sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Suíça vai transferir ao Brasil processo do cartel de trens em São Paulo


Suíça vai transferir ao Brasil processo do cartel de trens

Publicado: 5 de dezembro de 2014 às 14:16
     
     
CPTM disse que problema foi "falha técnica"
PF abriu inquérito em 2008 para investigar ação do cartel no setor de trens e metrôs de SP

A Suíça vai transferir ao Brasil todos os processos criminais existentes contra os suspeitos no caso do cartel dos trens de São Paulo, o que significa que a Justiça brasileira receberá todos os detalhes de todas as contas do envolvidos e que atualmente estão bloqueadas.


A informação foi dada a uma delegação de procuradores e promotores brasileiros que, nesta semana, estiveram em Berna para trocar informações sobre o caso envolvendo as empresas Alstom e Siemens e funcionários públicos nacionais. Nesta quinta-feira, a Polícia Federal indiciou 33 pessoas suspeitas de envolvimento no cartel do setor metroferroviário que operou em São Paulo entre 1998 e 2008, nos governos de Márcio Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB. Entre os indiciados está o atual presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Mário Bandeira.


As informações permitirão que o Ministério Público no Brasil e promotores paulistas possam aprofundar as investigações contra João Roberto Zaniboni, ex-diretor da CPTM, contra o lobista Arthur Teixeira e o também ex-diretor da CPTM, Ademir Venâncio de Araújo, que detém cinco contas na Suíça com um montante bloqueado de US$ 1,2 milhão.


Os três são considerados peças fundamentais para entender de que forma as multinacionais Alstom e Siemens operavam para garantir contratos. Outro foco do processo é o ex-juiz do Tribunal de Contas, Robson Marinho.


Na Suíça, eles estavam sendo investigados por lavagem de dinheiro e todas suas contas haviam sido bloqueadas. Com a transferência, todos os extratos bancários e todas as informações seriam também entregues. “Esse é o cenário de pesadelo para os suspeitos”, disse Silvio Marques, promotor paulista que fez parte da delegação.


Para que seja concretizada, a transferência do processo ainda precisa passar pelo Ministério da Justiça na Suíça. O Brasil não seria contrário em aceitar o processo. No caso das contas do ex-prefeito Paulo Maluf no exterior, o STF chegou a pedir a Luxemburgo, França e Jersey que os processos fossem transferidos ao Brasil.


Desde quarta-feira, uma delegação de procuradores e promotores brasileiros esteve em Berna em encontros com o Ministério Público da Suíça. A meta tanto dos suíços quanto dos brasileiros é identificar o percurso do dinheiro encontrado em contas em Zurique e que poderiam ser propina paga por empresas como a Alstom e a Siemens para garantir contratos públicos no Brasil.


Há meses os brasileiros vinham pedindo para que as informações sobre as contas desses suspeitos e, até agora, Berna tinha evitado abrir seus arquivos. Hoje, porém, fontes do MP suíço confirmaram ao Estado que o acesso aos detalhes das contas já bloqueadas foi garantido aos brasileiros.


Os documentos seguem nas próximas semanas por meio dos canais oficiais. Mas as informações passadas aos brasileiros durante as reuniões apontou para novas evidências e novas provas de como as propinas eram pagas pelas multinacionais.


A delegação brasileira, composta pelo procurador da República Rodrigo de Grandis e pelo promotor de Justiça Silvio Marques, admitiu que ficou “surpresa” com a indicação dos suíços.


Quando retornar ao Brasil, na semana que vem, De Grandis vai avaliar o informe preparado pela Polícia Federal e decidir como incorporar as informações dos suíços. “Vamos avaliar qual é a melhor estratégia”, disse. Para ele, os extratos bancários e documentos dos suíços “certamente” vão além da apuração realizada até hoje no Brasil desde o início do caso.


Num esforço de demonstrar que existe uma cooperação, um dia antes da reunião de Berna, a Polícia Federal fez busca na residência e no escritório de Zaniboni, no que foi uma operação executada justamente a pedido do Ministério Público da Suíça ainda em 2011 e jamais realizada. Berna abriu investigação sobre a origem os mais de US$ 826 mil que Zaniboni manteve depositado em Zurique. O ex-diretor garante que o dinheiro foi resultado de uma consultoria que prestou.


Os suíços haviam concluído o caso que existia contra a Alstom, depois que a multinacional pagou uma multa milionária e encerrou o processo em Berna. Mas, agora, as suspeitas são contra brasileiros que teriam usado o sistema bancário suíço para lavar dinheiro fruto dessa corrupção.


O que chama a atenção dos suíços é que parte do dinheiro foi depositado por Arthur Teixeira, apontando pela PF aponta como o pagador de propinas do cartel de trens. Dados bancários de posse dos suíços revelam de fato o nome de Teixeira e é justamente essa informação que o Brasil também quer levar de volta ao País quando deixar Berna na sexta-feira. (Jamil Chade/AE)

Pobre Itamaraty, o gigante que virou anão

DP
Editorial
 



Há muito tempo alerta este portal para o verdadeiro crime de lesa-pátria que ao longo dos últimos doze anos vem sendo sistematicamente cometido contra uma das mais notáveis (e outrora respeitadas) instituições do Estado brasileiro, o Ministério das Relações Exteriores.


Transformado em mero subdepartamento da Secretaria de Relações Internacionais do PT, o Itamaraty deixou de atuar movido pela busca do verdadeiro interesse nacional, passando a fazê-lo por razões ideológicas e outras, inconfessáveis que estão vindo à tona com as revelações da Operação Lava-Jato. 


A vasta papelada que começa a ser examinada pelos procuradores no Paraná talvez ajude a explicar porque as relações do Brasil passaram a ser consideradas “estratégicas” com países tais como Cuba, Venezuela, Equador e Argentina.


