do PT à reeleição, anima os investidores - diz Luis Roberto Monteiro, operador da corretora Renascença.


As ações de estatais voltam a disparar, como na semana passada, diante de um cenário eleitoral desfavorável ao governo. Na semana passada, as ações da Petrobras subiram 8% em apenas um dia após pesquisa do Ibope mostrar queda na aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff. Hoje, as ações preferenciais da Petrobras, por exemplo, sobem 4,17% a R$ 16,47 e ajudam a manter o índice em alta. Os papéis ordinários da petrolífera se valorizam 3,52% a R$ 15,58.


As ações preferenciais da Eletrobras sobem 4,13% a R$ 11,33, enquanto os papéis ordinários da estatal se valorizam 6,81% a R$ 7,23, a maior alta do Ibovespa. Declarações do ministro Guido Mantega de que a conta de luz deve subir mais para compensar o gasto com a geração de energia das térmicas também influenciam positivamente os papéis da Eletrobras.(Informações de O Globo)

Parodia da Musica Aguas de Março do Tom Jobim.

Paródia da musica A BANDA do Chico Buarque.

Tristeza! Vejam o quanto radicalizada está a juventude desinformada e manipulada ideologicamente.








Estudantes patéticos

 
Intervenção nada democrática, organizada pelo coletivo Canto Geral, na tradicional Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, no dia 31 de março de 2014, revela o quanto radicalizada está a juventude desinformada e manipulada ideologicamente.


A manifestação interrompeu uma aula do professor Eduardo Lobo Botelho Gualazzi, de Direito Administrativo da USP, que resolveu homenagear o que ele denominou de “revolução de 31 de março de 1964”:

“Preparei um texto histórico. Os alunos me pediram uma aula a respeito disso, porque sabem que tenho idade. São jovenzinhos, curiosos, querem saber o que aconteceu naquela época. Como sabem que tenho 67 anos, me pediram. Alguns até elogiaram e consideram uma ofensa o que outros fizeram contra mim. Eles estão exercendo o direito de manifestação, são jovens, estão começando a vida. Estão começando a desenvolver capacidades de argumentação lógica, jurídica, administrativa. Isso tudo é absolutamente normal”.


Campanha publicitária

Os apoios para mudar a Lei de Anistia, que permitiu a distensão do regime militar depois do Ato Institucional número 5 (de 13 de dezembro de 1968), podem ser assinados no site da Anistia – www.anistia.org.br
A Anistia Internacional também faz propaganda ideológica focando no público mais jovem – que nem viveu a época da tal “ditadura”.

Sob o slogan “Qualquer semelhança não é mera coincidência”, as tendenciosas pelas da Anistia Internacional comparam fotos dos dias de hoje com as do tempo do regime civil-militar, para forçar o falso clima de terror, abuso e ditadura com o qual a esquerda rotula aquela época da mal contada História do Brasil.

Puro Primeiro de Abril...

Dilma Rousseff declarou, na segunda-feira, que reconhece e valoriza “os pactos políticos que nos levaram a redemocratização”.

Ontem, Dia da Mentira, a Secretaria de Comunicação da Presidência providencialmente informou que o governo não pretende tomar iniciativa para propor mudanças na Lei da Anistia.

A mensagem oficial só ressalva que o governo também não pretende interditar o debate sobre sua revisão.

Alerta total

Dilma nega revisão da anistia, mas ordena a generais que abram sete inquéritos revanchistas



Veja o documentário “Reparação”, de Daniel Moreno

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Se o governo petralha jura que não deseja revogar a Lei de Anistia, então, o que justifica que a chefona em comando Dilma Rousseff tenha determinado e o Ministério da Defesa ordenado que sejam criadas comissões de sindicância para investigar torturas e mortes em 7 instalações militares, durante o período 1964-1985? 


Tal determinação do ministro Celso Amorim aos militares resulta de um pedido, feito no dia 18 de fevereiro, pelo presidente da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari. 


