segunda-feira, 3 de agosto de 2015

CAMPANHA DE DILMA PAGOU R$ 6 MILHÕES A GRÁFICA QUE NÃO TEM FUNCIONÁRIOS E O DONO É UM MOTORISTA




A coisa é complicada. Confiram trecho de reportagem da Folha, por Andréia Sadi, Ranier Bragon e Gustavo Uribe, voltamos em seguida:

“A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição pagou R$ 6,15 milhões a uma gráfica que não tem nenhum funcionário registrado e cujos documentos apontam como presidente o motorista Vivaldo Dias da Silva, que em 2013 recebia R$ 1.490. A Rede Seg Gráfica e Editora, de São Paulo, aparece como a oitava fornecedora que mais recebeu dinheiro da campanha presidencial petista no ano passado, de acordo com os registros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).”

Não basta a Operação Lava Jato, investigando integrantes dos governos de Dilma Rousseff e Lula, além do TCU, julgando as pedaladas fiscais (que ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal). Agora, também a Justiça Eleitoral encontra indícios nada louváveis.

O cerco se fecha em todas as frentes.


02 de agosto de 2015
implicante

NOTAS PERTINENTES-- Erenice, Sempre Ela, o Braço Esquerdo de Dilma Rousseff

 
O comunista caquético imbecil FHC diz que Dilma é honesta. Interessante, onde Dilma pos a mão, o setor elétrico - que Dilma administrou como uma czarina ninfomaníaca por estatais - é o setor recordista em corrupção como mostram o Petrolão e o Eletrolhão. Dilma, evidentemente, não tem competência para administrar tanta roubalheira sozinha, precisa de alguém com experiência, com a bandidagem na massa do sangue, com a falta de caráter típica dos petistas, precisa de uma Erenice, seu querido braço esquerdo. 
 
 
Erenice é pau pra toda obra, sempre apta, atenta, dedicada para maximizar a roubalheira: O consórcio construtor de Belo Monte é liderado pela Andrade Gutierrez em parceria com Odebrecht, Camargo Correa, Queiroz Galvão e OAS, as mesmas do clube do bilhão, além de outras cinco menores. 
 
 
A PF sabe que no mesmo local também eram negociados projetos para captação de investimento de fundos de pensão e acertos para a anulação de multas fiscais no Carf, que já é alvo de outra operação. Erenice, dizem os investigadores, também atuou na comercialização de energia. Ela chegou a se associar informalmente ao ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau e ao lobista Alexandre Paes dos Santos no Instituto de Desenvolvimento de Estudos e Projetos Econômicos”.


A Podridão Profunda do Jornalismo Brasileiro

A revelação de que Marcelo Odebrecht financiou a campanha de Dilma Rousseff com dinheiro roubado da Petrobras e depositado na Suíça foi ignorada pelos jornais.

02 de agosto de 2015
in selva brasilis

AS AMEAÇAS DE LURIAN DA SILVA (MAIS UMA "LULLA" TRAMBIQUEIRA!)"Até a "GORDA" filhota bastarda do EX presidente Defuntus Maracutaius, entrou na confusão e na presepada para defender as trampolinagens do alcoviteiro papai."

lurian da silva...
Obs.: nome de pessoas desqualificadas se escreve com letra minúscula.

Agora a briga é familiar.


Até a "GORDA" filhota bastarda do EX presidente Defuntus Maracutaius, entrou na confusão e na presepada para defender as trampolinagens do alcoviteiro papai.


