sábado, 28 de junho de 2014

PTroubras da Dilma x Petrobrax de FHC.


Até Maluf quer largar Padilha.




 
 
O PP de Maluf, tão festejado pelo PT quando deu as mãos para Padilha, ameaça abandonar o barco dos companheiros depois que o PSD formalizou apoio ao PMDB.  A cúpula do partido decidiu empurrar para segunda-feira a formalização da aliança, o que deveria ter ocorrido nesta sexta-feira.

“Até segunda-feira estamos abertos para conversas. Não é surpresa para ninguém que o PSDB e o PMDB têm nos procurado”, disse Jesse Ribeiro, secretário-geral do PP em São Paulo e braço direito de Maluf. Segundo ele, desde o anúncio da aliança, no dia 30 de maio, o PT ainda não procurou a legenda para negociar o formato da aliança proporcional nem a escolha do vice. “Nós não temos conhecimento do que eles (petistas) pretendem fazer. O PR chegou depois da gente e já indicou o suplente de senador sem que fossemos sequer consultados”, disse Ribeiro.

Caso a debandada se confirme, será mais um golpe na campanha de Padilha. Lançado por Lula para ser o mais novo “poste” do ex-presidente, o ex-ministro era visto como a esperança do PT para quebrar o ciclo de 20 anos do PSDB à frente do governo de São Paulo. A avaliação corrente no PT era que Padilha, embora nunca tenha disputado uma eleição, alia experiência política acumulada no Ministério das Relações Institucionais de Lula com realizações administrativas na Saúde, como o programa Mais Médicos.

Apesar da estrutura poderosa construída pelo PT para alavancar sua candidatura, incluindo o publicitário João Santana e até um ônibus para transportá-lo pelo interior do Estado, Padilha sofreu o primeiro tropeço quando o deputado André Vargas (sem partido) o envolveu no esquema investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. 

Na sequência, a presidente Dilma Rousseff causou mal estar ao dizer que a “fórmula” para desbancar os tucanos do Palácio dos Bandeirantes seria ter dois candidatos, o petista e Skaf. Por fim o Tribunal Superior Eleitoral proibiu a realização da Caravana Horizonte Paulista, o principal palanque petista na fase da pré campanha.

Embora os partidos que ameaçam debandar da candidatura de Padilha aleguem motivos políticos como a composição da chapa majoritária e a coligação proporcional, o principal fator é o fraco desempenho de Padilha nas pesquisas. Segundo o Datafolha, o petista tem apenas 3% das intenções de voto contra 21% de Skaf e 44% de Alckmin. (Com informações do Estadão)
 

O impasse do vice.


Aécio deverá decidir, até segunda-feira, quem será o vice da sua chapa. Tudo indica que será um paulista, mais provavelmente o senador Aloysio Nunes Ferreira. Poderá ele unir novamente o partido no maior colégio eleitoral do país? Ou será melhor buscar um vice nordestino, mesmo que por lá não existam nomes que agreguem votos como um representante do maior estado brasileiro? Leiam, abaixo, o trecho de matéria da Folha, de hoje, para ver o que está ocorrendo no PSDB de São Paulo. Os tucanos continuam sendo, como sempre, os maiores adversários de si mesmos. 

Kassab vinha negociando há meses um acordo com os tucanos. No auge das negociações, foi sondado por emissários de Alckmin sobre a possibilidade de ser o vice na disputa à reeleição. Mas a negociação naufragou por decisão do próprio Alckmin, que preferiu fechar aliança com o PSB na vice.

O PSDB paulista, então, ofereceu na última quarta-feira (25) a vaga de senador a Kassab. A iniciativa contrariou tratativas do próprio governador com o candidato dos tucanos à Presidência, o senador Aécio Neves (MG), e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Dias antes, em encontro reservado, Aécio e FHC defenderam que o ex-governador José Serra (PSDB) fosse o candidato ao Senado. Alckmin não se opôs nem disse que iria ofertar o posto a Kassab. Serra, que em maio havia mencionado a intenção de concorrer a senador, foi avisado por Aécio da articulação. Quando soube que a cúpula da sigla havia concordado em defender seu nome, disse, então, que topava.

Essa conversa ocorreu na noite da última terça-feira (24). No dia seguinte, Alckmin disse à imprensa que havia oferecido a vaga de senador a Kassab. A atitude do governador deflagrou descontentamentos em série no PSDB, e chegou ao auge na quarta (25) à noite, quando FHC, por telefone, discutiu com Alckmin. O ex-presidente teria cobrado o compromisso firmado anteriormente. Alckmin viu na atitude uma "intervenção" em seu palanque.

No dia seguinte, Serra foi ao Bandeirantes reafirmar a disposição de concorrer ao Senado. Ouviu que seu nome não era aceito por alguns dos partidos que integram a aliança de Alckmin e que o governo não poderia garantir que ele seria o único candidato da chapa.

