domingo, 13 de dezembro de 2015

Venha para a rua, Levy

Não falte!



Joaquim Levy, segundo Lauro Jardim, "anda mais pessimista do que nunca. Em conversas com interlocutores privilegiados tem dito que, se o rumo das coisas não mudar, o Brasil quebra".

Vamos mudar o rumo das coisas, Levy.

Venha para a rua!





Vem pra rua!

Não falte!

Transposição do rio São Francisco vira muleta de campanha do PT


Rafael Rizzo dezembro 11, 2015
Uma das promessas mais antigas do PT é o mais novo escândalo de corrupção do país. A transposição do Rio São Francisco, que prometia levar água para milhões de nordestinos, levou milhões de reais pelo cano da corrupção.
3 promessa lula

BRASILEIROS NAS RUAS NESTE DOMINGO PRÓ-IMPEACHMENT DA DILMA E PELO BANIMENTO DOS COMUNISTAS DO PT E SEUS SÓCIOS EMPRESÁRIOS E BANQUEIROS LADRAVAZES.

https://www.facebook.com/joicehasselmann/videos/990310964374426/






Abro as postagens deste domingo, 13 de dezembro de 2015, com dois vídeos: um com a jornalista Joice Hasselmann, aí acima e outro do Vem Pra Rua. Ambos exortam as pessoas a irem às ruas neste domingo, dia 13, a partir das 13 horas para dar início às manifestaçõdes Pró-Impeachment da Dilma e Fora PT que agitarão o Basil de ponta a ponta.

Não esperem o entusiasmo da grande mídia nacional. Farão cobertura a contragosto e seus jornalistas, em imensa maioria, torcem contra juntamente com Lula e seus sequazes. Incluem-se os mega empresários e banqueiros que são os sócios principais do PT e demais agremiações comunistas - populistas uma ova! comunistas! A grande mídia sempre arranja um jeito de esconder a realidade dos fatos.

Pois bem. Neste vídeo Joice faz a convocação no âmbito de São Paulo, que é a maior capital do Brasil e uma das maiores do mundo. Fica então esta chamada que é extensiva a todo o Brasil, não importa o tamanho da cidade e o número de pessoas presentes. Nem que seja meia dúzia num pequeno rincão deste imenso país será importante, muito importante!



https://youtu.be/4E6tjm3RYc8


Se a grande mídia e seus jornalistas amestrados tentam diminuir e desqualificar as manifestações, a internet está aí para desmascará-los, bem como os blogs independentes e os próprios dispositivos móveis que permitem a postagem imediata nas redes sociais, como Facebook e Twitter.

Reforço as palavras de Joice Hasselmann. É muito importante que todos contribuam com suas presenças nas  passetas em todo o Brasil. O povo na rua é tudo o que os políticos, o PT e os empresários e banqueiros do petrolão temem. Na verdade, é a única coisa que eles tem horror.

Se alguém ainda não participou de nenhuma dessas manifestações tem mais uma oportunidade de ser protagonista da história. Dedique, portanto, algumas horas deste domingo e junte-se a essas manifestações para brecar definitivamente essa pilhagem indecente e criminosa dos cofres públicos do Brasil; para brecar esses psicopatas comunistas e seus novos sócios, banqueiros e empresários grandalhões. Essa gente tem de ser afastada do poder de qualquer maneira. Não permitiremos que sequestrem o presente e o futuro da Nação.

O impeachment da Dilma é o primeiro passo para destruir essa camorra maldita que infelicita a Nação, que paralisa o Brasil de forma a criar as condições para a implantação de um regime totalitário comunista de viés cubano/venezuelano.

O futuro está nas mãos do povo e não nas mãos dessas aves de rapina. Os brasileiros decentes que são a maioria estarão formando neste domingo uma grande corrente para por um fim a esse cipoal de roubalheira, violência e impunidade. O primeiro passo é o impeachment da Dilma.

Os cidadãos decentes que trabalham, que estudam, trabalham e estudam, merecem um país com segurança, paz e prosperidade.

Você não pode faltar! Sua presença é fundamental para mudar o Brasil!

 

Movimentos Brasil Livre e Vem pra Rua voltam às ruas para pressionar pelo impeachment de Dilma Rousseff


Os grupos que levaram centenas de milhares de brasileiros às ruas no primeiro semestre deste ano para protestar contra o governo da presidente Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores voltam neste domingo a se manifestar. Desta vez, o mote é o pedido de impeachment contra a presidente Dilma


O objetivo dos manifestantes é pressionar o Congresso a dar prosseguimento à ação que pode resultar no impedimento da petista. De acordo com informações dos movimentos Vem pra Rua e o Movimento Brasil Livre (MBL), há atos confirmados em mais de 100 cidades nos 26 Estados e no Distrito Federal.


Os organizadores das manifestações esperam que menos pessoas saiam às ruas neste dia 13 – sobretudo porque houve pouco tempo para divulgação dos atos. Por isso, as lideranças tratam a manifestação como um “esquenta” para um mega ato, cuja data deve ser anunciada neste domingo. “Fomos nós que impusemos essa agenda no Congresso. Nenhum partido comprava a ideia antes, mas desde o início nós estávamos gritando ‘Fora Dilma’. O Brasil não aguenta mais esse governo”, afirmou Renan Haas, do MBL.


