terça-feira, 9 de junho de 2015

STF manda tribunal de Minas investigar Pimentel por abuso de poder


O governador de Minas Fernando Pimentel, enrolado - ele e a mulher - com o quadrilheiro Bené, sofre novo revés. STF manda reabrir investigação por abuso de poder - dele e de Dilma, de quem, aliás, foi ministro:

O ministro Gilmar Mendes determinou nesta segunda-feira que o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) reabra uma investigação para apurar se o governador de Minas, Fernando Pimentel (PT) e seu vice, Antônio Andrade (PMDB-MG), cometeram abuso de autoridade e de poder econômico durante as eleições de 2014. 
O ministro deu despacho favorável a um recurso de autoria da coligação pela qual Pimenta Neves (PSDB) concorreu ao governo mineiro no ano passado. Anteriormente, o TRE-MG havia rejeitado o pedido de investigação apresentado pela coligação opositora a Pimentel.
Em seu despacho, Gilmar disse que a decisão do Tribunal foi "precipitada" ao dizer que com certeza não houve nenhum ilícito eleitoral. "Na prática, a Corte Regional não cuidou em reconstruir a verdade, como propugna a doutrina mais abalizada, mas sim em simplesmente presumi-la", escreveu o ministro em sua decisão. 
No pedido de investigação apresentado pela coligação liderada pelo PSDB, Pimentel e Andrade são acusados de terem se beneficiado da estrutura do governo federal, antes mesmo do início da campanha eleitoral, para se promoverem como candidatos. Para tal, a coligação aponta a participação dos então pré-candidatos em oito eventos oficiais do governo federal que contaram com a participação da presidente da República, Dilma Rousseff, em sete municípios mineiros. São apontados eventos realizados entre fevereiro e abril do ano passado no qual foram entregues benefícios de programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida e o Pronatec que, segundo o PSDB, ultrapassam R$ 200 milhões. Tanto Pimentel quanto Andrade foram ministros do primeiro governo Dilma. Sendo o primeiro ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o segundo, ministro da Agricultura.
Com a decisão, o TRE-MG terá de refazer o acórdão que rejeitou o pedido da coligação liderada pelo PSDB e reavaliar o caso. A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) acabou vencida, pois tinha dado parecer contrário ao recurso.
Ainda no despacho, Gilmar Mendes pondera que sua decisão é liminar e não decide sobre o mérito da ação "até mesmo pela ausência de elementos probatórios a confirmar o que narrado na exordial - observo que, ao menos em tese, as condutas narradas não se distanciam da configuração do abuso de poder político", escreveu o ministro. (Estadão).

Segundo Dirceu, Lula é covarde e está no mesmo “saco” que ele nos escândalos de corrupção, diz site


Publicado por em 8 junho, as 11 : 50 AM 
Segundo Dirceu, Lula é covarde e está no mesmo “saco” que ele nos escândalos de corrupção, diz site
As informações são do portal Estadão, em editorial assinado pelo jornalista Ricardo Galhardo, em que ele cita conversas de Dirceu com pessoas próximas a ele.


Segundo a matéria, Dirceu está visivelmente irritado com Lula e Dilma por terem sido omissos tanto no processo do mensalão, quanto agora no petrolão. Dirceu foi condenado no primeiro escândalo e é investigado no segundo.


Para Dirceu, segundo informa o Estadão, Lula estaria sendo covarde e tanto Lula, como Dilma, estariam no mesmo barco que ele, afirmou Dirceu em conversa com amigos.




“De que serve toda covardia que o Lula e a Dilma fizeram na ação penal 470 e estão repetindo na Lava Jato? Agora estamos todos no mesmo saco, eu, o Lula, a Dilma”, teria dito o petista em conversa com amigos, segundo informações colhidas pela reportagem.


Dirceu foi condenado a quase 8 anos de prisão, mas passou apenas 11 meses no presídio da Papuda e desde novembro de 2014 cumpre pena de forma bastante “light”, ficando em casa a noite e saindo durante o dia para trabalhar, ganhou até o direito de viajar para passar festas de fim de ano com a mãe em outra cidade, onde foi fotografado tranquilamente tomando banho em uma cachoeira.

Cotas Parlamentares para ‘marajás do legislativo’ já consumiram R$ 46 milhões do brasileiro esse ano. Deputados usam cota parlamentar até para pagar canal pornô


Publicado por em 8 junho, as 14 : 25 PM 
Cotas Parlamentares para ‘marajás do legislativo’ já consumiram R$ 46 milhões do brasileiro esse ano
Cota Parlamentar, a mais absurda, ou absurdas verbas que eu e você temos que bancar para ressarcir os “bacanas” do Congresso pelas suas viagens, sua alimentação e tudo mais que se imaginar. Cada parlamentar tem até R$ 45 mil por mês de cota parlamentar. Lembrando que isso não tem nada a ver com seu salário, que é de mais de 33 mil.


São eleitos para representarem o povo e sufocam ainda mais o próprio povo com tanta gastança desenfreada de dinheiro público, parasitando a máquina estatal.

Deputados usam cota parlamentar até para pagar canal pornô


Para gastar o dinheiro do contribuinte não tem oposição que faça ‘oposição’. Nisso eles vão se entendendo. PT e PSDB, inimigos na política que o diga. Os parlamentares do PT já fizeram o povo lhes ressarcir R$ 6,4 milhões e os tucanos, cerca de R$ 4,3 milhões.


2014 – Mesmo com o congresso quase parado desde maio, senadores já usaram R$13 milhões de Cota Parlamentar


Mulheres de deputados querem “cotas” de passagens aéreas (as custas do povo)

“Faça como Blatter, Dilma: pede para sair!”, diz Políbio Braga


Publicado por em 9 junho, as 09 : 10 AM 
“Faça como Blatter, Dilma: pede para sair !”, diz Políbio Braga
O assíduo blogueiro, jornalista Políbio Braga, diariamente comenta assuntos políticos em seu canal de vídeos e em um de seus mais recentes comentários publicados, o jornalista falou da ocasião em que um amigo seu afirmara, com conhecimento de causa, que Sergio Moro já dispõe de informações suficientes para indiciar Lula, mas aguarda um clamor social para tal.


