quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

6 plantas repelentes de mosquitos (Informação importante em época de zika, malária e dengue)

Com o verão se aproximando quem vem junto com o calorzinho gostoso nos finais de tarde são os mosquitos para atormentar qualquer bate-papo no jardim de casa. Existem diversas plantas repelentes que ajudam a manter os mosquitos afastados e, a combinação delas, pode ser tudo o que você precisava para uma noite tranquila. Saiba mais sobre 6 plantas repelentes mais comuns contra mosquitos:

1- Citronela

citronelaParente do capim limão, é a planta repelente mais clássica contra mosquitos, utilizada comercialmente para óleos e velas repelentes. É uma planta super perfumada e existem diversas maneiras de utilizá-la. A planta por si só já atua como repelente, mas você pode fazer um chá concentrado para usar na limpeza da casa, ou macerar as folhas esfregando-as direto no corpo ou ainda deixar em álcool por alguns dias e usar como spray.


Eu tenho 2 pés de citronela no meu pátio (um deles é esse ao lado, apesar de que na foto eu estava tentando é capturar a teia de aranha) e, nas tardinhas de verão fica difícil ficar no pátio longe dessas plantas. O que eu faço então é esmagar uma folha e prender no cabelo enquanto estou pelo pátio. Apesar de eu parecer alguém de comportamento suspeito aos olhos dos vizinhos, garanto que funciona.

É fácil de cultivar, mas precisa de várias horas de sol para um bom desenvolvimento. Plantar citronela a partir de sementes demanda um certo tempo. Se você não quer esperar tanto assim, encontrar mudinhas em floriculturas e agropecuárias não é difícil.

A citronela, em combinação com a erva dos gatos, é para ser mais eficiente ainda contra mosquitos.

 

2- Erva dos Gatos (Catnip)

Parece que o que agrada aos gatos assusta os mosquitos. Existe um estudo de 2010 em que pesquisadores concluíram que Catnip é 10 vezes mais eficiente que o DEET (composto químico usado comercialmente para repelentes). É uma planta bem fácil de cultivar e se você tem gatos em casa, eles vão adorar. Por isso é importante não plantá-la perto de outras plantas que você tenha grande carinho… alguns gatos podem ficar meio agitados e pisotear as plantas ao redor do Catnip.

 

3- Melissa

Além do chazinho aromático e calmante para tomar antes de dormir, a planta Melissa é absurdamente fácil de cultivar e tolera sombra parcial. Ela pode ser meio invasora, se espalhando pelo local onde foi plantada. Por isso, se você tem pouco espaço, é bom fazer podas regulares ou manter em um vaso.

 

4- Manjericão

Outra planta que uns amam e outros odeiam.. e por “outros” só posso dizer dos mosquitos. Qual pessoa tem coragem de não gostar de manjericão? (Se alguém souber, não me conte… prefiro acreditar que isso não ocorre). Além de ser excelente para usar na cozinha, ela também age como repelente. Assim como a Melissa, não são super repelente como os dois primeiros, mas pode ajudar um bocado. Dizem que o manjericão limão e o manjericão canela são os melhores para afastar mosquitos.

 

5- Alecrim

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
Sou apaixonada pelo cheiro de alecrim. Dizem que o aroma ajuda a melhorar a memória, então, como já amo o cheirinho, toda vez que posso, dou uma cafungada. E parece que os gatos não são muito fãs de alecrim. Então use e abuse em áreas que você queira que os bichanos e os mosquitos passem longe. Alecrim é fácil de cultivar desde que tenha muito sol e que o solo não seja mantido muito úmido.

 

6- Lavanda (Alfazema)

Além de embelezar o jardim com suas lindas flores roxas, essa planta é um bom repelente de mosquitos. Pode ser plantada em vaso dentro de casa, desde que perto de uma janela ensolarada.

A dica para uma melhor eficiência é ter essas plantas repelentes perto de janelas e portas, assim a eficiência de impedir a entrada dos mosquitos dentro de casa é maior.

Existem outras plantas que algumas pessoas também sugerem serem repelentes de mosquitos e outros insetos, como gerânio, poejo, alho, hortelã e tagetes (cravo de defunto). Você já testou alguma dessas plantas?



