terça-feira, 29 de setembro de 2015

INACEITÁVEL! STF SE CURVA DIANTE DO “MAGO” NELSON JOBIM, UM EX-MINISTRO DA CORTE, TRANSFORMADO EM LOBISTA DE CRIMINOSOS CONFESSOS.


NELSON JOBIM
NELSON JOBIM
NELSON JOBIM é o responsável pelo fatiamento da Lava Jato e pela interferência para soltar Renato Duque…  Só Deus mesmo!



O Antagonista, editado por Diogo Mainardi e Mário Sabino publica nesta segunda, 28, que o ex-Ministro do STF, Nelson Jobim começou a operar junto a Suprema Corte em favor dos “bandidos” do Petrolão. O Brasil e nós estamos f******.  Só resta a esperança   de que a FORÇA TAREFA MORAL – integrada por modernos Juízes Federais e atualíssimos Procuradores da República – façam justiça e coloque Jobim no seu devido lugar… de EX.
Eis o post do Antagonista


Disque “J” para salvar-se
Em 27 de fevereiro, publicamos com exclusividade que Renato Duque, preso em novembro do ano passado, fora solto logo depois graças à intervenção de um ex-ministro do STF, que socorreu Lula a pedido do próprio petista. Leiam (ou releiam) a notícia:



No contexto da Operação Lava Jato, uma das perguntas que permaneciam sem resposta era por que Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, foi solto por ordem do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal — e, depois, teve novo pedido de prisão preventiva negado por obra do mesmo Teori, que convenceu Gilmar Mendes e Carmen Lúcia a segui-lo na decisão. Afinal de contas, está mais do que provado que Renato Duque, homem de José Dirceu e do PT, era um dos principais engenheiros do propinoduto que sangrou a estatal.


O Antagonista apurou com três fontes de alto escalão, para chegar à resposta. Renato Duque não está livre por falha de argumentação do juiz Sergio Moro e do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como pensam alguns. Esse foi apenas o pretexto. Renato Duque está livre por causa de Lula.


A prisão de Renato Duque, em novembro do ano passado, fez com que a sua mulher entrasse em desespero. Sem poder contar com José Dirceu, pato manco depois do mensalão, ela recorreu a Paulo Okamotto, o faz-tudo de Lula. Para acalmá-la, Okamotto afirmou que a situação se arrumaria num curto espaço de tempo, mas ela lhe disse que não cairia nessa conversa. Que, se fosse necessário, teria como reunir provas suficientes para provar que Lula sabia e participara do esquema do petrolão.


Diante da ameaça, Okamotto disse a Lula que ele deveria encarregar-se da questão pessoalmente. Lula encontrou-se com a mulher de Renato Duque e tentou persuadi-la de que o seu marido ficaria na prisão menos do que se imaginava. Em vão. Ela voltou a afirmar que implicaria o ex-presidente no escândalo, se Renato Duque não fosse libertado rapidamente.


Acuado, Lula pediu ajuda a um ex-ministro do STF de quem é muito amigo. Ele se prontificou a socorrer o petista. O melhor caminho, disse o ex-ministro do STF a Lula, era procurar Teori Zavascki. Foi o que o amigo de Lula fez: marcou um encontro com Teori Zavascki, para lhe explicar como era urgente que Renato Duque fosse solto, porque, caso contrário, Lula seria envolvido “injustamente” num escândalo de proporções imprevisíveis para a estabilidade institucional. Teori Zavascki aquiesceu. Avisado pelo amigo ex-ministro do STF, Lula comunicou à mulher de Renato Duque que tudo estava resolvido.


Foi assim que Renato Duque, passados pouco mais de quinze dias após a sua prisão, viu-se do lado de fora da carceragem da Polícia Federal em Curitiba.


Hoje, podemos afirmar que o ex-ministro do STF é Nelson Jobim.
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