quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Alstom propõe pagar R$ 60 milhões de indenização por superfaturamento e propina


  • 22/12/2015 17h46
  • São Paulo
Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil
A empresa francesa Alstom concordou em pagar indenização de R$ 60 milhões ao estado de São Paulo para encerrar um processo em que responde por pagamento de propina e superfaturamento. A ação diz respeito a fraudes que, segundo o Ministério Público, foram praticadas em contratos para construção de subestações de transmissão de energia da Eletropaulo, uma empresa estatal à época.


O valor proposto pela empresa francesa – que atua na área de infraestrutura de energia e transporte – corresponde a R$ 55 milhões, que teriam sido pagos acima do valor real das obras, além de 10% referentes a danos morais coletivos. Com o entendimento, a empresa deixaria de responder à ação. Outros acusados, no entanto, continuariam sendo processados. Os termos ainda precisam ser aprovados pela Procuradoria-Geral do Estado, para que a Justiça de São Paulo possa homologar o acordo.
A investigação sobre o Aditivo nº 10 do Contrato Gisel, relativo à aquisição de três subestações de transmissão de energia da Eletropaulo, foi iniciada em 2008, apesar de o contrato inicial ser de 1990 e o aditivo de 1998. A apuração progrediu a partir da colaboração das autoridades da França e da Suíça, que enviaram documentos e provas para o Brasil.


Em fevereiro, a juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi, da 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo decretou o bloqueio de R$ 282 milhões do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) Robson Marinho e das empresas Alstom e Cegelec. Desse montante, R$ 140 milhões pertenciam à empresa Alstom.


O conselheiro é acusado de ter recebido cerca de US$ 2,7 milhões em propina para possibilitar a implementação o aditivo no valor de US$ 50 milhões entre as multinacionais francesas e a Eletropaulo. Em agosto de 2014, a magistrada já havia decretado o afastamento ddo conselheiro do tribunal. O conselheiro, que era funcionário do governo de São Paulo à época, não será beneficiado pelo acordo proposto pela Alstom e continuará respondendo o processo por improbidade administrativa.

A GE (General Electric), empresa que adquiriu o controle da área de energia da Alstom, disse que não vai comentar o caso.

Edição: Maria Claudia

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Estudo mostra comprometimento do solo em áreas afetadas por lama de barragem




  • 22/12/2015 18h41
  • Brasília
Michèlle Canes – Repórter da Agência Brasil
Mariana (MG) - Área afetada pelo rompimento de barragem no distrito de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana, em Minas Gerais (Antonio Cruz/Agência Brasil)
A  lama que cobriu a região não  tem  nutrientes que possibilitem o plantio, diz o pesquisador da Embrapa Solos  José  Carlos  Polidoro    
O solo da área afetada pela lama do rompimento da barragem de rejeitos de mineração da Samarco, empresa controlada pela Vale e pela BHP Bilinton, no município mineiro de Mariana, não está apto para o desenvolvimento da agropecuária, revela estudo preliminar feito em parceria pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

O levantamento foi feito a pedido da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.


Segundo José Carlos Polidoro, pesquisador da Embrapa Solos, foram coletadas amostras em 10 pontos dentro da área de 1.430 hectares afetados pela lama.

Polidoro disse que a lama que cobriu a região não tem nutrientes que possibilitem o plantio.

“O material, quimicamente, é quase inerte. Não há condição nenhuma de crescer uma planta [nessa área]. Ou seja, a agropecuária, nesse ponto, com o material que foi depositado nessa área, não tem a mínima condição de voltar a ocorrer, pelo menos por enquanto”, afirmou o pesquisador.

De acordo com Polidoro, outra questão analisada na primeira fase do estudo foi a presença de metais pesados nas amostras. “Primeiramente, a nossa investigação foi sobre a presença, ou não, de metais pesados em concentrações tóxicas. Nós não detectamos isso. Detectamos que não há nenhum indício de metais pesados em concentrações tóxicas nesse material que se espalhou nos 1.430 hectares, aproximadamente, que foram atingidos pela lama da barragem de rejeitos.”


Quanto ao reflorestamento da região, Polidoro informou que está sendo estudada a possibilidade de recuperação da área atingida. “O estudo é preliminar. A princípio, há possibilidade de recuperação. Existem várias tecnologias para recuperar áreas impactadas por vários problemas, mas a solução, como será a recuperação, temos que estudar um pouco mais. A princípio, é a revegetação com reflorestamento, mas é um pouco cedo para ter um diagnóstico definitivo.”


