sexta-feira, 6 de março de 2015

Recado cifrado de Lula: Maduro vai nos defender no dia 15 de março



O ex-presidente Lula (que tenta salvar Dilma com passes de mágica,  posando de gênio da garrafa) disse na outra semana que o “exército do Stedile do MST”  iria para as ruas, defender o PT. Lula referiu que os petistas também sabem brigar, “sobretudo quando o Stédile (João Pedro Stédile, um dos líderes do MST) quer colocar o exército dele nas ruas”.
O blog vai provar para vocês, com um diapasão tocado desde outubro passado, que esse exército do MST é na verdade o exército de Maduro – pronto para colaborar com a baderna, caso o dia 15 de março calcine o PT.  Arapongas já infiltram Black Blocs para atenazar dia 15 e quebrar tudo. O MST já vem sendo treinado pelos venezuelanos.  [o PCC também treina as milicias petistas.]

Os milicos entenderam o recado do Lula. E o Clube Militar foi pra cima e metralhou o discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em durante o ato em defesa da Petrobras, na última terça-feira (24), no Rio de Janeiro.  O Clube Militar chamou Lula de “agitador”, referindo ser  ”inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação”.

A nota do Clube Militar estabeleceu, como vocês já leram: “Neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas”, diz a nota. O texto também faz referências a Operação Lava Jato da Polícia Federal que investiga denúncias de desvios e corrupção na Petrobras. “O que há mais por trás disso? Atitude prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso?”, questiona a publicação.
Confira aqui a íntegra do texto publicado pelo Clube Militar.

Por que Lula deu o recado conectando suas forças armadas pessoais, em defesa do PT, às forças do MST?
Porque, para o bom entendedor, meia palavra basta.

O recado de Lula foi: se a Lava Jato me fulminar, as forças de Maduro me ajudam…
Loucura? Não!  Stédile fala diariamente com o pessoal de Maduro. E não é de hoje…
Em 29 de outubro do ano passado este blog noticiou com exclusividade que o ministro das comunas da Venezuela, Elias Jaua, havia vindo ao Brasil treinar nosso MST. Tudo estava claro no site do Ministério do Poder Popular Para as Comunas e Movimentos Sociais.

Vejam o post clicando aqui

Trouxemos também a carta que ele foi obrigado a escrever, pedindo desculpas por ter plantado seu revólver em sua babá, para poder invadir o Brasil armado, e assim, quem sabe, dar aulas de tiro ao alvo para o MST. A PF abriu inquérito para investigar o caso, citando como inicial nosso post.

Quer ver a inicial da PF repercutindo na Venezuela, com menções ao post desse blog na Íntegra? Clique aqui e veja!  O general reformado venezuelano Antonio Rivero denuncia que há na Venezuela 20 mil cubanos treinados para entrar em guerra, contra a própria população venezuelana, se necessário, para apoiar Nicolas Maduro e manter o chavismo vivo.

Segundo ele, dos 100 mil cubanos que vivem na Venezuela, 20 mil foram devidamente “treinados para guerra”.  Sabem quem comanda esse exército cubano, segundo o general? Ninguém menos que Elias Jaua, o cidadão que veio armado ao Brasil treinar nosso MST. Ou seja: vir armado ao Brasil, e encontrar-se com o MST, era um passo apenas de Elias Jaua, para montar uma milícia bolivarista, junto com Cuba, conforme Rivero diz nesta matéria.

Também já relatei a vocês que um tradutor, que trabalhou na Copa, entrou em contato com este blog. Ele acompanhava Elias Jaua e uma comitiva de 50 venezuelanos: com todas as despesas e estadias, refere o tradutor, pagas por duas empreiteiras ora investigadas pela PF na Operação Lava Jato. Seria uma parte do pagamento por Elias Jaua ter arrumado obras na Venezuela, para tais empreiteiras brazucas, obviamente sem licitação.
Pegaram as conexões? Lula mandou um recado cifrado, do tipo “decifra-me ou te devoro…”

Fonte: Blog do Claudio Tognolli

Dinossauros ideológicos do PT e do Psol tumultuam reunião sobre CPI, ou "os histericos do PT e do PSOL, os dois partidos mais atrasados do planeta!"


Na foto, deputados espumando. Esperem pelas ruas, dinossauros.
A Veja.com fez muito bem em chamar de histéricos os deputados do PT e do Psol, os dois partidos mais atrasados do planeta (jamais chegarão a 1989). Se depender dessa gente, o Brasil vai pegar fogo. O nefasto tiranete Lula já ameaçou quem discorda do Partido Totalitário. Vem pra rua, vem, déspota:


Tumulto, bate-boca e histeria de deputados do PT e Psol marcaram nesta quinta-feira a primeira reunião deliberativa da CPI da Petrobras, em que ficou ainda mais clara a divisão entre PT e PMDB na Câmara. Petistas, acompanhados de deputados do Psol, tentaram interromper a sessão aos gritos para evitar que o presidente da comissão, Hugo Motta (PMDB-PB), anunciasse os subrelatores designados para aumentar a eficácia das investigações.

