segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Efeito Dilma: shoppings têm a pior venda de Natal em 10 anos.


Com a inadimplência generalizada e a inflação a galope, pouca gente tem cacife para fazer compras em shoppings. E Dilma continua lá - pelo menos até março, para desgraça do Brasil:


O Natal de 2015 foi o pior em volume de vendas em dez anos para os shoppings centers brasileiros, segundo dados divulgados hoje pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). As vendas caíram 2,8% - 1% em termos reais, já descontada a inflação, fechando o período como o pior já registrado pela série histórica, que teve início em 2005.

Os dados foram apurados pela associação em uma pesquisa com 150 empresas de varejo que reúnem 7,5 mil lojas, levando em conta as vendas de 1º de dezembro ao dia 24, véspera de Natal. 
"O mercado como um todo já esperava por um resultado desses. Os estoques estavam altos, desde o início do ano, e o consumidor estava mais receoso", afirma Luís Augusto Ildefonso da Silva, diretor de relações institucionais da Alshop.
Os segmentos que apresentaram aumento no volume de vendas, sempre na comparação com 2014, foram os de perfumaria e cosméticos, com alta de 3,7%, seguidos pelo de joias e relógios, com crescimento de 3,2%.
Na outra ponta, os artigos de decoração para o lar caíram 13,3%. Até mesmo a venda de brinquedos, tradicionais motivador do comércio nesse período do ano, apresentou queda de 0,8%. (Estadão).

Haja saco!


Solitária, Dilma tem apoio baixíssimo na Câmara.


O governismo está em queda livre. E isto não deixa de ser uma boa notícia. Que venha o impeachment:


O processo de deterioração da base de apoio do governo na Câmara dos Deputados se consolidou em 2015, mas começou bem antes. Já no fim de 2014, a taxa de governismo havia caído 10 pontos porcentuais em relação a 2013, atingindo o então recorde de 69%. Em 2015, a adesão do governo entre os deputados chegou a 67% - a menor desde 2003.

Na série histórica iniciada no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006), o índice de governismo alcançou seu maior patamar em 2004, com 91%. A situação de Dilma é bem diferente à de seu padrinho. Após atingir o pico de apoio parlamentar ao governo no segundo ano de seu mandato, Lula viu sua taxa de governismo na Câmara sofrer uma queda logo após o estouro do escândalo do mensalão, em 2005. O governo do petista, porém, conseguiu reconstruir sua base e, em 2008, já atingia 88% de apoio entre os deputados.

O fim da era Lula coincide com uma queda contínua no governismo desses parlamentares. No primeiro ano da gestão Dilma, o índice de governismo era de 85%. De lá para cá, as quedas anuais foram constantes, até chegar no índice de 67% registrado em 2015.

A taxa de adesão ao governo é calculada verificando quantos deputados em cada votação acompanharam a orientação governista naquela ocasião. Por exemplo, se há 400 deputados presentes em uma sessão e 100 votam seguindo a orientação do governo, a taxa de governismo será, portanto, de 25%. Para o cálculo da ocorrência por ano, é feita uma média simples de todas as votações.

Além da queda recorde do governismo, os partidos nunca estiveram tão fragmentados (pouco coesos nas votações) quanto hoje. O maior exemplo é o PP, que participa do bloco governista desde 2003. Em uma escala de zero a dez, em que zero representa coesão máxima - ou seja, todos os deputados votam igual - e dez representa dispersão máxima, a bancada do partido passou de 2 no fim de 2010 para o maior valor registrado atualmente entre as siglas: 4,8 em 2015. (Veja.com).
 
 

Lula - vulgo "Barba" ou "Brahma" -, o informante.