Segundo o pesquisador, está sendo feito outro levantamento para avaliar os demais danos causados pelo rompimento da barragem. Com as informações, serão analisadas as ações a serem adotadas. “Há técnicas para fazer isso [recuperar], mas ainda não definimos, porque estamos apoiando o governo de Minas Gerais, e isso não é uma competência só da Embrapa. Temos que juntar uma série de órgãos para definir [o quê fazer]”, explicou.
 
 
 
Edição: Nádia Franco

Fitch rebaixa estados e municípios


Além de tirar o grau de investimento do Brasil, a Fitch rebaixou nesta terça-feira as notas de crédito de vários estados e cidades brasileiras.


Os estados de São Paulo, Santa Catarina e Paraná e os municípios de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, perderam o selo de bons pagadores. Saíram de "BBB-" para "BB+".

PF indicia 90 pessoas em esquema na Pesca



O Estadão informa que a Polícia Federal indiciou hoje 90 pessoas no âmbito da Operação Enredados, que investiga esquema de corrupção envolvendo o extinto Ministério da Pesca, então comandado por Hélder Barbalho.

Treze investigados estão presos preventivamente -- entre eles, Clemerson José Pinheiro, número dois de Barbalho, e o ex-superintendente do Ibama em Santa Catarina Américo Ribeiro Tunes, custodiados em Porto Alegre.

A Pesca foi incorporada em outubro ao Ministério da Agricultura, sob comando de Kátia Abreu. Segundo a PF, foram feitos 450 indiciamentos, sendo 55 por corrupção ativa, 77 por corrupção, 98 por crime ambiental, entre outros crimes.

Relator recomenda aprovação das contas de Dilma



O senador Acir Gurgacz, do PDT, apresentou na Comissão Mista do Orçamento um relatório que recomenda a aprovação, com ressalvas, das contas de 2014 do governo de Dilma. O documento é contrário ao parecer do TCU que recomenda a reprovação das contas de Dilma.

“Fizemos trabalho analisando não somente as contas de 2014, mas também avaliando o impacto disso para governos anteriores e governos estaduais e prefeituras. Temos 14 estados que nesse mesmo ano não cumpriram a meta fiscal. Por isso a importância de fazermos um relatório pautado na legalidade. Baseado na Constituição e não somente preocupado com o presidente atual, mas também preocupado com a gestão dos governos. Os governos que já têm engessamento atual de suas administrações", afirmou o senador.

Acir Gurgacz faz apologia do crime


Ao recomendar a aprovação das contas de Dilma Rousseff em 2014, o senador Acir Gurgacz faz apologia do crime.

Perspectivas 2016: Trabalhador terá que aceitar salário até 40% menor

 



Notícia Publicada em 22/12/2015 16:22

Setores exportadores, seguradoras e logística podem oferecer algumas oportunidades

Quem perdeu o emprego em 2015 deve se preparar para um salário menor em 2016, se conseguir trabalho (Reuters/Paulo Whitaker)
Quem perdeu o emprego em 2015 deve se preparar para um salário menor em 2016, se conseguir trabalho (Reuters/Paulo Whitaker)
Perspectivas 2016 (arte Renzo Fedri / O Financista)


SÃO PAULO – Com a perspectiva de deterioração ainda maior do mercado de trabalho no próximo ano, candidatos a poucas e concorridas vagas podem ter que aceitar salários até 40% inferiores ao último cargo.


“Os salários tendem a ser pressionados para baixo e o mercado financeiro tem pressionado ainda mais. Mas esses profissionais estão bem abertos a isso porque sabem que não terá mais aquela bonança”, afirma Henrique Bessa, diretor da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos de média e alta gerência.


- Espresso Financista: receba grátis a newsletter que tem tudo para você ficar bem informado


Não serão apenas os profissionais de cargos elevados que terão que abrir mão do salário. De acordo com Sergio Sabino, diretor-geral da TMP Worldwide Brasil, empresa de marketing de recrutamento, quem está desempregado há mais de três meses terá de aceitar uma oferta salarial de 20% a 25% inferior, em média, ao que costumava receber no emprego anterior – em qualquer cargo ou setor.


