Minas
Gerais está SEM DINHEIRO para pagar servidor público e o governador
Pilantrel, do PT, quer gastar R$ 3,4 milhões para pintar farmácias de
VERMELHO!
Dilma justifica a crise, mas não sabe como sair dela
Carlos Chagas
Ontem só não foi uma sexta-feira porque o Congresso não funcionou e
continuará de recesso até fevereiro. Em demorada entrevista, a
presidente Dilma só deu más notícias recheadas de boas intenções.
“Queremos nos aproximar da banda de cima da meta da inflação, de 6,5
%”. Tratou-se de reconhecer a incompetência, mesmo acentuando que seu
governo tem todas as condições para reduzir os índices atuais. Só não
disse quais. É verdade que já chegamos aos 90% ao mês, ou mais, só que
havia compensações nos salários e nos preços. Agora o mal se pratica a
seco.
“Tem que (.. o governo parar de esbanjar o dinheiro publico!!N.B) haver modificação na idade e no comportamento etário na
reforma da Previdência Social. Estamos envelhecendo mais e morrendo
menos”. Mesmo considerando inexistir qualquer queixa de Madame quanto ao
comportamento da natureza, é estranho que a solução venha pelo
sacrifício da população. Melhores condições de vida, serviços públicos
aprimorados, nem pensar.
Foi anunciada a volta da CPMF, junto com a já conhecida elevação de
impostos, taxas e serviços. Quem paga a nova conta? Haverá alternativa? E
os bancos?
Nada de redução dos juros, quer dizer, benefício triplicado para
banqueiros e especuladores, cujos lucros aumentam em detrimento dos
salários.
Não houve menção às propaladas medidas de incentivo ao crescimento e
de combate ao desemprego. É como se não existissem, ainda mas tendo sido
objeto de preocupação no PT. Os companheiros, pelo contrário, mereceram
obvia diminuição ao ser nivelados aos demais partidos, quando, na
realidade, bem ou mal, são o partido da presidente da República.
COMEÇA A REAÇÃO
Mesmo com deputados e senadores em silêncio, exceção de dois ou três,
a sociedade civil começou a reagir. Representantes dos sem-terra e dos
com-piscina reagiram, de João Pedro Stédile a Paulo Skaf, passando pela
CUT. Aguarda-se a voz do Lula, que em recente jantar com Dilma sustentou
o oposto de suas definições. Acima de tudo, porém, indaga-se como
reagirá a classe média, assim que disparados os petardos anunciados.
Nenhuma palavra, também, sobre o desvairado aumento do custo de vida.
Na primeira semana do ano, mais uma elevação no preço dos combustíveis,
sem falar nos gêneros de primeira necessidade, nos transportes
coletivos, nos serviços de gás, água e luz e quanto mais coisa?
Sorridente, com outro netinho a tiracolo, a vovó até cantou e pensou
ter encantado os jornalistas, mas deixou no ar um monte de indagações
não feitas e que não seriam respondidas. Para começar: que motivos a
levam a supor que 2016 será melhor do que 2015?
Carlos Newton
A origem da Medida Provisória vem da Constituição Italiana, país cujo
sistema de governo é o parlamentarista. Nesse regime, se a medida não
for aprovada, o primeiro-ministro – que é o Chefe de Governo – poderá
cair, ser substituído. Já aqui na pátria amada, com o nosso sistema de
“presidencialismo absolutista”, nada irá acontecer com a presidente
Dilma Rousseff se não for aprovada sua ardilosa MP 703, feita sob medida
para atender às empreiteiras envolvidas em corrupção. A governante
signatária continuará alegremente a usufruir das mordomias palacianas.
Não sofre nenhuma punição se o que propôs não tiver “relevância e
urgência”.
Não devemos esquecer que aqui na pátria amada nossos governantes
fazem o que querem; normalmente, o que é “relevante e urgente” para eles
não tem interesse para a sociedade.
No presente momento, a edição da MP 703 evidencia que uma providência
que pode ser “relevante e urgente” para Lula, Dilma, partidos políticos
da “base de apoio”, agentes públicos e políticos corruptos e
empresários do mesmo quilate, certamente não é do interesse da sociedade
brasileira, que está exigindo a apuração precisa dos fatos (assaltos
gigantescos, contumazes e alastrados por todo o setor público e empresas
estatais), a devolução do dinheiro roubado e a punição dos
delinquentes.
BARRA LIMPA Essa MP alivia a barra dos corruptos financiadores das campanhas
eleitorais. Isso pode ser relevante e urgente para o governo e para os
beneficiários do produto dos assaltos, mas não tem a menor importância
para os cidadãos de bem que integram a sociedade brasileira.
Para que a
vontade do povo prevaleça sobre a dos corruptos, é necessário que a MP
703 seja rejeitada expressamente, o que será difícil acontecer em um
Congresso com elevado número de parlamentares com o rabo preso junto a
empresas e empresários corruptos, que, por hábito, estarão sempre
dispostos a “investir” mais 30 dinheiros na compra das consciências dos
políticos e administradores, com a cara de pau que todos conhecemos.