Lula nunca hesitou em botar na fogueira seus amigos e correligionários para tentar salvar a própria pele. Assim, o depoimento do informante à PF, no dia 16 de dezembro, traz apenas uma série de embustes. O tiranete deve ter sido informante mais veraz nos tempos da ditadura, em que informava o Dops, segundo o livro de Romeu Tuma Júnior:

Em depoimento à Polícia Federal (PF) no dia 16 passado, no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva parecia falar de um outro governo, e não daquele cuja chefia ele exerceu ao longo de oito anos. Todas as suas respostas às autoridades, relativas a seu conhecimento do escândalo do petrolão, invariavelmente indicavam ignorância ou envolvimento apenas incidental. A responsabilidade, segundo ele, sempre foi dos outros – a começar por seu ministro José Dirceu.
Como Lula prestou depoimento na condição de “informante”, conforme consta no despacho do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, esperava-se que ele tivesse ao menos alguma contribuição a dar para o esclarecimento dos fatos. Em sua oitiva, no entanto, Lula, a exemplo do que já fizera no caso do mensalão, preferiu fazer os brasileiros de tolos, ao dizer que nunca soube de nada a respeito de desvios na Petrobrás quando era presidente. “Esses fatos não eram também do conhecimento dos órgãos de fiscalização e controle, bem como da própria imprensa”, justificou-se Lula. Não consta que tenha corado. Com isso, Lula pretende convencer o País de que ele, como presidente da República, estava sendo enganado tanto quanto os cidadãos comuns, embora um dos principais beneficiados pelo assalto à Petrobrás tenha sido seu partido, o PT.
Mas a exibição pública da essência de seu caráter e o insulto à inteligência alheia não pararam por aí. Lula explicou à PF que “cabia à Casa Civil receber as indicações partidárias” para preencher as diretorias da Petrobrás, que estão no centro do escândalo. O chefão petista lembrou que o ministro da Casa Civil na época era José Dirceu, a quem coube “escolher a pessoa que seria nomeada”.
Lula disse que não participava, em nenhum momento, desse processo de nomeação – ele apenas “recebia os nomes dos diretores a partir de acordos políticos firmados”. Tais acordos eram feitos, declarou ele, “pelo ministro da área, pelo coordenador político do governo e pelo partido interessado na nomeação”. Para Lula, não havia nada de errado nisso, pois “em uma política de coalizões presume-se que haja distribuição de Ministérios e cargos importantes do governo para os partidos políticos que compõem a base de apoio”.
Somente quando tudo era resolvido entre todas as partes, disse o ex-presidente, é que o nome do escolhido lhe era submetido – e Lula então resolvia se “concordava ou não com o nome apresentado” conforme os “critérios técnicos que credenciavam o indicado”. Ou seja, o ex-presidente quer mesmo fazer todo mundo acreditar que a Petrobrás foi assaltada por diretores nomeados exclusivamente por suas qualidades técnicas.
Além disso, a estratégia do “informante” petista é, como sempre foi, desmoralizar as investigações. Ele sugeriu que os ex-diretores da Petrobrás que delataram o esquema não contaram a verdade, e sim somente aquilo que os investigadores queriam ouvir, em troca dos “benefícios que a colaboração premiada dá ao delator”. Tudo isso faria parte de um maligno “processo de criminalização do PT”, acusou Lula.
Mas o ex-presidente, mesmo sendo mestre na arte de dissimular, teve de admitir à polícia que de fato é amigo do pecuarista José Carlos Bumlai – aquele que está preso e confessou ter participado de um esquema envolvendo um contrato da Petrobrás para abastecer os cofres do PT com R$ 12 milhões. Lula garantiu, porém, que “jamais tratou com Bumlai sobre dinheiro ou valores” – e isso, disse o petista, era “algo merecedor de respeito”.
O depoimento de Lula é repleto de embustes dessa natureza. Em seus melhores momentos, o ex-presidente declarou que “nunca tratou com qualquer liderança de qualquer partido sobre a indicação de algum nome para cargo na administração pública” e que o apoio dos partidos da coalizão governista era “baseado na afinidade dos partidos com o programa de governo”.  


