quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Jogos Olímpicos 2016 Gastos das Olimpíadas do Rio têm aumento de R$ 100 milhões -- SEM FALAR NA DEVASTAÇÃO AMBIENTAL QUE A RIO 2016 CAUSARÁ.







Novo documento aumenta número de projetos de 52 para 56 e apresenta um valor mais alto para investimento na Olimpíada


Publicado: 28 de janeiro de 2015 às 11:58 - Atualizado às 12:04 
 Parque Olímpico (Rio de Janeiro) by Rio 2016/Divulgação


Matriz de Responsabilidade dos Jogos do Rio sugere que investimentos batam na casa dos R$ 37,7 bilhões (Foto: Rio 2016/Divulgação)

A Autoridade Pública Olímpica (APO) realizou mais uma atualização da Matriz de Responsabilidades dos Jogos Olímpicos do Rio na manhã desta quarta-feira. O novo documento, que enumera as obras fundamentais para a realização do evento, apresenta uma mudança de 52 para 56 projetos, e aponta um acréscimo de R$ 100 milhões nos investimentos para o evento.

Na comparação com o documento anterior, divulgado em julho de 2014, foram acrescentados cinco projetos, referentes à instalação de energia elétrica. Dois deles, para o campo de golfe, outros dois para a área de Copacabana e um para o Riocentro. Em contrapartida, o projeto do entorno do estádio do Engenhão foi retirado.

Em relação aos investimentos, em julho, eles representavam R$ 6,5 bilhões. A estimativa de hoje da APO indica R$ 6,6 bilhões, um aumento de 1,4%. A maior parte dos investimentos, R$ 4,24 bilhões (64%), vem do setor privado. O restante, R$ 2,37 bilhões (36%), é oriundo do setor público.


“Em um ano, a Matriz mostrou avanços significativos na preparação dos Jogos, resultado do trabalho feito de forma integrada pelos entes governamentais”, afirmou o presidente da APO, general Fernando Azevedo e Silva, em declaração divulgada pelo site oficial da própria APO.

Vale ressaltar, que a cerca de um ano e meio da Olimpíada, apenas 75% dos custos dos projetos estão registrados. Ou seja, 25% dos projetos ainda não tiveram os valores definidos.

Com essa atualização, a previsão de gastos com os Jogos de 2016 já alcançaram R$ 37,7 bilhões. Os valores estão assim distribuídos: arenas: R$ 6,6 bilhões; legado: R$ 24,1 bilhões; e investimentos do Comitê Organizador da Olimpíada: R$ 7 bilhões. Porém, o orçamento do legado e dos investimentos do Comitê Rio 2016 não sofrem atualizações há algum tempo. O orçamento previsto na candidatura brasileira era de R$ 28,8 bilhões. (AE)

Obra da Rio-2016 derruba mata, e devastação olímpica atinge 34 'Maracanãs'

Vinicius Konchinski
Do UOL, no Rio de Janeiro



Obra em Elevado do Joá (foto) vai derrubar 69 mil m² de mata à beira do Oceano Atlântico Obra em Elevado do Joá (foto) vai derrubar 69 mil m² de mata à beira do Oceano Atlântico



A Prefeitura do Rio de Janeiro deu início no final do mês de junho a mais um projeto viário necessário para a Olimpíada de 2016: a duplicação do Elevado do Joá. Com isso, ampliou a derrubada da vegetação da cidade causada pela preparação da capital fluminense para os próximos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

A duplicação do Elevado do Joá, pista que liga à Zona Sul do Rio à região da Barra da Tijuca, vai derrubar cerca de 6,9 hectares (69 mil m²) de vegetação à beira do Oceano Atlântico. Já considerando essa área, a devastação vegetal causada pela Rio-2016 atingiu 270 mil², área equivalente a 34 campos de futebol do Maracanã.

Além do Elevado do Joá, a construção da Transolímpica também demandará a derrubada de vegetação. A obra da avenida ligando o Parque de Deodoro à região do Parque Olímpico vai suprimir 20 hectares, ou seja, 200 mil m² de Mata Atlântica na Zona Oeste.