Curioso é que os Comandantes Militares cumpriram direitinho a ordem superior, aparentemente sem grandes contestações públicas. 


Na verdade, a Presidenta Dilma Rousseff e seus radicalóides no desgoverno só esperam a chegada do relatório final de uma petição on line, com centenas de milhares de assinaturas, colhidas pela ONG Anistia Internacional, para que algum “laranja” no Congresso Nacional faça um Projeto de Lei Complementar com um pedido de revogação da Lei de Anistia de 1979. 


Além de deixar os militares PTs da vida, o ato burro, inconstitucional e revanchista de mudar a Lei 6.683, de 28 de agosto de 1979, não é tema consensual na complicada base aliada, ainda mais em véspera de CPI da Petrobras, pedido de impeachment e tentativa de reeleição presidencial.


O problema concreto é que não basta ter vontade de mudar a anistia. Simplesmente, ela está inserida como clausula pétrea,” imexível”, da Constituição de 1988 – que a petralhada amaria reformar. Se fizerem uma nova constituição, pode-se pensar em mudar a regra do jogo. Do contrário, só contando com a nova configuração governista do STF para mexer no vespeiro. 


A OAB pretende questionar no STF, novamente, o alcance da anistia – conivente com a quebra da soberania legal brasileira proposta pela Corte Interamericana de Direitos Humanos e pelos revisionistas da chamada “Justiça de Transição” (transição para quê, não se sabe).


A intenção prática da turma da ex-guerrilheira Dima é permitir uma espécie de revogação unilateral da anistia que se puna alguns militares ainda vivos, como bodes expiatórios. Nada se fala em punir esquerdistas que também praticaram comprovados atos hediondos de tortura, assassinatos e atos terroristas – que são crimes claramente imprescritíveis, na tese da tal “Justiça de Transição”. A Anistia Internacional não toca nos crimes hediondos da esquerda.


Os comandantes das Forças Armadas, em ato de falso legalismo hierárquico, embarcam na inconstitucional intenção dos revanchistas ideológicos pós-64. 


O Exército abriu sua sindicância em 25 de março, enquanto Marinha e a Aeronáutica abriram no simbólico dia 31 de março. Os sete locais investigados são no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco: Destacamento de Operações de Informações do I Exército (DOI/I Ex); 1ª Companhia de Polícia do Exército da Vila Militar; Base Naval da Ilha das Flores; Base Aérea do Galeão; Destacamento de Operações de Informações do II Exército (DOI/II Ex); Destacamento de Operações de Informações do IV Exército (DOI/IV Ex); Quartel do 12º Regimento de Infantaria do Exército.


O Alerta Total adverte. Não restam dúvidas de que estamos em uma perigosa Era da Intolerância – que tem tudo para acabar mal, em radicalização, violência e tudo de ruim que uma tirania mental possa produzir. A proposta de mexer na anistia faz parte de um carnaval ideológico que tem dois objetivos claros. Primeiro, desmoralizar as forças armadas, como guardiãs da soberania e dos valores democráticos. Segundo, usar o tema polêmico para desviar o foco de outros problemas mais graves.

Lamentável é que alguns militares de alta patente, na ativa, caiam, feito patinhos, neste jogo globalitário contra os interesses soberanos do Brasil. Quando vão aprender que o inimigo real não é o comunista. O verdadeiro inimigo é quem patrocina os ideólogos para enganar os tolos, enquanto coloniza o Brasil.

Comissão da Mentira

Do jurista Célio Borja, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, aos 85 anos de idade ainda advogando no Rio de Janeiro, em entrevista à Folha de S. Paulo, condenando o falso debate sobre quebra da Lei de Anistia e a ação da Comissão da Verdade.


“A Anistia é um instrumento de pacificação. Ninguém é tolo o bastante de acreditar que seria possível pacificar o país sem o esquecimento dos crimes praticados de um lado ou de outro. A Comissão da Verdade é o oposto. O que a Anistia fez, ela desfaz”.

