sábado, 13 de setembro de 2014

EM MEIO À ESCÂNDALO LULA IGNORA DENÚNCIAS E FAZ ABRAÇO SIMBÓLICO NA PETROBRAS


ATO SIMBÓLICO FOI PLANEJADO APÓS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO NA PETROBRAS
Publicado: 13 de setembro de 2014 às 11:06 - Atualizado às 11:09
Ricardo Stuckert Instituto Lula - Dilma Rousseff Lula Luiz InacioUm abraço simbólico na Petrobras nesta segunda (15) marcará a nova fase da campanha da presidente Dilma, a vinte dias da eleição. Em mais uma ofensiva para se contrapor à candidata do PSB, Marina Silva, o ex-presidente Lula estará na comissão de frente da manifestação, que terá como mote “a defesa do pré-sal e da Petrobras”.
Dilma não participará do ato, mas tudo foi planejado para criar uma agenda de impacto na campanha petista, desviando o foco das denúncias feitas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa – preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal – sobre um esquema de corrupção na empresa.
Pelo roteiro traçado, Lula e também candidatos ao governo do Rio, além de líderes de centrais sindicais e movimentos sociais, sairão da Cinelândia, por volta de 11 horas, com destino à sede da Petrobras. Lá, todos darão um grande abraço na estatal. O ato ocorrerá após Marina acusar o PT, na quinta (11), de pôr na Petrobras um diretor para “assaltar” os cofres da empresa. Para Dilma, a declaração foi “leviana e inconsequente”.
A fim de desgastar a principal adversária, Dilma interpretou as poucas linhas dedicadas por Marina ao pré-sal, no programa de governo, como sinal de que ela “não dará prioridade” ao tema, prejudicando, assim, investimentos previstos para educação e saúde.
A ex-ministra do Meio Ambiente acusou o PT de usar o pré-sal como “cortina de fumaça” para esconder os escândalos na Petrobras e disse que os petistas agem dessa forma porque “estão desesperados”. “Não é correto xingar nem mentir, mas estamos falando a verdade sobre o pré-sal, sobre o Banco Central e sobre as contradições de Marina”, rebateu o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini.
A presença dos quatro candidatos da base aliada ao governo do Rio (Luiz Fernando Pezão, do PMDB; Lindbergh Farias, do PT; Anthony Garotinho, do PR, e Marcelo Crivella, do PRB), no ato convocado para dar um abraço na Petrobras, ainda está sendo negociada pelo comitê da reeleição.
Articuladores da campanha de Dilma tentam convencer os candidatos fluminenses a dar uma trégua nas divergências, sob o argumento de que a manifestação renderá dividendos à imagem de todos. Ainda na segunda, Dilma receberá o apoio de artistas e intelectuais, em ato que ocorrerá à noite, no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon, com a presença de Lula. Antes, ela participará do lançamento do livro “Um País chamado Favela”.
Festa
O Palácio do Planalto e o comitê da reeleição comemoraram nesta sexta o crescimento de Dilma nas pesquisas. Ministros e dirigentes do PT também avaliaram que a estratégia de atacar Marina surtiu efeito e deve ser ampliada. Na pesquisa CNI-Ibope, divulgada hoje, Dilma ampliou a vantagem sobre Marina e aparece agora com 39% das intenções de votos. A ex-ministra do Meio Ambiente está com 31% e Aécio Neves, do PSDB, com 15%. Na simulação do segundo turno, haveria empate técnico entre Dilma e Marina.
Por esse levantamento, Marina teria 43%, apenas um ponto porcentual a mais do que a presidente, com 42%. Nos trackings do PT, no entanto, Dilma ultrapassou Marina no segundo turno. Se a eleição fosse hoje ainda haveria empate técnico, dentro da margem de erro da pesquisa, mas a distância entre as duas seria de no máximo quatro pontos. (Vera Rosa e Tânia Monteiro/Agência Estado)

COM TANTA DENÚNCIA, AÉCIO DIZ QUE GOVERNO DILMA PERDEU MORAL

EM CAMPANHA

PRESIDENCIÁVEL TUCANO PARTICIPOU DE CARREATA PELAS RUAS DE BELO HORIZONTE
Publicado: 13 de setembro de 2014 às 17:54 - Atualizado às 18:16