Do Bandeirantes, Serra seguiu para uma reunião com Kassab. O ex-prefeito é um dos políticos a quem ele é mais ligado. Kassab apenas ressaltou sua "lealdade pessoal" a Serra. Não disse o que faria. Na manhã seguinte, reuniu aliados no partido e anunciou o apoio a Skaf.

No início de abril de 2018, Geraldo Alckmin estará deixando o governo de São Paulo para concorrer a um novo mandato de senador, deputado ou até mesmo para pleitear uma indicação partidária para concorrer à presidência da República. Deixará no seu lugar um vice do PSB, maior adversário do PSDB depois do PT. 
 
 
Este vice terá seis meses para consolidar a sua candidatura a governador, certamente apoiado por todos aqueles que querem varrer os tucanos de São Paulo. Claro, isto ocorrerá se Alckmin se reeleger. As suas últimas decisões somente o afastaram do próprio partido e alimentaram um inimigo que fica cada vez mais forte. 
 
 
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Foto de ontem.


Pedro Ladeira/Folhapress
 
 
Dilma Rousseff com uma peça publicitária que lembra os seus tempos de membro ativo de organização terrorista, envolvida em assaltos a bancos, sequestros, assassinatos, atentados à bomba e outros crimes contra a segurança nacional. Muito animada, a presidente, com o resgate do seu passado.
 
 

Música do dia.


 
 
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Aécio JK.



O senador e candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB-MG) se comparou ao ex-presidente Juscelino Kubitschek e disse que, 60 anos depois, o país voltará a ter um presidente mineiro. Rouco e praticamente sem voz, o tucano fez um discurso que durou menos de cinco minutos na convenção que homologou a candidatura à reeleição do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

"Se há 60 anos coube ao mineiro Juscelino Kubitschek colocar os seus olhos sobre as potencialidades extraordinárias de desenvolvimento dessa região, eu quero garantir a cada uma e a cada um de vocês que, 60 anos depois, será mais uma vez um mineiro a ajudar Marconi a fazer o maior governo de toda a história de Goiás", disse Aécio. Natural de Diamantina (MG), JK foi presidente do Brasil de 1956 a 1961, e governou Minas Gerais de 1951 a 1955.

No curto discurso, Aécio elogiou o governo tucano de Perillo e afirmou que é preciso "resgatar parcerias com o governo federal".
 

Dilma amarela e FIFA volta atrás.



Após anunciar que Dilma Rousseff iria entregar o troféu da Copa do Mundo à seleção campeã, a Fifa voltou atrás e informou neste sábado que aguarda a decisão da presidente do Brasil. Segundo a porta-voz da entidade, Delia Fischer, Dilma foi convidada a participar da cerimônia de premiação do Mundial, mas não há confirmação sobre sua presença.

"É um tipo de tradição que o presidente da Fifa e o chefe de Estado do país-sede entreguem o troféu para o time vencedor depois da final. No entanto, caberá à presidente Dilma Rousseff a decisão se ela irá aceitar o convite feito pela Fifa", disse Fischer, em nota, à Folha.O anúncio havia sido feito pelo secretário-geral Jérôme Valcke, na sexta, durante entrevista coletiva de balanço da primeira fase do Mundial. 

Dilma tem tido uma participação bem diminuta na Copa. Para evitar as fortes vaias ouvidas na Copa das Confederações de 2013, ela abriu mão de fazer um discurso no jogo de abertura, entre Brasil e Croácia, no dia 12, no Itaquerão. Mesmo sem discursar, a presidente foi vaiada e ofendida por parte da torcida. (Folha Poder)
 
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Em evento, Dilma contraria Fifa e diz não saber sobre entrega de taça na final na Copa


Getty
Dilma Rousseff ao lado de Joseph Blatter na abertura da Copa do Mundo de 2014
Dilma Rousseff ao lado de Joseph Blatter na abertura da Copa do Mundo de 2014 
 
 
Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, confirmou nesta sexta-feira que Dilma Roussef vai entregar a taça ao time campeão mundial na final da Copa do Mundo. 
 
 
A informação foi confirmada também pelo Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, mas a própria presidente, ao ser questionada se estaria no Rio de Janeiro para acompanhar a decisão, se mostrou espantada com a informação.
 
maradona argentina irã 
 
 
De acordo com ela, ainda não foi definido como será a cerimônia na decisão. "Eu não sei disso. Nem disseram isso para mim. 
 
 
Estão perguntando uma coisa que nem me falaram", disse Dilma Roussef, ao jornal O Estado de S.Paulo, em evento na noite desta sexta-feira.
 