Segundo ele, além de pedir o afastamento de Dilma, os atos centrarão fogo nos deputados contrários ao impeachment, de acordo com a base eleitoral de cada um. “Aqui, em São Paulo, por exemplo, será ‘Fora Dilma e leva o [Celso] Russomanno com você’. No Rio, será contra o [Leonardo] Picciani, e por aí vai”. Também haverá reivindicações pela destituição do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e pela não intervenção do Supremo Tribunal Federal no rito do impeachment.


Apesar de esperarem por um público menor, os movimentos apostam novamente na pulverização dos atos Brasil afora. Gustavo Gesteira, porta-voz do Vem pra Rua no Nordeste, citar de cor o motivo pelo qual está conclamando a população a sair às ruas: “Inciso 5º do artigo 85 que enseja o crime de responsabilidade previsto na Lei 1.790, de 1950 [que regula o impeachment]”. “As pessoas comuns estão indignadas com a corrupção e os demandos na economia praticados por esse governo”, diz. Segundo ele, o movimento tem crescido na região, um tradicional reduto petista.


A manifestação foi marcada às pressas logo depois do presidente da Câmara acolher o pedido de impeachment assinado pelos juristas Helio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, que imputa à presidente o crime de responsabilidade pela prática das pedaladas fiscais neste ano e em 2014.


Dado o pouco tempo para arrecadar fundos, a estrutura do principal protesto, que será realizado na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, deve ser menor do que a dos atos anteriores. “Não vai ter tanta faixa, nem lambe-lambe, como da última vez. Vamos nos focar mais no carro de som”, afirmou Haas. Tirando isso e o fato de que a Avenida Paulista já vai estar fechada para a circulação de carros, a organização deve ser a mesma das manifestações passadas. 


Cada grupo se posicionará em um ponto da via e os manifestantes devem se aglomerar em volta dos trio elétricos – MBL vai ficar na frente do vão livre do Masp e o Vem pra Rua, no cruzamento da Pamplona. Outra presença esperada é a do pixuleco, boneco inflável do ex-presidente Lula vestido de presidiário.


A expectativa de que o agravamento da crise financeira infle as manifestações no ano que vem levou os parlamentares da oposição a defenderem a manutenção do recesso, o que faria com que o processo de destituição se arrastasse até fevereiro de 2016. O Planalto, por sua vez, conta com o clima de fim de ano para esvaziar o ato e pretende colocar um ponto final na discussão o quanto antes. Tanto um lado como o outro consideram que o agravamento da crise e os desdobramentos da Lava Jato têm o potencial de inflamar as ruas.


O líder da minoria na Câmara dos Deputados, Bruno Araújo (PSDB-PE), avalia que para o processo de impeachment ir adiante são precisos três igredientes: crime de responsabilidade, um cenário de depressão econômica e mobilização popular.


 “Sem uma desssas coisas, qualquer movimento é fadado ao insucesso. A mobilização é tão importante quanto os elementos de ordem formal. Sem ela o movimento tende a perder legitimidade”, afirmou o deputado, que integra a comissão especial que avaliará o mérito da ação de impeachment. Já o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), um dos políticos mais aclamados pelos manifestantes, disse que a mobilização é “fundamental” para dar força ao processo.


 “É justamente o que está faltando agora”, afirmou. Assim como boa parte da oposição, os grupos também veem com simpatia a ascenção do vice-presidente Michel Temer (PMDB) ao lugar de Dilma.


O PT também sabe da importância de estar nas ruas e convocou sua militância e movimentos historicamente ligados ao partido para protestar em defesa da presidente Dilma – o ato foi marcado para o dia 16 de agosto. 


Com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vágner de Freitas, passou a última semana se articulando com lideranças de outras entidades, como Movimento Sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), União Nacional dos Estudantes (Une) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), para definir estratégias a fim de combater a ideia do impeachment. 


Entre elas, estão a de taxar o movimento de “golpista” e de contrário ao interesse dos trabalhadores. Freitas promete para o dia 16 a “maior unidade da esquerda brasileira” desde os protestos pelo afastamento do ex-presidente Fernando Collor de Mello – que não foi considerado ‘golpe’ pela esquerda.


Até aqui, no entanto, o movimento pró-impeachment conseguiu mobilizar um efetivo maior do que o favorável ao governo. Basta comparar os números dos maiores protestos dos dois grupos: 1 milhão de pessoas em 15 de março e 40.000 pessoas em 20 de agosto, em São Paulo, respectivamente, conforme cálculos da Polícia Miliar. 


O triunfo dos anti-governo também é reflexo da baixíssima popularidade da presidente Dilma entre os brasileiros. Segundo a última pesquisa Datafolha, ela superou em taxa de reprovação o próprio Collor.



Fazendo um paralelo entre 1992 e 2015, no entanto, o contexto socio-político é bem diferente: os caras-pintadas só apareceram às ruas quando o processo já estava deflagrado no Legislativo e o partido de Collor, o PRN, não tinha nenhum respaldo na sociedade. 


Já a presidente Dilma tem uma tropa ao seu dispor que, mesmo descontente com a atual política econômica do governo, tem capacidade de colocar milhares de pessoas na rua – nem que seja militância paga. 


Um dos grupos deverá ter mais influência sobre o Congresso.





sábado, 12 de dezembro de 2015

Enquanto o Brasil constrói Belos Montes ....

energia solar marrocosDa Agência Ambiente Energia - Um projeto ousado e gigantesco de captação de energia através do sol entrará em operação, em breve, no Marrocos. O país pretende usar áreas inexploradas do deserto para se tornar uma superpotência global na geração de energia solar.