Políbio lembrou também da recente renuncia de Blatter à direção da FIFA, Blatter e sugeriu à Dilma que siga o exemplo do ex-cartola máximo do futebol mundial e renuncie ao cargo máximo do executivo brasileiro.

Confira o vídeo:


O jornalista lembrou também da defesa por Alvaro Dias, senador tucano (até então opositor acirrado das ações petistas) da indicação de Dilma do jurista Fachin, que já até subiu no palanque para pedir votos para Dilma, ao STF. Que oposição, heim?
Senador tucano ignora militancia de Fachin pelo PT e sai em defesa de sua nomeação no STF

Banco HSBC encerrará suas atividades no Brasil e demitirá 50 mil funcionários em todo o mundo


Publicado por em 9 junho, as 10 : 35 AM 
Banco HSBC encerrará suas atividades no Brasil e demitirá 50 mil funcionários em todo o mundo
O HSBC é o maior Banco da Europa e mantem centenas de milhares de postos de trabalho pelo mundo, deste total, cerca de 50 mil postos de trabalho devem ser suprimidos pelo Banco nesta nova estruturação programada, com encerramento de atividades em alguns países, entre eles, o Brasil.



A intenção do HSBC, segundo informa a revista Istoédinheiro, é deixar de atuar em países onde a mão de obra é mais cara e multiplicar sua atuação em países como a China, onde a mão de obra é bem mais barata, com qualidade superior e as possibilidades de captação de investidores mais atrativas.

Outro país que também ficará órfão do Banco será a Turquia.

Diversos grupos populares se reúnem para pedir saída de Dilma e Pimentel, em BH


Publicado por em 9 junho, as 10 : 02 AM
Diversos grupos populares se reúnem para pedir saída de Dilma e Pimentel, em BH
Nesta segunda (8), cerca de 30 pessoas de diversos grupos sociais se reuniram  na Avenida Cristóvão Colombo, em BH para pedir a saída de Dilma da presidência e Fernando Pimentel do governo de Minas Gerais, laranjas também foram distribuídas para quem passava pelo local.


Uma faixa carregada pelos manifestantes deixava claro o significado das laranjas – dizia o seguinte: “Primeira dama laranja do Pimentel”.


A Polícia Federal cumpriu cerca de 90 mandados de busca e apreensão no apartamento da primeira-dama de Minas, apartamento este que fica em Brasília. A investigação quer apurar possível lavagem de dinheiro na campanha do petista ao governo de Minas Gerais em 2014.


A primeira dama abriu uma empresa em em 2014 (segundo informa a revista Época), a OLI comunicações, e mantinha amizade com a mulher do empresário detido suspeito de participar do esquema. Ainda segundo a Época, no mesmo ano esta empresa foi contratada pelo PT

Entre a propaganda e a verdade: a história secreta da Ideologia de Gênero



|padrepauloricardo.org

Uma propaganda é capaz de fazer o certo parecer errado e o errado parecer certo. O caso da Ideologia de Gênero não foge à regra
David Reimer, vítima das loucuras dos ideólogos de gênero. Suicidou-se em 2004.





Uma peça publicitária só pode ser bem-sucedida se souber cativar o público com as palavras e as imagens certas. A linguagem simbólica exerce enorme influência sobre o homem. Todas as grandes empresas, partidos políticos e meios de comunicação têm, por de trás de sua figura pública, um afiado esquema de marketing.



 "Um bom governo sem propaganda dificilmente se sai melhor do que uma boa propaganda sem um bom governo", dizia o ministro da comunicação nazista Goebbels. É fato. E a experiência do último século é a prova cabal de como ideologias malignas podem conquistar o apoio das massas, apelando a jargões risíveis porém populares. 





A Ideologia de Gênero é uma grande peça publicitária. Apoiada pelo discurso dos "direitos sexuais", da "tolerância" e da "misericórdia", palavrinhas politicamente corretas e além de qualquer suspeita, muitos são levados a considerá-la algo inofensivo ou mesmo um grande progresso para a civilização. Aquele que a ela se opõe, por outro lado, é visto como pessoa antiquada, de visão obtusa e reacionária, ainda que salte "aos olhos a profunda falsidade dessa teoria".



Foi também assim que rotularam a imprensa judia quando esta denunciou as obscenidades do nacional-socialismo, logo que Hitler subiu ao poder. Ora, quem, em sã consciência, se posicionaria contra um projeto político que apenas visava a "reconstrução" da Alemanha? De maneira análoga, como é possível se opôr à felicidade daqueles que desejam a mudança de sexo? 



Uma boa propaganda não somente convence, como também modifica a história. O passado secreto da Ideologia de Gênero está longe de ser misericordioso, tolerante e feliz. Tudo começou na década de 1950, nas clínicas universitárias.



Neste período, inúmeras cirurgias de mudança de sexo (precisamente de homem para mulher) foram realizadas de forma experimental. Na década de 1970, quando vieram os resultados científicos de todas aquelas experiências, não havia qualquer índice de que o procedimento fosse seguro. Pior. As evidências de que se tratasse de algo nocivo eram gritantes. As clínicas decidiram não mais realizar aquele tipo de operação. But where there's a will there's a way.


 
Três pesquisadores decidiram levar adiante o projeto: Dr. Alfred Kinsey, Dr. Harry Benjamin e o psicólogo John Money. O currículo destes três paladinos da Ideologia de Gênero não é nada honroso.


Dr. Alfred Kinsey, um biólogo e sexólogo cujo legado dura ainda hoje, acreditava que todos os atos sexuais eram legítimos — incluindo pedofilia, bestialidades, sadomasoquismo, incesto, adultério, prostituição e orgias. A fim de obter dados para suas pesquisas, Kinsey autorizou experimentos horríveis em bebês e crianças pequenas. Seu intuito principal era justificar a opinião de que crianças de qualquer idade teriam prazer com o sexo — ele chegou a advogar a normalização da pedofilia.



O transexualismo entrou em sua agenda quando foi apresentado ao caso de um homossexual que queria tornar-se uma garota. Kinsey consultou um conhecido seu, um endocrinologista chamado Harry Benjamin. Benjamin conhecia bem os travestis (homens que se vestem de mulher). Assim, ambos viram uma oportunidade para mudar aquele rapaz fisicamente, para além da roupa e da maquiagem.



Os dois tornaram-se colaboradores profissionais no primeiro caso do que Benjamin mais tarde chamaria "transsexualismo".




Benjamin pediu a vários psiquiatras que avaliassem o rapaz quanto à possibilidade de uma cirurgia para feminilizar sua aparência. Os médicos não chegaram a um consenso. Mas isso não pôde pará-lo. Por sua própria conta, Benjamin começou a dar hormônios femininos ao garoto. Levaram-no para a Alemanha e lá o operaram parcialmente. Benjamin, por sua vez, perdeu todo contato com seu paciente, tornando qualquer acompanhamento a longo prazo impossível.




O terceiro co-fundador do hoje movimento transgênero foi o psicólogo Dr. John Money, um dedicado discípulo de Kinsey e membro do grupo de pesquisas transexuais, chefiado por Benjamin.




O primeiro caso transgênero de Money veio em 1967, quando foi consultado por um casal canadense, os Reimers, para que reparasse uma circuncisão mal-feita no filho deles de dois anos, David. Sem qualquer razão médica, Money lançou-se em um experimento para fazer fama por conta própria e avançar suas teorias sobre gênero, não importando as consequências para a criança.




Disse aos perturbados pais que o melhor caminho para assegurar a felicidade de David era mudar cirurgicamente sua genitália de masculino para feminino e educá-lo como uma garota. Como muitos pais fazem, os Reimers seguiram a orientação do doutor, e David foi rebatizado de Brenda. Money assegurou aos pais que Brenda se adaptaria a ser uma menina e que ela nunca saberia a diferença. Ademais, pediu ao casal que mantivesse aquilo em segredo. E assim se fez — pelo menos por um tempo.



Médicos ativistas iguais ao Dr. Money sempre buscam a fama primeiro, especialmente se controlam a informação que a mídia divulga. Money jogou um jogo de "prenda-me se for capaz", divulgando o sucesso da mudança de gênero do garoto para comunidades médicas e científicas e construindo sua reputação como um dos principais especialistas no emergente campo da mudança de gênero. Levou décadas até que a verdade fosse revelada.  




Na verdade, a adaptação de David Reimer para ser uma garota foi completamente diferente dos relatórios brilhantes inventados por Money para os artigos dos jornais. Aos 12 anos, David estava severamente depressivo e recusava-se a voltar a ver Money. No desespero, seus pais quebraram o segredo e lhe contaram a verdade sobre a "mudança de gênero". Aos 14 anos, David decidiu submeter-se a uma nova cirurgia para viver como garoto.


Em 2000, aos 35 anos, David e seu irmão gêmeo finalmente expuseram os abusos sexuais aos quais o Dr. Money os havia imposto na privacidade de seu escritório. Os rapazes contaram como Dr. Money tirava foto deles nus quando tinham apenas sete anos de idade. Mas fotos não eram o suficiente para Money. O pedófilo doutor também os forçou a terem relações sexuais incestuosas um com o outro.


As consequências dos abusos de Money foram trágicas para os dois garotos. Em 2003, apenas três anos após seu passado de tortura ter se tornado público, o irmão gêmeo de David, Brian, morreu de overdose. Pouco tempo depois, David também cometeu suicídio. Money, por sua vez, foi finalmente exposto como um farsante. Mas isso não ajudou a amenizar o luto da família, cujos gêmeos agora estavam mortos.



Certamente, nenhum jornal secular ou programa de TV, quando estiver em pauta a chamada Teoria de Gênero, revelará esses episódios expostos acima ao público. De fato, reina aquilo que Pio XI denominou, certa vez, de conspiração do silêncio, pois "não se explica facilmente como é que uma imprensa, tão ávida de esquadrinhar e publicar até os mínimos incidentes da vida cotidiana", pode calar-se tão vergonhosamente sobre tais coisas.




Vários estudos feitos por ex-discípulos de Kinsey e Money comprovam a perniciosidade da Ideologia de Gênero, principalmente das cirurgias de mudança de sexo.



Charles Ihlenfeld, um endocrinologista que trabalhou por seis anos com o Dr. Benjamin, chegou a declarar publicamente: "Há muita insatisfação entre as pessoas que fizeram a cirurgia... Muitas terminam em suicídio" — como no caso dos gêmeos Reimers. 



Não se iludam com propaganda, não se iludam com promessas, não se iludam com mentiras. A Ideologia de Gênero é uma farsa. E das mais grosseiras.




7/03/2014 01:57 | 

Como a ideologia de gênero destruiu a família Reimer

Conheça a história de David Reimer, a primeira cobaia dos ideólogos de gênero e a prova suficiente de que essa teoria é uma farsa
Está às portas de ser votado o Plano Nacional de Educação.



O projeto de lei lança as diretrizes e metas da educação pública para os próximos 10 anos e, não obstante a clara oposição do povo brasileiro a um sistema educacional permissivo e imoral, permanece firme o desejo de alguns grupos políticos em firmar compromisso com a "agenda de gênero", tão querida pelas organizações internacionais e por "intelectuais" engajados em causas revolucionárias.



Só que a tão falada "identidade de gênero", embora receba financiamento pesado de fora, não consegue sustentar-se cientificamente. Às vésperas de um evento tão importante para o futuro das crianças e adolescentes do Brasil, é oportuno recordar uma história recente que põe em xeque não só a autenticidade da "agenda de gênero" como a própria honestidade de seus propagadores.




Esta história começa na famosa universidade Johns Hopkins, na cidade de Baltimore, Estados Unidos. É aí que o médico neozelandês John Money e sua equipe se destacam por sua pesquisa nas áreas de sexologia e por cunhar, em seus trabalhos, termos como "papel de gênero" e "identidade de gênero".



A sua teoria é a de que o sexo das pessoas, ao invés de ser dado pela nature ["natureza"], é uma questão de nurture ["educação"]. Assim, uma criança em tenra idade, mesmo com o aparelho genital de um sexo, poderia ser criada e educada como sendo de outro sexo. A biologia seria subvertida pela psicologia, ou, dito em outros termos, o projeto do Criador poderia ser arbitrariamente transformado pelo homem.



Até 1967, as ideias de John Money já eram mundialmente famosas, mas permaneciam no papel. É quando a família Reimer decide recorrer ao renomado médico: um de seus filhos gêmeos, Bruce, teve seu órgão genital cauterizado durante uma circuncisão, e a sua mãe, Janet Reimer – interessada após assistir a um programa de televisão sobre a teoria do dr. Money – decide confiar ao médico o problema de seu filho.



