sábado, 6 de dezembro de 2014

Sem dinheiro em caixa, Dilma retém repasses e dá calote em governadores.


O governo federal está atrasando parte dos repasses obrigatórios para Estados e municípios. Nas contas dos governadores, o valor devido chega a R$ 2 bilhões. São recursos relativos a despesas com salário-educação, pagamento a professores, além de receitas dos royalties do petróleo que deveriam ser transferidas para governadores e prefeitos.

"Deveríamos receber 12 parcelas de transferências neste ano e só recebemos 11. Ao que tudo indica a 12ª parcela ficará para o ano que vem", afirma José Barroso Tostes Neto, secretário de Fazenda do Pará e coordenador do Confaz (conselho que reúne os secretários de Fazenda).

O governo vem enfrentando dificuldades orçamentárias neste ano. A moderação do crescimento econômico afetou a arrecadação de impostos, mas as despesas seguiram em alta. Até outubro, as contas do governo estão deficitárias em R$ 15 bilhões. Com a restrição, o Tesouro recorreu a manobras para manter dinheiro em caixa e, com isso, tentar cumprir as metas fiscais. No meio do ano, repasses a bancos que fazem o pagamento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, chegaram a ser represados.

Para Tostes, o atraso nos repasses aos Estados é mais uma dessas "pedaladas" --um jargão usado para designar as manobras. "É uma pedalada. Trata-se de um atraso de dias, mas representa uma grande incerteza nas contas dos Estados." O secretário afirma que outros repasses também estão atrasados. Ao todo, segundo suas estimativas, o governo federal está "devendo" cerca de R$ 6 bilhões aos governadores. São compensações por isenção de ICMS nas exportações, além da parte dos Estados nos impostos do Refis.

Assim como a União, os Estados também sofrem com a menor arrecadação e alguns correm o risco de não conseguir fechar as contas. "Se esses repasses não chegarem, a maioria [dos Estados] terá dificuldades em fechar seus balanços", disse Tostes.(Folha de São Paulo)

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A inesperada traição de Rollemberg (Quem diria!).


Rollemberg desonrou seus compromissos e traiu o seu eleitor votando a favor do PLN 36.
Causou espanto e revolta o voto do governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, do PSB, favorável a aprovação do PLN 36, que acaba na prática com a Lei de Responsabilidade Fiscal. 
 
E por vários motivos. Em primeiro lugar porque apenas um deputado e ele, ainda senador, deram voto favorável ao nefasto projeto, em toda a bancada do partido, que estava em OBSTRUÇÃO. 
 
 
Em segundo lugar, porque Rollemberg, na transição feita neste momento com o petista Agnelo Queiroz, está sentindo na pele os crimes cometidos pelo PT em relação ao equilíbrio das contas públicas. Está recebendo um estado que não consegue pagar as férias dos professores porque estourou o orçamento e que acaba de aprovar uma venda de títulos de dívida pública para arrecadar R$ 2 bilhões para fechar o caixa. 
 
 
Em terceiro lugar porque o PSB declarou-se em oposição ao governo federal e ele, sem dúvida alguma, é um dos seus maiores expoentes, sendo um dos três governadores da sigla. 
 
 
O pior de tudo é que Rollemberg foi eleito não pelo voto do petismo e sim pelo voto angariado pelo apoio de Marina Silva e Aécio Neves. É este eleitor que ele traiu. 
 
 
Um eleitor traído que perdeu totalmente a confiança naquele que deveria ser uma esperança de renovação da gestão no Distrito Federal, tão dilapidado pelo governo petista que está acabando. Pelo seu voto a favor da baderna nas contas públicas e do desapego ao dinheiro do povo, que não se espere nenhuma mudança. 
 
Rollemberg é só um Agnelo sem barba. O que é  lamentável e vergonhoso! 
 
 
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Vídeo: em ônibus urbano, passageiros obrigam mulher a devolver celular furtado

Argentina

Argentina: passageiros obrigam mulher a devolver celular furtado em ônibus
Argentina: passageiros obrigam mulher a devolver celular furtado em ônibus (Reprodução/YouTube/VEJA) 

 
Passageiros de um ônibus em La Plata, na província de Buenos Aires, obrigaram uma mulher a devolver um celular que ela havia acabado de furtar de outra jovem. E o fizeram sem violência.


Segundo o jornal Clarín, a mulher de 20 anos foi flagrada ao aproveitar um momento de distração da vítima para pegar seu celular. Os passageiros começaram então a pressionar a mulher que, depois de uma longa discussão, acabou devolvendo o aparelho que tinha escondido no sutiã.