Já no caso do elevado do Joá, dos 6,9 hectares de mata que serão derrubados, só uma parte é de espécies de mata nativa. A maior área é constituída por espécies já replantadas, como amendoeiras e bananeiras, segundo a Fundação Geo-Rio (Fundação Instituto de Geotécnica do Rio de Janeiro).
Mesmo assim, tudo o que será desmatado será compensado. De acordo com a SMO (Secretaria Municipal de Obras do Rio), 12,5 hectares de vegetação serão plantados na cidade. O local onde isso será feito não está definido.

A derrubada das árvores, tanto no caso do Elevado do Joá quanto no da Transolímpica, foi autorizada pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente), órgão do governo do Estado do Rio de Janeiro. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente, aliás, foi questionada pelo UOL Esporte sobre como avaliava a devastação causada pela preparação para a Rio-2016. Não respondeu.

Vale ressaltar que realizar uma Olimpíada sustentável é uma das missões dos organizadores do evento. O próprio Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016 já informou que só compra madeira ou papel com certificado de manejo florestal, vai servir pescado produzido de forma sustentável nas refeições durante os Jogos e trabalha para a ampliação da acessibilidade em hotéis do Rio visando à sustentabilidade.

Esse objetivo é visto com desconfiança por ambientalistas e movimentos sociais. Pessoas que acompanham a organização da Olímpiada questionam a construção de um campo de golfe para os Jogos numa área de preservação ambiental, e apontam falta de vontade de governos para despoluir a Baía de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas –dois locais de competição da Rio-2016.

Detalhes das obras
A obra de duplicação do Elevado do Joá deve ser concluída em março de 2016. A prefeitura vai gastar R$ 458 milhões para ampliar a via de acesso à Barra, bairro que é considerado o "coração da Olimpíada". É lá que vai ficar o Parque Olímpico da Rio-2016.

A Transolímpica vai custar R$ 1,6 bilhão. Desse valor, R$ 1,1 bilhão será pago com recursos públicos. O restante será pago por um grupo de empresas, que depois vai lucrar com a cobrança de um pedágio na nova avenida.

A Transolímpica terá três pistas em cada sentido. Uma delas será uma faixa para tráfego exclusivo de ônibus expressos BRT (Bus Rapid Transit). A obra deve ser concluída no primeiro semestre de 2016.


Janot vai enviar pedidos contra políticos em bloco Procurador deve apresentar em fevereiro solicitações ao STF de inquéritos ou denúncias contra suspeitos de envolvimento no Petrolão





Lava Lato

Publicado: 28 de janeiro de 2015 às 9:57 

rodrigo janot by wilson dias abr

Novos inquéritos contra políticos no Petrolão devem ser enviados ao STF depois do carnaval (Foto: Wilson Dias/ABr)


Os inquéritos ou eventuais denúncias contra políticos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás serão encaminhados ao Supremo Tribunal Federal em fevereiro, mas provavelmente somente depois do carnaval. Os pedidos serão apresentados em bloco.


O grupo de procuradores montado para auxiliar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nos casos que serão enviados ao STF, realizou ontem, em Brasília, a primeira reunião para discutir funções e cronograma de trabalho.


Janot havia anunciado ano passado que levaria os inquéritos das autoridades envolvidas na Operação Lava Jato ao Supremo na volta do recesso do Judiciário – que acaba na próxima segunda-feira.


‘Tirar o peso’. A menos de uma semana da retomada dos trabalhos da Corte, o procurador-geral não está seguro de que conseguirá remeter os casos antes do carnaval, mas segue com o mês de fevereiro estabelecido como prazo final.


Ele quer enviar todos os inquéritos e denúncias ao mesmo tempo para o Supremo. A ideia é “tirar o peso” da Lava Jato das costas da PGR. A partir daí, caberá à Corte conduzir as decisões sobre a investigação de autoridades e parlamentares com foro privilegiado.


Quando avaliar que não é necessário investigar o político suspeito – pois já existem indícios de provas suficientes -, o procurador pode encaminhar a acusação formal ao STF. Neste caso, não é preciso pedir abertura de inquérito e os ministros decidirão diretamente se abrem ação penal.