Somente com a rejeição expressa pelo Poder Legislativo a medida
provisória perderá seus efeitos de forma retroativa. Porém, existem
alternativas com as quais os políticos podem faturar algum pixuleco das
empresas corruptoras sem correr o risco de queimar o rabo: se o
Congresso Nacional não se manifestar no prazo de 60 dias, faz com que a
medida provisória perca sua eficácia. É a denominada rejeição tácita.
PRAZO PRORROGADO
No caso da rejeição tácita, o prazo pode ser prorrogado por mais 60
dias. Continuando inerte Congresso, a rejeição se tornará definitiva e
estará impedida sua reedição. Com esse jeitinho brasileiro, a rejeição
tácita não terá efeito retroativo e todos os acordos de leniência
firmados anteriormente estarão válidos juridicamente.
Nessa situação, as
empresas corruptoras saem ganhando, os políticos e governantes também
saem ganhando sem queimar os preciosos rabos, e apenas um lado perde: o
cidadão que sustentou e continuará a sustentar a orgia com o pagamento
de impostos.
Além da rejeição expressa e da rejeição tácita, a MP 703 poderá ser
aprovada com alterações, pois o Congresso possui a alternativa de
apresentar emendas, ampliando ou restringindo o conteúdo do texto
enviado pelo Presidente da República. Também nesta hipótese, o novo
texto não poderá ter efeito retroativo e todos os acordos de leniência
firmados anteriormente estarão válidos juridicamente.
E repete-se a cena pretendida. As empresas corruptoras saem ganhando,
os políticos corruptos saem ganhando após cenas teatrais nas sessões do
Congresso e, mais uma vez, apenas um lado perde: o cidadão que
sustentou e continuará a sustentar a orgia com o pagamento de impostos.
Pelo visto, neste 2016, ano de eleições, talvez já tenha sido aberta,
com notável antecedência, a temporada de compra de votos e de
consciências dos políticos.
Ednei Freitas
Qualquer cidadão (alguém que esteja com seus direitos políticos
vigentes) pode denunciar um ministro do Supremo Tribunal Federal que
esteja no exercício de seu cargo. Mas a denúncia pelo crime de
responsabilidade é feita ao Senado Federal e não ao STF. Essa denúncia
deve conter provas ou declaração de onde as tais provas podem ser
encontradas.
A mesa do Senado, então, a recebe e a encaminha para uma comissão
criada para opinar, em 10 dias, se a denúncia deve ser processada.
O parecer da comissão é então votado e precisa de mera maioria
simples (maioria dos votos dos senadores que apareceram para trabalhar
naquele dia). Se for rejeitada, a denuncia é arquivada. Mas se for
aprovada, ele é encaminhada ao ministro denunciado e ele passa a ter 10
dias para se defender. Será baseado nessa defesa – e na acusação que já
foi analisada – que a Comissão decidirá se a acusação deve proceder.
INVESTIGAÇÃO
Se decidir que sim, passa-se então a uma fase de investigação, na
qual a comissão analisa provas, ouve testemunhas e as partes etc. Findas
as diligências, a comissão emite seu parecer que, novamente, apenas de
maioria simples para ser aprovado. Se o Senado entender que a acusação
procede, o acusado é suspenso de suas funções de ministro do STF.
A partir daí o processo é enviado ao denunciante para que ele
apresente seu libelo (suas alegações) e suas testemunhas, e o mesmo
direito é dado ao ministro-acusado.
O processo então é enviado ao presidente do STF, que é quem vai
presidir o julgamento no Senado (da mesma forma como ocorreu no
impeachment do então presidente Collor, em 1992). A partir daí, o
julgamento feito pelo Senado passa a parecer muito com um julgamento
feito por um tribunal do júri, mas com 81 jurados (senadores).
As testemunhas são intimadas para comparecerem ao julgamento. O
acusado também é notificado para comparecer e, se não comparecer, o
presidente do STF (que estará presidindo o julgamento), o adia, nomeia
um advogado para defender o acusado à revelia, e determina uma nova data
na qual haverá o julgamento, independente da presença do
ministro-acusado.
JULGAMENTO
No dia do julgamento, depois de se ouvir as testemunhas, as partes e
os debates entre acusador e acusado, estes se retiram do plenário e os
senadores passam a debater entre si. Findo esses debates, o presidente
do STF faz um relatório dos fundamentos da acusação e da defesa, e das
provas apresentadas.
E aí, finalmente, há uma votação nominal (aberta)
pelo plenário, que é quem decidirá se o acusado é culpado e se deve
perder o cargo.
Para que ele seja considerado culpado e perca o cargo, são
necessários dois terços dos votos dos senadores presentes. Se não
alcançar esses dois terços, ele será considerado inocente e será
reabilitado imediatamente ao cargo do qual estava suspenso. Se alcançar
os dois terços dos votos, ele é afastado imediatamente do cargo, mas o
processo não termina aí: dentro de um prazo de até cinco anos, o
presidente do STF deve fazer a mesma pergunta novamente aos senadores.