Alguns pediram que o ônibus fosse até a delegacia mais próxima para denunciar a mulher, mas acabaram deixando que ela fosse embora. O incidente foi gravado por uma pessoa que estava no ônibus e o vídeo se espalhou pelas redes sociais.


Nas imagens, é possível ouvir a dona do celular pedindo “por favor” que o devolvesse, porque o usava para o trabalho. A mulher chega a negar, mas acaba entregando um aparelho para a vítima – o errado, antes de finalmente devolver o que pertencia de fato à jovem.

Petrolão.O montante da grana desviada pelos envolvidos é assustadora. Barusco enfrenta um câncer ósseo e tenta escapar da prisão. Já se comprometeu a devolver 97 milhões de dólares escondidos na Suíça e a devolver outros 6,5 milhões de reais, parte da propina que recebeu em espécie.

06/12/2014
às 5:53

Barusco entrega documentos contra Renato Duque, o petista que comandava a diretoria de Serviços 

Por Daniel Haidar, na VEJA.com:

O ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco Filho entregou documentos que comprometem o ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque, libertado por liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira. As provas foram oferecidas no acordo de delação premiada fechado com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, em que ele admitiu ter participado do esquema de corrupção e passou a colaborar com as investigações em troca de uma punição mais branda da Justiça.


Barusco é o mais recente delator da Operação Lava Jato a identificar beneficiários do petrolão. Depois de presos, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef passaram a ajudar nas investigações, principalmente apontando políticos beneficiários do esquema. O empresário Augusto Mendonça Neto e o lobista Júlio Camargo, ambos do grupo Toyo Setal, se anteciparam a uma ação da polícia e também conseguiram acordos de delação premiada. 


Os executivos descreveram o funcionamento do cartel formado por algumas das maiores empreiteiras do país e entregaram documentos contra Duque e o lobista Fernando Soares, o Baiano, apontado como o operador do PMDB na Diretoria Internacional. Só Mendonça Neto e Camargo descreveram o pagamento de mais de 60 milhões de dólares em propina para Barusco e Duque.


Por ter sido subordinado a Duque, indicado pelo então ministro José Dirceu para o cargo de diretor da estatal, Barusco colaborou significativamente para apontar provas contra o antigo chefe, mas não apenas contra ele. Foram mencionados, nos depoimentos da delação premiada, novos operadores que atuavam como intermediários dos pagamentos de propina para os executivos da estatal. Barusco confirmou a participação de Shinko Nakandakari como operador do PT na Diretoria de Serviços, como apontou Erton Medeiros da Fonseca, presidente da divisão industrial da Galvão Engenharia. A colaboração de Barusco deve motivar uma nova leva de prisões desses intermediários, de acordo com investigadores.


“Barusco presenciou muitos anos de corrupção. Tem muito mais gente envolvida”, afirmou uma fonte que acompanha a investigação.


A insistência da família levou Barusco a se entregar e colaborar. A esposa chegou a acompanhá-lo em depoimentos ao Ministério Público. Ele enfrenta um câncer ósseo e tenta escapar da prisão. Já se comprometeu a devolver 97 milhões de dólares escondidos na Suíça e a devolver outros 6,5 milhões de reais, parte da propina que recebeu em espécie. Barusco disse que vai provar aos investigadores que gastou “apenas” cerca de 1,5 milhão de dólares do dinheiro desviado da Petrobras.


Por Reinaldo Azevedo

Em Quito, Dilma culpa de novo a “crise internacional” pelos problemas no Brasil

05/12/2014
às 20:08


Na VEJA.com:
A presidente Dilma Rousseff voltou a culpar a crise internacional pela desaceleração da economia brasileira durante a cúpula da Unasul, em Quito, no Equador. 


A afirmação vem depois de a presidente fazer alterações drásticas na equipe econômica de seu segundo governo, justamente em resposta aos efeitos colaterais das decisões tomadas no primeiro mandato. A presidente disse, nesta sexta, que  a recuperação mundial ainda é “tênue”, o que exigirá mais esforços da região para garantir a manutenção dos ganhos sociais obtidos nos últimos anos.


Em discurso de 14 minutos durante a sessão plenária presidencial na Cúpula Extraordinária da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), a presidente fez questão de elogiar os processos eleitorais na região este ano, em que também foram reeleitos os presidentes Evo Morales, na Bolívia, Michele Bachelet, no Chile, Juan Manuel Santos, na Colômbia, e José Mujica, no Uruguai. 


Segundo Dilma, dessas eleições “saiu vitoriosa a agenda da inclusão social, do desenvolvimento com distribuição de renda e, portanto, do combate à desigualdade e da garantia de oportunidades, que caracteriza a nossa região nos últimos anos”.


O discurso da presidente derrapou até mesmo para algumas incorreções. Diz ela: “O Brasil se dispôs a, nesse período, avançar no combate à desigualdade, assegurando o crescimento com inclusão social. Nós, nessa eleição, mostramos que diante da crise, que nos afetou profundamente, defendemos sobretudo o emprego e, por isso, mantivemos uma das menores taxas de desemprego de toda a nossa história”. A última edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostrou estagnação da desigualdade, enquanto a análise social dos dados da pesquisa, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), evidenciou aumento no número de brasileiros abaixo da linha da pobreza. A presidente lançou mão do emprego para justificar o “sucesso” de seu governo. Mas não mencionou que a criação de vagas em 2014 teve  o pior desempenho em mais de 10 anos.


Apesar da troca de sua equipe econômica, que agora terá o economista Joaquim Levy no comando da Fazenda, Dilma voltou a defender as políticas de seu governo, afirmando que foram as mais acertadas. Em período de vacas magras, com arrecadação desacelerando e despesas subindo, o país não conseguirá cumprir o superávit primário de 2014. Mas, diz a presidente, não há o que temer. Segundo ela, o governo está disposto a ampliar o investimento em infraestrutura logística, energética, social e urbana, além de impulsionar o desenvolvimento tecnológico e a inovação.


Por Reinaldo Azevedo

O Brasil tem jeito: privatização de estatais e quase extinção de cargos de confiança. Vai encarar, Dilma, ou só embromar?

5/12/2014 às 16:32

Na minha coluna  na Folha desta sexta, escrevo: “Tanto Paulo Roberto Costa como Youssef afirmam que o esquema da Petrobras era apenas uma das cabeças da hidra. É claro que a empresa não reúne condições particulares para ser tomada por uma quadrilha. Vigoram ali as condições estruturais presentes nas demais estatais e na administração. Logo… Até hoje ninguém se dispôs a me explicar por que um partido político reivindica a diretoria de operações de uma estatal. Com que propósito?”


Muito bem! Ao negar o pedido de revogação da prisão preventiva de Gerson de Mello Almada, vice-presidente da empresa Engevix, que está na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, o juiz Sérgio Moro afirmou haver indícios de que “os crimes transcenderam a Petrobras”, classificando de “perturbadora” uma tabela apreendida em março com o doleiro Alberto Youssef. Ela traz uma lista com 750 obras públicas de infraestrutura. No papel, constavam “a entidade pública contratante, a proposta, o valor e o cliente do referido operador, sendo este sempre uma empreiteira”.


Pois é. O alerta que fiz na coluna da Folha não é o primeiro. Há tempo afirmo aqui que a Petrobras é apenas uma das franjas da organização criminosa que tomou conta do país. Como é que a gente coíbe a roubalheira? Se vocês querem saber, severas as leis até que são. O problema está na lentidão com que são aplicadas e na forma de organização do estado brasileiro.


Eis a palavra-chave para abrir as portas do enigma: estado. A corrupção não é nova no Brasil nem foi inventada pelo PT. Criadas as condições ideais, estejam certos, ela floresce em qualquer lugar: no Brasil, na Somália ou na Suécia. São as instituições e a certeza da punição que contêm os maus apetites humanos.



Vamos pensar de maneira lógica, uma dificuldade frequente no Brasil. E se a Embraer ainda fosse estatal? Resposta: ela estaria tomada pela máquina corrupta. E se a Vale ainda fosse estatal? Ela estaria tomada pela máquina corrupta. E se a telefonia ainda fosse estatal? Ela estaria tomada pela máquina corrupta. Vale dizer: mais estatais, mais poder aos corruptos. 


A relação é direta.


Sim, claro! Além das disposições objetivas — as tais condições —, é preciso que haja um partido que faça da corrupção um método, uma categoria de pensamento, um norte ético. A corrupção atinge proporções inéditas no país porque, nos 12 anos do mandarinato petista, o estado, mesmo sem aquelas empresas privatizadas em governos anteriores, passou a ter uma presença na economia só comparável à que havia no regime militar — que, todos sabemos, era essencialmente menos corrupto, o que não quer dizer que fosse desejável em muitos outros aspectos. É que a moral dos quartéis é mais severa do que a dos políticos.


