segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Mercado aposta em alta de apenas 0,30% para PIB em 2014

Cenário


Pela 17ª semana consecutiva, o relatório Focus trouxe piora das expectativas para o crescimento econômico do Brasil

Há quem já se trabalhe com projeções negativas para a atividade econômica
Há quem já se trabalhe com projeções negativas para a atividade econômica (Koichi Kamoshida/Getty Images/VEJA) 
 
O relatório semanal Focus trouxe pela 14ª semana consecutiva queda na estimativa para o crescimento econômico do Brasil em 2014. Ao passar de 0,33% para 0,30% a expectativa para expansão do Produto Interno Bruto (PIB), o mercado dá claros sinais de que as chances de recuperação no curto prazo são baixas e o indicador se aproxima da estabilidade.

Em relatórios individuais de corretoras e bancos, já se trabalha com projeções negativas para a atividade econômica deste ano.  Para 2015, a estimativa é de avanço de 1,01% - na semana passada ela estava em 1,04%.

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O Focus mostrou ainda pequeno ajuste na projeção de alta do IPCA, índice que mede a inflação, neste ano: a expectativa é que ela feche o ano em 6,30% e não mais 6,29% como esperado na semana passada. Para 2015, passaram a ver inflação oficial em 6,28%, ante 6,29%.

Economistas de instituições financeiras também reduziram a perspectiva de aperto monetário em 2015 e passaram a ver a Selic em 11,25% no final do ano. Por semanas eles mantiveram a expectativa em 11,5% até então, de acordo com pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira. Para este ano, a mediana das estimativas na pesquisa permaneceu em 11%, atual patamar da taxa básica de juros.

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Estado islâmico convoca seguidores a matar cidadãos dos países de coalizão antiterrorista

Terrorismo


'Vocês não se sentirão seguros nem em seus quartos e os atacaremos em sua terra', ameaça um porta-voz jihadista em um vídeo publicado na internet

O terrorista Abu Mohammed al Adnani em um vídeo divulgado na internet
O terrorista Abu Mohammed al Adnani em um vídeo divulgado na internet (Reprodução/internet/VEJA)
O grupo extremista Estado Islâmico (EI) pediu nesta segunda-feira que seus seguidores matem os cidadãos dos países que participam da aliança criada pelos Estados Unidos contra os jihadistas. “Se você pode matar um infiel americano ou europeu, especialmente o vingativo e sujo francês, ou um australiano ou um canadense, ou qualquer um dos infiéis que fazem a guerra, incluídos os cidadãos dos países que entraram na coalizão contra o EI, então confie em Deus e o mate de qualquer maneira”, diz porta-voz do grupo, Abu Mohammed al Adnani, em um vídeo divulgado na internet.


“O EI não começou a guerra contra vocês, tal como fizeram imaginar seus governos e meios de comunicação. Vocês que começaram a agressão contra nós”, fala Adnani, advertindo que os cidadãos dos países da coalizão “pagarão um alto preço” por seu envolvimento na guerra. O jihadista previu o “colapso das economias” destes Estados, assim como graves ferimentos e morte para aqueles que são enviados para combater os radicais.

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“Vocês [os cidadãos dos países da coalizão] pagarão o preço sentindo o medo de viajar para qualquer lugar, quando caminharem pelas ruas, virando para a direita e esquerda, temendo os muçulmanos. Não se sentirão seguros nem em seus quartos e os atacaremos em sua terra”, afirmou o porta-voz do EI. Segundo o extremista, os EUA e seus aliados permaneceram “inalterados diante do sofrimento” dos muçulmanos sunitas nas mãos dos regimes sírio e iraquiano.

Os Estados Unidos começaram a bombardear posições do EI no Iraque em 8 de agosto e depois a França adotou a mesma postura. O governo americano trabalha para construir uma coalizão internacional – integrada por enquanto por trinta países – para lutar contra o grupo extremista no Oriente Médio e aniquilar suas células e colaboradores em outros países.