Aécio comparou escândalo da Petrobras ao mensalão
Aécio comparou escândalo da Petrobras ao mensalão
Candidato do PSDB à presidência da República, o senador Aécio Neves (PSDB) explorou neste sábado (13) os escândalos na Petrobras e atacou duramente a presidente Dilma Rousseff (PT). Ao lado de aliados, Aécio declarou, em entrevista antes de participar de uma grande carreata pelas ruas de BH, que a presidente Dilma não tem condições morais para governar o país em um eventual segundo mandato.
De acordo com o tucano, corrupção é a marca do governo Dilma. “O governo da presidente Dilma perdeu as condições, perdeu autoridade até moral de pleitear um segundo mandato. A marca do governo do PT é essa: uma denúncia por semana. E cada uma mais grave do que a outra. O Brasil não merece viver com sustos como esse. Nós temos de resgatar o padrão ético na presidência da República. Nós temos de resgatar a capacidade do estado oferecer serviços de melhor qualidade”, criticou.
Segundo Aécio, o governo brasileiro não pode ser alvo permanente de ataques e denúncias em razão de “tantos mal feitos”. “Aliás, acho que essa expressão, aí já há um equívoco semântico, porque malfeito é muito pouco para a gravidade daquilo que estamos assistindo acontecer na máquina estatal”, ironizou.
O ataque do tucano foi em cima de repercussão de reportagem da revista Veja, que neste fim de semana divulgou que o PT teria desembolsado R$ 6 milhões para evitar que o nome de integrantes da cúpula do partido não fosse envolvido no escândalo da Petrobras. De acordo com a revista, a legenda estaria sendo chantageada por criminosos que teriam documentos que ligariam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Gilberto Carvalho, coordenador da campanha de Dilma, com as denúncias na estatal petrolífera.
Em relação à presidenciável Marina Silva, Aécio amenizou o tom. “A candidata Marina não adquiriu as condições de governabilidade para enfrentar as dificuldades que nós teremos pela frente. Nós somos a mudança segurança, consistente, responsável e corajosa que o Brasil espera e precisa viver”, afirmou.
Mesmo estando em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, Aécio evitou falar sobre uma possível e derrota. Voltou a destacar a crise na Petrobras e atacou novamente a presidente Dilma.
“Não existe essa hipótese para nós (de não ir para segundo turno). Vamos para o segundo turno, não sei com quem. E vamos estar porque a mudança somos nós. Tenho respeito por todas as candidaturas, mas a presidente da República, a candidata do PT, perdeu as condições de governabilidade, o Brasil é um susto por semana.
O que está acontecendo com o Brasil, em especial com a Petrobras, é algo acintoso, vergonhoso”, afirmou. E completou: “A presidente da República perdeu a governabilidade e a candidata Marina não adquiriu essas condições. Governar é mais do que ter boas intenções, até porque todos nós as temos. Não posso crer no momento que o Brasil vai encontrar um quadro de grande complexidade na economia, dificuldades de toda ordem, nós vamos correr novos riscos.
Governo não é local para aprendizado, nós é que temos as melhores condições de dar ao Brasil o rumo que o Brasil precisa. Minha determinação é enorme porque o Brasil não pode correr o risco de viver daqui a quatro anos a mesma frustração que está vivendo hoje com uma presidente da República que resolveu aprender no exercício do cargo”. (Ezequiel Fagundes/Agência Estado)