Posto na trilha da investigação dos negócios suspeitos envolvendo a presença de estatais e empreiteiras brasileiras (Petrobras, BNDES), o jornalista do El País (Madri), Pedro Cifuentes, começa a levantar interrogações sobre gigantescos negócios com os governos autoritários da região.


Os procuradores brasileiros buscam informações sobre eventuais vínculos, inclusive de parentesco, entre funcioná rios da cúpula do MRE  em gestões anteriores e as empreiteiras. Não está fora de cogitação que a Justiça solicite cópias das instruções reservadas do Itamaraty às Embaixadas, para gestões junto às autoridades dos vários países, em favor das empreiteiras.


Sempre buscando se colocar num discreto segundo plano, mas muito solidamente instalado na hierarquia do Partido dos Trabalhadores e do Palácio do Planalto, o verdadeiro chanceler desses últimos anos, o professor Marco Aurélio Garcia (que, não esqueçamos, coordenou o programa das campanhas de Lula em 1994, 1998 e 2006, além do programa de governo da Presidente Dilma Rousseff, na eleição de 2010) é quem, de fato, dá as cartas da política externa brasileira desde 2003.


Até agora, Garcia tem preferido exercer esse poder por intermédio de prepostos flexíveis, diplomatas subservientes que aceitam fazer o papel de marionete em troca das migalhas de pompa e circunstância que acreditam inerente ao título de Chanceler.


Hoje, lamentavelmente, ninguém no Itamaraty pensa mais nada sobre política externa (a não ser para concordar com as posições que emanam da cabeça do top-top Garcia). Os melhores pensadores da Casa foram mandados para consulados. Os  que concordam com tudo foram mandados para posto os relevantes, mas também estes foram proibidos de se manifestar.


O resultado está aí: quem sabe o nome de quem são nossos embaixadores em Buenos Aires, em Washington, em Pequim? Ninguém. Faça-se uma pesquisa-relâmpago mesmo na classe dirigente da Esplanada dos Ministérios e, surpresa, ninguém sabe sequer quem é o atual Ministro das Relações Exteriores.


Enquanto isso, o Itamaraty perde seu Departamento de Promoção Comercial. Está para perder, também, a Agência Brasileira de Cooperação. Nesse ritmo, o MDIC em breve absorverá também as negociações de política comercial.


Enquanto isso, os espinha-curvadas do Itamaraty continuam a gastar sorrinhos e mesuras com os donos do poder, na esperança de uma promoção mais rápida ou de um posto do roteiro Elizabeth Arden, onde possam ficar quietinhos esperando o tempo passar, ganhando os dólares que lhes permitirão viver uma aposentadoria confortabilíssima.


Conseguimos adiar a votação para 2015.No ano que vem voltaremos à carga!Presidente da CLDF afirma que votação da Luos fica para 2015


Sem parecer
Presidente da Câmara Legislativa afirma que Luos fica para 2015
Publicado: 12 de dezembro de 2014 às 12:03

Segundo Wasny, técnicos do Conplan afirmaram que não há condições de emitir parecer favorável à matéria
Segundo Wasny, técnicos do Conplan afirmaram que não há condições de emitir parecer favorável à matéria


Apesar da pressão de distritais para a votação da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), a proposta vai ficar para o próximo ano. A confirmação foi feita pelo presidente da Casa, Wasny de Roure (PT). Segundo ele, técnicos do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) afirmaram que não há condições de emitir parecer favorável à matéria. “Essa decisão será tomada pelos deputados da próxima legislatura”, disse. Além do crivo da Conplan, a matéria precisa ter as modificações analisadas pela Secretaria de Habitação (Sedhab).

Surgem provas documentais, quando Dilma ainda presidia o Conselho, de que Graça Foster foi informada sobre corrupção na Petrobras. Hoje uma amiga blinda a outra.



Documentos internos da Petrobras obtidos pelo Valor mostram que a diretoria da estatal, inclusive sua presidente, Graça Foster, foram informadas das irregularidades na empresa muito antes da revelação do escândalo pela operação Lava-Jato. A geóloga Venina Velosa da Fonseca (FOTO), que foi gerente-executiva da diretoria de abastecimento, onde ocorreu a maioria dos desvios apontados pelas investigações, afirma que alertou sobre pagamentos de serviços de comunicação que não foram prestados e sobre a escalada de aditivos que elevaram os custos da refinaria Abreu e Lima de US$ 4 bilhões para US$ 18 bilhões.

 
A funcionária, que foi afastada da Petrobras no mês passado mesmo sem ter sido acusada pelo Ministério Público de participação no esquema de corrupção, diz ter alertado José Carlos Cosenza - que substituiu Paulo Roberto Costa, mentor e delator das irregularidades - a respeito dos desmandos, sem que nenhuma providência tenha sido tomada.

 
Venina sustenta, por meio de cópias de e-mails e de centenas de documentos protocolados na estatal, que notificou Graça Foster pela primeira vez em mensagem enviada no dia 3 de abril de 2009, quando a atual presidente ocupava a diretoria de gás e energia. Ela voltou a enviar mensagens depois que Graça assumiu o comando da empresa, em fevereiro de 2012. 
 
 
Uma das alegações de Venina é que, por causa das denúncias que fez, teria sido destituída da gerência-executiva em outubro de 2009 e transferida para o escritório da estatal em Cingapura em fevereiro de 2010, onde, segundo ela, não exerceu nenhuma função. Ainda de acordo com Venina, em uma ocasião, após ouvir as denúncias de sua gerente, Paulo Roberto Costa teria apontado para o retrato do presidente Lula e indagado se ela queria "derrubar todo o mundo".

 
Procurada pelo Valor, a Petrobras não respondeu aos pedidos de esclarecimentos até o fechamento desta edição. O Ministério Público vai tomar o depoimento de Venina na próxima semana, em Curitiba. (Valor Econômico)

 
Observação: Dilma saiu da presidência do Conselho de Administração da Petrobras em março de 2010, um ano depois das primeiras denúncias. Dilma nomeou Graça como presidente da Petrobras em 2012. 
 