Não se agiganta o estado impunemente. Acreditem: mesmo quando administrado por homens individualmente honestos, ele passa a atender a interesses de corporações, de grupos de pressão, de voluntariosos organizados que reivindicam para si o direito de comandar os destinos do país.


Se Dilma realmente quisesse deixar uma herança virtuosa, se tudo não passasse de embromação para fazer passar o tempo, se tivesse, de fato, a disposição de moralizar a vida pública, como prega em discursos, ela começaria o seu período de reformas não pela política, mas pela administração: profissionalize todos os postos das estatais, reduza os cargos federais de livre nomeação à sua dimensão mínima e reinicie o programa de privatizações. Começando pela Petrobras.


Vamos lá, Dilma, deixe a esquerda raivosa e a direita perplexa, como disse Collor um dia — só que sem a farsa! É claro que estou fazendo uma ironia. Não vai acontecer. Só estou evidenciando que o Brasil tem jeito. O que não tem jeito no país é a canalha que se apossa do bem público em proveito próprio. E ela é ainda mais safada quando alega fazer isso em nome de uma ideologia.


Por Reinaldo Azevedo

PT: organização criminosa?

Reinaldo Azevedo


Se Dilma sabia de tudo, o impeachment é inevitável. Essa é a gramática do Estado de Direito, não do golpe 


A primeira pessoa que transformou as palavras "Dilma" e "impeachment" em unidades sintáticas, formando um todo harmônico, foi este rottweiler amoroso, no dia 24 de outubro. Não me orgulho nem disso nem de ter criado o já dicionarizado termo "petralha". Preferiria cultivar, como o poeta, neologismos celestes, colhendo uma poesia menos perturbada.


É claro que a minha oração principal tinha --e tem-- uma subordinada adverbial condicional: "Se Dilma sabia da roubalheira na Petrobras, o impeachment é inevitável". Essa não é a gramática do golpe, mas a do Estado de Direito. Golpista é querer recorrer à legitimidade conferida por um processo legal --as eleições-- para violar garantias que pertencem às instituições, não aos homens.


Do dia 24 a esta data, as coisas se complicaram. Um dos executivos da Toyo Setal, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, diz que parte da propina que pagou ao PT, entre 2008 e 2011 --a primeira eleição de Dilma se deu em 2010--, foi vertida em doação registrada.


Um companheiro seu de empresa, Júlio Camargo, tem versão não menos estupefaciente. O dinheiro sujo teria circulado mesmo é em dutos paralelos, parte dele depositada em contas no exterior. Segundo revelou reportagem da "Veja", Alberto Youssef se prontificou a colaborar com a PF para que esta chegue às contas secretas que o PT manteria fora do país.


Uma pequena digressão que nos remete à essência do problema: o tamanho do Estado. Tanto Paulo Roberto Costa como Youssef afirmam que o esquema da Petrobras era apenas uma das cabeças da hidra. É claro que a empresa não reúne condições particulares para ser tomada por uma quadrilha.


 Vigoram ali as condições estruturais presentes nas demais estatais e na administração. Logo...


Até hoje ninguém se dispôs a me explicar por que um partido político reivindica a diretoria de operações de uma estatal. Com que propósito? Como é que nós, jornalistas, noticiamos candidamente que Sérgio Machado deixa a presidência das Transpetro, mas que o cargo continuará privativo de Renan Calheiros?



O que determina essa exclusividade? É preciso ser senador? É preciso ser do PMDB? É preciso ser de Alagoas? É preciso ter implante de cabelos? Trata-se de uma combinação de todas essas coisas? Fim da digressão.



Em entrevista recente, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou ter perdido a eleição para uma "organização criminosa". Rui Falcão, presidente do PT, quer saber se ele confirma o dito para decidir se o processa. Isso é lá com eles. Se o que dizem Costa, Youssef, Mendonça Neto e Camargo for verdade, a coisa é mais feia do que parece: o Brasil já está sendo governado por uma organização criminosa.


Nada de me notificar, hein, Falcão! A oração subordinada vai definir o exato sentido da principal e se o PT tem ou não de ser posto na ilegalidade.



O COXINHA VERMELHO
Guilherme Boulos quer chamar a minha atenção. Alguém destroçou o superego desse rapaz. Desprezo o indivíduo: pensa mal, escreve mal, lê mal, mesmo para os padrões das esquerdas. Também não me interessa o paciente clínico. Mas continuarei, sim, a tratar do Boulos como peça de uma engrenagem criminosa quando achar necessário. O ódio é mais fiel do que o amor, rapaz! Seu pai desistiu de você, mas você não desiste de mim. Entendo. Mas tenho dó.








