quarta-feira, 9 de julho de 2014

Em Brasília, ruas ficam silenciosas após o jogo da Seleção Brasileira

Salvo os bares que apostaram em uma música pós-jogo, muitos estabelecimentos estavam esvaziados no Plano Piloto 
 

Agência Brasil

Publicação: 08/07/2014 22:04 Correio Braziliense

 

No centro de Brasília, uma mulher andava com um chapéu amarelo, em forma de um copo de chope na cabeça. O Brasil acabava de sair da Copa da Fifa depois de sofrer uma goleada de 7 a 1 da Alemanha. Outra pessoa só seria vista a três ruas dali, dois homens vestindo roupas escuras. Na capital, os trabalhadores e os estudantes foram dispensados das atividades para assistir ao jogo. A cidade, que já é conhecida pelos espaços vazios, estava ainda mais silenciosa depois da derrota.

Salvo os bares que apostaram em uma música pós-jogo, muitos estabelecimentos estavam esvaziados no plano piloto. Festas foram canceladas de última hora. A Polícia Militar (PM) do Distrito Federal está de prontidão, porque "não esperava esse resultado". A assessoria de imprensa da PM informou que foram registradas brigas pontuais, sem vítimas, em estabelecimentos comerciais na Ceilândia, em Samambaia e no Paranoá. Um princípio de briga também foi registrado na Quadra 103 Norte.
 
 
"Depois do quinto gol, o bar começou a esvaziar", conta a gerente do Libanus, Hévila Marinho, 28 anos, um movimentado bar da Asa Sul. Ela mesma, aos 20 minutos depois do fim do jogo pegou a bolsa para ir embora. "Vamos ver amanhã como vai ser [o movimento]. Por hoje, sem mais".



Em uma das mesas, ainda com a cerveja cheia, os amigos José do Egito, produtor rural de 52 anos, e Lamberto Dias, empresário de 46 anos, resitiam bravamente à debandada. "A gente bebe porque precisa", diz Dias. "Estávamos vivendo uma fantasia, agora vamos para a realidade", sentencia Egito. Eles acreditam que o resultado vai ter consequência direta nas urnas. "Vai ser ruim para a Dilma", acrescenta Dias.

A algumas quadras do Libanus, ainda na Asa Sul, o bar Simpsons era o oposto, cheio e barulhento. A pedida era a música Ô Lá em Casa, da dupla Léo e Junior. Quem estava ali, esquecia o jogo com o som sertanejo. "Pelo menos vocês estão levando numa boa", diz a jornalista peruana Victoria Tardo, de 25 anos. Ela veio ao Brasil para a Copa, para torcer pela seleção brasileira: "Não tenho mais time preferido, só não quero que a Argentina ganhe, eles são muito metidos".

Na Asa Norte, de locais com pouca atração, além dos sons e dos próprios telões, a freguesia se afastou logo. No Fausto e Manoel, poucas mesas ainda estavam ocupadas após o jogo, o que não aconteceu nos últimos jogos da seleção nesta Copa. Débora Morgana, 21, estava no Godofredo e disse que depois do sétimo gol da Alemanha muita gente saiu do bar. No Armazém do Silveira a debandada foi ainda mais cedo, entre o primeiro e o segundo tempo, com quase a metade dos frequentadores pedindo suas contas.

Continuando a beber em um dos locais onde a festa não parou, o estudante de medicina Bruno Henrique Costa, 24 anos, disse que esse tipo de coisa acontece no futebol, e é preciso ter paciência. “É triste, mas acontece. Podia ser uma derrota menor, mas quando uma equipe toma quatro gols em seis minutos, é o imponderável do futebol”, avalia Bruno, para quem o Brasil, apesar do placar, deu sim o melhor em campo.

Muito menos resignado, o jornalista Augusto Berto, 24, diz não ser capaz de explicar o placar. Ele afirma que já não tinha esperanças de que o Brasil saísse vitorioso do Mundial, mas “o problema foi como perdeu”. “A gente acabou de participar de um dos jogos mais vergonhosos da história da Copa. A gente tomou sete. Foi uma das partidas que daqui a 50, 60 anos, a gente vai ter que explicar para os nossos netos o que foi estar no Brasil neste dia. O brasileiro não está conseguindo ainda descrever o que houve no jogo. Foram sete gols, sete humilhações”.