Nem por isso, Borja deixou de criticar o ato falho do regime, o Ato Institucional número 5, baixado na azarada sexta-feira 13 de dezembro de 1968:
“A sublevação de organizações de esquerda criou um clima que justificava, para alguns, uma carapaça militar sobre o governo civil. O AI-5 foi um desastre. Havia a Constituição de 1967 e um recomeço da vida constitucional. Mataram isso”.

Termo impreciso

O mesmo jurista Célio Borja, que foi presidente da Câmara dos Deputados durante o governo do Presidente Ernesto Geisel (1974-1979) prega que não houve “ditadura”, mas sim um “regime de plenos poderes”:

“Ditadura é a concentração de todos os poderes em mãos do chefe de Estado. Nenhum presidente militar teve isso. O Congresso e o Judiciário eram independentes. Ditadura, nunca houve. O que se podia dizer é que havia um regime de plenos poderes. Não era ditadura”.

Borja classificou de distorcida a visão que se tem do governo dos presidentes militares:

“Sempre se diz que a história é escrita pelos vencedores. Aqui, os vencidos estão escrevendo a seu gosto com um objetivo político: desqualificar quem não lutou contra a famosa ditadura, que não foi ditadura nenhuma”.

PF faz ação para combater tráfico internacional de drogas em 4 estados


03/04/2014 08h03 - Atualizado em 03/04/2014 09h12


Operação é realizada no PR, SP, ES e MG nesta quinta-feira (3).


Serão cumpridos 72 mandados de prisão e 46 de busca e apreensão.

Do G1 PR

Polícia Federal apreendeu vários veículos usados pelo grupo (Foto: PF / Divulgação) 
 
Polícia Federal apreendeu vários veículos usados pelo
grupo 
 
 
A Polícia Federal (PF) realiza uma operação para combater o crime de tráfico internacional de drogas desde o início da manhã desta quinta-feira (3) em cidades do Paraná, São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais. 

A ação foi batizada de "Cavalo de Fogo" e cumprirá 72 mandados de prisão e 46 de busca e apreensão. Conforme a PF, a maior parte dos criminosos atuava nas regiões de fronteira. Até as 8h, os policiais não souberam informar quantos mandados tinham sido cumpridos.

A investigação é realizada desde 2012. Ao longo desse período, ainda de acordo com a PF,  84 pessoas foram presas e foram apreendidos 37 mil quilos de maconha, 1,3 mil quilos de cocaína, 560 quilos de crack, além de três fuzis, 12 pistolas de uso restrito das Forças Armadas, 56 veículos e R$ 450 mil em espécie. Grande parte das drogas apreendidas veio do Paraguai, segundo a PF.

As drogas apreendidas, fornecidas por narcotraficantes paraguaios, ingressavam no país pelas regiões de fronteira por meio de embarcações, pelo Lago de Itaipu, em Foz, e tinham como destino os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco.

As cidades paranaenses onde a operação está sendo realizada são Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Guaíra e Maringá. Em São Paulo, a ação ocorre na capital e em Limeira. Já no Espírito Santo, os policiais atuam em Vitória. Em Minas Gerais, a operação é realizada em Poços de Caldas.

Comentario:

Droga de qualquer tipo é para ser combatida e nunca lergalizada.Os jovens tem de aprender a viver sem se drogar.

GDF anuncia recurso a decisão do TJ que suspende atos do Conplan


02/04/2014 12h34 - 


Desembargadora alega que houve ilegalidade na formação do conselho.


Secretário de Habitação disse que governo não foi ouvido pelo Tribunal.

Do G1 DF

Secretário de Habitação do DF, Geraldo Magela (Foto: Lucas Salomão/G1) 
 
Secretário de Habitação do DF, Geraldo Magela

O secretário de Habitação do Distrito Federal, Geraldo Magela, disse nesta quarta-feira (2) que o governo vai recorrer do parecer do Tribunal de Justiça que suspendeu todas as decisões tomadas pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan) desde o dia 21 de janeiro. De acordo com a desembargadora Carmelita Brasil, o conselho foi escolhido por indicação do governo, o que o torna ilegal.

