quinta-feira, 7 de abril de 2016

Regulamentação da Lei da Biodiversidade

Quinta, 07 Abril 2016

 
Você deve saber

Participe da consulta pública do decreto que regulamentará artigos da Lei 13.123/2015. Contribuições podem ser enviadas até 2 de maio.

O projeto de decreto que regulamentará vários artigos da Lei 13.123/2015, conhecida como Lei da Biodiversidade, entra em consulta pública a partir desta quinta-feira (07/04). O acesso já está disponível no site do Palácio do Planalto. Qualquer pessoa pode participar e encaminhar sugestões até o dia 2 de maio também por meio do portal Participa ou via correio eletrônico: patrimoniogenetico@presidencia.gov.br.

De acordo com a área técnica do Ministério do Meio Ambiente (MMA), a consulta pública vai recolher sugestões para a construção do texto final do decreto regulamentador da Lei da Biodiversidade. Esta lei dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético, a proteção e o acesso ao conhecimento tradicional associado e a repartição de benefícios para conservação e uso sustentável da biodiversidade.

DEBATES
Segundo a ministra-chefe substituta da Casa Civil da Presidência da República, Eva Maria Cella Dal Chivion, “a relevância da matéria recomenda sua ampla divulgação, a fim de que todos possam contribuir para o seu aperfeiçoamento”. 

A Lei nº 13.123/2015 foi sancionada em maio do ano passado e o processo de regulamentação começou no mês seguinte, em junho. Foi quando o MMA iniciou a realização de uma série de seis oficinas regionais e um encontro nacional para informar à população sobre os termos da nova Lei e recolher propostas destinadas a harmonizar os artigos que ainda precisam ser normatizados.

Quando terminar o prazo aberto à consulta pública, as contribuições serão sistematizadas e ajudarão a aperfeiçoar a proposta de decreto exposta no site do Palácio do Planalto. Depois, a versão final será assinada pela Presidente da República e publicada no Diário Oficial da União (DOU).
 Resultado de imagen para açai fotor

Mais de 120 países pretendem assinar acordo de Paris

Você deve saber

Da Agência Brasil / Agência Lusa

Mais de 120 países já manifestaram a disposição de assinar o acordo da Organização das Nações Unidas de Combate às Alterações Climáticas, afirmou a ministra da Ecologia francesa, Segolene Royal, nessa quarta-feira (6). Para ela, a força do apoio significa que o acordo alcançado em Paris, em dezembro último, pode ser ratificado em Nova York em 22 de abril.

Quase 200 governos chegaram a um acordo em dezembro, que estabelece a meta de limitar o aquecimento global "bem abaixo" dos 2 graus Celsius (2ºC) em relação aos níveis pré-industriais. 

"Tinha estabelecido o objetivo de 100 assinaturas, mas já estamos acima das 120", afirmou Royal, durante entrevista em Paris.

O acordo porém só entra em vigor quando for ratificado por um mínimo de 55 países responsáveis por pelo menos 55% das emissões globais de gases de efeito estufa.

A Casa Branca garantiu, na semana passada, que os Estados Unidos, como a China, estarão entre os países que vão assinar o acordo em Nova York.

A União Europeia também já concordou, em março, em assinar, tal como a Índia, acrescentou Royal. 
Foto: Conexão Planeta


Biodiversidade brasileira.

MMA

O Brasil ocupa quase metade da América do Sul e é o país com a maior diversidade de espécies no mundo, espalhadas nos seis biomas terrestres e nos três grandes ecossistemas marinhos. São mais de 103.870 espécies animais e 43.020 espécies vegetais conhecidas no país. 

Suas diferentes zonas climáticas favorecem a formação de zonas biogeográficas (biomas), a exemplo da floresta amazônica, maior floresta tropical úmida do mundo; o Pantanal, maior planície inundável; o Cerrado, com suas savanas e bosques; a Caatinga, composta por florestas semiáridas; os campos dos Pampas; e a floresta tropical pluvial da Mata Atlântica. Além disso, o Brasil possui uma costa marinha de 3,5 milhões km², que inclui ecossistemas como recifes de corais, dunas, manguezais, lagoas, estuários e pântanos. Tudo isso pode ser pesquisado no Portal da Biodiversidade.