Nas mãos de Money, Bruce, com apenas 22 meses de vida, sofre uma intervenção cirúrgica e passa a chamar-se Brenda. Recebendo acompanhamento constante do doutor, a família Reimer era a cobaia de que Money precisava para provar de vez sua teoria. De fato, o médico neozelandês escreve vários estudos usando o caso Brenda como "prova dramática" de que sua "teoria da neutralidade" estava correta: se era possível educar um menino como menina, homens e mulheres não eram mais dados biológicos, mas meras "aprendizagens sociais".



No entanto, à medida que Brenda cresce, sua mãe nota algo de muito errado. "Eu via que Brenda não era feliz como garota, não obstante o que eu tentasse fazer por ela ou como eu tentasse educá-la, ela era muito rebelde, era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada que fosse feminino", conta Janet Reimer, em um documentário produzido pela BBC. "Brenda não tinha quase nenhum, nenhum amigo enquanto crescia. Todo mundo realmente a matava, chamavam-na de 'mulher da caverna'. Ela era uma garota muito só" [1].


Aos catorze anos, já longe dos olhos de Money e cada vez mais isolada socialmente, Brenda descobre, de sua mãe, que nascera como homem e tinha sido criada como mulher à força. A partir de então, ela muda seu nome para David e tenta, apesar de tantos percalços, levar uma vida comum, como homem. No entanto, a morte de seu irmão por uma overdose de antidepressivos, em 2002, aliada a um casamento conturbado, culmina em uma tragédia: no dia 4 de maio de 2004, David deixa a casa de seus pais pela última vez, vai a uma mercearia e comete suicídio.


Antes desse fim dramático, David Reimer expôs o seu caso à mídia, a fim de tornar públicas a perversidade das ideias de Money e a farsa de sua "teoria de gênero". "Era-me dito que eu era uma garota, mas eu não gostava de me vestir como uma garota, eu não gostava de me comportar como uma garota, eu não gostava de agir como uma garota", confessa David[2]. "Eu não sou um professor de nada, mas você não acorda uma manhã decidindo se é menino ou menina, você apenas sabe".

 
"Não se acorda de manhã decidindo se se é menino ou menina": essa lição foi aprendida a um alto custo pela família Reimer. É esse o mesmo custo que as famílias brasileiras querem pagar, aceitando que a ideologia de gênero seja implantada em nossas escolas?
Quando se combate a inserção do termo "gênero" no ordenamento jurídico brasileiro, não se está a afirmar uma posição "discriminatória" ou "preconceituosa", como insinuam alguns grupos. Ao contrário, o que se pretende é que o Brasil seja livre de uma teoria comprovadamente mentirosa e ideológica. Ou queremos, por acaso, copiar os experimentos ridículos de Money e repetir o drama da família Reimer no seio de nossas famílias?


"Você vai sempre encontrar pessoas que vão dizer: bem, o caso do Dave Reimer podia ter tido sucesso. Eu sou a prova viva, e se você não vai tomar minha palavra como testemunho, por eu ter passado por isso, quem mais você vai ouvir?" [3]. Que a alma de David Reimer descanse em paz. E que a sua conturbada vida lembre às pessoas o quanto é terrível subverter o plano do próprio Criador inscrito na natureza humana.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências bibliográficas

  1. The Boy who was Turned into a Girl. BBC: London, 2000. Texto disponível em: http://www.bbc.co.uk/science/horizon/2000/boyturnedgirl.shtml. Acesso em: 25 mar. 2014.
  2. Dr Money and the Boy with No Penis. BBC: London, 2010. Texto disponível em: http://www.bbc.co.uk/sn/tvradio/programmes/horizon/dr_money_qa.shtml. Acesso em: 25 mar. 2014.
  3. Ibidem

Distribuição de livros de educação sexual vira polêmica na Grande SP




Uma polêmica em Guarulhos, a segunda maior cidade de São Paulo, por pouco não virou briga entre evangélicos, católicos, vereadores e ativistas LGBT em plena Câmara Municipal da cidade.

Guardas-civis tiveram que intervir rapidamente para que os grupos não saíssem no tapa na semana passada.


Tudo isso após a prefeitura da cidade incluir livros infantis sobre educação sexual e identidade de gênero no projeto que vai orientar professores nos próximos anos.
Reprodução
Um dos livros incluídos na lista da Prefeitura de Guarulhos
Um dos livros incluídos na lista da Prefeitura de Guarulhos


Um dos livros é "Menina Não Entra" (Ed. do Brasil). Ele narra a história de uma garota que, depois de muita relutância de seus amigos, é aceita no time de futebol deles e faz grande sucesso por suas habilidades com a bola.


Segundo a editora, os personagens do livro "percebem que estavam completamente equivocados e que o preconceito não leva a vitória alguma, dentro e fora de campo".


Para vereadores evangélicos e católicos, a gestão do prefeito Sebastião Almeida (PT) quer implantar a ideologia de gênero nas escolas municipais, que atendem crianças de até 11 anos.


Segundo essa corrente de pensamento, os gêneros sexuais são construções sociais e culturais, e não biológicas. Assim, as crianças devem ser educadas de forma neutra, para que elas próprias escolham seu gênero no futuro.


Diante da possibilidade de essa ideologia ser incorporada às escolas, os vereadores convocaram uma audiência.


BATE-BOCA
"Não sou homofóbico, mas essa ideologia pode levar a criança a achar que pode ser menino com menino, menina com menina, três juntos, aí banaliza", disse o vereador Romildo Santos (PSDB), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.


No último dia 20, o encontro na Casa foi quente, com gritos de todos os lados. O bispo Edmilson Caetano, da diocese da cidade, não conseguiu terminar seu discurso por causa do protesto de grupos LGBT (que representam lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).


"Não sou psicólogo, mas e essa questão do neutro? O que significa para a pessoa essa espécie de dúvida de identidade que venha desde a infância? Acho que a educação sexual deve ser uma questão tratada na família", disse o bispo à Folha.