Os descontentes diziam que o presidente não poderia nomear os subrelatores por conta própria, sem consultar as outras lideranças ou submeter o tema a votação. Apesar dos protestos, Hugo Motta chegou a anunciar quais serão as quatro subrelatorias: a primeira vai investigar o superfaturamento e a gestão temerária na aquisição de refinarias. A segunda terá como foco a contratação de subsidiárias que serviram para o pagamento de propina. A terceira investigará o superfaturamento na construção de navios. A última terá como alvo a contratação da empresa Sete Brasil e a venda de ativos da Petrobras na África. A divisão do trabalho tira poder do relator da CPI, Luiz Sérgio (PT-RJ) - especialmente porque não deve haver petistas entre os subrelatores.

Hugo Motta anunciaria em seguida o nome dos subrelatores, mas foi interrompido por um tumulto criado pelos deputados do PT e do Psol. Aos gritos, eles abafaram a leitura do texto. Como Hugo Motta não interrompeu a apresentação das subrelatorias, eles se levantaram e se dirigiram à mesa para protestar. Edmilson Rodrigues (Psol-PA) era o mais exaltado e chamou Motta de "coronel". E emendou: "Não amoleque esta CPI. Cabelo branco não é sinal de respeito". O presidente da CPI também elevou a voz para pedir respeito: "Não serei nenhum fantoche para me submeter a pressão de quem quer que seja", disse ele. Também participou da gritaria o afilhado político do mensaleiro João Paulo Cunha, deputado Valmir Prascidelli (PT-SP).

Na sequência, Motta conseguiu nomear os subrelatores: Altineu Cortês (PR-RJ) ficará com a subrelatoria que investigará as refinarias, Bruno Covas (PSDB-SP), com a das subsidiárias, Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), com a dos navios e André Moura (PSC-SE), com a que investigará a Sete Brasil e as vendas de ativos na África. Hugo Motta anunciou também a contratação da consultoria Kroll para auxiliar os trabalhos.

No início da sessão, a CPI elegeu seus vice-presidentes. Antonio Imbassahy (PSDB-BA) será o primeiro. Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), o segundo. O terceiro será Kaio Maniçoba (PHS-PE).

O presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) apareceu no fim da manhã na CPI e afirmou que está disposto a falar ao colegiado se convocado. Cunha estaria entre os políticos na lista enviada pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal com pedidos de investigação contra os citados na Lava Jato.

Procurador acusa governo de fazer terrorismo e pregar impunidade em relação às empreiteiras. É a podre república lulista.


Mais uma voz se levanta contra o descalabro petista, que quer livrar as empreiteiras do processo do petrolão. Segundo o procurador Julio Marcelo de Oliveira, o governo Dilma busca a impunidade das empresas corruptas nos acordos de leniência, que procuram burlar a vigilância do Ministério Público Federal. Com Dilma, esse país já se tornou bolivariano - e leniente com a criminalidade:

A disputa entre o Ministério Público Federal e a Controladoria Geral da União para ver quem deve ou não ter o direito de fechar acordos de leniência com empresas investigadas na Operação Lava Jato ganhou mais um capítulo. O procurador do MPF junto ao Tribunal de Contas da União, Julio Marcelo de Oliveira, enviou mais um pedido ao ministro do TCU João Augusto Ribeiro Nardes solicitando que a CGU, ligada ao poder Executivo, se abstenha de celebrar esse tipo de acordo com as companhias envolvidas. O procurador acusa, indiretamente, integrantes do governo de fazerem "apologia à impunidade". Também vê "terrorismo" nos argumentos do Executivo.

"Quem defende que apenas os executivos das empresas sejam punidos e que as empresas não devam ser punidas, faz apologia à impunidade", escreveu em sua petição ao TCU. Em declarações públicas realizadas em janeiro deste ano, a presidente Dilma Rousseff defendeu que apenas pessoas devem ser punidas e que empresas não podem ser destruídas. Em entrevista ao Estado, o advogado-geral da União, Luis Inácio Adams corroborou a fala da presidente.