Segredo. Até o momento, os casos referentes à Operação Lava Jato que chegam ao Supremo têm permanecido em segredo de Justiça – entre eles as delações premiadas do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, que tiveram de ser homologadas pelo ministro Teori Zavascki, e também as reclamações apresentadas na Corte por executivos das empreiteiras alvo da operação.


Nos inquéritos contra políticos, contudo, o sigilo não será a regra. O procurador-geral deseja pedir segredo de Justiça apenas quando a publicidade do processo atrapalhar a produção de provas.

Costa citou 28 políticos beneficiários do esquema na Petrobrás, durante depoimentos feitos no acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal. São nomes do PP, PT, PMDB, PSB e PSDB.


Os procuradores da força-tarefa montada por Janot para atuar na Lava Jato estão orientados a elaborar estudos sobre o caso para usar a “experiência” futuramente.


Em portaria do último dia 21, Janot autoriza a criação de comissões de trabalho para elaborar propostas de legislativas ou de atuação interna sobre temas específicos.


Entre os assuntos previstos por Rodrigo Janot, estão os estudos “elaborados pela força-tarefa designada para atuar na denominada Operação Lava Jato”. (AE)

GDF investiga fraude na emissão de 'Habite-se' para prédio em Ceilândia


  27/01/2015 20h48


Selos para liberação de imóveis sumiram de cofre da administração regional.
Edifício de 10 andares está desabitado; antigo gestor não foi encontrado.

Do G1 DF
A Controladoria do Governo do Distrito Federal investiga suposta fraude na emissão da Carta de Habite-se para um prédio de 10 andares na quadra QNN 11, em Ceilândia. O documento expedido para o imóvel contém um selo que sumiu da administração regional no ano passado, segundo a atual gestão.


O G1 não conseguiu contato com o ex-administrador da região. A reportagem da TV Globo foi até a sede da construtora responsável pelo empreendimento, mas um funcionário disse que ninguém daria entrevista.


A investigação foi determinada pelo atual administrador de Ceilândia e vice-governador do DF, Renato Santana. Ele diz ter encontrado, no último dia 6, o cofre da administração aberto e sem 67 selos usados para validar o documento.

"O que nós não podemos efetivamente permitir é que o servidor, seja ele com vínculo ou sem, no exercício do poder público, cometa esse tipo de infração", afirmou Santana.

A Carta de Habite-se  autoriza a ocupação de imóveis residenciais e é autenticada com selos numerados e impressos em papel moeda, que no DF é de utilização exclusiva das administrações regionais.


Numeração
Nesta terça (27), a reportagem da TV Globo visitou o prédio sob suspeita de fraude. O edifício está em reformas para se adequar a uma lista com quase 100 consertos, identificados pela Agência de Fiscalização (Agefis) após vistoria.


Escada e rampa construídas em área pública, estruturas fora do padrão para pessoas com deficiência e apartamentos e vagas com tamanhos diferentes do projeto foram algumas das irregularidades apontadas.


Em 8 de janeiro, dois dias após a detecção do "sumiço" dos itens, a empresa responsável pelo prédio investigado apresentou um dos selos no cartório de Ceilândia, anexo à documentação do edifício.
A carta tem numeração 93 e foi expedida em novembro. Segundo o GDF, o último Habite-se da gestão passada foi emitido em dezembro com o selo de número 89.

Mais irregularidades
O processo relativo ao prédio sumiu da administração regional. Em um levantamento, servidores encontraram outros dois edifícios com a documentação irregular.

Um deles teve andamento na tarde do dia 31 de dezembro, dia em que a administração funcionou apenas no turno da manhã. A matrícula usada para o protocolo foi de um funcionário que estava afastado, cumprindo abono.

Dilma defende ajustes e diz que medidas "têm caráter corretivo".Correção das besteiras que ela fez e das quais, embora não tenhamos culpa, teremos de pagar a conta?



Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília



A presidente Dilma Rousseff (PT) defendeu os cortes feitos pela equipe econômica comandada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. "Os ajustes que estamos fazendo, eles são necessários para manter o rumo, para ampliar as oportunidades, preservando as prioridades sociais e econômicas do governo que iniciamos há 12 anos atrás", disse a presidente nesta terça-feira (27), durante a primeira reunião ministerial comandada por ela no segundo mandato. Segundo Dilma, as medidas "têm caráter corretivo".


