terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Só falta a Moody's



A Moody's está decidindo se rebaixa o Brasil um grau ou mais.

Seu analista chefe disse à Reuters:

"Estamos avaliando um rebaixamento de um degrau, e não de vários. A questão é, se rebaixarmos, qual será a nova perspectiva, porque ela precisaria refletir se acredtamos que a posição é estável ou se pode piorar"

 

Perda de tempo



O primeiro semestre de 2016 já está perdido.

Lauro Jardim informa que o julgamento do TSE para cassar o mandato de Dilma Rousseff só deve ocorrer em maio.


Vamos acelerar o impeachment



Dilma Rousseff, segundo o Valor, "determinou que os ministros do núcleo político que a assessoram avaliem a viabilidade de uma convocação extraordinária do Congresso Nacional na segunda quinzena de janeiro, a fim de abreviar o recesso legislativo e acelerar a votação do processo de impeachment".

Isso mesmo, Dilma: vamos acelerar o impeachment e abreviar seu mandato.

Expectativa ainda mais baixa ( a respeito da Folha de São Paulo)


“Reservadamente, assessores presidenciais afirmam que Barbosa tem tudo para ‘surpreender’ porque ele assume com baixa expectativa do mercado”, disse a Folha de S. Paulo.

Esse comentário abaixou ainda mais nossas expectativas a respeito da Folha de S. Paulo.

É preciso rejeitar o capitalismo de quadrilhas do PT



Gustavo Franco, entrevistado pelo Infomoney, disse que 2015 pode ser ainda pior do que 2016:

“O biênio 2015-16 está a caminho de ser o pior de nossa história. Nem 1930-31 foi tão ruim. Só acredito em inflexão para melhor com a mudanças relevantes no terreno da política. Sempre pode haver, é claro, inflexão para pior”.

Para melhorar, segundo ele, só o afastamento de Dilma Rousseff:

“Há muito valor simbólico em a presidente cair por conta de pedaladas, ou seja, por desobedecer a Lei de Responsabilidade Fiscal. É um sinal claro de que houve amadurecimento institucional. Acho que o processo todo, incluindo os desdobramentos da Lava Jato, funciona como uma espécie de reforma que ataca o assunto da corrupção. Não há dúvida que isso nos fará um País muito melhor, inclusive no tocante às nossas possibilidades de crescimento”.

Gustavo Franco acredita no impeachment:

“As chances são grandes por que não existe pequeno crime, ainda mais para presidentes da República. Ademais, trata-se de rejeitar o modelo econômico de capitalismo de compadrio, ou de quadrilhas, introduzido no país pelo PT”.

Tianjin é a segunda cidade chinesa com alerta vermelho por poluição


  • 22/12/2015 07h02
  • Pequim
Da Agência Lusa
A cidade de Tianjin, que fica a uma hora de Pequim, de carro, anunciou hoje (22) o primeiro alerta vermelho - o mais alto - por poluição do ar, que deve começar quando o mesmo alerta cessar na capital chinesa.


A medida, que começa à meia-noite de hoje (hora local) e vai durar 30 horas, inclui a redução ou a suspensão do funcionamento das fábricas e dos estaleiros mais poluentes.
As creches e as escolas de ensino básico e médio são também aconselhadas a suspender as aulas e as empresas a adotar "um horário de trabalho flexível", enquanto a circulação de veículos é reduzida à metade.


Na capital chinesa, a densidade das partículas PM 2.5 - as mais finas e suscetíveis de se infiltrar nos pulmões - aproxima-se dos 450 microgramas por metro cúbico. A Organização Mundial da Saúde  estabelece o máximo de 25 microgramas para que o ar seja considerado saudável.


Tianjin é a segunda cidade da China a fazer o alerta vermelho por poluição, depois de Pequim ter anunciado o alerta por duas ocasiões este mês, a última em vigor desde sábado (19) e com duração até a meia-noite de hoje.