As autoridades marroquinas estão finalizando um complexo de quatro enormes usinas de energia solar interligadas na cidade de Ouarzazate, que fica no norte do Marrocos, e é conhecida popularmente como “as portas do Saara”, devido a sua proximidade com o famoso deserto africano.


A partir desse mês, a primeira usina do complexo, chamada Noor 1 (Luz 1, em árabe), entrará em operação já sendo considerada a maior usina solar do mundo. Ela terá 500 mil painéis solares dispostos em forma de lua crescente, que se curvarão conforme a posição do sol.


Quando todas as quatro usinas estiverem finalizadas, o complexo terá uma área de cerca de 117 km², mesmo tamanho da cidade de Rabat, a segunda maior do Marrocos, e capacidade de gerar 580 megawatts de energia. Somente Noor 1, tem capacidade de geração de 160 megawatts.


Os painéis usados no projeto são os mais complexos e caros do que os utilizados em usinas atualmente. Uma das principais vantagens do material é a de que ele tem capacidade de continuar a produzir energia mesmo após o pôr do sol.




Olha aí, professores, educadores! A questão dos agrotóxicos em quadrinho. Baixe. A publicação é do Ministério Público do Trabalho.

http://www.mptemquadrinhos.com.br/pdf/HQ19.pdf

Cassem a outorga de extração mineral da Samarco

Cassem a outorga de extração mineral da Samarco


Cassar a outorga de mineração da Samarco, a única responsável pela maior tragédia ambiental da história do Brasil. É o mínimo que o senhores, na condição de diretor-geral do DNPM e ministro das Minas e Energia,  podem fazer  para compensar a própria negligência na missão que a sociedade brasileira lhes transmitiu: a de fiscalizar e zelar pela racionalidade da extração mineral. O desastre de Mariana, o maior da história do país, não foi fatalidade não ! Foi pura negligência tanto do DNPM e do Ministério das Minas e Energia quanto da empresa outorgada.  


 Esta é a  punição merecida ! Só através de uma punição assim, drástica, o setor de mineração do país acordará para a necessidade de cuidar do meio ambiente e conduzir suas atividades de modo sustentável, ou seja, extrair o minério, mas levar compensações à toda a comunidade local e sem degradar o meio-ambiente além do estritamente necessário.


 A  Samarco perdeu toda a dignidade para continuar como outorgada de um recurso que pertence à sociedade brasileira: basta sabermos que ela, resultado de uma composição societária entre a belga BHP Billiton  (51%) e a Vale do Rio Doce (49%), lucrou no ano passado US$ 2,5 bilhões de dólares, usou migalhas desse dinheiro para “corromper” parlamentares de Minas Gerais e do Espírito Santo (osobreviventeavc.blogspot.com.br)  e não instalou sequer um alarme para avisar a população à jusante do rompimento de suas barragens.


Sou jornalista há mais de 40 anos e nunca havia presenciado tanto horror como nas imagens que a televisão nos mostra sobre a tragédia de Mariana. Um AVC que me atingiu durante uma cirurgia de revascularização há quase três anos jogou-me em cadeira de rodas creio que definitivamente. Os horrores de Mariana tornaram meu corpo e a própria cadeira mais pesados pela carga de revolta e indignação. Só a justiça me proporcionará alívio. A população ribeirinha perdeu toda alegria em olhar para o Rio Doce e a Samarco não tinha o direito de matar essa alegria. Façam justiça !

Belo Monte é símbolo do legado petista em nível federal, artigo de André Aroeira Pacheco


Publicado em dezembro 11, 2015 por


opiniao

[EcoDebate] Belo Monte acaba de ser autorizada a operar. Já pode transformar a volta grande do Xingu em um lago degradado, com substituição das espécies nativas e piora da qualidade de água, em troca de 4.500 MW médios. Se torna, assim, o grande símbolo do legado petista em nível federal, em especial o de Dilma.


Belo Monte simboliza o quanto a presidente é truculenta, incapaz e mal intencionada.


Sem pudor a então ministra Dilma afirmou em uma reunião, filmada e hoje disponível no youtube, que o projeto engavetado durante a ditadura “sairia e no menor horizonte temporal possível”, ignorando todas vidas em jogo com o projeto. 


Posteriormente, produziu insanidades como “não se pode estocar vento” e “você não quer ficar sem ver novela” na tentativa de defender o inacreditável planejamento energético sendo aplicado no seu governo, incompatível com este século. E, sem nenhuma disposição para o diálogo, fez o projeto andar apesar de sua comprovada inviabilidade econômica, social e ambiental.


Belo monte simboliza o quanto o petismo não entende nada de desenvolvimento na Amazônia: foram 13 anos de massacre direto e indireto a povos indígenas, 9 deles sentidos na pele pelos indígenas do Xingu; de desenvolvimentismo baseado em projetos megalomaníacos de mineração, agronegócio e hidrelétricas, como Belo Monte e Belo Sun; e a declaração de guerra ao modo de vida tradicional da região com base em um conceito deturpado de pobreza, medidos em censo de televisão e geladeira per capita, que levou à extinção os povos ribeirinhos da volta grande do Xingu, agora abandonados em casa de alvenaria vagabunda na periferia de Altamira. 