Salários em baixa
Os acordos coletivos deste ano mostram que os salários já começaram a ser reduzidos mesmo entre aqueles que continuam em seus empregos. Segundo dados da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), 222 acordos coletivos fechados entre janeiro e novembro tiveram redução salarial, sendo 184 deles sem fazer uso do PPE (Programa de Proteção ao Emprego) – que inclui a redução da jornada de trabalho e contrapartida do governo na composição salarial.

Na mediana, os salários ficaram 17,4% menores, sendo o setor do agronegócio da cana o mais prejudicado, com redução de 35,7%.


Exportadoras em alta
Enquanto a economia sofrer com o dólar nas alturas, os setores ligados à exportação estarão entre os poucos com terreno fértil para o mercado de trabalho em 2016.

“O dólar tende a continuar subindo e aumenta a rentabilidade das empresas que exportam e, naturalmente, vão se tornar mais competitivas”, diz Sergio Sabino.

Os especialistas destacam empresas ligadas à papel e celulose, calçados, carnes e, em menor medida, automóveis. O agronegócio também se destaca em competitividade, especialmente com a safra brasileira que renova recorde ano após ano.

Henrique Bessa destaca ainda farmacêuticas e seguradoras. “O setor segurador, que cresce dois dígitos a cada ano, deve continuar crescendo pelo menos 8%-9%, muito puxado pelos planos de vida e previdência – que é um grande motor de crescimento do setor”, avalia Bessa.

A crise também pode criar algumas oportunidades, como no setor de logística. “É um setor que representa grande parte do custo de uma empresa e tende a crescer demanda por esse tipo de profissional, porque ajuda a diminuir custos de processo”, explica.

Tudo dominado! Senador da base aliada ignora TCU e quer aprovar contas de Dilma

Diario do Poder
Relator no Congresso, Gurgacz ignora TCU e quer aprovar contas
Publicado: 22 de dezembro de 2015 às 17:50 - Atualizado às 17:58



Para relator das contas, pedaladas não foram operações de crédito
O relator das contas do governo da presidente Dilma Rousseff de 2014, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou nesta terça-feira, 22, que seu parecer é pela aprovação das contas da gestão da petista "com ressalvas". Em um texto de 243 páginas, Acir contrariou o Tribunal de Contas da União (TCU), que, em outubro, decidiu por unanimidade recomendar ao Congresso a rejeição das contas de Dilma.
A oposição apostava na eventual reprovação das contas para pressionar por um novo pedido de impeachment contra a presidente. 
Apesar da divulgação do parecer nesta tarde, o texto só deve ir à votação na Comissão Mista de Orçamento (CMO) em março. Em seguida, ainda terá de passar pelo plenário do Congresso.


O senador incluiu três ressalvas em seu parecer: 1) a situação da economia durante o ano de 2014 impediu que houvesse o cumprimento de cenários econômico-fiscais traçados bimestralmente pelo governo em 2014, o que fragilizou a transparência da execução orçamentária; 2) as pedaladas fiscais não se caracterizam como "operação de crédito", por isso não são crime; 3) existência de mais de R$ 200 bilhões em restos a pagar (só em 2014, eram R$ 227 bilhões) sem qualquer programação de pagamento.


No caso das pedaladas fiscais, o principal ponto do processo do TCU, Acir Gurgacz argumentou que não houve desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo ele, os atrasos nos pagamentos - a inadimplência - foram ou estão sendo quitados, sendo, dessa forma, mera questão fiscal. Segundo ele, Dilma teria pedalado para fazer frente ao cenário econômico adverso de 2014. Ele classificou esse tipo de operação como "mera formalidade".


O relator disse que, além da manifestação do TCU, também se embasou nas defesas feitas pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica, pelo BNDES, em juristas de universidades brasileiras, técnicos da Advocacia-Geral da União, consultores legislativos, entre outros.


Questionado, o senador rebateu o tribunal: "Por que tem que prevalecer a posição do TCU, que é um órgão que assessora o Congresso?" E insinuou que a corte teria agido de maneira política quando votou unanimemente pela rejeição, logo após o governo ter recorrido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar retirar o relator do TCU, ministro Augusto Nardes. Ele frisou que não é razoável incluir nas contas de Dilma todas decisões tomadas em cada ministério e órgãos do Poder Executivo.