Lurian (háháhá, Lurian, mais uma vez a prova que pobre adora misturar nomes para dar à cria) Lulla da Silva, a GORDA senhoura da fotinho acima, em sua página do feicebuqui, fez ameaças aos que querem ver o "traste PTralha" batendo com o costado na cadeia.
Entre outras baboseiras, a filhota ONGueira do ex presidente disse que: "estão mexendo em um vespeiro"
Em seus vômitos de insanidades, a filhota ainda insiste em dizer que mexer com seu amado papai, é mexer com 80% do povo brasileiro.
Bem, minha querida e robusta criatura, mesmo que seu papai tivesse 80% de popularidade, nada iria adiantar acreditar que o povo iria para as ruas em defesa do seu trampolineiro "papis".
Por dois motivos, O primeiro é porque o povo só vai para as ruas para festejar alguma coisa. Para protestar, ou mesmo para defender quem quer que seja é IMPOSSÍVEL!!!
O brasileiro não tem o hábito de sair em passeata para porra nenhuma, e não terá para sair em defesa de um "mentiroso e patético parlapatão apedeuta" que na vida só aprendeu a levar vantagens sem ter que se esforçar para ganha-la.
E o segundo, pelo que temos visto, nem a militontância do partido das ratazanas vermelhas anda motivada para fazer ainda mais papel de palhaço.
Veja que o Zé Dirceu berrou aos quatro ventos que o povo iria às ruas em sua defesa e não conseguiram reunir nem "cem otários" que ainda acreditam nas mentiras e manobras perpetradas pela quadrilha que se formou em Brasília e que o MUNDO sabe quem é o chefe do bando.
Tanto sabe, que algumas das palestras que seu papai iria fazer pelaí, já foram CANCELADAS pelas empresas que contrataram.
Ninguém mais quer ser visto ao lado do "trampolineiro MÓR da pocilga".
Assim que o barco começar a afundar, os ratos são os primeiros a fugir, e rato vermelho é o que não falta no PT.
Mas em vez de ir ao Feicebuqui para ameaçar uma revolta que nunca acontecerá, porque você não prestou contas dos DEZ MILHÕES que pegou para sua "fajuta ONG" que simplesmente desapareceu após a entrada dessa grana?


E o dinheiro do "Fome Zero" que sumiu?


Ou então abra suas contas para que a população veja o quanto você torrou de grana nos "cartões corporativos" que seu papai arrumou para seu uso, mesmo VOCÊ não tendo cargo algum na presidência da república, ou no estado Brasuca.


Em vez de ficar pagando de indignada e de aglutinadora de otário para "defender bandoleiros", venha à público e abra suas contas e mostre o quanto vocês são honestos e que tudo o que dizem a respeito da sua família é coisa da imprensa golpista e dos reacionários pagadores de impostos da pocilga.


Sem contar o quanto sua família PESA no erário público para manter seguranças da PF tomando conta de vocês. Oras, se vocês sabem que o papis tem 80% de popularidade, não há o que temer, portanto não precisam de babás da PF garantindo seu sono. Ainda mais sabendo que o povo Brasuca é de uma covardia e "frouxidão estratosférica" !!


E sinceridade, eu nem sei como é que sua família MAFIOSA  consegue dormir em paz sabendo o quanto vocês se apoderaram do sofrido povo pobre, burro, e festeiro da pocilga.


E devolva a grana da ONG como prova de que você é uma pessoa séria e impoluta. Pois enfiar dez milhetas no bolso e depois ficar pagando de indignada é fácil. Difícil mesmo é mostrar a verdadeira cara de bolacha e abrir as contas para uma auditoria...

HIPOCRISIA ...
ATO DE FINGIR POSSUIR QUALIDADES, IDÉIAS E SENTIMENTOS QUE NA VERDADE NÃO SE TEM!!

          JUIZ SERGIO MORO
                                              O GRANDE HERÓI DO BRASIL!

03 de agosto de 2015
(recebido por email)


NOTA AO PÉ DO TEXTO

Dez milhetas no bolso, via o velho golpe da ong... 

Sinceramente, fica cada dia mais difícil assistir o desfilar desse carnaval de escânlos. Não passa semana sem que algum personagem dessa trama diabólica que teceu esses anos da nossa história, não traga figurinhas as mais estranhas, devedoras de muitas explicações.

Agora a 'robusta' filhinha do paipai sai com paus e pedras na defesa do trambiqueiro apedeuta.

Mas ladino, convenhamos! Enganou um país inteiro, com sua arengação pra lá de ética. Vendeu a imagem do anjo vingador que iria salvar o Brasil da esbórnia e punir com ferro e fogo os capetas que assombravam as virtudes patrióticas dos que se opunham ao criminoso ato de assaltar o país.

Hoje, na sucessão das denúncias que não cessam via delação premiada, assistismos as impolutas celebridades de todos os naipes amargando a vergonha pública. E para o bem de todos, tirando a máscara do trampolineiro mor, que um dia conseguiu ascender e afundar o país na lama e na indecência moral. Desnecessário falar da desintegração econômica, da destruição da Petrobras e mais que venham pelaí.