Procuradores temem que a colaboração das empresas com a CGU não seja tão frutífera e rigorosa como é hoje em termos assinados com o MPF. Na petição, Julio Marcelo escreve que um eventual acordo com a Controladoria não pode ser usado como "um pequeno e conveniente purgatório por onde as empresas podem escapar do inferno da inidoneidade para regressar felizes ao paraíso da impunidade".(ótimo!!!)
Há cerca de um mês, O mesmo procurador já havia enviado uma petição ao TCU com o mesmo objetivo. Entretanto, antes de decidir o ministro Nardes quis ouvir a CGU. Agora, neste novo texto, o procurador tenta rebater todos os argumentos apresentados pela Controladoria e reforçar seu pedido para que o Tribunal de Contas não endosse esse tipo de acordo.
Na petição entregue nesta quinta-feira, 5, ao TCU, Julio Marcelo solicitou: "É preciso que se pare com a falácia de que se as empresas não fizerem acordo de leniência com a CGU e forem punidas, o Brasil vai parar, todas vão desaparecer, milhares de pessoas vão perder seus empregos. Isso é apenas terrorismo e chantagem. O que se espera que pare de funcionar efetivamente é o propinoduto alimentado por essas empresas para o enriquecimento ilícito de agentes públicos e o financiamento inadequado de partidos e campanhas políticas." (ma ra vi lho so!)(Estadã0).

'Não tenho rabo preso. CPI da Petrobras vai investigar Dilma e Lula', diz Hugo Motta


O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta do PMDB, afirmou que a presidente Dilma e o ex-presidente também serão investigados pela comissão. 

 

"O PMDB é aliado do Planalto, não subserviente. Não pode ser convocado só na hora de tomar o remédio amargo". 

 

E mais. Os empreiteiros do petrolão também serão convocados para depor, além de nomes envolvidos até o pescoço com o propinoduto. O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco abre a rodada na próxima terça-feira. 

 

Acompanhe a entrevista exclusiva com Joice Hasselmann

Por VEJA.com - Atualizado em

Lava Jato ‘chega a momento crucial’, diz Janot: "Ao longo de sua extraordinária história, o Ministério Público brasileiro deu mostras de sua têmpera e de sua capacidade de superar qualquer obstáculo que venha a se interpor no caminho reto a ser seguido".


Josias de Souza


Em carta endereçada aos colegas de Ministério Público nesta quarta-feira (4), o procurador-geral da República Rodrigo Janot anotou que “a Operação Lava Jato chega a um momento crucial” com o encaminhamento ao STF dos pedidos de investigação contra autoridades.


O blog obteve uma cópia do texto de Janot. Nele, o procurador-geral antevê críticas ao seu trabalho: “Não espero a unanimidade nem a terei”. Insinua que os políticos tentarão desmerecer a investigação: “Não guardo o dom de prever o futuro, mas possuo experiência bastante para compreender como a parte disfuncional do sistema político comporta-se ao enfrentar uma atuação vigorosa do Ministério Público no combate à corrupção.”


Contra esse pano de fundo, Janot dirigiu aos colegas uma espécie de apelo à unidade da corporação: “Não acredito que esses dias de turbulência política fomentarão investidas que busquem diminuir o Ministério Público brasileiro, desnaturar o seu trabalho ou desqualificar os seus membros. Mas devemos estar unidos e fortes.”


Em verdade, as críticas ao trabalho de Janot já começam a soar. Um ministro do STF diz, em privado, ter estranhado a opção da Procuradoria por encaminhar ao Supremo apenas pedidos de abertura de inquérito, sem formular nenhuma denúncia. O magistrado argumenta: o alarido em torno das delações premiadas fez supor que havia provas densas. Se todos os casos demandam investigações complementares, os inquéritos deveriam ter sido requeridos há mais tempo.


Em sua carta, Janot escreveu: “…Examinei cuidadosamente todas as particularidades que envolvem este caso e estabeleci um critério técnico e objetivo para adotar as medidas necessárias à cabal apuração dos fatos.”


O chefe do Ministério Público disse ter privilegiado a técnica em detrimento de caminhos mais fáceis: “Diante das inúmeras e naturais variáveis decorrentes de uma investigação de tamanha complexidade, fiz uma opção clara e firme pela técnica jurídica. Afastei, desde logo, qualquer outro caminho, ainda que parecesse fácil ou sedutor…”


Janot dá de barato que o STF levantará nos próximos dias o sigilo que recobre os 28 pedidos de abertura de inquérito, envolvendo 54 investigados: “Estou certo que, uma vez levantado o sigilo do caso pelo ministro Teori Zavascki, o trabalho até este momento realizado será esquadrinhado e submetido aos mais duros testes de coerência.”


Por alguma razão, Janot achou necessário informar aos colegas que realizou o seu trabalho sem reparar na graduação política dos investigados. “Desejo e confio, sim, nesse momento singular do país e, particularmente, do Ministério Público brasileiro, que cada um dos meus Colegas tenha a certeza de que realizei meu trabalho em direção aos fatos investigados, independentemente dos envolvidos, dos seus matizes partidários ou dos cargos públicos que ocupam ou ocuparam.”


Vai abaixo a íntegra da carta de Janot:

Ministério Público – compromisso e fidelidade
Colegas,
Abro uma necessária pausa em meio às tribulações próprias do cargo de Procurador-Geral para dirigir a todos os membros do Ministério Público brasileiro uma palavra de confiança.

Sou grato por ter, no inverno da minha longa carreira pública, a ocasião de servir ao meu País e, especialmente, à sociedade brasileira, na qualidade de Procurador-Geral da República. Quis o destino, também, que eu estivesse à frente do Ministério Público Federal no momento de um dos seus maiores desafios institucionais.

A chamada “Operação Lava Jato'' chega a um momento crucial. Encaminhei, na noite de ontem, pedidos de investigação e promoções de arquivamento em relação a diversas autoridades que possuem prerrogativa de foro.

Com o inestimável auxílio de Colegas do Grupo de Trabalho baseado em Brasília, da Força-Tarefa sediada em Curitiba e da assessoria do meu Gabinete, examinei cuidadosamente todas as particularidades que envolvem este caso e estabeleci um critério técnico e objetivo para adotar as medidas necessárias à cabal apuração dos fatos.

Diante das inúmeras e naturais variáveis decorrentes de uma investigação de tamanha complexidade, fiz uma opção clara e firme pela técnica jurídica. Afastei, desde logo, qualquer outro caminho, ainda que parecesse fácil ou sedutor, de modo que busquei incessantemente pautar minha conduta com o norte inafastável das missões constitucionais do Ministério Público brasileiro.

Estou certo que, uma vez levantado o sigilo do caso pelo Ministro Teori Zavascki, o trabalho até este momento realizado será esquadrinhado e submetido aos mais duros testes de coerência.

E assim ocorrerá porque é um valor central da Democracia e do Princípio Republicano a submissão de qualquer autoridade pública ao crivo dos cidadãos brasileiros. Entendo, desde sempre, que essa lição deve ser acatada, com ainda maior naturalidade, por todos os Membros da nossa Instituição.


Não espero a unanimidade nem a terei. Desejo e confio, sim, nesse momento singular do País e, particularmente, do Ministério Público brasileiro, que cada um dos meus Colegas tenha a certeza de que realizei meu trabalho em direção aos fatos investigados, independentemente dos envolvidos, dos seus matizes partidários ou dos cargos públicos que ocupam ou ocuparam.

Busco inspiração, com essas minhas breves palavras, na Unidade do Ministério Público brasileiro, sabedor que os esforços de todos os integrantes da nossa Instituição igualam-se na disposição de servir.

Não guardo o dom de prever o futuro, mas possuo experiência bastante para compreender como a parte disfuncional do sistema político comporta-se ao enfrentar uma atuação vigorosa do Ministério Público no combate à corrupção.

Não acredito que esses dias de turbulência política fomentarão investidas que busquem diminuir o Ministério Público brasileiro, desnaturar o seu trabalho ou desqualificar os seus Membros. Mas devemos estar unidos e fortes.

Ao longo de sua extraordinária história, o Ministério Público brasileiro deu mostras de sua têmpera e de sua capacidade de superar qualquer obstáculo que venha a se interpor no caminho reto a ser seguido. Guardo-me, assim, na paz de quem cumpre um dever e na certeza de que temos instituições sólidas e democráticas. Integramos uma delas.

Estejamos unidos. Sigamos o nosso caminho. Sejamos fiéis ao nosso País.''

Paciência e confiança!

Forte abraço,

Rodrigo Janot

Cunha atropela Dilma e pauta o salário mínimo


Josias de Souza



O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, informou aos líderes partidários que incluirá na pauta de votações da próxima semana um projeto de lei sobre salário mínimo. Promove ajustes na atual política de valorização do mínimo, eternizando-a. Por ordem de Dilma Rousseff, o Planalto pediu o adiamento do debate. Cunha deu de ombros para a solicitação.

Cunha alegou que o governo terá a oportunidade de expor seu ponto de vista em plenário. Para derrotar o projeto, o PT pode acionar sua maioria —“se a tiver”, ironizou. Há três dias, o ministro petista Pepe Vargas, suposto articulador político de Dilma, reuniu os líderes do bloco governista em sua sala, no Planalto. Pediu-lhes que retirassem o salário mínimo da pauta. Aí mesmo foi que Cunha decidiu manter.

Chama-se Jorge Boeira (PP-SC) o autor do projeto. que vai a voto. No geral, o texto mantém a sistemática atual de reajuste do mínimo: inflação mais a variação do PIB. Mas estica seu prazo de validade para os próximos dez anos. Depois disso, a fórmula de cálculo seria perene e passaria a incorporar o PIB per capita, mais vantajoso para o trabalhador. O governo receia que os deputados estendam a regra para os aposentados.

José Guimarães (PT-CE), líder do governo, rogou a Cunha que reconsiderasse a decisão de votar a proposta de Boeira. Argumentou que as regras atuais, incluídas numa lei de 2011, vigoram até janeiro. Não haveria, portanto, pressa em votar o projeto. O presidente da Câmara fez ouvidos moucos. Seu plano é enviar a proposta rapidamente ao Senado, em tempo para que o correligionário Renan Calheiros, também às turras com o governo, providencie a aprovação até 1º de Maio, o Dia do Trabalhador. Se quiser, Dilma poderá vetar, arrostando os prejuízos políticos.

Suprema ironia: ao tomar posse, em janeiro, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, dissera em entrevista que o governo enviaria uma proposta ao Congresso, fixando a fórmula de reajuste do salário mínimo que passaria a vigorar a partir de 2016. Ele antecipara que seriam feitos ajustes. Foi desautorizado por Dilma e teve de se desdizer por escrito.

Mais novo do STF, Toffoli concorda com PEC da Bengala que, se aprovada, impedirá a presidente Dilma Rousseff de indicar cinco novos ministros do STF, já que as aposentadorias serão adiadas.


  • O ministro Dias Toffoli falou nesta quinta-feira (5), antes da sessão matutina extraordinária do Supremo Tribunal Federal, sobre a aprovação em primeiro turno da PEC da Bengala, na Câmara dos Deputados na véspera, informa a jornalista Mariana Oliveira, da TV Globo.

    Mais jovem ministro da Suprema Corte, Toffoli foi indicado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2009, quando tinha 41 anos. Sem a PEC, se aposentaria em 2037, quando completa 70 anos. Com a PEC, pode ficar na Corte até 2042, ano em que fará 75 anos.

    Perguntado sobre o que achou da votação, disse: "É uma decisão do Congresso". Sobre se concorda com os termos da PEC, afirmou: "Acho que é natural, inclusive, a extensão posterior a todos os servidores pelo aumento da expectativa de vida."

Planalto está perplexo com afastamento do PMDB e derrotas no Congresso

G1

 
Mais do que surpresa, o clima no Palácio do Planalto é de perplexidade com o afastamento do PMDB, que tem levado o governo a sofrer sucessivas derrotas no Congresso Nacional.

Inicialmente, o Planalto trabalhava com o cenário de que a revelação dos nomes de políticos envolvidos no escândalo de corrupção na Petrobras iria enfraquecer aliados e o Congresso Nacional. E com isso, o governo iria retomar o controle da pauta legislativa.

Mas, nas palavras de um ministro petista, está acontecendo exatamente o contrário. O PMDB tem culpado nos bastidores o governo pela inclusão de caciques do partido na lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. E com isso, tem feito um movimento claro de aliança com a oposição, especialmente o PSDB, para emparedar o Planalto e o PT.

Isso ficou claro hoje na CPI da Petrobras, quando, por determinação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, houve a criação de quatro sub-relatorias, esvaziando o poder do relator petista, Luiz Sérgio. O que se viu na CPI foi mais um movimento de isolamento do Palácio do Planalto, o que tem agravado a crise política.

O governo tem sofrido sucessivas derrotas no Congresso, como a aprovação de mais uma etapa da PEC da Bengala, que amplia de 70 para 75 anos a idade máxima para a aposentadoria de ministros de tribunais superiores. Se confirmada em nova votação na Câmara, a presidente Dilma Rousseff deve deixar de indicar cinco novos ministros do STF, já que as aposentadorias serão adiadas.

A decisão de Renan Calheiros de devolver a MP que revê as desonerações da folha de pagamento de vários setores da economia já tinha acendido a luz amarela no Planalto. O governo teme novas derrotas, já que perdeu o controle da base aliada. Mas com uma articulação política capenga, comandada pelo chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, a presidente Dilma ainda não sabe como reagir.

Parabéns, Juiza! Agiu com acerto! Homem é condenado a indenizar namorada por divulgação de fotos íntimas no facebook

Rapaz não aceitou o fim do relacionamento e invadiu os arquivos pessoais do computador da mulher
Um homem foi condenado a pagar R$ 30 mil de danos morais à ex-namorada, por difamação diante dos amigos e divulgação de fotos íntimas da mulher no Facebook. A imagens foram furtadas de arquivos pessoais.

De acordo com a juíza da 5ª Vara Cível de Taguatinga/DF, “a intimidade, a privacidade, a honra e a imagem das pessoas retratam direito constitucional fundamental e sua violação ocasiona na devida reparação por danos morais".

A vítima declarou que o relacionamento amoroso teve início em abril de 2010 e que, tempos depois, o casal decidiu morar junto no apartamento do rapaz. Ela explicou que, com o tempo, ele se tornou agressivo e isso pôs fim à relação.

Descontente, ele inventou o boato de que a ex-namorada era uma garota de programa e espalhou para os amigos. Não satisfeito, invadiu os arquivos pessoais do computador da mulher, publicou diversas fotos íntimas dela.

A juíza ainda acrescentou que independentemente do fato de a autora ter disponibilizado suas fotos íntimas em algum local, não se justifica a sua divulgação a terceiros. "Trata-se, na verdade, de violação grave a direito fundamental constitucional", esclareceu ela.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

DF-GOIÁS: expectativa para viagem sobre trilhos



Estudo do projeto de trem ficará pronto em três meses. Obras devem começar em dois anos

jessica.antunes@jornaldebrasilia.com.br


Parece que o “Expresso Pequi” está, enfim, entrando nos trilhos. O estudo do projeto que planeja fazer a viagem de trem entre Brasília e Goiânia (GO) durar pouco mais de uma hora deve estar pronto em três meses, impulsionando a implementação da linha férrea. As obras devem iniciar até o começo de 2017 e, de acordo com a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF), o projeto deve custar cerca de R$ 1,2 bilhão. A expectativa é que promova o desenvolvimento econômico e social das regiões com transporte de passageiros e cargas.

O trajeto da linha   foi definido por órgãos dos governos Federal, do DF e de Goiás. Serão   240 quilômetros de trilho tendo a Rodoferroviária  como ponto   central. “Vai ser um grande entroncamento de mobilidade entre trilhos e pneus”, explica Marcelo Dourado, presidente do Metrô-DF e ex-diretor da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

Divisão
O projeto divide a ferrovia em dois tipos de transportes: o regional, que liga Brasília a Goiânia, e o integração ou semiurbano, que faz as linhas DF-Águas Lindas-Santo Antônio do Descoberto e Anápolis-Goiânia. O trem, entre as duas capitais e ramificações, atenderá a   6,3 milhões de pessoas e a previsão é que transporte 23,5 mil  por dia e 7,3 milhões por ano. No DF, as estações devem ser integradas ao metrô.

“Saindo da Rodoferroviária, a linha vai correr paralela à  via Estrutural e atender o SIA,   Estrutural, Taguatinga e Ceilândia”, explica Dourado. Antes de passar por Santo Antônio do Descoberto e seguir para Goiânia, “haverá um braço de aproximadamente cinco quilômetros até o centro de Águas Lindas,   uma das maiores cidades da região e serve de dormitório para quem trabalha no Plano”.

De acordo o presidente do Metrô, o trajeto beneficiará o chamado eixo oeste, “já que o Plano Piloto recebe  um fluxo de mais de 1,3 milhão de pessoas que vêm da Região Metropolitana todos os dias e é um dos eixos mais congestionados”. O trecho engloba Estrutural, Taguatinga, Ceilândia e Águas Lindas, “de onde há fluxos enormes de busca de emprego, educação, saúde etc”.

Aspectos econômicos e sociais
Os estudos de viabilidade técnica, econômica e socioambiental foram contratados em 2013 e devem ser entregues por uma empresa de consultoria em maio. Juliano Samôr, gerente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), explica que “esse estudo dará totais condições para futura implantação da linha férrea”.

Depois disso, entram em ação os projetos básico e executivo. “O início das obras se dará de forma dinâmica”, revelou Samôr, acrescentando que “isso pode ser em três ou quatro anos, mas vai depender de um planejamento futuro a partir dos estudos”.

Apesar de o Metrô já prever o valor do projeto, a ANTT e a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) afirmam ainda não ser possível definir custos. “Estamos na elaboração. A fase de agora vai dar um escopo modal sobre quais serão as obras necessárias”, esclarece Cléber Ávila, da  Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste.

Mesmo sem uma data fechada para o início das construções e previsão para que a linha férrea passe a operar, o gerente da ANTT afirma que “há um desejo  demonstrado pelos governos do DF e GO para a implantação do projeto”.

Como se trata de um trajeto interestadual, a verba destinada à execução não foi definida, mas pode ser arrecadada por licitação, obra pública ou iniciativa público-privada. Isso será avaliado quando os estudos forem concluídos.

 Eixo importante do País
A obra é estratégica para a região. “O eixo já representa uma grande uma importância econômica e social para o Brasil. Brasília é a capital federal e polo administrativo-político. Goiânia é referência no agronegócio. Anápolis é como segundo polo fármaco e tem consolidada industria automotiva e de processamento de grãos”, entende o presidente do Metrô, Marcelo Dourado.

O eixo Brasília–Anápolis–Goiânia tem 6,8 milhões de habitantes e   um Produto Interno Bruno de R$ 270 milhões. É o 3º maior mercado consumidor do País e, segundo Dourado, “a linha   de uso misto agrega valor  ao eixo que só perde para Rio – São Paulo”.

Ele acredita que “a ferrovia é importante porque, além de ser para transporte de passageiros de média velocidade, o estudo provavelmente vai indicar o transporte de carga”. E  destaca que o trem é “ágil, barato, confortável, com poluição zero e terá preços competitivos”. Poderá ser o início da implementação da rede de trens regionais, que considera “fundamental para o País e já existe no mundo todo”.

Gerente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Juliano Samôr destaca que “é uma mobilidade mais eficiente, de alta capacidade e há um grande potencial no corredor”.

Por sua vez, Cléber Ávila, da Sudeco, considera que  o projeto é importante considerando diversos aspectos: “Vai fortalecer o turismo com uma  opção segura de transporte, além de diminuir a demanda de veículos na estrada. Tem, também, economia de combustível, de impactos ambientais e a criação uma nova rota para interligar as duas unidades federativas”.




Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Rodoviários paralisam as atividades e deixam 500 mil pessoas sem ônibus

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, a categoria se queixa do atraso do pagamento do salário, que deveria ter sido depositado nesta quinta (5)

redacao@jornaldebrasilia.com.br



A paralisação de duas empresas de ônibus, Marechal e Pioneira, já traz prejuízos a 500 mil usuários e provoca um caos no trânsito do Distrito Federal, na manhã desta sexta (6).

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, a categoria se queixa do atraso do pagamento do salário, que deveria ter sido depositado nesta quinta (5).

Com a paralisação, cerca de 1.089 ônibus, que atendem cidades como, Ceilândia, Taguatinga, Vicente Pires, Águas Claras, Samambaia, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, São Sebastião, Paranoá, Itapoã, Varjão e Park Way, estão parados.

A Marechal informou que já entrou em negociação com os trabalhadores e que deverá fazer o pagamento às 10h desta sexta.

Aguarde mais informações.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília


Comentario

jose pedro da silva

O melhor que o governo deveria fazer era deixar que as empresas se responsabilizassem pelos seus próprios caixas. Cada empresa cuidaria de suas finanças sem interferência do governo. O governo ficaria apenas com a fiscalização Como já acontece com as empresas que prestam serviços interestaduais. criariam no mínimo umas 05 empresas para uma concorrência lógica, e cada uma responderia por si. Esse negócio de governo dar pitacos em tudo, acaba não funcionando como deveria.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Decadente e deprimente! "Tambien yo he leido la noticia y la comento para expresar mi repulse".


Gente

Maradona aparece en público con los labios pintados

Día 04/03/2015 - 01.04h

Las imágenes han despertado cientos de bromas sobre el aspecto del que ha sido uno de los mejores futbolistas de la historia

Diego Armando Maradona volvía el pasado fin de semana a su programa de televisión, «De Zurda», donde comenta la actualidad deportiva, además de entrevistar a otros futbolistas. Sin embargo, en esta ocasión (como en tantas otras en los últimos años), el «deporte rey» no era la noticia que interesaba del argentino. Y es que Maradona lucía en televisión unos labios gruesos que además daba la impresión de que los llevaba pintados.

Las bromas en internet no han cesado desde entonces. De hecho, la Red le ha puesto al astro un nuevo apodo: «Mamadona», que ha sido difundido por el diario alemán «Bild». Un mote que ha hecho que la prensa argentina especule con la posibilidad de que se trate de una revancha de los germanos, que tuvieron que ver cómo Maradona levantaba la Copa del Mundo frente a su selección en 1986.

comentarios

Lomejordelmundo

Está guapa.

Supercal

Es triste después de haber visto jugar a este genio del fútbol...ver esta clase de fotos...Lo siento no solo por él, sino por la cantidad de chicos que lo tienen como ídolo después de tantos años...

Enri

Siempre me parecio raro desde que lo vi jugar en Argentinos Junior, pero tengo que reconocer que no esta mas asi.

Bisú
Puede trabajar como doble de Carmen de Mairena.

atollbio_
A cada rato se junta con Raul Castro: Dime con quien andas y te dire quien eres! 


CanariodelMonte

Con los labios pintados y con zarcillos. Sólo le queda que ponerse los polvos en los cachetes. Yo le daba de cachetones...



José Lozano
--- Este pobre hombre lo único que sabía hacer medianamente bien era jugar a fútbol.

fernan-raf
Rajoy fuera adelante ciudadanos y vox 


jose_alberto_mp_
Te has convertido en un esperpento 


preston
Tambien yo he leido la noticia y la comento para expresar mi repulse.

Prefeitura de SP contrata sem licitação entidades de aliados e de fachada


Convênios firmados para a organização de eventos esportivos foram feitos com institutos suspeitos de irregularidades, diz jornal

- Atualizado em
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), durante coletiva sobre os escândalos de corrupção e a prisão dos auditores na operação que desvendou esquema de corrupção milionário na Prefeitura, nesta segunda-feira (4)
Prefeitura de São Paulo firma convênios com entidades sem licitação e com suspeitas de irregularidades(Adriano Lima/Brazil Photo Press/Folhapress/VEJA)
Entre as entidades beneficiadas pela prefeitura de São Paulo desde 2010 com repasses sem licitação estão institutos que pertencem a aliados políticos, suspeitas de irregularidades e até mesmo de fachada. É o que mostra reportagem desta quarta-feira do jornal Folha de S. Paulo. Os repasses, que chegaram a 52 milhões de reais apenas no ano passado, se deram em convênios para organização de eventos esportivos.

