Economia
15:08
A Moody's está decidindo se rebaixa o Brasil um grau ou mais.
Seu analista chefe disse à Reuters:
"Estamos
avaliando um rebaixamento de um degrau, e não de vários. A questão é,
se rebaixarmos, qual será a nova perspectiva, porque ela precisaria
refletir se acredtamos que a posição é estável ou se pode piorar"
Dilma Rousseff, segundo o Valor, "determinou que os ministros do
núcleo político que a assessoram avaliem a viabilidade de uma convocação
extraordinária do Congresso Nacional na segunda quinzena de janeiro, a
fim de abreviar o recesso legislativo e acelerar a votação do processo
de impeachment".
Isso mesmo, Dilma: vamos acelerar o impeachment e abreviar seu mandato.
“Reservadamente, assessores presidenciais afirmam que Barbosa tem
tudo para ‘surpreender’ porque ele assume com baixa expectativa do
mercado”, disse a Folha de S. Paulo.
Esse comentário abaixou ainda mais nossas expectativas a respeito da Folha de S. Paulo.
Gustavo Franco, entrevistado pelo Infomoney, disse que 2015 pode ser ainda pior do que 2016:
“O
biênio 2015-16 está a caminho de ser o pior de nossa história. Nem
1930-31 foi tão ruim. Só acredito em inflexão para melhor com a mudanças
relevantes no terreno da política. Sempre pode haver, é claro, inflexão
para pior”.
Para melhorar, segundo ele, só o afastamento de Dilma Rousseff: “Há
muito valor simbólico em a presidente cair por conta de pedaladas, ou
seja, por desobedecer a Lei de Responsabilidade Fiscal. É um sinal claro
de que houve amadurecimento institucional. Acho que o processo todo,
incluindo os desdobramentos da Lava Jato, funciona como uma espécie de
reforma que ataca o assunto da corrupção. Não há dúvida que isso nos
fará um País muito melhor, inclusive no tocante às nossas possibilidades
de crescimento”.
Gustavo Franco acredita no impeachment:
“As
chances são grandes por que não existe pequeno crime, ainda mais para
presidentes da República. Ademais, trata-se de rejeitar o modelo
econômico de capitalismo de compadrio, ou de quadrilhas, introduzido no
país pelo PT”.
A cidade de Tianjin, que fica a uma hora de
Pequim, de carro, anunciou hoje (22) o primeiro alerta vermelho - o mais
alto - por poluição do ar, que deve começar quando o mesmo alerta
cessar na capital chinesa.
A medida, que começa à meia-noite de
hoje (hora local) e vai durar 30 horas, inclui a redução ou a suspensão
do funcionamento das fábricas e dos estaleiros mais poluentes.
As
creches e as escolas de ensino básico e médio são também aconselhadas a
suspender as aulas e as empresas a adotar "um horário de trabalho
flexível", enquanto a circulação de veículos é reduzida à metade.
Na
capital chinesa, a densidade das partículas PM 2.5 - as mais finas e
suscetíveis de se infiltrar nos pulmões - aproxima-se dos 450
microgramas por metro cúbico. A Organização Mundial da Saúde estabelece
o máximo de 25 microgramas para que o ar seja considerado saudável.
Tianjin
é a segunda cidade da China a fazer o alerta vermelho por poluição,
depois de Pequim ter anunciado o alerta por duas ocasiões este mês, a
última em vigor desde sábado (19) e com duração até a meia-noite de
hoje.
Uma onda de poluição atinge grande parte do Norte da China,
em uma situação considerada "normal" para a época, já que a ativação do
aquecimento central implica o aumento da queima de carvão, a principal
fonte de energia no país.
Capital de um município com cerca de 15
milhões de habitantes, Tianjin é a principal cidade portuária do Norte
da China, e foi, em agosto, palco de um dos maiores acidentes
industriais no país, quando duas explosões em um terminal de contêineres
deixaram 173 mortos.
Venho
discutindo temas relacionados à vida afetiva entre homens e mulheres há
algum tempo. Percebo algumas mudanças de comportamento nos dois sexos
que não receberam a devida atenção da moçada "especializada" porque essa
moçada está muito ocupada com o mito da vez chamado "gênero". A
obsessão pelas "exceções" é tanta que os seres mais "básicos", os
héteros, estão fora do radar da "nova ciência do sexo", a menos que seja
para criticá-los.
Essa tendência a mitomania em assuntos do sexo
já tinha sido apontada por Freud, mas hoje ele está fora de moda, pelo
menos naquilo que ele mais interessa: sua "ciência do destino dos
sexos". A razão para a aparente cegueira quanto a algumas das
dificuldades que passam homens e mulheres hoje é porque o debate é
dominado por mitos ideológicos "das minorias" que devem explicar as
"maiorias", aparentemente invisíveis.
No caso de uma séria crise
no sistema de produção de riqueza, homens e mulheres voltariam ao que
sempre viveram: homens matando para viver, mulheres lutando para não
morrer no parto. Sei que a ideia parece absurda, mas, para mim, que
"vivo" na pré-história, isso é óbvio.
Quero contar o caso de um
amigo de 60 anos que me parece paradigmático. Mas, antes, um pequeno
comentário sobre homens mais jovens.
Temo que os homens mais
jovens estejam cada vez mais medrosos, principalmente na lida com as
meninas e com situações de tensão pública. As meninas, na sua sabedoria
uterina pré-histórica, já têm sentido o cheiro da covardia nos homens há
algum tempo, mas, como são obrigadas a pensar neles como seus "inimigos
de gênero", não conseguem pôr em palavras o odor do medo que eles
exalam. Há 50 mil anos, já teriam identificado o processo.
Mas
voltemos ao "case" específico de hoje. Imagine um homem que diga a
seguinte frase para sua mulher: "Quero encontrar algo que faça minha
alma feliz". Agora imagine que esse homem tem cerca de 60 anos e
pertence à classe média alta graças ao seu sucesso como profissional
liberal especializado.
Segundo o que relata meu amigo, sua mulher
tem estado tensa desde que ele decidiu que não trabalharia mais do que
três dias por semana, deixando os dois dias úteis restantes para buscar
algo que "faça sua alma feliz". Atenção: não estamos falando de alguém
religioso, ok? "Alma" aqui significa apenas algo como seu "eu" ou sua
"vida pessoal".
Para tomar essa decisão, nosso herói teve que,
antes, pensar o seguinte (segundo o que ele mesmo me relatou): "Se
trabalhar mais do que trabalho hoje, não mudarei meu padrão, não ficarei
mais um centavo melhor do que estou hoje".
Logo, abriu mão,
especificamente, de ganhar mais dinheiro. A ideia de que ele esteja
"desocupado", buscando algo que deixe sua alma mais feliz, parece
estranho para sua mulher (que, se perguntada diretamente sobre o
assunto, provavelmente dirá que está achando ótimo que seu marido
procure mais "qualidade de vida").
Dirá isso porque hoje em dia todos queremos parecer bem resolvidos, sem angústias ou fragilidades afetivas.
Mas,
se de fato é ótimo "ele buscar mais qualidade de vida" (eu que criei
essa frase, não faz parte do relato, mas me parece razoável no
contexto), por que a tensão?
Porque, simplesmente, homens "não
têm alma", apenas trabalham e pensam em mulheres. O repertório do senso
comum sobre homens implica que eles são simples, e as mulheres,
complexas –provavelmente, por razões evolucionárias.
Uma mulher,
mesmo que não confesse, imagina que quando seu marido decide parar de
trabalhar dois dias por semana é porque ele está procurando outra
mulher. No catálogo de comportamento masculino não existe a ideia de um
homem se indagar verdadeiramente sobre o estilo de vida que ele quer ter
ou se quer ou não ganhar mais dinheiro. As mulheres e os gays vivem se
perguntando coisas assim, mas os homens héteros não.
A pergunta
que não quer calar é: por que os homens começaram a se perguntar coisas
assim? E se a resposta deles não for "quero uma mulher e uma cerveja,
uma pelada e a outra gelada"?
Os homens sempre se fizeram essas perguntas, Pondé, muito mais do que as mulheres.Prova disso está no fato da maioria dos filósofos ser do sexo masculino.Eles não "começaram agora a se perguntar coisas assim".Eles se perguntam "coisas assim" desde a época de.... Socrates?.
Image caption
Filamentos de fungos chamados micélios formam uma rede conhecida como micorriza
Uma via superrápida
para tráfego de dados, que coloca em contato uma grande população de
indivíduos diversos e dispersos. Essa via facilita a comunicação e
colaboração entre os indivíduos, mas também abre caminho para que crimes
sejam cometidos.
Parece uma descrição da internet, mas estamos
falando de fungos. Os fungos – sejam eles cogumelos ou não – são
formados de um emaranhado de pequenos filamentos conhecidos como
micélio. O solo está cheio desta rede de micélios, que ajuda a
"conectar" diferentes plantas no mesmo solo.
Muitos cientistas
estudam a forma como as plantas usam essa rede de micélios para trocar
nutrientes e até mesmo para "se comunicar". Em alguns casos, as plantas
formam até mesmo uma união para "sabotar" outras espécies invasoras de
plantas, liberando toxinas na rede.
Cerca de 90% das plantas
terrestres têm uma relação simbiótica com fungos, que é batizada de
micorriza. Com a simbiose, as plantas recebem carboidratos, fósforo e
nitrogênio dos fungos, que também as ajudam a extrair água do solo. Esse
processo é importante no desenvolvimento das plantas.
'Internet natural'
Image caption
Filme de ficção 'Avatar' tinha uma ideia parecida com a 'internet natural' que existe na Terra
Para o especialista em fungos Paul Stamets, essa
rede é uma "internet natural" do planeta Terra. Sua tese é que ela
coloca em contato plantas que estão muito distantes de si e não apenas
as que estão próximas. Ele traça um paralelo com o filme Avatar,
de 2009, em que vários organismos em uma lua conseguem se comunicar e
dividir recursos graças a uma espécie de ligação eletroquímica entre as
raízes das árvores.
Só em 1997 é que foi possível comprovar
concretamente algumas dessas comunicaçõeos via "internet natural".
Suzanne Simard, da Universidade de British Columbia, no Canadá, mostrou
que havia uma transferência de carbono por micélio entre o abeto de
Douglas (uma árvore conífera) e uma bétula. Desde então, também ficou
provado que algumas plantas trocam fósforo e nitrogênio da mesma forma.
Simard
acredita que árvores de grande porte usam o micélio para alimentar
outras em nascimento. Sem essa ajuda, a cientista argumenta, muitas das
novas árvores não conseguiriam sobreviver.
Simard conta que as
plantas parecem trabalhar no sentido contrário ao observado por Charles
Darwin, de competição por recursos entre espécies. Em muitos casos,
espécies diferentes de plantas estão usando a rede para trocar
nutrientes e se ajudarem na sobrevivência.
Os cientistas estão
convencidos de que as trocas de nutrientes realmente acontece pelo fungo
no solo, mas eles ainda não entendem exatamente como isso ocorre.
'Conluio'
Uma
pesquisa recente foi além. Em 2010, Ren Sem Zeng, da faculdade de
agronomia da Universidade de Guangzhou, na China, conseguiu observar que
algumas plantas "se comunicam entre si" para formar uma espécie de
sabotagem a espécies invasoras.
A experiência foi feita com
tomates plantados em vários vasos e ligados entre si por micorriza. Um
dos tomates foi borrifado com o fungo Alternaria solani, que provoca doenças na planta.
Depois de 65 horas, os cientistas borrifaram outro vaso e descobriram que a resistência deste tomate era muito superior.
"Acreditamos
que os tomates conseguem 'espiar' o que está acontecendo em outros
lugares e aumentar sua resposta à doença contra uma potencial
patogenia", escreveu Zeng no artigo científico.
Ou seja, as
plantas não só usam a "internet natural" para compartilhar nutrientes,
mas também para formar um "conluio" contra doenças.
Esse tipo de
comportamento não foi observado apenas em tomates. Em 2013, o
pesquisador David Johnson, da Universidade de Aberdeen, na Escócia,
também detectou isso em favas, que se protegem contra insetos mínusculos
conhecidos com afídios.
Lado negro
Image caption
Experiência mostrou que tomates se 'comunicam' pela micorriza sobre doenças
Mas assim como a internet humana, a internet natural
também possui seu lado negro. A nossa internet reduz a privacidade e
facilita crimes e a disseminação de vírus.
O mesmo acontece com as
plantas na micorriza, segundo os cientistas. Algumas plantas não
possuem clorofila e não conseguem produzir sua própria energia por
fotossíntese.
Algumas plantas, como a orquídea Cephalanthera austiniae,
"roubam" o carbono que necessitam de árvores das proximidades, usando a
rede de micélio. Outras orquídeas que são capazes de fotossíntese
roubam carbono, mesmo sem necessitar.
Esse tipo de comportamento
faz com que algumas árvores soltem toxinas na rede para combater plantas
que roubam recursos. Isso é comum em acácias. No entanto, cientistas
duvidam da eficácia desta técnica, já que muitas toxinas acabam sendo
absorvidas pelo solo ou por micróbios antes de atingir o alvo desejado.
Para
vários cientistas, a internet dos fungos é um exemplo de uma grande
lição do mundo natural: organismos aparentemente isolados podem estar,
na verdade, conectados de alguma forma, e até depender uns do outros.
As atitudes em tempo atuais revelam
uma alteração moral e a promoção de uma nova ética, onde a
responsabilidade pessoal não se faz mais presente.
É evidente, ano a ano, um retrocesso na concepção de ética da maioria
das pessoas, que, por consequência, termina por refletir-se em seus
comportamentos morais. E uma de suas revelações mais funestas é a
negação pelas pessoas da própria responsabilidade nos resultados de suas
próprias ações.
Ao invés disso, tornou-se lugar comum a culpabilização
de um fato, agente ou determinado contexto externo, para as supostas
consequências de seu próprio ato individual. Ou ainda, ampliando-se essa
conduta para defender suas teorias sociais, onde o obscuro ser chamado
de “sociedade” carrega dentro de si, como Jesus, a culpa pelos pecados
dos outros.
Esse tipo cada vez mais comum de atitude se multiplicou
assustadoramente no Brasil recente, e as decisões que levam às essas
ações são construídas com base em um mundo totalmente desabituado à
realidade, concebendo uma verdade fundamentada puramente em suas
conveniências pessoais e atribuindo constantemente o insólito aos
pensamentos e atos dos outros, nunca aos seus próprios.
O brasileiro em particular vem sendo exposto a esse estado de lamúria
já há tempos, mas nas últimas décadas, com o ardil da influência
gramsciana e o seu apogeu, chegamos ao topo. Ou melhor, ao fundo do
poço. A apoteose ocorre agora, nesse governo que somente é responsável
pelos bons resultados, nunca pelos maus. Onde toda a culpa dos problemas
está entre aqueles que o evidenciam.
As evidências ficaram muito mais claras quando iniciou-se a
destruição da Petrobrás e de outras empresas estatais e a acusação pelo
governo de que a oposição queria “destruir” tais empresas. Seguiu
caminho no bárbaro estelionato eleitoral, quando a culpa da marolinha
econômica era simplesmente do cenário externo.
Perpassa todas as lógicas
possíveis, atribuindo ao “interesse social” a afronta à lei
constitucional da responsabilidade fiscal, mesmo quando essa isenção de
responsabilidade mescla-se com a desonestidade, uma vez que ao menos
metade do rombo fiscal deveu-se à mamatas no BNDES.
É o clímax do discurso aético que domina o debate no país, propagado
por todos os seguidores dessa nova ordem ideológica, onde quaisquer
consequências negativas de nossos atos tenham suas causas atribuídas a
terceiros.
Essa nova forma de raciocínio ultrapassa as fronteiras do mundo real. O pensamento dominante
inventou um ente, o “modelo capitalista”, para atribuir a culpabilidade
de invasões e depredações ao patrimônio. Atribuiu uma relação direta à
“desigualdade social” e aos casos de roubos e violências físicas, muito
embora a recente história do Brasil contradiz tal tese.
Conferiu à falta
de “discernimento entre o certo e o errado” a atenuação dos encargos
dos assassinatos cometidos pelos jovens. Quer dizer, atribui-se a uma
abstração que paira acima de tudo e todos, as responsabilidades que
deveriam ser dos indivíduos de carne e osso. Já faz ao menos 25 anos que
estamos aplicando toda essa teoria sociológica permissiva,
construtivista e relacional e quais são os resultados? Houve melhoria da
educação? Violência? Consumo de drogas? Corrupção?
Tais atitudes tornaram-se no Brasil uma ferramenta inconsciente para a
adaptação à ideologia que hoje nos reina, onde tal cumplicidade tolera
regalias morais que não seriam permitidas sob condições lógicas e
racionais, que perseveram na verdade e na realidade dos fatos.
O ódio ao
contraditório, a criação de maniqueísmos, de espantalhos, de acusações ad hominem
criam uma atmosfera onde a razão não tem vez.
Sobretudo se puder ser
provada. São atitudes claramente percebidas nos discursos de seres
altivos e superiores que clamam em alto e bom som “eu não leio e não
discuto matérias da revista Veja”. O que dizer de tal pessoa, que
abandona sua razão para sujeitar-se ao pensamento mainstream evidenciando somente o seu desejo de ser aceito pelo grupo ideológico dominante?
Esse estado de espírito versa, entretanto, quando falamos de
responsabilidades, de deveres. O cenário inverte-se totalmente quando o
assunto são direitos. Em relação a estes, não existe essa história de
coletivo ou social. Os direitos, todos querem para si, individualmente.
Privativamente. Uma boa definição que li um dia, dizia algo assim: “o
brasileiro é um saci existencial, que equilibra-se alegremente sobre a
perna dos direitos, mas sem nunca colocar o pé dos deveres no chão.”
E assim prossegue o debate “intelectual” no país, promovendo enormes
distorções morais e fortalecendo os donos do poder. Que as crises atuais
e vindouras nos tragam ao menos, o estopim para mudar tal cenário.
O médico francês Nicolas Bonnemaison, 54 anos, ativista da eutanásia, foi salvo in extremis quando tentava se suicidar numa floresta do sudoeste da França.
Ele havia sido condenado por matar um doente terminal injetando-lhe uma
injeção letal e corria risco de ser preso, segundo noticiou o jornal
britânico “The Telegraph”.
O ativista da eutanásia foi encontrado inconsciente em seu carro na floresta de Tosse.
Ele tentou se suicidar desviando a fumaça do escapamento para o interior do veículo com este funcionando.
E foi levado ao hospital em condições “extremamente graves”, “entre a vida e a morte”, segundo uma fonte médica.
Uma sentença judicial lhe havia tirado o direito de exercer a medicina. Mas Bonnemaison conseguiu uma suspensão da pena.
Seu processo apavorou a França, país maioritariamente católico e onde a eutanásia e ilegal.
Gendarmes franceses trabalham
no local da tentativa de suicídio do 'Dr Morte'.
O “médico da morte” havia sido acusado de matar sete doentes, que seriam terminais e estariam sofrendo.
Mas ele confessou ter assassinado “só” uma mulher de 86 anos.
A pena prevista no Código Penal é a prisão perpétua, mas seus advogados
obtiveram a suspensão da sentença pretextando que ele “não era um
assassino, não era um envenenador no sentido comum do termo”.
Interrogado em agosto de 2011, ele escapuliu dizendo: “Espero que não seja o último paciente na minha vida”.
A eutanásia é legal na Holanda, na Bélgica e no Luxemburgo.
Na França, o presidente socialista François Hollande prometeu facilitar o assassinato assistido.
A adoção da eutanásia como método “legal” banaliza o assassinato e abre as portas a todas as formas de atentado contra a vida.
Enquanto
o Museu do Amanhã é inaugurado com toda a pompa e presença de todas as
"Otoridades" do momento, aquele que, para mim é "O" Museu Brasileiro,
onde aprendi quando era criança a me fascinar com arqueologia,
paleontologia, botânica, zoologia, antropologia, história, geologia, etc
é fechado.
É MUITO sintomático que a sociedade que esquece o seu passado, a sua história, o seu planeta, troque tudo o que a trouxe até aqui por vídeos e montagens que só existem nas memórias dos computadores.
Para
quê múmias, ossos de dinossauros e outros vertebrados, espécies de
animais e plantas, coleções de insetos, objetos significativos de outras
culturas, rochas e outras coisas concretas e palpáveis se temos o
fascínio etéreo do digital a nos encher os olhos?
Acontece que ninguém respira, bebe, come, vive sobre ou é filho de bits.
Sem entender o passado não saberemos nada, nem o que REALMENTE será o amanhã (além da ilusão das telas coloridas).
Luiz Rios
hertonescobar
Diretoria da instituição, que
abriga o maior acervo de história natural da América Latina, diz que não
recebe recursos suficientes nem para pagar os serviços de limpeza e
portaria do museu
O prédio do Museu Nacional da UFRJ, na Quinta da Boa Vista. Foto: Halley Pacheco de Oliveira, via Wikimedia
O Museu Nacional, no
Rio de Janeiro, anunciou nesta segunda-feira (12) que está fechando as
portas, em pleno período de férias escolares e sem data prevista de
retorno, por não ter condições de atender ao público.
“Impotente diante do que parece ser uma total insensibilidade da
chamada ‘política de austeridade’ diante das necessidades básicas de
nossa Universidade (a UFRJ) e, neste caso, do Museu Nacional, só nos
resta esclarecer a comunidade universitária e a sociedade sobre a
realidade que explica a suspensão das visitas, e vir a público para
solicitar o apoio da sociedade e buscar sensibilizar as autoridades
governamentais”, diz uma nota oficial, divulgada hoje pela diretoria do
museu.
