quarta-feira, 30 de março de 2016

Meio ambiente equilibrado pode virar direito fundamental no Brasil


Proposta ainda precisa passar por dois turnos no Senado


Imagem: Pixabay / CC0

O meio ambiente ecologicamente equilibrado poderá fazer parte do rol de direitos fundamentais previstos pela Constituição. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13/2015, do senador Roberto Rocha (PSB-MA), foi aprovada em 2 de março, pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado e agora precisa passar por dois turnos de votação no plenário da Casa.

“Diante da crescente preocupação com a preservação ambiental e do desafio em harmonizá-la com os direitos individuais de liberdade e de propriedade, atribuir ao meio ambiente ecologicamente equilibrado sua posição de direito fundamental não significa apenas corrigir um erro, sanar uma omissão, mas sobretudo sacralizar o direito ao meio ambiente como condição de direito humano intra, inter e transgeracional”, defendeu o relator da proposta, o senador Jorge Viana (PT-AC).

Já o autor da proposta afirma que para o Brasil, e também para o mundo, "a imperiosidade de o meio ambiente estar ecologicamente equilibrado já é uma necessidade, sendo tratado como corolário do direito à vida e à saúde pública”.

Fonte: Agência Brasil

Veja também:
 
-‘Meio ambiente tem sido uma vítima silenciosa do conflito armado e das guerras’, afirma chefe da ONU

-Quais os impactos ambientais de um smartphone?

Uma viagem musical à ICE CAVE

https://www.facebook.com/WaitingMarch2016/videos/756527777811439/


 

Homem resgata filhote de animal misterioso sem saber no que se transformaria


Homem resgata animal misterioso
Quando Jeff Longo encontrou um filhote machucado na floresta, decidiu fazer a coisa certa e resgatá-lo.


Jeff pegou o animal do chão e o levou para casa. O filhote era tão frágil e pequeno que era impossível saber o que ele era: um rato, um esquilo, uma ave?

Muitos disseram para Jeff abandoná-lo pois aquilo poderia virar uma ingrata surpresa. Jeff não ouviu e seguiu em frente, dando amor e carinho ao pequeno.


Esta é a Biscuits. Ela tinha apenas 3 cm quando foi resgatada.
Homem resgata animal misterioso2
Depois de levá-la para casa, Jeff passou a cuidar do animal.
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Leonardo DiCaprio vai à Indonésia para apoiar defensores da natureza




Ganhador do Oscar passou fim de semana em floresta na ilha de Sumatra. Orangotangos e tigres correm risco de extinção por desmatamento.
Indonesia leonardo dicaprio naturezaLeonardo DiCaprio posa com elefantes e ativistas no Parque Nacional Leuser, na província de Aceh, ilha de Sumatra, Indonésia; ator visitou floresta tropical local. (Foto: Divulgação/Foundation of Forest, Nature, and Environment of Aceh/AFP)
O ator americano Leonardo DiCaprio viajou a uma floresta da Indonésia para apoiar os grupos locais que defendem a proteção da fauna e da flora, ameaçadas pelo desmatamento e pela caça ilegal.


Premiado com o Oscar de melhor ator por "O regresso", DiCaprio passou o último fim de semana na floresta tropical do parque nacional de Leuser, na ilha de Sumatra.

Este local, onde vivem orangotangos e tigres em risco de extinção por culpa do desmatamento, possui um grande potencial para a preservação no longo prazo da natureza.

Defensor fervoroso da natureza e das espécies selvagens, DiCaprio foi fotografado junto a defensores ambientalistas locais, ao lado de dois elefantes de Sumatra, uma espécie em risco de extinção.


A Fundação Leonardo DiCaprio, que administra projetos para a proteção da diversidade, a conservação dos oceanos e das espécies selvagens, apoia estes grupos locais para "estabelecer um grande santuário da fauna no ecossistema Leuser, o último lugar da Terra onde orangotangos de Sumatra, tigres, rinocerontes e elefantes coexistem na natureza", indicou o ator em sua conta do Instagram.