Síria – O EI tomou mais de cem povoados de maioria curda nos arredores da cidade de Kobani, na província de Aleppo, no norte da Síria, informou nesta segunda Esmat Sheij Hasan, que faz parte das forças de defesa curdas. A ofensiva dos jihadistas contra a região, um dos principais redutos curdos da Síria, começou na terça-feira passada e provocou a fuga de mais de 130.000 cidadãos curdos para a Turquia, segundo números divulgadas hoje pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

Hasan disse que estão ocorrendo choques intensos entre o EI e as Unidades de Proteção do Povo Curdo em áreas ao leste, sul e oeste de Kobani. Ele revelou que os radicais islâmicos empregam armas pesadas e tanques na ofensiva, e solicitou ajuda da comunidade internacional para evitar um “massacre”. Dentro de Kobani, a situação humanitária é grave porque a população está sem alimentos e água, alertou Hasan.

O EI proclamou um califado no Iraque e na Síria em 29 de junho nos territórios da Síria e do Iraque sob seu domínio. Os curdos estão demonstrando uma forte resistência ao avanço dos extremistas sunita tanto no território sírio como iraquiano. Os curdos sírios se concentram principalmente na província de Al Hasaka e nas regiões de Afrin e Kobani, também conhecida como Ain Arab, assim como em Aleppo, e representam 9% da população do país.
(Com agências EFE e France-Presse)

A rainha e o plebeu no império da guerra política

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Querem ter uma ideia de quanto Aécio precisa comer arroz com feijão para que ele não precise lavar a boca com sabão antes de falar em “estratégia política”? Então veja o que ele disse a respeito de mais um ato vergonhoso das instituições do governo (a correção na sexta dos dados do PNAD que foram divulgados na quinta):
É impressionante o dano que o governo federal vem causando às instituições do país. Na ânsia de se manter no poder, o governo não hesita sequer em colocar em xeque instituições que são guardiãs da memória da sociedade brasileira [...] A pressão do governo sobre os pesquisadores e demais profissionais de institutos como o IBGE e Ipea e o sucateamento desses acabam colocando em dúvida todos os dados apresentados, inclusive, e sobretudo, os positivos. Os  erros não são pequenos. É o governo do PT acabando com a credibilidade de nossas mais sérias e conceituadas instituições.
Ele está certíssimo e tem os fatos em mãos. Mas o que todo esse falatório implica em impactos na vida do cidadão comum? Ele vai ter menos empregos? Vai passar fome? Não há absolutamente nada disso no discurso de Aécio. Ou seja, ele tem os fatos, mas não os comunicou na linguagem adequada. O resultado fica perto da nota zero.
Agora vamos rever o que disse Dilma a respeito de “boatos sobre Bolsa Família” (que ela mesmo inventou):
Tem uns que dizem que o Bolsa Família, nosso programa mais importante, o programa que nós consideramos o mais forte para reduzir pobreza e desigualdade, junto com emprego e aumento de salário, vai acabar. Vai acabar se eles forem eleitos.
A diferença é descomunal, mesmo que ela esteja mentindo. Ela simplesmente disse que se os adversários forem eleitos, muitas pessoas vão deixar de ter o que comer.

Essa é a diferença que faz toda a diferença: jogar a guerra política, que, como todos os leitores deste blog já devem estar cansados de saber, envolve o uso de símbolos de medo e esperança, posicionamento em favor dos mais humildes e uma retórica apelando ao coração.

No império da guerra política, a luta deve ser entre reis e aspirantes ao reinado. Lutar para ser um rei não é algo tão trivial. É preciso que a coisa seja levada a sério.


Exatamente por isso, é deprimente ver um candidato que muitas vezes pensa como plebeu.

Dilma Rousseff usa uma forma de meta-boataria para capitalizar com informações falsas sobre Bolsa Família

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Quando um desonesto contumaz não é desmascarado suficientemente, ele adquire um poder quase absoluto. Esta é a candidata Dilma Rousseff, que se não fosse pelo escândalo do Petrolão provavelmente já estaria liderando as pesquisas com foco em vitória no primeiro turno. Isso por que ela adquiriu o poder de criar mentiras em uma quantidade muito maior do que seus adversários podem rebater, até por que estes adversários não estão focados suficientemente em desconstruir os petistas no mesmo grau em que os petistas estão desconstruindo-os. Aí já vira covardia!