Uma onda de poluição atinge grande parte do Norte da China, em uma situação considerada "normal" para a época, já que a ativação do aquecimento central implica o aumento da queima de carvão, a principal fonte de energia no país.

Capital de um município com cerca de 15 milhões de habitantes, Tianjin é a principal cidade portuária do Norte da China, e foi, em agosto, palco de um dos maiores acidentes industriais no país, quando duas explosões em um terminal de contêineres deixaram 173 mortos.

Algo que faça minha alma feliz - LUIZ FELIPE PONDÉ

Folha de SP - 21/12

Venho discutindo temas relacionados à vida afetiva entre homens e mulheres há algum tempo. Percebo algumas mudanças de comportamento nos dois sexos que não receberam a devida atenção da moçada "especializada" porque essa moçada está muito ocupada com o mito da vez chamado "gênero". A obsessão pelas "exceções" é tanta que os seres mais "básicos", os héteros, estão fora do radar da "nova ciência do sexo", a menos que seja para criticá-los.

Essa tendência a mitomania em assuntos do sexo já tinha sido apontada por Freud, mas hoje ele está fora de moda, pelo menos naquilo que ele mais interessa: sua "ciência do destino dos sexos". A razão para a aparente cegueira quanto a algumas das dificuldades que passam homens e mulheres hoje é porque o debate é dominado por mitos ideológicos "das minorias" que devem explicar as "maiorias", aparentemente invisíveis.

No caso de uma séria crise no sistema de produção de riqueza, homens e mulheres voltariam ao que sempre viveram: homens matando para viver, mulheres lutando para não morrer no parto. Sei que a ideia parece absurda, mas, para mim, que "vivo" na pré-história, isso é óbvio.

Quero contar o caso de um amigo de 60 anos que me parece paradigmático. Mas, antes, um pequeno comentário sobre homens mais jovens.

Temo que os homens mais jovens estejam cada vez mais medrosos, principalmente na lida com as meninas e com situações de tensão pública. As meninas, na sua sabedoria uterina pré-histórica, já têm sentido o cheiro da covardia nos homens há algum tempo, mas, como são obrigadas a pensar neles como seus "inimigos de gênero", não conseguem pôr em palavras o odor do medo que eles exalam. Há 50 mil anos, já teriam identificado o processo.

Mas voltemos ao "case" específico de hoje. Imagine um homem que diga a seguinte frase para sua mulher: "Quero encontrar algo que faça minha alma feliz". Agora imagine que esse homem tem cerca de 60 anos e pertence à classe média alta graças ao seu sucesso como profissional liberal especializado.

Segundo o que relata meu amigo, sua mulher tem estado tensa desde que ele decidiu que não trabalharia mais do que três dias por semana, deixando os dois dias úteis restantes para buscar algo que "faça sua alma feliz". Atenção: não estamos falando de alguém religioso, ok? "Alma" aqui significa apenas algo como seu "eu" ou sua "vida pessoal".

Para tomar essa decisão, nosso herói teve que, antes, pensar o seguinte (segundo o que ele mesmo me relatou): "Se trabalhar mais do que trabalho hoje, não mudarei meu padrão, não ficarei mais um centavo melhor do que estou hoje".

Logo, abriu mão, especificamente, de ganhar mais dinheiro. A ideia de que ele esteja "desocupado", buscando algo que deixe sua alma mais feliz, parece estranho para sua mulher (que, se perguntada diretamente sobre o assunto, provavelmente dirá que está achando ótimo que seu marido procure mais "qualidade de vida").

Dirá isso porque hoje em dia todos queremos parecer bem resolvidos, sem angústias ou fragilidades afetivas.

Mas, se de fato é ótimo "ele buscar mais qualidade de vida" (eu que criei essa frase, não faz parte do relato, mas me parece razoável no contexto), por que a tensão?

Porque, simplesmente, homens "não têm alma", apenas trabalham e pensam em mulheres. O repertório do senso comum sobre homens implica que eles são simples, e as mulheres, complexas –provavelmente, por razões evolucionárias.

Uma mulher, mesmo que não confesse, imagina que quando seu marido decide parar de trabalhar dois dias por semana é porque ele está procurando outra mulher. No catálogo de comportamento masculino não existe a ideia de um homem se indagar verdadeiramente sobre o estilo de vida que ele quer ter ou se quer ou não ganhar mais dinheiro. As mulheres e os gays vivem se perguntando coisas assim, mas os homens héteros não.

A pergunta que não quer calar é: por que os homens começaram a se perguntar coisas assim? E se a resposta deles não for "quero uma mulher e uma cerveja, uma pelada e a outra gelada"?










segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Plantas se comunicam e 'brigam' usando 'internet de fungos'

  • 28 novembro 2014
Image caption Filamentos de fungos chamados micélios formam uma rede conhecida como micorriza
Uma via superrápida para tráfego de dados, que coloca em contato uma grande população de indivíduos diversos e dispersos. Essa via facilita a comunicação e colaboração entre os indivíduos, mas também abre caminho para que crimes sejam cometidos.

 
Parece uma descrição da internet, mas estamos falando de fungos. Os fungos – sejam eles cogumelos ou não – são formados de um emaranhado de pequenos filamentos conhecidos como micélio. O solo está cheio desta rede de micélios, que ajuda a "conectar" diferentes plantas no mesmo solo.


Muitos cientistas estudam a forma como as plantas usam essa rede de micélios para trocar nutrientes e até mesmo para "se comunicar". Em alguns casos, as plantas formam até mesmo uma união para "sabotar" outras espécies invasoras de plantas, liberando toxinas na rede.


Cerca de 90% das plantas terrestres têm uma relação simbiótica com fungos, que é batizada de micorriza. Com a simbiose, as plantas recebem carboidratos, fósforo e nitrogênio dos fungos, que também as ajudam a extrair água do solo. Esse processo é importante no desenvolvimento das plantas.

'Internet natural'

Image caption Filme de ficção 'Avatar' tinha uma ideia parecida com a 'internet natural' que existe na Terra
Para o especialista em fungos Paul Stamets, essa rede é uma "internet natural" do planeta Terra. Sua tese é que ela coloca em contato plantas que estão muito distantes de si e não apenas as que estão próximas. Ele traça um paralelo com o filme Avatar, de 2009, em que vários organismos em uma lua conseguem se comunicar e dividir recursos graças a uma espécie de ligação eletroquímica entre as raízes das árvores.


Só em 1997 é que foi possível comprovar concretamente algumas dessas comunicaçõeos via "internet natural". Suzanne Simard, da Universidade de British Columbia, no Canadá, mostrou que havia uma transferência de carbono por micélio entre o abeto de Douglas (uma árvore conífera) e uma bétula. Desde então, também ficou provado que algumas plantas trocam fósforo e nitrogênio da mesma forma.


Simard acredita que árvores de grande porte usam o micélio para alimentar outras em nascimento. Sem essa ajuda, a cientista argumenta, muitas das novas árvores não conseguiriam sobreviver.


Simard conta que as plantas parecem trabalhar no sentido contrário ao observado por Charles Darwin, de competição por recursos entre espécies. Em muitos casos, espécies diferentes de plantas estão usando a rede para trocar nutrientes e se ajudarem na sobrevivência.


Os cientistas estão convencidos de que as trocas de nutrientes realmente acontece pelo fungo no solo, mas eles ainda não entendem exatamente como isso ocorre.

'Conluio'

Uma pesquisa recente foi além. Em 2010, Ren Sem Zeng, da faculdade de agronomia da Universidade de Guangzhou, na China, conseguiu observar que algumas plantas "se comunicam entre si" para formar uma espécie de sabotagem a espécies invasoras.


A experiência foi feita com tomates plantados em vários vasos e ligados entre si por micorriza. Um dos tomates foi borrifado com o fungo Alternaria solani, que provoca doenças na planta.


Depois de 65 horas, os cientistas borrifaram outro vaso e descobriram que a resistência deste tomate era muito superior.


"Acreditamos que os tomates conseguem 'espiar' o que está acontecendo em outros lugares e aumentar sua resposta à doença contra uma potencial patogenia", escreveu Zeng no artigo científico.


Ou seja, as plantas não só usam a "internet natural" para compartilhar nutrientes, mas também para formar um "conluio" contra doenças.


Esse tipo de comportamento não foi observado apenas em tomates. Em 2013, o pesquisador David Johnson, da Universidade de Aberdeen, na Escócia, também detectou isso em favas, que se protegem contra insetos mínusculos conhecidos com afídios.

Lado negro

Image caption Experiência mostrou que tomates se 'comunicam' pela micorriza sobre doenças
Mas assim como a internet humana, a internet natural também possui seu lado negro. A nossa internet reduz a privacidade e facilita crimes e a disseminação de vírus.
O mesmo acontece com as plantas na micorriza, segundo os cientistas. Algumas plantas não possuem clorofila e não conseguem produzir sua própria energia por fotossíntese.


Algumas plantas, como a orquídea Cephalanthera austiniae, "roubam" o carbono que necessitam de árvores das proximidades, usando a rede de micélio. Outras orquídeas que são capazes de fotossíntese roubam carbono, mesmo sem necessitar.


Esse tipo de comportamento faz com que algumas árvores soltem toxinas na rede para combater plantas que roubam recursos. Isso é comum em acácias. No entanto, cientistas duvidam da eficácia desta técnica, já que muitas toxinas acabam sendo absorvidas pelo solo ou por micróbios antes de atingir o alvo desejado.

Para vários cientistas, a internet dos fungos é um exemplo de uma grande lição do mundo natural: organismos aparentemente isolados podem estar, na verdade, conectados de alguma forma, e até depender uns do outros.


Leia a versão original em inglês desta reportagem no site BBC Earth.

A transferência de responsabilidades e a aplicação moral da nova ética


Etica e moral

As atitudes em tempo atuais revelam uma alteração moral e a promoção de uma nova ética, onde a responsabilidade pessoal não se faz mais presente.


É evidente, ano a ano, um retrocesso na concepção de ética da maioria das pessoas, que, por consequência, termina por refletir-se em seus comportamentos morais. E uma de suas revelações mais funestas é a negação pelas pessoas da própria responsabilidade nos resultados de suas próprias ações.


Ao invés disso, tornou-se lugar comum a culpabilização de um fato, agente ou determinado contexto externo, para as supostas consequências de seu próprio ato individual. Ou ainda, ampliando-se essa conduta para defender suas teorias sociais, onde o obscuro ser chamado de “sociedade” carrega dentro de si, como Jesus, a culpa pelos pecados dos outros.


Esse tipo cada vez mais comum de atitude se multiplicou assustadoramente no Brasil recente, e as decisões que levam às essas ações são construídas com base em um mundo totalmente desabituado à realidade, concebendo uma verdade fundamentada puramente em suas conveniências pessoais e atribuindo constantemente o insólito aos pensamentos e atos dos outros, nunca aos seus próprios.


O brasileiro em particular vem sendo exposto a esse estado de lamúria já há tempos, mas nas últimas décadas, com o ardil da influência gramsciana e o seu apogeu, chegamos ao topo. Ou melhor, ao fundo do poço. A apoteose ocorre agora, nesse governo que somente é responsável pelos bons resultados, nunca pelos maus. Onde toda a culpa dos problemas está entre aqueles que o evidenciam.


As evidências ficaram muito mais claras quando iniciou-se a destruição da Petrobrás e de outras empresas estatais e a acusação pelo governo de que a oposição queria “destruir” tais empresas. Seguiu caminho no bárbaro estelionato eleitoral, quando a culpa da marolinha econômica era simplesmente do cenário externo.


Perpassa todas as lógicas possíveis, atribuindo ao “interesse social” a afronta à lei constitucional da responsabilidade fiscal, mesmo quando essa isenção de responsabilidade mescla-se com a desonestidade, uma vez que ao menos metade do rombo fiscal deveu-se à mamatas no BNDES.


É o clímax do discurso aético que domina o debate no país, propagado por todos os seguidores dessa nova ordem ideológica, onde quaisquer consequências negativas de nossos atos tenham suas causas atribuídas a terceiros.


Essa nova forma de raciocínio ultrapassa as fronteiras do mundo real. O pensamento dominante inventou um ente, o “modelo capitalista”, para atribuir a culpabilidade de invasões e depredações ao patrimônio. Atribuiu uma relação direta à “desigualdade social” e aos casos de roubos e violências físicas, muito embora a recente história do Brasil contradiz tal tese.


Conferiu à falta de “discernimento entre o certo e o errado” a atenuação dos encargos dos assassinatos cometidos pelos jovens. Quer dizer, atribui-se a uma abstração que paira acima de tudo e todos, as responsabilidades que deveriam ser dos indivíduos de carne e osso. Já faz ao menos 25 anos que estamos aplicando toda essa teoria sociológica permissiva, construtivista e relacional e quais são os resultados? Houve melhoria da educação? Violência? Consumo de drogas? Corrupção?


Tais atitudes tornaram-se no Brasil uma ferramenta inconsciente para a adaptação à ideologia que hoje nos reina, onde tal cumplicidade tolera regalias morais que não seriam permitidas sob condições lógicas e racionais, que perseveram na verdade e na realidade dos fatos.


O ódio ao contraditório, a criação de maniqueísmos, de espantalhos, de acusações ad hominem criam uma atmosfera onde a razão não tem vez.


Sobretudo se puder ser provada. São atitudes claramente percebidas nos discursos de seres altivos e superiores que clamam em alto e bom som “eu não leio e não discuto matérias da revista Veja”. O que dizer de tal pessoa, que abandona sua razão para sujeitar-se ao pensamento mainstream evidenciando somente o seu desejo de ser aceito pelo grupo ideológico dominante?


Estamos caminhando, passo a passo, para uma Idiocracia, a apoteose de uma sociedade medíocre.


Esse estado de espírito versa, entretanto, quando falamos de responsabilidades, de deveres. O cenário inverte-se totalmente quando o assunto são direitos. Em relação a estes, não existe essa história de coletivo ou social. Os direitos, todos querem para si, individualmente. Privativamente. Uma boa definição que li um dia, dizia algo assim: “o brasileiro é um saci existencial, que equilibra-se alegremente sobre a perna dos direitos, mas sem nunca colocar o pé dos deveres no chão.”


E assim prossegue o debate “intelectual” no país, promovendo enormes distorções morais e fortalecendo os donos do poder. Que as crises atuais e vindouras nos tragam ao menos, o estopim para mudar tal cenário.


Quem concorda comigo?




E ainda tem mais, vejam:https://www.facebook.com/EightNinetySeven/videos/10154405501473747/

Médico ativista da eutanásia tenta se suicidar



O arauto da eutanásia Nicolas Bonnemaison confessou ter assassinado 'só' uma mulher, mas era investigado por outras mortes.
O arauto da eutanásia Nicolas Bonnemaison
confessou ter assassinado 'só' uma mulher,
mas era investigado por outras mortes.



O médico francês Nicolas Bonnemaison, 54 anos, ativista da eutanásia, foi salvo in extremis quando tentava se suicidar numa floresta do sudoeste da França.

Ele havia sido condenado por matar um doente terminal injetando-lhe uma injeção letal e corria risco de ser preso, segundo noticiou o jornal britânico “The Telegraph”.

O ativista da eutanásia foi encontrado inconsciente em seu carro na floresta de Tosse.

Ele tentou se suicidar desviando a fumaça do escapamento para o interior do veículo com este funcionando.

E foi levado ao hospital em condições “extremamente graves”, “entre a vida e a morte”, segundo uma fonte médica.

Uma sentença judicial lhe havia tirado o direito de exercer a medicina. Mas Bonnemaison conseguiu uma suspensão da pena.

Seu processo apavorou a França, país maioritariamente católico e onde a eutanásia e ilegal.

Gendarmes franceses trabalham no local da tentativa de suicídio do 'Dr Morte'.
Gendarmes franceses trabalham
no local da tentativa de suicídio do 'Dr Morte'.
O “médico da morte” havia sido acusado de matar sete doentes, que seriam terminais e estariam sofrendo.

Mas ele confessou ter assassinado “só” uma mulher de 86 anos.

A pena prevista no Código Penal é a prisão perpétua, mas seus advogados obtiveram a suspensão da sentença pretextando que ele “não era um assassino, não era um envenenador no sentido comum do termo”.

Interrogado em agosto de 2011, ele escapuliu dizendo: “Espero que não seja o último paciente na minha vida”.

A eutanásia é legal na Holanda, na Bélgica e no Luxemburgo.

Na França, o presidente socialista François Hollande prometeu facilitar o assassinato assistido.

A adoção da eutanásia como método “legal” banaliza o assassinato e abre as portas a todas as formas de atentado contra a vida.


2 comentários

Museu Nacional fecha as portas e denuncia abandono no Rio

Enquanto o Museu do Amanhã é inaugurado com toda a pompa e presença de todas as "Otoridades" do momento, aquele que, para mim é "O" Museu Brasileiro, onde aprendi quando era criança a me fascinar com arqueologia, paleontologia, botânica, zoologia, antropologia, história, geologia, etc é fechado.
É MUITO sintomático que a sociedade que esquece o seu passado, a sua história, o seu planeta, troque tudo o que a trouxe até aqui por vídeos e montagens que só existem nas memórias dos computadores.
Para quê múmias, ossos de dinossauros e outros vertebrados, espécies de animais e plantas, coleções de insetos, objetos significativos de outras culturas, rochas e outras coisas concretas e palpáveis se temos o fascínio etéreo do digital a nos encher os olhos?
Acontece que ninguém respira, bebe, come, vive sobre ou é filho de bits.
Sem entender o passado não saberemos nada, nem o que REALMENTE será o amanhã (além da ilusão das telas coloridas).

Luiz Rios 



hertonescobar

Diretoria da instituição, que abriga o maior acervo de história natural da América Latina, diz que não recebe recursos suficientes nem para pagar os serviços de limpeza e portaria do museu


O prédio do Museu Nacional da UFRJ, na Quinta da Boa Vista. Foto: Halley Pacheco de Oliveira, via Wikimedia
O prédio do Museu Nacional da UFRJ, na Quinta da Boa Vista. Foto: Halley Pacheco de Oliveira, via Wikimedia


O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, anunciou nesta segunda-feira (12) que está fechando as portas, em pleno período de férias escolares e sem data prevista de retorno, por não ter condições de atender ao público.


“Impotente diante do que parece ser uma total insensibilidade da chamada ‘política de austeridade’ diante das necessidades básicas de nossa Universidade (a UFRJ) e, neste caso, do Museu Nacional, só nos resta esclarecer a comunidade universitária e a sociedade sobre a realidade que explica a suspensão das visitas, e vir a público para solicitar o apoio da sociedade e buscar sensibilizar as autoridades governamentais”, diz uma nota oficial, divulgada hoje pela diretoria do museu.


“Naquela que deveria ser a ‘Pátria Educadora’, conforme promessa da Presidente Dilma Roussef em sua posse, a UFRJ não tem recebido os recursos que lhe cabem, inclusive para pagamento das empresas que prestam serviços de limpeza e portaria ao Museu Nacional”, afirma a nota.


A atitude drástica surtiu efeito: No mesmo dia, segundo reportagem do Estadão, o Ministério da Educação liberou R$ 4 milhões para a universidade. Mas o problema não está necessariamente solucionado, pois o dinheiro vai para uma conta geral da universidade, que tem autonomia para gastá-lo como achar melhor — ou seja, não está garantido que os R$ 4 milhões chegarão intactos ao museu.


Para ler a nota do Museu na íntegra, clique aqui: Nota pública sobre Museu


Patrimônio
Já faz algum tempo que não visito o Museu Nacional, infelizmente, por isso não posso fazer um relato em primeira pessoa das suas condições atuais. Mas me lembro de escrever uma reportagem em 2007 que denunciava o estado de deterioração do prédio histórico que o abriga desde 1892 e que serviu com residência da família real portuguesa nos tempos do império — ou seja, um patrimônio histórico do Brasil.


Dentro dele está guardado “o maior acervo de história natural da América Latina, com cerca de 20 milhões de itens, que variam de plantas e sapos da biodiversidade brasileira a múmias do Egito, artesanatos incas e esqueletos de dinossauros sul-americanos”.


É, nada mais nada menos, do que o maior museu de história natural da América Latina, e a mais antigo instituição científica do país. Mas, aparentemente, não recebe dinheiro suficiente nem para pagar os faxineiros.


Para ler a reportagem de 2007 (que, aparentemente, continua atual), clique aqui: Estadão-Museus2007

"MP da leniência é um atentado à democracia"



Luciene Pereira, auditora do TCU e presidente da Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo, disse ao Antagonista que a "MP da leniência" assinada por Dilma Rousseff na semana passada é inconstitucional.

"Uma Medida Provisória não pode conter matéria processual, nem civil nem penal", explica. "Essa MP 703 é um atentado à democracia. O texto não apenas altera Lei Anticorrupção, como inova com consideráveis repercussões na Lei de Improbidade Administrativa."

Como a Lei de Improbidade disciplina matéria típica processual civil não pode ser objeto de MP por vedação da Constituição, assim como é inconstitucional impor aos tribunais de conta que só atuem depois da assinatura de acordo de leniência com órgãos da administração.

Dilma continua a cometer crimes.

Bebês bichos preguiças são fofos demais!


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Tadinho do dentinho da Dilminha


Folha Brasil – Acesso Livre a Informação é um direito de todos





Dilma se faz de coitada, apela pro lado emocional e espera que o povo fique com dó


A presidente Dilma Rousseff era uma das líderes de uma organização chamada Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Ela foi presa em janeiro de 1970, pela Operação Bandeirante. Assim como outros opositores do regime militar, Dilma alega que foi torturada e até hoje diz sofrer com sequelas físicas e psicológicas.


No relato que fez à Comissão Estadual de indenização às Vítimas de Tortura de Minas Gerais, Dilma conta como teve um dente arrancado a socos, sobre as sessões de tortura (algo que parecia ser uma praxe entre os presos interrogados), sobre ser amarrada em um pau de arara e sobre os choques. 

Durante o depoimento, Dilma se contradisse inúmeras vezes, e mesmo assim, recebeu o relatório da Comissão Nacional Da Verdade. Além disso, existem provas de que a presidente era envolvida com quadrilhas de roubo a banco, assassinato e tortura. A esquerda sempre tenta encontrar formas de deturpar a história de uma forma que lhes convém, para justificar seus erros.

Um dos pontos inventados, do depoimento de Dilma contidos no relatório fala sobre o episódio no qual teve um dente arrancado a socos, que lhe acarretou sequelas até os dias atuais. “Uma das coisas que me aconteceu naquela época é que meu dente começou a cair e só foi derrubado posteriormente. 


Minha arcada girou para outro lado, me causando problemas até hoje, problemas no osso do suporte do dente. Me deram um soco e o dente deslocou-se e apodreceu. Tomava de vez em quando Novalgina em gotas para passar a dor. Só mais tarde, quando voltei para São Paulo, levei um soco arrancando o dente”, conta Dilma.


O depoimento é uma medida desesperada para conseguir recuperar um pouco da popularidade, inventando histórias e apelando para o lado emocional da população.

Aprovação do PL número 153/2015. Carta de repúdio do ASIBRAM