O objetivo deste santuário é aumentar a proteção da zona. O projeto se encontra, no entanto, em um estado embrionário, declarou por sua vez o defensor ambientalista indonésio Farwiza Fahan, que se reuniu com DiCaprio durante sua visita.


Como outras florestas tropicais da Indonésia, este vasto território é ameaçado pela expansão das plantações destinadas a cultivos industriais de óleo de palma e pasta de papel.

As espécies de animais em risco de extinção que vivem nestas áreas são, por sua vez, alvos de caçadores ilegais e dos habitantes da região, que os consideram uma ameaça.


Fonte: G1 / AFP

Nota do Olhar Animal: É sempre uma temeridade enaltecer a ação individual de celebridades que fazem algo de justo pelos animais, pois é comum que, dias depois, sejam notícia por algo ruim, contraditório. Mas as ações positivas do ator Leonardo diCaprio têm sido recorrentes e valem destacar.

Homem é preso na BA após arrancar unhas de bicho-preguiça com serra



Caso ocorreu em Barra do Choça, no sudoeste do estado. Animal foi socorrido após denúncia, recebeu atendimento e passa bem.
BA BarradoChoca preguica 3Após o resgate, bicho-preguiça foi levado para o Cetas, em Vitória da Conquista (Foto: Divulgação/ Guarda Municipal de Barra do Choça)


Um homem de 54 anos foi preso na cidade de Barra do Choça, no sudoeste da Bahia, por maus-tratos a um bicho-preguiça, na terça-feira (29). De acordo com a Polícia Civil da cidade, o animal teve as unhas da pata direita arrancadas com uma serra. Em depoimento, o homem disse não ter se arrependido do ato. Ele vai responder o crime de maus-tratos a animais em liberdade.

Em contato com o G1 nesta quarta-feira (30), a delegada Gabriela Vieira, responsável pelo caso, disse que o homem foi preso após a Guarda Municipal de Barra do Choça receber uma denúncia. Os agentes flagraram os maus-tartos ao animal na casa do acusado. "Quando perguntei a motivação dele [o homem preso], ele apenas disse: 'porque eu quis", afirmou a delegada.


BA BarradoChoca preguica 1Bicho-preguiça foi socorrido após denúncia de maus-tratos (Foto: Divulgação/ Guarda Municipal de Barra do Choça)Após ser preso, o homem relatou que o animal foi capturado por ele na zona rural de Barra do Choça.

Após ser resgatado, o bicho-preguiça foi levado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas ), em Vitória da Conquista. De acordo com o veterinário coordenador do Cetas, Aderbal Azevedo Alves, o animal perdeu bastante sangue, foi medicado e está em observação.

"Como ele [o homem] não arrancou a unha na matriz, ela ainda vai crescer, ficou bem curtinha, vai levar muito tempo, mas cresce. Fizemos a contenção do sangramento e ela passa bem, mas não tem previsão de quando voltará para natureza, vai depender do desenrolar do quadro clínico dela", explicou Alves.

Fonte: G1

Vídeo: Ninguém resiste a carinho.A história de Holly.

https://www.youtube.com/watch?v=wwFKJbt46EQ


 

As árvores das cidades pedem por socorro

07 fev 2012 - Por em Vida Verde
Nesta época do ano em que as chuvas são constantes, temos constatado o grande número de árvores que caem devido às chuvas de verão. Basta uma chuva rápida, com ventos moderados, para que os bombeiros sejam acionados para retirar alguma árvore que caiu na cidade, causando grandes transtornos: interrompendo o trânsito, a queda de energia, danificando veículos e causando, até mesmo, mortes.


Mas será que os temporais e ventanias são os únicos responsáveis por isso?

Por que as árvores não estão sobrevivendo nas cidades?

O clima, a luminosidade, as condições do solo e a qualidade do ar são mais restritivos em meio urbano do que no meio rural e, por isso, desfavoráveis para o desenvolvimento da maior parte das espécies de árvores que existem nas cidades. As árvores em áreas urbanas têm de suportar níveis de luminosidade mais baixos e temperaturas mais elevadas.