COP21 destaca importância da adaptação baseada em ecossistemas

Por Guilherme Karam*
Evento na IUCN descute Adaptação baseada em Ecossistemas (AbE). Foto: Divulgação.
Evento na IUCN descute Adaptação baseada em Ecossistemas (AbE). Foto: Divulgação.


Dentre as diversas discussões paralelas ao Acordo de Paris, uma merece destaque. A Adaptação baseada em Ecossistemas (AbE), que leva em consideração o equilíbrio dos ambientes naturais como ferramenta para minimizar os efeitos das alterações do clima. É interessante perceber como este tema vem ganhando espaço nas COPs, pois há poucos anos, ele não era nem mencionado.


No pavilhão da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), quatro painéis trataram do tema com exemplos de diferentes países como El Salvador, Costa Rica, Japão, Peru e África do Sul. A ministra de El Salvador, Lina Pohl, por exemplo, comentou que o país está criando uma base de dados com projetos de AbE de toda a América Central com foco na análise da efetividade das ações implementadas.


Ela afirmou também que nos últimos sete anos o Produto Interno Bruto (PIB) do país está caindo em cerca de 4% ao ano, e os eventos climáticos extremos – como chuvas torrenciais e secas intermináveis – foram elencados como os principais responsáveis. Por isso, ações de AbE são estratégicas e extremamente necessárias a este pequeno e vulnerável país (e tantos outros), pois eles aumentam a resiliência das comunidades mais sensíveis.

[
No Brasil, o tema também tem ganhado relevância. Neste ano foi produzido pela Fundação Grupo Boticário o estudo ‘Adaptação Baseada em Ecossistemas: oportunidades para políticas públicas em mudanças climáticas’, que contabilizou experiências de AbE em todo o mundo e identificou cerca de cem estudos de caso.


Um desses exemplos é o projeto de recuperação da mata ciliar do Rio Cachoeira no Município de Itabuna, litoral sul da Bahia. A recuperação dessa vegetação nativa é uma importante medida de controle frente a inundações, e tem papel fundamental no restabelecimento da provisão dos serviços ambientais, como produção de água, regulação do clima e fertilização do solo. Esses serviços reduzem a erosão e o assoreamento.


O painel de encerramento, composto por representantes de países latino-americanos, indicou os principais desafios para que estratégias de AbE ganhem escala. Dentre eles, está a necessidade de disseminação do conceito; a importância de se disseminar a ideia de que adaptação não é apenas um tema ambiental, mas relacionado a desenvolvimento e a obrigatoriedade de envolver as pessoas e comunidades vulneráveis desde o início.

FELIZ NATAL, Park Way!

Essa árvore de natal, Maravilhosa, feita com garrafa PET, foi criação do Grupo Social Park Way, que em muito tem contribuído para promover a união e a solidariedade entre os moradores do bairro mais bonito e mais simpático do DF.

Face Book.Trabalho honesto é sempre a melhor solução.

Mas no meu triplex ninguém bota a mão!


O maior ladrão do planeta recomenda aos brasileiros que na crise é só comer arroz e não comer carne. O que um filho do demônio desse merece?

Convite do Governo do Distrito Federal

image1.JPG

Também colhido do Face Book.KKKKKKKKKKKKKKK

Colhido do Face BOOK.Muito apropriado.


Vídeo. "Gradinho" na barriga conquista qualquer um.Até um porco espinho!

https://www.facebook.com/friendswithyou/videos/10153615839099770/



 https://www.facebook.com/GONGOBONK/videos/910915958994666/

Separação litigiosa entre Dilma e Temer


Dilma insiste em querer discutir a relação com Temer…

Bernardo Mello Franco

Folha
A barulhenta saída de Eliseu Padilha, no dia seguinte à abertura do processo de impeachment, é um marco na separação litigiosa entre Michel Temer e Dilma Rousseff. O peemedebista era o principal afilhado do vice no governo. Ao entregar o cargo, ele avisou à praça que o padrinho também abandonou a presidente à própria sorte.

Dilma e Temer fizeram um casamento eleitoral de conveniência, arranjado por Lula. Passaram cinco anos sob o mesmo teto, falando pouco e dormindo em camas separadas. Agora ele anunciou o divórcio e deixou claro que deseja ficar com a casa, ou melhor, o palácio.