Depois disso, a Polícia Federal deve ter se convencido de que é impossível extrair de Lula alguma informação útil ou relevante, pois o chefão petista é simplesmente incapaz de dizer a verdade. (Editorial do Estadão).

O flerte de Chico Brecht de Hollanda com a bandidagem


Rodrigo Constantino não pouca críticas a Chico Brecht de Hollanda, cuja estupidez ideológica, a meu ver, só é comparável à de Luiz Fernando Veríssimo, o filho do inesquecível Érico Veríssimo. Chico e Veríssimo filho são lulopetistas de carteirinha, cúmplices de Lula e Dilma, que praticamente destruíram o Brasil, e amantes de ditaduras como a dos Castro em Cuba - a mais longeva do mundo. Segue texto de Constantino:


Chico Buarque é um Deus para muitos brasileiros retardados. Não ouse falar mal desse símbolo nacional! Mas o problema do compositor não é “apenas” defender o PT, o que já seria grave. Ele sempre defendeu o que há de pior, foi garoto-propaganda do regime cubano, o mais nefasto e assassino do continente, faz apologia ao crime dos invasores do MST etc. Chico flerta com a bandidagem não é de hoje.

E não pense que exagero por questões ideológicas. Antes fosse! A imagem criada por Chico Buarque na mente das pessoas é a da vitimização dos “oprimidos”, que acaba justificando todo tipo de crime. O compositor Chico Buarque tem tudo a ver com essa mentalidade do “coitadismo”. Os “bandidos do bem” podem não ser uma criação sua, mas receberam grande incentivo do artista petralha.

E ele mesmo confessa que seu “passatempo” na juventude era roubar carros, ou ao menos depredá-los. 
Uma “brincadeira” de filhinho de papai idiota, sem limite, com o rei na barriga, sentindo-se impune e aplacando seu tédio “burguês” com adrenalina “revolucionária”. Vejam a confissão [confiram o vídeo aqui].

Atentem para o absurdo da coisa, para a naturalidade com a qual o delinquente relata suas “brincadeiras”, como se fossem a coisa mais normal do mundo. Não tem maconha ou cocaína? Então vamos roubar uns carros mesmo! O leitor acha isso razoável? Quando se sente entediado, você por acaso sai por aí quebrando propriedade alheia e roubando?

No meu Esquerda Caviar, entre as vinte possíveis origens do fenômeno, identifiquei justamente o tédio dos burguesinhos mimados. Escrevi:

Não podemos excluir ainda o puro tédio como imã para a esquerda caviar. Vivendo vidas seguras e confortáveis, fúteis e vazias, a fina flor da esquerda abraça ideias revolucionárias ou exóticas apenas para afastar de si a angústia de suas existências. A sociedade da abundância ajuda a parir os radicais chiques. São os “senhorzinhos satisfeitos” de que falava Ortega y Gasset.

Normalmente incapazes de se enquadrar ao sistema, por considerarem aquelas pessoas de classe média “felizes” com suas distrações burguesas, tais como novelas e futebol, um bando de alienados, esses membros da elite entediada partem para aventuras mais radicais. Eles precisam “cair fora” (drop out) da sociedade, buscar alternativas que ofereçam um novo sentido a suas vidas.
4 comentários

Jaguar, bolsista da ditadura, fala sobre a cusparada que o lulopetista Chico Buarque deu no gênio Millôr Fernandes.



 https://youtu.be/e9DYCzyOW7Y

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Recesso de quatro dias.

Amigos,


Esse BLOG será interrompido por 4 dias porque vamos tirar um recesso de Natal.

Estamos indo, minha filha e eu para San Rafael, uma linda cidade da provincia de Mendoza.

Vejam a foto:

 Resultado de imagen para san rafael mendoza turismo

Nos reencontraremos na proxima segunda feira.Desejo a todos um Natal com muito amor ao lado de todos que vocês amam.