Perguntado se o emocional foi preponderante para o resultado, ele desabafa: “Numa derrota de sete não tem só um ponto para explicar. É óbvio que o emocional dos jogadores não estava normal, pela obrigação de ganhar. Você vê que a própria Alemanha foi para a praia, dançou com o Olodum, cantou o hino do Bahia, eles estavam tranquilos. O emocional influencia, os erros influenciam, a postura tática, a escalação... Numa derrota de sete, são sete motivos para a gente apontar”, lamenta.

Na rodoviária de Brasília, por onde passam diariamente 700 mil pessoas, segundo o governo do Distrito Federal, poucos estavam no local após o jogo. Os ônibus saiam de acordo com a demanda. Viam-se muitos estacionados. Um grupo de seis pessoas assitia às entrevistas após o fim do jogo na TV de uma lachonete. O motorista de ônibus José Martins, de 57, preferiu ficar longe. "Não assisti. Não teve jeito mesmo".

O Brasil agora disputa o terceiro lugar no Mundial, no dia 12, no Estádio Nacional de Brasília/Mané Garrincha. O adversário será o perdedor do jogo Argentina e Holanda, amanhã (9), em São Paulo, na Arena Corinthians, o Itaquerão.

30 bi depois....Agnelo diz que receberá Seleção como um filho que perdeu o jogo na escola "Cabeça erguida e bola para frente. Nosso amor ao Brasil é incondicional", tuitou o governador




Publicação: 08/07/2014 21:25

 




Após a derrota para a Alemanha, o próximo destino da Seleção Brasileira será Brasília, para a disputa do terceiro lugar. Pelo Twitter, o governador Agnelo Queiroz prometeu receber o time com o carinho "como recebemos um filho quando perde o jogo na escola", escreveu.

O governador tuitou ainda que a derrota brasileira contra a Alemanha na Copa do Mundo não representa a força do futebol brasileiro. "Cabeça erguida e bola para frente. Nosso amor ao Brasil é incondicional", postou.

Mané Garrincha vai receber, no sábado, a despedida da Seleção Brasileira


Decepção, raiva, tristeza e patriotismo. Uma mistura de sentimentos tomou conta dos torcedores brasilienses que sonharam com o hexa e vão receber, no próximo sábado, a Seleção para a disputa do terceiro lugar no Mundial



Publicação: 09/07/2014 06:00 Correio Braziliense




Moradora de Taguatinga, Talina Simões preparou-se especialmente para ver o jogo da Seleção Brasileira: choro solto após o vexame (Ed Alves/CB/D.A Press)
Moradora de Taguatinga, Talina Simões preparou-se especialmente para ver o jogo da Seleção Brasileira: choro solto após o vexame


Quando o avião da Seleção Brasileira pousar na capital federal trará a bordo a dor de um país inteiro. Será no gramado do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha a despedida da Seleção pentacampeão da Copa Mundo realizada no Brasil. A cidade não estava preparada para um momento tão deprimente. Perplexos com o maior vexame da história do futebol nacional, brasilenses que compraram ingressos para a disputa do terceiro lugar, no sábado, ainda não acusaram o golpe. Fica a pergunta de como se comportará o fã: se venderá os ingressos, usará as arquibancadas para vaiar ou vai incentivar o time, apesar de tudo?

Há 14 dias, o clima na cidade outro. Embalada, a Seleção aplicou a sua maior goleada na competição, 4 x 1 sobre Camarões. Naquela partida, quase 70 mil pessoas compareceram ao Mané Garrincha, o maior público da arena. De braços abertos na primeira passagem do time verde e amarelo, desta vez, o comportamento do público será imprevisível.