 
A dúvida com relação à presença da presidente cresceu após a manifestação da torcida brasileira no dia da abertura da Copa do Mundo. Na Arena Corinthians, em São Paulo, Dilma Roussef não foi bem recebida e chegou a ser ofendida, em alguns momentos da partida, pelo público presente.
 
Manifestações contrárias à presidente também haviam ocorrido na abertura da Copa das Confederações, em Brasília. Ao tentar fazer o tradicional discurso para abrir a competição, Dilma Roussef foi vaiada pelos torcedores.
 
Nesta sexta-feira, no entanto, foi confirmado que Dilma estará na decisão da Copa e participará da cerimônia de entrega da taça. A presidente, por sua vez, preferiu fugir do assunto. A única certeza é que não fará nenhum discurso no Maracanã.

Recursos contratados para a Copa em BH, onde o Brasil joga, somam R$ 2,4 bi

Achados Econômicos

Sílvio Guedes Crespo

mineirao REUTERS Leonhard Foeger 1

Os recursos contratados para as obras da Copa do Mundo em Belo Horizonte, onde o Brasil joga neste sábado contra o Chile, somaram R$ 2,4 bilhões até agora, de acordo com dados da Controladoria-Geral da União.


Esse valor é a soma dos gastos públicos e privados na reforma do estádio e do aeroporto e em ações de mobilidade urbana.
Custo das obras para a Copa em BHValor contratado (R$ milhões)Percentual de conclusão física das obras
Estádio678100%
Aeroporto48045%
Mobilidade1.24472%
Total2.40175%
Fonte: Controladoria-Geral da União
Para a reforma do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, foram contratados R$ 678 milhões, mas a previsão é de que os desembolsos ainda cheguem a R$ 695 milhões. 

Deste último valor, R$ 400 milhões foram financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), R$ 255 milhões vieram do grupo concessionário e R$ 40,5 milhões saíram do governo do Estado de Minas Gerais.

Os R$ 400 milhões que o BNDES emprestou serão devolvidos ao banco com juros, a uma taxa abaixo da média do mercado. O dinheiro federal despendido no estádio, portanto, corresponde à diferença entre os juros que o governo paga ao tomar dinheiro emprestado e os que o BNDES cobra ao emprestar.

Na reforma do Aeroporto Internacional Tancredo Neves – Confins, os recursos contratados até agora somam R$ 480 milhões e ficaram sob responsabilidade da Infraero. Por enquanto, 45% das obras foram concluídas. Para a reforma do terminal de passageiros e do sistema viário, a previsão total de gastos era de R$ 238 milhões em 2010. Até agora, já foram contratados R$ 255 milhões e o percentual de execução da obra ainda está em 47%.

A reforma do aeroporto inclui também a ampliação da pista de pouso e do sistema de pátios (R$ 202 milhões contratados até agora, com 41% da obra pronta) e a construção do terminal de passageiros 3 (R$ 22 milhões, com 56% concluídos).

As ações de mobilidade urbana somaram R$ 1,2 bilhão, superando, portanto, os gastos com o estádio e com o aeroporto. Esse era o valor contratado até setembro de 2013, data da última atualização disponível no site da Controladoria-Geral da União. Naquele momento, 72% das obras estavam concluídas.


Entre as ações de mobilidade, as de BRT (Bus Rapid Transit) foram as maiores em termos de recursos contratados, com R$ 761 milhões. A porcentagem de execução concluída estava em 73% em setembro do ano passado.

As ações de mobilidade incluem, ainda a implantação do Boulevard Arrudas e o corredor na Avenida Pedro I, entre outras, e estão sendo pagas com dinheiro do governo do Estado de MG e da prefeitura de Belo Horizonte, sendo a maior parte financiada pela Caixa Econômica Federal.

Em convenção, Marina apela para candidatos evitarem tática do 'medo'

 28/06/2014 16h36

Ex-senadora discursou em ato que oficializou chapa com Eduardo Campos.


Durante evento, ela comentou o fato de o TSE ter negado registro à Rede.



 Do G1, em Brasília





Candidata a vice-presidente na chapa do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), a ex-senadora Marina Silva apelou neste sábado (28), durante a convenção que oficializou as duas candidaturas, que seus adversários na corrida presidencial não recorram à tática do "medo". 


Sem citar nomes ou episódios, Marina defendeu uma disputa eleitoral "limpa" e um "pacto de não agressão" entre os candidatos.


"Não se constrói nada com base no medo. O medo não é uma energia boa para transformar. Queremos que esse gesto, que esse movimento, esteja reafirmando o tempo todo na ideia de que o Brasil possa ter um lugar para uma agenda que introduza na nossa democracia a alternância de poder", ponderou a ex-senadora.


Em meio ao seu discurso na convenção nacional, Marina comentou o fato de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter negado, no ano passado, conceder registro à Rede Sustentabilidade. Com a decisão da Justiça Eleitoral, Marina se filiou provisoriamente ao PSB e se uniu à chapa de Campos, como candidata a vice.