Marina promete criar políticas para fazer indústria voltar a crescer


Candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva prometeu hoje (13) criar políticas para aumentar a competitividade da economia brasileira e fazer a indústria voltar a crescer. Segundo ela, somente essas políticas reverterão a queda na criação de emprego formal no país.
“A indústria precisa ganhar cada vez mais competitividade. É preciso ter os meios e os incentivos certos para que se tenha ambiente que favoreça seu desenvolvimento”, declarou a candidata em Sobral (CE), onde participou de ato público pela manhã.
Para Marina, além de incentivos setoriais, o país precisa de mudanças na política macroeconômica para reduzir juros e a inflação. Segundo ela, somente com a melhoria da expectativa em relação à economia os empresários investirão mais.
“[É importante] a redução da inflação e uma política de juros baixos. Com juros altos, ninguém vai investir num empreendimento que precise de maturação”, explicou a candidata.
Mesmo com a promessa de aumentar a austeridade fiscal no próximo governo, ela reiterou a proposta de antecipar a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) para educação.
Já temos aprovada, no Congresso, a destinação de 10% do PIB para educação. O que vamos fazer é antecipar as metas de ensino de tempo integral em todo o país. Queremos que, nos quatro anos do nosso governo, o país inteiro tenha escola de tempo integral, o que melhora significativamente a qualidade de ensino”, acrescentou Marina.
Acompanhada do candidato a vice, Beto Albuquerque (PSB), ela lembrou o acidente aéreo que resultou na morte de Eduardo Campos, há exatamente um mês. Aproveitou a ocasião para homenagear o ex-governador pernambucano.
“Infelizmente foi preciso o Eduardo, por uma fatalidade, perder a vida para que todos os políticos e partidos reconhecessem seu valor. Acreditamos que é possível reconhecer que, em todos os partidos, em todos os lugares, existem pessoas de bem. A gente tem de fortalecer os de bem, para que aqueles com posição incorreta, de desrespeito aos interesses da população, possam ser inibidos”, disse Marina.
A candidata dedica este sábado ao Nordeste. Agora à tarde, participa de dois comícios na Paraíba: um em Campina Grande e outro em João Pessoa. À noite, faz mais um comício em Teresina, capital do Piauí.
Fonte: Agência Brasil  Jornal de Brasilia


Marina pede a Dilma para não 'destruir outra mulher'



A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, endureceu neste sábado o discurso contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e acusou a petista de tentar "destruí-la" politicamente. "Por favor presidente, venha para o debate, apresente seu programa, mas não queira, a primeira mulher presidente da República, destruir uma outra mulher que também tem o direito de participar da democracia", disse ela, durante comício em Campina Grande, interior da Paraíba.


Na última semana, as duas candidatas trocaram farpas pela imprensa. Com a subida nas pesquisas, o PT tem colocado em prática a estratégia de desconstruir a imagem Marina. A candidata do PSB, por sua vez, tem reagido e chamado os ataques de "boatos e mentiras".

Recentemente, até o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi ministra do Meio Ambiente, fez críticas indiretas a ela. Neste sábado, Marina disse que o seu problema não era com Lula, mas com Dilma e com parte do PT.

"Quem foi para o programa eleitoral caluniar, tentar fazer uma desconstrução da minha história e da minha biografia, foi a candidata do presidente Lula", afirmou.
'Mensalete'

Como tem feito nos últimos dias, Marina pediu para que a militância saísse em sua defesa. A candidata disse que tem gente sendo contratada para espalhar mentiras sobre ela na internet e criou um novo termo, fazendo referência ao escândalo do mensalão. "Tem muita gente sendo paga para me desqualificar nas redes sociais. É uma espécie de 'mensalete'", afirmou.

Quando o esquema de compra de votos no Congresso em troca de apoio político foi revelado, em 2005, Marina ainda era filiada ao PT e fazia parte do ministério do governo Lula. Ela só deixou o partido quatro anos depois, para concorrer pela primeira vez à Presidência pelo PV.

Marina também aproveitou o palanque no Estado nordestino para reafirmar que, se eleita, não vai acabar com os programas sociais do governo, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.

Neste sábado, Marina fez duras críticas ao antigo partido sem se importar com o fato de o PT ser aliado do PSB na Paraíba. Até o governador do Estado e candidato à reeleição, Ricardo Coutinho (PSB), adotou o discurso. Ele disse que nunca imaginou que o PT pudesse reeditar o "discurso do medo" que tanto foi usado contra Lula quando candidato.
Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasilia
 

Homem é assassinado por ex-sogro na Asa Norte



Crime foi motivado após uma briga de casal envolvendo a filha do suspeito
Um homem, de 37 anos, foi morto a facadas pelo ex-sogro na manhã deste sábado (13), por volta das 11h, em um prédio residencial da 411 Norte. O crime ocorreu logo após uma discussão envolvendo a filha do suspeito. Eles eram sócios em um negócio de família e se desentenderam por questões financeiras.
O rapaz foi esfaqueado em sua casa, onde morava com a mulher e dois filhos. De acordo com os vizinhos, a vítima desceu as escadas pedindo socorro mas não resistiu aos ferimentos e morreu no estacionado do prédio. O ex-sogro fugiu do local do crime. A ex-mulher da vítima já está prestando esclarecimentos para a Polícia Cívil do Distrito Federal (PCDF). 
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
 