Esta abundante variedade de vida abriga mais de 20% do total de espécies do planeta, encontradas em terra e na água. Em termos globais, o Brasil incorporou as recomendações da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD), entidade vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU) e apresenta um relatório anula sobre a situação da biodiversidade brasileira, no Panorama da Biodiversidade Global (Global Biodiversity Outlook – GBO). O documento contém, ainda, uma análise das ações globais com o objetivo de assegurar que a biodiversidade seja conservada e usada de forma sustentável, e que os benefícios advindos do uso dos recursos genéticos sejam equitativamente distribuídos.

A situação da biodiversidade brasileira é acompanhada de perto também pela Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio), que tem papel relevante na discussão e implantação das políticas sobre a biodiversidade, bem como identificar e propor áreas e ações prioritárias para pesquisa, conservação e uso sustentável dos componentes da biodiversidade. Uma das grandes preocupações do governo é com as espécies brasileiras ameaçadas de extinção, sobreexplotadas - exploração excessiva, não-sustentável, em com consequências negativas que, cedo ou tarde, serão prejudiciais do ponto de vista físico/quantitativo, qualitativo, econômico, social ou ambiental - ou ameaçadas de sobreexplotação, requerendo políticas específicas de recuperação tanto de fauna terrestre e aquática como de flora. Ocorre que o processo de extinção está relacionado ao desaparecimento de espécies ou grupos de espécies em um determinado ambiente ou ecossistema.

Para estimular ações, pesquisas e desenvolvimento de projetos de conservação da biodiversidade, o Ministério do Meio Ambiente lançou o Prêmio Nacional da Biodiversidade. A proposta pretende conhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos de organizações não governamentais, empresas, sociedade civil, academia, órgãos públicos, imprensa e cidadãos, que se destacam na busca por melhoria ou manutenção do estado de conservação das espécies da biodiversidade brasileira, contribuindo para a implantação das Metas de Aichi para a Biodiversidade.

Ame!

Ame o mundo, proteja os animais.

Ame o mundo protegendo os animais.

Primeiro maracanãs, depois ararinhas-azuis



Foto: Luiz Carlos Ribenboim
Maracanã: semelhança biológica
Soltura das aves em Curaçá (BA) faz parte do plano de ação para reintroduzir na natureza a espécie que hoje só existe em cativeiro.

LUCIENE DE ASSIS

Em breve, o som estridente e alegre das ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) voando na companhia de outro parente, as maracanãs-verdadeiras (Primolius maracana), ecoará pelos ares do sertão baiano, pois as aves voltarão a povoar a região de Curaçá, norte da Bahia. Em dezembro de 2017 (data prevista), durante o período reprodutivo, um bando de 20 maracanãs, entre machos e fêmeas, será solto na fazenda Concórdia, às margens do riacho Melancia, uma área toda cercada de 2.380 hectares, pertencente à Al Wabra Wildlife Preservation.


A Al Wabra é uma organização sem fins lucrativos, sediada no Catar, dona de um criadouro particular de animais silvestres e que abriga o maior número de ararinhas-azuis criadas em cativeiro no mundo. E a soltura das maracanãs representará o início de um projeto-piloto destinado a preparar terreno para o retorno definitivo das ararinhas-azuis, extintas na natureza há mais de 15 anos.


As maracanãs-verdadeiras foram escolhidas pelo Grupo de Trabalho de Recuperação da Ararinha-azul para essa fase de testes por serem as aves mais parecidas, biologicamente, com essas ararinhas, inclusive nos quesitos comportamento e alimentação.


AMBIENTAÇÃO
Na sequência, em 2019, em comemoração aos 200 anos de descoberta da espécie pela ciência, haverá a soltura de um bando misto de ararinhas-azuis e maracanãs, na proporção de dez aves de cada grupo, machos e fêmeas. As aves serão monitoradas por, pelo menos, um ano por pesquisadores da Al Wabra Wildlife Preservation, e acompanhadas por veterinários.



Antes da soltura, as aves passam por uma fase de ambientação, que pode durar de um a três meses, para se adaptar em à alimentação e ao clima da região. Nesse período, as ararinhas serão acompanhadas por especialistas em comportamento, que treinarão os animais para, também, se prevenirem contra o ataque de predadores.


O projeto contará, ainda, com a coordenação de especialistas do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave/ICMBio), que atuam no programa de cativeiro do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-azul, o PAN Ararinha-azul, aprovado em 2012. A iniciativa terá o apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e da comunidade local.