E, aí sim, se for respondida afirmativamente, ele perde o cargo
definitivamente.
Repare que a denúncia pode ser apresentada por qualquer cidadão, que
ela pode ser baseada em algo muito subjetivo (dignidade, decoro e
honra), que o ministro é julgado por um tribunal político composto de
pessoas que estão em sua maioria, alinhadas com o partido cuja principal
figura (o ex-presidente) é alguém contra quem o ministro do STF
indispôs. E isso gera um risco de impeachment que, aliás, já foi feito
uma vez contra ele.
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NOTA DE REDAÇÃO DO BLOG – Se for pedido impeachment do presidente do Supremo, o julgamento será conduzido pelo vice-presidente.(C.N.)
Estudo da Secretaria de Segurança Pública começou em julho de 2015
Publicado: 04 de janeiro de 2016 às 17:17
Estudo da Secretaria de Segurança Pública começou em julho de 2015
O mais recente balanço divulgado pelo governo de Brasília revelou
que em 2015 a taxa de homicídios no Distrito Federal foi a menor dos
últimos sete anos, considerando-se o período de janeiro a novembro.
A
intenção da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social é reduzir
ainda mais os indicadores de assassinatos. Uma das apostas da pasta para
alcançar o objetivo é um amplo estudo iniciado em julho. Pesquisadores
visitaram, até dezembro. as áreas onde estão as maiores manchas
criminais — maior concentração de crimes contra a vida — e, com base nos
resultados, vão propor ações a fim de reduzir os delitos.
O Diagnóstico de Áreas Críticas avaliou aspectos que, de forma direta
ou indireta, influenciam na prática de crimes. Iluminação pública
precária, deterioração de espaços públicos, falta de atividades
culturais e esportivas e conflitos de gangues estão entre os fatores
apontados na pesquisa.
Além de observar o ambiente, os pesquisadores entrevistaram comerciantes
e moradores a fim de saber as principais queixas. As informações são
compiladas e servirão para subsidiar as ações do Viva Brasília — Nosso
Pacto pela Vida, principal política de segurança pública do Executivo
local.
Intervenção
De acordo com o subsecretário de Gestão da Informação da Secretaria
da Segurança Pública, Marcelo Durante, o diagnóstico será compartilhado
com vários órgãos do governo envolvidos com os temas levantados durante
as inspeções. "A ideia, agora, é construir um plano de intervenção
nessas áreas. Depois, passaremos a monitorar os resultados", afirma.
O levantamento foi feito em seis localidades que apresentaram os
maiores índices de criminalidade do DF: Ceilândia, Estrutural,
Planaltina, Plano Piloto (Setor Comercial Sul), Samambaia e Santa Maria.
Planaltina
Em 9 de dezembro, os pesquisadores visitaram algumas áreas de mancha
criminal em Planaltina. Além de conversar com moradores e comerciantes,
eles identificaram problemas que podem contribuir para o incremento de
delitos, como lixo acumulado perto de escolas e creches, iluminação
deficitária em vias públicas e equipamentos públicos pouco explorados
pela comunidade — o que favorece a ocupação por gangues, traficantes e
usuários de drogas.
"O diagnóstico também serve para apontar que não
basta implementar um bem público, é preciso que o Estado fomente
políticas para que a população abrace esses espaços de convívio",
destaca Marcelo Durante.
Conselhos de segurança
A dona de casa Maria Cidilene Vieira, de 48 anos, foi uma das
entrevistadas. Ela expôs as principais queixas da região em que mora, no
Arapoanga, em Planaltina, e elogiou o trabalho da secretaria. "É bom
saber que o governo está interessado em ouvir a gente, pois quem vive a
realidade do dia a dia é quem pode dar as melhores informações para
melhorar a segurança."
O diagnóstico feito pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz
Social é apresentado aos Conselhos Comunitários de Segurança de cada
região monitorada. Em Planaltina, o presidente do conselho local, Nilton
Vaz, considerou a parceria essencial na tomada de decisões a fim de
reduzir assaltos, homicídios e outros delitos.
"Essa troca de
informações é importante para o desenvolvimento de políticas sérias e
com foco. Creio que esse trabalho vai tornar nossa região mais bem
estruturada e, consequentemente, mais segura."
Manifestação pacífica foi interrompida depois de mascarados começarem a atirar pedras, queimar lixo e atacar veículos
Leonardo Benassatto/Futura Press - 08.01.16
Protesto contra aumento de tarifa de ônibus e metrô em SP acaba em confusão
A manifestação do Movimento Passe Livre (MPL)
contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo, que a partir deste
sábado (9) sobe de R$ 3,50 para R$ 3,80, começou pacífica e foi
interrompida pela ação de mascarados.
Os vândalos
obrigaram os passageiros a deixar os ônibus coletivos – inclusive mães
com crianças de colo – e quebraram os vidros dos veículos com muitas
pedras, paus e correntes.
Pedestres
e motoristas que passavam pela região de São Paulo ficaram muito
assustados com a confusão. Até trabalhadores que estavam num caminhão de
coleta de lixo foram ameaçados por mascarados. Veículos da CET,
responsável pelo trânsito da cidade, foram atacados com correntes.
Agências
bancárias e algumas lojas tiveram as fachadas de vidro depredadas, a
exemplo do que se viu nos protestos de junho de 2013 – motivados também
pela tentativa de reajuste do valor da passagem de ônibus.
A
Polícia Militar acompanhou a manifestação do MPL desde o começo sem
interferir até o início da confusão. Assim que os mascarados começaram a
jogar pedras, atear fogo em sacos de lixo e montar barricadas, os
policiais jogaram bombas de efeito moral e gás de pimenta para tentar
dispersar os manifestantes. Viaturas do Copor de Bombeiros tiveram de
ajudar a apagar os focos de incêndio.
A polícia não soube informar o número de
manifestantes detidos. Pelo menos dois PMs acabaram feridos durante o
quebra-quebra e encaminhados ao pronto-socorro da Santa Casa.
O
Movimento Passe Livre estima que cerca de 7 mil pessoas participaram do
ato. De acordo com a porta-voz do grupo no ato, Laura Viana, os
episódios de depredação se deram somente após o início do confronto com
os policiais, na chegada à Avenida Vinte e Três de Maio.
A
integrante do MPL não comentou as cenas de vandalismo ocorridas no ato.
Neste momento, com a dispersão dos manifestantes após a confusão, muitos
permaneceram no centro enquanto parte do grupo se dirigiu à Avenida
Paulista, onde o ato foi retomado.
Balanço da PM
A
Secretaria de Segurança Pública atribuiu a black blocs as depredações
ocorridas na noite desta sexta-feira, em São Paulo. Segundo comunicado,
"a atuação criminosa dos black blocs atrapalhou o legítimo direito de
manifestação dos demais".
Os mascarados que atacaram ônibus e
outros veículos públicos, informa a secretaria, seriam "criminosos
infiltrados, armados com escudos, paus, rojões e outros instrumentos,
passaram a praticar agressões, vandalismo e danificar propriedade
pública e privada."
Três PMs foram feridos por pedras. Ao todo, 17
pessoas foram detidas e um artefato explosivo foi apreendido com um
dos manifestantes.
Ao todo, três agências bancárias foram
danificadas. Um carro da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), um da
SPTrans e duas viaturas da PM foram depredados.
No Rio de Janeiro
e em Belo Horizonte também houve protestos contra a alta do preço da
passagem de ônibus. Nas duas capitais houve confronto em grupos de
manifestantes e policiais.
Mauro Marcondes, o lobista que deu 2,5 milhões de reais a Luleco, está pensando em fazer uma delação premiada.
É o que diz o Estadão:
"Prestes
a completar 80 anos e com problemas cardíacos, ele discute a
possibilidade com alguns de seus interlocutores como forma de deixar a
Penitenciária da Papuda o mais rápido possível e também de salvar a
mulher, Cristina Mautoni, do regime fechado".
Um terrorista islâmico mora no Brasil. E é mantido – como poderia deixar de ser? – pelo governo federal.
Foi o que descobriu a Época.
Adlene
Hicheur, um cientista franco-argelino ligado à Al-Qaeda e condenado por
terrorismo na França, mudou-se para o Rio de Janeiro e ganhou emprego
na UFRJ, com salário de 11 mil reais por mês.
Uma das mensagens que ele enviou a um companheiro da Al-Qaeda dizia:
“Precisamos
executar assassinatos com objetivos bem estudados: personalidades
europeias ou personalidades bem definidas que pertençam aos regimes
infiéis (em embaixadas e consulados, por exemplo)."
Comentários:
OS
Esses Jogos Olímpicos precisam ser cancelados. Entre terroristas e o Rio de Janeiro como fazer um evento dessa magnitude?
Ivanhoe
Esse aí, deve ser a ponta do iceberg, a pena da galinha. Se puxar
essa pena, virão muitas galinhas. Deve estar cheio , o Brasil, de
terroristas islâmicos.
Ali Khate
Se isso é verdade mesmo, o Antagonista deveria pesquisar e publicar
uma foto desse terrorista e não simplesmente repetir a manchete da
Época.
Gustavo Cunha
Agora a Orcrim já tem um novo nome para futuro ministro. Desenvolvimento? Justiça? Casa Civil?
André luiz O terrorista veio ao país certo! Foi bem recebido pelo governo com
emprego e proteção (jurídica e financeira), além de ter as portas
abertas para o programa nuclear brasileiro. Vale a pena o Antagonista
investigar as relações do terrorista com o nosso almirante nuclear e
outros figurões ligados ao programa nuclear, de enriquecimento de urânio
e do submarino nuclear! A presença dele no Brasil não é mera
coincidência e conveniência...
Mayke
É sério isso??
Engraçado que quando eu vi sobre o teste da bomba na Coréia do Norte,
eu pensei que lá era um dos destinos do dinheiro roubado com a
corrupção no Brasil. E parece que isso não é apenas uma fantasia da
minha cabeça. Talvez se o chorão não fosse cumpanheiro de ideologia da
quadrilha tupiniquim, os americanos já teriam tomado uma atitude.
TCU acha série de irregularidades no governo Wagner na Bahia
Publicado: 09 de janeiro de 2016 às 09:41
Pedido de ajuda foi feito pelo empreiteiro Léo Pinheiro ao então governador Jaques Wagner. Foto: Beto Barata/Estadão Conteúdo
O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou uma série de
irregularidades, em especial superfaturamento, no contrato de obras que
levou o empreiteiro da OAS Léo Pinheiro a pedir que o ministro da Casa
Civil, Jaques Wagner, atuasse no Ministério dos Transportes para liberar
um valor adicional de R$ 41,76 milhões para uma obra em Salvador quando
ele governava o Estado.
O projeto, que envolveu a construção de 14 viadutos e de uma via
expressa de 4 km de extensão até o porto de Salvador, passou pelo
pente-fino de diversas auditorias e monitoramentos realizados pela corte
de contas desde a sua licitação, em 2008, quando Jaques Wagner ainda
era governador da Bahia.
No pedido de ajuda, Léo Pinheiro solicita a Wagner que procure o
então ministro dos Transportes, Paulo Passos, para liberar um valor de
R$ 41,760 milhões ligado a esse contrato.
Ao se debruçar sobre o contrato de R$ 399,705 milhões firmado entre a
Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), o
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e a OAS, o
tribunal identificou um volume de pedidos materiais muito acima
daqueles previstos no projeto básico do empreendimento.
Apenas com a
inclusão de novos serviços no contrato, segundo os auditores, o preço da
obra foi inflado em pelo menos R$ 9,368 milhões.
As alterações no escopo original do projeto também foram acompanhadas
pelo aumento de preços. Foi o que os auditores encontraram, por
exemplo, ao analisar a compra de vigas metálicas usadas na obra.
O preço
cobrado pela empreiteira para este item foi de R$ 7,13 por quilo,
quando o orçamento original feito pela Conder com a Gerdau Aço Minas
indicava valor de R$ 3,62 o quilo.(!!!N.B)
"A comparação do valor considerado
pela OAS no termo aditivo com o preço informado pela Gerdau indica uma
significativa diferença de 96,96% para elementos na mesma data base",
aponta o TCU, que estimou uma diferença de R$ 3,926 milhões somente em
relação ao serviço de fabricação desse material.
Depois de realizar uma série de reuniões com representantes da
Conder, da OAS e do Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes (Dnit), que era o principal agente financeiro do projeto, o
TCU concluiu que diversas irregularidades não foram explicadas.
Em 2010, o diretor de operações da Conder, Armindo Gonzales Miranda,
reconheceu que houve irregularidades na quantidade de itens incluídos na
obra, mas culpou o "curto espaço de tempo" que o órgão baiano teve para
informar o Dnit sobre as necessidades do projeto. A pressa, justificou
Miranda, teria ocasionado os erros.
O TCU verificou, no entanto, que a
Conder teve quatro meses para apresentar seus estudos em 2007, prazo que
depois foi estendido em mais seis meses. Armindo Gonzales Miranda teve
seus argumentos rejeitados e foi multado em R$ 3 mil.
Ligado ao Ministério dos Transportes, o Dnit era o principal
financiador do projeto, responsável pelo aporte de R$ 339,3 milhões,
entre contratações de obras civis, despesas com desapropriações e
construção de passarelas.
Defesa
O Ministério dos Transportes, a Conder e o Dnit não se manifestaram
sobre o assunto, nem confirmam se os valores devidos do projeto foram
efetivamente pagos à empreiteira.
A OAS também não havia se pronunciou
até a noite dessa sexta, 8. Também procurado, o ministro da Casa Civil,
Jaques Wagner, não havia respondido à reportagem até a conclusão desta
edição. Em nota emitida na quinta, ele negou irregularidades.
Terrorista condenado na França recebeu bolsa do CNPq e dá aulas na UFRJ
Análise do CNPq não notou passado terrorista de Adlène Hicheur
Publicado: 09 de janeiro de 2016 às 10:57 - Atualizado às 11:34
Atualmente, Hicheur ganha R$ 11 mil por mês da UFRJ. Foto: Reprodução
O físico argelino naturalizado francês Adlène Hicheur, que
trabalhava com pesquisas nucleares na Suíça, recebeu bolsa do Conselho
Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e trabalha
na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Nada de anormal, não fosse o
fato de que Hicheur manteve conversas com lideranças da Al Qaeda e foi
preso e condenado por terrorismo em 2009 ao planejar atentados na
França.
Reportagem da revista Época traça a trajetória de quem era
considerado um cientista brilhante, mas que foi seduzido pelo discurso
extremista da organização terrorista, dava sugestões de alvos e traçava
estratégias para desestabilizar governos "incrédulos". De acordo com a
revista, Hicheur entrou no Brasil em 2013
depois de conseguir bolsa no CNPq, que afirma ter feito uma “análise
baseada no mérito científico da proposta e no currículo do candidato”. O
físico recebeu R$ 56 mil do CNPq e com o fim do período de pesquisa,
foi contratado pela UFRJ e ganha R$ 11 mil por mês. A universidade alega
que seguiu as normas e exigiu passaporte com o visto de trabalho.
Apesar da vida discreta que levava no Rio, Hicheur virou alvo de
operação secreta do grupo antiterrorismo da Polícia Federal, em outubro
do ano passado, quando teve mandados de busca e apreensão cumpridos em
casa e no seu laboratório na UFRJ.
A PF chegou a Hicheur após procurar
um dos muçulmanos que, durante entrevista à CNN em espanhol, defendeu os
ataques ao jornal Charlie Hebdo e mostrou apoio aos terroristas do
Estado Islâmico.
Segundo a revista, o cientista chegou a pedir alteração
da nacionalidade que consta em seu passaporte, de francesa para
argelina, como forma de garantir que uma eventual deportação seja para a
Argélia em vez da França onde é classificado como terrorista.
Diario do Poder
Comentarios
Jose Freitas
Mais
um terrorista como "césare batista" para o suplicy e o tarso genro
"acolherem" como refugiado politico. Os ministros da Educação, da
Defesa e do Trabalho precisam ser convocados com urgência pelo
Congresso para darem explicações.
Terroristas,
guerrilheiros e comunistas tem guarida aqui em nossa Pátria, pois os
governos petistas já deram demonstração.Esse não é o primeiro e enm será
o último, daui uns dias teremos o Maduro se refugiando aqui. Valha-nos
Deus.
Entendam
que MANDARAM aceitar o indivíduo pois existe controle eficaz da PF e
Receita de quem requer visto de trabalho. Filho feio não tem pai.
Ninguem sabia de nada é o refrão.
Uso indiscriminado de cartões na era PT consumiu R$ 656 milhões. Foto: Patrícia Santos/AE
Desde que o PT assumiu o governo federal, em 2003, as faturas dos
cartões corporativos somaram R$ 655,9 milhões.
Criados no fim do governo
FHC, os Cartões de Pagamentos do Governo Federal têm sido usados
indiscriminadamente nas gestões do PT, fazendo o gasto saltar de R$ 3
milhões em 2002, último ano de mandato de FHC, para o recorde absoluto
de R$ 80 milhões em 2010, último do governo Lula.
Sem nenhum constrangimento, Lula triplicou o gasto logo no primeiro ano do mandato. As faturas fecharam em R$ 9 milhões em 2003.
Em 2007, ano anterior ao escândalo da “tapioca” do ex-ministro dos
Esportes Orlando Silva (PCdoB-SP), o governo torrou R$ 76 milhões.
Se mantiver a média de R$ 60 milhões por ano, o governo Dilma vai
gastar, em seis anos, mais que os R$ 354 milhões de Lula, em oito.
Em vez de cartão corporativo, os parlamentares não pagam tapiocas com
o salário de R$ 33,7 mil. O gasto é integralmente reembolsado.
IMORALIDADE
EM CIMA DE IMORALIDADE, QUEM VIER POR ÚLTIMO SE TIVER FECHE A PORTEIRA,
CANCELA E O PORTÃO DO RESTOU NADA!!! ESTAMOS EM PLENA ATIVIDADE
GOLPISTA DO MODUS OPERANDI TERRORISTA SANGUINÁRIO COMUNISTA FIDEL
CASTRO, LULA CASTRO & DILMA RUIMSELFF CASTRO CUBA!!!
OS DOIS ÚLTIMOS
LULA & DILMA RUIMSELFF DESVIARAM BILHÕES DE DÓLARES E/OU REAIS DAS
OBRAS ESTRUTURANTES NO BRASIL, PARA PAÍSES DE REGIMES DITATORIAIS
CUMUNISTAS (CUBA, ARGENTINA, URUGUAI, PARAGUAI, VENEZUELA, BOLÍVIA,
VÁRIAS DITADURAS DO CONE AFRICANO...). COM TANTA IMORALIDADE, JÁ PASSOU
DO TEMPO DE UMA INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL COM JULGAMENTO E PRISÃO DA
QUADRILHA DE MELIANTES ASSALTANTES DO BRASIL. FALA AÍ 'BNDES'? O QUE?
NÃO FALA NÃO ABRE A CAIXA DE PANDORA PARA NÃO CAIR A CASA DE POSSÍVEIS
DESVIOS/ROUBOS DE ++++ DE R$ 100 BILHÕS!!!
XÔ DILMA FORA DILMA DANE-SE DILMA FORA COMUNISMO FALIDO FORA FIDEL FORA LULA FORA MADURO ESTRAGADO PODRE!!!
Pela primeira vez, desde o fim da Segunda Guerra Mundial (1939 -
1945), o livro Mein Kampf (A minha luta, em tradução livre), um
manifesto de Adolf Hitler, é publicado na Alemanha. O lançamento da obra
comentada do líder nazista foi feito hoje (8) pelo Instituto de
História Contemporânea de Munique (IFZ, na sigla em alemão). O objetivo
do relançamento do livro, cujos direitos passaram a ser recentemente de
domínio público, é contextualizar a obra e desmistificar declarações do
ex-líder alemão.
Para a professora do Instituto de Filosofia e
Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Adriana
Dias, a reedição da publicação, no entanto, acontece em um momento
delicado para a Europa, em que se registra o crescimento de movimentos
de extrema direita e de aumento de casos de xenofobia e racismo,
principalmente contra imigrantes e refugiados.
“A Europa vive um
cenário de crise econômica e atentados, o que cria um caldeirão na
narrativa social muito parecido com o das décadas de 1920 e 1930. O
cenário não é bom, o livro é uma Caixa de Pandora, que abre todas as
portas de ódio, com mentiras, que infelizmente são compráveis em tempos
de opressão social e econômica”, avalia a pesquisadora.
Indagada
sobre a possível repercussão do livro no Brasil, a antropóloga, que
pesquisa há mais de 15 anos sobre os grupos nazistas na internet e
também fora dela, disse acreditar que o movimento de extrema direita
deve se intensificar também no país. “No Brasil, mais de 200 mil pessoas
já leem livros e materiais neonazistas e com a ascensão da direita isso
tende a piorar.”
Para ela, os simpatizantes brasileiros do
neonazismo (que estão espalhados pelo país, mas concentrados
majoritariamente nos estados do Sul e do Sudeste), são muito
influenciados pelas ações dos seus pares na Europa. “O movimento no
Brasil é extremista, se apoia muito no modelo americano e europeu, e
como característica singular desenvolveu um ódio extremo ao nordestino”.
Além disso, segundo ela, é comum estarem envolvidos em ataques
contra gays, negros e judeus.
Edição: Líria Jade
Comentário
Ódio aos nordestinos? Isso é coisa do PT querendo separar os brasileiros.Não acreditem nisso!O Nordeste é maravilhoso, o pessoal muito simpático, não existe nenhum sentimento de hostiliddae contra os nordestinos por parte do sul e do sudeste.N.B.
A
chanceler alemã Angela Merkel mostrou-se hoje (9) favorável a um
endurecimento das regras de expulsão de refugiados condenados na
Alemanha.
A posição foi tomada após as agressões na cidade alemã de
Colônia, na noite da passagem de ano. "Se os refugiados cometeram um
delito, isso deve ter consequências, isso significa que o direito [de
permanecer na Alemanha] deve ser travado se existe uma pena de prisão ou
até mesmo uma pena suspensa", afirmou Merkel, citada pela agência
France Presse, durante entrevista após reunião da liderança do partido
União Democrata Cristã em Mainz (Sudoeste).
O Ministério do
Interior alemão anunciou sexta-feira (8) que identificou 31 suspeitos
que estão sendo investigados pela onda de agressões e roubos verificada
na cidade de Colônia.
"Dos 31 suspeitos cujos nomes conhecemos, 18 são
requerentes de asilo", afirmou o porta-voz do ministério, Tobias Plate,
acrescentando que são acusados de roubos e agressões. Segundo ele, ainda
estão sendo identificados os autores de possíveis agressões sexuais.
A
polícia estadual de Colônia confirmou mais de 120 queixas de agressão,
em uma onda de ataques coordenados durante a chegada do Ano Novo, em 31
de dezembro, que reuniu na rua uma multidão.
Houve queixas sobre
assaltos e abusos sexuais, que teriam sido cometidos por grupos de
jovens que se encontravam entre o grande número de pessoas que
comemorava a passagem de ano perto da principal estação de trens da
cidade. Várias testemunhas relataram que grupos de 20 a 30 jovens
adultos, “que pareciam ser de origem árabe”, cercaram e agrediram as
vítimas.
Essas vítimas apontaram homens "de aparência árabe ou do
Norte da África" como autores, originando um debate sobre a capacidade
de a Alemanha integrar os quase 1,1 milhão de refugiados que procuraram o
país em busca de asilo no último ano.
Centenas de mulheres participaram hoje (9) de uma
marcha em Colônia, no Oeste da Alemanha, para protestar contra a
violência supostamente praticada por refugiados na noite da passagem do
ano.
Carreegando cartazes com as frases “Não, significa não. É o
nosso direito. Fiquem longe de nós” ou “Não à violência contra as
mulheres, seja em Colônia, na festa da cerveja ou no quarto”, as
mulheres se manifestaram com apitos e tambores, de acordo com
informações da Agência France Presse.
“Queremos
sentir-nos em segurança novamente. Estou aqui por todas as mães,
filhas, netas, avós que se querem se deslocar em segurança”, explicou
Martina Schumeckers, música de 57 anos que organizou a marcha.
Após
a manifestação contra as agressões sexuais a algumas mulheres na noite
da passagem do ano, será realizado agora à tarde um comício do movimento
de extrema-direita Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente
que, segundo a polícia, pode atrair mil participantes.
Cerca de
mil manifestantes de esquerda se reuniram na principal praça de Colônia
com cartazes onde se lia “Os refugiados são bem-vindos” ou “O fascismo
não é uma opinião, é um crime”. Nessa praça, na noite de Ano Novo, os
atos de roubo e violência sexual deram origem a cerca de 200 queixas,
duas delas por violação, segundo o jornal Spiegel.
A
Polícia Federal identificou 31 suspeitos, dos quais 18 são requerentes
de asilo. Testemunhas relataram que grupos de 20 a 30 jovens, “que
pareciam ser de origem árabe” cercaram e agrediram as vítimas.
Leia maiores detalhes sobre o assunto abrindo o link abaixo:
Rompimento da Barragem do Fundão em Mariana (MG) deixou cenário de muita lama e destruiçãoAntonio Cruz/ Agência Brasil
Cerca
de 20 peritos criminais federais estão participando das investigações
da Polícia Federal sobre o rompimento de uma barragem de rejeitos da
mineradora Samarco, no dia 5 de novembro do ano passado, no município de
Mariana, em Minas Gerais. Trabalho similar foi feito em 2003 na cidade
mineira de Cataguases, onde, em 29 de março daquele ano, rompeu-se uma
barragem com resíduos industriais sob responsabilidade da Indústria
Cataguases de Papel.
Na época, o Laudo 1.362/2003, do Instituto
Nacional de Criminalística (INC), identificou como causas do acidente
problemas como a falta de manutenção e de fiscalização e o excessivo
prolongamento da vida útil da barragem, o que resultou em um processo
erosivo da obra. Segundo o laudo, a barragem tinha sido edificada em
1990 com uma estrutura provisória, que deveria durar apenas dois anos.
De
acordo com a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF),
caso os alertas feitos pelos peritos – em especial os relativos à falta
de fiscalização – tivessem sido ouvidos pelas autoridades, a tragédia
ocorrida em Mariana poderia ter sido evitada, uma vez que é o poder
público o responsável pela fiscalização de outras barragens.
“Tornamos
pública essa preocupação com a falta de manutenção e fiscalização de
tais obras, por meio de nossa revista institucional, que foi enviada a
várias autoridades dos Três Poderes”, disse à Agência Brasil
o presidente da APCF, André Morisson. “Em artigo sobre deslizamentos e
desabamentos, alertamos que os administradores públicos estavam
delegando a terceiros a responsabilidade sobre a boa qualidade das obras
e que, apesar dessa delegação, o poder público não está livre da
obrigação de bem fiscalizar os contratos e sua execução, pois quem
contrata mal também responde solidariamente pelos ônus”, acrescentou o
perito.
Morrison lembrou que, no caso de Cataguases, os peritos
conseguiram evitar o rompimento de outra barragem da mesma empresa, que
apresentava problemas semelhantes aos da que havia se rompido. O alerta
foi repassado às autoridades por meio da Informação Técnica nº 122/03-do
INC, o que resultou no esvaziamento e no reforço da barragem, antes que
a situação se agravasse.
De acordo com o presidente da APCF,
esta é mais uma das facetas preventivas que a perícia criminal tem, mas
que são pouco conhecidas pelas autoridades e pela própria sociedade,
apesar de sua relevância. “Naquele incidente, afortunadamente não houve
mortes e os danos ambientais, interrupção de pesca e de abastecimento e
deslocamento de famílias. Mas foi estipulada, por meio de uma ação
civil, a maior condenação judicial por dano ambiental da história do
Brasil, para a época, totalizando R$ 140,644 milhões em indenizações”,
acrescentou Morrison.
Bem mais complexa do que o trabalho feito
em Cataguases, a perícia de Mariana conta com especialistas nas mais
variadas áreas: geologia, engenharia de minas, química ambiental,
biologia, medicina veterinária, geoprocessamento, engenharia florestal e
engenharia civil. Morrison informou que os trabalhos em Mariana incluem
a análises dos sedimentos e efluentes da represa, da mortandade de
animais, da extensão dos danos à vegetação ciliar atingida pela lama de
rejeitos e o exame dos procedimentos de licenciamento ambiental do
empreendimento.
Uma parceria com pesquisadores da Universidade
Federal do Espírito Santo (Ufes) e da Universidade de Vila Velha está
ajudando os peritos a identificar a correlação e a compatibilidade da
composição mineralógica de amostras de água e sedimentos colhidas pelos
pesquisadores ao longo do Rio Doce e no mar com amostras de sedimentos
ainda presentes na cratera da barragem do Fundão, colhidas pelos
peritos. Pesquisadores da Ufes colheram também sedimentos lançados pelo
rio no mar, com uso de um navio oceanográfico da Marinha.
Contatada pela Agência Brasil,
a Polícia Federal informou que este caso é de sua competência porque,
além de envolver subsolo e minérios, que são bens da União, o acidente
em Mariana jogou dejetos em um rio federal. A previsão é que o inquérito
seja concluído em meados de fevereiro, mas há possibilidade de o prazo
ser dilatado caso haja necessidade de mais diligências.
Esse aí, deve ser a ponta do iceberg, a pena da galinha. Se puxar essa pena, virão muitas galinhas. Deve estar cheio , o Brasil, de terroristas islâmicos.