Em sua página no facebook, há alguns dias, a presidente chegou a afirmar, com todas as letras, que “ao construirmos e tornarmos milhões e milhões de pessoas consumidores, ao terem acesso a serviços e bens, essas pessoas passam a ter de fato a plena cidadania”.

Nada pode ser mais elucidativo – e mais assustador.


Belo Monte simboliza o quanto o petismo tem o modus operandi antidemocrático e de vale-tudo-pelo-objetivo-traçado tradicionais da política brasileira, com o enfraquecimento dos órgãos de controle e defesa de direitos humanos de Altamira pra arrefecer a resistência – destaque para a FUNAI e o Ministério Público;
invenção de uma licença parcial não prevista por nenhuma lei brasileira pra evitar a paralisação das obras com base nas leis vigentes;
aprovação de licenças com uso de influência política apesar do posicionamento contrário dos servidores-analistas que têm o conhecimento técnico para tal;
muito orçamento em propaganda e greenwashing e uma enxurrada de dinheiro público, crédito subsidiado e – suspeita-se – propina com as empreiteiras de sempre, financiadoras das campanhas eleitorais do partido.


A licença de operação, inclusive, foi aprovada antes do cumprimento das condicionantes – que deveriam condicionar a licença, como a língua portuguesa indica – e a presidente do Ibama afirmou que estas “foram integralmente cumpridas, exceto 10%, que vão ser cumpridas depois”.


Não conheço Marilene Ramos, mas estaria admirado pelo seu otimismo se não soubesse que é a mão mal intencionada de Dilma em sua cabeça, como que manejando um ventríloquo, que a faz afirmar em tom tipicamente petista: “atrasar a LO de Belo Monte é punir o Brasil”.


Belo Monte está autorizada a matar uma grande parte do rio Xingu mesmo contra a opinião pública nacional e internacional, mesmo contra um incontável conjunto de leis brasileiras e tratados internacionais assinados pelo país que versam sobre meio ambiente, responsabilidade fiscal, corrupção e direitos humanos, mesmo contra a opinião consensual de servidores dos órgãos de controle do país, mesmo contra o modelo de desenvolvimento sustentado em discursos por políticos em todos os níveis.


Belo Monte é a obra que nem os militares da ditadura conseguiram fazer passar. É do PT. É de Lula e é de Dilma. É o maior símbolo de como somos impotentes diante do poder econômico de grandes empresas e da vontade política de gente que ocupa cargos que nunca deveriam ter ocupado.


Belo Monte se eterniza como um dos maiores equívocos da história do Brasil. Como o Partido dos Trabalhadores.

André Aroeira Pacheco

Biólogo. MSc em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre.
www.bolapramata.blogspot.com
andrearoeirap@gmail.com





in EcoDebate, 11/12/2015
"Belo Monte é símbolo do legado petista em nível federal, artigo de André Aroeira Pacheco," in Portal EcoDebate, 11/12/2015, http://www.ecodebate.com.br/2015/12/11/belo-monte-e-simbolo-do-legado-petista-em-nivel-federal-artigo-de-andre-aroeira-pacheco/.

BrincouTrocou - app de consumo consciente para o Natal que vem aí







O Natal, que antes era uma festa pagã, de louvação ao Senhor, se transformou em uma festa de consumo, quase uma orgia do “compra, compra” que responde bem à sociedade de consumo criada para alimentar o mercado capitalista.


Mas você pode mudar essa realidade, levando a sério a necessidade do consumo consciente, da menor geração de resíduos, do reaproveitamento de bens, que são princípios fundamentais para a preservação dos recursos naturais terrestres você pode até fazer um Natal divertido para seus filhos com a prática da troca.

Nossa, como está cheio esse armário!

Quando a gente olha o armário de brinquedos dos nossos filhos levamos um susto - e cada vez o susto aumenta mais, com o aumento da quantidade de brinquedos. O problema, quantidade excessiva de brinquedos, tem também a ver com os apelos, frenéticos e constantes, da publicidade, que inunda nossos lares através da televisão.


Você já pensou em doar uma parte desses brinquedos? Seria essa uma boa prática, educativa inclusive, pois ensina os pequenos o valor de compartilhar com quem não tem, o muito que temos nós. Também ensina a solidariedade, a mão estendida, o carinho pelo outro. Enfim, uma prática de ensinar a amar, muito importante.

BrincouTrocou, uma solução prática

Bom, para começar com essas modificações na sua casa, na sua vida, foi inventado um app, para android e ios, que te liga a um site de trocas de brinquedos. É o BrincouTrocou, onde você poderá se inscrever, colocar fotos atualizadas dos brinquedos que pretende enviar, marcar os brinquedos que pretende receber, indicar os endereços para onde deverão ser encaminhados, etc.


No site você deverá adquirir o valor do envio, em moedas de prata, que será feito por Sedex. Cada brinquedo que você cadastrar tem um valor que gera as moedas de prata necessárias ao envio. No seu cadastro você deverá adquirir uma moeda de ouro, como contribuição para a manutenção do site. Este sistema facilita as trocas e aumenta a liberdade dos trocadores já que não requer o contato entre interessados - a troca é feita internamente pelo site.

Doação para quem não tem?

 

E se o seu filho tem brinquedos realmente em demasia, porque não ensiná-lo a doar aqueles com os quais já não brinca e que ainda estão em bom estado?

