sexta-feira, 18 de abril de 2014

ATENÇÃO! Senado brasileiro vota esta semana projetos de lei que favorecem “ideologia de gênero”


 

A votação foi adiada para o dia 22 de abril de 2014 mas as providencias solicitadas são as mesmas.Contatem seus senadores!Votem contra a lei que faz a apologia do homossexualismo nas escolas primarias

 

 familia


Defensores da vida  e da  família brasileiros estão pedindo com caráter de urgência à comissão de direitos Humanos do senado o arquivamento do PLC 122, projeto de lei que criminaliza manifestações contra a homossexualidade como “homofobia” e  à totalidade dos senadores que rejeitem o substitutivo do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) que inclui a igualdade de gênero como diretriz do Plano Nacional de Educação, que exporá estudantes ao conceito que desconstrói a identidade humana como homem e mulher e consequentemente a noção fundamental de família.

Segundo os líderes cristãos autores dos pedidos ao senado, o PLC 122, de autoria do Partido da Presidente Dilma Rousseff, o Partido dos Trabalhadores (PT), corre sob o disfarce de combater a homofobia,mas introduz os conceitos de gênero e orientação sexual na legislação brasileira infringindo até mesmo o direito de liberdade religiosa. 

O projeto será votado nesta próxima quarta feira, 11 de dezembro de 2013, às 08h30 na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, presidida pela Senadora Ana Rita (PT – ES), conhecida pela sua atuação a favor do feminismo em Brasília. 

Na mesma tarde de quarta-feira, será votado, no Plenário do Senado o PLC 103-2012, ou Plano Nacional da Educação. Segundo um recente boletim dos defensores da vida brasileiros, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) cedeu à pressão do Ministério da Educação e apresentou no final da tarde desta sexta feira, dia 6 de dezembro, um substitutivo ao Plano Nacional da Educação que estabelece no art.2 como uma das diretrizes do Plano Nacional de Educação “a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”.

Em resumo, dizem pró-vidas brasileiros, o governo está exigindo a votação do Plano Nacional de Educação ainda para este ano e os congressistas decidiram na quinta-feira, dia 5 de novembro, que o plano seria votado em regime de urgência pelo Plenário do Senado.

“O problema no caso do PLC 122 e do Plano Nacional de Educação é que o conceito de gênero que estes projetos querem introduzir no sistema legislativo e do sistema educacional não é sinônimo de sexo masculino e feminino, mas construção ideológica para sustentar uma variedade flexível de “sexualidades” determinadas pela opção de cada um e não pelos fatores biológicos que distinguem homens e mulheres”, indica o texto dos líderes cristãos ativos no campo da defesa da família.

“Se o Senado brasileiro aprovar nesta quarta-feira o Substitutivo Vital do Rêgo para o Plano Nacional da Educação” –prossegue o alerta dos grupos pró-família brasileiros- todos os alunos serão obrigados a aprender nas escolas a ideologia de gênero, que apresenta como sexualidade toda a abundância de opções fora dos padrões relacionados com a construção de uma família tradicional, uma instituição que não têm qualquer sentido dentro da ideologia de gênero”.

Com a ideologia de gênero imposta pela lei na educação, os kits gays, bissexuais, transexuais, lésbicos, etc., poderia tornar-se obrigatórios para as crianças em idade escolar.

Por estas razões, os mencionados líderes da causa pró-vida e dos direitos da família pedem a todos brasileiros que exijam aos senadores que, no plenário do senado, rejeitem o substitutivo de Vital do Rêgo ao Plano Nacional da Educação, bem como toda inclusão da ideologia de gênero e orientação sexual no Plano Nacional de Educação”.

Para manifestar-se contra o PLC 122, participe do abaixo-assinado que será enviado à comissão de Direitos Humanos:

http://www.citizengo.org/pt-pt/813-pelo-arquivamento-do-plc-122-lei-da-mordaca-gay
Para pedir a rejeição do substitutivo do senador Vital do Rêgo, entre em contato com os representantes do seu Estado e de toda a União através do site http://www.senado.gov.br/senadores/ ou do Alô Senado(http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/) ligando para 0800612211.

Ainda…
Entre em contato com todos os senadores (principalmente do seu estado!), se identifique como eleitor e explique porque você é contra a Ideologia de Gênero no Plano Nacional de Educação.
Mas existem três senadores que são mais importantes estrategicamente.
1) Se você é da Paraíba, sua missão é urgente! Fale com os assessores do Senador Vital do Rego.
SENADOR VITAL DO RÊGO (PMDB-PB)
(61) 3303-6747
(61) 3303-6753
vital.rego@senador.leg.br
2) Se você é de Alagoas, entre então em contato urgente com o Senador Renan Calheiros (PMDB) presidente do senado.
SENADOR RENAN CALHEIROS (PMDB-AL)
(61) 3303-2261/2263
(61) 3303-1695
renan.calheiros@senador.leg.br
3) Se você é do Distrito Federal, entre em contato com o Senador Gim Argello.
SENADOR GIM ARGELLO (PTB-DF)
(61) 3303-1161/3303-1547
(61) 3303-1650
gim.argello@senador.leg.br
4) Se você é de outras partes do Brasil. Entre em contato com os seus Senadores
TELEFONES E FAXES DAS LIDERANÇAS DE TODO O SENADO
====================================================
SENADOR RENAN CALHEIROS (PMDB-AL)
(61) 3303-2261/2263
(61) 3303-1695
renan.calheiros@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR ALVARO DIAS (PSDB-PR)
(61) 3303-4059/4060
(61) 3303-2941
alvarodias@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR GIM ARGELLO (PTB-DF)
(61) 3303-1161/3303-1547
(61) 3303-1650
gim.argello@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR ALOYSIO NUNES FERREIRA (PSDB-SP)
(61) 3303-6063/6064
(61) 3303-6071
aloysionunes.ferreira@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR EDUARDO BRAGA (PMDB-AM)
(61) 3303-6230
(61) 3303-6233
eduardo.braga@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR JOSÉ PIMENTEL (PT-CE)
(61) 3303-6390 /6391
(61) 3303-6394
gab.josepimentel@senado.leg.br
_______________________________________________
SENADOR WELLINGTON DIAS (PT-PI)
(61) 3303 9049/9050/9053
(61) 3303 9048
wellington.dias@senador.leg.br
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SENADOR JOSÉ AGRIPINO (DEM-RN)
(61) 3303-2361 a 2366
(61) 3303-1816/1641
jose.agripino@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR RODRIGO ROLLEMBERG (PSB-DF)
(61) 3303-6640
(61) 3303-6647
rollemberg@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR VITAL DO RÊGO (PMDB-PB)
(61) 3303-6747
(61) 3303-6753
vital.rego@senador.leg.br
_______________________________________________
SENADOR INÁCIO ARRUDA (PC DO B-CE)
(61) 3303-5791 3303-5793
(61) 3303-5798
inacioarruda@senador.leg.br

* Novo adiamento da votação do “gênero” no Plano Nacional de Educação na Câmara dos Deputados. Próxima será dia 22 de abril.


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Por Hermes Rodrigues Nery | Fratres in Unum

Ainda na manhã da terça-feira (8), na Comissão de Constituição e Justiça, enquanto aguardávamos a liberação do plenário para o início da sessão de votação do Plano Nacional de Educação (PNE), o deputado petista Molon (relator na Câmara, do Marco Civil da Internet), segurou o braço do deputado Marcos Rogério, dizendo num tom meio ameaçador: “Me queira bem, deputado!, não colida comigo, divirja em alguma outra questão muito pontual e raramente, mas não colida, me queira bem!” Marcos Rogério não se intimidou com isso e continuou firme em sua posição contra a ideologia de gênero no PNE, não apenas com o uso da palavra, mas nos encaminhamentos de requerimentos que se faziam necessários.