Entre as medidas adotadas pela equipe econômica, estão mudanças no seguro-desemprego e outras alterações que reduziriam benefícios trabalhistas. Sob críticas de centrais sindicais, o governo já estuda recuar.


Em recado à oposição, que acusa o governo de estar tomando medidas que combatia durante as eleições, Dilma disse que não alterou "um milímetro do nosso projeto de desenvolvimento."
Todos os 39 ministros participam da reunião, que tem duração prevista de quatro horas e que está sendo realizada na Granja do Torto, casa de campo da Presidência.


Dilma deu um recado ao primeiro escalão, que sofreu com os cortes determinados pela Fazenda: "lembro a cada um dos ministros que as restrições orçamentárias exigirão mais eficiência no gasto. Vamos fazer mais gastando menos", pediu.


Logo no início do discurso que abre a reunião, Dilma disse que enfatizou a necessidade de dar continuidade ao projeto político implantado no Brasil em 2003. "Faremos um governo que ao mesmo tempo é de continuidade e de mudanças. Nossa tarefa será manter o projeto de governo iniciado em 2003, mas dar continuidade com avanços", disse, em referência ao primeiro governo petista, de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em seu discurso, que durou cerca de 25 minutos, a presidente voltou a defender a Petrobras, alvo das investigações da operação Lava Jato, que apuram desvios de recursos públicos da estatal. "Temos que saber apurar, temos que saber punir. Isso tudo, sem enfraquecer a Petrobras nem diminuir sua importância para o presente e para o futuro do país. Temos que continuar apostando na melhoria da governança da Petrobras. Aliás, na de todas as empresas privadas, e nas empresas públicas em especial", disse Dilma.




Posse da presidente Dilma Rousseff

1º.jan.2015 - A presidente Dilma Rousseff se dirige ao parlatório durante cerimônia de posse para seu segundo mandato, no Palácio do Planalto, ao lado do vice-presidente Michel Temer, nesta quinta-feira (1º) Leia mais Pedro Ladeira/Folhapress

Mais um crime no cada vez mais perigoso Setor Comercial Sul.Uma vergonha para Brasilia.


27/01/2015 14h46 - Atualizado em 27/01/2015 15h07

Morador de rua é morto a pauladas no Setor Comercial Sul, em Brasilia

Crime foi motivado por briga entre usuários de crack, segundo a PM.
Dois foram presos; caso ocorreu em lugar conhecido como 'Buraco do Rato'.

Do G1 DF
Local onde homem foi morto a pauladas no Setor Comercial Sul, em Brasília (Foto: Polícia Militar/Divulgação)Local onde homem foi morto a pauladas no Setor Comercial Sul, em Brasília (Foto: Polícia Militar/Divulgação)
 
 
Um morador de rua foi espancado até a morte na manhã desta terça-feira (27), no Setor Comercial Sul, em Brasília. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi agredida a pauladas por dois homens, que foram presos.


O crime aconteceu por volta das 10h30 na quadra 5, em um lugar conhecido como "Buraco do Rato". A vítima era morador do Gama. A PM informou que o caso se trata de uma briga entre usuários de crack que ficam nas imediações.

De acordo com a corporação, um dos suspeitos segurou a vítima, enquanto o outro espancava com um pedaço de pau. Os dois detidos em frente ao Museu dos Correios, após denúncia telefônica. Os dois foram levados para a 5ª DP, na Asa Norte, que investiga o crime.

Um governo que não tem pena de criança pobre (mas lastima a execução de um traficante de drogas!).


  27/01/2015 17h36

Por falta de técnicos, hospital infantil de Brasília cancela cirurgias

Hmib também fechou centro obstétrico depois de ar-condicionado quebrar.


Procedimentos serão remarcados e novo aparelho será comprado, diz GDF.

Do G1 DF
Hospital Materno Infantil de Brasília, localizado na avenida L2 Sul, quadra 608 (Foto: Ricardo Moreira / G1)Entrada do Hospital Materno Infantil de Brasília (Foto: Ricardo Moreira/G1)
 
O Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) cancelou procedimentos cirúrgicos nesta terça-feira (27) por falta de técnicos em enfermagem. Outro problema no centro médico foi o fechamento do setor obstétrico por falha no sistema de ar-condicionado.