E ainda vem a 'robusta' ameaçar os que de olhos abertos denunciam as bandalheiras dos safados.

Devolva as dez milhetas e cale a boquinha, pois a outra, a do cartão corporativo que você usou para o bem próprio sem qualquer direito, já era...

Aguarde, pois o seu dia vai chegar.

m.americo

Corrupção é sistêmica, sim, procurador. Mas foi institucionalizada pelo PT.


Em entrevista ao Estadão, o procurador Deltan Dallagnol disse que a corrupção, no Brasil, é sistêmica. Sim, vivemos num país patrimonialista, em que políticos, empresários et caterva tratam o Estado como propriedade privada, mas nunca, na história do Brasil, a corrupção foi tão profunda quanto nos últimos 12 anos. Corrupção sempre houve, mas o lulopetismo a institucionalizou. É necessário reconhecer isto para não escorregar no relativismo feroz, tão enaltecido pelos petistas, principalmente nas universidades:

O procurador da República Deltan Dallagnol alerta que o Brasil precisa reconhecer que a corrupção não é um problema de um partido ou de um governo. “Ela é sistêmica”, afirma. Ele condena a partidarização do discurso “ou a crença ilusória” de que o País vencerá os malfeitos com a mudança de governos ou partidos. “Precisamos de sistemas e instituições saudáveis. A história nos mostra que a corrupção não tem cor ou partido.”
Deltan Dallagnol integra a força-tarefa da Operação Lava Jato, a mais explosiva ação integrada do Ministério Público Federal e da Polícia Federal já deflagrada contra desvios de recursos públicos – o núcleo central da organização criminosa assumiu o controle de contratos bilionários da Petrobrás e distribuiu propinas a políticos e partidos durante uma década.
Deltan Dallagnol assumiu uma cruzada sem precedentes na história de sua Instituição. Ele quer o que chama de ‘um País mais justo’. “A corrupção sangra o nosso País”, adverte.
Sua meta, e a de seus pares no Ministério Público Federal, é levar ao Congresso um projeto de lei que contemple dez medidas contra a corrupção. O desafio é enorme: “Precisamos de um milhão e meio de assinaturas para que essas ideias se transformem em um projeto, assim como a Ficha Limpa.”
Eis as dez medidas que Deltan Dallagnol prega, endossadas pela Procuradoria-Geral da República:
1) PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO, TRANSPARÊNCIA E PROTEÇÃO À FONTE DE INFORMAÇÃO
2) CRIMINALIZAÇÃO DO ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DE AGENTES PÚBLICOS
3) AUMENTO DAS PENAS E CRIME HEDIONDO PARA CORRUPÇÃO DE ALTOS VALORES
4) AUMENTO DA EFICIÊNCIA E DA JUSTIÇA DOS RECURSOS NO PROCESSO PENAL
5) CELERIDADE NAS AÇÕES DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
6) REFORMA NO SISTEMA DE PRESCRIÇÃO PENAL
7) AJUSTES NAS NULIDADES PENAIS
8) RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2
9) PRISÃO PREVENTIVA PARA ASSEGURAR A DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO DESVIADO
10) RECUPERAÇÃO DO LUCRO DERIVADO DO CRIME
Estado: Qual é o remédio para combater a corrupção em processo de metástase?
Procurador da República Deltan Dallagnol: Primeiro precisamos reconhecer que a corrupção não é um problema de um partido ou de um governo, mas é sistêmica. A corrupção endêmica levou a ser cunhada, na nova República, durante o governo Getúlio Vargas, a expressão “mar de lama”. Houve corrupção durante a ditadura e diversos escândalos ocorreram em nosso período democrático. Elegemos um presidente para caçar os corruptos, ou “marajás”, e a história não acabou bem. Nossas esperanças devem ser depositadas sobre um sistema que funciona bem, e não sobre pessoas. O problema, hoje, é que o sistema funciona mal. Se queremos um país com menos corrupção e menos impunidade, precisamos mudar a lei. Por isso, propusemos as 10 medidas.
Estado: O sr. disse que a Lava Jato é um ‘suspiro de esperança’. O sr. tem alguma esperança de que a corrupção será derrotada
Deltan Dallagnol: Vivemos uma janela de oportunidade para derrotar a corrupção como nunca tivemos em nossa história. Jamais a população esteve tão sensível, tão esperançosa e tão disposta a agir para alcançarmos as mudanças necessárias para nos livrarmos da corrupção e da impunidade, as quais caminham juntas. A experiência internacional nos mostra que é, sim, possível vencer a corrupção. Hong Kong tinha uma corrupção tão intensa como a brasileira e, na década de setenta do último século, adotou uma estratégia de combate à corrupção que inspira as 10 medidas. Sob gestão do Reino, essa estratégia levou Hong Kong a ocupar, hoje, a posição de 17º país mais honesto do mundo, no ranking da Transparência Internacional, estando 52 posições à frente do Brasil.
Estado: Por que o País chegou a esse estágio desenfreado de malfeitos? O País já se conforma com a corrupção?