MARINA SILVA REAGE A ATAQUES DO PT: ‘PAREM DE QUERER ME DESTRUIR’--DIÁRIO DO PODER

ELEIÇÕES 2014

A EX-SENADORA LAMENTOU JÁ TER LUTADO EM DEFESA DO EX-PRESIDENTE LULA
Publicado: 13 de setembro de 2014 às 10:07 - Atualizado às 10:09
Candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, e o vice Beto Albuquerque em campanha em Fortaleza. (Foto: Kélvin Cavalcante/ Futursa Press /Estadão Conteúdo)
Candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, e o vice Beto Albuquerque em campanha em Fortaleza. (Foto: Kélvin Cavalcante/ Futursa Press /Estadão Conteúdo)
A presidenciável Marina Silva (PSB) revelou ontem, pela primeira vez nos últimos dias, sua mágoa por conta dos ataques promovidos pelo PT, seu antigo partido. Durante a inauguração de comitê em Fortaleza, a ex-senadora lamentou ter lutado em defesa do ex-presidente Lula. “Nunca imaginei, por mais criativa que eu fosse, depois de 30 anos lutando no PT, depois de ter enfrentado jagunço e depois de ter lutado pelo Lula que seriam eles que iriam fazer de tudo para me destruir”, declarou.
Em discurso a militantes da coligação, Marina disse que é preciso chamar a presidente Dilma à razão. “Parem de querer me destruir. Eu tenho uma história”, afirmou. Para a candidata, Dilma é incentivada pelo marqueteiro João Santana a aumentar a artilharia no primeiro turno, quando a petista tem mais de onze minutos de tempo de TV, enquanto Marina só tem 2 minutos para rebater críticas e apresentar seu programa de governo.
Segundo Marina, a equipe de Dilma tem consciência de que poderá ser mais difícil vencê-la. ”Por que quando chegar o 2º turno, de igual para igual ‘o tempo de TV’, ela ‘Marina’ será imbatível”, disse imaginando como seria a orientação do publicitário à petista.
Marina e seu vice Beto Albuquerque lembraram que, na sucessão presidencial de 2010, a então candidata Dilma Rousseff defendeu a autonomia do Banco Central em um debate contra o tucano José Serra. “São dois pesos e duas medidas. São duas palavras”, criticou.
Numa maratona de agenda de campanha que começou no Rio de Janeiro e terminou com três eventos em Fortaleza, Marina foi apresentada a quinze parentes que desconhecia. A ex-senadora nasceu no Acre, mas seus pais são do Ceará e ela nunca teve oportunidade de conhecer a família que vive neste Estado.
Petrobras
O vice da chapa aproveitou para rebater a representação do PT contra Marina após ela ter declarado que a sigla colocou um diretor para roubar a Petrobras por 12 anos. Marina se referia ao ex-diretor de abastecimento, Paulo Roberto Costa, preso na operação Lava Jato. Para Albuquerque, o aparelhamento da estatal é a principal causa das denúncia de corrupção que surgiram nos últimos tempos. ”Não pode agora quem comanda o País dizer que é um problema do Paulo Roberto não. Esse é um problema de gestão”, concluiu.

PT paga para silenciar chantagistas, diz revista-Estado de São Paulo

A fim de escapar do escândalo da Petrobras às vésperas das eleições, o Partido dos Trabalhadores (PT) teria pago, em dólares, pelo silêncio de um grupo de chantagistas. É o que revela reportagem publicada na edição desta semana da revista Veja.
Segundo a matéria, um grupo de criminosos teve acesso a um documento e informações que comprovam a participação de líderes petistas em um desfalque milionário nos cofres da estatal e, então, procuraram a direção do PT e ameaçaram contar o que sabiam sobre o golpe, caso não fossem devidamente remunerados. Tal revelação levaria nomes importantes para o epicentro do escândalo, entre eles o ex-presidente Lula e o ministro Gilberto Carvalho (Casa Civil).