"A última decisão é de uma desembargadora que naturalmente nós respeitamos e acatamos, mas feito sem ouvir o GDF. Já havia outras decisões de juízes de primeira instância dizendo que o governo já tinha cumprido tudo o que tinha que cumprir", afirmou Magela. "É claro que o GDF vai recorrer e nós temos a expectativa de que essa decisão caia mais cedo ou mais tarde e o Conplan volte a funcionar."

O anúncio foi feito durante coletiva na sede da secretaria, onde Magela anunciou que deixará a pasta até a próxima sexta-feira (4) para concorrer nas eleições de outubro deste ano.

A suspensão afeta o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), aprovado na última quinta (27). Além disso, impede o GDF de realizar assembleias do Conplan até a comprovação da regularidade e legitimidade da atual composição do conselho.

O PPCUB define as regras para ocupação das áreas tombadas no Distrito Federal e compreende terrenos no Plano Piloto, Candangolândia, Sudoeste, Cruzeiro e Octogonal. A maioria das decisões do colegiado foi por unanimidade.

Todos os projetos de construção devem passar pela análise de um grupo de trabalho formado por representantes da sociedade civil, governo, Instituto de Arquitetos do Brasil e o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN.

Em dezembro de 2012, a Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb) entrou com uma ação civil pública exigindo que o governador não nomeasse novos conselheiros para o Conplan, pois, segundo apurado pelo MPDFT, os representantes da época teriam sido indicados. 

O pedido foi deferido no mesmo mês e, em agosto de 2013, as atividades do antigo conselho foram suspensas.

Juiz do DF impede transexual de exibir fotos de suposto caso com Romário


02/04/2014 22h43 - 


Modelo também não pode mostrar vídeos sob pena de multa de R$ 10 mil.


G1 não localizou Thalita Zampirolli e advogado; Romário não quis comentar.

Do G1 DF

O deputado Romário (PSB-RJ), durante audiência na Câmara para discutir a Copa (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara) 
 
O deputado Romário (PSB-RJ), durante audiência na
Câmara para discutir a Copa no último dia 20 de março

O juiz da 25ª Vara Cível de Brasília deferiu em parte o pedido do deputado federal e ex-jogador Romário de Souza Faria (PSB-RJ) e proibiu a modelo transexual Thalita Zampirolli de exibir ou divulgar foto ou vídeo sobre eventuais encontros íntimos com o parlamentar. A pena, em caso de não cumprimento, é de R$ 10 mil "por evento de divulgação".

O G1 procurou Thalita e o advogado dela para comentar o assunto, mas não conseguiu contato até a publicação desta reportagem.
A assessoria do deputado informou que ele não vai se pronunciar sobre a decisão da Justiça.


saiba mais
Romário entrou com pedido de liminar para que a modelo não pudesse fazer qualquer menção ou expor, em meios de comunicação e redes sociais, informações sobre um suposto relacionamento entre os dois.

Em 17 de dezembro do ano passado, o jornal "Extra", do Rio de Janeiro, publicou uma foto em que o deputado e a transexual aparecem de mãos dadas, na saída de uma casa de shows da capital fluminense. A imagem foi registrada no dia 13 de dezembro.

Romário chegou a afirmar que conhecia Thalita, mas negou qualquer envolvimento íntimo com ela. A transexual disse que não falaria sobre o caso, mas afirmou depois que "ficou" com o deputado.


Na decisão, o juiz afirmou que não há como impedir que a transexual faça menção ao nome do ex-jogador, “exceto a exposição de sua vida íntima, notadamente o uso de fotos ou imagens ou mesmo a narrativa de fatos íntimos”.

O juiz também disse que os dois “saíram de mãos dadas de casa de shows na cidade do Rio de Janeiro em 13 de dezembro de 2013, fato afirmado pelo autor.