Por exemplo, veja este discurso de Dilma ontem, 20/09, na Zona Sul de São Paulo:
Faltam poucos dias para a eleição e, neste momento, o clima fica um pouco quente e nós sabemos que começa uma série de mentiras e boatos falsos por aí [...] Tem uns que dizem que o Bolsa Família, nosso programa mais importante, o programa que nós consideramos o mais forte para reduzir pobreza e desigualdade, junto com emprego e aumento de salário, vai acabar. Vai acabar se eles forem eleitos.
Falamos aqui do estado da arte em termos de guerra política. Tudo bem que o recurso é desonesto até dizer chega. Mas que é uma pequena obra de arte da política, quanto a isso não há dúvidas. (Atenção: Eu nunca disse neste blog para que seja promovida a política suja. Porém, se o seu adversário usar política suja e você não fizer nada para neutralizá-lo, preferencialmente com desmascaramento, ele conseguirá capitalizar. Daí nos resta aplaudir o oponente.)

Essencialmente, ela disse que “estão lançando boatos” dizendo que o Bolsa Família vai acabar. Perguntas podem ser feitas. Por exemplo, quem lançou o boato? De onde ele surgiu? A resposta é clara: da cabeça de Dilma Rousseff (ou de seu marqueteiro). Simplesmente os petistas inventaram que existem boatos dizendo que o “Bolsa Família vai acabar se o PT for eleito”. A partir daí, Dilma se posicionou como uma “neutralizadora” deste boato dizendo: “Bolsa Família não vai acabar com o PT eleito, mas acabará se eles forem eleitos”. Em suma, ela lançou um boato tanto sobre Aécio como Marina.

Essa eleição será decidida por um fator e um fator apenas: a capacidade que a oposição terá para neutralizar e rebater uma quantidade industrial de mentiras e truques vindos do lado do PT. Estamos agora chegando no nível da meta-boataria, onde a presidente inventa um boato inexistente no momento de criar novos boatos. É um ritmo tão alucinante de mentiras que pessoas sem sangue frio não conseguirão resistir. A capacidade de reagir bem a um manancial de embustes é o aspecto mais poderoso a ser desenvolvido para quem quiser vencer o PT nesta eleição.

Paulo Roberto Costa parte para a zoeira contra os pobres… e a oposição, onde está?

onde está?

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Conforme o blog de Leandro Mazzini, o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa ironizou especialmente os pobres honestos em uma agenda encontrada pela PF em uma devassa do material recolhido de seu escritório.
Leia um pouco mais:
Entre contas e nomes de possíveis propinados em muitas páginas, numa delas Paulo citou uma pensata do saudoso Millôr Fernandes:

Acabar com a corrupção é o objetivo supremo de quem ainda não chegou ao poder’.
Em outro trecho, logo abaixo, nova frase: ‘o rico acorda tarde para reclamar /o pobre acorda cedo para trabalhar’.

Paulo Costa continua detido na Superintendência da PF em Curitiba, onde presta depoimentos sigilosos à Justiça, sob delação premiada.
O que ambas as frases nos dizem? De início, a tentativa de relativizar a corrupção (o que demonstra o como para eles ser corrupto é normal) e, em seguida, um desprezo por aqueles que não praticam a corrupção.

Avançando ainda mais nesta desconstrução, podemos claramente apontar a conjunção de ambas as frases como a mensagem: “Corrupção é a regra, e quem é esperto não precisa trabalhar, mas roubar dinheiro público, o que é o novo caminho do sucesso na era do PT”.

Porém, a maioria da população sofre exatamente por causa disso. No que tenho a perguntar: o que a oposição vai fazer em relação à mais essa afronta?

Se o PT se vende como “o partido dos pobres” como ainda terá moral para usar este epíteto após a divulgação da agenda de um diretor que fazia esquemas para beneficiar o partido e seus aliados? A frase de Costa é uma ofensa a todos os pobres honestos.

Simon: ‘Lula renova política com Maluf e Sarney’


Josias de Souza

Reprodução/Facebook
Para alguns de seus ex-amigos, Lula tornou-se um típico político brasileiro —grosso modo falando. Há três dias, Lula usou o senador Pedro Simon como escada para alcançar Marina Silva. “Que história é essa de nova política?”, indagou o padrinho de Dilma Rousseff num comício na cidade gaúcha de Caxias do Sul.

Lula prosseguiu: “É a nova política feita pelos velhos políticos. Aliás, tem uma aí que inovou tanto, tanto, que o Pedro Simon [84 anos] agora é candidato a senador com ela, defendendo ela. É uma nova política extraordinária!”.