"Enfim, como não encontramos o vínculo de responsabilidade da presidenta e como os argumentos do Tribunal não são relevantes o suficiente para levar à rejeição, nosso relatório conclui pela aprovação das contas, porém com ressalvas", disse Acir. "Meu relatório está menos politizado do que o relatório do TCU, deveria ser o contrário".

O senador apresentou uma série de recomendações para serem seguidas, de agora em diante, pela administração pública federal estadual e municipal. Entre elas, defendeu a adoção de um cronograma de médio prazo para quitar o passivo dos restos a pagar. Ele citou que, no caso das pedaladas fiscais, o governo discute com o tribunal um cronograma de pagamento.


"O passado não se conserta, não há como retroagir. Mas precisamos pensar nos futuros presidentes da República e governadores de Estado", afirmou, ao citar que, em 2015, 14 Estados governados pelos mais diversos partidos não cumpriram a meta fiscal. "Minha preocupação não é rejeitar ou aprovar as contas de um presidenta, estamos pensando no País", destacou.


Decretos
O relator chegou a defender que os decretos não numerados assinados por Dilma e pelo vice-presidente Michel Temer em 2014 não são ilegais. Ele destacou que havia previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano passado para editar esses decretos sem a aprovação do Congresso.

Brasil tem mais de 116 mil espécies da fauna.Estudo lista espécies de animais encontradas em território nacional, o que representa 9% da fauna mundial




Jorge Cardoso/MMA
Ministra quer convergência entre fauna, flora e território
Estudo lista espécies de animais encontradas em território nacional, o que representa 9% da fauna mundial

Por: Lucas Tolentino e Luciene de Assis - Edição: Melissa Silva

O governo federal produziu, em uma iniciativa inédita, a comprovação de que o Brasil possui a maior biodiversidade do Planeta. Foi lançado, nesta segunda-feira (21/12), o primeiro Catálogo Taxonômico da Fauna Brasileira. O estudo lista as mais de 116 mil espécies de animais encontradas em território nacional, o que representa 9% da fauna mundial. Ao todo, 500 cientistas de diversos países catalogaram 28 ramos de categorias de seres vivos em um processo que durou mais de dois anos para a construção do sistema e levantamento e organização dos dados.

É a primeira vez que o governo brasileiro, em um esforço conjunto dos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), disponibiliza uma lista com a enumeração de todas as espécies conhecidas da fauna nativa do Brasil. Nas fases subsequentes do projeto, a relação será revisada e ampliada com informações sobre as sinonímias, distribuição, habitats e outros dados relacionados à ecologia de cada espécie, além de imagens e ferramentas para identificação das linhagens.

CONVERGÊNCIA
O catálogo possibilitará um novo patamar para as medidas de preservação das espécies encontradas nos ecossistemas brasileiros. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou a importância da integração das agendas ambientais do País. “É uma busca por uma nova visão política para que a conservação da biodiversidade dialogue com a questão das áreas protegidas”, afirmou Izabella. “Há um interesse de conciliação em um momento de convergência entre fauna, flora e territórios.”

O secretário da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), Bráulio Dias, ressaltou os avanços trazidos pelo Acordo de Paris, estabelecido há uma semana por 195 países com o objetivo de conter o aquecimento global. “As interfaces de clima e biodiversidade nunca estiveram tão presentes”, analisou Bráulio. Segundo ele, as metas nacionais de redução de emissões de carbono apresentadas para o protocolo contemplam a proteção da fauna e da flora mundial. “A maior parte dá a devida atenção para a questão do uso da terra, no sentido de evitar o desmatamento e promover a restauração”, comemorou.


REGISTROS
Com o material, o Brasil atende à meta nacional de biodiversidade de número 19, prevista para ser alcançada até 2017, com a compilação completa dos registros já existentes da fauna, flora e microbiota (conjunto dos micro-organismos que habitam um ecossistema, como as bactérias e alguns protozoários que atuam na decomposição da matéria orgânica e na reciclagem dos nutrientes), aquáticas e terrestres, disponibilizadas em bases de dados permanentes e de livre acesso, contribuindo com as metas Aichi de biodiversidade, estabelecidas pela CDB.