8 de abril de 2014: Providas defendem a Lei Natural na Câmara


O fato é que o ambiente naquele dia estava muito carregado, nunca havia sentido um ar tão pesado a prenunciar uma sessão muito tensa. O plenário estava cheio de deputados e assessores, e o pessoal da UNE foi chegando e tomando os lugares, em vários pontos. Pe. Pedro Stepien chegara cedo também, e fazia a leitura do seu breviário. Estávamos próximos da fileira permitida pelos seguranças, e o pessoal da UNE encostou-se quase colado a nós. Um brucutu deles ficou praticamente encostado comigo, de costas, enquanto ficamos aguardando acabar a sessão que estava transcorrendo, já passava das treze horas, para que pudesse começar a da votação do PNE.


Vieram nos dizer que o Presidente da Câmara dos Deputados já estava na Casa e aguardando dar quorum para começar a sessão no grande plenário e, se isso ocorresse, cessariam as sessões deliberativas nas Comissões, adiando mais uma vez a votação do PNE. Outra desinformação lançada foi a de que talvez a sessão não ocorreria mais no plenário 1, onde estávamos, mas no 2, ao lado; ao que muitos provida foram para lá, abrindo mais campo para o pessoal da UNE ir adensando volume no plenário 1. Continuamos, no entanto, no mesmo lugar, no aguardo de poder ocupar os assentos, com as nossas faixas, espaço aquele também disputado pelo pessoal da UNE, que queria ficar também bem perto dos deputados, para na hora da votação, exibir suas faixas e poder soltar seus gritos de guerra.


E aos poucos, o brucutu ia falando no seu celular e mais gente da UNE ia entrando, enquanto os provida ficaram lá fora, alguns no plenário 2, aguardando. Foi quando vieram nos dizer que o segurança avisou que éramos para deixar a sala, pois que assim que acabasse a sessão, ele fecharia as portas, e reabriria somente às 14h30, para o início da votação do PNE, como fizeram na sessão anterior. Intuímos que aquilo era um blefe, mas para não desatender o que o segurança solicitara, deixamos a sala, e ficamos no aguardo logo na entrada. Mas o pessoal da UNE não saiu, pelo contrário, não demorou muito para encherem o plenário, ocuparem quase todos os lugares, quando outro segurança, meia hora depois, questionado se a sala seria fechada, disse que não precisaria fechar, porque a sessão estava para começar. Quando questionado que haviam solicitado aos provida saírem, porque fechariam a sala, conforme feito da outra vez, o segurança respondeu que iriam fechar, mas que a sessão já começaria e não haveria necessidade mais daquele procedimento.


Os deputados já estavam na mesa, o Presidente, o relator e os demais, e quando a sessão começou, os provida entraram e se espalharam pelas laterais, uns aqui, outro ali, com o plenário já quase inteiramente tomado pelo pessoal da UNE. Muito rapidamente alguns conseguiram ainda assentos no meio deles, e não foi possível, dessa vez, ficarmos mais agrupados, daí que, ao menos no início da sessão, a UNE estava com mais força para se manifestar. E assim que o Presidente abriu a sessão, eles interromperam com seus gritos de guerra por uma educação libertária e anárquica, livre da moral cristã.


"Por uma educação que promova os verdadeiros valores da família!"


Fiquei ao lado de uma das feministas da UNE, que erguia o seu cartaz cobrindo as nossas faixas, e querendo nos provocar. Do meu outro lado estava Paola, com uma faixa assim escrito: “Sou Mãe, eleitora, represento as mães e crianças. Digam não à ideologia de gênero”. Eu estava no meio das duas, quase exprimido também por outros, quando o pessoal da UNE interrompia a fala de algum deputado para novo grito de guerra, em furor descomunal. Comentei com Paola, ao meu lado, dizendo; “Temos que encontrar um grito nosso, agora, como resposta!” E então, todos os provida começaram a rezar a Ave-Maria, bem alto e em voz uníssona, o que cobriu o grito de guerra da UNE, e, em seguida, acalmaram um pouco as coisas. “Realmente fantástico, o poder da Ave-Maria“, comentei com ela.


“O Estado é laico, o corpo é meu”, gritavam, e do meu outro lado, uma feminista ostentando um cartaz pela educação pública e laica, e que abraçou com efusão a deputada comunista Alice Portugal. No meio deles, permanecia o valente Pe. Lodi, sempre de prontidão no campo de batalha. A evangélica Rosangela Justino erguia dois pequenos cartazes: “PNE sem ideologia de gênero e a orientação sexual” e ainda: “Os cristãos vão se lembrar de V. Excia. nas eleições”. 
 
O líder LGBT Toni Reis parou para discutir com a psicóloga Marisa Lobo. Também do outro lado, duas feministas tentavam jogar suas faixas cobrindo as que a liderança provida de Minas Gerais, Adrian Paz, empunhava, com apenas duas palavras: “Gênero, não!”. Alguns jovens provida conseguiram entrar mais para dentro do plenário e foram se juntando, mesmo em meio ao pessoal da UNE, e responderam aos gritos de guerra deles, dizendo também: Educação, sim! Gênero, não!
 
O interessante a ser observado é que ao conversar com alguns jovens da UNE, muitos quase não sabiam explicar bem porque estavam ali. No máximo respondiam com chavões e frases feitas, dizendo que defendiam 10% do PIB para a educação pública. Sobre as questões de gênero não sabiam do que se tratava, mas que eles eram contra o preconceito, o racismo e o fascismo. 

Mandaram a gente vir aqui, mas não sabia que eles querem acabar com a família na rede de ensino“, respondeu outro, interessado em entender afinal do que se tratava a questão de gênero. Lembrei as palavras de João Paulo II: “Uma liberdade sem responsabilidade constitui-se a antítese do amor”. E mais, conforme Gratissimam Sane:

 “No contexto da civilização da exploração, a mulher pode tornar-se para o homem um objeto, os filhos um obstáculo para os pais, a família uma instituição embaraçante para a liberdade dos membros que a compõe. Para convencer-se disso, basta examinar certos programas de educação sexual introduzidos nas escolas, não obstante o frequente parecer contrário e até os protestos de muitos pais; ou então, as tendências pró-abortivas que em vão procuram esconder-se atrás do chamado ‘direito de escolha’ (pro choice) por parte de ambos os cônjuges e particularmente por parte da mulher”.
 
Ao incluir a ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação, querem dar legalidade a esta “nova antropologia” ou pseudo antropologia que quer impor às nossas crianças nas escolas a utopia do igualitarismo, cujo hedonismo conduz à inteira desumanização. Era possível, então, mesmo aos gritos de guerra e os pronunciamentos dos deputados, conversar com eles e esclarecer algumas dúvidas, ainda também dos deputados.
 
O valente Pe. Lodi, sempre de prontidão no campo de batalha


Realmente, havia uma mistura e uma confusão conceitual no discurso não apenas dos jovens da UNE, como também dos deputados que fizeram uso da palavra para debater o PNE, especialmente na sessão do dia anterior, quando houve mais de 40 inscritos para falar. Um deles, o deputado comunista Chico Lopes (PCdoB/CE), disse se orgulhar de, aos 74 anos de idade, ser marxista convicto e defender as bandeiras libertárias e emancipacionistas. Era preciso, segundo os deputados governistas, combater a discriminação, o preconceito e o fundamentalismo. Com isso, fugiam do cerne da questão, que é exatamente o apelo à não-discriminação como retórica para justificar a promoção de uma ideologia que nega a natureza humana, e quer estimular nas escolas, desde a mais tenra idade, o anarquismo sexual, discriminando, sim, os princípios e valores cristãos.