Simon se deu conta de que, em campanha, o melhor amigo do homem é a incoerência. Abespinhado, o aliado de Marina sacou do coldre sua ironia. E disparou: “O Lula também renova a política. A diferença é que ele faz isso com o Maluf e o Sarney.”

Nova classe média!



Josias de Souza


- Via Aroeira.



Petrobras: delação faz Dilma exagerar no teatro




Josias de Souza


Sob a alegação de que precisa de “informações oficiais” para tomar providências, Dilma Rousseff exige receber uma cópia dos depoimentos do delator Paulo Roberto Costa. Requereu os papeis à Polícia Federal.


Nada feito. Reiterou o pedido ao procurador-geral da República Rodrigo Janot. Nem pensar.


Anunciou que baterá à porta do gabinete do ministro Teori Zavascki, que cuida do caso no STF. Qualquer resposta diferente de um categórico indeferimento será absurda.


Como presidente da República, Dilma é parte do problema, não da solução. Como candidata à reeleição, ela é devedora de explicações, não credora de informações. Pode começar explicando à plateia por que fala em adotar agora, sob pressão, providências que não adotou antes por opção.


Ninguém imagina Dilma e Lula com os pés em cima da mesa —ela com uma taça de champanhe, ele com um charuto entre os dedos— combinando os termos da transição: “Na Petrobras, não mexa no Paulinho e nos outros diretores sem combinar com a turma do Congresso. Você sabe: a governabilidade tem seu preço.” Do mesmo modo, é difícil imaginar que a Petrobras tenha sido entregue a saqueadores sem o conhecimento de Dilma.

Embora não seja a gerentona que Lula inventara em 2010, Dilma mantém a bolsa limpa, até prova em contrário. Mas o fato é que, por seu estilo e seu discurso, não pode alegar desconhecimento e transferir responsabilidades. Ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras, sempre jactou-se das maravilhas do setor petrolífero. Se a estatal virou essa bomba que ameaça explodir no seu colo, Dilma só pode culpar o antecessor e a si mesma. Ou a quem colocou ou permitiu que ficasse no comando.

Abalroada pelo escândalo em plena campanha eleitoral, Dilma decidiu seguir duas linhas de defesa: a linha “não sabia” e a linha “me dêem as provas que eu passo a vassoura.” Às vezes exagera no teatro. Como na entrevista em que ela se irritou ao ser indagada, na semana passada, sobre a propina de R$ 1,5 milhão que Paulo Roberto Costa teria mordido na compra da refinaria de Pasadena.

“…Sou a favor de investigar, nada de colocar para debaixo do tapete”, disse Dilma. “Acho que o maior mal atual é a impunidade. Investiga-se, descobre-se o malfeito e não condena, cria a sensação de que não teve pena nenhuma. Sabe por que protege com a impunidade? Porque você não prende, não pune e só tem um jeito: tem que punir. Por isso é que se diz: tolerância zero.” Conversa mole.


Se Dilma fechasse as usinas de escândalos, haveria menos matéria-prima para investigações. Desde que a cúpula do PT foi enviada para a Papuda, a impunidade deixou de ser o maior mal. Ficou demonstrado que já é possível julgar, condenar e prender. O que atrapalha é a inclusão dos presidiários no rol dos herois do PT. E a ilimitada tolerância com o apadrinhamento de bandidos para postos de comando.

Entre os beneficiários do petrolão, Paulo Roberto Costa teria mencionado o ministro Edison Lobão. Dilma alega que não pode afastar o afilhado de José Sarney sem que lhe sejam providas as “informações oficiais”. Com uma biografia tão precária no comando da pasta de Minas e Energia e a Petrobras de ponta-cabeça, uma coisa é certa: o pedido de Dilma para ter acesso ao teor da delação, por teatral, não merece ser levado a sério.

Editoriais do Diario do Poder


  •  


    Editorial
    O osso do PT
    Publicado: 19 de setembro de 2014 às 10:29

    O Brasil tem um sério problema pela frente. O Partido dos Trabalhadores (PT) simplesmente não está, em termos emocionais e políticos, preparado para a alternância do poder. Na hipótese – já não tão mais remota – de que a Presidente Dilma saia derrotada nas próximas eleições, vai haver muito choro e ranger de dentes e, o que promete ser mais grave, muitas ameaças e tentativas de desestabilização do futuro (se assim o decidir a maioria dos votos) novo governo.