Diocese/Divulgação
Bispo de Guarulhos, dom Edmilson Caetano, em audiência sobre "ideologia de gênero" na Câmara de Guarulhos
Bispo de Guarulhos, dom Edmilson Caetano, em audiência sobre "ideologia de gênero" na Câmara de Guarulhos


O juiz Antonio Pimenta, que mora na cidade, também falou: "Você querer colocar na cabeça de um ser humano que ele pode ser mulher se ele nasceu com corpo masculino é negar a biologia".


"O gênero não veio para destruir famílias. Tratar da questão de gênero é trabalhar com uma política de erradicação da violência contra homossexuais, contra a mulher", disse a professora Sílvia Moraes, coordenadora educacional da cidade, que defende o uso dos livros.


O secretário municipal de Educação, Moacir de Souza, afirmou que o objetivo do projeto da prefeitura não é implantar a ideologia de gênero nas escolas da cidade.



Disse que os livros infantis sobre educação sexual já começaram a ser distribuídos nas 139 escolas "para educar as crianças contra o preconceito de gênero e homofobia".


Comentário

O problema é que a família pode ser uma dessas famílias "modernas" com dois pais e sem mãe ou uma família com duas mães e sem pai que vão obviamente condicionar a criança, desde pequena, a ser homossexual.Que educação sexual essa pobre criança vai ter?

Ana Lia


segunda-feira, 8 de junho de 2015

Um ano depois da Copa, metade do 'legado' ainda não foi entregue!E a COPA VERDE que fim levou?





Renata Mendonça
Da BBC Brasil, em São Paulo


Em agosto do ano passado, logo após o fim da Copa do Mundo, a presidente Dilma Rousseff comentou o atraso em várias das obras de infraestrutura planejadas para o evento, dizendo que muitas delas estavam em andamento e que "todos esses investimentos ficarão prontos para os brasileiros."
Passado quase um ano do torneio, metade do "legado" previsto ainda não foi entregue, como mostra um levantamento feito pela BBC Brasil. Das 44 obras de mobilidade urbana que deveriam ser entregues para o Mundial, 20 não ficaram prontas.
Essas obras estão elencadas na versão consolidada da Matriz de Responsabilidades, divulgada pelo Ministério do Esporte em julho do ano passado. O documento estabelece quem é responsável pela liberação de recursos e pela execução de todas as obras previstas para a Copa.
Desde o primeiro documento - que continha 82 obras (desde estádios, reformas em portos e aeroportos até projetos de mobilidade) – foram feitas atualizações, com alguns projetos saindo da Matriz por não terem um cronograma possível de ser cumprido até a Copa.
Sobraram 44 obras de mobilidade na última versão apresentada, e os casos que chamam mais atenção são Cuiabá, Fortaleza e Recife. As duas primeiras não concluíram, até hoje, nenhum dos projetos de mobilidade prometidos para o Mundial – eram três em Cuiabá e seis em Fortaleza.
Em Cuiabá, as obras da Copa são alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa para investigar irregularidades nas construções – especialmente na do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), que ainda está no início e já consumiu mais R$ 1 bilhão do seu orçamento que era de R$ 1,4 bilhão.
Das 12 cidades-sede, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo foram as únicas que já entregaram o prometido. Mas, no caso de BH, problemas estruturais chegaram a comprometer algumas das obras – incluindo a do viaduto de Guararapes, que desabou durante o Mundial, e a do viaduto Montese, que ficou nove meses interditado para reparos.
Os dois são alvos de um inquérito na Polícia Civil, que indiciou o secretário de Obras e Infraestrutura da cidade, José Lauro Nogueira, e outras 17 pessoas por homicídio com dolo eventual e tentativa de homicídio – duas pessoas morreram com a queda do viaduto e 23 ficaram feridas. A investigação concluiu que o acidente foi causado por um erro de cálculo e que a prefeitura chegou a ser alertada dos problemas - sem interditar as obras. Procurada pela BBC Brasil, a Prefeitura de Belo Horizonte não enviou posicionamento sobre os casos até o fechamento desta reportagem.

Cuiabá

Do prometido para a Copa em Cuiabá, somente o estádio – Arena Pantanal – foi entregue antes do torneio. Restaram três obras de mobilidade na Matriz: obras viárias de acesso à arena, o corredor Mário Andreazza, e o VLT, que serviria para ligar Cuiabá a Várzea Grande – todas de responsabilidade do governo estadual.
Nenhuma delas ficou totalmente pronta, mas a lentidão do VLT chamou a atenção das autoridades, que decidiram contratar uma auditoria para investigar irregularidades na obra de R$ 1,06 bilhão - a construção mais cara da história do Mato Grosso.
Somente a auditoria custou aos cofres públicos mais R$ 65 milhões e identificou quatro crimes: prevaricação, improbidade administrativa, possibilitar vantagem ao particular durante a execução de contrato e descumprimento dos deveres funcionais dos servidores públicos. Além disso, há uma suspeita de superfaturamento de R$ 100 milhões na compra de vagões do VLT.
A previsão de entrega dada pelo Consórcio responsável pelo VLT agora é para 2018 – mas ela já é contestada pela atual gestão do governo estadual.

Fortaleza

Fortaleza tinha a promessa de ser uma nova cidade após a Copa do Mundo, com projetos municipais e estaduais prevendo a entrega de BRTs, estações de metrô e até um VLT. Mas nenhuma das obras ficou pronta até agora.
O caso mais complexo é o do VLT, que chegou a passar por quatro licitações e atualmente está 50% pronto. O custo dele – que terá 12,7 km e ligará 22 bairros - chega perto de R$ 175 milhões, segundo o governo estadual, responsável pela obra.
A administração alega que, por motivo de atraso, teve de romper o contrato com a empresa que venceu a concorrência e depois realizar mais três licitações – sem sucesso por questões técnicas ou falta de interessados. Agora, o projeto foi dividido em três pacotes que ainda estão em processo de licitação.

Recife

Recife tinha sete projetos de mobilidade urbana, dos quais três foram entregues. Os outros ainda estão em construção, entre estes, os Corredores Norte-Sul e Leste-Oeste de BRTs, o Corredor Via Mangue e o Corredor Caxangá.
Fora essas obras da Matriz, há outro projeto grande que não saiu do papel: a chamada Cidade da Copa, em São Lourenço da Mata, a quase 20 km da capital pernambucana.
Lá foi construída a Arena Pernambuco, mas o projeto de PPP (parceria público-privada) da Odebrecht para o estádio incluía o desenvolvimento urbano do entorno, com a construção de shopping, hotel, hospital, condomínios residenciais e até a transferência do campus da UFPE (Federal de Pernambuco) para lá.
Mas, até agora, só a arena foi construída, e todo o resto está sendo analisado em um estudo de viabilidade encomendado pelo governo estadual à Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, que começou a ser feito agora, custou R$ 1,3 milhão aos cofres públicos e levará de quatro a seis meses para ser concluído.

Outras cidades

- CURITIBA: Eram sete projetos no total, dos quais apenas a expansão do BRT e a reforma da Rodoferroviária foram entregues – ambas de responsabilidade da prefeitura. Os outros, divididos entre governos municipal e estadual, estão em andamento – alguns estão 70% concluídos -, com prazos para serem entregues entre o fim desse ano e o início do próximo. Segundo o governo estadual, os principais motivos dos atrasos foram "adequações de projetos; trâmites burocráticos pendentes; problemas no pagamento; problemas climáticos".
- SÃO PAULO: cumpriu o que havia prometido, mas só deixou um projeto de mobilidade na Matriz: as obras viárias em Itaquera, de responsabilidade da prefeitura. O monotrilho (governo estadual) que ligaria o aeroporto de Congonhas à estação Morumbi de trem acabou virando um dos projetos de alto perfil a serem retirados do documento por conta de atrasos na obra.
-  RIO DE JANEIRO: sede da próxima Olimpíada, deixou suas principais obras de mobilidade para serem feitas até os Jogos. Para a Copa, foram feitas algumas reformas na região do Maracanã, além do BRT Transcarioca, que liga o aeroporto Galeão à Barra da Tijuca. Quando perguntado se havia chance de as obras de infraestrutura prometidas para a Olimpíada ficarem para depois, o prefeito Eduardo Paes foi taxativo: "Chance zero. Tudo será entregue antes do prazo.

NO "DIA DA LIBERDADE DE IMPRENSA", EDUARDO CUNHA AVISA AO PT, PSOL E DEMAIS COMUNISTAS, QUE PROJETO DE CENSURA À IMPRENSA NÃO PASSARÁ.


Deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara, assegura que os comunistas do PT, PSOL et caterva, que defendem a censura à imprensa, não terão guarida do Legislativo em sua tentativa de amordaçar a imprensa.
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está em viagem ao exterior, hoje, em Moscou, para participar do fórum parlamentar dos Brics, fez hoje em seus perfis oficiais nas redes sociais - Twitter e Facebook - uma defesa da liberdade de imprensa.
 
 
"Tentativas de controle dos meios de comunicação não prosperarão no Legislativo", avisou, parabenizando os profissionais do setor pela comemoração neste domingo, 7, do Dia da Liberdade de Imprensa. Na defesa de seu argumento, o peemedebista diz que a liberdade deve prevalecer em todas as circunstâncias porque tem se consolidado como baluarte da democracia.
 
 
 
"Praticamos todos os dias o direito constitucional, a manifestação livre, que é da atividade parlamentar. A Câmara é um ambiente propício à discussão. É inaceitável a censura travestida de regulação. Essa Casa jamais dará acolhida e repudiará qualquer tentativa que possa resvalar em atitude autoritária, qualquer tentativa de controle dos meios de comunicação não irá prosperar no Legislativo."
 
 
A defesa da regulação da mídia é uma das bandeiras do Partido dos Trabalhadores e da presidente Dilma Rousseff. Assim que foi reeleita, em outubro do ano passado, a petista defendeu a regulação econômica da mídia, sem interferência no conteúdo, sob argumento de que apenas seis famílias controlam 70% da imprensa brasileira.
 
 
Para a presidente, a regulação servirá para impedir o monopólio e os oligopólios regionais dos meios de comunicação no país. Em razão da polêmica dessa proposta, apesar da defesa de Dilma, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva (PT), disse no mês passado que o projeto de regulação da mídia não faz parte das prioridades do governo.
 
 
A crítica de Eduardo Cunha a qualquer tentativa de regulação da mídia ocorre na mesma semana em que o tema estará em discussão na Câmara dos Deputados. Nesta quinta, 11, a partir das 9h30, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, a assessora da presidência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) Ana Carolina Lopes de Carvalho, o professor da Universidade de Brasília (UnB) Murilo Cesar Ramos e a coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Rosane Bertotti, falarão sobre a regulação econômica dos meios de comunicação, em audiência pública requerida pela deputada Luiza Erundina (PSB-SP).
 
 
Duas propostas serão discutidas nessa audiência pública na Câmara dos Deputados, o projeto de lei (PL) 4026/2004, de autoria do ex-deputado Cláudio Magrão (PPS-SP), e o projeto de lei (PL)6667/2009, do deputado Ivan Valente (Psol-SP). Ambos regulamentam a Constituição Federal (Art. 220), impondo limites à propriedade dos meios de comunicação e à audiência, com a finalidade de coibir o monopólio no setor. Do site da revista Veja
 
 

Park Way ganha área de soltura de animais silvestres


soltura de animais no countryLocalizada no Park Way, uma área de densa mata de cerrado que une os limites do Catetinho e do Brasília Country Clube – BCC, é o mais novo local escolhido pelo Ibama para a soltura de animais silvestres no Distrito Federal.


O local, rico em nascentes, preserva as características do cerrado do Planalto Central e, por isso, é propício para receber animais soltura de animais no country2apreendidos nas operações de fiscalização das autoridades ambientais.

Uma parceria foi firmada entre o BCC e o IBAMA para que as instalações funcionem como área de soltura de animais que não ofereçam riscos aos frequentadores do clube.


A partir desse acordo, centenas de pássaros, de diferentes espécies, como canários da terra, tucanos, araras, papagaios, além de tatus, quatis e micos e até um veado campeiro já foi solto no local.


A presença de novas aves nas imediações já é perceptível nas quadras adjacentes ao Clube.

Mais uma safadeza dos nossos políticos ficha suja em sua luta para não "largar o osso".PROJETO REDUZ INELEGIBILIDADE DOS POLÍTICOS DE FICHA SUJA

UMA PASSO PARA FRENTE, DEZ PARA TRÁS...