O projeto é apoiado financeiramente pelo MMA e MCTI e prevê a divulgação das informações por meio de uma plataforma com identidade própria. O desenvolvimento do catálogo foi coordenado pelos professores Hussam Zaher (responsável pela organização geral do catálogo e pela categoria dos vertebrados), Walter Boeger (responsável pelos invertebrados não-hexapoda), Michel Valim (responsável pelos Arthropoda não-hexapoda) e José Albertino Rafael (responsável pelos invertebrados hexapoda), além de 58 coordenadores de grupos taxonômicos e 502 pesquisadores brasileiros e internacionais.

A pesquisa também contou com o apoio da Sociedade Brasileira de Zoologia, Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Universidade Federal do Paraná, Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) e Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

A função de organização de um sistema que permita o levantamento e a catalogação das espécies da fauna existentes no país e o trabalho cooperativo entre todos os especialistas espalhados pelo Brasil e pelo mundo, além da elaboração de uma lista unificada, ficou a cargo do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por meio do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação.

Trata-se de uma ferramenta online, com enfoque acadêmico e que dispõe de uma área destinada à consulta pública. Essa iniciativa se alinha ao Portal da Biodiversidade, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e ao Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBR-MCTI), a partir do qual o catálogo também poderá ser acessado.

Assessoria de Comunicação Social - (61) 2028-1753

Assine nossa petição pelo financiamento público da energia fotovoltaica nos telhados.



Só para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, o governo brasileiro emprestou 20 bilhões de reais. 
 
Com 15 bilhões podemos financiar a instalação de energia solar em um milhão de telhados, gerando 2,4 TWh por ano, energia de melhor qualidade e consumida onde foi produzida, evitando perdas no transporte por longas distâncias. 
 
Esse financiamento pode ser pago em 7 anos com a própria economia de energia gerada. 
 
O financiamento de Belo Monte será pago em 33 anos. E ainda tem o custo ambiental. Qual é o melhor negócio? 
 
Assine nossa petição pelo financiamento público da energia fotovoltaica nos telhados.

Curso Online gratuito de Energias Renováveis da ONU

Curso gratuito em Energias Renováveis da ONU
Seja bem-vindo ao  Programa de Capacitação em Energias Renováveis da UNIDO!

Essa é mais uma iniciativa do Observatório de Energias Renováveis para América Latina e Caribe para cumprir com seus objetivos de promover na região o acesso a modernos serviços de capacitação na área energética e intercâmbio de conhecimento. Esse programa de ensino está focado no contexto das tecnologias de produção de energia renovável e eficiência energética que cumpram com as necessidades da América Latina e Caribe, de maneira a fomentar os investimentos nessa área.

Órgãos dirigentes no setor de energias renováveis e eficiência energética em nível global participaram na elaboração e desenvolvimento  do Programa de Capacitação, tais como o Centro de Investigações Energéticas, Meio-Ambientais e Tecnológicas (CIEMAT), a Universidade de Salamanca, a Universidade Politécnica de Madri e a Fundação CEDDET, em conjunto com a UNIDO.

Este programa visa a promover o acesso a energias limpas e oferece aos profissionais e gestores de políticas conhecimentos de qualidade e atualizados sobre tecnologias energéticas. Estes módulos irão fornecer uma revisão técnica sobre os diferentes temas e tecnologias, bem como suas aplicações e visão regional, incluindo a análise de exemplos práticos. Os usuários irão encontrar em cada um dos módulos diferentes elementos de formação, como guia didático, apresentações em vídeo, conteúdo extenso, slides interativos e exercícios. Todos os módulos de EAD estão disponíveis em Inglês, Espanhol e Português, cada um com 16 horas/aula.

O programa aborda os seguintes tópicos organizados em sete módulos:
  • Energia e Mudanças Climáticas;
  • Energia Mini-Eólica;
  • O Biogás;
  • Energia Mini-Hidrelétrica;
  • Energia Solar Térmica;
  • Energia Solar Fotovoltaica;
  • Eficiência Energética em Edifícios.

Após realizar os cursos completos, os usuários serão capazes de desenvolver projetos de energia renovável.

Os usuários receberão um certicado digital, GRATUITAMENTE, emitido pela UNIDO e os desenvolvedores, caso sejam aprovados, imediatamente.
O Programa de Capacitação em Energias Renováveis da UNIDO é GRATUITO e utiliza uma metodologia de ensino à distância em uma modalidade 100% autodidata.