 
"Tentando nos eliminar prematuramente, nos deram a oportunidade de nos juntar para nos fortalecer. Talvez não prematuramente, mas no tempo da adversidade em que a gente junta o possível para criar o aparentemente impossível", declarou.

Ao longo da declaração, a ex-ministra do Meio Ambiente minimizou recentes desentendimentos com o PSB e comparou a relação entre as duas siglas, que teve início em outubro do ano passado, com uma "gestação".

"E para os que veem na gestação a beleza de colocar uma vida no mundo, nós ficamos muito felizes de poder, nesses nove meses, estar aqui para dizer que essa criança nasceu", ressaltou a candidata a vice de Campos.

Marina disse ainda que ela e Campos promoverão uma “mudança de qualidade” no Brasil caso vençam a eleição de outubro. Segundo ela, é preciso transformar o país e, ao mesmo tempo, “preservar conquistas obtidas nas últimas décadas, como controle da inflação e responsabilidade fiscal.

"A mudança com qualidade é aquela capaz de preservar as conquistas, corrigir os erros e encarar os novos desafios. A base da nossa aliança é aprofundar a democracia, sem deixar de considerar os ganhos da estabilidade econômica, [...] que deu para o país o senso de responsabilidade fiscal”, disse.

Sustentabilidade
Conhecida pela defesa do meio ambiente, Marina Silva defendeu, durante o ato partidário em Brasília, uma política capaz de aliar o aumento da capacidade de produção com a proteção ambiental. 


"Outro ponto [do projeto de governo] é a necessidade histórica de sair do modelo predatório de desenvolvimento que, para produzir os bens e serviços de que necessitamos, usa os recursos naturais. Temos o compromisso com a mudança do modelo de desenvolvimento predatório para o modelo sustentável de desenvolvimento", afirmou.

Segundo a candidata a vice na chapa de Campos, é preciso aumentar a produção e, ao mesmo tempo, investir em ciência, tecnologia e inovação.



O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, ao lado de Marina Silva, candidata a vice (Foto: Nathalia Passarinho / G1) 
A candidata a vice-presidente pelo PSB, Marina  Silva, ao lado do candidato a presidente, Eduardo  Campos, durante convenção em Brasília


 
Durante o discurso, Eduardo Campos também falou sobre "as conquistas do passado" e afirmou que elas serão mantidas em seu governo, caso seja eleito. O candidato do PSB ao Palácio do Planalto disse ainda, sem citar outros candidatos, que há "equívoco"



"As conquistas do passado serão garantidas pelo nosso governo. (...) Não pode ficar olhando para trás e achar que a futura eleição, daqui a quatro meses,  poderá ser a disputa do passado com o passado", afirmou.


Mulher é espancada em frente ao filho de 2 anos em plena luz do dia, e ele tenta protegê-la



Extra

Um vídeo com imagens fortes mostra o ataque de socos e pontapés a uma mulher em um parque em Salem, Nova Jersey, Estados Unidos, bem em frente ao seu filho, um menino de 2 anos de idade. 


A gravação, que foi postada no Facebook e no Live Leak, mostra Catherine Ferreira, de 27 anos, apanhar de uma mulher enquanto a criança tenta defendê-la e afastar a agressora. É possível ouvir a mulher que está de blusa vermelha e calça preta ameaçar o menino também. As informações são da agência de notícias Associated Press.


A agressão aconteceu na última terça-feira em um parque na região. Embora houvesse várias pessoas em volta, ninguém, além da criança, tentou ajudar a vítima. O policial John Pelura disse à AP que a agressora seria Latia Harris, de 25 anos. A polícia ainda não conseguiu localizá-la. Segundo Catherine, Latia teria a acusado de espalhar um boato sobre ela e seu chefe no trabalho, em uma lanchonete do McDonald’s.


“Há uma falha moral na nossa sociedade que fica evidente quando uma mulher apanha em plena luz do dia em frente ao seu filho e a uma dúzia de pessoas, que pegam seus celulares para filmar em vez de chamar ajuda”, disse Pelura. “Há muito pouca consideração pela vida humana, pela agressora e por que só assistiu”. 


Catherine ficou com um ferimento grave no olho esquerdo, o nariz quebrado e diversas contusões, segundo o jornal local NJ.com.


A agressão foi registrada por pessoas que não tentaram ajudar a vítima
A agressão foi registrada por pessoas que não tentaram ajudar a vítima 

'Minha vice pode ser uma mulher', diz Aécio em Pernambuco




Em sua segunda visita ao Estado do ex-governador Eduardo Campos (PSB-PE) em duas semanas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) indicou no fim da noite desta sexta (27) que manterá em segredo o nome do escolhido –ou escolhida– para ocupar sua vice até segunda-feira (30). 

Em visita ao São João de Caruaru, no agreste de Pernambuco, Aécio disse que é possível haver "surpresas" no anúncio de quem ocupará a vice de sua chapa na disputa presidencial e afirmou que pode inclusive ser uma mulher. 

"Na segunda-feira, vamos identificar e anunciar o nosso ou a nossa vice", afirmou. "Pode ser um homem ou pode ser uma mulher", completou. 

Na liderança das bolsas de apostas estão os nomes do ex-governador do Ceará Tasso Jereissati, do senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) e da ex-ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Ellen Gracie, todos tucanos.

Segundo Aécio, a favor de Ellen Gracie pesa o fato de ela ser um nome que "agrada setores importantes do partido". 

Já Jereissati tem a seu favor a origem nordestina, região que tem merecido atenção especial do candidato mineiro por ter eleitorado cativo de seus adversários Dilma Rousseff e Eduardo Campos. 

Questionado sobre o perfil de vice que desejava, Aécio disse preferir uma composição com alguém "complementar". 

"Acho que o vice é complementar. É muito difícil você ter um vice que você diga 'olha, esse vice decide a eleição'. Não é da tradição brasileira. As pessoas votam no candidato", afirmou. 

'GOL DE PRIMEIRA'
A visita de Aécio à "capital do forró" durou menos de uma hora. O mineiro vinha de uma maratona que começou no Piauí, passou pela Paraíba, onde visitou o São João de Campina Grande, e terminou em Caruaru. 

Se na Paraíba o senador posou de cangaceiro com direito inclusive a chapéu de couro, em Pernambuco ele foi recebido com fogos e quadrilha junina pelo prefeito José Queiroz (PDT), aliado de Campos. 

O presidenciável circulou pela festa junina acompanhado de um grupo de tucanos.
Posou para fotos com frequentadores da festa de São João da cidade e até chutou uma bola. Ao fazer gol numa pequena barra logo na primeira tentativa, um correligionário comemorou: "Fez de primeira? Então é vitória no primeiro turno". 

DESCONHECIDO
Mas nem todos sabiam quem era aquele homem que chamava a atenção pelo tamanho da comitiva. 

"Quem é que está aí?", perguntou à Folha a funcionária pública Ivete Silva, 72. "É Aécio Neves", respondeu a reportagem. "E ele está onde?", indagou Ivete. Ao ser informada de que o candidato era o homem bem atrás dela, ela o abraçou. 

"Conheci ele agora. Achei muito simpático", disse à reportagem após o encontro. Questionada sobre em quem votaria, desconversou. "Pelo amor de Deus, cala a boca. Não posso dizer. Sou funcionária pública", afirmou. 

Outro que tinha dúvidas sobre quem era o presidenciável foi o estudante Yago dos Santos, 18. "É candidato a senador, é?", perguntou à Folha. 

"O nome eu já sabia, mas não conhecia esse homem não. Vou votar nele. Achei gostoso. Gostei do que vi. Achei gato", disse o estudante. 

Após novo contrato, ações da Petrobras caem 8% na semana





Dilma e o conselho da estatal defenderam o acerto para explorar o pré-sal.
Bovespa caiu 2,71% após notícias sobre baixo desempenho da economia.

Do G1, em São Paulo
 

As ações da Petrobras caíram 8% nesta semana com a decisão do governo de cobrar R$ 2 bilhões da empresa neste ano para explorar o volume excedente de óleo no pré-sal. A contratação foi feita sem licitação. Com volume reduzido de negócios, a Bovespa caiu 2,71% na semana.

A ação da Petrobras PN terminou esta sexta-feira (27) em baixa de 1,98%, cotada a R$ 17,29, enquanto o papel ON perdeu 3,33%, para R$ 16,23. Entre as casas que revisaram para baixo suas recomendações para as ações da estatal estão Morgan Stanley, UBS, Bradesco. O Ibovespa caiu 0,65% no dia, para 53.157 pontos.

Por conta do gasto extra no pré-sal, os investidores preveem dificuldades no caixa da estatal, que já está endividada, e especulam que ela terá de fazer nova capitalização (oferta de ações) em 2015. Para explorar as novas áreas, a Petrobras terá que desembolsar R$ 15 bilhões até 2018, sendo R$ 2 bilhões já em 2014. A União vai receber o dinheiro antes da produção do óleo, prevista para começar em 2020.

"Mais uma vez a Petrobras é usada politicamente, para ajudar o governo a cumprir sua meta de superávit", disse a gestora da Coinvalores, Tatiane Pereira, ao Valor Online. O superávit primário é uma espécie de poupança do governo feita para pagar os juros da dívida. "Acontece que a empresa não vai conseguir fechar a conta de necessidade de investimentos frente ao seu fluxo de  caixa", avaliou a gestora.