PROJETO REDUZ INELEGIBILIDADE DOS POLÍTICOS DE FICHA SUJA

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O Congresso Nacional debate um mecanismo para driblar a pena de inelegibilidade a políticos brasileiros. Projeto de lei complementar apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA) e pelo ex-deputado Sandro Mabel (PMDB) permite que seja descontado da sentença final que o condenou à inelegibilidade, o tempo em que o réu respondeu ao processo judicial. 


A matéria altera a Lei das Inelegibilidades, que estabelece a impossibilidade de disputar as eleições pelo período de oito anos depois de cumprida a sentença judicial. 
Se o projeto for aprovado sem modificações, será possível a detração, após o cumprimento da pena, do tempo de inelegibilidade entre a condenação e o trânsito em julgado da sentença, quando não é mais possível recorrer.

A regra valeria tanto para processos criminais, quanto para aqueles de improbidade administrativa. Na justificativa do projeto, os autores remetem à Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de quem for condenado por órgão colegiado, mesmo que ainda caiba recurso da decisão. 


De acordo com os parlamentares, no entanto, a celeridade da tramitação da matéria impediu que fossem enxergados “alguns defeitos graves do projeto original”, entre eles, a criação de uma “inelegibilidade processual, que desestimula o ato de recorrer de uma condenação”.

LUIZ FUX

O assunto chegou a ser tratado pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante o julgamento de duas ações que questionavam a constitucionalidade da legislação.

“O indivíduo condenado poderá permanecer inelegível entre a condenação e o trânsito em julgado da decisão condenatória, passar a ter seus direitos políticos inteiramente suspensos durante a duração dos efeitos da condenação e, após, retornar ao estado de inelegibilidade por mais oito anos, independentemente do tempo de inelegibilidade prévio ao cumprimento da pena”, afirmou Luiz Fux em seu voto.


Um exemplo citado na justificativa do projeto é um indivíduo que tenha sido condenado a 30 anos de prisão. 


Contada a perda dos direitos políticos depois do cumprimento da pena, ele estaria impossibilitado de concorrer a cargos públicos eletivos por 40 anos ou mais, o que poderia ser equivalente à cassação de seus direitos políticos e uma punição “excessiva”. 


Dessa forma, avaliam que a regra é um “desestímulo ao uso dos meios recursais próprios em verdadeira negativa de acesso ao Judiciário”.

COISAS DIFERENTES

Membro do comitê nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o juiz Marlon Reis rebateu com veemência os argumentos dos autores da proposta e já avisou: se o texto for aprovado, o grupo vai agir judicialmente para tentar impedir a alteração na Lei da Ficha Limpa. De acordo com o magistrado, o impedimento ao réu de se candidatar nas eleições se deve à suspensão dos direitos políticos, e não por inelegibilidade. “Juridicamente são coisas diferentes”, argumentou.

Marlon Reis lembrou ainda que “a Lei das Inelegibilidades já previa a perda do direito de disputar cargos eletivos depois do cumprimento da sentença, só que o prazo era de três anos”.  E completou: “O que fizemos foi apenas aumentar para oito anos. Do jeito que estão querendo, a lei vai ficar mais leve do que era antes”, disse o juiz, que atua no Maranhão. Sobre o “desestímulo ao recurso”, o magistrado foi enfático: “Essa alegação é baseada na má-fe, em candidatos que fazem a sua defesa apenas com interesse eleitoral”.

O projeto foi apresentado na Câmara dos Deputados em 18 de dezembro, para tramitar em regime de prioridade. Quatro dias depois foi apensado a outro texto semelhante, e, em março, encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ainda não foi definido quem será o relator do texto. Após a análise do grupo, segue para o plenário para votação em dois turnos. O passo seguinte é o Senado.

(texto enviado por Wilson Baptista Jr.)

07 de junho de 2015
Isabella Souto
Estado de Minas

MPF pretende recomendar suspensão da remoção de comunidades atingidas por Belo Monte


Publicado em junho 8, 2015 por


belo monte



O Ministério Público Federal (MPF) pretende recomendar à Justiça que suspenda a remoção de ribeirinhos que moram em áreas que serão afetadas pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará. 


A iniciativa, que está sendo discutida com o Conselho Nacional dos Direitos Humanos, é fruto da inspeção de dois dias que representantes de órgãos públicos federais, entre eles o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fizeram na região esta semana.


“Conversamos com as pessoas que, desde o começo, sabíamos que seriam as mais afetadas pelo empreendimento: os ribeirinhos e os pescadores do Rio Xingu, e tivemos um choque de realidade. As dificuldades que estão tendo são muito maiores do que imaginávamos a princípio”, disse o procurador da República Felício Pontes, à Agência Brasil.


Um relatório da visita está sendo produzido e será enviado ao Consórcio Norte Energia, responsável pela construção da usina nos próximos dias. A proposta é aguardar a manifestação do consórcio sobre os problemas apontados pela comitiva e propostas para superá-los. Apesar disso, além de negociar com o Conselho dos Direitos da Pessoa Humana uma recomendação conjunta para tentar suspender as remoções até que os problemas sejam resolvidos, o procurador adiantou estudar a hipótese de o MPF ajuizar um processo judicial para tentar rever os valores das indenizações que estão sendo pagas a título de reparação financeira.


Segundo Pontes, as indenizações não são suficientes para que as famílias de ribeirinhos e pescadores preservem as fontes de renda e o padrão de vida. “Os valores são muito baixos, calculados a partir das casas de madeira e palha onde essas pessoas moram, sem levar em conta que elas retiram seu sustento dos locais onde vivem e pescam. As perdas resultantes da impossibilidade de continuarem exercendo sua atividade econômica não estão contempladas nas indenizações pagas.”


De acordo com o procurador, pescadores relataram que, em função das intervenções no Rio Xingu, a produção individual semanal caiu de 3 toneladas para 7 quilos de pescado.


“É uma situação muito difícil, antes mesmo de a usina começar a funcionar. O consórcio não quer aceitar isso. Quer indenizar as pessoas levando em conta apenas o valor das construções humildes que, muitas vezes, não passam de uma choupana. Ou então transferir as famílias para assentamentos urbanos nas cidades, longe do rio, onde ribeirinhos e pescadores não terão mais sua principal fonte de sustento.”