Para começar, selecione abaixo a tecnologia que você está interessado em aprender. Não esqueça de escolher antes seu idioma preferido!

                                      | I prefer to take the course in English | Prefiero hacer el curso en español | 


  

FAVOR SELECIONAR UM DOS MÓDULOS!


Uma vez que o módulo é selecionado, você terá a possibilidade de registrar-se e matricular-se para o curso desejado, clicando no banner.

Aproveite seu curso!

 

Módulos

Do Face Book: Babilônia brasileira.O Brasil resumido a ...isso.

Conservadorismo do Brasil

Fenimismo ou esperteza?

STF salvou. Wagner dava governo como morto até renascer com decisão do STF


Para Wagner, decisão do STF marca renascimento do governo Dilma
Publicado: 22 de dezembro de 2015 às 14:04 - Atualizado às 14:34

Para Wagner, decisão do STF marca renascimento do governo Dilma. Foto: José Cruz/ABr
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, dava o governo Dilma como morto e até que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu estabelecer um novo rito para o processo de impeachment. Segundo ele, a "virada de mesa" no Supremo marca o renascimento do governo da petista e, se a decisão não afastou o impeachment por completo, deu uma "pacificada". 
Em entrevista coletiva no comitê de imprensa do Palácio do Planalto, Wagner cutucou a oposição ao dizer que, diante dessa nova situação, os oposicionistas "rapidamente" já passaram a defender o afastamento também do vice-presidente por meio de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

"Eles não se cansam, agora vão para o TSE. Ao invés de colocar propostas objetivas, poder confrontar o governo com propostas econômicas, agora é o TSE", alfinetou o ministro, ao citar indiretamente o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a quem chamou sem nominá-lo de "ex-candidato". "Não dá para ficar 12 meses correndo atrás de um terceiro turno", completou ele.
Wagner avaliou que, nesse sentido, se está fechando o "ano melhor". "Não é melhor para a Dilma, mas para o País. Lá fora, passa a noção de credibilidade, de que as instituições funcionam", considerou.

O ministro ressaltou que, em si, o processo de impeachment não é golpismo". Para ele, o que o Supremo fez foi valorizar o instituto. "Não será golpe se as duas Casas (Câmara e Senado) acolherem", disse, ao ressaltar, posteriormente, não acreditar que a admissão do processo sequer passe pelos deputados.

Desemprego entre os chefes de família acelera. Em um ano a taxa de desemprego chegou a 57%

Diario do Poder.
 
Sem vagas

Publicado: 22 de dezembro de 2015 às 09:15
No site de busca Vagas.com, a procura tem sido crescente - Foto: Estadão
No mês de novembro, havia 548 mil chefes desempregados nas seis principais regiões metropolitanas do País, 56,9% mais do que em igual mês do ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

O número de chefes de família que estão desempregados começou a crescer já em janeiro deste ano. Antes, eram 357 mil nas seis principais regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador). Com o aumento, a taxa de desemprego entre os chefes atingiu 4,7% em novembro deste ano.


O resultado está abaixo da média (7,5%), mas esconde uma das principais consequências desse movimento: outros membros da família que antes não trabalhavam passam a procurar emprego, sem que haja vagas disponíveis para acomodá-los. Por isso, a taxa de desemprego sobe. Além disso, o poder de compra diminui, com repercussão sobre setores como comércio e serviços, gerando um círculo vicioso.


"Isso vai fazer com que outras pessoas tentem recompor essa renda perdida", avalia o economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada. Segundo o IBGE, há 1,286 milhão de "outros membros" da família buscando emprego, 52,3% mais que em novembro de 2014.


No site de busca Vagas.com, a procura tem sido crescente. O cadastro de novos currículos atingiu 173 por hora na média do acumulado do ano até setembro, 11,6% mais do que em igual período de 2014. Até novembro, a alta acelerou para 17%. As oportunidades, no entanto, encolheram 4% até o mês passado.

Vídeo.Macri é macho de verdade.

https://www.facebook.com/1644495095790648/videos/1656431644596993/


 


Macri mostrando que é MACHO DE VERDADE.


Pediu na primeira reunião do Mercosul que a Venezuela liberte os presos políticos e que a liberdade é um bem precioso.


Reparem na cara da galera da Venezuela