A Secretaria de Saúde informou que as cirurgias eletivas de todos os pacientes serão remarcadas. “Os técnicos de enfermagem e demais servidores da saúde estão autorizados a realizar horas extras, normalmente, com garantia de pagamento pelo GDF”, disse a pasta.

O governo afirmou que reconhece a falta de aparelho de ar-condicionado em funcionamento no centro obstétrico “provocado pela falta de manutenção na gestão passada”, e que está providenciando a compra de novos equipamentos, em caráter de urgência.

Além das cirurgias, o procedimento de colocação de essure – método de laqueadura menos agressivo à paciente – também foi suspenso. A secretaria não informou quando as atividades serão normalizadas.

GDF faz cortes e eleva impostos para economizar R$ 200 milhões em 2015.A irresponsabilidade acabou. Seremos extremamente austeros."E a responsabilidade ambiental, como fica Governador?"


  27/01/2015 17h46


Rollemberg anunciou 21 medidas; crise põe em risco autonomia política, diz.
Governo terá R$ 6 milhões em caixa no fim de fevereiro, afirma governador.


Luciana Amaral Do G1 DF
Governador Rodrigo Rollemberg  (Foto: Luciana Amaral/G1)Governador Rodrigo Rollemberg (Foto: Luciana Amaral/G1)
 
 
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, anunciou na manhã desta terça-feira (27) 21 medidas para economizar R$ 200 milhões até o final do ano e aumentar em R$ 400 milhões a arrecadação de impostos na capital.


Entre as medidas a serem adotadas estão a redução de cargos comissionados, o corte de gastos com carros oficiais e aluguéis de imóveis, diminuição da estrutura administrativa e fim da isenção do IPVA para carros 0 km.


Durante o anúncio, Rollemberg disse que assumiu o governo com R$ 64 mil em caixa e uma dívida de R$ 4 bilhões. "Pegamos uma situação dramática, sem dúvida alguma a maior crise do DF. Ela foi percebida pela população no dia a dia com paralisações. A irresponsabilidade acabou. Seremos extremamente austeros."E a responsabilidade ambiental, como fica Governador?" (n.a)


Para o governador, as medidas apresentadas são "essenciais, mas ainda insuficientes" para solucionar a crise. Segundo a Secretaria de Fazenda, mesmo com previsão de arrecadar R$ 800 milhões a mais em 2016, a folha de pagamento do biênio já está comprometida em R$ 1,8 bilhão.


Pegamos uma situação dramática, sem dúvida alguma a maior crise do DF. Ela foi percebida pela população no dia-a-dia com paralisações. A irresponsabilidade acabou. Seremos extremamente austeros"
 
 
Rodrigo Rollemberg,
governador do Distrito Federal
 
 
Rollemberg afirmou ainda que pretende reduzir em 60% a quantidade de cargos comissionados e em 25% o valor de contratos. Ele fez um apelo para que haja um diálogo permanente com as diversas categorias de profissionais que dependem do governo para receber os salários. "Faço um apelo para que tenhamos uma trégua. A radicalização no momento não interessa a ninguém."


O secretário da Fazenda do DF, Leonardo Colombini, afirmou que 86% dos servidores públicos receberão o salário integralmente até o quinto dia útil de cada mês. Segundo ele, se o pagamento dos salários não fosse escalonado, haveria um déficit de R$ 389 milhões em fevereiro para quitar as dívidas. Ele ainda falou que o GDF deve chegar ao fim do próximo mês com R$ 6 milhões em caixa.
O pacote de medidas, denominado "Pacto por Brasília", foi divulgado durante a primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento e Social do DF de 2015, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Estiveram presentes no anúncio os secretários do governo de Rollemberg e deputados distritais, além de representantes de sindicatos e da sociedade civil.


As 13 primeiras medidas são válidas para este ano. São elas:

1. Criação da governança do DF: colegiado de secretários que participa em todas as decisões estratégicas do governo e é responsável pelo controle de gastos.


2. Revisão de projetos de incentivo fiscal: atinge programas habitacionais, o Pró-DF e Ideas (financiamento para a indústria). Os atuais serão adiados por 90 dias. A concessão de novos benefícios e a distribuição de terras serão suspensos por 120 dias.

3. Corte de despesas gerais: serviços como consultorias, locação de mão de obra temporária e diárias estão suspensos nos primeiros 120 dias deste ano. Custos com alimentação para a Residência Oficial do Governador, em Águas Claras, também foram reduzidos.

4. Corte de carros oficiais.

5. Corte de aluguéis de imóveis: alguns órgãos com sede em prédios alugados vão dividir espaços com secretarias ou ocupar imóveis próprios. Segundo o GDF, a economia somente com essa medida será na ordem de R$ 3 a R$ 5 milhões por mês.

6. Redução de cargos comissionados.

7. Redução da estrutura administrativa: as secretarias foram reduzidas de 38 para 24 pastas e as administrações regionais, de 31 para 24.

8. Redução de 25% do valor das dívidas do estado.

9. Redução de 20% no valor de contratos.

10. Auditoria da folha de pagamento.

11. Fim da isenção do IPVA para veículos 0 km (a ser aprovado por lei).

12. Antecipação de recursos para saldar benefícios atrasados.

13. Novas estratégias de fiscalização e cobrança para aumentar a receita: maior fiscalização por parte da Secretaria de Fazenda e a intensificação de cobranças e recuperação de créditos nas fases administrativa e judicial, por exemplo.


O restante é válido para 2016 e são propostas do governo, que precisam ser aprovadas por lei ou em outras instâncias:


14. Atualização do valor dos imóveis para cálculo do IPTU sem aumento das atuais alíquotas praticadas no DF.

15. Revisão da cobrança da Taxa de Limpeza Pública (TLP): a proposta do governo pretende incluir a área construída do terreno para o cálculo da taxa. Segundo o GDF, com a iniciativa, 60% dos contribuintes teriam o valor da TLP reduzido.

16. Revisão da cobrança do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI): atualmente em 2%, a revisão sugere que ela seja progressiva. Para até R$ 100 mil, seria de 1%; entre R$ 100 mil e R$ 250 mil, de 2%; e acima de R$ 250 mil, de 3%.

17. Nivelamento do IPVA e ampliação das parcelas: a alíquota para veículos de passeio passaria de 3% para 3,5% e a das motos, de 2% para 2,5%. As parcelas poderiam ser parceladas em até quatro vezes, em vez das atuais três.

18. Revisões no ICMS para combustíveis: aumento  na alíquota da gasolina e do diesel, de 25% para 28% e de 12% para 15%, respectivamente, além da redução na alíquota para o etanol, de 25% para 19%. A alíquota do diesel para o transporte público continuaria em 0%.

19. Aumento da alíquota do ICMS de telefonia, de 25% para 28%.

20. Redução do ICMS em medicamentos genéricos: de 15,3% para 12%.

21. Redução de 12% para 7% a alíquota do ICMS para os seguintes alimentos: arroz, feijão, macarrão espaguete, óleo de soja, farinha de mandioca e de trigo, açúcar, extrato de tomate, café torrado e moído, aves vivas, sal refinado, alho e carnes.


Debate
Após o anúncio, houve a abertura de uma sessão de perguntas e repostas. Alguns deputados e representantes de classe declararam ter receio de que as medidas prejudiquem a indústria produtiva e a classe média brasiliense. Entretanto, o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, e o próprio governador Rollemberg explicaram os pontos questionados e ressaltaram que o "Pacto por Brasília" busca promover "a justiça fiscal".




Sem-teto ocupam área seca da represa Billings, na Zona Sul de SP.O Governo não estaria por trás disso, a exemplo do que acontece no DF, onde os distritais praticamente comandam as invasões e a grilagem de terra?


28/01/2015 07h46 - Atualizado em 28/01/2015 09h47

Cem famílias querem se instalar nas margens da represa.
Subprefeitura diz que tenta evitar as novas ocupações.


Do G1 São Paulo
Sem-teto ocuparam área da represa Billings, na Zona Sul de São Paulo, que está seca por causa da escassez de chuvas, como mostrou o Bom Dia São Paulo, nesta quarta-feira (28). Os moradores disseram que a área ocupada está sem água há pelo menos dois anos.


Já existem outras casas mais antigas construídas na área que um dia foi da represa e que pertence à Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae). Porém, há cerca de quatro meses, homens trabalham para colocar cercas e demarcam os espaços do terreno que fica perto da Estrada do Alvarenga, na região de Pedreira.


Um grupo de cerca de 100 famílias têm a intenção de se estabelecer nessa área. Os lotes são divididos por fios nessa fase inicial. Os novos ocupantes contam que a ideia é começar a construir as casas o mais breve possível.


“Nós vamos lotear para fazer casa para morar. Ninguém aguenta pagar aluguel. Estou delimitando para cada ter o seu espacinho para não ter esse negócio de cada um ficar com mais que o outro. Fizemos uma ruinha, que vai sair ali atrás”, disse um dos homens.
“Estava juntando muita cobra, o pessoal jogando lixo, a gente está querendo cuidar”, afirmou outro.


Ações para desocupação
A Emae informou que pediu à Justiça, em 2008, a reintegração da área ocupada irregularmente e que, desde então, tem notificado regularmente a Justiça e os órgãos municipais.


Já a subprefeitura de Cidade Ademar disse que a área é da Emae e que fez diversas ações para retirar as famílias do local. A subprefeitura informou ainda que, sempre que foi chamada, apreendeu vários materiais de construção, para evitar novas ocupações na área.

Um dos novos ocupantes do terreno disse que funcionários da Emae visitam a área, mas não falam nada.


A represa Billings passa pela Zona Sul de São Paulo, assim como pelas cidades de Diadema e São Bernardo do Campo, no ABC. A ocupação das margens da represa é comum em todos municípios. Não é raro encontrar casas de alto padrão e mesmo com piscinas.


Condições e uso da represa
Um teste com uma amostra da Represa Billings mostrou que a água está contaminada. Quarenta e oito horas depois, um segundo teste mostrou quais bactérias estão presentes na água: escherichia coli, salmonella e shigella.


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta semana que o uso da água da represa será ampliado para ajudar a combater a crise hídrica.  

Propostas de aumento provocam polêmica Brasiliense demonstra preocupação com a possibilidade de reajustes e teme "ter de pagar a conta"






Manuela Rolim e Daniel Cardozo
redacao@jornaldebrasilia.com.br
As propostas anunciadas pelo GDF para  aumentar a arrecadação, que incluem aumento de impostos, provocaram polêmica entre a população. Nos postos de combustível, por exemplo, os clientes reagiram com   preocupação ao saberem dos possíveis reajustes no preço da gasolina (leia mais sobre as medidas na página 3).


De acordo com o policial civil Rheyter Souza, 32 anos, é um absurdo aceitar que os próprios brasilienses terão de pagar as contas do governo. "Sou totalmente contra essas medidas, seremos punidos pelo rombo no GDF. Em 2016, vamos ter que trabalhar apenas para pagar esse aumento", desabafa.


Ele ressalta ainda que, no geral, não é contra os impostos,   desde que eles sejam aplicados da maneira correta e reflitam em benefícios para a saúde, educação infraestrutura. "A situação das estradas está precária, assim como nos hospitais e escolas. Além disso, a diminuição no preço do etanol não atende toda a população como a gasolina, que vai passar a ser uma preocupação de todos após o aumento", afirma.




“Impotência”
 O estudante Rodolfo Romano Alves, 23 anos, que possui uma motocicleta, diz que se sente impotente diante de todas as mudanças previstas para o próximo ano. "Minha moto não é flex, ou seja, não tenho a possibilidade de escolher o etanol, que é uma opção mais barata. O que me deixa mais revoltado é que não temos alternativa, apenas vamos ter que aceitar pagar ", conta.


Contribuinte à espera de boas notícias
O reajuste no IPVA também aflige o apoio administrativo Jeferson Junior Lima, 30. Ele possui uma motocicleta e paga, em média, R$ 500 do imposto, seguro e licenciamento do veículo. "Esse valor já faz muita diferença no meu bolso, não vou conseguir pagar esse aumento. Acho engraçado que o governo nunca anuncia propostas para reduzir os impostos ou melhorar a vida do trabalhador", completa. 


A medida que visa aumentar as tarifas de telefonia foi outro ponto   questionado pelos usuários. De acordo com a estudante Ingrid Lorrane Gomes Nunes, 21, que já chegou a pagar R$ 220 na conta do celular, se as despesas aumentarem, ela vai passar o aparelho para crédito. "Em 2016, terei de cortar todos os gastos extras para sobreviver a este aumento previsto. Acho inadmissível termos que pagar pela irresponsabilidade do GDF", afirma.

Questionado sobre o aumento do IPTU, o comerciante Euclides Araújo, 60, admite que qualquer reajuste vai fazer diferença na vida da população. Ele   paga, em média, R$ 700 de imposto e sempre precisa parcelar esse valor. "As pessoas precisam reagir a esse absurdo, com manifestações. Se a população não se unir para barrar esse aumento, vamos ficar sempre reféns do descontrole do governo", conclui.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

COMENTARIOS

manoel messias

pessoal acordem,o rolemberg ta usando a crise financeira do GDF,para aumentar os impostos,o gdf ja ia aumentar os impostos,ai aproveitou a crise,se e que existe crise,para empurrar a conta pra gente pagar!
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antonio

EU ESTOU ADORANDO... QUERO QUE ESSE POVO BURRO, PAGUE MESMO, PAGUE PA COBRIR O ROMBO DO GOVERNO ANTERIOR, POIS QUANDO TINHAM A OPORTUNIDADE DE ESCOLHER, ESCOLHERAM O AGNULO À 4 ANOS ATRÁS, E QUANDO ESSE MERDA QUE TÁ AÍ SAIR, VAI SER A MESMA COISA.... PAGUEM, PAGUEM MESMO O QUANTO MAIOR A DIVIDA MELHOR.... QUERO VER VCS TODOS NO BURACO. POVO BURRO!
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Leonardo Rocha

30 por cento do IPTU e IPVa em dívida, de pessoas que não pagam! Por que não protestam essas dívidas como fazem estados e municípios antes de aumentar imposto sobre quem é honesto?
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CARLOS

COMO O PREÇO DO BARRIL DE PETRÓLEO CAIU PELA METADE, COMO AUMENTAR O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS SEM CAUSAR ESPANTO E INDIGNAÇÃO???!!! MASCARANDO O AUMENTO EM FORMA DE IMPOSTOS. O PROBLEMA É QUE A NOSSA CARGA DE IMPOSTOS JÁ É MUITO PESADA E SE O POVO CAIR NESSA, CREIO QUE ESTEJA SENDO PRATICADA A "HIPNOSE COLETIVA NA POPULAÇÃO". UMA VELHA TÁTICA DE GUERRA.
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REGINA MARTA FERREIRA LOPES BONFIM

Temos que nos unirmos e fazer manifestações contra este absurdo do Governo, então os Políticos roubam e somos nós os punidos. E os únicos que podem mudar esta situação, somos nós mesmos. Podemos começar com a campanha de ninguém abastecer seus veículos nos postos da PETROBRÁS..quantos mil postos existem pelo País. Precisamos fazer a diferença, valer nossos direitos de cidadãos de bem. 
 
VAMOS LÁ GALERA VAMOS DIVULGAR NAS REDES SOCIAIS.. NÃO AOS POSTOS DA PETROBRÁS.

Beto

Depois de quatro anos de desgoverno quem vai pagar a conta a o cidadão por conta de um governador (Agnelo) incompetente que deixou Brasília nesta situação, por outro lado temos a câmara legislativa que não fez nada para fiscalizar o governa anterior e agora apoio o pacote do atual governador, resumindo o povo vai paga para incompetência do ex governador e pela omissão da câmara legislativa que não faz nada apenas gastam o dinheiro publico. Temos que nos mobilizar, pois quem tem que pagar essa conta não somos nós!
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osmar sevilha da silva de jesus

BOM DIA MAIS UMA VEZ O BRASILIENSE TEM QUE PAGAR O PATO COM MAIS IMPOSTO. EU ACHO UMA IRRESPONSABILIDADE DO GOVERNO ROLLEBERG?
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