 

CNV:Vá carpir um lote, Pedro Dallari: Ou " Quem vai pagar pela morte do soldado Mario Kosel Filho?"

Blog do Coronel





Durante mais de dois anos, as Forças Armadas do país foram massacradas por uma Comissão de Meias Verdades, coordenada por Pedro Dallari (foto).  Todo o tipo de provocação foi feita, inclusive os famosos "escrachos", quando organizações comunistas atacavam lares de militares, pichando-os, sem que houvesse nenhuma defesa para as acusações públicas, muitas delas falsas e forjadas.

Na última quarta-feira, o ato final. Pedro Dallari entregou um relatório onde ofende a memória de gente honrada, novamente sem direito à defesa. Gente morta,  a quem a CNV mancha biografias de anos e anos no serviço público. Um relatório estreito, parcial e restrito, pois não investiga e nem ao menos cita os assassinatos cometidos pela esquerda,  que totalizam 119 inocentes mortos pela guerrilha. A presidente que foi terrorista, guerrilheira, que lutou contra a democracia, deveria ter chorado de verdade, por remorso, em vez de exibir apenas um esgar sem lágrimas, eivado de revanchismo.


Mas não bastou a Dallari os mais de dois anos de provocações aos militares. Agora ele exige, como se tivesse autoridade para isso, que os militares aceitem oficialmente o seu relatório. E usa de falácias para atacar as FFAA. 


Uma delas é que o silêncio dos militares significa que eles podem voltar a tomar o poder no país. Ele quer que os militares se ajoelhem e prometam não reagir, nunca mais, contra os inimigos do regime democrático.  Esperamos, nós, os civis, que se o bolivarianismo prosperar e o comunismo novamente ameaçar o país as nossas tropas estejam prontas para defender a democracia.

O outro argumento é de uma idiotia sem limites. Dallari lembra que os militares estão recebendo inclusive caças suecos e que deveriam, por isso, serem agradecidos ao governo do PT, assumindo culpas que eles não têm. É bom lembrar ao moço que os aviões serão usados para defender o país, as suas fronteiras, as suas riquezas, permitindo que a FAB cumpra o seu papel constitucional.Não é mimo e nem agrado. É obrigação do Estado ter capacidade de defesa e ataque contra inimigos externos.


Por fim, Pedro Dallari não para de falar em "reconciliação nacional", como se o povo brasileiro estivesse preocupado com fatos ocorridos há dezenas de anos. A "reconciliação nacional" foi feita com a assinatura da Lei da Anistia, em 1979, que permitiu a volta dos exilados sem que muitos deles enfrentassem julgamentos por assaltos covardes, sequestros hediondos e assassinatos cometidos a sangue frio, que poderiam ter lhes rendido anos e mais anos de cadeia. 


Como bem lembra Reinaldo Azevedo, em artigo publicado hoje na Folha de São Paulo, o primeiro texto da Lei da Anistia excetuava os crimes de sangue. No entanto, foi a esquerda quem exigiu que ela fosse "ampla, geral e irrestrita", para proteger os seus assassinos. E agora querem rasgá-la, reabrindo feridas e criando uma nova divisão do país.


O silêncio das FFAA é uma manifestação de respeito à autoridade da Presidência da República. Aos Poderes da República. Não é um Pedro Dallari da vida que vai, mesmo com todo o apoio da imprensa, de muitos jornalistas que pegaram em armas para acabar com a democracia, em conluio com a elite podre da esquerda, que vai fazer uma instituição legalista se curvar diante da mentira. Que Pedro Dallari vá carpir um lote.


Dilma Rousseff participou do bárbaro assassinato do Soldado do Exército Mário Kozel Filho?


ESSA TERRORISTA MATOU O MEU FILHO
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O PROCESSO da TERRORISTA DILMA  está trancando em um COFRE no SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. 


O STF não deixa ninguém ler: – confissão que há algo a esconder.

PENA QUE O STF ESTÁ NAS MÃOS DO PT – LÁ ESTÁ A FICHA DE DILMA…..
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Estava no Fusca, no outro carro, ao lado do Quartel?  – Ficou no Esconderijo da VAR-Palmares?
SE  ficou no esconderijo esperando o pessoal da VAR PAlmares praticar a matança de soldados, quando viu essa foto não se arrependeu e não arrepende? até hoje? Ou quando os colegas voltaram pro esconderijo dizendo que arrembentaram o menino?



NENHUM CANAL DE TELEVISÃO JAMAIS ENTREVISTOU EM SANTA BÁRBARA DO OESTE-SP a Terezinha Kozel mãe do Mário;…Porque?  Está velhinha e vai morrer sem ser entrevistada.



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Outubro2010


TRANCADO NO COFRE


Jornal recorre ao STF para ver processo de Dilma


Desde o início do ano, o jornal tenta ter acesso aos autos referentes à participação de Dilma em organizações da esquerda armada na época da ditadura. Porém, os arquivos foram trancados em um cofre, em abril, por decisão do presidente do Superior Tribunal Militar, ministro Carlos Alberto Soares. Ele alega querer evitar uso político do material.


O jornal entrou com Mandado de Segurança no próprio STM para ter acesso ao processo. O julgamento foi suspenso duas vezes, um por pedido de vista e o outro por questão processual. Segundo Taís Gasparian, advogada do jornal, ao adiar a decisão, o STM “viola o direito da requerente de obter a necessária e urgente decisão que lhe permita ter acesso aos autos da ação penal”.


Na ação no STF, a Folha de S. Paulo diz que Soares é uma “autoridade administrativa” e não pode, “arbitrariamente, decidir o que é levado ao conhecimento público e o que não é”. O jornal diz ainda que há uma negativa de “prestação jurisdicional” pelo tribunal.