As falas dos deputados se estendiam, principalmente os da base governista, interrompidas às vezes por gritos de guerra de ambos os lados, bradando: “Vota, vota!” O relator propôs primeiro a votação do PNE por inteiro, depois os destaques. Mesmo assim, havia uma impressão de que interessavam protelar ao máximo o início da votação, certamente porque haveria uma incerteza em relação ao resultado, e o governo não queria se arriscar a perder naquela matéria. Talvez também pela pressão do pessoal da UNE, em peso lá, com seus agressivos gritos de guerra, fizeram o presidente evitar colocar em votação o quanto antes, pois que o problema seria a votação dos destaques, quando novamente viria à discussão e à deliberação a questão da ideologia de gênero no PNE. Talvez o relator Vanhoni quisesse mesmo postergar, para dar mais tempo ao governo de rearticular com os deputados e buscar uma forma de garantir a aprovação do seu relatório, mantida a inclusão da ideologia de gênero.

 A turba da UNE em furor.
A turba da UNE em furor.

Tudo isso tornava a sessão carregada, tensa, pesada, difícil, um verdadeiro combate espiritual. Parecia haver forças malignas no ar, tal o esgotamento físico que se abateu, estávamos de pé o tempo todo, e indo para o lado da outra lateral da sala. A todo instante havia uma tensão de que algum membro da UNE fosse provocar ou se colidir com os jovens provida, enquanto não se avançava para a votação. E novos gritos de guerra emergiam, ensurdecedores, dos dois lados, com vozes já bastante enrouquecidas. E então, ocorreu o que temíamos. O Presidente já iria colocar em votação o PNE, mas ainda houve mais algumas colocações de questões de ordem e encaminhamentos regimentais. Enfim, e, de modo súbito, ele disse que teria de encerrar a sessão, porque o Presidente da Casa comunicou a todos que iria começar a sessão no grande plenário, pois já havia quorum. Feito isso, o regimento exigiu que os deputados da Comissão fossem para lá. E novamente, tanto o pessoal da UNE, quanto os provida se movimentaram pelo plenário com gritos de guerra e posicionamentos.
 
Em um dos gritos de guerra da UNE, assumiram que o que querem mesmo é implantar o comunismo em toda a América Latina, enquanto o deputado Jair Bolsonaro fez ecoar um sonoro e longo “Vão pra Cuba, vão pra Cuba!” Ainda assim, naquele momento final da sessão, com os ânimos exaltados, e todos misturados por ali, foi possível ver o furor da UNE, com ativistas dispostos a voltar na próxima sessão, marcada para 22 de abril
 
Ainda antes de sair, lembrei-me do que o deputado petista Molon disse a Marcos Rogério, ainda antes da sessão: “Me queira bem, deputado!, não colida comigo, divirja em alguma outra questão muito pontual e raramente, mas não colida, me queira bem!”

Não permitiremos que currículos escolares de nossas escolas militares sejam modificados

17/04/14 - A ditadura do saber nas escolas
 

Rômulo Bini Pereira* - Zero Hora/ Opinião – 16/04/14


Ao final do mês de março último, membros da Comissão Nacional da Verdade afirmaram que há imperiosa necessidade de serem reformulados os currículos das escolas militares, principalmente no que tange ao ensino da disciplina História do Brasil nos Colégios Militares. É “intolerável” para eles que a Revolução de 31 de Março seja ainda hoje enaltecida.


Esses membros poderiam pesquisar em outras fontes e, na mesma intensidade, escrever a respeito de ensinos de teorias radicais de esquerda nas escolas pertencentes à rede pública. Será que o Ministério da Educação deve também, como sugerem tais comissões, atuar nesses estabelecimentos de ensino público ou a atuação vale somente para as escolas militares? Que opção seria melhor para a História do Brasil? “Vaporizar” dos currículos das escolas militares a Revolução de 31 de Março ou debater democraticamente o fato histórico? 


Eis alguns tópicos para a segunda opção. O Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB), constituído de 12 colégios, atualmente com 14 mil alunos matriculados, destaca-se pela excelência do seu ensino. Tais colégios herdaram de seus antecessores um legado que transcendeu gerações, principalmente em relação aos corpos docente e discente. 

Os resultados em exames divulgados nacionalmente comprovam a citada excelência, oriunda da solidez, profundidade e amplitude de seu ensino. Seus alunos se sobressaem muito bem em Olimpíadas Escolares e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Os princípios e condutas que nós, os militares, continuamos a cultuar e cultivar, embora sejam tidos nestes tempos de permissividade como valores ultrapassados, evidenciam detalhes que não constam dos currículos, como a disciplina, o respeito ao professor, o culto à verdade, a observância de horários e planejamentos, a responsabilidade e a ausência de greves. São valores que nos norteiam por toda a vida.


Já faz muito tempo que recebemos em silêncio, uma carga enorme de notícias desfavoráveis e de inverdades a respeito do período dos governos militares. 


Entretanto, nossos familiares são as principais testemunhas dos nossos exemplos de sacrifício, de conduta honesta e de abnegação não somente para com a instituição, mas, sobretudo, para com o Brasil. 

Sabem que nós fomos envolvidos em uma luta fratricida _ que não desejávamos e não iniciamos _ com o objetivo único de evitar a instalação de uma ditadura comunista ou de uma “democracia” que até hoje as esquerdas não conseguiram definir. Sabem, também, que lutamos, tivemos nossos mortos e não nos beneficiamos de execráveis indenizações ou abjetas benesses, cujo exemplo maior está na concessão das famigeradas “bolsas-ditadura”. 

Sabem, ainda, que erros foram cometidos pelos dois lados e que só um deles é tido como vilão.

O segmento militar, com esta unidade de pensamento e com esta conduta, deixa surpreendidos e encabulados os intelectuais e ideólogos de esquerda. 


Em defesa desses louváveis resultados educacionais, não permitiremos que currículos escolares de nossas escolas militares sejam modificados unicamente para que caprichos ideológicos contrários à vocação democrática do nosso Exército sejam atendidos. 

Por isso, quando o assunto for currículos de escolas militares, seria muito bom que os entusiasmados membros da CNV não fossem além das sandálias, porque tal proposta abre caminho para a “ditadura do saber nas escolas!”.

* General-de-Exército da reserva


 Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/2014/04/16/artigo-a-ditadura-do-saber-nas-escola

 
17/04/14 - Os “absurdos” da Academia Militar das Agulhas Negras.

Há no Brasil uma Instituição “atrasadíssima”, conforme os padrões sociais atuais, sobretudo , os padrões petistas.

Imaginem só, a AMAN, que forma os oficiais do Exército Brasileiro, é uma Instituição de ensino superior onde é proibida a “cola” (implica expulsão em 24 h) e o anonimato.


Lá o professor ( chamado MESTRE) é tratado com respeito e reverência máximas. O Cadete ( Aluno da AMAN) só progride por méritos próprios, e pasmem , é proibido a maconha ou qualquer tipo de droga.


Mais algumas coisas antiquadas que acontecem nessa instituição “atrasada”: na AMAN se cultua a HONRA , a HONESTIDADE ( é incrível, os armários dos Cadetes não precisam de chaves ou cadeados), a VERDADE ( Cadete não mente, implica expulsão também), a PROBIDADE e o RESPEITO. Fazem disso uma “profissão de fé” (um petista lá não duraria uma semana).

Na AMAN, o Cadete aprende a se SACRIFICAR pelo Brasil, (proteger o Brasil é dever de todo brasileiro), e sabe o que recebem em troca disso tudo? Materialmente , NADA (o soldo mensal de um Oficial General após 40 anos de sua saída da AMAN, é menor do que a diária do hotel em que Dilma se hospedou em Portugal ). 


Mas ganham a “ Gratidão da Bandeira”, isso mesmo , os militares conseguem ver isso nela, só eles conseguem. Após um dia de trabalho árduo, sem reconhecimento algum, sempre às 18:00h , Ela “sorri” para eles, ( da Amazônia ao Rio Grande do Sul, das praias do Nordeste ao Pantanal), e diz : 

“VOCÊ FOI TREINADO PARA ISSO, OBRIGADA. AMANHÃ TEM MAIS! BOM DESCANSO , SE NÃO ESTIVER DE SERVIÇO!”

Isso basta aos militares!


COMENTÁRIO: NÓS QUE FOMOS FORMADOS E SERVIMOS NA AMAN, NOS ORGULHAMOS DA NOSSA UNIVERSIDADE MILITAR, QUE FORMA OFICIAIS COMBATENTES PARA O EXÉRCITO E HOMENS DE BEM PARA O BRASIL.
BRASIL ACIMA DE TUDO!

SGT FAHUR FAZ DESABAFO APÓS APREENDER TRAFICANTE DE DROGAS

Juntando os pontos sobre a censura petista: a mordaça sobre Rachel, o recorde propagandístico de Dilma e a pressa de Franklin Martins

franklin


Uma dica fundamental para qualquer pessoa que queira se tornar um auditor é desenvolver a arte de “juntar os pontos”. Para seus casos, evidências podem aparecer em vários lugares.  É preciso prestar atenção (e as vezes ser paciente) para obter uma quantidade de provas que surgem aqui e ali.


Neste texto, vamos juntar apenas três pontos, suficientes para demonstrarmos que a ditadura petista ultrapassou todos os parâmetros conhecidos em termos de crime moral.


 O recorde de Dilma em publicidade


Aqui não tem por onde os petistas escaparem. Eles estão torrando cada vez mais dinheiro público em publicidade, como vemos na matéria “Dilma bate recorde em gastos publicitários”, publicada na Folha:

O governo federal gastou R$ 2,3 bilhões para veicular propaganda em 2013. O valor é o maior já registrado desde 2000, quando começou a ser divulgado esse tipo de dado.

Até o atual recorde estabelecido pela presidente Dilma Rousseff, o maior gasto havia sido o de 2009, sob o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com R$ 2,2 bilhões.

Essas informações foram divulgadas nesta semana pela Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto. Todos os números foram corrigidos pelo IGPM, da FGV, o indicador mais usado no mercado publicitário.

Em relação ao ano de 2012, o gasto do governo federal com propaganda aumentou 7,4%, acima da inflação oficial do período, que foi de 5,91%, segundo o IPCA, calculado pelo IBGE.

Os valores incluem toda a administração pública direta e indireta. Ou seja, as grandes estatais estão nesse bolo de R$ 2,3 bilhões. Quando são considerados só os órgãos e entidades da administração direta (ministérios e Palácio do Planalto, por exemplo), o total de 2013 foi de R$ 761,4 milhões, também um recorde na última década e meia.

De 2012 para 2013 os gastos totais do governo com pessoal, custeio e investimento subiram 7,2%, já descontada a inflação do período.

Em 2010, ano em que Lula estava interessado em eleger Dilma como sucessora, os gastos da administração federal direta com propaganda foram de R$ 576,7 milhões.

A Secom argumentou por meio de assessoria que “em 2013 o governo federal apresentou novas campanhas de utilidade pública voltadas à prevenção de acidentes de trânsito, de combate ao uso do crack e de lançamento do programa Mais Médicos”.

O governo também justifica o aumento com o fato de que “um terço do crescimento do volume publicitário de 2013 foi puxado pelas ações dos Correios, [empresa] que completou 350 anos em 2013″.

Essa empresa pública foi a que esteve envolvida diretamente no caso do mensalão, escândalo de 2005 e que envolvia o uso de agências publicitárias com contas na administração federal.

Há, dentro do governo, também uma insatisfação com a forma de coleta desses dados. Os valores são aferidos por meio de uma cópia de cada pedido de inserção de anúncio que as agências estão obrigadas a enviar aos veículos de comunicação no momento em que dão a ordem para publicar a propaganda. Às vezes, há cancelamentos.

A Secom acha que os dados “não representam necessariamente gastos efetivamente realizados”. A Folha apurou, entretanto, que as discrepâncias são mínimas.

Os R$ 2,3 bilhões gastos colocam o governo federal na quarta colocação do ranking dos maiores anunciantes brasileiros em 2013. O primeiro lugar ficou com a Unilever (R$ 4,6 bilhões), seguida por Casas Bahia (R$ 3,4 bilhões) e o laboratório Genomma (R$ 2,5 bilhões).

Os dados das empresas são divulgados pelo Ibope, que monitora esses gastos verificando o que é publicado. Há distorção no que é apurado, pois o levantamento considera os preços de tabela dos veículos de mídia -e, nesse mercado, há descontos altos, às vezes superiores a 50%.

Já no caso do que é apurado pelo governo, trata-se de uma cifra muito próxima ao que aconteceu de fato. O valor investido por Dilma supera até a gigante do ramo de bebidas Ambev, que, segundo o Ibope, gastou R$ 1,8 bilhão.

Quando se observa o tipo de veículo preferido pelo governo, a TV ganha com 65% do total. Os meios rádio, jornal, revista e internet ficaram com 7,6%, 7%, 6,3% 6% do bolo, respectivamente. Os anúncios estatais na web tiveram em 2013 aumento de 22% em relação a 2012.


Dilma conseguiu seu recorde: é a campeã em propaganda na história do Brasil. Por que não estou surpreso? Sempre que chegaram ao poder, os socialistas se especializaram em usar o estado inchado a seu favor. Nada mais nada menos que 2,3 bilhões de reais por ano são usados para publicidade estatal.


Por que Dilma está cada vez mais gastando em propaganda? A resposta é óbvia: os casos de corrupção começaram a se avolumar e uma crise está a espreita, especialmente quando estourar a bolha imobiliária. Quando isso ocorrer, será preciso gastar muito mais em propaganda para vender uma falsa imagem do governo.

Mas o que isso tudo tem a ver com censura? Vamos ao próximo ponto…


Ponto 2: A pressa de Franklin Martins


Franklin Martins é definitivamente uma das figuras mais repugnantes da história política nacional. Essa versão brasileira de Goebbels simplesmente não pensa em outra coisa que não em censura. A diferença é que agora ele está desesperado em prol de seu intento, como podemos ver no texto “Franklin: Brasil precisa ‘desesperadamente’ de regulação da mídia”, visto no Brasil 247:

O jornalista Franklin Martins, ex-ministro-chefe da Comunicação Social, voltou a defender a regulamentação da mídia. Ele comparou a “Lei de Meios” da Argentina com a legislação brasileira. “O Brasil precisa desesperadamente de regulação dos meios eletrônicos de comunicação. Mas precisamos da nossa lei, com as nossas características”.


Ele criticou o monopólio dos meios de comunicação na inauguração da nova temporada do programa ‘Aula Pública Opera Mundi’, em parceria com a TV Unesp. “No mundo inteiro, há regulamentação para evitar concentração e manipulação. No Brasil, porém, sempre que se tenta um projeto para debater a questão, os grupos de comunicação dizem que é censura e tentam demonizar o assunto. Isso é só uma tentativa de interditar um tema vital para o país: democratização da mídia”, argumentou Martins.


O programa ‘Aula Pública’ foi veiculado nessa segunda-feira, 14, no canal 45 UHF e também no portal http://www.tvu.unesp.br. Durante a gravação, Martins revelou preocupação com a dificuldade de promover debates sobre o assunto. “Grupos econômicos satanizam e intimidam quem trabalha pela regulamentação”.

Depois da censura à Rachel Sheherazade, Franklin parece ter sentido o cheiro de sangue e está todo ouriçado.


Assim como a fedorenta Ley de Medios argentina, a demanda inicial de Franklin é manjada: “quebrar o monopólio” das grandes empresas de comunicação. Segundo os petistas, esse monopólio impediria a livre circulação de ideias. O fato é que o tal monopólio jamais existiu, e o público tem várias opções para escolher.


Mas o que está por trás de uma ideia focada em particionar as empresas de comunicação em várias empresas menores?


Simples: o dinheiro estatal usado para propaganda tem mais poder sobre empresas menores. Quer um exemplo? O que seria de mídias como Brasil247 e Conversa Afiada se não fosse o dinheiro estatal? Simplesmente nada.


Quanto maior a empresa, menos ela é vulnerável à chantagem a partir do uso de verbas estatais. Para tornar as empresas mais vulneráveis a essa chantagem, os socialistas demolem o poder das empresas de comunicação, tornando-as submissas ao estado. Essa é a dinâmica.


Alguns poderiam dizer: “Luciano, mas e se anjos descerem na Terra e por trás das intenções do PT passar a existir realmente o interesse do consumidor? Esses anjos garantirão que os petistas jamais usarão o dinheiro para seus interesses”.
O discurso é até bonitinho, mas o fato é que não há evidência de que anjos desçam na Terra para “limpar a mente” dos burocratas petistas (nem de quaisquer outros), e os fatos mostram que as intenções do PT são as piores possíveis. É quando chegamos ao terceiro ponto.


Ponto 3: A censura fascista sobre Rachel Sheherazade como uma prova do que Franklin e Dilma querem


Basta uma navegada por este blog para vermos artigos falando da censura fascista contra Rachel Sheherazade. Depois do que aconteceu com ela, o uso do aparelho estatal para censurar alguém não é mais apenas uma hipótese, mas um fato comprovado a partir de ações tomadas a partir de petistas e seus aliados para censurar a opinião alheia.


A censura de Rachel Sheherazade no SBT foi feita a partir de chantagem, principalmente quando a deputada Jandira Feghali (do PCdoB, lembre-se do nome deste partido) ameaçou publicamente deixar de repassar R$ 150 milhões de reais por ano ao canal. Ou seja, o dinheiro estatal foi usado para chantagear empresas e conseguir implementar a censura de opinião.


O caso da censura sutil aplicada contra Rachel deveria se tornar um caso emblemático, onde temos finalmente uma prova viva de como a censura sutil funciona.


Juntando os pontos


Agora é só partirmos para a análise desses três pontos e prever as próximas reações petistas, bem como entender que tipo de esclarecimento precisamos dar à população para criarmos conscientização pública de que a luta contra a censura deve se tornar uma prioridade, especialmente para nós da direita. Se hoje em dia implementar a censura é uma prioridade para a extrema-esquerda, tentar desamarrar as mordaças e escrachar os censores deveria ser nossa uma de nossas principais iniciativas.


Se Franklin diz que precisa “desesperadamente” implementar suas leis de mídia, ele sabe que os 2,3 bilhões gastos em anúncio por Dilma não estão sendo suficientes para eliminar o contraditório. Ainda existem meios que dão espaço a pessoas como Reinaldo Azevedo, Rodrigo Constantino e Lobão, dentre outros. Mesmo que ainda dominados por esquerdistas, os meios de comunicação (e olhe que em casos raros) as vezes dão espaço para alguém que queira contradizer os petistas.


E com a situação do Brasil cada vez mais complicada, essa grana pode não ser suficiente. Basta olhar com cuidado os casos de corrupção ou ao menos do uso indevido de verbas públicas. Essas notícias de corrupção são divulgadas por serem do interesse do público dessas mídias. Seria preciso de muito mais dinheiro para impedir a divulgação de notícias deste tipo. E quando a Copa surgir e os desastres começarem a acontecer? Quanto custaria o silêncio da mídia sobre esses assuntos?


É claro que o desespero de Franklin é justificável, até por que a censura sobre Rachel Sheherazade não foi tão fácil quando os governistas pensaram. Foi preciso chantagear a emissora com R$ 150 milhões de reais (cerca de 6,5% de todo o dinheiro que o governo tem para gastar) para eles calarem Rachel depois de longos meses em que ela emitiu suas opiniões. 


E olhem que ela corre o risco de ir para outra emissora! (E sempre lembrando que a ação de chantagem partiu de aliados do governo, usados como testas de ferro. Exemplos: Ivan Valente, do PSOL, e Jandira Feghali, do PCdoB)


O governo, enfim, tem o dinheiro para usar contra seus oponentes, mas por outro lado existem empresas de mídia com tamanho suficiente para, em um dado momento, até dizer: “Não, não vamos ceder a isso”. Ou, se cederem, fazer isso de maneira trabalhosa para o governo. Tanto que bastaria que os direitistas usassem um pouquinho de sua energia para protestar nas redes sociais que conseguiríamos transformar a censura à Rachel em um marco na luta contra a ditadura do PT, PCdoB e PSOL, envergonhando-os publicamente.


Todo o trabalho do governo ficará facilitado se Franklin conseguir implementar sua lei de mídia, quando o governo poderá usar seu dinheiro para chantagear diversas empresas menores. Se alguma dessas empresas menores não aceitar as regras do governo, basta que o dinheiro para esta empresa seja estancado.
Esta aí o motivo para o senso de urgência de Franklin, e o motivo pelo qual devemos ter o mesmo senso de urgência para transformar a luta contra a censura em nossa bandeira.


Padilha, Bernardo e Requião - Os cabos eleitorais de André Vargas

Palavras de um fascista demissionário: “Jamais me curvarei à elite preconceituosa!”


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Do Correio Braziliense

O assessor parlamentar da deputada federal Érika Kokay que hostilizou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na saída de um bar na Asa Sul, Rodrigo Grassi pediu exoneração do cargo.

Ao Correio, ele contou que tomou a decisão após o vídeo que ele postou na internet ter sido usado como forma eleitoreira nas redes sociais para prejudicar a deputada.

Pilha, como é conhecido, vai se dedicar à militância e pode ainda abandonar o Partido dos Trabalhadores, qual é filiado desde a adolescência, para militar com isenção.

Só para lembrar o quanto “Pilha” é moleque:


Leiam o primor da nota divulgada por “Pilha”

“Em atenção à notícia mentirosa e covarde veiculada pela revista Veja em 10/04/14 e propagada pela imprensa e redes sociais sobre a minha participação em ato de protesto contra o ministro Joaquim Barbosa, informo:

1) Jamais fui procurado pelo repórter da Veja para falar a minha versão sobre tal manifestação, nem antes e nem após a matéria ser publicada;

 2) O protesto foi uma iniciativa de minha inteira responsabilidade, em conjunto com as outras militantes que dele participaram, sem organização prévia e motivado apenas por convicções de caráter pessoal.Ao contrário do divulgado na matéria tendenciosa e distorcida, a manifestação ocorreu por mera casualidade após encontrarmos o Ministro Joaquim Barbosa utilizando-se de veículo e seguranças oficiais para frequentar e beber no Bar Chopin, localizado na quadra 406 Sul de Brasília;

3) Sobre a minha foto que foi usurpada pelo repórter Gabriel Castro e divulgada sem prévia autorização, trata-se de um momento de descontração em viagem de feriado onde apenas brinco e simulo que estava pilotando uma lancha, já que não possuo licença para conduzir embarcações e que, tal veículo náutico apenas fora locado com condutor devidamente licenciado, para um passeio em família;

4) Após a divulgação da matéria irresponsável e disseminadora de ódio, eu e as companheiras de militância Andreza Xavier e Maria Luiza Rodrigues estamos recebendo inúmeros telefonemas e mensagens nas redes sociais contendo xingamentos, ameaças de agressão física, ameaças de estupro e até ameaças de morte!;

5) Como militante, há mais de 15 anos participo ativamente de manifestações políticas no Distrito Federal, sempre com o objetivo de ajudar na construção de uma sociedade livre, democrática e plural, onde não haja espaço para qualquer forma de discriminação e de preconceito e onde prevaleçam os princípios da igualdade e da dignidade da pessoa humana;

6) Em respeito ao mandato da deputada Erika Kokay e, a fim de afastar as versões distorcidas e tendenciosas que buscam associar e condicionar a minha militância política ao fato de ser servidor de seu Gabinete Parlamentar, bem como pelo fato de que momentaneamente dedicarei tempo integral para acompanhar as investigações sobre a origem das ameaças supracitadas e das medidas judiciais cabíveis contra a Veja, seu repórter e todos os que estão nos caluniando, difamando e ameaçando, solicitarei exoneração, em caráter irrevogável, mesmo porque não tenho apego a cargos públicos e faço política por ideologia e não como fonte de renda.

Agradeço todo o apoio e solidariedade recebido de amigas, amigos, companheiros, companheiras de ativismo, familiares e até de desconhecidos do país todo, que não se deixam levar por notícias mentirosas e covardes da Revista Veja. Vocês nos dão força e coragem pra seguir em frente!

Seguirei na trincheira da resistência contra a judicialização da política brasileira, contra o abuso de poder, contra julgamentos de exceção e contra “poderosos” de direita.

E, mesmo que sofra futuras perseguições e ameaças por parte destes adversários e de repórteres inescrupulosos, farei futuras manifestações e vídeos a fim de denunciar e mostrar o que a mídia conservadora omite!

JAMAIS ME CURVAREI À ELITE PRECONCEITUOSA!

Não se volta quando a meta é a estrela!

Prefiro o risco e a dignidade da luta!

Brasília, 16 de abril de 2014.

Rodrigo Grassi Cadermatori

(Rodrigo Pilha)”

Fala da elite, mas passeia de lancha. Hipócrita!

Um comentário:

  1. Militar com isenção? Isenção de que? Por acaso o serviço dos seguranças estão restritos ao horário de expediente, ou a lugares específicos? Até aonde sei, os carros oficiais dos juízes do supremo, assim como da presidente da república, são para uso em tempo integral, as restrições são períodos de férias e outras situações específica, mas no cotidiano é tempo integral, inclusive por que de outra forma o carro oficial não faria sentido para um juiz, pois teria praticamente a função única de levar de casa ao gabinete e vice-versa.
    Certo mesmo é fazer "parada técnica em Portugal", não é mesmo?

Félix Maier - Lembrar é preciso: os crimes da Ação Libertadora Nacional

quinta-feira, 17 de abril de 2014



A Ação Libertadora Nacional (ALN) foi um grupo terrorista, cujos fundos eram obtidos por assaltos e dinheiro recebido de Cuba. “Militei na Ação Libertadora Nacional (ALN), uma organização guerrilheira que mantinha excelentes relações com Cuba. Muitos de nossos companheiros receberam treinamento militar na ilha para enfrentar com armas a ditadura militar que havia deposto um governo legitimamente eleito” (Paulo de Tarso Venceslau, “30 Moedas”, site Jornal Contato, acesso em 13/5/2011).

O Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP) havia sido criado em 1967 pelo terrorista Carlos Marighella, após este ser expulso do PCB, depois da Conferência da OLAS, em Cuba. Somente a partir de 1969 o AC/SP, também conhecido como Ala Marighella, passaria a utilizar a denominação Ação Libertadora Nacional (ALN). Sua obra Minimanual do Guerrilheiro Urbano foi traduzida para vários idiomas e foi o “livro de cabeceira” dos grupos terroristas Brigadas Vermelhas, da Itália, e Baader-Meinhoff, da Alemanha. “... os “tiras” e policiais militares que têm sido mortos em choques sangrentos com os guerrilheiros urbanos, tudo isto atesta que estamos em plena guerra revolucionária e que a guerra só pode ser feita através de meios violentos” (trecho do Minimanual).

Entre 1967 e 1970, comunistas ligados a Marighella e à VAR-Palmares de Dilma Rousseff e outros "honoráveis terroristas" atuaram em Brasília e seu entorno, como fazendas de Formosa, GO, e Paracatu, MG, com aliciamento de estudantes da Universidade de Brasília, liderados por José Carlos Vidal (“Juca”), junto com outro líder estudantil, Luís Werneck de Castro Filho. Em 1968, o grupo de Marighella realizou treinamento de guerrilha próximo ao Rio Bartolomeu, em exercícios de tiro com metralhadora INA e revólver .38. No mesmo ano, Edmur Péricles de Camargo foi enviado por Marighella para fazer um levantamento para instalação de guerrilhas nos arredores das cidades de Formosa, Posse, São Romão, Pirapora e São Domingos.

No dia 10/8/1968, a ALN assaltou o trem-pagador Santos-Jundiaí, levando NCr$ 108 milhões, ação que consolidou a entrada da ALN na luta armada; nesse assalto, além de meu tio materno Arno Preis e outros, participou o ministro da Justiça do Governo FHC, Aloysio Nunes Ferreira Filho, que fugiu em seguida para Paris com sua esposa Vera Trude de Souza, com documentos falsos.

“Na terça-feira de carnaval de 1969, foi realizado um assalto ao posto de identificação da Asa Norte, de onde foram roubadas mais de cem células de identidade, uma máquina de escrever e carimbos. Participaram da ação: Fabiani Cunha, Francisco William de Montenegro Medeiros, Maurício Anísio de Araújo, Adolfo Sales de Carvalho, Gilberto Thelmo Sideney Marques e Ronaldo Dutra Machado” (“Agrupamento Comunista se expande para o Planalto Central”, site A Verdade Sufocada, 15/4/2011).

Junto com o grupo terrorista MR-8, de Fernando Gabeira, a ALN sequestra o embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, no Rio de Janeiro, em 4/9/1969, por cujo resgate foram libertados 15 terroristas (entre os quais estavam Vladimir Palmeira e José Dirceu).

Marighella foi morto pela polícia em São Paulo, no dia 4/11/1969. Após o sequestro do embaixador americano, as prisões de terroristas tiveram sequência: no dia 1/10 foi preso em São Sebastião, SP, o coordenador do setor de apoio, Paulo de Tarso; no dia 2/11 foram presos no Rio de Janeiro freis Fernando e Ivo; no dia 3/11, já em São Paulo, Frei Fernando “abriu” o restante da rede de apoio, sendo presos os freis Tito e Jorge, um ex-repórter da Folha da Tarde, responsável pelas fotos dos documentos falsos, e um casal de ex-diretores do mesmo jornal; Frei Fernando foi quem levou ao “ponto” com Marighella, no dia 4/11, após revelar duas senhas, pois era o responsável pela coordenação das atividades dos dominicanos com Marighella, desde a saída de Frei Osvaldo de São Paulo, em junho daquele ano. Combinado o encontro com Frei Fernando, Marighella resistiu à ordem de prisão quando entrava no carro de Frei Fernando, sacando um revólver, quando foi morto pelos policiais.