Para isso, uma solução prática é a Campanha Papai Noel dos Correios. Vá até uma agência de correios próxima de sua casa e retire algumas cartas de crianças que pedem presentes - as crianças que as escrevem, em geral, não recebem presentes de Natal então, você poderá fazer a parte do Papai Noel, enviando brinquedos que ao seu filho já sobram, não é?

STJ derruba tese de advogados e estraga Natal de figurões da Lava Jato


Expectativa de algumas das principais bancas do país era a de que os empreiteiros seriam liberados em massa porque, segundo as defesas, não havia mais risco de continuarem cometendo crimes. Tribunal discorda e mantém empresários na cadeia

Por: Laryssa Borges, de Brasília - Atualizado em
O executivo Marcelo Odebrecht, preso na Operação Lava Jato, durante depoimento à CPI da Petrobras em Curitiba, nesta terça-feira (01)
'Saidão de Natal' é frustrado e executivos como Marcelo Odebrecht vão passar as festas de fim de ano na cadeia(Vagner Rosário/VEJA.com)
Nos últimos dias, os advogados mais importantes do país lotam o plenário das sessões da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na expectativa de que o recém-empossado ministro Ribeiro Dantas, que assumiu a relatoria dos processos da Operação Lava Jato, convencesse os demais ministros de que existem argumentos capazes de interromper os quase cinco meses de cadeia de figurões como o ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e de permitir que os executivos das maiores empreiteiras do país passem o Natal em casa.


Na última semana, ouviram do próprio Dantas, ministro apadrinhado pelo presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), o diagnóstico de que as prisões no maior escândalo de corrupção do país representavam um "julgamento de exceção". Desde então, conforme revelou VEJA, cada ministro que julgaria os casos da Lava Jato passou a estar sob a maior pressão de suas carreiras, com ameaças de dossiês e promessas de boicotes em indicações.



O voto de Ribeiro Dantas, permeado por um rosário de críticas às decisões do juiz Sergio Moro, deu esperanças - ou a quase certeza - de que o STJ iria sucumbir e liberar em massa empreiteiros da Lava Jato presos desde junho. O entendimento do relator, contrário às evidências colhidas pela Força-tarefa da Lava Jato, era o de que personagens do escândalo do petrolão, como o próprio Odebrecht, poderiam ser colocados em liberdade por não haver risco de cometerem crimes e nem de continuarem a atuar no bilionário esquema de fraudes em licitações na Petrobras.


Mas o esperado "saidão de Natal" dos empresários não se consolidou. E em boa medida por causa dos votos do ministro Félix Fischer.



Na sessão desta quinta, depois de Ribeiro Dantas ter votado pela liberdade do executivo Rogério Araújo, ligado à construtora Odebrecht, Fischer pediu vista e adiou a conclusão do processo que poderia levar à liberdade do empresário.


A concessão do habeas corpus a Araújo era interpretada como a senha para que, na sequência, Marcelo Odebrecht também pudesse ir para casa. Os dois foram presos no mesmo dia, 19 de junho, por razões semelhantes: suspeitas de envolvimento no desembolso de propina a ex-dirigentes da Petrobras e fraude em contratos na estatal.


O caso específico do presidente do Grupo Odebrecht não foi pautado hoje porque havia pedidos de vista feitos há mais tempo, como o relativo ao publicitário Ricardo Hoffmann, ligado ao deputado cassado e ex-petista André Vargas.



O destino de Marcelo Odebrecht pelas mãos do STJ deve ser analisado na próxima terça-feira, 15, mas agora com parcas chances de êxito. No caso de Rogério Araújo, apenas o relator Ribeiro Dantas votou por conceder a liberdade.



Ainda que Dantas tenha afirmado com todas as letras que "inexiste elemento concreto a indicar a presença de risco de reprodução delitiva", a tendência é que os ministros da 5ª Turma atestem que Odebrecht deve continuar atrás das grades por ainda oferecer risco às investigações sobre o propinoduto que sangrou os cofres da Petrobras e pelo fato de o executivo, em liberdade, poder usar empresas da holding para camuflar indícios e provas do esquema de formação de cartel, fraude em licitações e corrupção de agentes públicos.


Um último argumento, já aventado pelo juiz Sergio Moro, pode reforçar por fim o entendimento de ministros do STJ favoráveis à manutenção da prisão do executivo: o de que o herdeiro do Grupo Odebrecht tem influência política e recursos suficientes para inibir novos flancos de investigação e potenciais delações premiadas.



A se repetir a larga maioria firmada hoje para manter presos o presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo, o executivo Elton Negrão e o publicitário Ricardo Hoffmann, o Superior Tribunal de Justiça confirmará o que o próprio ministro Félix Fischer disse na tarde desta quinta-feira sobre o propinoduto da Operação Lava Jato: "Não são crimes comuns, são casos gravíssimos que deixam sociedade inteira perplexa. E crimes como esses da Lava Jato exigem firme atuação do Judiciário".


Leia também:

STJ nega liberdade a presidente da Andrade Gutierrez
A esperança de Marcelo Odebrecht

TCU investiga decretos que somam 95,9 bilhões de reais





O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu investigação para apurar indícios de irregularidades na edição de seis decretos de liberação de recursos assinados pela presidente Dilma Rousseff entre 27 de julho e 20 de agosto deste ano. As autorizações, que totalizam 95,9 bilhões de reais, são um dos três motivos do pedido de impeachment da petista em análise na Câmara.