Aécio: se não ganhar eleição, PSDB seguirá na oposição-Estado de São Paulo

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, voltou a dizer que se não vencer a corrida ao Palácio do Planalto, seu partido, o PSDB, continuará na oposição. Em sabatina promovida na noite desta sexta-feira, 12, pela Rede TV e Portal IG, o presidenciável tucano evitou falar sobre eventuais apoios no segundo turno dessa disputa, reiterando que espera reverter a queda nas recentes pesquisas de intenção de voto e disputar o segundo turno para vencer o pleito.
Apesar da disposição, o senador mineiro disse que se por acaso os eleitores não apostarem em sua plataforma, o PSDB será oposição. "É simples, quem ganha a eleição é governo e quem perde é oposição", emendou. E reiterou que não deverá apoiar o projeto da candidata do PSB, Marina Silva, caso ela dispute o segundo turno contra a presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, destacando que seu partido ficará na oposição.
Na sabatina, o senador mineiro criticou novamente as adversárias Dilma Rousseff, presidente e candidata à reeleição pelo PT, e Marina Silva. Em sua autodefesa, disse que não é um mercador de ilusões e falou que se for eleito, governará com previsibilidade. "Um de meus primeiros atos no governo será a simplificação tributária". Ele argumentou que sua eventual eleição resgatará a capacidade de investimentos no País, pois sua candidatura tem projeto consistente e ele conta com uma equipe qualificada e competente.
"Não quero fazer como o governo do PT, que apenas administra a pobreza. Estamos querendo mobilidade com respeito, inclusive, à pobreza. Os gastos serão qualificados e direcionados para promover o desenvolvimento", emendou. E disse que se preparou para governar o Brasil com ética e eficiência.
Minas
Na entrevista, Aécio disse acreditar que o PSDB vai ganhar as eleições em Minas Gerais, com Pimenta da Veiga. E afirmou que seu candidato deve se recuperar nas pesquisas (lideradas atualmente pelo petista Fernando Pimentel), sob o argumento de que o eleitor mineiro tem um modo próprio de ver as coisas, com mais cautela, mas no final saberá escolher o melhor projeto. "E eu espero também chegar à frente em Minas Gerais", destacou.

eduardo Batista, 13/09/2014 às 12:24
Aécio não é dono dos votos dos mineiros, Aécio é o maior cabo eleitoral que o PT tem nesta eleição. Mineiro não é propriedade do Aécio por isto ele esta sendo derrotado em todos os sentidos nesta eleiçao.
elcio de Jesus, 13/09/2014 às 12:21
Então amigão, pode ficar onde está porque Presidência nem de clube de futebol. No dia que o PSDB ganhar uma eleição presidencial outra vez o Sargento Garcia finalmente conseguirá prender o Zorro.
Miguel collasso, 13/09/2014 às 12:16
KKKKK, Para fazer oposiçao como fazem ao PT nestes ultimos 12 anos. Tao de brincadeira. Se tem uma coisa que o PSDB nao sabe fazer é oposiçao. O PT fez tudo isso pois nao existe oposiçao neste pais. Alias alguem me prove que as pesquisas e urnas do TSE nao estao sabotadas.

Ministerio Publico enuncia Eike Batista e pede bloqueio de R$ 1,5 bilhão



Maria Carolina Abe e Hanrrikson Andrade

Do UOL, em São Paulo



Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro (RJ) denunciou Eike Batista por dois crimes contra o mercado de capitais e pediu o bloqueio de R$ 1,5 bilhão do empresário. A informação foi divulgada neste sábado (13) e a íntegra da denúncia pode ser consultada no site do MPF.

O MPF acusa o empresário de manipulação do mercado e uso indevido de informação privilegiada no caso da petroleira OGX (atual Óleo e Gás Participações).
Se considerado culpado, ele pode ser condenado a até 13 anos de prisão.
Ao UOL, o advogado Sérgio Bermudes, que representa o empresário, disse que ainda não recebeu a denúncia, e que, se houve o pedido de bloqueio de bens, "não se trata de uma medida cabível" já que não há tentativa de Eike de "escamotear os bens ou fugir".

Bloqueio incluiria bens transferidos para os filhos

O pedido de bloqueio de bens inclui ativos financeiros (como ações, por exemplo), além de imóveis e outros bens, como carros, barcos e aeronaves, inclusive os que foram doados pelo empresário as filhos Thor e Olin (do casamento com Luma de Oliveira), e para a mulher, Flávia Sampaio.
Segundo os promotores, as doações foram feitas "após a data dos delitos cometidos" e constituem uma "manobra fraudulenta".
Eike doou para o filho Thor a casa onde moram, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, além de uma propriedade em Angra dos Reis aos dois filhos mais velhos (Thor e Olin). Segundo MPF, os imóveis são avaliados em R$ 10 milhões cada.Reportagem da "Folha" informa que eles têm valor declarado de R$ 15 milhões e R$ 3,7 milhões, respectivamente, mas que, na verdade, valem ao menos R$ 50 milhões, juntas.
O empresário também doou um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro, no valor de R$ 5 milhões para a mulher, Flávia Sampaio, segundo o MPF.

Manipulação de preço das ações e uso de informação privilegiada

Um dos crimes financeiros denunciado pelo MP é a manipulação do preço de ações na Bolsa de Valores. Segundo a denúncia, em outubro de 2010, Eike simulou "maliciosamente" a injeção de até US$ 1 bilhão na OGX, "de forma a iludir o público investidor".
A operação feita pelo empresário é conhecida no mercado como "put". Funciona da seguinte forma: Eike concedeu o direito à OGX de exigir a subscrição de ações da companhia até o limite máximo equivalente a US$ 1 bilhão, ou seja, ele se comprometeu a comprar ações da OGX por R$ 6,30 cada, no momento em que a companhia quisesse, até 30 de abril de 2014, data do vencimento do contrato.
Na época, as ações da petroleira estavam valendo R$ 4,63; agora, valem R$ 0,17. Eike disse que estava fazendo isso como sinal de confiança nas ações da OGX e no futuro da companhia.
A pena para esse crime é de até oito anos de prisão.
A segunda acusação é sobre uso de informação privilegiada, ou "insider trading". Eike teria feito isso por duas vezes, tendo obtido lucro de R$ 236 milhões, segundo o MPF.
A pena para esse crime é de até cinco anos de prisão.

Ministério Público de SP investiga omissão da Bolsa e ex-ministros

O Ministério Público Federal de São Paulo deve investigar se houve omissão da BM&FBovespa em relação às irregularidades cometidas pela petroleira OGX, de Eike.
Também será investigada o envolvimento de ex-conselheiros da empresa. Entre eles, estão os ex-ministros Pedro Malan, Ellen Gracie e Rodolpho Tourinho.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também investiga suposta manipulação de preços e suposta utilização de informação ainda não divulgada ao mercado, mas o julgamento deve ficar para 2015.

Diversificar formas de produzir energia é prioridade para os próximos anos-Correio Braziliense


Os próximos anos serão decisivos para que o Brasil tome decisões estratégicas com relação a sua matriz energética, na avaliação do especialista Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel)

Publicação: 13/09/2014 11:23 Atualização:

A definição sobre quais serão as fontes de energia prioritárias para o país nos próximos anos será um dos principais desafios do próximo governante. Atualmente, cerca de 75% da energia elétrica gerada no Brasil vem de hidrelétricas, mas a capacidade de expansão dessa fonte já está caminhando para o esgotamento, e é preciso encontrar novas alternativas baratas, seguras e sustentáveis.

Os próximos anos serão decisivos para que o Brasil tome decisões estratégicas com relação a sua matriz energética, na avaliação do especialista Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo ele, o Brasil não tem mais potencial para expandir a geração por meio de hidrelétricas, e a construção de novas usinas está mais difícil. “A partir da segunda metade desta década, é preciso tomar decisões estratégicas com relação a essa matriz. A hidrelétrica vai diminuir, vai esgotar, é preciso saber qual a matriz que o Brasil terá”, aponta. Atualmente, o governo prevê o esgotamento do potencial hidrelétrico entre 2025 e 2030.
Diversificar as formas de produzir energia é prioridade para os país nos próximos anos (Arquivo Agência Brasil)
Diversificar as formas de produzir energia é prioridade para os país nos próximos anos


Para o especialista, a geração de energia no país não pode ser baseada apenas em energias renováveis como a eólica e a solar, porque essas fontes não têm capacidade de armazenamento. Na avaliação de Castro, um dos caminhos é trazer de volta a discussão sobre a geração de energia por meio de usinas nucleares.


O Instituto Acende Brasil, um centro de estudos do setor elétrico, também aponta que é preciso se preparar com antecedência para o cenário de esgotamento do potencial hidrelétrico. Em um documento com propostas encaminhadas aos candidatos à Presidência da República, a entidade diz que será necessário recorrer a outras fontes, como a energia nuclear, para atender ao crescimento da carga.