A ressaca moral de quem assistiu ao vexame vai demorar a passar. Nas festas, bares e clubes, a esperança do hexa acabou frustrada em apenas 28 minutos e cinco gols da Alemanha. A publicitária Naiana Pessoa, 26 anos, era uma das mais decepcionadas. Em um evento na orla do Lago Paranoá, ela chorava mais a cada gol que o Brasil tomava. Naiana tem ingresso para o jogo de sábado, mas após a derrota, não pretende ir ao estádio. “Não quero mais ver esse time em campo”, declarou.

Já o empresário Guilherme Madruga, 24, não pretende se desfazer do bilhete, mas não extamente por admiração ao time. “Não adianta mais negociar meu ingresso. Agora, ele deve estar desvalorizado. Para qualquer brasileiro, só importa o título. Um eventual terceiro lugar não mudaria nada”, lamentou.

Incrédulos, torcedores brasileiros abandonam Fan Fest em São Paulo


Para o torcedor brasileiro e descendente de alemães, Fernando Grahl, a saída de Neymar não foi o fator principal do resultado


Publicação: 08/07/2014 18:41 Correio Braziliense


Sem acreditar no que estavam vendo, torcedores que acompanhavam a partida entre Brasil e Alemanha no Fifa Fan Fest, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, começaram a deixar o local antes mesmo do final do primeiro tempo. No portão de saída, muitas pessoas lamentavam o resultado do jogo e sequer apostavam em um “milagre” que revertesse o placar da partida.

“Dá licença, isso é jogo? Não podia ter colocado o Fred. Em seis jogos ele não pegou na bola. Devia ter botado o Jô, os moleques novos. Isso não é resultado, é uma negação. Impossível virar agora. Acho que vai oito ainda”, disse Miguel Rodrigues, que abandonou o Fifa Fan Fest logo ao final do primeiro tempo.

Para o torcedor José Pereira da Silva, que também deixava o local, o time não tem um bom elenco, e não foi bem escalado pelo treinador Luís Felipe Scolari. “O time está péssimo. Não tem meio de campo. Tomar cinco da Alemanha no primeiro tempo? Eu acho que o Felipão escalou errado, era para pôr o Paulinho e não o Bernard. A seleção não tem meio de campo. Já era, fazer o que. Isso eu não esperava, esperava perder até de dois a um, ou três aí, mas cinco a zero? Machuca, viu?”, desabafou.


Para o torcedor brasileiro e descendente de alemães, Fernando Grahl, a saída de Neymar não foi o fator principal do resultado, mas o desempenho da defesa brasileira. “O Brasil nem mais é país do futebol. Tem de perder no mínimo de dez a zero para tomar vergonha na cara. O time não tem estrutura, a geração não é boa. O Neymar não ia fazer diferença, a zaga que está totalmente furada”, destacou.

Mesmo com a saída de muitos torcedores, a organização da Fifa Fan Fest, manteve fechado o acesso ao local desde as 16h10, quando a lotação máxima de 25 mil pessoas foi atingida.

Presidente Dilma comenta derrota do Brasil no Twitter e Facebook


Ontem, a presidente postou uma foto em apoio ao Neymar, o que gerou repercussão na rede



Publicação: 08/07/2014 19:24 Correio Braziliense




A presidente Dilma Rousseff lamentou no Twitter a derrota da Seleção Brasileira contra a equipe da Alemanha por 7 a 1. Na rede social ela escreveu: "Assim como todos os brasileiros, estou muito, muito triste com a derrota". Logo depois, tuitou "Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima", refrão do famoso samba Volta por Cima do compositor Paulo Vanzolini e cantado por Beth Carvalho.

Na página oficial da presidente no Facebook, Dilma postou uma imagem de um torcedor segurando uma bandeira do Brasil e, acima dele, a seguinte mensagem: "Perdemos a taça, mas a #copadascopas é nossa."

Ontem, a presidente postou no Twitter uma foto em apoio ao jogador Neymar. Na imagem, ela faz a letra "T" com o braço em referência ao "E Tóis", brincadeira dos jogadores da Seleção Brasileira.



Transito hoje no DF (teremos de ir trabalhar)


Pistas registram trânsito movimentado, mas fluindo bem em vários pontos Há o registro de pelo menos um acidente, na Hélio Prates


Publicação: 09/07/2014 06:40  
 

O trânsito está intenso nas principais pistas do Distrito Federal nesta manhã de quarta-feira (9/7), de acordo com as informações da Companhia de Policiamento Rodoviário (CPRv) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). 
 
Os condutores devem ter atenção redobrada, além de trafegar com distância segura do veículo à frente e evitar freadas bruscas. Não há registro de acidentes. Confira:

Hélio Prates:
há o registro de uma colisão envolvendo pelo menos dois carros, em um cruzamento, na altura do Shopping JK. Trânsito está bastante congestionado no local;

Descida do Colorado: tráfego intenso, mas fluindo bem;

Epia Sul: motoristas avançam em tráfego intenso, mas sem registro de impedimentos;

BR-070: condutores encontram trânsito mais lento na saída da rodovia

Estrutural: trânsito bastante movimentado, mas fluido normalmente;

EPTG: tráfego está intenso, mas veículos seguem sem retenções;

BR-040: sem registro de retenções ou acidentes;

BR-060/EPNB: há muitos carros no sentido Plano Piloto, mas fluxo é normal, sem impedimentos;

Lago Sul: movimentação tranquila de veículos na saída da cidade pela Ponte JK;

Eixo Monumental: chegada ao centro da capital é tranquila, mesmo com a grande quantidade de veículos que passa por lá.

Torcedor quebra televisão na rodoviária e é detido pela Polícia Militar





Publicação: 08/07/2014 17:40  Correio Braziliense

 

Uma pessoa foi detida pela Polícia Militar do Distrito Federal após quebrar uma televisão na Rodoviária do Plano Piloto. Segundo testemunhas, revoltado com o resultado do jogo, o torcedor começou a chutar as lixeiras, e, em seguida, pegou um cabo de vassoura e arremessou contra a TV. Logo após a depredação, os seguranças do estabelecimento seguraram o torcedor até a chegada da polícia.

"Estava cheio aqui, o pessoal vendo o jogo. Ele chegou muito doido com o cabo de vassoura. As pessoas ficaram com medo e foram assistir no telão perto da escada", contou uma balconista de 24 anos que preferiu não ser identificada.

"Ele perambula direto aqui na rodoviária vendendo droga", comentou outra testemunha que não quis ser identificada. 

Torcedor quebra televisão na rodoviária e é detido pela Polícia Militar






Publicação: 08/07/2014 17:40 Correio Braziliense

 

Uma pessoa foi detida pela Polícia Militar do Distrito Federal após quebrar uma televisão na Rodoviária do Plano Piloto. Segundo testemunhas, revoltado com o resultado do jogo, o torcedor começou a chutar as lixeiras, e, em seguida, pegou um cabo de vassoura e arremessou contra a TV. Logo após a depredação, os seguranças do estabelecimento seguraram o torcedor até a chegada da polícia.

"Estava cheio aqui, o pessoal vendo o jogo. Ele chegou muito doido com o cabo de vassoura. As pessoas ficaram com medo e foram assistir no telão perto da escada", contou uma balconista de 24 anos que preferiu não ser identificada.

"Ele perambula direto aqui na rodoviária vendendo droga", comentou outra testemunha que não quis ser identificada. 

SELEÇÃO BRASILEIRA Felipão assume responsabilidade por resultado catastrófico da Seleção frente à Alemanha


Entretanto, treinador diz não se arrepender da escalação do Brasil

postado em 08/07/2014 19:47 / atualizado em 08/07/2014 20:18
REUTERS/Leonhard Foeger


Felipão começou a entrevista coletiva assumindo a responsabilidade pelo vexame do Brasil na Copa do Mundo. A Seleção foi presa fácil para a Alemanha na semifinal. Frente ao Mineirão lotado, levou de 7 a 1, a maior goleada sofrida pelo Brasil em 100 anos de história.

“Quem é responsável quando equipe se apresenta? Quem é colocado como técnico? Quem escolhe? Sou eu. O resultado catastrófico pode ser dividido, porque os jogadores falarão isso. Mas a escolha da parte tática, da forma de jogar, sou eu. O responsável sou eu”, disse.

Sem Neymar, vetado depois de sofrer fratura na vértebra, Luiz Felipe Scolari optou por Bernard. E, apesar da atuação vergonhosa de quase toda a equipe, essa acabou sendo a questão mais levantada pelos jornalistas sobre a escalação.

Questionado se estava arrependido pelas escolhas, Felipão disse: “Me arrepender do que? Eu imaginava que com volta de Oscar, Hulk e Bernard poderíamos fechar o meio-campo também. Estava tudo organizado até o primeiro gol. Depois que nos desorganizamos. Ficamos em pânico e as coisas foram acontecendo. Não tenho de me arrepender pela escolha que fiz. É escolha que técnico faz e tem de arcar com as consequências.”

O treinador explicou a escolha por Bernard: “Vocês cobrem os treinos, passam informações para jornais e televisões,o adversário vê. A gente também quer confundir. Nós falamos que havíamos recebido informações e vídeo do que poderíamos fazer em jogadas de velocidade com um jogador que era o Bernard. Nosso time sabia como iria jogar, foi isso que fizemos ontem (segunda-feira). Ele (Bernard) já sabia que iria jogar.”
 

Greve dos rodoviários: trégua depois de pagamento



Em meio a negociações intensas, rodoviários dão fim à paralisação após promessa de validar reajuste de 20%

jessica.antunes@jornaldebrasilia.com.br


Após três dias com os braços cruzados, os funcionários das cinco empresas de ônibus voltaram a trabalhar ontem. Em negociação, representantes do Governo do Distrito Federal e do Sindicato dos Rodoviários e empresários do setor acordaram em reajustar 20% do salário dos trabalhadores – que já teria sido firmado há um mês, mas não cumprido. A promessa é de que até a próxima terça-feira todos os pagamentos sejam realizados. 

Apesar do acordo, quem precisou pegar ônibus ontem encontrou dificuldades. As empresas Marechal, Pioneira e São José começaram a circular atrasadas porque alguns funcionários chegaram tarde por não saberem do acordo.

O fim da paralisação foi motivado pela expectativa de receber o aumento de abono salarial e de homologação da nova tarifa técnica - valor repassado aos operadores pelo governo referente a cada passageiro.

O garagista Marcos Santos, 31 anos, apoia a greve. “Foram dois anos sem aumento, já tinha passado da hora”, disse. 

Divergência
A empresa São José foi a que mais demorou a voltar a circular. Segundo funcionários, eles estavam sem receber o salário desde o mês passado. Então, uma nova paralisação foi ameaçada. A promessa era de que se até as 12h de ontem o valor não fosse depositado, outra paralisação iria ocorrer. Uma hora antes do prazo final, entretanto, os valores já tinham sido depositados. 

A assessoria de imprensa das empresas Urbi, Marechal, Pioneira e São José informou que salários não foram pagos na sexta-feira pela redução de horário provocada pelo jogo da Copa. 

Segundo Jorge Farias, presidente do Sindicato dos Rodoviários, as empresas Urbi e Piracicabana receberam o reajuste de maio ontem. Na sexta-feira, outros 20%, referentes a junho, serão pagos.

As outras três empresas (Marechal, Pioneira e São José), que retomaram os trabalhos apenas ontem, receberão os primeiros 20% amanhã e os outros em uma semana. 
 
Saiba mais
 
Com o reajuste, o salário inicial de motorista vai de R$ 1,6 mil para R$ 1,9 mil; o salário de cobradores, de R$ 840 para R$ 1 mil; o tíquete-alimentação, de R$ 347 para R$ 416; e a cesta básica, de R$ 140 para R$ 196.
 
Cerca de 11 mil rodoviários serão beneficiados com os novos valores. 
 