Os números mais fracos da arrecadação federal e o déficit primário de R$ 10,5 bilhões (quando as despesas são maiores que a receita) do governo central em maio também desanimaram o mercado. O déficit é o pior resultado para o mês desde 1997.

O setor bancário foi outro a ter perdas na Bovespa depois da divulgação da nota de crédito do Banco Central, que voltou a mostrar ritmo fraco de expansão dos financiamentos.

Defesa do contrato

Em discurso na convenção do PCdoB, nesta sexta-feira (27), a presidente Dilma Rousseff defendeu a contratação direta da Petrobras. Segundo ela, a exploração das novas áreas trará uma riqueza "quase sem precedentes" para o país. "Demos um passo adiante na soberania do negócio de petróleo que anunciamos esta semana. O que fizemos [cessão à Petrobras] é legal, está na Lei de Partilha", disse. “Com esses campos, capazes de produzir de 10 a 14 bilhões de barris de petróleo, a Petrobras passa a ter acesso ao maior volume de petróleo tornado acessível no mundo a uma empresa."


A Petrobras afirmou nesta sexta-feira que seu Conselho de Administração autorizou, em fevereiro, a diretoria a buscar novas reservas de petróleo. “Na reunião do Conselho de Administração de fevereiro houve a aprovação para que a empresa buscasse novas fontes para explorar petróleo e gás no país, no plano estratégico até 2030. Essa ação foi global, foi aprovada pelo Conselho de Administração”, disse a ministra do Planejamento e conselheira da estatal, Miriam Belchior, ao ser questionada sobre o assunto durante a apresentação do 10º balanço do PAC 2, em Brasília.

A declaração da ministra foi dada após o conselheiro Silvio Sinedino, que representa os funcionários no Conselho da empresa, ter afirmado na véspera que considerava recorrer à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por não ter sido informado sobre um acordo da Petrobras com a União para produção de petróleo excedente em quatro áreas do pré-sal.

A Petrobras estima uma economia de custos com descoberta de US$ 18 bilhões entre 2015 e 2021 pela contratação direta. Em reunião com analistas de instituições financeiras nesta sexta, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse que a estatal prevê que seriam necessários investimentos de cerca de US$ 26 bilhões para adquirir áreas, descobrir e delimitar potencial do óleo excedente. Segundo a Reuters, a apresentação foi encaminhada à CVM.

Como foi o contrato
No começo desta semana, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) escolheu a Petrobras para extrair um volume excedente estimado de 9,8 bilhões a 15,2 bilhões de barris de petróleo na cessão onerosa (em que se paga pelo direito de explorar).


Os quatro campos de petróleo do pré-sal cedidos à petroleira são Búzios (antigo campo de Franco), Entorno de Iara, Florim e Nordeste de Tupi. Desde 2010 a Petrobras já tinha autorização para retirar óleo dessas áreas. No entanto, esse acerto permite a produção de apenas 5 bilhões de barris.

Estudos feitos nos últimos anos apontam que a capacidade de produção desses campos é bem superior, de 10 a 14 bilhões de barris a mais. É para extrair esse volume extra que o governo anunciou na última terça (24) a contratação direta da Petrobras.

A transação será feita sob um regime diferente, chamado de partilha, em que o lucro da produção é partilhado entre as empresas produtoras e a União. O regime é o mesmo do leilão do campo de Libra, no ano passado. 

A União vai receber R$ 2 bilhões pelo bônus de assinatura do contrato com a Petrobras, que deve ocorrer ainda em 2014. 

Além disso, o governo pode optar por antecipar, entre 2015 e 2018, cerca de R$ 13 bilhões dos valores em óleo a que tem direito.

A presidente da estatal, Maria das Graças Foster, defendeu o acordo. "É uma oportunidade excelente, com baixíssimo risco, e conosco podendo compartilhar a nossa própria tecnologia com nós mesmos", disse na última terça (24).

Justiça julga válida demissão com justa causa por ‘curtida’ no Facebook





Funcionário de concessionária de motos 'curtiu' post ofensivo à empresa.


Juíza do TRT: 'Fato é grave, posto que se sabe o alcance das redes sociais'

 Do G1, em São Paulo
Versão gigante do ícone Curtir, popularizado pelo Facebook, é exibido na entrada da nova sede da rede social em Menlo Park, na Califórnia (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Versão gigante do ícone Curtir, popularizado pelo Facebook, é exibido na entrada da nova sede da rede social em Menlo Park, na Califórnia 


Uma concessionária de motos do interior de São Paulo demitiu por justa causa um de seus funcionários porque ele “curtiu” no Facebook os comentários ofensivos à empresa e a uma das sócias da companhia. O rapaz acionou a Justiça e, na segunda-feira (22), o Tribunal Regional Trabalhista (TRT) considerou válida a decisão da empresa.