O veículo justifica a urgência citando a “atualidade do interesse público”, já que a candidata pode se tornar a próxima presidente. Por isso, solicita acesso antes da eleição, para os leitores conhecerem o passado de Dilma.
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E já fizeram de tudo para apagar o artigo do Mário Kozel na Wikipedia escrito pelo Homem Culto, onde uma terrorista escreveu tentando se explicar.


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DILMA ROUSSEFF e FRANKLIN MARTINS em video CONFESSAM SEUS CRIMES:
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Como membro da VAR Palmares não há dúvida que participou do planejamento do bárbaro crime e não se arrependeu nem um pouco, não sentiu remorso algum como nenhum comunista sente em parte alguma do mundo.

Bolsonaro pede a prisão da terrorista Dilma Patrícia Wanda
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NOTA: Jamais leiam o site WIKIPEDIA em relação ao 1964, todos os artigos sobre 1964 da WIKIPEDIA estão controlados pelos infames comunistas.
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DILMA DEVERIA IR PARA A CADEIA, DIZEM BOLSONARO E BRILHANTE USTRA 
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O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo.



O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961. Entretanto, os golpistas do “partidão” e seus aliados, mais uma vez, como já acontecera em investidas anteriores, que a história registra em cores fortes, não souberam identificar, na sociedade, a inquestionável repulsa a seus intentos de subversão da ordem e extremada violência. Dessa forma, entende-se o movimento armado de 31 de março, sem qualquer dúvida, como uma contrarrevolução que veio em socorro do povo brasileiro ameaçado seriamente pela baderna e pelo caos.


Hoje, os integrantes da frente de esquerda, que se apresenta solidamente enquistada no Poder, fiéis doutrinariamente à máxima de que os fins justificam os meios, voltam-se, especialmente, para as novas gerações, cujas mentes buscam envenenar com argumentação falaciosa, repetida à exaustão. Servem-se, largamente, de inocentes úteis, de vítimas da ignorância e de mentes corrompidas. Seus sequazes incentivam revisões da história que passam a narrar de forma distorcida, onde preponderam a mentira e a felonia. Nos postos de mando alinham-se, despudoradamente, terroristas, sequestradores, assaltantes de banco, criminosos todos, que se locupletam gulosamente de bolsas fartamente endinheiradas.


Mas, o que é sumamente grave, novas urdiduras estão em marcha acelerada, pois a partir dos anos 1980, a revolução comunista no Brasil ganhou uma nova vertente inspirada na revolução gramsciana de transição para o socialismo. Sua convivência com pensamento e a práxis política marxista-leninista de alguns partidos caracteriza uma postura tática de pluralismo das esquerdas. O êxito, já alcançado na penetração intelectual e moral do corpo social, é inegável. Chega a um estágio que se teme possa ser irreversível
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DILMA E SEU PASSADO DE GUERRILHEIRA E SEU PRESENTE DE APOIAR AS GUERRILHAS DA COLOMBIA:


FOI O GRUPO TERRORISTA QUE ELA PARTICIPAVA QUE MATOU MARIO KOZEL…. QUE ELA FEZ,, FICOU SABENDO??  PARTICIPOU DO PLANEJAMENTO… OU OQUE…
E O COFRE DO ADEMAR…. ???   O LIVRO o cofre,,, DIZ QUE ELA SE ENCARREGOU DE TROCAR OS DOLARES POR CRUZEIROS..

Dilma assaltava e roubava diz Ex-Marido: Hoje o nome da coisa é Corrupção

3 de junho de 2012
O DEBATE ESTÁ ABERTO:  Alguém aí viveu os fatos, tem esclarecimentos a dar?


não deixe de ler também: http://homemculto.wordpress.com/2010/09/19/como-dilma-roussef-roubou-o-cofre-do-governador-doutor-adhemar-pereira-de-barros/

APERITIVO ANTES:   VIDEO DE MALUF , COLLOR E SARNEY APOIANDO DILMA, E  ZÉ DIRCEU  CHAMANDO DILMA DE COMPANHEIRA DE ARMAS.

http://www.youtube.com/watch?v=KGbir75Q740


Na internet circula uma suposta carta dos pais de Mário Kozel Filho, recruta de 18 anos explodido e destruído por terroristas do grupo VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) de Dilma e Carlos Marighela.

Será que Dilma Roussef realmente estava lá para assassinar Mário Kozel Filho, no QG do II Exército em Sampa?:

ELA SÓ FICOU DE LONGE ACOMPANHANDO O QUE OS AMIGOS de VPR     faziam?
“Na madrugada de 26 de junho de 1968 estava no quartel, em serviço, quando ouviu um tiro, disparado pelo soldado Rufino, que fazia a guarda externa do quartel. Saiu para ver o que se passava e foi informado pelo soldado Rufino que o tiro foi para cima, para advertir um automóvel que, em alta velocidade, rompeu a barreira da área proibida ao tráfego de veículos.



O motorista do automóvel deve ter se assustado e colidiu com um poste. Mário, preocupado em ajudar possíveis feridos, foi até o mesmo. Ao se aproximar do automóvel acidentado, um outro automóvel passa pelo local e seus ocupantes lançam sobre o automóvel acidentado uma bomba de grande poder destrutivo. Mário teve morte instantânea, pedaços de seu corpo foram lançados em todas as direções.


http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI163171-18176,00-DILMA+NA+LUTA+ARMADA+TRECHO.html

Tirem os esqueletos da Dilma do cofre do STM.

Dilma Roussef e Mario Kozel Filho. Ela está viva. Ele está morto.
Os blogs do esgoto estão revoltados com a exigência da sociedade brasileira em conhecer quem é Dilma Rousseff. Dizem que a ficha criminal da candidata, fechada a sete chaves dentro de um cofre do Superior Tribunal Militar, deve ter sido forjada pelos torturadores militares. E, pasmem, afirmam que Dilma foi uma jovem idealista que lutou contra a ditadura. É muita canalhice. A jovem idealista está aí, leve, livre e solta, concorrendo à presidência da República. Viva. 
O soldado Mario Kozel Filho, ao contrário, que era um jovem cumprindo serviço militar, foi brutalmente assassinado pela Vanguarda Popular Revolucionária, VPR, onde Dilma era uma das líderes e planejava os atentados terroristas, segundo ela mesmo declarou várias vezes. Mário, o jovem de 18 anos, foi atingido por uma bomba lançada pelo grupo armado da Dilma e pedaços do seu corpo foram achados a 400 metros de distância. 
Dentro daquele cofre que esconde a biografia da Dilma, pode estar a resposta sobre quem matou Mário Kozel Filho. Que estes ratos do esgoto não venham com a história da jovem que lutava contra a ditadura. Estes terroristas que lutavam contra a ditadura  queriam implantar o comunismo no Brasil e assassinavam jovens em portas de quartéis.
Mário antes e depois da Dilma?

“‘Um dos ocupantes do segundo automóvel era Dilma Rousseff.”


“Não consigo entender como é possível uma assassina permanecer solta e ainda chegar aonde essa mulher chegou. Dilma e outros criminosos e assassinos, que deveriam estar nas penitenciárias, relaxam e gozam sem quaisquer preocupações, enquanto os ladrões de galinhas sofrem severas penalidades.


Agora, a exemplo do que fizeram com Lula, os marqueteiros vão tentar vender a imagem de paz e amor dessa assassina.Ainda assim, enquanto eu viver, não me calarei, até que todos saibam
.” Mário e Therezinha Kosel.

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O bravo deputado JAIR BOLSONARO pede a inclusão de Mário Kozel no livro de heróis da pátria.
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PROJETO DE LEI Nº , DE 2005


(Do Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO e JAIR BOLSONARO)

Inscreve o nome do militar Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º Será inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, que se encontra no  Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília, o nome de Mário Kozel Filho.
Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICATIVA
Pela presente proposição, pretendemos inserir, no livro dos heróis da Pátria, o nome de um brasileiro que, por sua atuação como militar, prestou relevantes serviços à nação brasileira. Estamos nos referindo ao militar Mário Kozel Filho.

O  jovem Mário , conhecido em sua casa como “Kuka”, é convocado para servir à Pátria e defendê-la contra possíveis agressões internas ou externas e é designado para o Quartel General do II Exército, em São Paulo/SP.

Na mesma época, o Capitão guerrilheiro Carlos Lamarca, formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, serve no 4º RI, em Quitaúna/SP.

O destino dos dois vai se cruzar tragicamente.

O soldado Kosel continua servindo, com dedicação, a Pátria que jurou defender. No dia 26/06/68, como sentinela, zela pela segurança do Quartel General, no Ibirapuera. Às 0430h, ele está vigilante em sua guarita. A madrugada é fria e a visibilidade muito pouca. Nesse momento, um tiro é disparado por uma sentinela contra uma camioneta chevrolet que desgovernada tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG.


O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo que finalmente bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se há alguém no seu interior. Há uma carga com 50 quilos de dinamite que, em segundos depois, explode e espalha destruição e morte num raio de 300 metros. Seu corpo é dilacerado. Seis militares ficaram feridos: o Cel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR.


Participaram deste crime hediondo os seguintes onze terroristas: Waldir Carlos Sarapu (“Braga, “Rui”), Wilson Egídio Fava (“Amarelo”, “Laercio”), Onofre Pinto (“Ari”, “Augusto”, “Bira”, “Biro”, “Ribeiro”), Eduardo Collen Leite (“Bacuri”, “Basilio”), Diógenes José Carvalho de Oliveira (“Leandro”, “Leonardo”, “Luiz”, “Pedro”), José Araújo de Nóbrega (“Alberto”, “Zé”, “Pepino”, “Monteiro”), Oswaldo Antônio dos Santos (“Portuga”), Dulce de Souza Maia (“Judith”), Renata Ferraz Guerra de Andrade (“Cecília”, “Iara”), José Ronaldo Tavares de Lira e Silva (“Dias”, “Joaquim”, “Laurindo”, “Nunes”, “Roberto Gordo”, “Gordo”) e Pedro Lobo de Oliveira (“Getúlio”, “Gegê”).

Após a sua morte o soldado Kosel foi promovido a 3º sargento e sua família passou a receber a pensão correspondente a este posto. O Exército Brasileiro numa justa homenagem colocou o seu nome na praça de desfiles do QG do II Exército.

Mário Kosel Filho, soldado cumpridor dos seus deveres, cidadão brasileiro que morreu defendendo a Pátria, está totalmente esquecido, o nosso Projeto visa corrigir essa injustiça.


Sala das Sessões, em junho de 2005.

Deputado ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO-PRONA – SP
Deputado JAIR BOLSONARO-PP/RJ

Ameaça global: Crise hídrica em São Paulo serve de alerta para muitas outras metrópoles, INCLUSIVE BRASILIA, não é IBRAM?


Publicado em dezembro 2, 2014 por


escassez de água

O pescador Ernane da Silva olha para o vale que se estende a seus pés. No local onde pescou por três décadas agora só resta erva daninha e terra seca, ressecada pelo sol.


São Paulo sofre com a pior seca em 80 anos. A crise hídrica serve de alerta para muitas outras metrópoles: o desmatamento, as temperaturas mais altas e a expansão dos centros urbanos reproduzem este desastre em outros cantos do planeta. Matéria da AFP, no Yahoo Notícias.