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Torcida alemã comemora goleada sobre Brasil em embaixada


Cerca de 500 pessoas acompanharam hoje (8) o jogo entre Alemanha e Brasil na Embaixada da Alemanha, em Brasília

 
Cerca de 500 pessoas acompanharam hoje (8) o jogo entre Alemanha e Brasil na Embaixada da Alemanha, em Brasília. A torcida alemã vibrou com a goleada de 7 x 1 do time germânico sobre a seleção brasileira. Kirten Garaycochea mora em Berlim e veio ao Brasil para assistir aos jogos da Copa. 


Em Brasília na casa de amigos, ela aproveitou para torcer pela Alemanha com a filha na embaixada. “Sinto muito, mas estou muito feliz”, disse, ao final do jogo, vestindo a camiseta do craque Shweinsteiger.


O pai da brasileira Maike Smid é alemão, e por isso ela veio com a mãe e o marido à embaixada germânica para assistir ao jogo. Antes da partida, ela disse que ficaria feliz com qualquer resultado, mas depois da goleada da Alemanha, admitiu que não gostaria que a vitória fosse assim. “Queria que tivesse sido mais equilibrado”. O marido dela, o engenheiro Adriano Siqueira, disse estar chocado com o resultado. “Nem ela queria ganhar desse jeito, tinha que ser mais suado. Não tem nem graça comemorar”. 


Frustrados com o desempenho do Brasil, um grupo de amigos que veio à embaixada assistir ao jogo decidiu ir embora aos 20 minutos do segundo tempo. “Foi frustrante essa quantidade de gols da Alemanha. Agora, vamos torcer para o Brasil ganhar da Argentina”, disse a servidora pública Jânia Couto, que aposta em uma derrota da Argentina amanhã (9), na semifinal contra a Holanda.  Ela ficou impressionada com a empolgação dos alemães no jogo de hoje. “Assisti a outros três jogos aqui [na Embaixada da Alemanha], e eles só batiam palmas quando saia um gol”, contou.


Antes do jogo, na hora dos hinos nacionais, a torcida brasileira estava mais empolgada, e continuou o tradicional canto à capela, como vem sendo feito nos estádios durante o Mundial. Mas já no primeiro gol da Alemanha, marcado por Müller aos dez minutos do primeiro tempo, a festa foi dos torcedores alemães, assim como nos outros quatro gols marcados ainda no primeiro tempo e nos três da segunda etapa.


A torcida hoje estava misturada, segundo funcionários da embaixada: além de brasileiros e alemães, havia descendentes de alemães e visitantes de países da América do Sul, América do Norte e Europa. O público foi menor que nos eventos anteriores promovidos pela embaixada durante os jogos, quando cerca de 800 a mil pessoas assistiram às partidas no local.

Além de acompanhar a partida, quem esteve na embaixada pôde degustar comidas típicas alemãs como pão com salsicha, chucrute com salsichão e salada de batata, além do tradicional chope e cerveja alemã, que estavam sendo vendidos no local.

Fonte: Agência Brasil  Jornal de Brasilia

Expresso DF: insatisfação ao usuário do Caub

Estação ainda não foi inaugurada, mas linhas deixaram de circular. Informações se desencontram

raphael.costa@jornaldebrasilia.com.br


A estação do Expresso DF, na altura do Caub I, região do Riacho Fundo, tem causado   dúvida  e insatisfação. Se por um lado algumas linhas de ônibus foram retiradas para a chegada do sistema, por outro a estação ainda não foi   inaugurada oficialmente. Apesar disso, alguns passageiros já utilizam o espaço normalmente.

O estudante Wellington Macedo,19 anos, diz que não há informações sobre  o itinerário e sobre onde os ônibus param. “Quando eu embarquei, não vi nada escrito se era expresso. 

Ao fazer o sinal para que o motorista parasse,  ele simplesmente ignorou. 


Precisava descer   no Caub, mas fui obrigado a parar no Gama e voltar”, contou. A justificativa do motorista foi que se tratava de uma medida de prevenção de  acidentes.