Após passar pela 1ª Vara do Trabalho de Jundiaí, primeira instância da Justiça do Trabalho, a ação chegou ao TRT da 15ª Região. A juíza relatora Patrícia Glugovskis Penna Martins considerou que “o fato é grave, posto que se sabe o alcance das redes sociais". "Isso sem contar que o recorrente [o rapaz demitido] confirma que outros funcionários da empresa também ‘eram seus amigos’ no Facebook”, escreveu a magistrada em seu voto.

O caso ocorreu em Jundiaí (SP) em outubro de 2012. Então recepcionista da concessionária de motocicletas BM Motos, Jonathan Pires Vidal da Rocha “curtiu” a publicação de um ex-funcionário da loja. As mensagens ofendiam não só a empresa mas também uma de suas proprietárias –após pedido da companhia, o Facebook apagou a página.

Rocha ainda comentou a publicação. “Você é louco Cara! Mano, vc é louco!”, escreveu o rapaz, em uma sexta-feira. Na segunda-feira seguinte, depois de descobrir a atividade do funcionário na rede social, a empresa demitiu o rapaz por justa causa.

“A justa causa decorre do fato de que na rede social Facebook você compactuou com as publicações gravemente ofensivas à honra, integridade e moral da empresa BM Motos, de seus funcionários e da sócia, Dra. Daniela Magalhães, as quais foram inseridas pelo ex-funcionário Felipe Constantino”, afirmou a companhia ao funcionário para justificar a demissão.

Em depoimento, Rocha afirmou que publicou os comentários para desencorajar o ex-funcionário. “Pela forma escrita, parecem muito mais elogios”, rebateu a juíza relatora.


“Efetivamente as ofensas foram escritas pelo ex-funcionário [Constantino], no entanto, todas foram ‘curtidas’ pelo recorrente [Rocha], com respostas cheias de onomatopeias que indicam gritos e risos”, afirmou a juíza, em seu voto.

Ela, porém, concordou com o argumento da companhia de que Rocha endossou a postagem ofensiva ao “curtir” a publicação. “A liberdade de expressão não permite ao empregado travar conversas públicas em rede social ofendendo a sócia proprietária da empresa, o que prejudicou de forma definitiva a continuidade de seu pacto laboral, mormente quando se constata que seu contrato de trabalho perdurado por pouco mais de 4 meses”, escreveu.

Rocha ainda foi condenado a pagar uma multa R$ 17 mil por litigância de má fé –quando uma das partes tenta atrapalhar o andamento do processo. A pena, porém, foi retirada pela juíza do TRT. A defesa de Rocha afirma que não recorrerá da decisão, pois o prazo já venceu. Até a publicação dessa reportagem, os advogados da BM Motos não retornaram as ligações do G1.

Veja qual é a situação atual de cada uma das metas do Plano da Educação





PNE traça metas para todos os níveis de ensino até 2023.
Objetivo é melhorar a qualidade da educação nos próximos dez anos.

Do G1, em São Paulo
O Brasil tem dez anos para melhorar a qualidade de educação pública. Depois de quase quatro anos de discussão, o Plano Nacional da Educação (PNE) que estabele 20 metas, foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff na ultima quarta-feira (25) 



Alejandra Meraz Velasco, gerente da área técnica do movimento Todos pela Educação, diz que mesmo não tendo grandes inovações, todas as metas do PNE são muito desafiadoras. "O desafio é alcançar a equidade, o Brasil precisa lutar na redução da desigualdade. Temos de alcançar as metas e combater a desigualdade, não dá para a Região Nordeste ser visivelmente inferior às Regiões Centro-Oeste e Sudeste."


Para monitorar o andamento das metas, o Todos pela Educação criou, em parceria com outros institutos, o Observatório do PNE, uma plataforma on-line que traz indicadores sobre a situação em cada um dos objetivos estabelecidos pelo plano.

A elaboração é do Todos pela Educação com base em dados do censo escolar, IBGE/ Pnad, Prova ABC, Capes. Foram utilizados os dados mais atualizados, porém são do ano de 2012.

Confira a posição do Brasil em cada uma das 20 metas do plano:

1) EDUCAÇÃO INFANTIL
A meta é ter 100% das crianças de 4 e 5 anos matriculadas na pré-escola até 2016...
Como estamos: 82,2%
... e 50% das crianças com até três anos matriculadas em creches nos próximos dez anos.
Como estamos: 23,5%


2) ENSINO FUNDAMENTAL
A meta é fazer com que todas as crianças de 6 a 14 anos estejam matriculadas no ensino fundamental de 9 anos...
Como estamos: 93,8%
... e garantir que, em um prazo de dez anos, pelo menos 95% delas concluam o fundamental na idade recomendada.
Como estamos: 67,4%


3) ENSINO MÉDIO
A meta é alcançar 100% do atendimento escolar para adolescentes entre 15 e 17 anos...
Como estamos: 81,2%
... e elevar, em até dez anos, a taxa líquida de matrículas dessa faixa etária no ensino médio para 85%.
Como estamos: 54,4%


4) EDUCAÇÃO ESPECIAL
A meta é garantir que todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos com necessidades especiais tenham acesso à educação básica com atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino.
Como estamos: não há dados para o monitoramento desta meta. As pesquisas e o Censo do IBGE não levantam informações completas que permitam diagnosticar a situação.