SANTUÁRIO
Os animais devem receber transmissores e anilhas de identificação para facilitar o monitoramento. Para viabilizar o trabalho dos pesquisadores, será construído, na fazenda Concórdia, o Centro de Reintrodução. A área foi escolhida por apresentar as melhores condições de soltura, de acordo com estudos realizados na região por pesquisadores na região de Curaçá. De acordo com informações do Cemave, existem hoje apenas 112 ararinhas, distribuídas em criadouros do Oriente Médio (Catar), Alemanha e Brasil.


O MMA e o ICMBio estão preparando o projeto de criação de uma unidade de conservação de uso sustentável, que deverá abranger, ao todo, 44.582,17 mil hectares. A área engloba, além da fazenda Concórdia, porções dos territórios municipais de Juazeiro e Curaçá, na região do Baixo-Médio Vale do Rio São Francisco, na Bahia.


Esse será o novo lar das ararinhas-azuis, um lugar totalmente inserido no bioma Caatinga, sendo que mais de 80% da área da UC proposta é formada pela vegetação savana estépica, pouco representada em unidades de conservação. Pesquisa realizada em 2014 registrou 204 espécies de aves na região, sendo 28 endêmicas da própria Caatinga, riqueza possibilitada pela grande heterogeneidade de habitats do local.


“Em parceria com a sociedade e os governos estadual e municipal, pretendemos estabelecer uma área na região, que abrangerá 7% do território do município”, explica o diretor de Espécies do MMA, Ugo Vercillo. Segundo ele, os estudos mostram que as melhores áreas para soltura da ave estão nas fazendas Concórdia, Gangorra, Caraibeiras e Prazeres. “Mas a soltura será na fazenda Concórdia, embora saibamos que as aves podem se deslocar para as outras localidades”, lembra o diretor de Espécies do MMA.


COMUNIDADE LOCAL
A unidade de conservação das ararinhas-azuis deve ser concebida e estabelecida como forma de se garantir o restabelecimento e aumento populacional da espécie, contando, também, com o apoio da comunidade local. O apoio da sociedade permitirá resguardar, mais eficazmente, o habitat das aves, a partir do direcionamento, para a região, de políticas públicas específicas, definidas pelo MMA, ICMBio, o governo da Bahia e prefeitura municipal de Curaçá.


Deflagradas essas ações, será possível proteger não apenas a Caatinga, mas, também, os fragmentos florestais de mata de galeria (ciliar) e a parcela de savana estépica importante para o ciclo de vida da ararinha naquele local. Fará parte da estratégia, a adoção de práticas agrícolas compatíveis com a preservação da espécie na área de uso das aves; a promoção da melhoria da qualidade de vida da comunidade local e seu engajamento na proteção das ararinhas-azuis e de outras espécies da região, como jacucaca (Penelope jacucaca), maracanã (Primolius maracana), tatu-bola (Tolypeutes tricinctus), onça-parda (Puma concolor) e gato-do-mato (Leopardus tigrinus).


NOVO COLORIDO
Os estudos socioeconômicos e fundiários para a criação dessa UC federal, um polígono situado na bacia hidrográfica do rio Curaçá, afluente do São Francisco, foram realizados, ainda em 2013, na área histórica de ocorrência original da ararinha-azul. Importa destacar que o estado da Bahia também está conduzindo um processo para criação de UCs estaduais na região próxima aos limites da UC federal indicada e que também ajudarão a proteger a Caatinga.


As áreas contemplam as serras existentes no entorno imediato da UC federal, onde estão alguns dos fragmentos de Caatinga em melhor estado de conservação do município de Curaçá, em particular as serras da Natividade, Canabrava, Borracha e Grutão. A Serra da Borracha, inclusive, é tida como um local histórico de ocorrência da ararinha-azul e da arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari).


De acordo com a regulamentação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), constante na Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, e no Decreto nº 4.330, de 22 de agosto de 2002, as UC são criadas por ato do poder público federal, estadual ou municipal, após a realização de estudos técnicos e consulta pública que permitam identificar a localização, a dimensão e os limites mais adequados para a unidade.


Ugo Vercillo esclarece que a realização da consulta pública antes da criação da UC permite que a sociedade participe ativamente do processo, oferecendo subsídios para o aprimoramento da proposta. Compete ao órgão que está propondo a criação da nova UC elaborar os estudos técnicos preliminares e realizar a consulta pública e os demais procedimentos para a criação da unidade.


READAPTAÇÃO
Sobre a reintrodução, a estratégia é soltar aves jovens, que usarão sua curiosidade nata para obter uma variedade considerável de alimentos, esquivando-se de predadores. O problema é que quanto mais tempo as aves passarem em cativeiro, menor o potencial de desenvolvimento cerebral, sendo menos flexíveis às mudanças, o que as torna mais vulneráveis ao ataque de predadores.


O plano é soltar, naquele espaço, aves de mais ou menos seis meses de vida, que podem retornar ao viveiro de ambientação quando quiserem, recebendo alimentação suplementar durante o período de transição entre o cativeiro e a vida livre na natureza (método conhecido como soft release).


Em 2014, nasceram 20 filhotes de ararinhas-azuis nos três criatórios particulares que abrigam exemplares da espécie, localizados no Brasil, Alemanha e Catar. “Percebemos que, aos poucos, essa ave pode voltar ao seu habitat”, diz, confiante, a analista ambiental do ICMBio/Cemave, Camile Lugarini. Ela esclarece que a região de Curaçá foi escolhida pelos especialistas “por sabermos que nesse município foi observado, há anos, o último macho da espécie e por ser uma área confirmada de distribuição histórica das ararinhas-azuis”.


A reintrodução das aves ocorrerá no período de chuvas, quando a disponibilidade de alimento será maior, entre os meses de dezembro e fevereiro. Estações de alimentação serão colocadas em árvores altas, facilitando o monitoramento da espécie e a suplementação alimentar. As aves serão soltas no período da manhã e, se necessário, ficarão presas no espaço de ambientação durante a noite, se retornarem ao recinto.


PLANEJAMENTO
Na verdade, Curaçá já está se preparando para receber as ararinhas-azuis. Em janeiro deste ano, dias 16 e 17, ocorreu uma reunião na cidade para tratar da reintrodução da ave na região. Representantes do poder público (MMA e ICMBio) e de associações populares, instituições estaduais e organizações não governamentais, e da prefeitura municipal de Curaçá debateram sobre um conjunto de ações com essa finalidade.

As ações contemplarão cinco eixos: proteção da Caatinga; adoção de práticas agroecológicas e agroflorestais para a preservação da espécie na área de uso das aves; melhoria da qualidade de vida da comunidade local; fiscalização e monitoramento; e educação, cultura, comunicação e engajamento da comunidade na proteção da espécie.


Para reforçar a estratégia conservacionista do governo federal, a coordenação do Programa Bolsa Verde, instituído pelo MMA, pretende incluir no programa as famílias da região que vivam em situação de extrema pobreza nas áreas tidas como berçário de animais ameaçados de extinção.  

CONSERVAÇÃO
O Programa Bolsa Verde visa beneficiar famílias que atuem na conservação do ambiente e na proteção de espécies ameaçadas de extinção, trazendo benefícios sociais à comunidade de Curaçá, inclusive com apoio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

A diretora de Extrativismo do MMA, Juliana Simões, explica que o Bolsa Verde visa apoiar as ações de conservação ambiental, além de produzir benefício social à comunidade.

O Programa de Apoio à Conservação Ambiental Bolsa Verde foi lançado em setembro de 2011 pelo governo federal. O propósito é repassar, a cada trimestre, R$ 300 a famílias em situação de extrema pobreza e que vivem em áreas consideradas prioritárias para conservação ambiental.

O benefício é concedido por um período de dois anos, com possibilidade de renovação. O objetivo é aliar o aumento de renda dessas populações à conservação dos ecossistemas e ao uso sustentável dos recursos naturais.

MATÉRIA RELACIONADA:
Bolsa Verde ajuda a proteger ararinhas-azuis

Mais um maravilhoso resgate da ONG Animal Aid.

https://www.youtube.com/watch?v=lVmm04OH8RI&nohtml5=False


 

Vídeo: Homem arrisca sua vida para salvar porquinho de afogamento

Resultado de imagen para porquinhos imagens

Depois de cair em um poço, um porquinho exausto e aterrorizado foi incapaz de sair da emboscada, já que estava lutando para não se afogar. Sabendo deste ocorrido, uma equipe de resgate foi correndo ao local onde o pobre animal estava passando por um momento difícil – chegando lá, um homem arriscou sua vida para salvar o pobre animal.

Confira:  https://youtu.be/OGh_1cBX5Zw





quarta-feira, 6 de abril de 2016

Video lindo: Vangelis, la petite fille de la mer.

https://www.youtube.com/watch?v=UdPOCQGYwrk


 

Beleza versus crueldade.


Prefeitura de Cuiabá planta 1,5 mil árvores por semana. Meta é 10 mil até fim de abril


Aniversário da cidade foi "pretexto" para a ação


Imagem: Tchélo Figueiredo/Prefeitura de Cuiabá
A Prefeitura iniciou, ao fim de março, o plantio de 10 mil árvores por toda a cidade, em ação que se estenderá até o final do mês de abril. O primeiro local a receber cerca de 500 mudas foi o Morro do Condor, no bairro Coophamil, totalmente revitalizado.

O secretário de Serviços Urbanos, José Roberto Stopa, explicou que a iniciativa visa recuperar o título de “Cidade Verde” para o município e a quantidade deverá ultrapassar o número de espécies retiradas para as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

“Serão plantadas em torno de 1,5 mil mudas por semana, durante as comemorações do aniversário de Cuiabá. O objetivo é de que todas as vias sejam arborizadas, pois além do embelezamento, as árvores garantem uma temperatura mais amena e agradável”, disse Stopa.

Segundo ele, a Avenida Archimedes Pereira Lima ( Estrada do Moinho) será uma das vias totalmente arborizadas durante a ação e deve receber mudas de espécies nativas e ornamentais. “Ainda estamos fechando a lista completa dos locais que receberão árvores, mas as grandes avenidas estarão incluídas”, comentou o secretário.

Iniciativas para promover a arborização da cidade são realizadas desde o começo da gestão, com doação de mudas no Horto Florestal e ações voluntárias com Organizações Não Governamentais (ONGs). Em fevereiro, teve início o programa Plante uma Árvore, que incentiva os moradores a plantarem mudas nas calçadas e quintais das casas.

“Somente no primeiro mês do programa, foram plantadas mais de 150 mudas. Com esse programa, temos a garantia de que a planta não morrerá, uma vez que o plantio é feito por técnicos da secretaria, que orientam os moradores a respeito dos cuidados que a espécie escolhida requer”, explicou Stopa.

Qualquer pessoa interessada pode fazer o pedido através do Facebook da Secretaria de Serviços Urbanos, informando endereço, tipo de muda e se no local há rede elétrica próxima. Ou retirar as mudas desejadas diretamente no Horto Florestal.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá

Veja também:

-Nova Iorque conclui meta de plantar um milhão de árvores dois anos antes do prazo

Há mais de mil anos, vikings já faziam casas com "telhado verde"


Vilas inteiras eram construídas com pedras e madeira, recobertas por vegetação

Casa
Quando pensamos em vikings, a primeira imagem que nos vem a cabeça é a de um exército de guerreiros ferozes usando armas e capacetes com chifres. Mas você sabia que esses famosos escandinavos também foram grandes construtores de telhados verdes?


As fotos que vemos são reconstituições do que seria a arquitetura sustentável viking praticada muitos séculos antes da utilização de terraços jardins na arquitetura moderna ou dos parâmetros de sustentabilidade do certificado Leed.


As edificações tradicionais ficam localizadas em L’Anse aux Meadows ("Caverna das águas vivas", em tradução livre), no extremo norte da ilha de Terra Nova, no Canadá. O vilarejo é um sítio arqueológico declarado como patrimônio mundial pela Unesco em 1978, que reúne alguns exemplos de como as cidades do povo nórdico eram formadas.


L’Anse aux Meadows, que quase pode passar despercebida aos olhos de um observador (devido à camuflagem natural), já foi uma pequena cidadela movimentada com oito edificações construídas pelos vikings cerca de cinco séculos antes da chegada de Cristóvão Colombo ao continente americano.


Como as construções originais datam um período muito antigo, foram erguidas reconstruções a partir de estudos históricos e arqueológicos, e vestígios encontrados no local. Segundo essas pesquisas, as casas eram feitas com pedras e madeiras locais e seus telhados eram cobertos por vegetação gramínea, que servia como um isolante natural.

Atualmente, o sítio é aberto a visitação e, dentro das casas, são expostos objetos utilizados pelos vikings. Confira uma propagando do passeio.Confira o video:

https://youtu.be/cDfOHFUBEc4



Fonte: Arquitetura Sustentável

Park Way. Corrupção.A propaganda do mal.




Prezados,

As propagandas sub- reptícias sobre comércio já começaram! O Governo, os especuladores imobiliários, alguns poucos habitantes mal intencionados, querem convencer a população a implantar comercio no Park Way.


Por que? Para conseguir votos dos comerciantes e conseguirem a médio prazo adensar nosso paraíso.Parece até que as plantas de prédios de 22 andares já estão sendo elaboradas! Para tanto precisam de votos, mas, como morador dificilmente vai votar pela construção de prédios e pelo conseqüente  adensamento populacional do Park Way, precisam do voto dos comerciantes.

A propaganda é sub-reptícia.
Fotos de vovós boazinhas, meigas, que afirmam à imprensa que adoram o Park Way, mas que gostariam de poder contar com um comerciozinho pequeno, básico, pertinho da casa delas, onde elas pudessem ir a pé comprar o leitinho dos netinhos, o lanchinho das criancinhas (vocês conhecem o engodo, a ladainha), já começaram a circular.

Um pãozinho, fresco, uma padaria pequena, limpinha, que mal pode fazer?

Se vocês procurarem na memória vão se recordar que as grandes destruições feitas pelo Governo começaram assim. No diminutivo.No eufemismo: um pedacinho da Amazônia, um cantinho da Floresta Atlântica, um matinho do Cerrado, um prediozinho de poucos andares no Guará, ou em Águas Claras, uma invasãozinha apenas de catadores de lixo no Parque Nacional...

Comerciozinho, leitinho, lanchinho para as criancinhas, invasãozinha, e assim o monstro começa a ser gerado. A padaria se multiplica, seus donos querem mais lucro para tanto precisam de mais clientes, mas como fazer? As frações são poucas, os lotes gigantescos mas pouco habitados em nome da preservação ambiental.Mas comerciante não quer saber de preservação ambiental e pleiteiam, junto ao Governo, o adensamento populacional do Park Way! 


Votaramm, com a ajuda do Sindicato da categoria, na Conferencia das Cidades, o Governo conforme o hábito, ajudou a manipular o resultado das votações permitindo que trouxessem ônibus cheios de representantes da classe para votar, para burlar os moradores, fraudar as eleições, superando, em número, os votos dos moradores contrários ao adensamento populacional, à construção de prédios, à licitação das areas verdes.


Denunciados pelos moradores escandalizados com o engodo, os comerciantes se fizeram de vítimas, justificaram a fraude sob a alegação de que precisam sustentar suas famílias, reclamam para o Governador..."afinal pagamos impostos!"

E não adianta querer “amarrar”, controlar o comercio. Moradores ingênuos, mal informados, ludibriados por aqueles que querem obter vantagens econômicas à custa da qualidade de vida no Park Way, insistem que o problema poderá ser resolvido através da imposição de normas, regulamentos, restrições, proibindo a mudança de destinação, proibindo a futura padaria de virar Casa de Chope, a farmácia de virar motel ou proibindo a construção de quitinetes sobre a futura pet shop. 

Ora, o Lago Sul não conseguiu controlar o comercio, nem o Lago Norte. Tampouco o Plano Piloto, apesar de ter sua área tombada pela UNESCO. Vejam a briga pelas pousadas nas 700!!

Ouvi recentemente na CBN que a presidente da Associação Comercial-DF apresentou um projeto na CL-DF apontando, como sugestão de estacionamentos, as áreas verdes das 100, 200 300 e 400, desocupadas para facilitar o acesso aos usuários do comércio local. Já imaginaram a Ilha de Calor que essa iniciativa irá gerar?

Não existe no DF atualmente comercio controlado!Que obedeça aos regulamentos!.

  Sem Plano Diretor Local que o Governo Arruda nos tirou. Com a falta de fiscalização que existe. Sem participação ativa da sociedade no processo de governança. Sem haver um conselho da APA Gama Cabeça-de-Veado que seja deliberativo e não consultivo, quem de fato acredita em Comércio Organizado??? Parece até o termo usado pelo GDF quando fez o PDOT de 1997 e criou a pérola de "área prioritária para monitoramento". Como se apenas aquelas áreas precisassem ser monitoradas. Sabe o que ocorreu??? As áreas monitoradas são, hoje, ...os condomínios do Colorado!!!

Todos vocês estão cientes, as leis, as restrições, as normas, no Brasil, só servem para serem descumpridas. Violadas. E o exemplo é dado pelo próprio Governo, através de sua grileira oficial, a TERRACAP, que desmatou a área verde do conjunto 01, da quadra 14, apesar de decisão contraria do MP e do TJDFT.

Se leis, determinações, regulamentos no Brasil fossem levados a sério, fossem obedecidos, aquele boteco que vende bebida alcoólica para menores de idade, localizado ao lado da feirinha da Quadra 14, já teria sido retirado. As invasões já teriam sido expulsas, o Setor Noroeste não existiria, na 901 não seriam construídos hotéis e os corruptos do Governo já teriam perdido o mandato. Mas não é isso que acontece, não é?


Se houvesse algum tipo de controle sobre as atividades comerciais, não haveria puxadinhos, as quadras 102/302 (rua das farmacias) não estariam entupidas de mendigos e de drogados que deixam seus detritos de TODO O TIPO INCLUSIVE HUMANOS nas calçadas.Se houvesse algum tipo de segurança os estabelecimentos comerciais não estariam fechando as portas como estão por medo de assaltos.

Infelizmente existem também os moradores mal intencionados, aqueles que querem lucrar com um eventual adensamento do Park Way, como os especuladores imobiliários que compraram vários lotes no Park Way não para morar, mas para especular, os proprietários de Casas de Festas e  ; --essa é a parte mais triste-- alguns arquitetos- urbanistas que gostariam de vender projetos arquitetônicos de centros comerciais à SEDHAB:” projetos arquitetônicos para realizar intervenções de infraestrutura na dinâmica urbana do Park Way”.  


Fui abordada por um deles durante a Conferencia das Cidades.Esses são, em minha opinião, os mais cruéis pois, como urbanistas, sabem que a implantação de comercio significa o fim da qualidade de vida no Park Way, o fim do Park Way como conhecemos agora, mas insistem na implantação de um “comercio pequeno, fácil de ser controlado”, como se isso fosse possível, como se fosse possível controlar alguma coisa no atual Governo, com as empreiteiras e a TERRACAP fazendo o que querem,  que não tem vergonha de manipular as Conferencias da Cidade, as Audiências Publicas.


Se não manipulam o resultado não dão publicidade,  não informam a comunidade de sua realização e depois dizem que "o povo não compareceu"...para desculpar suas destruições ambientais.


Esses arquitetos que querem nos convencer a implantar um comerciozinho controlado querem na verdade lucrar com a venda de seus projetos ao Governo.
Amigos,


O Governo está querendo adensar o Park Way, incluir nossa RA no seu Plano de Desenvolvimento de Habitações Populares. Seus representantes ficam com água na boca quando pensam nos milhares de casas populares que poderão implantar nas nossas enormes e perfeitas áreas verdes que, mesmo sendo queimadas anualmente, conseguem se recuperar.

E comércio, então? Quantas centenas de lojinhas estilo W3 não poderão ser construídas aqui? Quanto imposto para enriquecer o governo e os governantes não poderá ser recolhido?

E quando tudo isso acontecer será que algum morador do Park Way ficará feliz? O que aconteceu com a vovó que queria uma padaria pertinho de casa para comprar  leitinho para os netinhos?

Ela não sai mais de casa porque ficou muito perigoso circular sozinha pelo Park Way.
Sobretudo a pé. Afinal a média de assaltos a estabelecimentos comerciais no DF aumentou em 25%, agora é de 20 por dia!
 
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/04/28/i,300053/medo-ronda-os-comercios-de-todo-o-df-apos-aumento-de-roubos-e-furtos.shtml


Assim, no final, quem saiu ganhando?O Governo.
Quem saiu perdendo? Os moradores. 

Nós!

Pensem nisso!


Flavia Ribeiro da Luz
Presidente da Associação Park Way Residencial

As Cinco Etapas da Morte do Park Way.Ou de qualquer bairro exclusivamente residencial na atual conjuntura.


Embora eu não seja contra comercio tenho de admitir que, na atual conjuntura política em que vive o Brasil, o comercio será o fim do Park Way (ou de qualquer bairro exclusivamente residencial e de proteção ambiental) como ele é agora. Vejam só.

Os ambulantes da quadra 14 vão continuar existindo, uma vez que achar que comercio legalizado acaba com ambulante é um ledo engano.Provavelmente vão triplicar de numero uma vez que ambulante gosta de se instalar em áreas comercias onde o afluxo de clientes é maior.Basta verificar o numero de ambulantes que tem o Núcleo Bandeirante.

Primeira etapa: Devido ao tamanho do Park Way--- uma área comercial não será suficiente. Vão ser preciso varias. Varias áreas comerciais vão afetar o transito e vai aparecer o problema de estacionamento e de congestionamento das vias internas que são estreitas etc...As ruas serão alargadas para facilitar o transito, as áreas verdes virarão asfalto e na 14 circularão ônibus e caminhões.O congestionamento na 14 vai piorar e muito.

Tem gente querendo colocar um comercio mais expandido na 14, na frente da Vila Cahuy. O resultado será o mesmo.Obviamente esse comércio expandido atrairá os moradores daquela Vila, bem como aquelas pessoas que circulam pela EPIA diariamente.Pessoas que pouco tem a ver com o perfil do morador do Park Way.

Segunda etapa- Para cuidar das lojas que vão ser implantadas, vai ser preciso contratar mão de obra assalariada. Essa mão de obra vai precisar de ônibus para se locomover e lugar para morar. Como os ônibus são escassos, provavelmente essa mão de obra vai querer morar no trabalho, isso é, nas lojas e vão surgir os puxadinhos... Quando essa mão de obra quiser trazer a família, vão surgir as invasões que, com toda a certeza, serão, depois de algum tempo, regularizadas pelo Governo. Caso seja aumentada a frota de ônibus, na maioria dos casos, os trabalhadores vão querer morar no emprego por ser mais conveniente e mais barato. As tarifas de ônibus estão caras e morar no emprego fica mais fácil e mais barato.

Terceira etapa. Essa mão de obra que será responsável pelas invasões e pelos puxadinhos vai trazer a família para morar no local de trabalho. Esse fato poderá aumentar o índice de criminalidade no Park WAY. E o aparecimento de flanelinhas e o aumento no numero de ambulantes.E moradores de rua, problemas esses que não temos agora.

Quarta etapa. Comerciante precisa de freguês para sobreviver. A baixa densidade demográfica do Park Way vai acarretar a mudança de destinação de inúmeras lojas. Por exemplo. A padaria simpática pode se transformar em boteco, ou em discoteca e os moradores daquela quadra que estavam satisfeitos por terem pão fresquinho do lado de casa vão ter de sofrer com a musica alta, o barulho, bêbedos brigando às 3 da manhã, lixo, carros estacionados na frente do portão de casa. E a desvalorização dos seus lotes residenciais.

Quinta etapa. Comerciante precisa de freguês e gostaria de aumentar a densidade demográfica do Park Way. É claro que o aumento populacional irá agravar o problema de água, de transito, de estacionamento no Park Way. Mas comerciante não está preocupado com o conforto dos moradores e, sim, com o lucro que puder obter. A TERRACAP vai ficar feliz com a possibilidade de poder finalmente lotear as áreas verdes.

E comerciante vota e participa energicamente das conferencias e audiências publicas sobretudo daquelas com o objetivo de modificar a Lei de Uso e Ocupação do Solo. Na próxima Audiência Publica para PDOT ou LUOS , caso a regularização de comercio no Park Way seja sugerida, os comerciantes serão a maioria. Dez comerciantes para cada morador (porque morador não gosta de participar de audiências publicas).


O Sindicato dos comerciantes vai ocupar todos os assentos. Representantes da TERRACAP vão estar presentes. E também vão votar em massa pela permissão de construção de edifícios no Park Way.

   Os empresários e comerciantes vão obviamente trazer sua claque. Os moradores     vão   ser   engolidos pelo sistema e só vão perceber o que perderam quando os tratores chegarem e começar o desmatamento.

Flavia Ribeiro da Luz

Associação Park Way Residencial