O relatório no qual o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), justifica a abertura do processo também cita as "pedaladas fiscais" e suposta responsabilidade de Dilma nos "desmandos" da Petrobrás.


Em despacho assinado anteontem, o ministro José Múcio Monteiro autorizou inspeção na Presidência da República e no Ministério do Planejamento para apurar se Dilma descumpriu a lei orçamentária ao permitir as liberações. Os auditores pretendem checar a regularidade de todos os decretos de mesma natureza editados ao longo do ano, inclusive os assinados pelo vice-presidente Michel Temer em períodos de interinidade na Presidência.


Temer é signatário de cinco decretos no valor de 10,2 bilhões reais. "Em que pese a eventual corresponsabilidade de outros agentes públicos do Poder Executivo Federal relativamente aos indícios de irregularidades ora evidenciados, a presente representação envolve a Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff, que assinou os seis decretos", escreveram técnicos do TCU.

O pedido de investigação foi feito pelo Ministério Público de Contas, que atua no TCU. A representação, do procurador Júlio Marcelo de Oliveira, também embasa o pedido de impeachment dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal admitido por Cunha.

Os decretos de Dilma liberaram recursos após o governo enviar ao Congresso projeto para reduzir a meta fiscal, ou seja, diminuir a economia que o governo faz todos os anos para pagar os juros da dívida pública. Para o Ministério Público de Contas, houve aumento de despesas num cenário de queda de arrecadação que o próprio Planalto admitia na proposta legislativa. O órgão diz que só haveria margem para mais gastos com a revisão da meta, mas deputados e senadores ainda não a haviam alterado - isso somente ocorreu neste mês.


O procurador afirma que Dilma descumpriu a Lei Orçamentária e, no impeachment, os juristas advogam que isso infringiu também a Lei dos Crimes de Responsabilidade, o que permitiria a cassação. Os decretos liberaram recursos em créditos suplementares para diversos órgãos do governo, do Legislativo e do Judiciário. Esse dinheiro veio, segundo as justificativas oficiais registradas nos decretos, de anulações parciais de outros gastos que estavam previstos no Orçamento e foram cancelados, além de "excessos de arrecadações" pontuais e do superávit financeiro de 2014.

Inspeções na Presidência da República são raras. Inicialmente, os auditores vão oficiar ao Planalto requerendo dados e documentos, entre eles análises e notas técnicas que subsidiaram a edição dos decretos. O trabalho deve ser concluído até abril, pois servirá para a análise das contas de 2015 do governo, também sob relatoria de José Múcio.


(com Agência Estado)

195 países aprovam primeiro acordo global sobre o clima na COP-21

Acordo prevê a criação de um fundo anual de US$ 100 bilhões, financiado pelos países ricos, a partir de 2020, para limitar o aquecimento global a 1,5°C

- Atualizado em



O presidente da França, François Hollande, o chanceler francês, Laurent Fabius e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, aplaudem após anúncio da proposta final da Conferência do Clima (COP21) em Le Bourget, norte de Paris - 12/11/2015
O presidente da França, François Hollande, o chanceler francês, Laurent Fabius e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, aplaudem após anúncio da proposta final da Conferência do Clima (COP21) em Le Bourget, norte de Paris - 12/11/2015(Miguel Medina/AFP)


Representantes de 195 países reunidos na Conferência do Clima (COP21), em Paris, aprovaram o acordo final sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa. O acordo histórico prevê a criação de um fundo anual de 100 bilhões de dólares, financiado pelos países ricos, a partir de 2020, para manter o aquecimento global "bem abaixo de 2°C, com esforços contínuos para limitar o aumento em 1,5°C".


"Estou olhando a sala, vejo que a reação é positiva, não ouço objeções, o acordo de Paris para o clima foi adotado", declarou, bastante comovido, Laurent Fabius, presidente da 21ª Conferência da ONU para o Clima e ministro das Relações Exteriores da França, batendo o martelo no púlpito. Uma longa salva de palmas tomou conta da sala de conferências, seis anos após o fiasco da COP15 de Copenhague, que fracassou em selar um acordo parecido.


O Acordo de Paris, como foi chamado o documento final da 21ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), entrará em vigor em 2020. A cada cinco anos, os países deverão prestar contas sobre as ações desenvolvidas para evitar que a temperatura global não aumente mais de 2 graus Celsius.

A redução do aquecimento pretende evitar fenômenos extremos como ondas de calor, seca, cheias, ou subida do nível do mar.


Trata-se do primeiro acordo sobre clima desde a assinatura do Protocolo de Kyoto (1997) e o primeiro a ter um compromisso de todos os países, não apenas dos mais desenvolvidos, em relação à redução de emissões.





Leia também:


COP-21: Por que é importante um acordo contra as mudanças climáticas?
Cúpula do clima progride com novo rascunho de acordo, diz presidente da COP-21

 

Com a aprovação, o desafio das nações será equilibrar as emissões de gases tóxicos gerados pela ação do homem e os níveis suportados pela natureza. Os países que assinam o documento definiram que as reduções de emissões de gases devem atingir o limite o mais rápido possível, mas não definiram quando o resultado deve ser alcançado. Na conferência, os representantes reconheceram que as nações em desenvolvimento deverão levar mais tempo para atingir as metas definidas.


"Temos um acordo equilibrado, ambicioso, durável, juridicamente obrigatório e justo, respeitando as diferenças de capacidade e responsabilidade", declarou Laurent Fabius. "É um documento histórico, estabelece ao mundo um novo caminho", disse Ban Ki Moon, secretário-geral da ONU. O Acordo de Paris terá força de lei internacional.