    Como deixou claro Daniel Domingues Monteiro (Gramsci e a questão democrática no Brasil) uma parcela considerável da esquerda considera a democracia apenas como um instrumento para a conquista do poder:  adotaram “as conquistas democráticas – pluripartidarismo, liberdade de expressão etc. – como parte inalienável da futura sociedade socialista e, por outro lado, da radicalização democrática como meio de transformar revolucionariamente o país”.

    Líderes e base petistas sempre se perceberam como que ungidos pelo povo e que, portanto, sua chegada ao poder teria sido para sempre. Aproxima-se a hora, portanto, de que talvez seja a Nação chamada a enfrentar, de maneira decisiva, a questão da relação entre a democracia e o projeto socialista de transformação social. Aflora, novamente a questão que há meio século atrás tanto angustiou o Partido Comunista Brasileiro , tema da famosa  declaração de março de 1958.

    Quem João Pedro Stédile, o presidente do MST, pensa que é?  Antes prometia guerra se Aécio ganhasse. Agora ameaça com terremotos se a vitória ficar com Marina. A Centra Única dos Trabalhadores (CUT), por intermédio de um de seus líderes, Adi dos Santos Lima, promete, no caso da derrota do PT “fazer o que fazíamos no governo Fernando Henrique Cardoso”.
  • DP Editorial
    Fim de festa?
    Publicado: 18 de setembro de 2014 às 17:33 -

    O mercado imobiliário de Brasília pode estar para sofrer impacto de grande monta, caso os eleitores e eleitoras do nosso Brasil tomem mesmo a decisão – que se esboça nas pesquisas de intenção de voto – de encerrar o contrato da Nação com a atual inquilina do Palácio do Planalto, nossa excelsa governanta e presidenta Dilma Rousseff.


    Se essa hipótese ocorrer, alguns milhares de companheiros e companheiras de seu partido, o dos Trabalhadores – que se habituaram nesses últimos doze anos com as vantagens e regalias de seus DAS (que permitiu que se convertessem temporariamente em funcionários, sem precisar passar por qualquer prova ou concurso público) – logo terão de esvaziar as gavetas, se preocupar com a questão da mudança e tentar arranjar um emprego em suas cidades natais.


    Como boa parte da equipe de sustentação do PT veio de São Paulo, é possível que o prefeito da capital Fernando Haddad possa, com engenhosidade (e a elasticidade que lhe permita o erário municipal) abrir algumas oportunidades para parte de seus correligionários, futuros eventuais desempregados.

    Se a situação se confirmar, outros prefeitos do partido deverão também ser chamados a colaborar, porque conseguir emprego no mercado não anda fácil para a maioria dos brasileiros, por conta da incapacidade do presente governo fazer o Brasil crescer nesses anos. Em Brasília é que esses prováveis futuros ex-DAS não terão o que fazer.

    Comentarios

    • Luis Gomes · 
      Sugestão para eleitor: em 05 de outubro próximo, munido do titulo de eleitor, compareça ao local de votação e tome uma decisão patriótica, faça um petista trabalhar para sobreviver.
    • Carlos Jose A. Esteves ·
      Está na hora dos petistas trabalharem, cada um na sua...cidade. Não fico preocupado com os propineiros, porque estes têm dinheiro nos paraísos fiscais, até a conclusão das investigações otimizadas pela delação premiada do Paulinho.
    • Milton Veiga ·
      Eles vão deixar de mamar nas tetas do governo, façam um político trabalhar não reelejam.
    • Inácio Pauferro de Pádua 
      Estes usurpadores do dinheiro do Erário Público deveriam ser mandados para CUBA para onde estão sendo transferidos U$ e baterem à porta dos Castros, bandidos da mesma estirpe., FORA PT e sua bandidagem.
    • Getulio Romão Campos ·autônomo
      Não concordo com o editorial. Muitos voltam para casa, muitos chegarão. Na minha opinião como corretor de imóveis ha 45 anos, nada muda. Troca de governo não altera o mercado.
      • Fernando Almeida · 
        Em que pese a sua opinião desta vez acho que vai ser diferente. Qualquer governo que seja sério ira cortar .milhares de funções que foram criadas sem qualquer critério técnico. A maioria foi político. Mas tenho uma sugestão: Cuba poderia criar um programa "mais alguma coisa" e empregar os indicados pelo PT no governo pagando a eles 30% do salario e o restante ao governo brasileiro pela competência que trataram as questões do estado brasileiro. Cuba teria milhares de emprego, inflação controlada, sistema de saúde perfeito, infraestrutura perfeita ,etc.