“Naquela que deveria ser a ‘Pátria Educadora’, conforme promessa da
Presidente Dilma Roussef em sua posse, a UFRJ não tem recebido os
recursos que lhe cabem, inclusive para pagamento das empresas que
prestam serviços de limpeza e portaria ao Museu Nacional”, afirma a
nota.
A atitude drástica surtiu efeito: No mesmo dia, segundo reportagem do Estadão,
o Ministério da Educação liberou R$ 4 milhões para a universidade. Mas o
problema não está necessariamente solucionado, pois o dinheiro vai para
uma conta geral da universidade, que tem autonomia para gastá-lo como
achar melhor — ou seja, não está garantido que os R$ 4 milhões chegarão
intactos ao museu.
Patrimônio
Já faz algum tempo que não visito o Museu Nacional, infelizmente, por
isso não posso fazer um relato em primeira pessoa das suas condições
atuais. Mas me lembro de escrever uma reportagem em 2007 que denunciava o
estado de deterioração do prédio histórico que o abriga desde 1892 e
que serviu com residência da família real portuguesa nos tempos do
império — ou seja, um patrimônio histórico do Brasil.
Dentro dele está
guardado “o maior acervo de história natural da América Latina, com
cerca de 20 milhões de itens, que variam de plantas e sapos da
biodiversidade brasileira a múmias do Egito, artesanatos incas e
esqueletos de dinossauros sul-americanos”.
É, nada mais nada menos, do que o maior museu de história natural da
América Latina, e a mais antigo instituição científica do país. Mas,
aparentemente, não recebe dinheiro suficiente nem para pagar os
faxineiros.
Para ler a reportagem de 2007 (que, aparentemente, continua atual), clique aqui: Estadão-Museus2007
Luciene Pereira, auditora do TCU e presidente da Associação
Nacional dos Auditores de Controle Externo, disse ao Antagonista que a
"MP da leniência" assinada por Dilma Rousseff na semana passada é
inconstitucional. "Uma Medida Provisória não pode conter matéria
processual, nem civil nem penal", explica. "Essa MP 703 é um atentado à
democracia. O texto não apenas altera Lei Anticorrupção, como inova com
consideráveis repercussões na Lei de Improbidade Administrativa." Como
a Lei de Improbidade disciplina matéria típica processual civil não
pode ser objeto de MP por vedação da Constituição, assim como é
inconstitucional impor aos tribunais de conta que só atuem depois da
assinatura de acordo de leniência com órgãos da administração. Dilma continua a cometer crimes.
Dilma se faz de coitada, apela pro lado emocional e espera que o povo fique com dó
A presidente Dilma Rousseff era uma das
líderes de uma organização chamada Vanguarda Armada Revolucionária
Palmares (VAR-Palmares). Ela foi presa em janeiro de 1970, pela Operação
Bandeirante. Assim como outros opositores do regime militar, Dilma
alega que foi torturada e até hoje diz sofrer com sequelas físicas e
psicológicas.
No relato que fez à Comissão Estadual de indenização às Vítimas de Tortura de Minas Gerais,
Dilma conta como teve um dente arrancado a socos, sobre as sessões de
tortura (algo que parecia ser uma praxe entre os presos interrogados),
sobre ser amarrada em um pau de arara e sobre os choques.
Durante o
depoimento, Dilma se contradisse inúmeras vezes, e mesmo assim, recebeu o
relatório da Comissão Nacional Da Verdade. Além disso, existem provas de que a presidente era envolvida com quadrilhas de roubo a banco,
assassinato e tortura. A esquerda sempre tenta encontrar formas de
deturpar a história de uma forma que lhes convém, para justificar seus
erros.
Um dos pontos inventados, do depoimento
de Dilma contidos no relatório fala sobre o episódio no qual teve um
dente arrancado a socos, que lhe acarretou sequelas até os dias atuais.
“Uma das coisas que me aconteceu naquela época é que meu dente começou a
cair e só foi derrubado posteriormente.
Minha arcada girou para outro
lado, me causando problemas até hoje, problemas no osso do suporte do
dente. Me deram um soco e o dente deslocou-se e apodreceu. Tomava de vez
em quando Novalgina em gotas para passar a dor. Só mais tarde, quando
voltei para São Paulo, levei um soco arrancando o dente”, conta Dilma.
O depoimento é uma medida desesperada para conseguir recuperar um pouco
da popularidade, inventando histórias e apelando para o lado emocional
da população.