“Fui um dos primeiros pescadores a chegar aqui e agora sou um dos últimos que restam”, contou Silva, de 60 anos, em meio à represa do rio Jacareí, no pequeno município de Piracaia, a 100 km da cidade de São Paulo.


“Eu pesquei aqui durante 30 anos. Como ia pensar que um dia a água acabaria?”, se perguntou com um misto de incredulidade e tristeza, refletindo sobre um problema que não afeta só a ele, mas em maior ou menor medida a milhões de paulistanos.


Vestindo roupas simples e um boné que o protege do sol forte, ele conta que deixou sua casa, nas margens da represa, e que este ano teve que ir pescar em regiões mais altas, onde ainda há água, mas que não sabe mais se no ano que vem poderá continuar fazendo isto.


– Chuvas insuficientes –
A represa de Jacareí, construída no final dos anos 1970, é uma das cinco que compõem o enorme sistema Cantareira, que abastece 45% dos 20 milhões de habitantes da região metropolitana de São Paulo.


As chuvas desta temporada úmida – de outubro a março – são insuficientes. Na região das represas da Cantareira, as chuvas foram de 90 mm, em novembro, contra uma média histórica de 161,2 mm.
“A falta de chuva foi severa neste último ano, acompanhada de altas temperaturas, tanto no verão, quanto no inverno, o que altera a evaporação das represas”, disse à AFP o meteorologista Marcelo Schneider, do oficial Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


“E tudo piora porque, diferentemente de secas anteriores, agora a população e a demanda por água são muito maiores”, acrescentou.
Centro econômico e industrial do Brasil, São Paulo já viveu uma forte seca em 2001 e outra muito grave no começo dos anos 1960.


- Má gestão, outro vilão -
“A seca não é só um assunto climático: é importante se estamos ou não preparados para enfrentá-la”, explicou à AFP a pesquisadora Maria Assunção Silva, do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo.

Em São Paulo se juntaram a falta de investimentos e infra-estrutura para armazenar água em anos de abundância, a sobrecarga do sistema e a má gestão. Segundo especialistas, não se informou adequadamente a população e o recurso não foi racionalizado.

A Sabesp, a maior empresa de águas de São Paulo, garante ter tomado medidas e que não é necessário racionamento, o que é reafirmado constantemente pelo governador Geraldo Alckmin, reeleito em outubro.

O governo anunciou há pouco que construiria uma planta para reuso de água e novos depósitos para armazenamento.

A AFP ouviu vários relatos de cortes de abastecimento de água – sem aviso, nem planejamento – na capital, tanto na periferia, quanto no centro da cidade.

Outras cidades do estado, onde vivem 40 milhões de pessoas, racionaram água fortemente, entre elas Guarulhos e Itu, onde a Sabesp não opera.


- Menos árvores, menos chuva -
Para alguns especialistas há, ainda, uma questão chave: o desmatamento.
“A seca excepcional que a região sudeste do Brasil vive, especialmente São Paulo, já pode ser o resultado do desmatamento da Amazônia”, disse à AFP o respeitado pesquisador Antonio Donato Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
“A Amazônia exporta umidade (…) e leva chuvas ao sudeste, ao centro-oeste e ao sul do Brasil, e também a outras regiões de Bolívia, Paraguai, Argentina, a milhares de quilômetros”, explicou Nobre.
Cientistas afirmam, também, que eventos como as fortes chuvas na região Ásia-Pacífico, a maior temperatura do mar e a seca na Califórnia estão conectados e são partes de um mesmo desequilíbrio global.
Os cada vez mais populosos centros urbanos, com pouca vegetação e enormes extensões de asfalto e cimento, contribuem para este desequilíbrio.
“A sucessão de extremos chuvosos e secos veio para ficar”, alertou Maria Assunção Silva.
O pescador Ernane da Silva mantém o olhar fixo no local onde antes havia água e hoje, apenas terra. “Esta seca mudou toda a minha vida. Aqui, antes a água sobrava, estava cheio de gente pescando, nadando, aproveitando. Agora não há nada, não fica ninguém”, lamentou.

Publicado no Portal EcoDebate, 02/12/2014

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Empresa americana diz à Justiça dos EUA que pagou propina a oficiais da FAB

FOLHA


Uma empresa americana admitiu à Justiça dos Estados Unidos que pagou propina a oficiais da FAB (Força Aérea Brasileira) e ao governo de Roraima.

A companhia Dallas Airmotive, que faz manutenção de motores de avião, concordou em pagar uma multa de US$ 14 milhões por ter desrespeitado leis americanas contra corrupção em países estrangeiros.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (11) pelo jornal americano "The Wall Street Journal".


A propina foi paga entre 2008 e 2012 por funcionários e representantes da Dallas Airmotive que faziam negócios na América Latina. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos confirmou o caso e diz que a empresa agora colabora com as autoridades.


Oficiais da força aérea do Peru e de uma província na Argentina também teriam recebido propina.

Para repassar o dinheiro, foram fechados contratos com empresas de fachada, entre outros métodos.


Em nota, a FAB informou que soube do caso pela imprensa do acordo firmado entre a Dallas Airmotive e o Departamento de Justiça Americano que cita o fornecimento de propina a militares do seu efetivo.

A FAB disse que não recebeu nenhuma notificação oficial do Departamento de Justiça Americano, mas já abriu processo investigativo para apurar o fato denunciado.

A Folha não conseguiu contato com o governo de Roraima.


Comentários


E-LEITOR (667)

Espero que o governo privatize o sistema penitenciário. Este será um dos mais promissores negócios no Brasil nos próximos anos. O que tem de pi.lan.tra nesse país é impressionante!

Guriatã (3150)

Ih,mas não eram os militares que parte significativa da direita queria que tomassem novamente o poder para resolver problemas de corrupção?

Expresse e Opine (3506)

A aeronáutica estolou. Alem de taxistas de ‘autoridades e afins”, agora corrupta. Se liga japa!

Brasil: muito mais flora em risco de extinção do que se pensava


Publicado em novembro 25, 2014 por


A Mata Atlântica é um dos biomas brasileiros com maior variedade de espécies. Foto: Agência Brasil

De 43.000 espécies vegetais, mais de 2.000 estão ameaçadas


O Brasil, país mais verde da América Latina, enfrenta o paradoxo de ter muito mais flora em risco de extinção do que se havia calculado originalmente, com consequências potencialmente devastadoras para seu meio ambiente e sua sociedade.

Um estudo revela que há 2.118 espécies de plantas em vias de desaparecer no Brasil, número cinco vezes superior à previsão oficial atual, segundo os especialistas.


“Ainda precisamos conhecer o risco de extinção de 100% das 43.000 espécies da flora brasileira, mas pelo menos já temos um começo”, afirma o biólogo Gustavo Martinelli, coordenador do Livro Vermelho da Flora do Brasil (2013), que acaba de ganhar o prestigiado prêmio Jabuti de literatura.


O que significa essa descoberta para a sociedade? Martinelli responde em termos práticos: “Todas as espécies em risco de extinção trazem uma consequência econômica e social”, diz.


A obra é um esforço importante para quantificar a riqueza vegetal do Brasil e o prêmio é um reconhecimento sem precedentes à pesquisa científica na área da preservação ambiental. O estudo descreve plantas utilizadas para a fabricação de móveis, medicamentos, cosméticos e outros produtos industriais, ou simplesmente para decoração.


Extinção mais rápida que a ciência
O problema, não só do Brasil, mas de todo o mundo, é que o ritmo da extinção é muito mais rápido do que o da ciência para identificar e descobrir novas espécies.
Especialistas calculam que ainda se desconhece entre 10% e 20% das angiospermas (plantas com flores e frutos). Em contraste, a taxa de extinção é atualmente 1.000 vezes maior do que o nível registrado historicamente, dizem os autores do livro.

Além disso, até 2012 apenas 14.500 espécies globais tinham sido incluídas na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Parcialmente financiado pelo Banco Mundial e pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), o livro brasileiro abrange quatro anos de estudos e analisa 4.619 espécies, cerca de 10% das plantas nativas.

Parece pouco, mas não é. Principalmente se for levado em conta o fato de que há muito tempo não se fazia uma pesquisa tão extensa sobre a vegetação do país. A publicação mais semelhante que existia antes era Flora Brasiliensis, impressa em 1906.
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Todas as espécies em risco de extinção trazem uma consequência econômica e social Close Quotes
Gustavo Martinelli  coordenador do Livro Vermelho da Flora do Brasil

Brasil sem brasil
Uma das espécies que preocupa os especialistas é justamente aquela que deu nome ao Brasil. Utilizada por colonos portugueses para a fabricação de corantes e violinos, a madeira do pau-brasil está ameaçada há muito tempo pela destruição da Mata Atlântica, um dos sistemas com mais biodiversidade do país.

E que outras atividades acabam com a flora? Essencialmente, as práticas insustentáveis na agricultura e na construção (principalmente projetos de infraestrutura), assim como os incêndios provocados pelo homem. Juntos, esses fatores representam quase 88% das ameaças registradas no livro.

Mas, segundo Martinelli, calcular os números e os riscos é só o primeiro passo. A próxima etapa é planejar as ações mais urgentes para salvar os biomas e as espécies. Nesse sentido, está prevista para dezembro a publicação de um mapa de áreas prioritárias para a preservação da flora ameaçada.


Liderança ambiental
Há algumas semanas, a Estação Ecológica Maués, no sul da Amazônia, foi transformada em área de conservação. Depois de anos de debate, a região – que abriga primatas e 600 espécies de aves – só pode ser explorada para mineração dentro de áreas e critérios aprovados pelo governo federal.
“As áreas protegidas têm um papel fundamental no cuidado da flora e da fauna. Elas são a base de uma estratégia para a preservação das espécies para as futuras gerações”, diz Adriana Moreira, que lidera o trabalho do Banco Mundial sobre biodiversidade no Brasil.


A flora também pode ser cuidada fora das áreas de preservação, e a tecnologia tem um papel importante na recuperação das espécies mais atingidas. Hoje é possível, por exemplo, guardar sementes durante anos ou cultivar plantas em jardins botânicos até que seu habitat seja recuperado.

Apesar disso, esses trabalhos necessitam financiamento constante, o que nem sempre os pesquisadores da área conseguem.


Na floresta ou na cidade, o Brasil precisa preservar melhor suas próprias espécies. O maior país da América Latina é um dos que assinou a Convenção da Diversidade Biológica e as Metas de Aichi (2011), que obriga as nações signatárias a evitar a extinção de espécies ameaçadas.


Os signatários também se comprometem a preservar e manejar melhor sua biodiversidade. “O Brasil deve ter um papel de liderança nesse trabalho, precisamente por ser muito diverso”, conclui Martinelli. “Espero que o estudo das espécies em risco ajude o país a pensar em um padrão de desenvolvimento mais equilibrado.”
Fonte: Banco Mundial


Publicado no Portal EcoDebate, 25/11/2014

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Nova tecnologia, barata e rápida, identifica a presença do agrotóxico na água, terra e até no alimento


Publicado em novembro 25, 2014 por


Seis milhões de litros. É o volume usado em 2010 do inseticida metamidofós em lavouras mato-grossenses. Ele está no topo de duas listas: o segundo mais utilizado no estado e na classe mais perigosa à saúde. Uma gota pode matar um homem adulto. O contato com o agrotóxico pode causar paralisias, convulsões, perda de memória e levar até ao desenvolvimento do Mal de Alzheimer.

Desde 2012 seu uso foi proibido, mas ele permanece no ambiente por 10, 20 anos, atingindo terra, água, plantas e animais. Incluindo o Homem. Além disso, muitos outros defensivos agrícolas ainda ajudam a sustentar a economia do maior produtor de soja do país.