“O Brasil dispõe de amplas reservas de urânio e detém a tecnologia de seu enriquecimento. Adicionalmente, a energia nuclear não emite gases efeito estufa e suas usinas podem ser localizadas relativamente próximas aos grandes centros de consumo”, diz o instituto, que também defende a geração distribuída, principalmente de fonte solar e eólica.

A energia nuclear respondeu, em 2013, por cerca de 2,78% da geração do Sistema Interligado Nacional e corresponde a um terço do consumo cativo total de energia elétrica do estado do Rio de Janeiro. Atualmente, o país tem em funcionamento as usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. A Usina Angra 3 está prevista para entrar em funcionamento em 2018.

Entidades como o Greenpeace são contra a expansão da geração nuclear no Brasil. “Não temos a solução definitiva para a questão dos rejeitos nucleares. Além disso, a geração nuclear é extremamente cara, e uma usina leva cerca de dez anos para ficar pronta”, diz o coordenador da campanha de energias renováveis do Greenpeace Brasil, Ricardo Baitelo. A solução, segundo ele, é aumentar a participação de energia solar, eólica e a gerada por biomassa.

O Greenpeace acredita que até 2050 a participação de energia eólica e solar, no país, chegue a 20% para cada tipo de fonte. Atualmente, a participação da energia eólica é de cerca de 2%, e a solar é quase inexistente. Para os próximos quatro anos, a recomendação da organização não governamental é que sejam contratados pelo menos 30 gigawatts de energia oriundas de fontes solar, eólica e biomassa.

Outro desafio para os próximos anos é estimular a geração de energia de pequeno porte e a descentralização da geração. Países como Estados Unidos, Japão, China, Itália e Alemanha estão expandindo muito rapidamente a geração de energia solar residencial, que além de trazer vantagens ambientais reduz as perdas de energia. No Brasil, já existe há mais de um ano uma regulamentação sobre esse tipo de geração, mas, segundo Baitelo, ainda faltam linhas de financiamento para que as pessoas possam comprar os equipamentos necessários. “O governo ainda pensa o planejamento energético em larga escala, mas certamente a energia solar tem muito a contribuir nessa vertente pulverizada”, diz o representante do Greenpeace.

A prioridade para energia solar de forma descentralizada, usando telhados de prédios e casas, também é defendida pelo Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social. Para Ivo Poletto, assessor do Fórum, essa medida reduziria a necessidade de novas obras de usinas hidrelétricas para suprir a necessidade energética do país. “Temos um posicionamento crítico em relação às fontes que são prioritárias na política energética no Brasil. Além de afetar o meio ambiente, prejudicar comunidades, atingir os rios, achamos que não são necessárias porque mudando de prioridade de fonte temos energia à vontade a ser produzida a partir do sol, ventos e biomassa, de forma descentralizada”, aponta.

Com relação às críticas sobre os custos desse tipo de energia, ele argumenta que o preço atual da energia proveniente de hidrelétricas, por causa da falta de chuvas, está mais alto do que a energia solar comercializada em leilão e que o preço dos componentes para energia solar vem caindo cerca de 20% por ano. “Não apostar agora, aqui no nosso país, no uso do sol e continuar estragando a Amazônia, fazendo termelétricas, usinas nucleares, parece uma decisão de cegos, de surdos, de pessoas isoladas no planeta”, diz Poletto.

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O presidente do Acende Brasil, Cláudio Sales, aponta outras questões importantes para a melhoria do cenário energético do país, como o planejamento dos leilões de energia e a valorização de atributos de localização e complementariedade de fontes. “Esses atributos têm valor e as regras dos leilões deveriam ter critérios para valorizar esses atributos, e não simplesmente a garantia física pela menor tarifa.”

Outra questão a ser enfrentada é a tributação sobre o serviço. Segundo o Acende Brasil, o setor elétrico é responsável por 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, mas contribui com 8,4% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Teria que ser pelo menos igual. Mas para isso acontecer, teria que mudar as regras de cobrança do ICMS, o que envolve debate com os estados e o Congresso Nacional. Está mais do que na hora de mudar isso para evitar esse modelo tão ineficiente de tributação que temos”, aponta Sales.