O flagrante da malandragem de Barroso




O STF ultrapassou todos os limites ao anular o rito que estabeleceu a comissão especial de impeachment na Câmara. Um dos absurdos foi anular a votação secreta para a eleição dos seus integrantes.

A votação secreta de quaisquer comissões na Câmara está prevista no Regimento Interno da Casa, como não cansamos de repetir. Ao manifestar-se, Luís Roberto Barroso disse que o regimento não contemplava esse tipo de eleição. Teori Zavascki fez um aparte para afirmar que sim, perdeu-se na leitura e Barroso a continuou, omitindo a parte que legitimava a votação secreta que acabaria revogada inconstitucionalmente pelo Supremo, como se ela fosse uma decisão discricionária de Eduardo Cunha.

A malandragem de Barroso foi esmiuçada por um vídeo postado ontem, no Youtube, pelo Portal Vox.

Assistam, por favor:

https://youtu.be/LLGEAlyMdQA




O STF é uma esculhambação revestida de trololó

E então você se pergunta: quando Luís Roberto Barroso omitiu a parte do regimento que legitima a votação secreta para a comissão especial de impeachment, por que os outros ministros não levantaram o cartão vermelho?

Por desleixo e por bolivarianismo.

O STF se tornou uma esculhambação revestida de trololó.

Incomodados ficamos todos nós, cidadãos brasileiros, com o espetáculo de cinismo protagonizado por vossas excelências.

Incomodados ficaram os brasileiros

A imprensa insiste em disseminar a versão de que os ministros do STF ficaram "incomodados" com a forma como Eduardo Cunha pediu audiência com Ricardo Lewandowski, anunciada pelo presidente da Câmara logo após o julgamento do rito do impeachment.

Incomodados ficamos todos nós, cidadãos brasileiros, com o espetáculo de cinismo protagonizado por vossas excelências.

Cunha sempre à frente

Eduardo Cunha disse ao Globo que, para a abertura do processo de impeachment, não importa se o Congresso vai aceitar ou não o parecer de Acir Gurgacz pela aprovação das contas de Dilma Rousseff em 2014:


"Em primeiro lugar, afastei a possibilidade do ano de 2014, que é o caso que está se tratando no relatório do TCU. E sempre disse que a decisão do TCU não valeria para essa finalidade, porque o parecer do TCU é um parecer indicativo, que tem que ser referendado ou não pelo plenário do do Congresso. Então, nunca usei como argumentação que o TCU seria a base da aceitação. O que foi aceito trata-se única e exclusivamente da parte de 2015, embora falasse de 2014 e especificamente os decretos feitos em desacordo com a lei orçamentária."


Eduardo Cunha está sempre duas jogadas à frente.

Dilma não vai a Davos




Lauro Jardim informa em O Globo que Dilma Rousseff não irá novamente ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, que acontece em janeiro.

No ano passado, ela trocou a reunião com líderes da economia mundial por uma visita a Evo Morales. Este ano, poderá enviar Nelson Barbosa como seu porta-voz.