Em 2014 a administração municipal assinou convênios que somam 1,6 milhão de reais com a Federação Paulista de Lutas e Artes Marciais (Feplam). Segundo a reportagem, a entidade é presidida por Fernando Couto, cabo eleitoral do vereador Aurélio Miguel (PR). Outro instituto de Couto, o Mais Esporte, recebeu 600.000 reais da prefeitura no ano passado. Entre as entidades beneficiadas está o Esporte e Vida, que realiza eventos do programa "Juventude contra o Crack", vitrine política do vereador licenciado Jean Madeira (PRB), atual secretário estadual de Esportes.

Mantida por Fernando Haddad, a prática teve início na gestão Gilberto Kassab, quando o secretário de esportes ganhou autonomia para realizar tais eventos. Em 2010, a prefeitura assinou 74,7 milhões de reais em contratosdo tipo.

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Além das entidades de aliados, há as que estão na mira da Controladoria Geral do Município (CGM). O órgão obrigou o Instituto de Desenvolvimento Cultural, Esportivo e Social do Estado, Indecesp, a devolver 233.000 reais depois que descobriu que parentes do presidente da entidade realizavam as atividades financiadas com dinheiro público. Já no endereço registrado pelo Projeto Mefibiose funciona uma Igreja Evangélica. Criada em 2014, a entidade soma 450.000 reais em convênios com a prefeitura.

Mudanças - O secretário municipal de Esportes, Celso Jatene (PTB) informou que na terça-feira foi criada uma nova auditoria nos convênios. E que partir de agora as entidades que quiserem participar de convênios precisarão ter, no mínimo, dois anos de existência.

EXCLUSIVO: LULA E DILMA NA LISTA DO PROCURADOR GERAL JANOT (Vejam a lista!)

FOLHA DO SUL DE MINAS GERAIS


Propina das empreiteiras Mendes Junior e GDK na Operação Lava Jato
Ministro da Integração – Gilberto Occhi
Presidente da Câmara – Eduardo Cunha (PMDB)
Senador Humberto Costa (PT)
Deputado Eduardo da Fonte (PP)
Conselheiro do Tribunal de Contas do Município e ex-ministro das Cidades – Mario Negromente, e seu irmão Adarico Negromonte Filho (envio de dinheiro do doleiro Youssef)
Ex-governador da Bahia – Jaques Wagner (PT)
 
Propina da Construtora Queiroz Galvão / Tubovias na Refinaria Abreu e Lima
Senador Ciro Nogueira (PP)
 
Propina da Refinaria Abreu e Lima pagas pelas empreiteiras Queiroz Galvão, Odebrecht e OAS
Ex-governador de Pernambuco – Eduardo Campos (PSB) 
Ex-presidente do PSDB – Sérgio Guerra
Deputado federal - Eduardo da Fonte (PP-PE)
 
Chefes de esquema:
Chefe da Casa Civil – Aloízio Mercadante (PT)
Ex-ministro – Antônio Paolocci (PT)
Ex-ministro – José Dirceu (PT)
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Dilma Rousseff
Senador Renan Calheiros (PMDB-AL)
Presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN)
Ministro de Minas e Energia – Edson Lobão
Ex-ministro – Gleisi Hoffmann (Casa Civil)
Ex- Ministro Mário Negromonte (Cidades)
 
PT
Antônio Palocci – ex-ministro dos governos Lula e Dilma
Gleisi Hoffmann – senadora e ex-ministra da Casa Civil
Lindbergh Farias – senador (RJ)
Tião Viana – governador reeleito do Acre
Delcídio Amaral – senador (MS)
Cândido Vaccarezza – deputado federal (SP)
Vander Loubet – deputado federal (MS)
 
PMDB
Renan Calheiros – presidente do Senado (AL)
Edison Lobão – ministro de Minas e Energia
Henrique Eduardo Alves – presidente da Câmara (RN)
Sérgio Cabral – ex-governador do Rio de Janeiro
Roseana Sarney – ex-governadora do Maranhão
Valdir Raupp – senador (RO) e 1º vice-presidente do partido
Romero Jucá – senador (RR)
Alexandre José dos Santos – deputado federal (RJ)
 
PP
Ciro Nogueira – senador (PI)
João Pizzolatti – deputado federal (SC)
Nelson Meurer – deputado federal (PR)
Simão Sessim – deputado federal (RJ)
José Otávio Germano – deputado federal (RS)
Benedito de Lira – senador (AL)
Luiz Fernando Faria – deputado federal (MG)
Pedro Corrêa – ex-deputado federal (PE)
Aline Lemos de Oliveira – deputado federal (SP)