Comentario

ANÔNIMO

Não acho que o Boulos escreva mal.Acho que ele é tão manipulador, mentiroso  e ardiloso, estilo PT, nos textos que escreve que a matéria fica sem sentido.Nada bate com nada.

































Drugs:The Dangers of Social Hosting: Are You an Enabler?

It’s that time of year when the hustle and bustle of the holiday season comes into full swing. Social calendars fill quickly and it’s time to party!


Adults aren’t the only ones partying; teens are too. With schools closing their doors for a couple of weeks, teens have some extra time on their hands to hang out with their friends and throw their own little holiday bash. Unfortunately, some of those parties may be serving up something more than punch and soda, which brings up the timely topic of the dangers of social hosting.

What is Social Hosting?

With social hosting it doesn’t matter who supplies the booze, it’s all about the property the crime is being committed on.-Raychelle Lohmann
Social hosting refers to adults who knowingly or unknowingly host underage drinking parties on their property. With social hosting it doesn’t matter who supplies the booze, it’s all about the property the crime is being committed on.


Each state has its own underage drinking laws and a lot of them hold parents accountable for the minors’ alcohol consumption. To top it off, some states hold parents responsible even if they don’t know that teens are drinking in their home.


Social hosting has legal consequences. For example, in many states, social host penalties include legal fines and possible imprisonment, but more than abiding by any law is the moral obligation that we owe our teens. Think about it…parents who knowingly social host may be:
  • Giving a teen a drink that opens the door to life-long alcoholism
  • Placing a teen in physical jeopardy, such as alcohol poisoning
  • Risking a teen’s life as well as others who leave the party intoxicated
If you’d like to learn more about social hosting laws in your state, visit the Alcohol Policy Information System website.

Imagine this set up: You and your partner go to an office party, leaving your responsible 17-year-old at home. While you’re out, your teen invites some of his friends over for a get-together. One of the friends brings along some drinks and before long, unbeknownst to you, your teen has five other teens in your house popping beer cans and mixing up some vodka and juice. Now depending on the state you live in you can be held accountable for those intoxicated teens.
Below are some other scenarios that could land a parent into trouble.
  • If their teen has friends over and they raid the liquor cabinet
  • If they have a piece of rural property and their teen and his/her friends throw a party on the property
  • If they decide they’d rather have them drink in their home than somewhere else and willingly allow them to drink

What You Need to Know About Underage Drinking

Teen drinking can have grave consequences and lead to serious future problems. Take a look below at the detrimental effects of teen alcohol use.
  • Alcohol is the most commonly abused drug among teens (CDC).
  • Every year 3.4 million Americans, ages 12 and older, undergo treatment for alcoholism and alcohol-related problems (APA).
  • Approximately 25 percent of teens (ages 12 to 20 years), report getting alcohol from adults such as parents, other family members (SAMHSA).
  • Approximately 37 percent of teens (ages 12 to 20 years), report getting alcohol from an unrelated person aged 21 or older (SAMHSA).
  • Approximately 5,000 underage youth die each year from alcohol-related automobile crashes (NIAAA).

Expectations With No Exceptions

…83 percent of teens report that parents are the primary reason why they don’t drink alcohol.-Raychelle Lohmann

According to a recent study, when laws hold adults responsible for social hosting, teens are less likely to drink. In fact when parents set clear boundaries and expectations teen listen. According to the Foundation for Advancing Alcohol Responsibility, 83 percent of teens report that parents are the primary reason why they don’t drink alcohol. On the flip side, according to a study recently published in the Journal of Studies on Alcohol and Drugs in communities where adults report drinking more, teens report drinking more. The study also found that teens who live in areas with strict social host laws were 20 percent less likely to drink at parties compared to teens who reside in areas with no social host laws.



So it appears that parental expectations do matter.
Before the holiday season gets into full swing, set some time aside to speak with your teen about the dangers of drinking and using drugs. Let him know where you stand on the issue. Also, in the event your teen goes to a party and others are drinking, encourage her to give you a call so you can come and pick her up. The last thing you’d want is your teen to hop in the car with an intoxicated driver, nor do you want your teen to be the designated driver. Just think about all of the things that could happen toting an intoxicated teen home. Your teen may not be equipped to handle all of the dangers this situation may pose. It’s best to have a responsible adult get the teen home safely.


The decision to social host is irresponsible, negligent and risky. Teens need the adults in their lives to be mentors and role models who look out for their wellbeing and welfare. Let’s make this holiday season a safe one for our youth. Teach your teen that he/she doesn’t need alcohol to have a good time.



Have a happy and safe holiday season!

Los efectos devastadores de la droga: los rostros de la adicción

Mocinha está exagerando!Miley Cyrus tenta ser sexy... e vira palhaço macabro. Ou: O significado de "arte" para mais uma mocinha vulnerável que Hollywood estragou.

Gente

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Miley Cyrus aparece com visual ousado
Miley Cyrus aparece com visual ousado - Reprodução/Instagram


O Halloween passou, mas não para Miley Cyrus. Para chamar a atenção, a cantora lança mão de muitos artifícios. O principal deles é ficar semi ou completamente nua. Nesta quarta-feira, a cantora de 22 anos voltou a investir na tática, mas com acessórios que fizeram dela... um cosplay de palhaço macabro.


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Miley apareceu em um evento de arte, sediado pelo hotel de luxo Raleigh, na Flórida, Estados Unidos, vestida apenas com uma meia-calça prata e uma tanga que ia até os ombros, como o personagem do filme Borat. Para coroar o visual boneca-inflável, ela pôs dois adesivos de globo espelhado nos seios, uma peruca metalizada na cabeça e uma maquiagem de elfo bêbado na cara.

Miley Cyrus

Em um evento de arte no hotel de luxo Raleigh, na Flórida, a cantora de 22 anos decidiu chamar a atenção -- como sempre -- com a tática de usar o mínimo de roupas. Mas dessa vez ela se superou e virou uma espécie de cosplay de palhaço macabro. Miley apareceu vestida apenas com uma meia-calça prata e uma tanga que ia até os ombros, como o folclórico personagem do filme Borat. Para coroar o visual boneca-inflável, ela pôs dois adesivos de globo espelhado nos seios, uma peruca metalizada na cabeça e uma maquiagem de elfo bêbado na cara.


“Vocês acharam que este seria um local respeitoso, onde escapariam de mim”, disse Miley, em tom de ameça, à plateia presente, para a qual se apresentou e até fumou um cigarro mais que suspeito. “Este ano foi desafiador, por isso eu comecei a fazer arte.” Se seu figurino controverso pode ser considerado arte, só o futuro dirá. Mas provavelmente a resposta será negativa.

As últimas de Miley Cyrus



A fila anda

Miley Cyrus foi fotografada aos beijos com o filho do ator Arnold Schwarzenegger, Patrick, durante um jogo de futebol americano em novembro de 2014, no estádio Los Angeles Memorial Coliseum.


Segundo o site do tabloide The Daily Mail, a cantora não desgrudou do modelo e ator durante o evento e o casal se tornou um espetáculo à parte para os torcedores que acompanhavam o jogo.

Imbassahy acusa Cardozo e Adams de parcialidade na defesa do PT."Se misturam Estado e partido agora, serão eles despachantes do PT no Supremo?"

Defesa de PT põe Cardozo e Adams em suspeição para STF, diz tucano
 
 
 
 O líder do PSDB na Câmara, deputado Antonio Imbassahy (BA), disse nesta sexta-feira que a defesa do PT feita pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, no caso da Petrobras os coloca sob suspeição para ocupar a vaga aberta no STF (Supremo Tribunal Federal) pois, para o tucano, os dois confundem suas atribuições de Estado com interesses partidários. Eles defenderam o PT da acusação de ter recebido recursos advindos do esquema de corrupção na estatal investigado pela Operação Lava Jato.

Adams disse na última quinta-feira, 4, que o comitê da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff foi "muito cuidadoso" em relação às doações recebidas pelo PT. Já Cardozo afirmou que se faz uma "leitura enviesada" das delações premiadas dos executivos Júlio Camargo e Augusto Mendonça - ambos da Toyo Setal, empreiteira citada no suposto cartel da Petrobras. Camargo afirma em um trecho de seu relato que parte da propina do esquema envolvendo a petrolífera era repassada em forma de doação oficial ao PT.


"Isso revela parcialidade", afirmou Imbassahy. "Como é que vão passar na sabatina do Senado com essa conduta?", questionou em entrevista ao Estadão.


"Se misturam Estado e partido agora, serão eles despachantes do PT no Supremo? Esse reiterado comportamento definitivamente retira a credibilidade necessária ao exercício das suas funções", disse o líder em nota. Adams e Cardozo aparecem como possíveis indicações de Dilma para ocupar a vaga do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa, que se aposentou em agosto deste ano.


Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília

Aloysio vê consequência grave na mudança da meta fiscal


O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), afirmou nesta sexta-feira, 5, que as consequências da mudança da meta fiscal de 2014 são "muito graves". Na madrugada de quinta-feira, 4, o governo conseguiu aprovar o texto base do projeto de lei que altera o superávit primário deste ano, faltando apenas a votação de um único destaque na próxima semana.

Em entrevista exclusiva ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, ele afirmou que quando o governo deixa de fazer uma poupança para pagar os juros dos serviço da dívida pública ocorre uma série de efeitos indiretos para toda a economia e a população. Ele citou que a medida pode gerar um aumento de juros, o que atinge empresas que precisam de empréstimos e os brasileiros que precisam de um financiamento.


"Isso abre uma brecha nessa carapaça que temos há tempos para não se gastar excessivamente por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal", criticou o tucano, que foi vice de Aécio Neves na campanha eleitoral de outubro. "É um sinal muito ruim, um sinal de que o governo não tem apreço pela estabilidade da moeda", completou.


O líder do PSDB admite que, do ponto de vista do Congresso, não há mais nada a ser feito, uma vez que só falta uma emenda a ser apreciada. "O governo conseguiu aos trancos e barrancos reunir uma maioria parlamentar", disse.


Mesmo assim, ele anunciou que não haverá trégua e que o partido vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014. "Vamos lutar em todos os campos", disse.


Para Aloysio, a aprovação da medida mostra que Dilma se reelege adotando o mesmo padrão que marca o atual mandato, com o loteamento de cargos públicos a fim de aprovar projetos no Congresso. Ele disse que essa barganha resultará em novos escândalos.


Questionado se a redução da meta de superávit de 2015, de 2% para 1,2%, não apontaria uma mudança de postura da futura equipe econômica em relação à atual, o líder do PSDB disse que o problema não é o cumprimento das metas fiscais. Mas sim da sinalização de que o governo, para cumpri-la adotará uma fórmula diferente à de uma gestão tucana.


Segundo ele, o governo acena com aumento de impostos públicos, enquanto o PSDB cortaria gastos públicos.



"Esse ajuste fiscal que o governo propõe não é o nosso ajuste da oposição, que seria no corte de despesas, concessão mais criteriosa de incentivos fiscais, cortes de ministérios", afirmou ele, ao destacar que a bancada do partido ainda vai se reunir para decidir qual posição vai tomar na votação dessa proposta.


O líder do PSDB, contudo, já anunciou que é contra a medida provisória editada pelo governo esta semana que prevê a capitalização de R$ 30 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para ele, o governo quer continuar com a mesma linha de juros subsidiados.


Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasília


Marconi Perillo, Governador de Goias, copia a fraude fiscal de Dilma."


O presidente em exercício do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Dyogo Henrique de Oliveira, negou nesta sexta-feira que a reunião de hoje tenha discutido a alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em alguns Estados, a exemplo do que está fazendo o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). "Nenhum Estado manifestou flexibilização da meta fiscal", disse Dyogo, que também é secretário-adjunto do Ministério da Fazenda.

Apesar da negativa, Estados como Goiás, governado por Marconi Perillo (PSDB), já encaminharam propostas de alteração da LDO para permitir um novo cálculo do resultado fiscal. O coordenador dos secretários do Confaz, José Barroso Tostes Neto, que é secretário de Fazenda do Estado do Pará, disse que as unidades da federação estão vivendo uma situação muito difícil neste final de ano para fechar as suas contas em razão da falta de repasse de receitas do governo federal. Segundo ele, o Executivo federal não repassou ainda cerca de R$ 6 bilhões e, se isso não ocorrer, muitos Estados não terão condições de fechar seus balanços dentro da meta estabelecida.


O pleito está sendo encaminhado à nova equipe econômica do governo Dilma, segundo Tostes Neto. "Solicitamos audiência para tratar do assunto", emendou. "Temos um atraso na maioria das receitas transferíveis (da União), as constitucionais legais e o fundo de estímulo às exportações", disse.



Goiás
Perillo encaminhou no mês passado à Assembleia Legislativa de seu Estado um projeto de lei que pede a modificação da LDO. No projeto 3672/2014, que tramita no legislativo estadual, o governador alega que pretende corrigir o valor do resultado primário na LDO para que ele fique compatível com o que vigora no Programa de Reestruturação e de Ajuste Fiscal.