No local onde fica a estação, as salas não estão equipadas. Há um mapa mostrando o trajeto, mas não há mais explicações. Um funcionário, que não quis ser identificado, faz a segurança do local. Ele afirma que fica ali para evitar possíveis depredações e consumo de drogas no local, entre outras  ações que podem deteriorar a obra.  

Demorados e lotados
Segundo o aposentado Julião Fernandes, de 74 anos, para conseguir embarcar é necessário esperar por muito tempo. Julião afirma que não é raro esperar por duas horas para que o ônibus   chegue. Ele reclama ainda das condições em que os coletivos chegam à estação. “Estão sempre lotados. Poucos são os paradouros, a maioria é expresso, que sai do Gama e vai até a Rodoviária”, contou o idoso. 


O aposentado afirma que a volta  também tem problemas, mas destaca que sempre consegue utilizar a estação, mesmo não estando funcionando oficialmente.

Saiba mais
Procurado pelo Jornal de Brasília, o DFTrans não se pronunciou sobre o assunto.
Na semana passada, outra reportagem do JBr. mostrou a insatisfação dos passageiros a respeito da retirada de 34 linhas.

Com a diminuição das linhas, os usuários  reclamam que têm de embarcar em circulares até as estações do Expresso DF para, de lá, acessar os ônibus que operam no corredor exclusivo.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Marina diz que é preciso tirar lições da derrota

Em sua página no Facebook, a vice na chapa de Eduardo Campos (PSB) à Presidência da República, Marina Silva, disse, na noite desta terça-feira, 8, que é preciso tirar "lições" da derrota por 7 a 1 da seleção brasileira para o time da Alemanha. 
 
 "Estamos tristes pelo que aconteceu hoje em campo. Mas temos que continuar a acolher e a cuidar desses jovens atletas da nossa seleção, vários deles promissores, que pela frente nos darão muito orgulho e alegria. Como disse David Luiz, se quiser se fortalecer para recuperar o lugar que lhe cabe no cenário mundial, o futebol brasileiro precisa aprender com as lições desta derrota", escreveu a ex-senadora, que fez questão de publicar uma foto do zagueiro David Luiz chorando ao final da partida no Mineirão.


Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasilia

Brasil bate recorde negativo do Zaire ao tomar cinco em 29 minutos

Vexame no Mineirão tira a seleção brasileira da disputa da grande final da Copa do Mundo

 
A tarde desta terça-feira marca um feito histórico para a Seleção Brasileira, que bate um recorde muito diferente do que a torcida presente ao Mineirão imaginava. 


Ainda aos 29 minutos de jogo, Khedira tabelou com Ozil para vazar Júlio César pela quinta vez no jogo. A precoce goleada supera marca história do Zaire, amargado em 1974.


Na Copa do Mundo disputada na Alemanha, há 40 anos, Dusan Bajevic comandou a vitória por 9 a 0 da Iugoslávia sobre o Zaire, a segunda maior goleada da história do torneio. No Parkstadion, em Gelsenkirchen, o atacante deu início ao baile ainda aos oito minutos ao abrir caminho para o triunfo histórico. Aos 30 minutos, o iugoslavo voltou a balançar as redes para fazer o quinto, estabelecendo o recorde dos Mundiais até então. O feito só seria quebrado dez edições depois.


A empolgação da Seleção Brasileira diminuiu com o primeiro gol de Thomas Muller, aos 11 minutos, mas as movimentações seguintes sugeriam que os comandados de Luiz Felipe Scolari talvez equilibrassem as ações. A esperança, porém, durou pouco. Anotando seu 16º tento em Copas do Mundo, Miroslav Klose ampliou a vantagem aos 23. Toni Kroos não se mostrou satisfeito e marcou duas vezes na sequência. Khedira, aos 29, fechou o passeio do primeiro tempo em 5 a 0.


O vexame antes do primeiro terço da partida dá à Seleção pentacampeã mundial, que tanto bateu recordes em sua história, um feito para esquecer. 


Seria suficiente se tivesse parado por aí, mas o ímpeto alemão seguiu no segundo tempo com Schurrle, que encontrou o caminho das redes brasileiras mais duas vezes antes do apito final. 