Dentro das áreas urbanas, estas condições são mais restritivas para as árvores plantadas em áreas pavimentadas, uma vez que estão expostas a níveis mais elevados de stress, o que lhe reduz o tempo de vida.
A construção de edifícios e asfalto das ruas causa a diminuição dos níveis dos lençóis freáticos, a remoção da camada superficial e a compactação do solo, com conseqüências negativas para o volume do solo disponível para a expansão das raízes e do teor de nutrientes disponível e para a permeabilidade do solo, restringindo a capacidade de captação de água e de ar pelas raízes.


Adicionando-se a esses fatores, está a poluição do ar, através das emissões industriais e, sobretudo geradas pelos automóveis, podendo provocar o envenenamento das plantas por sais, gases e óleos.


Além disso, procedimentos inadequados aplicados durante o plantio e a poda, impactos físicos causados por carros e por materiais de construção, a ação dos insetos e doenças constituem ainda fatores de adversidade que afetam s condições físicas das árvores em meio urbano.


Uma prova disso é o que vem acontecendo na cidade de São Paulo. O Fícus (Fícus benjamina) foi amplamente disseminado nas cidades brasileiras nas últimas décadas, planta rústica, de crescimento rápido e raízes agressivas.


Mas toda essa rusticidade está sendo colocada à prova há alguns meses na metrópole paulistana.


Muitos deles amarelaram e perderam grande parte das folhas, comprometendo a densa e verdejante copa típica da espécie. Vale lembrar que o fícus é uma planta perenifólia – não perde as folhas – ainda mais em pleno verão quente e chuvoso. E a maioria das árvores que estão caindo são da espécie fícus.


Nos últimos anos o projeto de arborização viária na cidade de São Paulo foi amplamente incentivado em virtude da grande carência de áreas verdes. Em muitos bairros o espaço disponível para o plantio de árvores se limita às calçadas, pois o estoque de terrenos destinados à implantação de parques e praças se esgotou, como conseqüência da sua ocupação ilegais ou mesmo da sua utilização para outros fins, pelo próprio poder público.
A falta de um planejamento urbano faz com que uma árvore tenha que concorrer pelo espaço da calçada: no subsolo com as redes de distribuição de água, gás e coleta de esgoto; na superfície com os postes, placas e guias rebaixadas e no nível da copa, com a fiação telefônica e elétrica dificultando a arborização urbana, tornando-as frágeis e suscetíveis às ações da natureza.

A necessidade de mais áreas verdes não deixa dúvidas sobre a importância do plantio e conservação das árvores nas cidades. Isso pode e deve ser cada vez mais incentivado, desde que feito de forma coerente, planejada e orientada.

Fotos: L’estranges / Universmon/ Guilherme Lara Campos / The32side / Blog Milton Jung 1 2 3


 

Relação cidade x natureza, parte I.

Artigo de Roberto Naime

Publicado em março 30, 2016 por


artigo

[EcoDebate] SILVA et. al. (2015) discutem os problemas ambientais nas ultimas décadas, sob a dimensão da relação entre cidade e natureza. Estas discussões evidenciam a questão ambiental aliada ao contexto sociopolítico e econômico.

Os parques urbanos surgem no século XIX na Europa num cenário de crescente desordenamento migratório do campo para cidade, mecanização pesada nas cidades e problemas de poluição e saúde de um modo geral.

O parque urbano aparece ainda como espaço contendo área verde e de lazer, resultado de um amplo processo de produção e reprodução do espaço, com base em leis e normas do Estado para a efetivação de uma política pública ambiental.

É a partir da modernidade que diversos teóricos apontam para profundas transformações sociais que ocorrem nas cidades. Nessa seara conceitual de modernidade numa interface da cidade que se manifesta nos centros urbanos, através da industrialização e de uma reorganização dos movimentos sociais em sua base política e que desencadeiam em uma série de direitos.