Coluna Claudio Humberto


24 de Dezembro de 2015
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tem sido incentivado por aliados a provocar um impasse institucional, como resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de se imiscuir em assuntos do Poder Legislativo para alterar as regras e dificultar o impeachment da presidente Dilma. O impasse começaria pela recusa do plenário de referendar a comissão que vai analisar o pedido de impeachment.
Alterar o regimento está entre as medidas que podem ser adotadas pela Câmara antes da definição da comissão do impeachment.
“O STF rasgou a Constituição e temos o dever de usar prerrogativas de legislador”, diz o líder de um dos quatro maiores partidos da Câmara.
“Não podemos calar e vamos reagir. Houve uma decisão equivocada do Supremo”, afirma o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG).
O regimento alterado consagraria a votação secreta nas eleições para cargos e comissões permanentes ou especiais, na Câmara.
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Ex-deputado federal de corajoso enfrentamento com a ditadura, o advogado e ministro aposentado do Superior Tribunal Militar, Flávio Bierrenbach, desligou-se da Associação Juízes para a Democracia, entidade criada por magistrados que participaram da resistência democrática ao regime militar. Bierrenbach deixou a entidade por considerá-la partidariamente aparelhada e a serviço do governo do PT.
A Associação Juízes para a Democracia fez uma “enquete”, com prazo de 24h para resposta, que Bierrenbach considerou muito suspeita.
Essa enquete apontou, claro, que supostamente 73% dos associados defendiam que a entidade se posicionasse contra o impeachment.
Como Bierrenbach, 18% não queriam a entidade se manifestando sobre o tema e que só 3% seriam favoráveis ao impeachment.
A atitude do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, abrindo para a imprensa a reunião com o presidente da Câmara, ontem foi considerada uma descortesia pela turma do deputado Eduardo Cunha.
Certa vez, o senador ACM pediu audiência ao então presidente Itamar Franco para entregar-lhe documentos provando corrupção no governo. As provas eram até quentes, mas a atitude de Itamar, abrindo a reunião à imprensa, acabou sendo notícia mais relevante que as denúncias.
A interferência do STF na chapa avulsa para analisar o impeachment de Dilma irritou a Câmara. “Não há uma única palavra na Constituição que impeça a chapa avulsa”, diz Carlos Marun (PMDB-MS).
A página oficial no Facebook de Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo Dilma preso, foi tirada do ar após a prisão do senador em 25 de novembro. Antes eram mais de 80 mil “curtidas”; hoje, são zero.
O relator do Orçamento 2016, deputado Ricardo Barros (PP-PR) foi taxativo ao sepultar a possibilidade de recuperação econômica com origem no governo: “Não há espaço no orçamento de 2016”.
A ministra Kátia Abreu (Agricultura), que adora boquinhas no governo, telefonou para o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). Pediu que retirasse requerimentos que convocam ministros do PT.
Tentando não perder o otimismo, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) afirma que o impeachment continua em pauta, sem mudança. “A diferença é que acabou o discurso de golpe”, garante.
“Papai Noel não está recebendo cartas das crianças brasileiras porque os pais não têm dinheiro para pagar o selo”, ironiza o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).
Agradecemos e retribuímos todos os votos de Boas Festas e de Feliz Ano Novo.

Conheçam Hood Robin aquele que em vez de tirar dos ricos para dar aos pobres, faz exatamente o contrário.


Carlos Chagas
OS PRESENTES DE PAPAI NOEL


Neste Natal, Papai Noel resolveu vingar-se. Na noite de hoje não trará os presentes rotineiros. Vai tirar o trenó da garage com sorrisos de vingança. Decidiu que como as coisas andam tão mal por aqui, distribuirá apenas fantasias para seus clientes, de forma a que se iludam imaginando-se os próprios personagens durante o próximo ano. Nada de contratos superfaturados com empreiteiras, muito menos obras públicas inexistentes. Sequer pixulecos para dirigentes de empresas estatais ou automóveis de luxo para ministros e senadores.


Sendo assim, Eduardo Cunha, presidente da Câmara, receberá a fantasia do Hood Robin, antagonista do Robin Hood, aquele que em vez de tirar dos ricos para dar aos pobres, faz exatamente o contrário.


Para Michel Temer, vai a pele do Lobo Mau, para explicar porque olhos tão grandes e boca ainda maior. Nem é preciso dizer que o vestidinho da Chapéuzinho Vermelho cairá na janela principal do palácio da Alvorada. A cestinha de guloseimas, porem, estará vazia.O chapéu da vovózinha, sem esquecer o bolso para presas e garras afiadas, irá para a deputada Jandira Feghali. A camisola da Bela Adormecida, para a senadora Martha Suplicy, e o cavalo do Príncipe Encantado, para o ministro Jacques Wagner.


Na porta do Instituto Lula cairá a farda do Ali Babá, junto com máscaras para os seus quarenta companheiros, ao tempo em que o presidente do Senado, Renan Calheiros, ficará feliz com as sete cabeças da Hidra de Lerna.


Fernando Henrique Cardoso agradecerá a armadura do Rei Arthur e Aécio Neves, a espada do Príncipe Valente, mas José Serra reclamará do camisolão do Mago Merlin, perseguido pelo governador Geraldo Alckmin, montado num corcel negro.


O governador Pezão será brindado com a roupa do Zorro, amigo do Tonto, e o prefeito Eduardo Paes, com a do Tonto, amigo do Zorro.


O ex-ministro Eliseu Padilha festejará o Natal com nariz e as orelhas do Pinóquio, e o senador Delcídio do Amaral, da máscara da Raposa Esperta. Na entrada da Câmara, 513 calções e bonés com direito a ingresso na Ilha dos Prazeres, sem esquecer os rabos de burro. Na porta do Senado, 81 coroas de Ramsés II.

Em cada palácio dos governadores dos Estados, pernas de pau e papagaios para ornamentar 27 irmãos de Long John Silver.

Para encerrar a relação de hoje, porque amanhã vai ter mais, todas as sedes do PT receberão montes de fantasias do Pateta, do Pluto, do Mickey, da Minnie e do Pato Donald. Em volta deles, as máscaras dos Irmãos Metralha.

Papai Noel vai ficar pouco tempo no céu, pois a distribuição de presentes será rápida. Junto a todos os pacotes e embrulhos virá um bilhete assinado pelo Bom Velhinho como uma espécie de alerta: “O Tiririca está errado! Vai ficar muito pior...”

Troco a galope. Câmara pode dar o troco no STF criando impasse


Recusa de comissão governista do impeachment é o primeiro passo
Publicado: 24 de dezembro de 2015 às 00:01 - Atualizado às 00:27


Recusa de comissão governista do impeachment é o primeiro passo
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tem sido incentivado por aliados a provocar um impasse institucional, como resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de se imiscuir em assuntos do Poder Legislativo para alterar as regras e dificultar o impeachment da presidente Dilma. O impasse começaria pela recusa do plenário de referendar a comissão que vai analisar o pedido de impeachment.
 Alterar o regimento está entre as medidas que podem ser adotadas pela Câmara antes da definição da comissão do impeachment.


“O STF rasgou a Constituição e temos o dever de usar prerrogativas de legislador”, diz o líder de um dos quatro maiores partidos da Câmara.
“Não podemos calar e vamos reagir. Houve uma decisão equivocada do Supremo”, afirma o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG).


O regimento alterado consagraria a votação secreta nas eleições para cargos e comissões permanentes ou especiais, na Câmara. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

Cunha diz que parecer favorável a contas do governo não muda impeachment




  • 23/12/2015 17h33
  • Brasília
André Richter – Repórter da Agência Brasil

Brasília - Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha após encontro com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, para discutir impeachment (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Segundo  o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o processo do  impeachment está baseado  em decretos  editados  em  2015  que  estariam  em  descordo  com  a  lei  orçamentáriaAntonio Cruz/Agência Brasil



O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse hoje (23) que o parecer favorável do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) à aprovação das contas do governo federal em 2014 não muda seu entendimento sobre o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Segundo Cunha, o processo está baseado em decretos editados em 2015, que estariam em descordo com a lei orçamentária.


Ontem (22), Gurgacz, que é relator das contas do governo referentes a 2014 na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, defendeu a aprovação das contas com ressalvas. O entendimento de Gurgacz difere da posição adotada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que recomendou ao Congresso Nacional a rejeição das contas.


Cunha afirmou que, em sua decisão individual que deflagrou o processo de impeachment, não levou em conta o parecer do TCU sobre as contas de 2014, porque a manifestação precisa ser referendada pelo plenário do Congresso, em sessão conjunta da Câmara e do Senado.