E então o gol de honra de Oscar não tinha nem razão de ser celebrado.


Fonte: Gazeta Esportiva Jornal de Brasilia

Vexame do Mineirão supera 1950 e é a maior derrota da história



Em apenas 28 minutos, a Alemanha já vencia o a seleção brasileira por 5 a 0
 
Nem o mais otimista dos torcedores alemães esperava um triunfo tão expressivo sobre o Brasil, na tarde desta terça-feira, em partida válida pelas semifinais da Copa do Mundo. O placar de 7 a 1 aplicado pelos comandados de Joachim Low, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG, superou a maior derrota sofrida na história canarinha.


Antes disto, o revés mais amargado pela equipe verde e amarela ocorreu no Campeonato Sul-americano de 1920, quando o Uruguai triunfou por 6 a 0. Os destaques do massacre celeste foram Romano e Pérez, cada um com dois gols. Urdinaran e Cámpolo também foram às redes.



Na ocasião, a equipe verde e amarela, formatada pelo técnico Sylvio Lagreca, foi a campo com a seguinte formação: Júlio Junts; José de Almeida e Japonês; Augusto, Agostinho, Álvaro e Alexandre; Durval, Ismael, José Carlos Guimarães e Cypriano. A campanha brasileira no torneio ainda registra uma derrota para a Argentina (2 a 0) e uma vitória sobre o Chile (1 a 0).

Em Copas, o maior marcador sofrido pelo Brasil ocorreu final do Mundial de 1998, quando a anfitriã França aplicou o placar de 3 a 0 e ficou com o título. Na ocasião, as redes do inflamado Stade de France foram balançadas por Petit e Zidane, duas vezes.


Entretanto, a capital de Minas Gerais não foi a única cidade a presenciar o Brasil sofrendo cinco gols em Copas. Em 1938, Estrasburgo-FRA foi palco do duelo entre canarinhos e poloneses, válido pelas oitavas de final do torneio. Na ocasião, a equipe comandada por Ademar Pimenta triunfou por 6 a 5. O grande destaque da classificação, conquistada na prorrogação, foi Leônidas da Silva, que balançou as redes em três oportunidades. Romeu e Perácio (duas vezes) fecharam a conta.


Em solo francês, a representação verde e amarela também conseguiu superar um carrasco: o atacante Wilimowski, que superou o goleiro Batatais quatro vezes, duas a mais que Kroos e Schurrle, artilheiros da histórica classificação germânica para a decisão de 2014.


A construção da goleada alemã


Em apenas 28 minutos, a Alemanha já vencia o apático Brasil por 5 a 0. 

Thomas Muller, Klose – que com o tento se tornou o maior artilheiro da história das Copas, com 16 gols, superando Ronaldo –, Khedira e Kroos (duas vezes). 


A quantidade de redes balançadas no Mineirão em tão pouco tempo superou o recorde pertencente a uma amarga eliminação para a Espanha, no Mundial de 1934.


Na ocasião, atuando no estádio genovês Luigi Ferraris, os canarinhos saíram perdendo por 3 a 0 no mesmo intervalo de tempo, com gols de Iraragorri e Lángara, duas vezes. Leônidas da Silva descontou para os verde e amarelos, mas não havia mais tempo para buscar a classificação às quartas de final. Curiosamente, o árbitro da partida foi um alemão: Alfred Birlem.

Fonte: Gazeta Esportiva



Comentário 
 
 
Paguei caro pra assistir, torci muito para meu Brasil, e foi uma decepção total.
 
O nosso povo sofrido trabalhador e pagador de impostos merecia o melhor pra este País.
 
Acabou a copa para o Brasil,acabou o oba oba do governo PT.Eles foram iguais em tudo,no campo e na administração deste país.Passou por 4 anos não produziram,e não deixaram nada de bom para o país.
 
 
Solução: Está na hora de mudar,mudanças faz bem e o eleitor brasileiro precisa escolher o melhor da gestão pra governar o Brasil em 2015.