O envio do projeto provocou reação do líder da Minoria no Congresso Nacional, deputado federal e senador eleito por Goiás (em oposição a Perillo), Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em discurso no Congresso, Caiado disse que o projeto do governo federal, bastante criticado pela oposição, sobretudo pelo presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), correligionário de Perillo, cria um precedente perigoso ao desobrigar governadores e prefeitos de cumprir seus compromissos fiscais, citando especificamente o caso de Goiás.


Nas críticas ao adversário do PSDB em Goiás, Caiado disse: "Goiás já foi na esteira da Dilma.

Agora, governo de Estado nenhum terá que cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso é o que vamos fazer ao apagar as digitais da presidente da República desse crime. Como é que o parlamentar vai explicar à sua base que votou favoravelmente ao PLN 36 e cobrar que os prefeitos e governadores cumpram a Lei de Responsabilidade Fiscal? Marconi Perillo copia a fraude fiscal de Dilma."


O secretário de Fazenda de Goiás, José Taveira Rocha, nega que a gestão estadual esteja na esteira do governo de Dilma Rousseff, como alega Caiado. Segundo ele, o ajuste na LDO não significa maquiagem no orçamento nem que haverá atraso nos pagamentos. Para ele, é uma medida que visa a ajustar a LDO à realidade, com relação à proposta elaborada no ano passado.


Ao Broadcast Político, assessores do governo de Goiás lembraram que Caiado é um crítico contumaz do governo de Marconi Perillo. Um desses interlocutores defendeu que o ajuste na LDO do governo goiano tem como objetivo se antecipar à eventual queda na arrecadação em razão do atraso de repasses de recursos do governo federal.


O projeto enviado por Marconi Perillo ao Legislativo goiano revendo as regras para o cálculo do resultado primário nas contas do Estado de 2014, permite que a meta seja cumprida não com um superávit de cerca de R$ 400 milhões, mas um déficit de cerca de R$ 600 milhões.


Fonte: Estadao Conteudo  Jornal de Brasilia

Indígenas e ruralistas resistem à nomeação de Kátia Abreu

A indicação da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para comandar o Ministério da Agricultura no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff acirrou os ânimos de indígenas e empresários do agronegócio esta semana. 
 
 
A tensão levou nesta sexta-feira um grupo de cerca de 50 índios da tribo Krahô Kanela a invadir a sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), presidida pela senadora, em protesto contra a escolha dela para a Agricultura. 
 
 
O grupo ocupou o saguão do prédio, onde almoçou no chão, dançou e cantou. Eles saíram do Estado de Kátia, o Tocantins, para o ato em Brasília. O mesmo grupo já havia protestado em frente ao Palácio do Planalto na quinta-feira (4) contra a senadora e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 2015, que transfere do Executivo ao Congresso Nacional o poder de demarcar terras indígenas.

A indicação de Kátia Abreu também desagradou ao maior doador da campanha de reeleição da presidente Dilma Roussef, o frigorífico JBS. A empresa repassou R$ 69,2 milhões para a campanha da petista. Nos últimos anos, conforme apontou a Controladoria-Geral da União (CGU), o JBS foi beneficiado por uma série de medidas tomadas pela Agricultura. A empresa teme que a senadora, como pecuarista e líder dos criadores de gado, vire o jogo a favor dos fazendeiros.


Kátia é crítica do JBS, responsável por cerca de 20% do abate bovino no País, o que dá poder à empresa para definir o preço do animal que sai do pasto. Ela chegou a ocupar a tribuna do Senado para criticar a empresa. Não à toa, o empresário Joesley Batista - um dos donos do grupo responsável pela marca Friboi -, esteve com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para pedir que Dilma reconsidere a indicação.


O senador Blairo Maggi (PR-MT), sócio de um dos maiores produtores de soja do País, articula contra Kátia. Ele tenta manter o atual ministro Neri Geller (PMDB-MT) no cargo. Geller chegou ao comando da pasta por indicação de Blairo. O senador mato-grossense já conversou com Mercadante sobre o tema.
A bancada ruralista também está dividida. Parte dos integrantes da Frente Parlamentar do Agronegócio (FPA) defende a permanência de Geller.


Neste grupo estão os que reclamam de Kátia como uma liderança independente, pouco alinhada com a bancada. O presidente da frente, o deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS) apoia a indicação de Kátia Abreu, mas reconhece que a posição dele "não é unanimidade".


Fonte: Estadao Conteudo