"Nunca usei como argumentação que o Tribunal de Contas seria a base da aceitação. O que foi aceito trata-se exclusivamente da parte de 2015, embora falasse de 2014, e falasse de vários temas, e especificamente sobre os decretos feitos em desacordo com a lei orçamentaria. Está muito claro", disse Cunha.


Segundo o relator das contas na Comissão de Orçamento, os argumentos apresentados pelo TCU para rejeição das contas “não são relevantes o suficiente para levar à rejeição”. O parecer de Gurgacz deverá ser votado pela comissão até o dia 6 de março do ano que vem.
Deputados e senadores têm até 13 de fevereiro para a apresentação de emendas ao relatório e ao projeto de decreto legislativo que recomenda ao Congresso a aprovação das contas da presidenta do ano passado.

Edição: Nádia Franco

Governador do Rio decreta estado de emergência na saúde e recebe ajuda federal




  • 23/12/2015 21h46
  • Rio de Janeiro
Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de Atenção à Saúde do MS, Alberto Beltrame, anunciam situação de emergência e repasse de verbas para conter a crise no setor (Fernando Frazão/Agência Brasil)
O governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde,, Alberto Beltrame, anunciaram situação de emergência e repasse de verbas para conter a crise no setorFernando Frazão/Agência Brasil

O sistema de saúde do Rio está oficialmente em estado de emergência. A medida foi assinada na noite desta quarta-feira (23) pelo governador, Luiz Fernando Pezão, após reunião com o secretário de atenção à saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, que se comprometeu a liberar um grande aporte de insumos para os hospitais estaduais, a partir desta quinta-feira (24). O estado de emergência desburocratiza e agiliza o repasse de recursos federais ao estado.

Pezão contabilizou que receberá R$ 297 milhões, entre verbas do governo federal e um empréstimo de R$ 100 milhões oferecido pela prefeitura do Rio. Ele avaliou que, dentro de uma semana, o atendimento no sistema hospitalar do estado deverá estar normalizado. “É o que eu espero e o que nós tratamos com as OS [Organizações Sociais, que gerem os hospitais] e com os nossos colaboradores [funcionários], a quem estamos priorizando em pagar a folha”, disse Pezão.

Beltrame explicou que, entre os insumos doados, estão mais de 200 itens, incluindo materiais de uso intenso nos hospitais, como esparadrapo, luva, gaze, próteses, cateteres e medicamentos. Além disso, foram disponibilizados cerca de 1.500 leitos em hospitais federais para receber pacientes que normalmente seriam atendidos na rede estadual.

“Ao longo deste ano, temos conversado com o governador Pezão. Esse diálogo nunca foi interrompido. Nós estamos anunciando aqui medidas em função de uma crise que se agudizou nesses últimos dias e a gente está dando uma resposta firme do governo federal, porque a preocupação fundamental da presidenta Dilma é com as pessoas”, destacou o secretário.

Referente a uma liminar expedida nesta quarta-feira pelo Tribunal de Justiça, que obriga o governo do Rio a investir 12% da receita em saúde, conforme previsto pela Constituição, sob pena de multa de R$ 50 mil ao estado e multa pessoal de R$ 10 mil ao próprio governador, Pezão disse que vai recorrer da medida.

Ele alegou que está fazendo de tudo para investir no setor, mas não há recursos, pois a economia estadual, bastante dependente da exploração petrolífera, foi duramente atingida pela redução no valor do barril de petróleo. “Vou recorrer sempre. O estado não fabrica recursos, não tem banco, vive da arrecadação de impostos. Hoje, a prioridade é pagar a saúde. Eu não preciso de liminar para aportar dinheiro na saúde”.

Edição: Maria Claudia

Dinheiro nenhum compra a dignidade de um homem!(Ou de uma mulher diga-se de passagem)