Oposição deixa para fevereiro processos contra enrolados no Petrolão

Escândalo na Petrobras
Petrolão: cassação de mandatos fica para 2015

Publicado: 22 de setembro de 2014 às 0:27

plenario congressoA oposição vai deixar para fevereiro de 2015 o pedido de cassação de mandato de deputados acusados pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa de participar de esquema de corrupção na Petrobras. O presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PSD-SP), alertou Chico Alencar (PSOL-RJ), que sempre ingressa com representações, que processos abertos este ano são arquivados com fim da legislatura, em dezembro.

Tampouco recomenda aposta em cassação, ainda este ano, o prazo de 90 dias entre instauração e término do processo. Não haveria tempo.

O ex-diretor da Petrobras denunciou mais de sessenta autoridades apenas na primeira fase da delação premiada. Mas tem muito mais.

Entre os delatados figuram o deputado Henrique Alves (RN) e os senadores Renan Calheiros (AL), do PMDB, e Delcídio Amaral, PT-MS.

Outros citados, segundo a revista IstoÉ, foram o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros) e o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). Leia na Coluna Cláudio Humberto.

  • Luiz Solano · 
    E quem não for eleito em 5 de outubro vai ser cassado?. Vão continuar defendendo bandidos.Eta Congresso Nacional paidégua
  • ferreiraseis (entrou usando yahoo)
    Gostei da frase do Faustão: "Mentira tem pernas curtas e 4 anos de mandato"!
  • Maroildo Oliveira · 
    No mínimo mais 6 meses de salários para esses bandidos!!!
  • Luis Felipe Rosa · Estácio
    Não, Luiz Solano, vão ser processados talvez pela justiça comum e quer saber. Pode ser que os resultados sejam até melhores para a sociedade porque como todos sabem o STF está mancomunado com o governo e ainda há a possibilidade do ministro da justiça ser nomeado por Dilma. Aí já era
  • Irineu De Liberali · 
    Esses "fiadaputas" vão fciar me chupando até o ano que vem?? Ahh uma metranca ponto 50!!!

Mesmo com 1/4 de toda a chuva do mês, nível do Cantareira volta a cair

VOTEM na Marina!


Mesmo após a chuva que atingiu a região da Grande São Paulo neste último final de semana, o nível do sistema Cantareira voltou a cair nesta segunda-feira (22). De acordo com o boletim da Sabesp divulgado nesta manhã, o maior manancial de abastecimento opera com 8% de sua capacidade.
O volume é 0,4 ponto percentual mais baixo do que o registrado na última sexta-feira. Na comparação semanal, o nível do reservatório caiu 1,1 ponto percentual.

Desde o começo do mês, choveu nas represas que integram o sistema o equivalente a 40 mm. Somente entre sábado (20) e domingo (21) choveu 10 mm na região – ou seja 1/4 do acumulado mensal.
O Cantareira atende, de acordo com a própria Sabesp, cerca de 8,1 milhões de pessoas na capital paulista (zona norte, centro e parte das zonas leste e oeste) e nos municípios de Franco da Rocha, Francisco Morato, Caieiras, Osasco, Carapicuíba, Barueri, Taboão da Serra, São Caetano, Guarulhos e Santo André.
O Sistema Alto Tietê -de onde sai a água de 3,1 milhões de moradores da zona leste de São Paulo, Arujá, Itaquaquecetuba, Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano, Guarulhos, Mauá, Mogi das Cruzes e Santo André- registra, nesta segunda, índice de 12,6%.

O nível permaneceu estável ante o relatório divulgado neste domingo.
CRISE
Na sexta (19), a ANA (Agência Nacional de Águas) anunciou sua retirada do comitê que assessora a gestão do sistema Cantareira, que passa por uma crise sem precedentes.

