sábado, 6 de setembro de 2014

MALANDRAGEM INSTITUTO LULA EXALTA ‘COMBATE À CORRUPÇÃO’, MAS IGNORA O MENSALÃO


Publicado: 25 de agosto de 2014 às 16:58

É como se o mensalão do governo Lula não tivesse ocorrido
Lançado há duas semanas como forma de mostrar o que considera a verdade não divulgada pela mídia sobre os avanços dos governos petistas, o site “Brasil da Mudança”, do Instituto Lula, postou nesta segunda-feira um novo texto no qual exalta o combate à corrupção das gestões do ex-presidente e de Dilma, mas ignora o escândalo do mensalão. O artigo sustenta que, pela primeira vez na história, o combate à corrupção se tornou uma “ação permanente do Estado”.
“Antes, eram raras as manchetes de jornais denunciando escândalos, porque os malfeitos eram quase sempre varridos para debaixo do tapete ou engavetados. E você nem ficava sabendo. A partir da chegada de Lula à Presidência, em 2003, a prevenção e o combate à corrupção tornaram-se prioridade, por meio da ação articulada entre diversos órgãos do governo federal, com transparência e incentivo à participação da sociedade civil”, afirma.
A postagem não faz qualquer referência ao escândalo de compra de apoio político no Congresso durante o primeiro mandato do governo Lula. Em 2013, oito anos após ter vindo à tona, começaram a cumprir pena de prisão, após condenação do Supremo Tribunal Federal (STF), importantes lideranças petistas, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do partido José Genoino e ex-tesoureiro da legenda Delúbio Soares.
Em abril, na mais recente entrevista que deu sobre o julgamento do Supremo, Lula criticou o resultado e negou que a compra de votos tenha existido. “O tempo vai se encarregar de provar que o mensalão teve 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica, disse o ex-presidente em entrevista a uma TV portuguesa.
O texto diz que iniciativas começaram a ser tomadas e “não pararam mais”. Entre as medidas, cita a criação da Controladoria-Geral da União; o fortalecimento, a modernização e a independência da Polícia Federal; a autonomia do Ministério Público Federal, com a indicação do procurador-geral da República a partir da escolha feita pela própria categoria; a criação do Portal da Transparência; e a Lei de Acesso à Informação.
O artigo afirma que os resultados não demoraram a aparecer, estampando as manchetes dos jornais, com investigações, prisões e milhões de reais de devolvidos aos cofres públicos. “Ações concretas de combate à corrupção tornaram-se públicas, dividindo espaço com denúncias muitas vezes precipitadas e equivocadas – porque a imprensa, afinal, está sujeita a erros”, cutuca o texto, sem fazer qualquer menção ao que seriam os equívocos.
A publicação faz uma referência indireta ao governo do PSDB, quando, na época da gestão Fernando Henrique Cardoso, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, chegou a ser batizado por petistas de “engavetador-geral da República”. “O importante é que a imprensa é livre, como poucas vezes na história deste País. E pela primeira vez na história, o Brasil tem instituições sólidas, com independência para agir em defesa do Estado e da sociedade, e ordens expressas para não engavetar investigações nem varrer escândalos para debaixo do tapete”, concluiu o texto.


DELATOR ENTREGA HENRIQUE, RENAN, LOBÃO, JUCÁ, VACCAREZZA… EX-DIRETOR DA PETROBRAS LISTA POLÍTICOS QUE RECEBIAM PROPINA DO ESQUEMA

CORRUPÇÃO

Publicado: 6 de setembro de 2014 às 10:33 - Atualizado às 10:49

Entre os políticos citados pelo ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa, como recebedores de propina do escândalo de corrupção revelado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, estão os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). 


Do Senado,  Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR). Entre os deputados estão Cândido Vaccarezza (PT-SP) e João Pizzolatti (PPSC). 


O ex-ministro das Cidades e ex-deputado Mario Negromonte, também do PP, é citado como destinatário da propina. 


Da lista de três “governadores” citados pelo ex-diretor, todos os políticos são de estados onde a Petrobras tem grandes projetos em curso: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República morto no mês passado em um acidente aéreo. 


O tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, era seu principal interlocutor no partido.
capa veja 2390Paulo Roberto Costa está preso há mais de cinco meses, em Curitiba, por ordem do juiz federal Sérgio Moro, assim como outros dez integrantes da quadrilha, entre os quais o mega-doleiro Alberto Youssef, espécie de sócio do ex-diretor da Petrobras.

Segundo reportagem da revista Veja, que circula hoje, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. 




Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação. Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção.

Comentarios
  • Sergio Ricardo· 
    Espero que, a partir dessas informações, os brasileiros vistam a camisa do Brasil e coloquem essas escórias para fora do país, não é para longe da política, não, é para fora do Brasil mesmo. Enquanto o brasileiros pensar apenas em si mesmo e não no conjunto, enquanto o brasileiro não for patriota, essa raça de filhas da puta nunca vão deixar o país crescer e se desenvolver. Não precisa fazer justiça com as próprias mãos. Basta que acompanhemos cada um desses vermes até atravessar a fronteira com qualquer país que queiram recebê-los. Ou enfiá-los num avião para CUba só com a roupa do corpo. É isso mesmo. Exílio sem anistia. E levem a família toda até a quinta geração, empregados, etc, etc e etc.
    • Carlos Fernando Ribeiro ·
      É claro que juntamente com Renan, não poderia faltar no esquema de corrupção, a fina flor da política brasileira, capitaneada pela 'famiglia' Sarney. Compartilhemos para maior divulgação.
      • Pedro Paca ·
        É um Mensalão com calibre bem mais alto que o Valerioduto. Afinal, são dutos da Petrobras.
        • Francismar Sousa 
          É O MARANHÃO SENDO ENXOVALHADO NACIONALMENTE QUE RECEBEMOS COMO LEGADO DA "FAMIGLIA" SARNEY. SENHORES E SENHORAS JUÍZES E JUÍZAS, POR FAVOR, AFASTEM ESTAS FIGURAS DA VIDA PÚBLICA DE NOSSO ESTADO, PELO AMOR DA LEI!
          • Luiz Carlos Pacheco ·
            Voto. A unica arma que existe para mudar. Não é só o Maranhão que ele porcaria. É todo o Brasil. Quantos beneficiarios do bolsa familia vão votar no PT nessas eleições.
          • Francismar Sousa ·
            Luiz Carlos Pacheco, sim é o voto que os extirpa. Mas se a justiça cumprir a lei, estes analfabetos culturais e politicamente não terão a opção do voto!
        • Francisco Foltrani Freire · 
          PAPUDA NELES. SE TIVESSEM VERGONHA NA CARA RENUNCIARIAM E NUNCA MAIS FARIAM POLÍTICA, MAS, COM UM QUADRO PETISTA NO SUPREMO VAI SER DIFÍCIL ESSES LARÁPIOS SEREM JULGADOS E CONDENADOS.
          • bonapolas 
            Vazamento direcionado para atingir em cheio o PMDB. Quanto aos donos do poder, somente um lambari? Por isso deixaram o homem falar.
            • Joaz Delfno Do Nascimento
              Solução: fechar o congresso. Jogar toda essa raça na papuda e começar tudo de novo.
              • Edson Carmona · 
                As merdas somente mudam de monte e o cheiro que exalam continua insuportável 

                PESADELO!!!Rui Falcão diz que vitória de Dilma vai 'preparar' volta de Lula em 2018

                05/09/2014 21h46 - Atualizado em 06/09/2014 10h41


                Presidente do PT disse que vitória de Marina seria atraso para o país.
                Em encontro, Lula cobrou empenho de prefeitos em SP: 'Cadê o PT?'.

                Roney DomingosDo G1, em São Paulo
                O ex-presidente Lula, entre os candidatos ao Senado, Eduardo Suplicy, e ao governo, Alexandre Padilha, em evento do PT em São Paulo (Foto: Roney Domingos/G1)Lula, Suplicy e Padilha, em evento do PT em SP
                (Foto: Roney Domingos/G1)
                Em encontro com outros dirigentes do PT em São Paulo nesta sexta-feira (5), o presidente do partido, Rui Falcão, disse que a reeleição da presidente Dilma Rousseff das eleições deste ano servirá para "preparar" a volta de Luiz Inácio Lula da Silva na disputa de 2018. A declaração foi feita na presença do próprio ex-presidente.
                É grande a nossa responsabilidade, não só eleger o Padilha, como também eleger a Dilma para continuidade nesse processo e preparar a volta do Lula em 2018"
                Rui Falcão,
                presidente do PT
                "É grande a nossa responsabilidade, não só eleger o Padilha, como também eleger a Dilma para continuidade nesse processo e preparar a volta do Lula em 2018", afirmou Rui Falcão, sob aplausos de prefeitos, parlamentares e ministros do governo.

                Afirmação semelhante foi feita pelo presidente do diretório do PT de São Paulo, Emídio de Souza, que disse que "o caminho mais curto para o Lula ser candidato à presidente em 2018 é a reeleição da Dilma". Ele também pediu aos militantes que não tenham vergonha de usar a estrela do PT e de defender o governo Dilma.
                As declarações foram feitas em evento fechado com integrantes do PT na capital paulista para alavancar a candidatura de Alexandre Padilha ao governo estadual. Participaram do ato dirigentes e políticos eleitos do partido.

                Nesta quinta (4), em Salvador, o próprio Lula já havia sugerido que poderia se candidatar em 2018. "Eles devem se preparar, porque eu vou estar vivo", disse o ex-presidente, durante comício em Salvador.
                No encontro desta sexta em São Paulo, Lula cobrou mais empenho para melhorar o desempenho de Dilma em São Paulo. Segundo a última pesquisa Datafolha, a petista aparece em segundo lugar no estado, com 23% das intenções de voto, atrás da candidata do PSB, Marina Silva, com 42%. No segundo turno, Marina venceria Dilma no estado, com 61% contra 29%.

                "Não é possível que a Dilma tenha 23% aqui. Cadê o PT?  Cadê os prefeitos do PT? Nós governamos 16 milhões de pessoas aqui", desabafou o ex-presidente. Ao lado do candidato do PT ao governo estadual, Alexandre Padilha, Lula disse que o partido enfrenta neste ano "as eleições mais difíceis desde que foi fundado."
                Não há nenhuma explicação para a Dilma estar perdendo a eleição aqui em São Paulo [...] Vou encher o saco de todos os prefeitos. Se o prefeito não colocar a cara ninguem vai"
                Lula
                "Não há nenhuma explicação para a Dilma estar perdendo a eleição aqui em São Paulo. O PT governa muita gente. A gente não pode deixar de ter orgulho de ser petista. Nós temos que fazer aqui quase que um comando de campanha para cuidar da eleição só em São Paulo. Se a gente crescer dez pontos em São Paulo a eleição está garantida. Vou te encher o saco, [Fernando] Haddad. Vou encher o saco de todos os prefeitos. Se o prefeito não colocar a cara ninguem vai", afirmou.
                Segundo ele, o estado de São Paulo é tão complexo que embora não tenha apoio da classe média, o PT já elegeu prefeito da capital três vezes e já administrou várias cidades de médio porte.

                Marina
                Lula também abordou a disputa contra Marina Silva, atualmente a maior rival de Dilma na disputa presidencial. Segundo ele, Marina, que rompeu com o PT e deixou seu governo em 2008, "é um caso à parte" e que não vai ter "divergência pessoal" com ela.
                "Estou destrinchando o programa da Marina, todas as propostas, para a gente saber o que é o quê. Eu não vou ter divergência pessoal com a Marina, agora governar este país não é um clube de amigos", afirmou Lula, emendando críticas à proposta da ex-senadora de dar autonomia ao Banco Central. "O que a elite brasileira quer é que a gente seja eleito presidente para eles governarem", afirmou.
                Lula ainda fez provocações em relação ao candidato do PSDB, Aécio Neves, comentando sobre a queda dele nas pesquisas. "Vocês estão percebendo que eu não falei do Aécio? Porque o Aécio, eu vi ele fazendo debate no Jornal da Globo e ele falou acho que umas 200 vezes a palavra previsibilidade. Todas as perguntas que faziam para ele, ele falava que é preciso ter previsibilidade. Eu fiquei pensando: como é que um cara que gosta tanto de previsibilidade não previu que ia acabar na campanha?", disse.
                Em sua fala, Rui Falcão resumiu o posicionamento do partido em relação a Marina. "Não temos nada contra a Marina. O que nós temos contra é com o programa que ela encampou. Vamos fazer o contraste de projetos, um ataque duro ao que significa atraso do país", afirmou.

                Também presente, o presidente da CUT, Vagner Freitas, disse que o programa de Marina està "à direita" plano de Aécio Neves.
                Padilha
                Ao falar sobre a disputa em São Paulo, Lula diz que pela primeira vez o PT conseguiu dividir os partidos que dão sustentação ao  candidato do PSDB, mas viu parte das siglas migrar para o PMDB, que lançou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, para a disputa do governo estadual. A última pesquisa do Datafolha mostra o governador Geraldo Alckmin, candidato à reeleição, com 53%, Skaf com 22% e Padilha com 7%.
                Lula tambem apontou falhas na distribuição de material que prejudicaram a campanha no estado, mas comemorou o fato de que o problema já tenha sido resolvido.
                Emídio de Souza admitiu ter havido dificuldades com a distribuição de material de campanha nas últimas semanas, mas afirmou que as cédulas já estao à disposição da militância. Ministros deverão aproveitar dias de folga para fazer campanha.

                A ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse que a campanha em São Paulo é vital para a campanha presidencial e propôs "casar" Dilma e Padilha. "Nós vamos casar os dois. Os dois têm que andar juntos", afirmou.

                O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, disse a Padilha que vai acontecer o mesmo que ocorreu com ele mesmo quando era candidato à Prefeitura em 2012. "Na véspera do primeiro turno não havia uma pesquisa que me colocasse no segundo turno", afirmou o prefeito, eleito no segundo turno.

                Padilha disse que os próximos 30 dias serão um período decisivo para a campanha. "É nesses 30 dias que a gente coloca o coração no bico da chuteira", afirmou. O petista criticou Alckmin pelo desempenho no Ideb e pela inauguração-teste de apenas duas estações  de Metrô na Zona Leste. Também questionou a candidatura Skaf, apontada por ele como a que reúne todos os ex-governadores do estado.

                Dilma tenta desfazer mal estar sobre saída de Mantega


                A presidente Dilma Rousseff tentou hoje desfazer o mal estar com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, por ter admitido que ele não ficará em eventual segundo mandato. Antes de chegar a Brasília no fim da tarde, após cancelar uma agenda de campanha em Laguna (SC), Dilma pediu a dois ministros que conversassem com o titular da Fazenda.

                Embora o próprio Mantega já tenha dito várias vezes, em conversas reservadas, que não permanecerá no cargo se a presidente for reeleita, ele ficou magoado ao saber da entrevista dada por Dilma, na quinta-feira, em Fortaleza. Na ocasião, a presidente não deixou dúvida sobre a substituição do auxiliar em eventual segundo mandato.

                Mantega evitou nesta sexta-feira, 5, os jornalistas e entrou com o carro oficial pela garagem do Ministério, uma prática pouco habitual.

                Emissários do Palácio do Planalto que conversaram com ele por determinação de Dilma garantiram que a presidente apenas fez uma declaração genérica, com o mesmo teor da véspera, sobre "renovação de governo e de equipe", após evento de campanha em Fortaleza, sem se referir especificamente a qualquer ministro.