Ao deixar a Secretaria de Aviação Civil, Padilha troca a gestão dos aeroportos, que nunca o atraiu, pela articulação de bastidores, que jamais abandonou. Sua primeira tarefa será convencer outros ministros do PMDB a sair do governo. Os primeiros alvos são Henrique Eduardo Alves, do Turismo, e Helder Barbalho, da Secretaria de Portos.

Por ora, os dois dizem que ficam onde estão. Não se trata de amor. Mudarão de lado se a hipótese de um governo Temer ficar mais provável do que a permanência de Dilma.

FIEL DA BALANÇA
O PMDB será o infiel da balança do impeachment, como definiu o colunista Vinicius Torres Freire. O partido tem a maior bancada da Câmara, com 66 cadeiras. No momento, a ala oposicionista controla um terço do grupo, sob a liderança do deputado Eduardo Cunha.

Ex-articulador do governo, Padilha sai do ministério com uma arma poderosa para barganhar adesões a Temer: uma planilha detalhada com cargos e verbas que cada deputado tem ou deseja ter. É com essa lista que ele fará promessas em troca de votos pelo impeachment.

Dilma, a noiva abandonada, terá que abrir os cofres e aumentar o dote para manter a tropa ao seu lado. Os deputados do PMDB sentarão para negociar com uma garantia confortável. Como costuma acontecer, vão lucrar em qualquer cenário.


Temer explica as pedaladas que assinou como interino



Michel Temer foi ingênuo e não percebeu a armadilha

Deu em O Tempo
O vice-presidente Michel Temer assinou ao menos sete decretos autorizando abertura de crédito ao Orçamento, num montante total de R$ 10,8 bilhões. A legalidade de decretos como esses é justamente o motivo central do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Os advogados que assinam o documento apontam irregularidade em decretos assinados pela presidente Dilma em 2015 após 22 de julho, data em que o governo federal reconheceu oficialmente que não haveria superavit primário.

Nenhum dos quatro decretos assinados pelo vice neste ano é posterior a essa data.

Todas as autorizações concedidas por Temer ocorreram em datas em que Dilma estava em viagem ao exterior e ele era o presidente em exercício. As medidas foram publicadas no “Diário Oficial da União” entre novembro do ano passado e julho deste ano, como informou o jornal “O Estado de S.Paulo”.

O pedido de impeachment da presidente também questionou os decretos de 2014, mas esse trecho foi desconsiderado por Cunha, por entender que só poderiam ser julgados atos do atual mandato da presidente.

EXPLICAÇÃO
Assessores da vice-presidência argumentam que Temer, na ausência de Dilma, age em nome da presidente da República e ressaltam que não é atribuição dele formular políticas econômicas ou fiscais.

Em nota, a assessoria de imprensa de Temer afirma que “ao assinar atos governamentais cujos prazos expiram na sua interinidade, o vice-presidente não formula a política econômica ou fiscal” e aponta a responsabilidade da presidente Dilma em decisões como essa.

“[O vice] não entra no mérito das matérias objeto de decretos ou leis, cujas justificativas são feitas pelo Ministério da Fazenda e pela Casa Civil da Presidência, em consonância com as diretrizes definidas pela chefe de governo.”

O episódio foi motivo de novas rugas entre Dilma e Temer –o tema foi mencionado pelo ex-ministro Ciro Gomes, contrário ao impeachment da petista.

Para o entorno do vice, a divulgação é uma forma de desgastá-lo no cenário político atual.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
Temer, que é constitucionalista, com livros publicados, caiu na armadilha do Planalto e assinou decretos inconstitucionais. Não muda nada no caso do impeachment de Dilma, mas é uma verdade cristalina, que está sendo habilmente usada pelo Planalto para generalizar acusações que só deveriam ser feitas a Dilma Rousseff. (C.N.)

"Na briga entre o roto e a esfarrapada deve-se prestar atenção no ditado que diz: dos males o menor”.