A morte de Marighella repercutiu no Brasil e no exterior. Com a morte de Marighella, assumiu o comando Joaquim Câmara Ferreira, o “Toledo”, que viajou a Cuba com Zilda Xavier para receber instruções de Fidel Castro, país em que um dos fundadores da ALN, Agonalto Pacheco, estava em choque com as autoridades locais, especialmente o comandante Manuel Piñero, o “Barbarroxa”, acusado de desvirtuar as iniciativas do AC/SP. Câmara Ferreira foi preso no dia 23/10/1970, em São Paulo; cardíaco, sofreu enfarte na viatura policial, vindo a falecer; Carlos Eugênio Paz, em seu livro Viagem à Luta Armada (Editora Civilização Brasileira, 1996), fantasia a história, dizendo que “Toledo” foi torturado até a morte pelo delegado Fleury; essa versão é negada por Luís Mir (A Revolução Impossível, pg. 560).

Em um bolso de “Toledo”, foi encontrada carta de Frei Osvaldo Rezende, onde constavam contatos internacionais, projetos políticos e ligações com os governos cubano e argelino. O governo brasileiro denunciou à ONU a ingerência em seus assuntos de países que não respeitavam o direito internacional - o que não teve nenhuma consequência prática.

Em 7/9/1970, João Alberto Rodrigues Capiberibe (mais tarde governador do Amapá), “militante” da ALN, foi preso junto com sua mulher Janete e sua cunhada Eliane.

Em 23/3/1971, a ALN faz o “justiçamento” de um “quadro”, Márcio Leite de Toledo. Carlos Eugênio Paz, no livro acima citado, afirma que foi co-autor desse “justiçamento”.

Junto com o Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), a ALN assassinou o industrial Henning Albert Boilesen, diretor do Grupo Ultra, no dia 16/4/1971 (Sebastião Camargo, da empresa Camargo Correia, era também alvo para sequestro e “justiçamento”, mas prevaleceu a escolha de Boilesen, porque era considerado “espião da CIA” e patrocinador da OBAN).

Terroristas da VAR-Palmares, da ALN e do PCBR assassinam o marujo da flotilha inglesa em visita ao Rio de Janeiro, David A. Cuthbert, de 19 anos, no dia 8/1/1972; nos panfletos, os terroristas afirmaram que a ação era em solidariedade à luta do IRA contra os ingleses.

Em 1971, a ALN divide-se em duas facções: o Movimento de Libertação Nacional (MOLIPO), parido pelo serviço secreto cubano (Dilma Rousseff e José Dirceu eram integrantes do grupo terrorista), e a Tendência Leninista (TL).

Em 1972, a ALN/SP assassina o gerente da firma F. Monteiro S/A, Valter Cesar Galatti, ferindo ainda o subgerente Maurílio Ramalho e o despachante Rosalino Fernandes.

Em 1972, terroristas da ALN/GB, do MOLIPO e da ALN/SP assassinam o investigador Mário Domingos Pazariello, o soldado da PM/GO, Luzimar Machado de Oliveira (morto por meu tio materno, Arno Preis) e o cabo da PM/SP, Sylas Bispo Feche; a ALN/GB assassina em 1972 Íris do Amaral.

No dia 21/2/1973, a ALN formou um grupo de execução, integrada por três terroristas, que assassinaram o proprietário do Restaurante Varela, o português Manoel Henrique de Oliveira, acusado de ter denunciado à polícia, no dia 14/6/1972, a presença de quatro terroristas que almoçavam em seu Restaurante, três dos quais morreram logo após (na verdade, os terroristas mortos estavam sendo seguidos pelo DOI-CODI).

No dia 25/2/1973, terroristas da ALN, da VAR-Palmares e do PCBR assassinaram em Copacabana o Delegado Octávio Gonçalves Moreira Júnior. Pelo extenso “currículo” de Marighella, seus familiares receberam mais de 100 mil reais de “indenização”, outorgada pela famigerada “Comissão dos desaparecidos políticos”, criada no primeiro governo FHC.

Carlos Eugênio Sarmento da Paz confessou ter praticado em torno de 10 assassinatos.

Jessie Jane Vieira de Souza, outra “militante” da ALN, que participou do sequestro de um avião, chegou a ser diretora do Arquivo Público do Rio de Janeiro.

Com o auxílio do Movimento Comunista Internacional (MCI) e de padres dominicanos, como Frei Beto, a ALN tinha um sistema de propaganda no exterior, a Frente Brasileira de Informações (FBI).

Como está provado, Joaquim Câmara Ferreira não morreu sob tortura, como apregoa a esquerda mentirosa, mas de ataque cardíaco. Quem se importa com mais esta mentira, a não ser a (c)Omissão Nacional da Verdade e os esquerdistas em geral? Uma pergunta básica: o que esses terroristas assassinos esperavam receber das Forças Armadas? Flores e barras de chocolate?

Volta, Lula! Vai encarar?


TOMA MAIS UMAquinta-feira, 17 de abril de 2014

Embora eu não queira vê-lo nem pintado, se por acaso ocorrer de Lula se candidatar e ganhar as eleições, eu vou estar aqui sentado, esperando pelos milagres desse fabuloso estadista, já que ele nasceu com o rabo para a Lua e vai precisar mais do que nunca dessa sorte que sempre o acompanhou, mesmo porque, se depender só da sua competência ele está roubado. E nós idem.

Quando Luivináfio tomou posse no primeiro reinado, em 2003, o País podia não ser uma maravilha, mas, pelo menos, tinha a inflação dominada, um bom equilíbrio das contas, uma situação política estável e o PT ainda tinha a fama - injusta, como depois ficou mais que provado - de ser um bastião da moralidade. Sem falar no excelente desempenho da economia mundial, com a China como protagonista mais importante. 
O forte estímulo da demanda externa fez a economia responder com mais investimentos e produção, com destaque para o agronegócio e a mineração. Esse impulso se disseminou pela economia, e dentro dela também houve forte expansão do crédito. A arrecadação do governo subiu, também porque, obcecado pela concessão de benesses sociais à plateia, mas sem pensar no futuro, Lula continuou expandindo a carga tributária. Com isso, saiu-se relativamente bem da crise econômica mundial em 2008 e 2009.

O detalhe é que essa gastança desenfreada teve consequências desagradáveis, como a escassez de investimentos públicos do período Lula, que se agravou com Dilma, com o crédito em baixa e a carga tributária em alta, inflação elevada, ampliação do desequilíbrio das contas externas, forte desarranjo das contas, prejudicando a capacidade do governo em investir e a confiança dos agentes econômicos no governo, levando-os a conter seus próprios investimentos. Sem falar na hecatombe do setor elétrico e da Petrobrás.

No âmbito mundial, o crescimento da China murchou e o resto anda a meia-bomba.
Acrescente-se a isso tudo ter que servir de faxineiro do PT, que, de baluarte da probidade, assumiu definitivamente a vocação inata para covil de meliantes.
E aí, Lula, vai encarar?

Sobre um artigo de Roberto Macedo

Pitiman critica gestão de Agnelo Queiroz


Corrida ao Buriti
O pré-candidato do PSDB ao Buriti alfinetou a gestão de Agnelo
Publicado: 17 de abril de 2014 às 13:11    Diario do Poder

PITIMAN CRITICOU DIREÇÃO DO PMDB NO DF


O pré-candidato ao governo do Distrito Federal Luiz Pitiman (PSDB) aproveitou sua palestra na abertura do II Seminário Nacional de Engenharia de Avaliações para pedir que engenheiros pressionem o Congresso Nacional a aprovar leis que melhorem as condições de trabalho do setor. Em seu discurso, sobrou até para a gestão do atual governado Agnelo Queiroz (PT), adversário político de Pitiman na disputa pelo Executivo do DF.

“A boa gestão pública é que faz a máquina girar e os cidadãos receberem de volta os altos impostos que pagam”. Disparou o deputado sobre a burocracia do GDF para liberar o habite-se a prédios recém-concluídos.