Deltan Dallagnol: A corrupção no Brasil remonta ao período colonial e a uma cultura de exploração. Padre Antônio Vieira, no sermão do bom ladrão, já dizia que os governantes não vinham de Portugal com o propósito de alcançar nosso bem, mas sim de alcançar nossos bens. Quando a família real aportou no Brasil, em 1808, fugida de Napoleão, não havia uma estrutura palaciana para a abrigar. Hospedou-se na Quinta da Boa Vista, então pertencente a um traficante de escravos, que foi agraciado com uma série de benefícios pela coroa. Acredito que nosso passado influencia, mas não determina, quem somos. Mais do que isso, acredito que podemos escolher quem queremos ser e que país queremos ter. As propostas do Ministério Público são fruto de uma aspiração por um país mais justo. A sociedade brasileira é senhora de seu destino, autora de sua história, e pode construir um Brasil melhor.
Estado: Que propostas o sr. e sua Instituição têm para golpear a rede de propinas que se instalou em órgãos da administração pública?
Deltan Dallagnol: Precisamos atuar em três frentes: evitar que a corrupção aconteça; garantir a punição e a recuperação de valores desviados pela corrupção de modo adequado; e acabar com a impunidade. Há várias propostas dentro desses três contextos. Para evitar a corrupção, por exemplo, propomos conscientização e educação, inclusive mediante marketing de massa e programas em escolas e universidades, a implementação de testes de integridade sobre agentes públicos (recomendados pela ONU e Transparência Internacional), a existência de códigos de conduta claros por categoria e a implementação de treinamentos na Administração Pública, bem como a proteção da identidade do cidadão que pode contribuir com a investigação de casos de corrupção quando necessário. Para garantir a punição adequada, a corrupção passa a ter penas mais condizentes com sua gravidade e aquela de altos valores passa a ser crime hediondo. Com o objetivo de recuperar valores desviados, propomos novos mecanismos, recomendados pela ONU, para fechar brechas por onde escapam para o ralo, como o confisco do dinheiro desviado ainda que o processo criminal se encerre porque o corrupto morreu. Por fim, para acabar com a impunidade, propomos a agilização de processos e que estes só “prescrevam”, isto é, sejam cancelados pelo simples decurso do tempo, quando o Estado não tiver agido de modo adequado. No caso propinoduto, que apurou desvios milionários por fiscais estaduais do Rio de Janeiro, por exemplo, os crimes de corrupção foram “cancelados”, como se jamais tivessem ocorrido, em razão tão somente da demora do trâmite do processo no Judiciário.
Estado: Qual é a maior dificuldade em implementar as dez propostas do MPF?
Deltan Dallagnol: Vou citar duas dificuldades. A primeira é a passividade. Martin Luther King, ativista americano pela igualdade racial, dizia que sua maior preocupação não era a maldade dos maus, mas o silêncio dos bons. Se queremos um país melhor, a saída não é ficar reclamando e esperar que ele caia dos céus. Devemos arregaçar as mangas e fazer nosso melhor para que ele aconteça. Hoje a sociedade tem, mais e mais, essa percepção, e estou impressionado com o engajamento na colheita das assinaturas para as 10 medidas. Gente de todo lado do país está fazendo isso. A segunda é a partidarização do discurso ou a crença ilusória de que resolveremos o problema da corrupção com a mudança de governos ou partidos. Precisamos de sistemas e instituições saudáveis que impeçam a corrupção independentemente de quem está no poder. O que a história nos mostra, aliás, é que a corrupção não tem cor ou partido.
Estado: Diante de um cenário dominado por desvios e violências, o sr. já cogitou de sair do País?
Deltan Dallagnol: Eu, não. Talvez por ser teimoso (risos). Vivi um ano em Cambrige, quando estudava em Harvard, e o que mais queria era poder empregar o que aprendi lá em favor de um país melhor. Após uma de minhas palestras sobre as 10 medidas, um empresário, sócio de uma grande empresa de transportes, veio falar comigo. Ele disse que estava decidido a deixar o Brasil, mas, após a palestra, decidiu empregar todas as suas energias e tempo buscar a transformação do país, inclusive por meio da aprovação das 10 medidas. Se o brasileiro é aquele que não desiste nunca, devemos dizer que somos brasileiros e não vamos desistir do nosso país.
Estado: A colaboração premiada é uma realidade? Ela tem sido decisiva para a Lava Jato?
Deltan Dallagnol: A colaboração premiada já era uma realidade, no caso Banestado. Ela é decisiva, na medida em que traz um efeito exponencial, ou “efeito dominó”, nas investigações. Jamais serve sozinha para acusar alguém criminalmente, mas é um excelente início de prova para aprofundar a investigação. Assim aconteceu, por exemplo, no caso da Odebrecht, em que o aprofundamento das investigações nos levou a conseguir depósitos bancários milionários feitos por contas em nome da Odebrecht em favor de ex-diretores da Petrobras, tudo de modo escondido, no exterior.
Estado: Por que, sobretudo advogados renomados, resistem à colaboração? (Estadão).

Operação Pixuleco: Zé Dirceu começa a semana atrás das grades.


O mensaleiro Zé Dirceu - que aparece em nove de cada 10 escândalos - foi preso nesta manhã, na operação Pixuleco, junto com seu irmão Luiz Eduardo Oliveira e Silva e seu ex-assessor Roberto Marques. Ele próprio já aguardava a prisão, pois tentou várias vezes o habeas corpus preventivo:

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil do governo Lula) foi preso pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira, 3, em Brasília, na 17ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Pixuleco.  Dirceu é alvo de prisão preventiva decretada pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as investigações.
Além de Dirceu, foram presos também seu irmão, Luiz Eduardo Oliveira e Silva, que era sócio na empresa de consultoria e seu ex-assessor Roberto Marques, conhecido como Bob.
A Polícia Federal de batizou de Pixuleco a 17ª fase da Operação Lava Jato em alusão ao termo usado pelo empreiteiro Ricardo Pessoa, presidente da UTC Engenharia, para denominar propinas recebidas em contratos. Pessoa é apontado pela força-tarefa da Lava Jato como o “presidente” do clube de empreiteiras que teriam, mediante pagamento de propinas a agentes públicos, formado cartel para obter vantagens em contratos junto à Petrobrás.
Nesta segunda, cerca de 200 policiais federais cumprem ao todo 40 mandados judiciais, sendo 26 de busca e apreensão, três de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e seis de condução coercitiva. Os mandados estão sendo cumpridos nos Estado de São Paulo e Rio de Janeiro. Também foram decretadas medidas de sequestro de imóveis e bloqueio de ativos financeiros.
De acordo com a PF, esta fase da operação se concentra no cumprimento de medidas cautelares referentes a “pagamentos de vantagens indevidas oriundas de contratos com o Poder Público, alcançando beneficiários finais e ‘laranjas’utilizadas nas transações”. Entre os crimes investigados estão corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
O ex- ministro está sob investigação por suposto recebimento de propinas disfarçadas na forma de consultorias, por meio de sua empresa, a JD Assessoria e Consultoria, já desativada. Dirceu será transferido ainda hoje para Curitiba, sede da Lava Jato.
A Polícia Federal incluiu a JD Assessoria e Consultoria em um grupo de 31 empresas “suspeitas de promoverem operações de lavagem de dinheiro” em contratos das obras da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco – construção iniciada em 2007, que deveria custar R$ 4 bilhões e consumiu mais de R$ 23 bilhões da Petrobrás.
O documento é o primeiro de uma série de perícias técnicas da Polícia Federal que apontam um percentual de desvios na Petrobrás de até 20% do valor de contratos. Esse número é superior aos 3% apontados até aqui nas investigações da Operação Lava Jato, que incluía apenas a propina dos agentes públicos e políticos.
Foi identificada movimentação financeira da ordem de R$ 71,4 milhões, tendo como origem Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A e como destino as seguintes empresas, suspeitas de operarem lavagem de dinheiro: Costa Global Consultoria e Participações, JD Assessoria e Consultoria; Treviso do Brasil Empreendimentos e Piemonte Empreendimentos”, registra o laudo 1342/2015 presente nos autos da Lava Jato.
Ao firmar acordo de delação premiada, o lobista Milton Pascowitch detalhou suas ligações com Dirceu. Para a força-tarefa da Operação Lava Jato, as revelações de Pascowitch foram importantes para definir as próximas linhas da investigação sobre o ex-ministro. Em troca da delação, o lobista deixou a Custódia da Polícia Federal em Curitiba (PR), base da Lava Jato, após 39 dias preso.
Após as afirmações de Pascowitch, a defesa de Dirceu ingressou com habeas corpus pare evitar uma nova prisão. Os recursos, no entanto, foram negados.
Veja quais são todas as fases da Operação Lava Jato:
8ª fase (14/01/2015) – PF cumpre 1 mandado de prisão preventiva
13ª fase (21/05/2015) - PF deflagra 13ª fase da Lava Jato
16ª fase (28/07/2015) - PF cumpre 30 mandados em nova fase da Lava Jato (Estadão).

PT e Lula: desde 2003 abrindo as portas para a corrupção.


Em editorial, o Estadão diz que "Lula e o PT, desde que chegaram ao poder em 2003, passaram a criar no País um ambiente favorável à corrupção. Aí estão os sucessivos escândalos que o comprovam":

A 16.ª fase da Operação Lava Jato, que inaugurou a ampliação das investigações do petrolão para o setor elétrico, confirma o que os escândalos do mensalão e do propinoduto na Petrobrás já haviam evidenciado: a corrupção tornou-se endêmica na administração pública. “Estamos vivendo um processo de metástase da corrupção. A corrupção espalhou-se para outros órgãos da administração pública”, declarou em Curitiba, ao anunciar a nova operação da Polícia Federal, batizada de Radioatividade, o procurador federal Athayde Ribeiro Costa.
Chega a ser chocante - além da constatação de que a prática de ilicitudes no âmbito do governo atinge proporções alarmantes - que o poder de sedução dos corruptores seja irresistível até para personalidades públicas de currículo notável como o do presidente licenciado da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás, vice-almirante reformado Othon Luiz Pinheiro da Silva, considerado a maior autoridade brasileira em energia nuclear. Pinheiro da Silva foi preso temporariamente sob a acusação de se ter beneficiado de propinas milionárias envolvendo contratos para a construção da Usina Nuclear Angra 3. A denuncia surgiu na delação premiada do ex-presidente da Camargo Correa Dalton Avancini.
A corrupção generalizada, que aparentemente só não é encontrada onde não é procurada, é a verdadeira herança maldita de 12 anos de lulopetismo no poder. Como se tem reiteradamente afirmado neste espaço, a corrupção na gestão da coisa pública não foi inventada pelo PT. Ela é um traço perverso da mentalidade patrimonialista historicamente predominante desde os tempos coloniais. E é um fenômeno que, de resto, não é estranho a nenhuma administração pública na face da Terra. Trata-se, simplesmente, de produto das fraquezas humanas, que naturalmente tende a prosperar com maior desenvoltura em ambientes propícios.
Pois é exatamente disso que se trata: Lula e o PT, desde que chegaram ao poder em 2003, passaram a criar no País um ambiente favorável à corrupção. Aí estão os sucessivos escândalos que o comprovam.
Diante dessa constatação, costumam reagir os petistas com o argumento de que a corrupção é hoje aparentemente maior apenas porque o governo passou a garantir ao Ministério Público e à Polícia Federal autonomia e recursos para o “combate sem tréguas à corrupção” - frase que Dilma Rousseff gosta de repetir. Ora, pode-se argumentar também, com base na mesma relação inescapável de causa e efeito, que o combate à corrupção tem hoje tanta visibilidade pela simples razão de que ela está muito mais disseminada do que antes.
O fato é que a prática generalizada de ilicitudes no trato dos recursos públicos é hoje o resultado da consagração de um princípio que, se por razões óbvias não está explicitado, está implicitamente impregnado no populismo autoritário do lulopetismo. Sua grande meta, seu objetivo, seu fim é a perpetuação desta elite no poder a qualquer custo. Basta olhar para os regimes políticos que o PT admira mundo afora para ter uma ideia do que eles aspiram para o Brasil. Tudo, é claro, em benefício do “povo oprimido”.
É claro que, além do fator “ideológico” - reconhecendo-se que sobrevivem raros petistas com genuíno espírito público -, milita a favor da corrupção desenfreada o gosto pelas benesses do poder, a famosa “boquinha” da qual a companheirada mais “pragmática” nem pensa em abrir mão.
Tudo isso prosperou à sombra do peculiar modelo de “presidencialismo de coalizão”, implantado pelo lulopetismo em nome da “governabilidade”. Coalizões políticas para sustentar governos são comuns e frequentemente inevitáveis em sociedades democráticas. Mas dar sustentação política a um governo significa aderir, programática se não ideologicamente, a projetos cujos escopos sejam compatíveis com as convicções de quem apoia. A coalizão patrocinada pelo lulopetismo tem muito pouco a ver com convicções programáticas. Trata-se, quase que invariavelmente, de meros conluios cimentados por puro fisiologismo. Toma lá, dá cá. Alguém acredita que Sarney, Collor, Barbalho, Maluf e tantos outros sustentáculos da “base aliada” sejam movidos por idealismo? A partir daí, liberou geral.

CGU descobre prejuízo de R$ 37 milhões ao Tesouro em 2015


O trabalho resultou no cumprimento de 48 mandados de prisão e afastamento de 13 servidores do exercício da função pública
A Controladoria-Geral da União (CGU) informou na sexta-feira, 31, que no primeiro semestre de 2015 realizou 14 operações especiais em conjunto com a Polícia Federal, o Ministério Público, a Receita e outros órgãos de controle federais e estaduais - esse trabalho resultou no cumprimento de 48 mandados de prisão e afastamento de 13 servidores do exercício da função pública.


Segundo a CGU, as investigações permitiram identificar e evitar a continuidade de prejuízos ao erário da ordem de R$ 37 milhões.


A CGU informou que o objetivo das operações é desarticular organizações criminosas especializadas em desvios recursos públicos.


As principais constatações da CGU foram fraudes em licitações e contratos; além de sobrepreço e superfaturamento na execução de programas de governo. Os envolvidos foram indiciados por peculato, corrupção passiva e ativa, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro.


As áreas envolvidas nas investigações, segundo a Controladoria-Geral da União foram: Saúde, Educação, Minas e Energia, Cidades, Agricultura, Turismo, Planejamento, Integração Nacional e Transportes. As investigações estão distribuídas no Distrito Federal e em nove Estados - Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Amapá, Rondônia, Minas Gerais e Mato Grosso.


A CGU destaca o caráter preventivo da Operação Caronte (MT) que desarticulou organização criminosa antes mesmo que ocorresse a transferência de recursos federais para os beneficiários. Na ocasião, as prefeituras envolvidas (Rondonópolis, Cuiabá e Sapezal) suspenderam as empresas fraudulentas dos processos licitatórios, evitando que elas ganhassem contratos que ultrapassavam R$ 6,6 milhões.


Segundo a CGU, a partir da parceria estabelecida entre as instituições com funções relacionadas à defesa do Estado - a própria CGU, a Polícia Federal e o Ministério Público - , no período de 2003 a 2015, foram realizadas mais de 180 operações especiais.


A Assessoria de Comunicação Social da CGU informou que esses trabalhos permitiram tanto o ajuizamento de ações judiciais (criminais e cíveis) pelo Ministério Público, quanto, na esfera administrativa, a adoção de medidas de responsabilização e de ressarcimento ao erário, como declaração de empresas inidôneas, abertura de processos de Tomada de Contas Especial (TCE) e apuração de responsabilidades dos servidores públicos federais envolvidos.


Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília

Mercado dos animais de estimação está muito longe da crise

Novidades em alimentos e diversão seduzem donos dos animais

jessica.antunes@jornaldebrasilia.com.br


Eles abanam o rabo quando estão felizes, abaixam as orelhas de vergonha e fazem a festa quando os donos se aproximam.


Os animais de estimação fazem parte da vida de quase metade da população brasiliense e ganharam um dia no Eixão. Cerca de 350 bichos estiveram ontem no primeiro Pet Day, evento inteiramente destinado aos bichos e seus proprietários, que tiveram acesso a novidades do mercado que, com tanto carinho, não sente impacto da crise. Como destaque, alimentos naturais feitos especialmente para pets fizeram sucesso.


A capital é o terceiro maior mercado pet do País. Uma pesquisa da Comissão de Animais de Companhia associada ao Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal não deixa mentir: 42% das casas do DF têm, pelo menos, um animal doméstico. No Eixão Sul, estiveram pessoas de várias regiões administrativas, como Natália Alves, bancária, 31 anos, que saiu de Ceilândia para levar seu pequeno Alvin para aproveitar o sol.


“Não tem muitos eventos para animais por aqui e é importante para interação”, avaliou. Ontem, seu cachorro passeou pelo circuito de brinquedos, ganhou ração e alimento totalmente natural, ainda desconhecido pela dona: “Vou levar para ver se ele gosta. É mais saudável”.


A possibilidade de oferecer alimentos feitos com ingredientes integrais também chamou atenção de Carmem e Ester de Souza, de 46 e 13 anos. A funcionária pública e sua filha saíram do Guará para passear com o Thor, adotado de um abrigo, e ficaram com vontade de fazer algo especial pelo cão. “Os animais agora estão virando gente, ganhando um espaço cada vez maior. Tem coisa para fazer festa de aniversário que eu não conhecia”, exemplificou.


Saiba mais
A primeira edição do Pet Day reuniu tutores, bichos, expositores de produtos para animais, veterinários, adestradores e organizações não-governamentais.


Nos próximos dois meses, a expectativa é que ocorram duas caminhadas com sup dog nos lagos Norte e Sul. A ideia é que donos e animais percorram a orla do lado e façam stand up paddle juntos no Lago Paranoá.


Mercado oferece comida natural
A zootecnista Leilane Zanganelli, 31 anos, é responsável pelo balanceamento de nutrientes e produção de petiscos naturais oferecidos em uma das bancas do evento. Ela explicou que a comida é feita sem conservante, sal, gordura ou açúcar. “Até os cachorros mais exigentes adoram. Fazemos bolos, biscoitos cupcakes, tudo para uma festa de aniversário para eles. Hoje, o cachorro é um filho”, revelou.


A venda, que começou de forma tímida, já tem uma saída além do esperado. “Vendemos mais o (produto) natural que o industrializado. A procura é muito maior do que conseguíamos imaginar”, contou o veterinário Lucas Rios, 30. Ele deixou de comprar alguns petiscos das fábricas porque encalhavam nas prateleiras.


O crescimento de vendas desse produto acompanha a expansão do setor pet que, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação,  faturou  R$ 16,7 bilhões no ano passado. Isso representa um crescimento de 10% comparado a 2013, que teve R$ 15,2 bilhões de lucro.


Foi justamente visando o crescimento do mercado e a carência de eventos destinados aos animais de estimação que os empresários Priscila e Guilherme Daves resolveram realizar o primeiro do que deve se tornar um evento semestral. Donos de uma rede de pet shops, eles criaram um ambiente para que donos e cachorros interagissem com a participação de parceiros.


“Divulgamos muito pela internet e tivemos gente de Brasília inteira. Foi um público muito maior que o esperado”, comemorou a empresária. Nenhum episódio de briga entre os animais foi registrado.



Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Integrantes do MST ocupam Ministério da Fazenda


Publicação: Segunda-feira, 03/08/2015 às 08:40:09


Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ocuparam nesta segunda (3), por volta das 5h20, o prédio principal do Ministério da Fazenda, em Brasília.


Os manifestantes estenderam uma grande faixa com a frase "Fora Levy". Eles protestam contra o corte de verbas para a reforma agrária e o ajuste fiscal, anunciados no fim de julho.
De acordo com a organização, 2 mil manifestantes participam do ato. Já nos cálculos da Polícia Militar, são 700 pessoas. No momento, a entrada ao ministério está bloqueada para servidores.


A assessoria do movimento informou que os sem-terra só devem deixar o local depois de se reunirem com representantes do governo. Integrantes do MST em outros estados também se mobilizam hoje contra os cortes no orçamento do governo.

A assessoria do Ministério da Fazenda ainda não se pronunciou sobre a ocupação.

Fonte: Agência Brasil  Jornal de Brasilia