Carlos Newton

O comentarista Néllio Jacob, que é mestre em exercitar o poder da síntese, conseguiu dar uma lição a grande número de analistas e cientistas políticos que ainda não conseguiram se situar em relação à gravíssima crise que o país atravessa. Em poucas palavras, Jacob deu um recado que não pode sofrer contestação:

“Quando um paciente tem duas doenças, os médicos dão atenção primeiro à mais grave. No caso de Dilma e Eduardo Cunha, qual dos dois é mais prejudicial ao país? O que for considerado mais nocivo ao Brasil deve ser o primeiro a ser atacado e condenado. Enquanto o processo contra Cunha não definir se ele é culpado ou não, continuará sendo presidente da Câmara. Da mesma forma, a senhora Dilma continuará a ser presidente enquanto não for considerada culpada e sofrer o impeachment. Se Eduardo Cunha não é digno de presidir a Câmara dos Deputados, em contrapartida, Dilma Rousseff também não é digna de presidir a nação. É uma briga entre o roto e a esfarrapada, mas por bom senso deve-se prestar atenção no ditado que diz: dos males o menor”.

DILMA É MAIS DEVASTADORA
Não há dúvida de que Eduardo Cunha é um crápula, esta conceituação é consensual. Mas o fato mais importante é que Dilma Rousseff não sabe governar e está levando o país a um abismo absoluto e não aparece um assessor com o mínimo de inteligência para lhe dizer: “É a economia, estúpida!”.

Aguentar mais três anos de Dilma significa uma punição que os brasileiros, decididamente, não merecem. Tudo o que ela faz dá errado. Pegou o país com o PIB em alta, subindo 7,5% em 2010, e quatro anos depois vai encarar uma queda de 4,5%, o que significa que já ela derrubou a economia em exatos 12%.

Ia entrar na História como a primeira mulher a presidir o Brasil, mas vai ficar conhecida como a governante (ou governanta, se usarmos seus critérios linguísticos) que fez a pior administração de todos os tempos. Como se dizia antigamente, não é para qualquer um, não.

O IMPEACHMENTE VEM AÍ
A votação secreta para definir a Comissão Especial do Impeachment não dá margem a dúvidas. Dos 513 deputados, 272 se mostraram claramente a favor de afastá-la do governo e 199 se manifestaram a favor do governo de Dilma Rousseff.

Acontece que esta votação foi secreta. Muitos deputados que mamam nas tetas do governo puderam se manifestar com total segurança. Foram 199, repita-se, e ela só precisa de 171 no total de 512, porque o presidente da Câmara não tem direito a voto. Ou seja, aparentemente, Dilma teve 28 votos a mais, estaria com o mandato garantido.

Mas o cálculo não pode ser feito assim tão prosaicamente. A votação do impeachment é aberta. Cada deputado terá de se apresentar ao microfone do plenário e proclamar seu voto, como aconteceu no impeachment de Collor, que na última hora perdeu votos que considerava absolutamente certos.

O TEMPO CONSPIRA
Já dissemos aqui na Tribuna da Internet que o tempo conspira contra Dilma, porque a cada dia surgem novas revelações sobre corrupção na Petrobras e em outras estatais. Como se viu esta quarta-feira, as investigações chegam cada vez mais perto da família Lula da Silva e de pessoas diretamente ligadas a Dilma Rousseff, como o executivo Valter Cardeal, diretor da Eletrobras, que está envolvido em falcatruas. É um nunca-acabar de escândalos e o senador Delcídio Amaral decidiu fazer delação premiada.

A votação da Comissão Especial, com 199 votos a favor do governo, mostra que Dilma hoje até conseguiria escapar do impeachment, mas acontece que ela está em viés de baixa, vai perdendo apoio com o passar do tempo.

Esta quarta-feira, discursando em Rondônia, a presidente mostrava o desgaste que vem sofrendo. Por baixo da pesada maquiagem, as olheiras escuras e o abatimento eram perceptíveis. Parecia uma mulher à beira de um ataque de nervos. E foi nessa condição que ela pegou o Aerolula e voltou a Brasília, para se encontrar com o vice Michel Temer e fazer a derradeira tentativa de convencê-lo a se posicionar contra o impeachment. É claro que não foi bem sucedida. Temer já mandou fazer o terno da posse e está escolhendo os principais nomes de seu ministério.