De acordo com Pitiman, que é presidente da Frente Parlamentar Mista para o Fortalecimento da Gestão Pública, um de seus projetos, já em fase final de tramitação, cria uma política nacional de manutenção predial. “Não adianta termos uma boa legislação se temos uma máquina pública travada”, destacou.


PT tem chance real de ser derrotado, afirma especialista

Eleições 2014
Fiasco da copa oferece mais riscos que escândalos, diz cientista político
Publicado: 18 de abril de 2014 às 2:57 -Diário do Poder


O cientista político Sérgio Praça afirmou que os números da pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira não chegam a ser “catastróficos para o governo”. “O PT tem uma chance real de perder a Presidência, mas, do ponto de vista dele, não estaria nem confiante nem desesperado”, afirmou o professor de Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC. “Estaria torcendo para a Copa dar muito certo. Não para o Brasil ganhar, mas para o evento não ter tragédias com estrangeiros ou caos aéreo.”
sergio praca
Escândalos não vão colar, avisa o cientista político

Segundo Praça, o fato de o Brasil expor seus problemas aos estrangeiros não é o principal, mas sim a questão de que os turistas podem enfrentar os mesmos problemas que os brasileiros já notam no dia a dia. “Não é à toa que a presidente Dilma Rousseff tem falado muito, desde o ano passado, sobre a segurança na Copa do Mundo”, disse o especialista. “Isso está na cabeça do governo, porque seria uma falha muito fácil para a oposição explorar.” Segundo ele, o uso eleitoral de questões envolvendo o BNDES ou a Petrobras é muito mais difícil. “Atrasos em aviões, violência contra turistas são muito mais fáceis de ser explorados pela oposição, até porque geram imagens”, afirmou.

Se correr tudo bem com a Copa, a oposição, na avaliação do especialista, pode “perder tempo” tentando explorar escândalos menores na tentativa de atingir a imagem da presidente Dilma Rousseff (PT), que lidera a disputa pela reeleição com 37% das intenções de voto no cenário mais provável, que inclui pré-candidatos de partidos pequenos. “Esses escândalos não vão colar, a não ser que tenham uma ligação muito direta com Dilma ou com um ministro forte dela, como o Mantega”, afirmou.

“A mídia tem uma tendência de enfatizar os escândalos, o que pode levar a superestimar o impacto eleitoral dessas notícias. Precisa ver o quanto o escândalo é inteligível pelo eleitorado.”
Na opinião de Praça, o peso da corrupção na escolha dos candidatos deve ser relativizado, porque poucos eleitores mantêm a ideia de que é possível haver um governo “salvador”, sem corrupção, seja ele de que partido for.

Potencial de Campos

Para Praça, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) tem um grande potencial eleitoral que ainda não está claro nas pesquisas. O levantamento Ibope divulgado nesta quinta-feira mostra Campos com 6% das intenções de voto no cenário mais provável para outubro. “Os porcentuais de Campos e Marina agora não significam nada. Ele tem um potencial enorme”, afirmou.


Como seu partido, o PSB, não tem histórico na administração nacional ou mesmo em Estados importantes da federação, a sua taxa de rejeição deve continuar baixa em relação aos demais concorrentes. Hoje, segundo a pesquisa Ibope, o porcentual de pessoas que não votariam em Eduardo Campos de jeito nenhum está em 21%, ante 33% de Dilma e 25% de Aécio Neves (PSDB). “Aécio e Dilma têm pontos fracos claros. Aécio por conta do histórico do PSDB e do governo de São Paulo, que tem uma avaliação ruim. Dilma por conta de ser governo”, disse.

Na avaliação de Sérgio Praça, a eleição de outubro será a primeira realmente competitiva dos últimos tempos, por ter ao menos duas forças políticas novas, Aécio e Campos, sem mencionar Marina Silva, que é relativamente nova no cenário eleitoral. “A grande notícia é o Eduardo Campos, e as pesquisas não estão refletindo ainda porque a eleição ainda não começou”, afirmou.

Tanto Aécio quanto Campos estão fazendo o que podem no momento, mas ainda estão estruturando suas estratégias de campanha. Segundo o especialista, a expectativa negativa dos agentes econômicos para a situação do País em 2015 pode ter um impacto positivo no financiamento das campanhas oposicionistas. “Por causa dessas expectativas, Aécio e Campos devem ter mais dinheiro em campanha do que teriam”, avaliou.

Os pré-candidatos de oposição terão, porém, de correr contra o tempo para conquistar o eleitor. “Esta eleição é que será muito curta por causa da Copa do Mundo. Só depois dela é que os eleitores vão começar a prestar mais atenção ao assunto”, disse o cientista político.

PV cogita largar candidatura para apoiar Campos

Eleições 2014
PV reabriu negociação apoiar Eduardo Campos e Marina para presidente
Publicado: 18 de abril de 2014              Diario do Poder

Eduardo Campos e PV copyO presidente do PV, José Penna (SP), nega de pés juntos, mas reabriu as negociações e cogita abandonar a candidatura própria de Eduardo Jorge para apoiar Eduardo Campos (PSB-PE) a presidente, com a ex-senadora Marina Silva de vice. O socialista – que já fechou com PPS, Rede e PPL – iniciou ofensiva por tempo de TV para superar Aécio Neves e disputar um eventual segundo turno contra a presidenta Dilma.

O PV marcou para o dia 14 de junho sua convenção nacional, que definirá o posicionamento do partido na disputa pela Presidência.

Com medo de ser rifado pelo PV, o sanitarista Eduardo Jorge proibiu a equipe de divulgar seu nome à Presidência antes da convenção.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) também aumentou os assédios ao PV para contrapor a presença de Marina na chapa de Eduardo Campos. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto.

Para Planalto, pesquisa traz preocupação, mas também alívio

17/04/2014, às 19:12, por Gerson Camarotti


A pesquisa Ibope divulgada no início da noite trouxe um sentimento ambíguo ao Palácio do Planalto: se de um lado mostra que a presidente Dilma Rousseff mantém a trajetória gradativa de queda na aprovação e na corrida eleitoral, nenhum candidato da oposição conseguiu capitalizar o momento negativo do governo.

Apesar de ainda ganhar no primeiro turno, Dilma caiu de 40% para 37% na disputa presidencial. Mas o tucano Aécio Neves, com 14%, e o socialista Eduardo Campos, com 6%, ainda não conseguem superar a barreira do desconhecimento.

"Apesar do forte noticiário negativo das últimas semanas, a oposição não conseguiu crescer. Essa pesquisa traz um sentimento de preocupação e alívio", observou um ministro petista.

A rejeição aos políticos também chamou a atenção do governo: brancos e nulos representam 24%, e outros 13% aparecem na coluna "não sabe/não respondeu". Outro sinal de alerta para o governo foi o forte sentimento de mudança presente nesta pesquisa.

Outros números também preocupam o Planalto. Segundo interlocutores da presidente, o item que mostra desaprovação (48%) maior que a aprovação (47%) do governo é um indicador que também acende a luz amarela no núcleo palaciano. "Estamos atravessando uma barreira psicológica perigosa", reconheceu esse ministro.

Também assustou integrantes do governo o fato de que a avaliação segue tendência decrescente e se aproxima do índice de meados do ano passado, no auge da onda de protestos que tomou conta do país. A avaliação negativa subiu de 27% para 30%, que demonstra um crescimento da rejeição ao governo. Em julho de 2013, esse índice foi de 31%.

"O governo precisa mudar a agenda rapidamente. É preciso fazer correções de rumo. Ainda há tempo para recuperar a popularidade. Mas, agora, o esforço será maior", reconhece um parlamentar petista ouvido pelo Blog. "De todo jeito, com esses números, o movimento 'Volta, Lula' continuará ativo em setores do PT", completou.