E do centro deste problema de saúde pública começam a surgir soluções. Izabela Gutierrez, em seu mestrado na Universidade Federal de Mato Grosso [UFMT], desenvolveu uma tecnologia barata e rápida para identificar a presença do agrotóxico na água, terra e até no alimento. Antes disso, os estudos precisavam ser feitos em laboratórios na região sudeste. Isso levava dez dias. Com a invenção da cacerense, o teste sai em 30 minutos.

O sensor de fato é uma pequena peça de vidro recoberta de metal e feita artesanalmente (Foto: Bruna Maciel/Voluntária Fapemat Ciência)

O perigo deste agrotóxico é que ele bloqueia uma enzima no cérebro, atrapalhando as sinapses, que são os pulsos elétricos que fazem o cérebro controlar tudo. Normalmente, esta enzima quebra algumas moléculas, gerando íons. Mas o pesticida se gruda, segura a enzima e não a deixa trabalhar. As moléculas que deveriam ser quebradas acabam se acumulando, e começa o problema.

Mas foi justamente isto que o entregou. Utilizando a mesma enzima em uma fita, é possível ver a ação do metamidofós. Se ele estiver ali, a enzima não vai trabalhar. E se ela não trabalha, vai diminuir produção de íons do mesmo jeito que acontece no cérebro. Daí é só medir e… pimba! Teste feito.

Mas será que é fácil assim medir? Pior que sim. Os íons causam uma mudança de acidez, do pH. E medidor de pH já existe há um bom tempo. O objetivo agora é compactar os equipamentos de leitura de precisão para algo semelhante a um medidor de diabetes, barato e que caiba no bolso. Alguns estudos já estão sendo feitos nos laboratórios do campus de São Carlos da Universidade de São Paulo [USP-SC]. Segundo o orientador da dissertação e professor da UFMT, Romildo Ramos, isso é perfeitamente realizável. Só falta o investimento do setor público ou privado para alavancar o processo.

Izabela conta que o processo é bastante confiável. A enzima usada [acetilcolinesterase] é bem específica. Isso significa que coisas como sujeira e outros elementos não vão alterar o resultado. Além disso, os pesquisadores fizeram mais de 50 testes e conseguiram o mesmo resultado em diferentes laboratórios na UFMT e USP-SC. Eles ainda contam que bastam novas baterias de testes e calibrações para que outros tipos de agrotóxicos possam ser também identificados.



Reconhecimento
Sábados, domingos, feriados. O expediente começa cedo e não tem hora para acabar. A marmita é o que salva nos 30 minutos de almoço. As aulas na escola pública ajudam a sustentar a pesquisa, que sofre com o financiamento ralo. Para alguns, o relato de Izabela e Romildo podem ser bem chocantes. A gestação dessa tecnologia foi de 20 meses, e repleta de duras penas. Mas valeu.

A pesquisa de Gutierrez e seu biossensor já carregam alguns títulos invejáveis. A tecnologia ainda é a única patente da UFMT, mas deve ganhar companhia logo, segundo o Escritório de Inovação Tecnológica [EIT] da universidade. É também o único mestrado de Física da universidade a publicar dois artigos em revistas internacionais. Mostras da importância deste trabalho são os convites de um grande laboratório francês e de uma pesquisadora espanhola para trabalhos em parceria.

O aparelho de medição ainda precisa ser compactado (Foto: Bruna Maciel/Voluntária Fapemat Ciência)

A tecnologia ainda não foi testada para poder ser comercializada no Brasil, mas o registro já garante que, quando ela for explorada, o dinheiro dos direitos vai ser dividido entre as instituições e pesquisadores que participaram do trabalho.

A tecnologia permite precisão nos dados obtidos (Foto: Bruna Maciel/Voluntária Fapemat Ciência)
Para o professor Romildo, a criação de produtos é fundamental para a universidade. “É nisso que deviam investir. A UFMT subiu no ranking com ajuda da patente [leia mais]. Já pensou uma indústria dessas aqui em Mato Grosso? Nós não podemos ficar dependendo só do agronegócio. E isso traz visibilidade para cá. E melhora a qualidade de vida de todo mundo”.

A imagem do inventor gênio, que tem a ideia e constrói tudo sozinho, não se encaixa muito bem na realidade. Izabela é matemática. Seu orientador é físico. Seus parceiros na pesquisa incluem médicos, químicos e biólogos. E “cada um teve um papel importante no trabalho, não dá para fazer tudo sozinha”, conta Gutierrez.

Continuidade dos trabalhos
Enquanto o financiamento não vem, os pesquisadores ficam parados? Não. Izabela agora cursa doutorado na USP-SC, onde procura aprimorar sua criação. Apesar de manter os detalhes em segredo, ela revela que a tecnologia deve se tornar ainda mais acessível e sustentável. Algo envolvendo um abacate que corta a necessidade de importar enzimas. “É, cada vez mais, uma tecnologia que vem da natureza para encontrar uma coisa que faz mal à natureza”, conta empolgada a pesquisadora.

Passando o bastão. Três gerações de pesquisadores: Izabela, estagiária de Química e o professor Romildo (Foto: Bruna Maciel/Voluntária Fapemat Ciência)

Izabela continua regularmente voltando e trazendo novos conhecimentos para a UFMT. Nesse meio tempo, Romildo fortalece o Grupo de Pesquisa em Materiais Moleculares, treinando universitários de várias áreas e alunos do ensino médio que podem dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos hoje. Segundo ele, “é preciso investir na base. “Daqui uns anos vai ter alguém para fazer mestrado nessa área, e quando ela sair, já vamos ter outro capaz de continuar”.

Fonte: Revista Fapemat Ciência

Publicado no Portal EcoDebate, 25/11/2014

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