Haveremos de esperar pela histórica decisão do Supremo



Jorge Béja

Cinco, cincoenta, quinhentos ou mais dias até. Haveremos de esperar. Um pedido de vista nesta próxima quarta-feira, é pedido que não pode ser negado e o ministro que venha solicitar não tem prazo para devolver os autos ao plenário. E quando devolver, outro ministro pode pedir vista. Todos podem pedir vista. E quando todas as vistas forem dadas e o julgamento se realizar, é preciso que a votação seja superior a 2/3 da composição do Supremo Tribunal federal.

Vão ser apreciadas a ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) do PCdoB e este outro pleito, também do mesmo partido, que culminou com o deferimento das liminares que estancaram o processo de impeachment.

Duas causas, portanto. A ADPF do PCdoB pede a declaração de inconstitucionalidade de vários artigos da lei do impeachment (1079/50), a declaração de constitucionalidade de muitos outros artigos e a interpretação conforme a Constituição de muitos outros artigos mais. E como consequência da eventual procedência dos pedidos, o PCdoB pede neste referida ação que todos os atos até aqui praticados no processo de impedimento sejam anulados. A petição do PCdoB tem 74 páginas. E está muitíssimo bem fundamentada. Não entra no mérito do impedimento. Levanta questões puramente processuais.

PODE LEVAR ANOS
Se forem só cinco dias perdidos, até que foi pouco e foi muito bom. Mas pode levar anos. Enquanto isso o processo do impedimento fica parado, Dilma completa seus quatro anos de governo e quando o Supremo decidir julgar definitivamente a questão, esta se encontrará prejudicada, pela perda de objeto do processo de impeachment.

Tudo é complexo. Demanda tempo e estudo. São 11 ministros. Cada um deles sabe que seu voto entrará para a coletânea das decisões mais importantes do STF e que afetaram o curso da história do país. Não serão votos curtos. Nem o tradicional “voto com o relator”. Ou “subscrevo o voto dissidente do ministro tal…”. Não. Não será assim. É possível que os votos de Gilmar Mendes e de Celso Mello ocupem uma tarde e início da noite. Ou seja, uma sessão inteira e o prosseguimento na próxima sessão.

Destino de Luiz Estevão pode ser definido pelo hoje STF


Diario do Poder
Processo contra o ex-senador se arrasta há 15 anos
Publicado: 09 de dezembro de 2015 às 10:22 - Atualizado às 11:27


Ação se refere ao desvio de R$ 2 bilhões de recursos na obra do TRT de São Paulo
A 1º Turma do  Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (9) um recurso apresentado pela defesa de Luiz Estevão.O ministro Marco Aurélio de Mello é o relator do processo.  Os outros ministros que compõem a 1ª Turma são Rosa Weber, que preside o colegiado, Luiz Fux, Roberto Barroso e Edson Fachin.


Ação se refere ao desvio de R$ 2 bilhões de recursos na obra do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo. Esse processo se arrasta há mais de 15 anos.

Se o recurso foi negado pela corte, Luiz Estevão pode ter que cumprir imediatamente a pena de 31 anos de reclusão.

Vídeo: Dinheiro é arremessado pela janela à chegada da PF em repartição federal

Diário do Poder


VÍDEO: PF faz batida na Hemobrás-PE e dinheiro voa pela janela
Publicado: 09 de dezembro de 2015 às 15:19 - Atualizado às 19:38


Ação foi no prédio onde mora o presidente da Hemobrás Pernambuco
Um chuva de dinheiro foi vista em Recife durante abordagem da Polícia Federal (PF) na manhã de hoje (9) em decorrência da operação Pulso, que tem como objetivo desmantelar uma quadrilha especializada em fraudar licitações e desviar recursos públicos da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobras). O Diário de Pernambuco publicou um vídeo (abaixo) com maços de dinheiro espalhados pelo chão do edifício Pier Duarte Coelho, conhecido como "Torres Gêmeas".
 De acordo com a reportagem, a PF confirmou que o presidente da Hemobrás em Pernambuco, Rômulo Maciel Filho mora no edifício e os pacotes de dinheiro serão periciados. "É claro que o dinheiro pertence a esses integrantes", adiantou o assessor de comunicação da PF, Giovani Santoro.