5) ALFABETIZAÇÃO
A meta é alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental.
Como estamos:
44,5% das crianças com aprendizagem adequada em leitura (meta é atingir 100% em dez anos nos três quesitos)
30,1% das crianças com aprendizagem adequada em escrita
33,3% das crianças com aprendizagem adequada em matemática


6) EDUCAÇÃO INTEGRAL
A meta é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas...
Como estamos: 28,4%
... e atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Como estamos: 9,9%


7) APRENDIZADO NA IDADE CERTA
A meta é melhora a qualidade da educação e aumentar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em três etapas até 2021:
- 6,0 nos anos iniciais do fundamental
Como estamos: 5,0
- 5,5 nos anos finais do fundamental
Como estamos: 4,1
- 5,2 no ensino médio
Como estamos: 3,7


8) ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO ADULTA
A meta é aumentar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, alcançando, em até dez anos, a média de 12 anos de estudo para as populações do campo e dos 25% mais pobres; além disso, igualar a escolaridade média entre negros e não-negros.
Como estamos:
7,6 anos (população do campo)
7,9 anos (população mais pobre)
9 anos (população negra)


9) ANALFABETISMO DOS ADULTOS
A meta é reduzir para 6,5% a taxa de analfabetismo da população maior de 15 anos até 2015 e erradicá-la em até dez anos...
Como estamos: 91,3% (taxa de alfabetização)
... e reduzir a taxa de analfabetismo funcional pela metade no mesmo período.
Como estamos: 27% (meta é 13,5%)


10) EJA INTEGRADA À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
A meta é garantir que pelo menos 25% das matrículas da educação de jovens e adultos (EJA) seja integrada à educação profissional.
Como estamos:
0,7% (no ensino fundamental)
2,7% (no ensino médio)



11) EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
A meta é triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público.


Como estamos:

 
1.362.200 matrículas no ensino técnico (meta é atingir 4.086.600 até 2023)
59.989 novas matrículas na rede pública (meta é atingir 1.362.200 até 2023)


12) EDUCAÇÃO SUPERIOR
A meta é elevar a taxa bruta de matrícula da educação superior para 50% da população entre 18 a 24 anos, assegurando a qualidade, e expandir as matrículas no setor público em pelo menos 40%.
Como estamos:
15,4% é a porcentagem de matrículas da população de 18 a 24 anos no ensino superior


13) TITULAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
A meta é garantir que pelo menos 75% dos professores da educação superior sejam mestres e 35%, doutores.
Como estamos:
68,3% mestres e doutores
29,9% doutores


14) PÓS-GRADUAÇÃO
A meta é ampliar as matrículas na pós-graduação stricto sensu para atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Como estamos:
42.878 mestres
13.912 doutores


15) FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A meta é criar, em até um ano, uma política nacional de formação de professores para assegurar que todos os professores da educação básica possuam curso de licenciatura de nível superior na área de conhecimento em que atuam.
Como estamos:
78,1% professores de educação básica com curso superior
48,3% professores do ensino médio que têm licenciatura na área em que atuam


16) PÓS-GRADUAÇÃO DE PROFESSORES
A meta é formar, em até dez anos, 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação, e garantir que 100% dos professores tenham curso de formação continuada.
Como estamos:
29% professores da educação básica com pós


17) SALÁRIO DO PROFESSOR
A meta é equiparar, em até seis anos, os salários dos professores das redes públicas de educação básica ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Como estamos: 51,7% é o rendimento médio dos professores da educação básica em relação ao rendimento dos demais profissionais com mesma escolaridade


18) PLANO DE CARREIRA DO PROFESSOR
A meta é criar, em até dois anos, planos de carreira para os professores do ensino básico e superior das redes públicas, tomando como base o piso salarial nacional.
Como estamos: não há indicador que permita o acompanhamento desta meta.


19) GESTÃO DEMOCRÁTICA
A meta é em até dois anos, dar condições para a efetivação da gestão democrática da educação, com critérios de mérito e desempenho e consulta pública à comunidade escolar.
Como estamos: não há um indicador que permita acompanhar o cumprimento desta meta.


20) FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO
A meta é atingir, em até dez anos, o investimento do equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública.
Como estamos: 5,3%