Conheça os principais acordos climáticos assinados desde 1992


(Com AFP e Agência Brasil)

Neste 13 de dezembro, a imensidão de indignados precisa sair de casa, engrossar a onda de protestos e mostrar que o destino do país será ditado pela voz das ruas

12/12/2015
às 11:05 \ Direto ao Ponto


Atualizado às 11h05

Neste 13 de dezembro, estarão de volta às praças e avenidas de centenas de cidades os milhões de indignados que expressam a vontade do país que presta. É hora de sair de casa e engrossar a multidão inconformada. O fim da era da canalhice, convém insistir, começa pelo impeachment de Dilma Rousseff. E a presidente só será afastada do cargo que desonrou pela voz rouca das ruas.

No dia 16, os devotos de ditaduras bolivarianas voltarão a investir em tubaína, gorjeta e mortadela para que manifestações de apoio ao governo desgovernado não pareçam procissão de vilarejo. Devem ser desmoralizados já no domingo pela demonstração de força da resistência democrática, que será acompanhada com lupa por deputados, senadores e ministros do Supremo.

É preciso mostrar-lhes que o Brasil decente exige o imediato despejo dos farsantes no poder.

Confira o local e o horário de início das manifestações convocadas pelo Vem pra Rua e pelo Movimento Brasil Livre:

ACRE
- Rio Branco ─ Em frente ao Palácio do governo – 15h

ALAGOAS
- Maceió – Alagoinhas – 18h


AMAPÁ
- Macapá – Praça da Bandeira ─ 10h

AMAZONAS
- Manaus – Escola IEA / Praça do Congresso ─ 14h

BAHIA
- Salvador –  Farol da Barra ─ 10h
- Feira de Santana – Avenida Getúlio Vargas ─ 10h
- Vitória da Conquista – Praça Guadalajara ─ 10h30

CEARÁ
- Fortaleza –  Praça Portugal /  Avenida Dom Luís ─ 16h

DISTRITO FEDERAL
- Brasília – Em frente ao Congresso – 10h

ESPÍRITO SANTO
- Vitória – Praça do Papa – 16h

GOIÁS
- Anápolis – Praça Dom Emanuel -15h
- Goiânia – Praça Tamandaré – 14h

MARANHÃO
- São Luís – Rua dos Holandeses, em frente ao curso Wizard ─16h

MATO GROSSO
- Cuiabá  – Praça Alencastro – 16h

MATO GROSSO DO SUL
- Campo Grande – Avenida Afonso Pena – 16h

MINAS GERAIS
- Araxá – Estádio Fausto Alvin – 10h
- Belo Horizonte – Praça da Liberdade – 13h
- Ipatinga – Parque Ipanema  – 10h
- Juiz de Fora – Praça de São Mateus - 10h
- Uberaba – Praça dos Correios ─ 13h
- Uberlândia – Praça Tubal Vilela – 10h
- Varginha – Conha Acustica  – 10h

PARÁ
- Belém – Praça da República / Teatro Paz – 9h30

PARAÍBA
- Campina Grande – Tropeiros Borborema – 15h
- João Pessoa – Busto de Tamandaré ─ 15h

PARANÁ
- Apucarana – Praça Rui Barbosa – 16h
- Cascavel – Catedral Nossa Senhora Aparecida – 13h
- Curitiba – Praça Santos Andrade – 13h
- Dois Vizinhos ─ Praça da Amizade ─ 15h
- Londrina – Colégio Vicente Rijo – 15h
- Maringá  – Catedral de Maringá – 14h
- Pato Branco – Praça Presidente Vargas ─ 16h
- Ponta Grossa – Praça dos Polacos – 15h
- Rio Negro – Em frente à Afroba ─ 10h

PERNAMBUCO
- Recife – Marco Zero ─ 10h

PIAUÍ
- Teresina – Ponte Estaiada (Avenida Raul Lopes) ─ 16h
- Parnaiba – Balão do Mirante em frente à UFPI – 17h

RIO DE JANEIRO
- Cabo Frio – Praça Porto Rocha – 15h
- Rio de Janeiro – Orla de Copacabana, Posto 5 – 13h
- Niterói – Praia de Icaraí em frente a Reitoria da UFF – 10h

RIO GRANDE DO NORTE
- Natal  – Midway Mall – 15h
- Lajes  – Praça da Catedral ─ 13h

RIO GRANDE DO SUL
- Caxias do Sul – Praça Dante Aliguieri – 16h
- Porto Alegre ─ Praça da Redenção ─ 15h
- Imbé – Ponte Tramandaí ─ 18h
- Novo Hamburgo – Em frente ao Shopping Bourbon ─ 16h
- Pelotas – Praça Coronel Pedro Osorio – 14h
- Santa Cruz do Sul  – Praça da Bandeira– 15h
- Santa Maria – Largo da Biblioteca Pública ─16h

RONDÔNIA
- Porto Velho – Praça das 3 Caixas D’Água – 15h

RORAIMA
- Boa Vista – Praça do Centro Cívico – 16h

SANTA CATARINA
- Balneário Camboriú  - Praça Almirante Tamandaré – 14h
- Blumenau – Em frente à prefeitura – 15h
- Chapecó – Praça Central – 10h
- Criciúma – Em frente à rodoviária – 15h
- Florianópolis – Trapiche da Beira-Mar – 13h-
- Itapema – Praça da Paz – 15h
- Jaraguá do Sul – Praça Ângelo Piazeira – 13h
- Joinville – Centro Eventos Cau Hansen ─ 15h
- Lages – Praça da Catedral ─ 13h
- Mafra – Em frente à Afroba ─ 10h

SÃO PAULO
- Americana – Praça do Trabalhador – 15h
- Araçatuba – Praça João Pessoa – 15h
- Araras – Paraça Barão de Araras – 9h
- Campinas – Largo do Rosário – 14h
- São Paulo – 14h – Av. Paulista
- Araraquara – Parque Infantil ─ 15h
- Bauru – Praça Portugal ─ 13h
- Botucatu – Largo da Catedral ─ 13h
- Fernandópolis – Avenida dos Arnaldos ─ 10h
- Guarulhos – Getúlio Vargas ─ 11h
- Indaiatuba – Pq. Ecológico, Pastel Feira – 9h30
- Itapetininga – Virgílio de Rezende ─ 13h
- Itu – Praça da Matriz ─ 16h
- Jundiaí  – Avenida 9 de Julho – 10h
- Ribeirão Preto  – Praça Carlos Gomes – 10h
- Santos – Praça Independência Gonzaga ─ 13h
- São José do Rio Preto – Em frente a Praça Shopping ─ 13h
- Sertãozinho – Praça 21 de Abril ─ 10h
- Sorocaba – Praça do Canhão  – 13h
- Ubatuba – Pista do Skate – 13h

SERGIPE
- Aracaju – Calçadão da praia 13 de julho ─ 15h

TOCANTINS
- Palmas – Praça dos Girassóis – 15h

PSICOPATAS MENTIROSOS DA GRANDE MÍDIA NÃO CONSEGUEM DETER MANIFESTAÇÃO PRÓ-IMPEACHMENT. NEM EM NEW YORK.


Enquanto a grande mídia brasileira continua mentindo pela televisão, jornais e rádios, como a deletéria CBN aqui de Florianópolis que chama deputado petista para ser entrevistado defendendo o indefensável, cresce a mobilização nacional para a mega manifestação deste domingo, dia 13, pró-impeachment da Dilma.

 
Mas esta mobilização não se dá apenas no Brasil. É internacional. A comunidade brasileira e hispânica nos Estados Unidos que não é pequena também está se mobilizando. Leitora brasileira deste blog que vive em New York há quase 30 anos, enviou o banner que ilustra este post, convocando a galera para uma manifestação na famosa Times Square, o centrão novaiorquino onde acontecem as manifestações mais importantes nesta que é considerada uma das metrópoles mais agitadas do mundo.

 
É claro que os jornalistas brasileiros que vivem no bem bom dos Estados Unidos, são todos esquerdinhas caviar e boicotam a informação. São todos petistas de carteirinha, portanto, mentirosos, manipuladores da opinião pública. Tal prática no jornalismo é crime. Essa gente portanto é criminosa. No passado eram agentes da KGB, na atualidade trabalham para o Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro e que tem o apoio do esquerdismo bundalelê de New York.

 
Há pouco ouvia no meu carro o noticiário da CBN, emissora da Rede Globo. O locutor empostou a voz para noticiar que o índio cocaleiro do narco Estado da Bolívia, acusa os movimentos democráticos brasileiros de golpistas. A Rede Globo e seus jornalistas penas alugadas do PT continuam tentando de qualquer jeito de desqualificar os protestos deste domingo 13. E não é apenas a Globo, é a maioria esmagadora da grande mídia nacional.

 
A rádio CBN de Florianópolis, veiculada pela RBS é vergonhosa. É tão vergonhosa que seus jornalistas já nem têm coragem de dar as caras na rua. E isto não acontece apenas aqui na capital catarinense, mas em todas as cidades.

 
Os jornais locais de Florianópolis se transformaram em panfletos do PT. Seus jornalistas, além de ignorantes, incompetentes e analfabetos funcionais mentem o tempo todo. A sorte é que esses jornalecos têm seus dias contados pois estão sendo destruídos pela ação corrosiva da internet, sobretudo das redes sociais e dos blogs independentes como este aqui. Quem lastima o desaparecimento dos jornais e revistas são pessoas que possuem cães e gatos, já que utilizam esses periódicos para seus animais defecarem em cima.

 
As rádios terão o mesmo fim já que com o passar do tempo serão massacradas por rádios e televisões online pela internet. Aliás, essas rádios já existem, como a Rádio Vox, mas tendem a se ampliar em plataformas que contemplarão também a cobertura por imagens.

 
Como diz o velho adágio, "quem viver verá". Verá esses vermes vermelhos que infestam os veículos de comunicação serem dizimados. Não sem antes serem vaiados e hostilizados nas ruas, nos restaurantes, shoppings e demais espaços públicos.. 

 
Ninguém suporta mais esses andróides psicopatas incuráveis. A psicopatia não tem cura. O diabo é que há alguns anos fecharam os hospícios em função das campanhas levadas a efeito justamente pelo esquerdismo e psicanalistas bundalelês.

 
Por isso hoje esses psicopatas e malucos de todos os gêneros estão por aí, em todos os lugares, nas rádios, televisões, jornais e até mesmo no Parlamento e na Presidência da República.

 
A reação popular, acreditem, está apenas começando...