Economista não vê melhora econômica, apesar de dados positivos em julho-Correio Braziliense


Depois de dois meses em queda, indicador do BC visto como prévia do PIB avança 1,5% em julho, mês marcado pela estagnação

Publicação: 13/09/2014 08:41 Atualização: 13/09/2014 08:48



A maré de más notícias na área econômica é tamanha que até mesmo dados positivos não garantem otimismo. Exemplo disso foi a divulgação, ontem, do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), que avançou 1,5% em julho, após dois meses seguidos em queda. O indicador é considerado um termômetro do Produto Interno Bruto (PIB), que encolheu nos dois primeiros trimestres do ano, colocando o país em recessão técnica.
Para o economista Cláudio Porto, da Marcoplan, avanço da produção refletiu só a recomposição de estoques (Ed Alves/Esp. CB/D.A Press - 28/6/11)
Para o economista Cláudio Porto, da Marcoplan, avanço da produção refletiu só a recomposição de estoques


À primeira vista, o resultado de julho do IBC-BR soou um alívio diante das muitas turbulências na economia. Mas o histórico de recuos — nos meses de fevereiro, março, maio e junho — não dá espaço para comemorar, comentou o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini. “Crescer pouco em cima de nada não é algo que inspire confiança”, resumiu. Ele avaliou que a expansão de 1,5% apurada em julho só anulou o tombo de igual tamanho registrado no mês anterior e nem sequer tirou do vermelho o resultado trimestral (-0,9%).

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Com isso, “em dois meses, o crescimento econômico do país foi zero”. “Ainda pior do que isso é olhar para a frente e não ter certeza de melhora”, acrescentou. O analista teme que a melhora observada em julho, devendo se repetir em agosto, reflita apenas um momento de ajuste na produção, após meses seguidos de máquinas paradas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) podem confirmar a tese. Após quatro meses em declínio, a produção industrial voltou ao subir em julho.

Avanço de Dilma nas pesquisas eleitorais eleva dólar e derrete bolsa


Possibilidade de manutenção da política econômica leva moeda norte-americana para R$ 2,34. Bovespa cai mais de 6% na semana. Só ontem, ações da Petrobras perderam 5%



O mercado enlouqueceu com a possibilidade de Dilma Rousseff ser reeleita. O nervosismo dos investidores diante do crescimento das intenções de voto na atual presidente nas últimas pesquisas eleitorais fez o dólar dar um salto de 2%, ultrapassar a barreira dos R$ 2,30 e fechar o dia cotado a R$ 2,338, maior valor desde março deste ano. Na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) não foi diferente e o pregão fechou com forte queda, de 2,42%, terminando a semana com um tombo de 6,19%, o pior desempenho desde maio de 2012. Tanto a bolsa quanto o real tiveram ontem as maiores desvalorizações em todo o mundo.



Na opinião dos especialistas, os investidores são visceralmente avessos à continuidade da política econômica, que tem mantido a inflação no teto da meta, de 6,5%, com expansão econômica média anual de pífio 1,5%, e contas públicas em frangalhos. “Dilma já mostrou que, caso seja reeleita não vai mudar a política de intervencionismo que resultou em baixo crescimento e balança comercial negativa”, explicou Reginaldo Galhardo, gerente de Câmbio da corretora Treviso.

Segundo o especialista, a presidente conseguiu ressuscitar um comportamento que não existiu nas duas últimas eleições presidenciais e só foi visto pouco antes do início do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando o mercado também reagiu de forma nervosa à possibilidade de ele ser eleito. “Os investidores querem mudança. Essa volatilidade vai continuar até o fim do processo eleitoral”, avaliou.

Expectativas de que a taxa de juros nos Estados Unidos possa subir mais cedo do que o esperado também ajudaram a impulsionar a moeda americana, aqui e em outras praças, a menos de uma semana da próxima reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano. “Sem dúvida, o impacto do quadro eleitoral foi muito mais forte, mas houve pressão de fatores externos também”, ressaltou Galhardo.

Arruda desiste de candidatura Jofran Frejat assume disputa. Mulher de ex-governador será vice

José Roberto Arruda (PR), candidato ao Governo do Distrito Federal, desistiu de disputar as eleições.
 Em seu lugar, concorre ao Buriti, o vice da chapa Jofran Frejat e sua esposa Flávia Peres.
A decisão foi motivada após mais uma derrota na Justiça, na última quinta-feira, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O ex-governador convocou coletiva neste sábado, para fazer anúncio oficial.

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Fonte: Da redação do Jornal de Brasília