Porém, tal evento não permite, em tese, à parte demandada divulgar imagens ou mesmo narrar eventual (is) encontro (s) íntimo (os), cuja exposição, a princípio, malfere a regra de confiança, caracteriza abuso de direito e tem o condão de macular a intimidade, com potencialidade lesiva a direito de personalidade, ainda que o autor seja pessoa pública e alvo da curiosidade de grande parte da população”.

Além do pedido para que a transexual não fizesse menção ao suposto relacionamento entre os dois, Romário move uma ação pedindo indenização de R$ 100 mil por danos morais.

Contrato de refinaria não chegou a Dilma com antecedência, diz ministro


02/04/2014 19h45 - Atualizado em 02/04/2014 20h03


Ex-diretor disse que Conselho da Petrobras recebeu contrato 15 dias antes.


Planalto diz que Dilma votou a favor da compra com base em resumo 'falho'.

Juliana Braga Do G1, em Brasília

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Thomas Traumann, afirmou nesta quarta-feira (2) que a presidente Dilma Rousseff não recebeu com antecedência, em 2006, o contrato para a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras. Na época, Dilma era presidente do Conselho de Administração e votou a favor da aquisição, que custou US$ 1,3 bilhão à estatal, hoje considerado um mau negócio pelo governo.


"Como presidenta do Conselho de Administração da Petrobras, a presidenta Dilma Rousseff não recebeu, repito, não recebeu previamente o contrato referente à aquisição da refinaria de Pasadena", disse o ministro.


saiba mais
 
A declaração contraria afirmação do advogado de Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, apontado como responsável pela elaboração de um resumo técnico considerado falho "técnica e juridicamente" por Dilma. O parecer serviu de base para a aprovação da compra, que não teria sido efetuada se o resumo não tivesse problemas, segundo o Planalto.

Segundo Edson Ribeiro, no entanto, o Conselho de Administração da estatal recebeu o contrato de compra com antecedência de 15 dias. Segundo o advogado, esse é o rito que a empresa cumpre antes de tomar qualquer decisão.


Petrobras/Refinaria de Pasadena 26/3 (Foto: Arte/G1)


Por isso, ele defende que os conselheiros tiveram tempo suficiente para analisar as cláusulas da compra de Pasadena."Esse é o rito, de receber com antecedência de 15 dias. O conselho não pode aprovar algo com base em um relatório sucinto. Quero crer que nosso temporal tenha afetado a memória dos conselheiros", disse Ribeiro, que está no Rio de Janeiro.

Audiência na Câmara

O advgado de Cerveró disse, ainda, que o ex-diretor da estatal irá até a Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos sobre a compra da refinaria de Pasadena. Na semana passada, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara aprovou convites para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e para Cerveró.

De acordo com Ribeiro, Ceveró já voltou de férias da Europa e está no Rio de Janeiro.

Entenda

A compra pela Petrobras da refinaria de petróleo em Pasadena, Texas (EUA), levantou suspeitas de superfaturamento e evasão de divisas na negociação. Em 2006, a Petrobras pagou US$ 360 milhões por 50% da refinaria (US$ 190 milhões pelos papéis e US$ 170 milhões pelo petróleo que estava em Pasadena). O valor é muito superior ao pago um ano antes pela belga Astra Oil pela refinaria inteira: US$ 42,5 milhões.

Em 2008, a Petrobras e a Astra Oil se desentenderam, e uma decisão judicial obrigou a estatal brasileira a comprar a parte que pertencia à empresa belga. Assim, a aquisição da refinaria de Pasadena acabou custando US$ 1,18 bilhão à petroleira nacional, mais de 27 vezes o que a Astra desembolsou.

A presidente Dilma afirmou, após a abertura de investigações no Tribunal de Contas da União (TCU), na Polícia Federal e no Ministério Público, que só aprovou a compra dos primeiros 50% porque o relatório apresentado ao conselho pela empresa era "falho" e omitia duas cláusulas que acabaram gerando mais gastos à estatal.