Ligada ao governo federal, a agência propôs a dissolução do grupo, criado em fevereiro por representantes seus, do governo paulista, da Sabesp e dos comitês das bacias que alimentam o sistema.

De acordo com ofício assinado pelo diretor-presidente do órgão, Vicente Andreu, a saída leva em consideração "as manifestações do dr. Mauro Arce", secretário de Recursos Hídricos do Estado.
Ele afirma que o secretário negou acordo, proposto por ele próprio ao grupo, para que a Sabesp reduzisse o volume de água que retira do Cantareira. E que a ANA deixa o comitê "especialmente" pela falta de novas definições sobre essa questão.

A agência defende a redução da vazão para poupar o sistema, mas, segundo especialistas,o governo não quer assumir esse compromisso para evitar o desabastecimento da região metropolitana.

Veja a reportagem multimídia da Folha sobre a questão da água no país.

Polícia Civil investiga morte de criança que caiu de prédio, em BH


22/09/2014 08h08 - Atualizado em 22/09/2014 08h54


Menino de 11 anos teve queda do quinto andar de um edifício.
Fato aconteceu no bairro Serra, na Região Centro-Sul.

Do G1 MG, com informações do Bom Dia Minas
A Polícia Civil investiga a morte de uma criança de 11 anos que caiu de um prédio, no bairro Serra, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, neste domingo (21).

Policiais militares foram os primeiros a chegar. Horas antes, o pai do menino, a namorada dele e o garoto de 11 anos tinham participado de uma festa no local.

“Segundo a Ana Paula, namorada do Henrique [pai da criança], teve uma festa hoje [domingo, 21] mais cedo. Após a festa subiram todos para o prédio, o namorado dela que é o Henrique, mais o filho de 11 anos. Aí, a criança entrou para o quarto, ficou sozinha no quarto por um período, a porta fechada”, disse o cabo Rubens Costa.

Essa foi a versão apresentada à PM pela namorada do pai do menino de 11 anos. O menino teria se assustado quando o pai entrou no quarto.

“Ele já estava com a outra perna do lado de fora, também. Na hora em que o Henrique caminhou para o lado do filho dele, Daniel, a criança se jogou do quinto andar”, falou o PM. O casal disse à polícia que desceu para socorrer o menino.
“A criança estava estendida no chão. Eles pegaram ela, levaram para o saguão. Aí, parece que tinham dois médicos na área da piscina. Escutaram aquele corre-corre, foram lá e prestaram os primeiros socorros. Só que a criança veio a óbito”, completou o policial.

A mulher disse que o adolescente parecia tranquilo durante o dia.

Na porta do Instituto Médico Legal (IML), parentes do garoto disseram que ele era alegre e que tinha um bom relacionamento com os pais.

As testemunhas contaram que havia uma cama-elástica no térreo, em direção da janela do apartamento, e acreditam que o menino tentou pular no brinquedo. Eles não quiseram dar entrevista.

7 estados têm proporção de candidatos indígenas maior que a média



candidatos indígenas
Das 27 unidades federativas do país, 7 têm a proporção de candidatos indígenas maior que a média da população da etnia nos estados. É o que mostra um levantamento feito pelo G1 com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A maior diferença de percentuais é encontrada no Piauí. Dos 403 candidatos concorrendo no estado, 4 são indígenas, o que corresponde a 0,99% do total. Já dos 3,1 milhões de habitantes, 2,9 mil são indígenas, um percentual de 0,09%. Os outros estados com representativa indígena maior nas eleições são Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Pará e Rio Grande do Norte.

Entre os outros 20 estados, 19 têm proporções menores de índios concorrendo que a média da população da etnia. Maranhão, Paraíba, Santa Catarina e Sergipe não têm nenhum candidato indígena. O Rio de Janeiro tem a mesma proporção. No geral, 0,33% dos candidatos concorrendo nas eleições deste ano se declaram indígenas. Em todo o Brasil, o percentual é de 0,43% da população.

No segundo turno vai ser diferente, diz Marina Silva em Manaus


21/09/2014 22h46 - Atualizado em 21/09/2014 22h55

Candidata do PSB diz ter esperança de ir para o 2º turno com Dilma.
Marina Silva afirmou também que não vai acabar com o Estado laico.