Pontes não soube precisar o número de pessoas que podem ser prejudicadas pelo empreendimento por não ter tido acesso ao cadastro socioambiental dos moradores das áreas afetadas, cuja produção é responsabilidade do consórcio e o procurador afirma não ter sido concluído.


A Norte Energia garante ter feito o levantamento completo e fornecido as informações ao Ibama para obter a autorização ambiental. Segundo o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), autor das denúncias de violação dos direitos humanos das comunidades tradicionais, mais de 3 mil famílias já cadastradas estão sendo obrigadas a aceitar a reparação financeira, impossibilitadas de optar pelo reassentamento.


O procurador entende que os problemas identificados pela comitiva que visitou as comunidades afetadas violam previsões legais, como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – da qual o Brasil é signatário e que estabelece que os povos tradicionais devem ser consultados de forma a preservar seus modos de vida – e as próprias condicionantes estabelecidas pelo Ibama ao autorizar as obras. “Há uma violação das leis e das condições estabelecidas para tornar o empreendimento viável do ponto de vista socioambiental.”


Procurado pela reportagem, o Ibama confirmou a participação na elaboração do referido relatório da visita, no qual serão “apurados” eventuais descumprimentos no processo de licenciamento ambiental de Belo Monte. O instituto disse não ter qualquer participação na definição das indenizações, que, segundo o órgão, são negociadas entre as partes.


Em nota, a Norte Energia afirmou cumprir todas as condicionantes estabelecidas no Plano Básico Ambiental, cuja execução é fiscalizada pelos órgãos licenciadores. O consórcio explicou que, de fato, os pescadores são indenizados apenas pelas benfeitorias feitas nos locais onde vivem, e não pelas propriedades, que pertencem à União. Nas ilhas que serão submersas, por exemplo, a Norte Energia diz não haver casas, mas sim construções rudimentares que servem de apoio aos pescadores que param nas ilhas. O consórcio se compromete não só a pagar indenizações por essas instalações, como a construir outras nas ilhas que não vão ser alagadas.


Em relação ao reassentamento dos pescadores que optarem por ser transferidos para outras áreas, a Norte Energia assegura que os locais escolhidos estão dentro das distâncias admitidas no Plano Básico Ambiental. O consórcio afirma não ter constatado a diminuição de peixes em consequência do empreendimento e lamenta que os representantes do MPF tenham permanecido apenas dois dias na região, “prazo insuficiente para qualquer análise aprofundada da realidade da região”. A empresa acredita que algumas autoridades públicas e representantes de organizações não governamentais (ONGs) combatem a hidrelétrica de Belo Monte “por questões meramente ideológicas”.


Por Alex Rodrigues, da Agência Brasil.


Publicado no Portal EcoDebate, 08/06/2015

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A CORRUPÇÃO MATA


Na dantesca selva, até que enfim, um raio fulgurou na Fifa. Destampou a fossa e colocou à vista as lúgubres figuras que a povoam.( E a AUTORIDADE PUBLICA OLÍMPICA quando vai ser investigada? NB)

Mais que uma moralização do mundo do futebol infestado de cartolas velhacos, a atitude, que partiu dos Estados Unidos, parece uma declaração de guerra à corrupção pelo mundo afora, contraria o jeito de arrancar propinas que se generalizou no mundo e perdeu o controle no continente latino-americano. Neste quadrante, a corrupção devasta as economias nacionais e as deixa em frangalhos.

Se a guerra era apenas contra os cartéis do tráfico na América Latina, agora os EUA pretendem enfrentar as quadrilhas organizadas da corrupção. Pegaram pesado contra a Petrobras pelos rombos aos fundos que nela investiram, e não poderia ficar de fora a Fifa, que rapa, da paixão do mais difundido esporte no planeta, bilhões a cada ano.

Surgiu como uma atividade econômica ilícita relevante, uma máfia transnacional.

Na primeira leva de prisões, todos os sete conduzidos ao cárcere pertencem a países das Américas Central e do Sul. Destaque para o brasileiro José Maria Marin, que esteve à frente da CBF e da realização da Copa do Mundo de 2014.

Os Estados Unidos não se conformam, ao que tudo indica, com a exclusão de sediar as últimas Copas “leiloadas pela Fifa”. Apesar de o país oferecer condições operacionais e financeiras melhores que qualquer outro competidor, de garantir rendas e público.

A decisão de brindar o minúsculo Catar e até de mudar o calendário para abrigar a Copa do Mundo no deserto das Arábias, onde o petróleo jorra abundante, teria sido tomada em bastidores de figuras que saem de suas tocas apenas para garfar vantagens pessoais e ilícitas.

Figuras sem expressão, sem história no futebol, mas com voto que decide o destino de bilhões de dólares movimentados pelos torneios internacionais de futebol. Pessoas que, ocupando os vértices da Fifa, de regra, amealham fortunas pessoais que chamam a atenção pelo luxo e pela fartura.

Para ser escolhido sede de Copa do Mundo, o problema está exatamente em ganhar o leilão informal, a disputa de foice entre essas personagens cuja bússola se volta para o lado mais rentável aos bolsos deles.

Na Fifa os 209 votos, um por país, independentemente do peso e da tradição, se concentram numericamente na América Central e no pulverizado Caribe, com 38 membros, e na América do Sul, dez membros, mais 52 no continente africano, que, por afinidades étnicas e culturais com o outro lado do Atlântico, se movimenta pela mesma maré.

Os cem votos, redondos, desse blocão que se regula no mesmo diapasão têm poder absoluto e suplantaram os mais tradicionais e mais representativos países da modalidade.

O voto das Ilhas Cayman vale como o da Inglaterra. Bem por isso, na cúpula da Fifa, a maioria dos membros, como a lista de prisões decretadas pela Justiça dos EUA demonstra, chega a ser ocupada por eles. Coincidentemente, são países que ocupam os vértices do ranking dos mais corruptos e violentos do planeta.

A corrupção tira de quem precisa e privilegia bandidos. Destrói uma nação, é um crime que subverte os valores naturais em favor dos criminosos.

Gera falta de remédios, de assistência social, de educação, de serviços públicos, de aposentadorias mais generosas. Suga silenciosamente e mata mais que as drogas.

Portanto, é justa essa decisão de entrar nessa luta sem fronteiras contra a corrupção, que já fugiu do controle e ameaça assombrosamente a humanidade.


07 de junho de 2015

Vittorio Medioli