quinta-feira, 20 de março de 2014

Fila com mais de 14 ônibus fica parada por cerca de meia hora no centro de Brasília

20/3/2014 às 18h08


Caso foi registrado na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto

Do R7
Uma fila com mais de 14 ônibus do transporte coletivo do Distrito Federal se formou, durante cerca de meia hora, na tarde desta quinta-feira (20), no Setor Bancário Norte, segundo a internauta Ana Paula Caldas de Almeida. 

A foto foi feita de um prédio que fica próximo à rodoviária e mostra o movimento de veículos na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto. 

O DFTrans informa que funcionários do órgão estão monitorando a operação no terminal improvisado. 

Intervenções estão sendo feitas para melhorar o acesso de passageiros e ônibus ao terminal

Rapaz é morto a tiros perto de escola em Santa Maria

0/3/2014 às 15h42 


Vítima já tinha passagens pela polícia por porte de arma e tráfico

Do R7
Crime ocorreu perto de uma escola infantil na QR 116 de Santa Maria 
 
Um rapaz de 23 anos foi morto a tiros no início da tarde desta quinta-feira (20) em uma rua, perto de uma escola infantil, na QR 116/117 em Santa Maria (DF). Segundo policiais do 26ª Batalhão da Polícia Militar, que atenderam a ocorrência, o suspeito atingiu a vítima com vários disparos e fugiu do local.

O rapaz chegou a ser socorrido e levado para o HRSM (Hospital Regional de Santa Maria), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Leia mais notícia no R7 DF

A Polícia Militar acredita em acerto de contas. A vítima tinha passagens pela polícia por porte de arma e porte e tráfico de drogas.

O caso será investigado pela 33ª Delegacia de Polícia, de Santa Maria.

Em cinco horas, segundo posto do BRB é assaltado no DF


18/03/2014 20h06 - Atualizado em 18/03/2014 20h06


Segundo crime aconteceu no Recanto das Emas; prejuízo não foi calculado.


Outra roubo ocorreu em Sobradinho II; suspeitos levaram R$ 1,2 mil.



Do G1 DF




Em menos de cinco horas, dois postos de conveniência do Banco de Brasília (BRB) foram assaltados nesta terça-feira (18). O caso mais recente ocorreu na quadra 302 do Recanto das Emas, por volta das 15h30. O prejuízo ainda não havia sido calculado até a publicação desta reportagem.


Segundo a Polícia Militar, dois suspeitos armados chegaram ao local, ameaçaram funcionários e ordenaram que os clientes deitassem no chão. 

Em seguida, eles usaram uma marreta para quebrar o vidro da máquina onde estava o dinheiro.
Testemunhas disseram que a sacola levada pelos suspeitos continha aparentemente notas de pouco valor. A dupla fugiu em um carro branco, onde um terceiro envolvido aguardava.

Cerca de cinco horas antes, um trio assaltou um posto do BRB em Sobradinho II. Eles levaram R$ 1,2 mil em dinheiro do local, segundo a Polícia Civil.
O crime aconteceu pouco antes das 10h30 na unidade do condomínio Novo Horizonte. Os assaltantes anunciaram o assalto e em seguida fugiram. Até as 17h, os suspeitos não haviam sido identificados.

O G1 procurou o BRB para comentar os crimes. O banco só se manifestou a respeito da primeira ocorrência. Nenhum tiro foi disparado durante o assalto e não houve feridos, disse. As imagens do circuito interno de segurança serão enviadas para a delegacia, para auxiliar na investigação, afirmou o BRB.
 

Alunos da rede pública sem distinção de raça têm nota maior.

20/03/2014 08h42

Em 90% dos cursos do Sisu, negros têm nota de corte menor entre cotistas


Dados reforçam a necessidade de cota racial no país, dizem especialistas.

Ana Carolina Moreno e Thiago Reis Do G1, em São Paulo
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Gráfico compara as notas de corte de alunos negros de escola pública com as dos alunos da rede pública que não se inscreveram pela cota racial do Sisu (Foto: Editoria de Arte/G1)
Os candidatos de escola pública que se declaram negros, pardos ou indígenas e que foram aprovados na edição do primeiro semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) neste ano tiveram nota de corte menor que os cotistas da rede pública sem distinção de cor em 90% dos cursos.

O G1 obteve com exclusividade os dados do Ministério da Educação via Lei de Acesso à Informação, e publica, desde quarta-feira (19) e até sexta (21), uma série de reportagens sobre o desempenho de cotistas no Sisu 2014. 

Entre elas, a série aborda as maiores diferenças entre notas de corte e os cursos mais disputados do país.

Segundo o Sisu, a nota de corte é calculada para cada curso "com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência". 

Ou seja, um mesmo curso terá nota de corte diferente para candidatos segundo a ampla concorrência (onde não há reserva de vagas) e segundo as diferentes cotas.

A lei federal prevê quatro tipos de cotas: alunos de escola pública; para alunos de escola pública que tenham renda familiar de até 1,5 salário mínimo; para alunos de escola pública que se declarem negros, pardos ou indígenas; e para alunos de escola pública que tenham renda familiar de até 1,5 salário mínimo e também se declarem negros, pardos ou índios (Veja como funciona o sistema de cotas).

O recorte comparou alunos na mesma situação: todos são oriundos da rede pública e, portanto, se beneficiam de pelo menos uma modalidade de cota contemplada pelo curso específico.

Em apenas 321 dos 3.329 cursos analisados (ou 10% do total), todos os negros, pardos e índios aprovados na primeira chamada tiveram uma nota mínima suficiente para passar na seleção mesmo concorrendo às vagas reservadas para qualquer aluno de escola pública, sem distinção racial.

Segundo o professor João Feres Júnior, Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), os números mostram que, além da cota social (para alunos da rede pública ou de baixa renda), "há necessidade de uma cota racial" no país.


Sisu 2014 - raio-x (Foto: Arte/G1)


Feres explica que a alta incidência de notas de corte menores entre cotistas raciais faz com que a cor da pele dos candidatos acabe sendo um fator relevante na aprovação ou não desses estudantes.

 "A nota de corte das pessoas que não são negras, pardas ou indígenas é mais alta em 90% dos casos. Se a variável étnico-racial fosse irrelevante, a nota de corte seria parecida com a dos outros", explica ele ao G1.

"Há outros fatores que influenciam o rendimento dessas pessoas que não a escola. Caso contrário, a nota de corte seria outra. Eles [alunos negros, pardos e indígenas] sofrem outros tipos de discriminação."

Nesse recorte, o curso que registra a maior diferença entre os cotistas de rede pública negros e não negros é o de engenharia mecânica na Universidade Federal do Piauí (UFPI). 


Nele, a nota de corte dos alunos de escola pública não inscritos pela cota racial foi de 766,76 na primeira chamada –142,22 pontos acima da nota de corte dos alunos de escola pública autodeclarados negros, pardos ou indígenas (624,54).

Cota racial x cota social
 
A situação se repetiu também em outra comparação de cotistas da rede pública. 


Contrastando as notas de corte de autodeclarados negros, pardos e indígenas com as notas de cortes dos cotistas que não entraram na cota racial, mas sim na de alunos de baixa renda, os números mostram que esses últimos também tiveram nota mais alta em 2.094 de 3.447 cursos analisados, ou 61% do total.
 
Quando você fala na questão racial, você transcende o viés socioeconômico. Nas instituições de ensino, sejam públicas ou privadas, existe desvantagem para o estudante negro"
 
Nelson Inocêncio,
professor da UnB
 
Se for acrescentado o viés da renda baixa, os números revelam que, entre todos os alunos de escola pública provenientes de famílias com renda per capita de até 1,5 salário mínimo, os candidatos que se declaram negros, pardos ou indígenas tiveram nota mínima de aprovação abaixo dos não negros em 82% dos cursos verificados.

"Quando você fala na questão racial, você transcende o viés socioeconômico. 

Nas instituições de ensino, sejam públicas ou privadas, existe desvantagem para o estudante negro", afirma Nelson Fernando Inocêncio da Silva, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade de Brasília (UnB).

Segundo ele, o currículo no qual o ensino está baseado atualmente é eurocêntrico. 

"Hoje as pessoas vão para a escola para aprender como europeus e brancos foram capazes de criar, e como outros segmentos sociais ficaram como coadjuvantes nessa história, como se não fossem capazes de produzir saber." Para Inocêncio, não se pode "dissociar o desempenho escolar da autoestima".
Na comparação entre cotistas raciais e as de cotistas não raciais de baixa renda, os últimos têm nota de corte mais alta na maioria dos casos (Foto: Editoria de Arte/G1)

Outro fator que também pode influenciar a nota e a concorrência de cada modalidade de cota é a escolaridade dos pais. Na UnB, de acordo com o professor do Neab, os questionários socioeconômicos respondidos pelos candidatos ingressantes na instituição mostram que os pais dos calouros não negros são mais escolarizados que os pais dos negros.

"Entre os meus alunos negros que se graduaram, mesmo nos cursos de baixa demanda, muitos dizem que são a primeira pessoa da família a concluir a graduação", diz Inocêncio.

A lei federal de cotas que entrou em vigor em 2012 prevê que, até o início de 2016, 50% de todas as vagas de instituições federais de ensino superior sejam reservadas para alunos da rede pública.


Dentro desse grupo de vagas, metade se refere à cota para alunos com renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo e uma porcentagem será distribuída entre os estudantes que se declarem negros, pardos ou indígenas. 

Essa porcentagem é diferente em cada estado, porque deve ser equivalente à população negra, parda e indígena indicada no Censo mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sistema da UnB falha e embaralha notas de redações da ESCS


Vestibular 
 
 
“Processo de mascaramento” da UnB causa tumulto entre estudantes
Publicado: 20 de março de 2014 às 16:19
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Notas de redações para Fepecs foram trocadas pelo Cespe

O Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília), informou nesta quinta-feira (20) que será preciso retificar as notas das provas de redação do vestibular 2014 da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS). A nota foi divulgada hoje por meio do Edital nº 3. 

Segundo a própria instituição, antes de começar a avaliação foi feito um “processo de mascaramento”, que visava garantir a segurança e a isonomia da prova. 

“Cada texto foi associado a um código identificador, e, em seguida, eliminou-se da folha de texto definitivo qualquer identificação do autor”, explicou a UnB. 

“Após o mascaramento, as provas foram passadas para as bancas avaliadoras realizarem o trabalho de avaliação com os textos desidentificados, ou seja, no momento da avaliação, a banca não é capaz de associar o texto ao autor”, completou. 

Porém, ao realizar o “desmascaramento” das provas, as notas dadas pelas bancas avaliadoras deveriam ser associadas aos autores dos textos por meio do código identificador – o que acabou não acontecendo por conta de uma falha na programação e o texto não foi associado ao respectivo autor.


A falha foi detectada pelo CespeUnB após vários vestibulandos apresentares, judicialmente, reclamações ao Centro responsável pela prova. “[Corrigimos] imediatamente a falha para garantir a credibilidade do sistema de seleção”, afirmou o órgão, lamentando “profundamente” o ocorrido.

Senadores anunciam representação contra Dilma por compra da Petrobras

 20/03/2014 18h52

Parlamentares consideram que houve negligência na aquisição de refinaria.


Documento será apresentado terça na Procuradoria-Geral da República.

Felipe Néri Do G1, em Brasília



Um grupo de cinco senadores da base aliada e de atuação independente no Senado decidiu nesta quinta-feira (20) protocolar na próxima terça na Procuradoria-Geral da República (PGR) representação contra a presidente Dilma Rousseff. 

Eles argumentam que houve negligência de Dilma ao aprovar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, em 2006, quando ela presidia o Conselho de Administração da Petrobras.
A compra da refinaria de Pasadena já é alvo de investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal por suspeita de superfaturamento.

Em 2006, estatal pagou US$ 360 milhões à empresa belga Astra Oil para adquirir 50% da refinaria. No ano anterior, essa mesma parte havia sido comprada pela empresa belga por US$ 42 milhões. 

Em 2008, após desentendimentos com a Astra Oil, a Petrobras foi obrigada a pagar US$ 820,5 milhões para comprar a outra metade, totalizando US$ 1,18 bilhão pela compra.

Nesta quarta (19), o jornal "O Estado de S. Paulo" revelou que Dilma, à época presidente do conselho, tinha concordado com a compra. Dilma justificou que só concordou porque se baseou em um parecer técnico "falho". O G1 procurou a assessoria de imprensa da Presidência questionando sobre o episódio, mas não obteve resposta.

A decisão pela representação contra Dilma foi tomada após reunião dos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Ana Amélia (PP-RS), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Cristovam Buarque (PDT-RS) e Pedro Simon (PMDB-RS). O grupo ainda deverá solicitar a assinatura de mais parlamentares antes de protocolar o documento na PGR.

"Está claro que, no mínimo, houve negligência. E o dever do agente público é não negligenciar na função pública. Por este motivo, vamos representar contra quem na época presidia o conselho da estatal, a atual presidente da República", disse o senador Randolfe Rodrigues.

Com a representação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deverá analisar os documentos para, então, decidir se abre ou não um inquérito sobre o caso.

A representação não deverá apontar qual crime pode ter sido cometido, mas pedirá que se investiguem as responsabilidades sobre a compra da refinaria. "É uma representação solicitando que a Procuradoria investigue a compra da Pasadena e aponte os responsáveis. 

É preciso identificar se ouve má-fé e dolo. E quem tem condições de fazer este tipo de investigação é a PGR", disse o senador Rodrigo Rollemberg.

Supremo determina prisão do deputado Asdrúbal Bentes


Compra de Votos 
 
 
Deputado é acusado de comprar votos na disputa pela prefeitura de Marabá
Publicado: 20 de março de 2014 às 17:48 - Atualizado às 18:02 
 

Asdrúbal Bentes
Asdrúbal Bentes (PMDB-PA) oferecia cirurgias em troca de votos

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira (20) a prisão do deputado federal Asdrúbal Bentes (PMDB-PA). De acordo com a denúncia do Ministério Público, o parlamentar oferecia cirurgias de laqueadura tubária em troca de votos quando disputava a prefeitura de Marabá. As mulheres eram recrutadas através da Fundação PMDB Mulher.

Vale lembrar que o peemedebista foi o único deputado federal a se abster na votação que cassou o mandato de Natan Donadon por quebra de decoro parlamentar.

O deputado foi condenado a três anos, um mês e dez dias de reclusão e deve cumprir a pena em uma casa do albergado. Se o parlamentar escolher cumprir a pena em Brasília, o deputado cumprirá prisão domiciliar, pois não há este tipo de estabelecimento no Distrito Federal.

Bentes afirmou que vai continuar exercendo seu mandato como deputado federal. “Não vou renunciar, porque estou com a consciência tranquila, porque não cometi nenhum crime e o povo do meu Estado sabe disso”, questionado sobre a possibilidade de perder o mandato, o deputado respondeu: “ Se eu for cassado, paciência”.

O Supremo vai informar a Câmara dos Deputados sobre a condenação para que seja aberto o processo de cassação de Bentes. O mandado de prisão deve ser expedido ainda nesta quinta-feira.

Opa! Os corajosos da SEOPS demoliram 5 invasões! Mas o Governo regularizou milhares

Fiscalização contra ocupações irregulares passa por quatro cidades

Chegou a cinco a quantidade de remoção de obras para futuras moradias
 
Quatro regiões administrativas receberam fiscalizações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo do DF nesta quinta-feira (20). Chegou a cinco a quantidade de remoção de obras para futuras moradias. 

Cercas, fundações e cisternas também foram alvos durante a ação.

A maior parte das estruturas foi retirada de três condomínios no setor Ponte Alta Norte, região rural do Gama. 

Foram duas fundações, uma obra com paredes levantadas, duas cisternas e 150 metros de cercas em zinco. 

Tudo foi detectado ontem durante vigilância dos agentes operacionais.

“Nosso objetivo é frear a expansão de construções ilegais pelo DF, impedindo as ilegalidades ainda no estágio inicial das obras. A Ponte Alta, em especial, está em processo de regularização e a Justiça restringe o crescimento do setor”, afirma o subsecretário da Seops, Nonato Cavalcante.

Outra frente de atuação esteve em Vicente Pires. Enquanto a equipe monitorava os condomínios residenciais do setor, durante a manhã, duas construções, uma em madeira a outra em alvenaria, acabaram encontradas. 

Como não havia autorização, as estruturas foram erradicadas da Chácara 102, da Colônia Agrícola Samambaia.

Também recebeu a operação a Chácara Santa Luzia, na Cidade Estrutural. Apenas uma obra foi ao chão.

A mesma quantidade acabou removida no Assentamento 26 de Setembro, localizado entre Taguatinga e Brazlândia, em continuidade à ação realizada no último dia 13, quando cinco construções acabaram retiradas.

Um dia antes oito pessoas seguiram detidas à Delegacia do Meio Ambiente por resistência qualificada - Artigo 329 do Código Penal. Se forem condenadas, podem pegar até três anos de reclusão.

“As pessoas tentaram frustrar as últimas operações no Assentamento 26 de Setembro, uma área que sofre tentativas de grilagem de terras e onde o Governo mede esforços para prender os culpados e controlar a expansão”, diz o subsecretário.

O setor possui área de mananciais e fica próximo aos limites da Floresta Nacional.

As operações contaram com o efetivo de 130 servidores da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, da Terracap, do SLU e da Caesb, coordenados pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e Agefis.

Fonte: Seops

Comentarios

Os certinhos que se estrepem, filosofia do PT.

O GDF regularizou as invasões de Ceilandia, da Vila Estrutural, de Arniqueiras ignorando as poligonais e as areas verdes do Park Way.

Milhares de invasores foram regularizados transformando o DF num caos e mantendo a população regular refém da criminalidade, do trafico de drogas e tendo que enfrentar-- sem ter culpa-- a poluição , o congestionamento, a perda da qualidade de vida.

E agora a SEOPS vem se gabar das 5 obras que demoliu? 

E as milhares que o GDF regularizou como fica? E Ceilandia que atualmente é a maior favela do America do Sul? Por que as autoridades do DF não impediram o desenvolvimento dessa favela enquanto ainda dava tempo?Provavelmente porque tinham comprado lotes no local e, porisso, forçaram a regularização ou porque queriam ganhar votos dos favelados.Provavelmente os dois.

E a população certinha, aquela que trabalha duro para comprar seu lote, para construir sua casa que se estrepe não é mesmo PT?


Vera Regina Moraes RS

Lucio Costa comenta o Projeto de alteração do Plano Urbano de Brasilia-PPCUB.

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Dirceu e Jefferson vão perder empregos de advogados


19 de março de 2014 às 14:24          Coluna Esplanada


Por Leandro
 
É pule de dez que José Dirceu e Roberto Jefferson vão perder as carteiras de advogados e não poderão trabalhar como tais no regime semiaberto. O caso de Jefferson é delicado. 

O corregedor da OAB-RJ abriu processo, mas há outro pedido de cassação do registro tramitando na seccional DF, protocolado pelo advogado Wanbert Di Lorenzo. 

Em Brasília, o advogado Paulo Fernando Melo, que peticionou abertura de processo contra Dirceu, virou alvo: o conselho da Ordem agora vai julgar se ele cometeu crime por… reclamar da demora da decisão sobre a investigação, protocolada ano passado.

Manchou a classe. Embora a defesa de Jefferson alegue que os crimes foram na posição de político, Di Lorenzo o acusa por ‘crime infamante’, por macular a imagem da OAB.

Precedente. O caso de Maurício Dal Agnol, que perdeu o registro na OAB por ser indiciado pela PF no Sul, é emblemático para a decisão dos processos de Jefferson e Dirceu.

Até embaixadora dos EUA critica jeito Dilma de ser

20 de março de 2014 às 13:20   Coluna Esplanada




Por Leandro
 
Não bastasse a crise com o rebelde PMDB e o movimento ‘Volta, Lula’ de parte do próprio PT, a presidente Dilma Rousseff virou alvo da nova embaixadora dos Estados Unidos em Brasília, Liliana Ayalde – que a desancou diplomaticamente. 

Em almoço na terça com o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), ela, citando repetidamente ‘a cúpula do governo’, disse que a relação esfriou muito, que o diálogo técnico vai bem, mas quando chega ao Palácio ‘nada anda’.

Cara-crachá. Os parlamentares foram convidados para o almoço por serem presidentes das Comissões de Relações Exteriores da Câmara e Senado.

Saudade do Palácio. Liliana Ayalde indicou que a intenção dos EUA é retomar a boa relação diplomática com o Brasil após a crise da espionagem. Já os negócios entre os dois países vão bem.

Ah, bom.

Os parlamentares juram que a embaixadora não assuntou a instalação da comissão que terá acesso aos relatórios de espionagem da Abin e GSI – oficializada ontem.


 

Políbio Braga: PT já perdeu a "guerra" da internet.




O jornalista gaúcho Políbio Braga tem razão: o lulopetismo anda sumido da rede. Não que seja falta de dinheiro. É falta de cérebro mesmo.

Em protesto contra decisão de Haddad, taxistas devem entrar em greve às vésperas da Copa


19 de março de 2014  BLOG O IMPLICANTE

HADDAD FORA Em protesto contra decisão de Haddad, taxistas devem entrar em greve às vésperas da Copa


Ameaçando o bom andamento de grandes eventos, movimentos sindicais brasileiros sabem que conseguem chamar mais atenção para as suas causas. Foi o que aconteceu quando os garis do Rio de Janeiro resolveram interromper suas atividades em pleno carnaval, deixando as ruas cobertas de lixo e os banheiros químicos sem manutenção, alcançando, assim, um aumento de 37% em seus salários.

Com a proximidade da Copa do Mundo, um acontecimento de proporções mundiais, outras manifestações estão a caminho. Os taxistas de São Paulo, que já fizeram protestos em dezembro do ano passado, agora estudam entrar em greve às vésperas da competição. O motivo é a proibição da circulação de táxis nas faixas exclusivas dos ônibus.
A partir desta segunda-feira (17) os táxis não podem mais circular pelos corredores de ônibus de segunda a sexta-feira em horário de pico –das 6h às 9h e das 16h às 20h– na cidade de São Paulo. A decisão foi tomada pela prefeitura seguindo uma recomendação feita pelo MP (Ministério Público) sobre a questão.
Em resposta, o porta-voz de uma das cooperativas de taxistas da cidade, José Jovino, disse que eles precisam mandar um recado para o prefeito.
“Vamos paralisar a cidade e o prefeito terá que entender que sem um sistema de ônibus e metrô bons, os turistas e os próprios paulistanos têm o táxi como um de seus principais meios de transporte para a Copa”, declarou Jovino à Agência Efe.
Segundo a prefeitura, a fim de compensar a proibição, os táxis agora poderão circular em outras vias que antes eram restritas ao transporte público em massa, mas Jovino afirma que o caos no trânsito tende a piorar.


Itaquerão será entregue incompleto

 

Além dos problemas com transporte, a imagem de São Paulo deve ficar ainda mais manchada por causa do Itaquerão, onde ocorrerá a abertura da Copa. O estádio será entregue incompleto, sem atender a todas as exigências da Fifa.
A Folha apurou que a Fifa já foi avisada que a cobertura do estádio não estará finalizada; camarotes e áreas comerciais não terão acabamento pronto; e os telões não estarão instalados – a empresa responsável por isso nem sequer foi contratada.
As áreas VIPs, por exemplo, onde circularão os chefes de Estado, não terão os carpetes nem as luminárias exigidos pela entidade; em vez disso, o chão será de cimento. Os setores comerciais, se muito, deverão contar com refletores provisórios onde ficarão estandes de parceiros da Fifa.
Os espaços internos para lanchonetes também preocupam a entidade. O Corinthians prevê a entrega das salas com o piso no cimento, sem forro no teto e com tijolos aparentes nas paredes.
Por um bom tempo, São Paulo esteve com sua permanência como sede da Copa ameaçada graças à má vontade política do governo federal, que não dialogava com a prefeitura e o governo do estado, até então ambos ocupados por partidos de oposição. Agora ao menos o comando municipal está também na mão do PT.

O que deveria representar facilidades, findou esbarrando na mesma falta de diálogo, desta vez com uma categoria tão forte na capital como é a dos taxistas. Somada à incapacidade de entregar obras no prazo, representada pelos problemas na construção do Itaquerão, resta a dúvida sobre se não teria sido melhor São Paulo ter tido o mesmo destino de Florianópolis, que assistirá a copa apenas pela TV.

Chamem o Exército


Dilma e seus deslizes-Marcio Accioly


 




Com o intuito de criar álibi com relação à compra da refinaria de Pasadena, EUA, que deu prejuízo de mais de um bilhão de dólares à Petrobras, a presidente Dilma Rousseff declarou ter recebido “informações incompletas” antes de dar aval ao negócio. 

De nada sabia. A presidente, que afirmava ter doutorado em economia, sem ter, é a mesma que faliu uma loja de sua propriedade, em Porto Alegre, vendendo artigos de R$ 1,99. O Brasil é muito bom: qualquer aventureiro pode assumir seu comando.

Interessante observar que estamos nos desmontando, a educação foi para o beleléu, não existe transporte público, a saúde só a temos na propaganda oficial e a roubalheira continua a todo vapor. 

Mas ninguém faz nada vezes nada e o caos se aproxima a incrível e impressionante velocidade! O apagão elétrico não vai demorar muito a chegar (os reservatórios estão quase na lona), vai faltar água e, pior, vai faltar comida. O Brasil já deveria estar num racionamento de energia há alguns meses.

Em vez de racionamento e outras medidas inadiáveis, continua-se a insistir numa Copa do Mundo que dificilmente será realizada. Sabe-se agora que a Fifa se encontra no mato sem cachorro. E que, inclusive, tentou encaminhar a disputa para outros países que não aceitaram. A situação é grave e não se sabe o que fazer. 

Não por causa da Copa, mas por conta da oportunidade que se apresenta como chance ímpar de fazer protestos correrem o mundo, desnudando governo onde pontifica a bandidagem.

Dilma Roussef não diz “a” com “b”, não consegue articular uma frase de improviso e não se faz entender por ninguém que possua meia dúzia de neurônios. 

Mesmo assim, foi apresentada ao distinto público como expert em qualquer assunto administrativo e profunda conhecedora da questão energética, já que esteve na Secretaria responsável pela pasta, no Rio Grande do Sul, foi ministra de Minas e Energia e passou pela Casa Civil onde mexia em todos os ramos da administração.

O PT é uma fraude, legenda onde a cúpula foi condenada por roubos inomináveis. Dilma é o seu subproduto mais cruel. As pessoas que vivem nas cercanias do poder se assustam com o tratamento dispensado pela presidente aos subalternos. 

Ela é capaz de jogar aparelhos de telefone celular na parede, de arrancar notebook das mãos de quem acha que lhe está incomodando e jogar com violência no chão, além de fuzilar pessoas verbalmente com palavras de baixo calão.

Mas se fosse somente isso, ainda estaria muito bem. O problema é que Dilma entende de administração pública assim como José Sarney pode ser creditado com o título de pessoa honesta. 

No caso do prejuízo causado a Petrobras (mais de um bilhão de dólares), a hoje presidente votou favoravelmente à compra fraudulenta de uma refinaria em frangalhos, quando era ministra das Minas e Energia e presidente do Conselho de Administração daquela empresa.

Sua excelência só não conseguiu acabar com a Petrobras ainda, assim como fechou as portas de sua loja de R$ 1,99, porque o dinheiro público financia a pouca vergonha, com cada um dos brasileiros trabalhando cerca de seis meses para sustentar qualquer pirata que chegue ao poder. 

Para que se tenha ideia da situação da Petrobras, quando Dilma ascendeu à presidência da República cada ação valia R$ 29 e hoje está na casa de R$ 12,60. E ninguém faz nada, absolutamente nada!

Comenta-se que quem liberou a informação da participação da presidente no prejuízo da refinaria foi o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli. 

Ele estaria cansado de apanhar sozinho. O negócio agora é aguardar o vai e vem de processo que deverá terminar no STF e deverá ser votado por Toffoli, Barroso e Lewandovski. E ainda tem gente que acredita que todas essas histórias terão final feliz.

Márcio Accioly é Jornalista. BLOG Alerta Total