Adneison Severiano Do G1 AM
Marina Silva em comício em Manaus (Foto: Adneison Severiano)Marina Silva em comício em Manaus
Em comício em Manaus (AM) neste domingo à noite, a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, disse que o segundo turno da corrida eleitoral "vai ser diferente".

"Quero levar do Amazonas a esperança que vamos sim para o segundo turno. E no segundo turno vai ser diferente. Porque será dez a dez. É dez minutos para a Dilma e dez minutos para a Marina [na propaganda eleitoral na televisão]. Aí sim nos vamos ter tempo para mostrar a onda verde e amarela que tomou conta do Brasil. Em 2010, a gente fez a onda verde e foram 20 milhoes de votos. Dessa vez será a onda verde e amarela, que é a junção do verde da Marina e o amarelo do PSB de Eduardo Campos", declarou Marina.

A candidata do PSB observou que, atualmente, tem menos de dois minutos de propaganda eleitoral na TV, enquanto a presidente Dilma Rousseff tem mais de 10 minutos de tempo.

Marina Silva disse ainda que, após 30 dias de sua campanha, a "Velha República" está "tremendo de medo". "Não da Marina, mas da coragem do povo brasileiro", acrescentou.

Emoção e Estado laico
Durante o comício na capital amazonense, Marina Silva se emocionou ao lembrar do tempo em que vivia na cidade. Com a voz embargada, recordou que morou no Morro da Liberdade (bairro popular da Zona Sul de Manaus) e que lavava roupa com sua mãe no igarapé do 40 (que corta a cidade e que está poluído hoje em dia).

"Tenho nesse estado uma parte de mim (...) Eu tomei banho no igarapé do 40. Vi pela primeira vez a paixão de Cristo no Cine Poeira", disse, lembrando, também, que a primeira vez que viu um elevador na vida foi em uma loja de departamento em Manaus. Ela também afirmou que familiares moram até atualmente na cidade.

A candidata também afirmou que, mesmo sendo evangélica, não vai governar para apenas uma religião - se eleita for. "Estão dizendo por aí que eu vou acabar com o Estado laico por ser evangélica da Assembleia de Deus. O presidente não é eleito para ser pastor, rabino, ou padre e sim para defender os direitos do povo. Não vou acabar com o estado laico, que é uma conquista da Constituição e que nunca poderá ser derrubado. Não vou governar para uma religião", afirmou.

Críticas ao governo Dilma na área ambiental
Mais cedo, neste domingo, a candidata do PSB se encontrou com ambientalistas. Após a reunião, ela declarou que a presidente Dilma Rousseff é um "retrocesso na agenda do desenvolvimento sustentável".

"O atual governo tem implantado medidas que só fazem andar para trás na questão ambiental", disse ela, após reunião com ambientalistas em Manaus (AM).

Marina Silva também disse que o desmatamento voltou a crescer devido à falta de articulação das políticas atuais de preservação. Ela também disse que irá reduzir a zero perda de cobertura florestal do Brasil e que dobrará as áreas de florestas públicas de uso sustentável.

A candidata também criticou atual governo por supostamente não ter criado unidades de conservação florestal e pela não demarcação de terras indígenas nos últimos três anos. Marina Silva afirmou que vai implementar a verdadeira economia de baixo carbono, ressaltando que irá tirar do papel.

COMENTARIO

Marian é a esperança da Amazônia, a única esperança dos recursos hídricos, a única esperança de sustentabilidade, de um crescimento que respeite a natureza.O Aécio esta vendido para o agronegócio!! 

Mulher é morta pelo ex-marido com dez facadas em Taguatinga

Segundo a Polícia Civil, o filho do casal, de 12 anos, presenciou a cena
 
Uma mulher de 37 anos foi assassinada pelo ex-marido na madrugada de domingo (22), em Taguatinga Norte.

De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu na EQNM 36/38, por volta das 4h. A vítima foi atingida com pelo menos dez facadas na frente do filho do casal, de 12 anos.

A mulher trabalhava como cabeleireira e havia se separado do marido há cerca de três meses. Ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital de Ceilândia, mas não resistiu aos ferimentos.

O suspeito, de 35 anos, não tinha passagens pela polícia e está foragido. A ocorrência foi registrada na 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte).

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília