segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Tadinho do dentinho da Dilminha


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Dilma se faz de coitada, apela pro lado emocional e espera que o povo fique com dó


A presidente Dilma Rousseff era uma das líderes de uma organização chamada Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Ela foi presa em janeiro de 1970, pela Operação Bandeirante. Assim como outros opositores do regime militar, Dilma alega que foi torturada e até hoje diz sofrer com sequelas físicas e psicológicas.


No relato que fez à Comissão Estadual de indenização às Vítimas de Tortura de Minas Gerais, Dilma conta como teve um dente arrancado a socos, sobre as sessões de tortura (algo que parecia ser uma praxe entre os presos interrogados), sobre ser amarrada em um pau de arara e sobre os choques. 

Durante o depoimento, Dilma se contradisse inúmeras vezes, e mesmo assim, recebeu o relatório da Comissão Nacional Da Verdade. Além disso, existem provas de que a presidente era envolvida com quadrilhas de roubo a banco, assassinato e tortura. A esquerda sempre tenta encontrar formas de deturpar a história de uma forma que lhes convém, para justificar seus erros.

Um dos pontos inventados, do depoimento de Dilma contidos no relatório fala sobre o episódio no qual teve um dente arrancado a socos, que lhe acarretou sequelas até os dias atuais. “Uma das coisas que me aconteceu naquela época é que meu dente começou a cair e só foi derrubado posteriormente. 


Minha arcada girou para outro lado, me causando problemas até hoje, problemas no osso do suporte do dente. Me deram um soco e o dente deslocou-se e apodreceu. Tomava de vez em quando Novalgina em gotas para passar a dor. Só mais tarde, quando voltei para São Paulo, levei um soco arrancando o dente”, conta Dilma.


O depoimento é uma medida desesperada para conseguir recuperar um pouco da popularidade, inventando histórias e apelando para o lado emocional da população.

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