Aponta-se que é na modernidade que ocorre a superação do sagrado para o profano, ocorre deixar de aceitar as explicações da divindade pelas ciências empíricas, há uma mudanças na organização social com a passagem do rural para o urbano.

Ao tratar de modernidade, inclui-se sobre a racionalização e Habermas, interpretando Max Weber aponta que racional significa o efeito do “processo de desencantamento ocorrido na Europa que, ao destruir as imagens religiosas do mundo, criou uma cultura profana”.

Habermas ao articular racionalidade e o projeto de modernidade aponta para a compreensão e possibilidade de emancipação humana, uma vez que o cotidiano absorve esta racionalização e “dissolvem-se também, formas de vida tradicionais”.

Características desse tempo de racionalização e de modernidade, é o que Hegel assevera como o moderno, que se dá com a descoberta do novo mundo. Cedro (2005) indica que as principais características do mundo moderno consistem no “Iluminismo, a reflexão da fé, a soberania do Estado, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, conhecimento da natureza, o livre-arbítrio, as Grandes Guerras e sua manifestação com a perda da ilusão e ingenuidade”.

Por incrível que pareça tudo isto vai influenciar muito a relação entre o urbano necessário e a natureza a qual se pertence, acima de qualquer negação.

Se observarmos que nessas características ou eventos que ocorrem dessa passagem da Idade Média para a Contemporânea, com o projeto de racionalização e modernidade, isso leva a pensar em processos que ocorrem através das culturas, pois a uma apropriação ou uma troca de culturas e identidades, sendo que esta antiga cultura foi substituída por uma reflexiva.

Pois somente com esta cultura reflexiva e com o ingresso da racionalização é que se tornam possíveis acontecimentos neste século. É isto que vai determinar uma nova significação da natureza no urbano.

Saruês domesticados.Que fofos!Super carinhosos.

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GDF cria aplicativo e força-tarefa para barrar grilagem 'em tempo real'

 29/03/2016 12h38


Medidas foram anunciadas nesta terça; Agefis mapeou áreas de controle.


Órgão promete controle constante; 'guerra sendo perdida', diz presidente.

Mateus RodriguesDo G1 DF
No mapa da Agefis, áreas em vermelho mostram onde não pode haver nenhum tipo de ocupação; material está disponível no site (Foto: Agefis/Reprodução)No mapa da Agefis, áreas em vermelho mostram onde não pode haver nenhum tipo de ocupação; material está disponível no site (Foto: Agefis/Reprodução)
 
 
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, anunciou nesta terça-feira (29) um pacote de cinco medidas para evitar a grilagem de terras. A lista inclui um mapa de áreas regularizadas e monitoradas no site da Agefis, já disponível, e um aplicativo para denúncias anônimas de moradores, com previsão para entrar no ar em junho.
 
 
"A mensagem desse mapa é muito clara: novas casas não vão ser construídas. É para dar transparência ao que estamos fazendo e acabar com a cultura da boa-fé. 'Eu não sabia que não podia'. Agora, todo mundo poderá saber", declarou a diretora-presidente da Agefis, Bruna Pinheiro.


O pacote também inclui uma "matriz multicriterial de impacto", que definirá quais desocupações são prioritárias. A ideia é que cada invasão receba uma nota, com base em critérios urbanísticos, ambientais e de vulnerabilidade social, entre outros. Parte dos critérios é sigilosa para evitar que "grileiros apliquem e descubram onde a atenção é menor ou maior", segundo Bruna.


Um contrato com uma empresa privada vai oferecer imagens de satélite e georreferenciamento a cada 15 dias, capazes de mostrar novas invasões em curto prazo. Hoje, o GDF usa imagens desse tipo feitas em junho de 2014 para estabelecer o limite de tolerância com novas invasões.


A quinta medida anunciada é a criação de uma "força tarefa" a partir de junho, com equipes da Polícia Militar, da Agefis e do Ibram que estarão de prontidão para o combate imediato de ocupações irregulares. "Com isso, a gente vai ter uma diminuição nas operações de grande porte e um menor impacto social e político", disse.


O anúncio foi feito durante um seminário no Memorial JK, no Eixo Monumental, para discutir os impactos da grilagem na qualidade de vida dos moradores do DF. O evento incluiu palestras dos secretários de Meio Ambiente, André Lima, de Segurança Pública, Márcia de Alencar, e de Habitação, Thiago de Andrade.


Sem aviso prévio
Após a cerimônia, Rollemberg disse ao G1 que considera "lamentável" a decisão da Câmara Legislativa de derrubar o veto ao projeto que dificulta a realização de derrubadas no DF. O texto prevê que a Agefis faça notificações e aplique multas antes de retirar as edificações, e deve ser sancionado nos próximos dias.


"É lamentável. Nossa Procuradoria está ingressando no Judiciário e eu tenho convicção de que, rapidamente, nós vamos reverter essa decisão porque ela não contribui com o esforço que está sendo realizado por esse governo, com apoio da sociedade, de combater a grilagem e a ocupação desordenada do DF", disse o governador.
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Diretora-presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, em apresentação no Memorial JK (Foto: Mateus Rodrigues/G1)Diretora-presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, em apresentação no Memorial JK (Foto: Mateus Rodrigues/G1)
 
 
'Guerra'
Durante a abertura do seminário, Bruna classificou o combate à grilagem de terras como "uma guerra que está sendo perdida ao longo dos anos". A diretora da Agefis afirma que o valor perdido em impostos não arrecadados como IPTU e TLP poderia fazer diferença em áreas como saúde e educação.


"Os órgãos de controle auditam as obras que estão sendo feitas, de um hospital, por exemplo, e conseguem achar desvios de 5%, 10%. Uma única chácara vendida por grileiros no ano passado, foi vendida por R$ 20,8 milhões. Um hospital para atender 40 mil pessoas custa R$ 15 milhões. O maior roubo que a gente tem dentro da cidade, o maior desvio financeiro é o da terra", disse Bruna.


Ele também classificou o combate à grilagem como "guerra" e rejeitou o argumento de que as ocupações mais recentes tenham sido causadas pela inocência dos moradores.
"Se podemos considerar compradores de boa fé, são aqueles [do início da ocupação do DF].


São condomínios que, ainda hoje, lutam pela sua regularização. De lá para cá, a ousadia dos grileiros cresceu bastante. Eles não perdem tempo buscando falsificar escritura, simplesmente invadem, parcelam área pública, já constróem pequenas casas e vendem, sobretudo para a população mais pobre, utilizando a necessidade da população de ter uma casa", disse.

Representante da Associação  Park Way Residencial esteve presente ao evento tendo na ocasião mantido contato com a Diretora-Presidente da AGEFIS, Bruna Pereira, a quem expos os problemas de grilagem que enfrenta o Park Way.

terça-feira, 29 de março de 2016

8º CURSO DE TARTARUGAS MARINHAS – Teórico e Prático (Biologia, Ecologia. Pesquisa e Conservação)

Inscrições Abertas!

Ibimm - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente
8º CURSO DE TARTARUGAS MARINHAS – Teórico e Prático (Biologia, Ecologia. Pesquisa e Conservação)


20 horas de atividades, SAÍDA COM EMBARCAÇÃO, monitoramento de áreas de alimentação de tartarugas marinhas.


Inicio: 9:00 horas do dia 16/04/2016 / Termino: 12:00 horas do dia 17/04/2016.

VALOR DO INVESTIMENTO: R$ 389,00 a vista ou em 2X de R$200,00.

TOTAL DE VAGAS: 15 / Vagas disponíveis: 13

LOCAL: NUPEBI - Núcleo de Pesquisas do IBIMM - Estrada do Guaraúna (Estrada do Una), n 900, Litoral Sul de SP, Peruíbe-SP, Brasil

INCLUSO: saída com embarcação, alojamento, café da manhã, almoço, lanche na embarcação e certificado. Sábado a partir das 9:00 horas e Domingo até as 12:00 horas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Teórico e Prático)

-Saída com Embarcação monitoramento em áreas de Alimentação;

- Simulação de Ninhos;-

- Identificação de espécies e identificação individual;

- Avaliação externa e interna;

- Aspectos anatômicos, fisiológicos e patológicos;

- Morfologia (com esqueletos, animais taxidermizados, conservados, dissecados);

-Biometria e Microchipagem;

- Origem e Evolução;

-Ciclo de Vida;

-Reprodução;

-História de Vida;

-Importância Ecológica;

-Ameaças Naturais;

-Ameaças de origem Antrópica;

- Conservação;

-Educação Ambiental;

-Projetos sobre Tartarugas no Brasil;

-Projetos de Conservação de Tartarugas Marinhas na América Latina e no Mundo ;

DOCENTES PESQUISADORES (do Projeto SOS Tartarugas Marinhas - ICMBio/SISBIO 50132-1): Prof. Edris Queiroz e Prof. Thiago Malpighi.

Dentre as atividades do Projeto SOS Tartarugas Marinhas, a realização do curso destaca-se como uma das ações de educação ambiental, formando agentes multiplicadores do conhecimento sobre esses incríveis animais que frequentam nossas águas e motivando os profissionais e futuros profissionais que contribuirão para conservação das tartarugas marinhas.

PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO: Enviar, juntamente com o comprovante de pagamento, Nome completo, RG, telefone e formação acadêmica para contatobiologia@ibimm.org.br


DADOS PARA PAGAMENTO: Caixa econômica federal ag. 0250 - conta corrente - 3245-4 - natureza da operação.003 Favorecido - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente cnpj.10.795.875/0001-80

CANCELAMENTOS E DEVOLUÇÕES: só serão aceitos até 20 dias antes do início do curso.
INSTITUTO DE BIOLOGIA MARINHA E MEIO AMBIENTE (IBIMM) - ICMBIO/SISBIO 50132-1 CRBio 537/01 CTF-IBAMA 4596788

De volta ao lar

https://www.facebook.com/ibimm.face/videos/1070479319639833/


1ª Curso de Biologia, Ecologia e Identificação de Cetáceos.


 

 
Ibimm - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente
 
 
1º CURSO DE BIOLOGIA, ECOLOGIA E IDENTIFICAÇÃO DE CETÁCEOS – 30/04/2016 e 01/05/2016
18 horas de atividades complementares!!
Inicio: 9:00 horas do dia 30/04/2016 / Termino: 12:00 horas do dia 01/05/2016.


VALOR DO INVESTIMENTO: R$ 389,00 a vista ou em 2X de R$200,00.


TOTAL DE VAGAS: 15 / Vagas disponíveis: 13


LOCAL: NUPEBI - Núcleo de Pesquisas do IBIMM - Estrada do Guaraúna (Estrada do Una), n 900, Litoral Sul de SP, Peruíbe-SP, Brasil


INCLUSO: alojamento, café da manhã, almoço, jantar e certificado. Sábado a partir das 9:00 horas e Domingo até as 16:00 horas.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Teórico e Prático)


- Evolução;
- Anatomia;
- Ecologia;
- Ameaças;
- Conservação;
- Osteomontagem;
- Identificação de Espécies;
- Metodologias de Pesquisa;
- Biometria;
- Doenças;
- Saída para monitoramento de praia;


DOCENTES: Prof.Msc. Edris Queiroz - Pesquisador do IBIMM, Profa. Bióloga. Silvana Braga – Especialista em Cetáceos &
Prof. Biólogo. Guilherme Maricato – Especialista em Cetáceos


PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO: Enviar, juntamente com o comprovante de pagamento, Nome completo, RG, telefone e formação acadêmica para contatobiologia@ibimm.org.br


DADOS PARA PAGAMENTO: Caixa econômica federal ag. 0250 - conta corrente - 3245-4 - natureza da operação.003 Favorecido - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente cnpj.10.795.875/0001-80


CANCELAMENTOS E DEVOLUÇÕES: só serão aceitos até 20 dias antes do início do curso.


INSTITUTO DE BIOLOGIA MARINHA E MEIO AMBIENTE (IBIMM) - ICMBIO/SISBIO 50132-1 CRBio 537/01 CTF-IBAMA 4596788

11º Curso de Férias-1ª Turma

Ibimm - Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente
Inscrições abertas para um dos cursos mais esperados do ano!!


11º CURSO DE FÉRIAS - IBIMM / APENAS 18 VAGAS! / 1ª TURMA DE JULHO 2016
Curso Teórico e Prático de Extensão Universitária em Biodiversidade Marinha, Estudo de Insetos, Biologia, Ecologia e Conservação de Tubarões, Raias, Tartarugas Marinhas, Manejo de Fauna Silvestre e Exótica, Acidentes por animais peçonhentos e Expedição Científica.


-CARGA HORÁRIA: 200 horas de atividades complementares com certificado válido para especialização (como complemento de carga horária).


- DATA: 08/07/2016 a 17/07/2016


-PÚBLICO ALVO: Qualquer interessado! Estudantes e Profissionais da Área Ambiental e Ciências Biológicas sejam pesquisadores, alunos de graduação em Biologia, Medicina Veterinária, Gestão Ambiental, Zootecnia, Engenharia de Pesca, Oceanografia e áreas afins, trabalhadores do setor público ou privado.

-LOCAL: Núcleo de Pesquisas IBIMM – Guaraú – Jureia - Peruíbe- Litoral Sul de SP. Estrada da Guaraúna (Estrada do Una), nº 900.

- VALOR DO INVESTIMENTO: R$ 1.599,00 a vista ou em 04 vezes de R$ 450,00 por meio de depósito em conta corrente ou transferência (DADOS BANCÁRIOS ABAIXO).
Independentemente do número de parcelas, a última deverá ser efetuada até 05 dias úteis antes da data de início do curso.

-PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO: Enviar comprovante de pagamento, nome completo, RG, telefone e formação acadêmica ou ocupação para contatobiologia@ibimm.org.br

-DADOS BANCÁRIOS: Caixa econômica federal. Agência 0250, Conta: 3245-4, favorecido- nat. operação: 003 - Instituto de biologia marinha - CNPJ 10.795.875/0001-80
Só serão aceitos cancelamentos com até 20 dias de antecedência, após não haverá devolução do valor pago.

-INCLUSO: alojamento em suíte no núcleo (06 pessoas por quarto), com muita fauna e flora, cachoeiras, trilhas diurnas e noturnas, saída com embarcação para monitoramento de fauna noturna em estuário. Certificado, café da manha, almoço e lanches na embarcação.

- EQUIPE/DOCENTES: Prof.Msc. Edris Queiroz, Biólogo, Diretor do Instituto de Biologia, Especialista em Educação Ambiental e Animais Marinhos; Prof, Dr. Rafael Cedro, Biólogo Doutor em Biologia Animal, Prof. Durval Silva Filho, Biólogo, Especialista em Répteis e Manejo de Fauna; Prof. Alexandre Martins, especialista em Animais Silvestres pela PUC de Sorocaba; Prof. Fábio Donizete, Biólogo e guia de observação de aves, Prof. Thiago Malpighi, Biólogo e Pesquisador do Projeto SOS Tartarugas Marinhas, Prof.ª Alessandra de Souza Lima, Bióloga e Monitora Ambiental, Prof. Ricardo Henrique, Pedagogo e Educador Ambiental.

-CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: (todos os tópicos apresentarão componentes teóricos e práticos)
-Biologia, Ecologia e Conservação de Tubarões e Raias;
- Biologia, Ecologia e Conservação de Tartarugas Marinhas;
- Estudo de insetos;
- Biologia e Manejo de Fauna Silvestre e Exótica / Acidentes por animais peçonhentos;
- Saídas para estudo de praia, costão rochoso, restinga, dunas, manguezal e mata atlântica de encosta; - Saídas para observação de aves noturnas;
- Osteomontagem de mamíferos, aves e peixes;
- Estudo do Meio (Trilhas diurnas e noturnas com cachoeiras);
- Expedição Cientifica (Saídas de campo noturna, embarcado para exploração de ambientes de rios, manguezais e mata atlântica.).


INSTITUTO DE BIOLOGIA MARINHA E MEIO AMBIENTE – CNPJ-10.795.875/0001-80 CRBIO- 537/01 - CTF. IBAMA - 4596788

Barreira ecológica no Arroio Dilúvio deve evitar que lixo flutuante chegue ao Guaíba

http://zh.clicrbs.com.br/rs/porto-alegre/pelas-ruas/noticia/2016/03/barreira-ecologica-no-arroio-diluvio-deve-evitar-que-lixo-flutuante-chegue-ao-guaiba-5526971.html#

Equipamento deve começar a operar nos próximos dias

Por: Jéssica Rebeca Weber
28/03/2016 - 18h10min | Atualizada em 29/03/2016 - 10h05min

Correção:  o nome do vice-diretor da Safeweb é Luiz Carlos Zancanella, e não Zancanetta, como informava a matéria. O texto com a grafia incorreta  permaneceu no site das 18h10min desta segunda-feira até as 10h05min desta terça.

Porto Alegre ganhou nesta segunda-feira uma ferramenta que promete colaborar para o sonho de ter um Guaíba mais limpo. Uma barreira ecológica foi construída no Arroio Dilúvio, perto da foz, com o objetivo de reter os resíduos flutuantes antes de escoarem para o Guaíba.

A barreira foi instalada de um lado a outro do Dilúvio no trecho entre as avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Borges de Medeiros. A estrutura flutuante foi construída com garrafas PET e nela foram plantadas mudas de capim-vetiver, cujas raízes submersas devem dar mais resistência à barreira e também ajudar a filtrar a água. Debaixo da água, a profundidade da estrutura é de apenas 20cm, mas as raízes podem chegar a até 1m50cm.

Leia também:
Seminário discutirá soluções para garantir nossa sobrevivência no planeta   
Aquecimento global pode provocar 500 mil mortes no mundo até 2050  


A ideia e todo o investimento são da empresa de segurança da informação Safeweb, com sede na Capital. A obra foi construída entre janeiro e março, custando R$ 250 mil, e o preço de operação mensal para a empresa deve ficar em torno de R$ 15 mil, principalmente em função do pagamento de um operador e um segurança. A retirada do lixo deve ser feita diariamente.

Vice-diretor da Safeweb, Luiz Carlos Zancanella Junior destaca que, embora soluções para o meio ambiente não sejam o negócio da empresa, inspirou-se há dois anos ao ver um vídeo sobre iniciativa semelhante na cidade americana de Baltimore. Zancanella, que mora no bairro Petrópolis e enxerga diariamente a sujeira do Dilúvio ao passar pela Avenida Ipiranga, viu uma oportunidade de ajudar.

— Queremos levar o projeto para outros rios que desembocam no Guaíba, como o Gravataí e o Sinos – adiantou.

O equipamento deve começar a ser utilizado ao longo da semana, porque são necessários os últimos ajustes, segundo a empresa. O projeto conta com a parceria do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam).

Na última limpeza da superfície de toda a extensão do Arroio Dilúvio, realizada entre setembro e outubro de 2015, o DMLU removeu mais de 65 toneladas de resíduos.



Novidade desperta a curiosidade dos pedestres
Quem passava pelo cruzamento das avenidas Borges de Medeiros e Ipiranga na tarde desta segunda-feira, diminuía o passo para observar a barreira flutuante e a grande estrutura pintada de verde na margem do Dilúvio, para onde é içado o lixo em uma gaiola de aço carbono.

O advogado Gustavo Suchy 55 anos parou "de curioso", sem entender do que se tratava. Quando soube do objetivo da obra, comemorou.

_ O Dilúvio é um horror, e iniciativas como essas são louváveis. Tomara que dê certo _ desejou.