                "Eleição nova, governo novo, equipe nova", afirmou Dilma em Fortaleza, ao responder a perguntas de repórteres sobre o futuro de Mantega. Há quase três meses o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem recomendado a Dilma que ela diga "claramente" o que vai fazer com a economia. Até agora, a candidata à reeleição havia resistido a sinalizar para novos rumos na economia, mas cedeu à pressão após o crescimento da adversária Marina Silva (PSB).

                A "demissão" antecipada do titular da Fazenda provocou ontem desconforto na equipe econômica, que, nos últimos dias, teve de lidar com o quadro de recessão técnica do País.

                A indicação de Dilma de que vai renovar o time num eventual segundo mandato acabou expondo até mesmo o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e a diretoria da instituição, deixando toda a equipe mais fragilizada para defender a política econômica dos ataques dos adversários do PT na campanha. Tombini sempre foi um dos nomes mais citados para ocupar o cargo de Mantega em caso de reeleição.

                Foi recorrente no Ministério da Fazenda a lembrança de que a própria presidente conduziu com mão de ferro a diretriz da política econômica desde o início de seu governo, em 2011. Dilma deixou pouco espaço para discordâncias, principalmente em relação às sucessivas desonerações de tributos e ampliação dos subsídios governamentais para diversos setores.

                Uma das principais críticas a Mantega, feitas por técnicos do Ministério, é justamente a de que ele nunca conseguiu ser "o ministro do não", ônus que muitas vezes cabe ao titular do cargo.

                A percepção dos técnicos de escalões mais altos da área econômica é de que a presidente não precisava expor a sua equipe neste momento de ataques mais fortes de Marina Silva, hoje a principal adversária de Dilma. Marina aproveitou a deixa e criticou a declaração de Dilma ao dizer que o movimento de mudança da equipe "pode ter vindo tarde".

                A questão agora, como destacou um integrante da equipe econômica, é saber se o sinal dado pela presidente vale também para o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, que ainda mantém força e prestígio no governo, embora já tenha sido criticado publicamente pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

                Novo na equipe e à frente da interlocução do governo com o mercado nas negociações sobre o desenho de financiamento nas concessões, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Caffarelli, continua com chances de ocupar um cargo na equipe econômica de um segundo mandato da presidente.
                Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasilia

                Marina empataria com Dilma em 1º turno, diz Sensus




                Pesquisa do Instituto Sensus, realizada entre 1 e 4 de setembro e publicada pela revista IstoÉ, mostra que a candidata Marina Silva (PSB) soma 29,5% das intenções de voto no primeiro turno. Está empatada tecnicamente com a presidenta Dilma Rousseff (PT), com 29,8%, e em caso de segundo turno, Marina venceria Dilma, com 47,6% contra 32,8% dos votos válidos. 

                Aécio Neves, do PSDB, tem 15,2% das intenções de voto, contra 21,4% na pesquisa anterior, realizada entre 9 e 12 de agosto, quando ainda havia disputa com o candidato do PSB Eduardo Campos, morto em acidente aéreo. Em cenário de segundo turno entre Dilma e Aécio, os índices seriam de 39,3% e 35,4%.

                Quanto a rejeição, 31,5% dos eleitores não votariam em Aécio, de 26% anteriormente. O número sobe para 44,3% para Dilma Rousseff e Marina Silva tem índice de 22,3%. A pesquisa também mediu o nível de aprovação do governo Dilma, que aumentou de 40,5% entre 9 e 12 de agosto para 46,3% na primeira semana de setembro. No mesmo período a intenção de voto na candidata do PT caiu quase 4% e sua rejeição cresceu 2%.

                O levantamento aponta que 44,4% dos brasileiros aptos a votar admitem a possibilidade de mudar o voto até a eleição. Segundo a pesquisa realizada em 136 municípios de 24 Estados, quase 20% do eleitorado não conhece o senador mineiro. Já a presidenta Dilma é conhecida por 90,8% dos eleitores e Marina Silva por 89%.
                A pesquisa foi realizada com dois mil eleitores, registrada na Justiça Eleitoral sob o número 00541/2014.
                Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasilia