terça-feira, 10 de março de 2015

O Estatuto da Família vai assegurar direitos:Pela Constituição, casal gay não forma família. A Justiça vem autorizando casais homoafetivos a adotar. Mas a Constituição não define isso como núcleo familiar. SOU CONTRA!


O Estatuto da Família vai assegurar direitos



O arranjo homoafetivo é algo novo, e a sociedade brasileira é conservadora. Pela Constituição, casal gay não forma família
 
 
O Projeto de Lei 6.583, que institui o Estatuto da Família, tramita na Câmara dos Deputados com um único objetivo: garantir que o Estado ofereça políticas públicas que, hoje, estão mais no papel do que na prática. O Estatuto assegurará que a Constituição seja cumprida. O Artigo 226 da Carta Magna estabelece que a família deve ser protegida por ser a base da sociedade e é dever do Estado cuidar dela. Os contrários ao projeto se concentram apenas no Artigo 2, onde consta: “Define-se entidade familiar como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher,  por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.

Quem é contra tenta confundir o cidadão. Afirma que o projeto exclui pais e mães solteiros, separados ou viúvos que criam seus filhos. Não é verdade. Os contrários afirmam se tratar de um projeto homofóbico. Consideram naturais os arranjos familiares baseados no afeto e no amor. Defendo o que está na Constituição e nela não consta a união entre pessoas do mesmo sexo.

Os críticos do projeto se equivocam ao falar de adoção. Quem quiser pode acessar na internet e ler o que está escrito. Nenhum artigo trata de adoção. (Nota da redação: o relator do texto, deputado Ronaldo Fonseca, do Pros-DF, sugeriu incluir no projeto o veto à adoção por casais gays.) O projeto se propõe a assegurar o bem-estar das famílias constituídas legalmente. A adoção entra nesse contexto.
A Justiça vem autorizando casais homoafetivos a adotar. Mas a Constituição não define isso como núcleo familiar. Sou contra.

O arranjo familiar baseado no amor e no afeto é algo novo em nossa sociedade, não é o padrão. Como estará a cabeça desse filho adotado daqui a dez, 15 ou 20 anos? Um estudo publicado em fevereiro no British Journal of Education, Society and Behavioural Science, do sociólogo Donald Simmons, da Universidade Católica da América, avaliou mais de 200 mil crianças, sendo 512 filhos adotivos de casais homoafetivos. Apontou o seguinte: “Os filhos de pais biológicos
apresentam um quarto dos problemas emocionais identificados entre as crianças criadas por pais do mesmo sexo”. O estudo aponta que pesquisas positivas em relação à adoção feita por casais homossexuais começam a ser revistas, principalmente no que se refere ao desenvolvimento das crianças ao longo do tempo.

As famílias hoje estão à mercê da grave epidemia das drogas e álcool, da violência doméstica, da falta de saúde e educação, da gravidez na adolescência. A vulnerabilidade da grande maioria das famílias brasileiras também está clara no âmbito judicial. É fato que as classes sociais menos favorecidas são as que mais sofrem com a já conhecida lentidão do Poder Judiciário. Sem dinheiro para pagar bons advogados, os processos se arrastam por anos. O Estado tem de exercer o papel de protetor. Por isso tem de fazer as exigências. Em todos os seus 16 artigos, o projeto estabelece os parâmetros a ser seguidos, com o objetivo de garantir todas as condições que a sociedade precisa para ter uma vida melhor. É preciso enfrentar as situações complexas às quais as famílias são submetidas no mundo contemporâneo.

Uma imensa parcela da sociedade brasileira é conservadora. O retrato disso está no Congresso. O atual Parlamento passou a ter uma bancada conservadora maior. A polêmica enriquece o debate. Não adianta partir para agressões verbais, protestos em praça pública ou nos cultos evangélicos, como já foi visto recentemente. 
Por: Anderson Ferreira (PR-PE), é deputado federal e autor da proposta do Estatuto da Família (Projeto de Lei 6.583, de 2013), atualmente em debate na Câmara dos Deputados 

Conluio espúrio e pizza assando! (A vigência do Pacto de Princeton)

BLOG PRONTIDÃO TOTAL




Alguém ainda duvida do Pacto de Princeton ocorrido em 1993 entre os
dois maiores pulhas do Brasil – FHC e Lula?
Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, diz que Dilma Rousseff, encorajada por setores empresariais e financeiros, cogita a possibilidade de propor um pacto político ao PSDB, a fim de evitar o agravamento da crise econômica. O assunto foi discutido com dirigentes do PT, e Geraldo Alckmin, José Serra e Fernando Henrique Cardoso são vistos como interlocutores de um diálogo emergencial. Diz Diogo Mainardi: “A rigor, o PSDB já está no comando da economia, com Joaquim Levy. E, claro, não adianta nada. A única maneira de evitar o agravamento da crise econômica é cassar o mandato de Dilma Rousseff. Espera-se que seus "interlocutores" no PSDB saibam disso”.


A mesma Folha ainda diz o seguinte: "Assediado por governistas, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem admitido a aliados a hipótese de uma aproximação com a presidente Dilma Rousseff em busca de uma saída para a crise política e econômica. Segundo a Folha apurou, FHC tem se reunido com petistas e interlocutores do Planalto e discutido os efeitos da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras. A movimentação é acompanhada e avalizada por Dilma e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".

O acordo depende, porém, da reação popular: "FHC já avisou, no entanto, que só se manifestará após o dia 15, quando estão programados protestos pelo impeachment da presidente".
A costura deste conluio espúrio já tinha pistas tão evidentes que dava para desconfiar.
1. A atitude, ou falta de, Aécio Neves e Aluízio Ferreira Nunes, antes tão agressivos, sumiram! Cheguei várias vezes em meu programa na Rádio Vox, 'O Outro Lado da Notícia', a perguntar: “cadê Aécio?”, “cadê Aluízio?”. Sumiram, por quê? Agora está explicado: conluio se faz nas sombras, diferentemente de acordos ou coalizões legítimas. Lamento ter feito propaganda de Aécio e mesmo de ter votado nele, acreditando que estava livre dos tucanos paulistas. Não estava e só posso pedir desculpas aos meus leitores e ouvintes – e a mim mesmo por ter sido tão burro!

2. Os leitores do famoso “Tio Rei”, um canastrão tucano travestido de jornalista, já vinham percebendo sua mudança – inicialmente lenta e gradual e depois súbita: após defender o impeachment de Dilma, passou a atacar o juiz Sérgio Moro, dizendo que não fazia sentido manter os empresários em cana, pois isto prejudicava a economia do país. Não o leio por considera-lo um canalha, um biltre a serviço (a soldo???) de FHC. Nas duas vezes anteriores em que o acusei ele foi de beicinho tremelicando se queixar ao papai: “Buaaá, aquele menino me bateu outra vez”! Embora para o público externo – seus acólitos fiéis que devem ler suas crônicas (?) verborreicas ajoelhados como se fossem novas encíclicas papais – se mostre arrogante, altivo e onipotente afirmando que quem o ataca o faz por inveja de ser ele “o cronista mais lido do Brasil”. Não surpreende que o seja realmente, basta ver o estado de ignorância neste país. Dilma é eleita, Reinaldo é o mais lido! Procede. Agora seu biltre, não adianta se queixar nem ao Papa: são seus próprios fiéis que finalmente percebem sua canalhice!

3. Outro canalha, Demétrio Magnoli, um descarado antissemita disfarçado de antissionista (ler A Esquerda Contemporânea e os Diretos Humanos) - nunca me enganou. E também, segundo me dizem e consta no site O Antagonista, de Diogo Mainardi este sim um jornalista sério de oposição, tanto que teve que se auto exilar pela enorme perseguição sofrida ao invés de conseguir confortáveis empreguinhos na Veja ou n’o Globo – vem defendendo a “governabilidade” e a salvação da economia. Salvação com o PT? Só se for dos bandidos, arruaceiros e narcotraficantes do “exército do Stédile”!

4. A estranha nomeação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. Com fama de “Chicago Boy”, liberal ortodoxo, não passa de um Soros/Armínio/Tucano Boy. Os verdadeiros “Chicago Boys”, alunos de Milton Friedman (aos que não conhecem sua obra recomendo enfaticamente Free to Choose, escrito em parceria com sua mulher Rose), foram aqueles que, chamados por Pinochet, salvaram a economia do Chile depois da devastação e estraçalhamento feito por Salvador Allende que fazia uso das mesmas políticas econômicas de Jango, Lula e Dilma. Levy começou mal e mostrou a que veio: aumento de impostos, necas de secar os gastos do governo – só aqueles à custa do povo trabalhadornenhuma privatizaçãometa básica dos alunos de Friedman empregada por Pinochet e também por Reagan e Thatcheraumento exponencial dos “preços administrados” (eufemismo para não dizer controlados) como combustíveis, luz, etc.

5. O fato de os tucanos também terem o rabo preso. FHC ainda não explicou como conseguiu a Emenda da reeleição que lhe permitiu um segundo mandato. Desconfio que tinha grana do George Soros, pois tão logo reeleito trocou o presidente do Banco Central pelo Armínio Fraga, retirado do escritório de Soros para vir para cá. Além do que FHC é um grande defensor da liberação das drogas, tema no qual a Open Society tem se empenhado com afinco.

 
Alguém ainda duvida do Pacto de Princeton ocorrido em 1993 entre os dois maiores pulhas do Brasil – FHC e Lula? Desculpe Lula, você é apenas o segundo, FHC é o maior de todos os canalhas já nascidos por aqui. Este Pacto foi denunciado pelo Professor Graça Wagner e publicado em meu livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial e amplamente divulgado no Mídia Sem Máscara.

http://radiovox.org/

Por: Heitor de Paula – Mídia Sem Máscara

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EL PAÍS- Após panelaço, Dilma diz que é preciso aceitar o jogo democrático





Após panelaço, Dilma diz que é preciso aceitar o jogo democrático

Aloizio Mercadante minimiza protestos que, segundo ele, coincidiram com o locais em que a presidenta sofreu derrota eleitoral. Para PT, manifestações tiveram viés golpista
 
Presidenta em evento para sancionar a lei do feminicídio. / UESLEI MARCELINO (REUTERS)


O dia seguinte à batidas de panelas contra a presidenta Dilma Rousseff não passou em brancas nuvens no Planalto, como era de se esperar. Coube ao ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, minimizar as manifestações, logo na manhã desta segunda-feira, durante uma coletiva para tratar dos assuntos pertinentes ao ajuste fiscal. Segundo Mercadante, os protestos coincidiram com o locais em que a presidenta sofreu derrota eleitoral em outubro do ano passado. Horas mais tarde, Dilma também se pronunciou sobre o assunto e disse que os protestos são legítimos, mas que a defesa de um "terceiro turno" seria uma "ruptura da democracia".


"Eu acho que há que se caracterizar as razões para o impeachment e não o terceiro turno das eleições. O que não é possível no Brasil é a gente não aceitar as regras do jogo democrático", afirmou a presidenta após evento no Palácio do Planalto para sancionar a lei do feminicídio,que prevê penas mais duras para crimes de gênero contra as mulheres. "A eleição acabou, houve primeiro e houve segundo turno. Terceiro turno das eleições, para qualquer cidadão brasileiro, não pode ocorrer, a não ser que você queira uma ruptura democrática", completou.


Assim como o ministro, dirigentes do PT avaliaram o panelaço como um movimento que fracassou.  O secretário nacional de comunicação do partido, José Américo Dias, afirmou que a reação ao discurso foi uma "orquestração com viés golpista" restrito a setores da "burguesia e da classe média alta". “Tem circulado clipes eletrônicos sofisticados nas redes, o que indica a presença e o financiamento de partidos de oposição a essa mobilização”, afirmou José Américo. "Mas foi um movimento restrito que não se ampliou como queriam seus organizadores", completou.


mais informações
Apesar do partido ter relativizado o panelaço, o movimento gerou preocupação no Governo. O Planalto tem monitorado o movimento nas redes, e principalmente as confirmações que têm sido feitas para os eventos anti-Dilma, marcados para o próximo dia 15. O número de pessoas que prometem engrossar os protestos neste domingo cresceu rapidamente nas últimas semanas, e com o panelaço deste domingo, ganham ainda mais audiência. 
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Em meio ao temor que o ato contra a presidenta tome proporção maior que a esperada, Dilma vai se reunir com o ex-presidente Lula, nesta terça-feira, em São Paulo. O encontro, certamente, vai tratar as reações durante o pronunciamento de Dilma na TV. Na reunião, os dois devem discutir além das manifestações, a crise política no Congresso.


O barulho dos protestos deixou em segundo plano questões cruciais para o Governo. Em coletiva de imprensa, Mercadante apoiou o pronunciamento da presidenta no dia anterior, no qual defendeu as últimas medidas econômicas adotadas para viabilizar o crescimento do país. O ministro comparou o ajuste a uma ida ao dentista. "Ninguém quer, mas tem que ir. Temos que fazer o ajuste fiscal e quanto mais rápido, melhor", afirmou.


Para Mercadante, o diálogo e a tolerância são importantes para criar uma agenda de convergência que ajude o país a superar as dificuldades conjunturais e assegurar a estabilidade economia e a recuperação do crescimento econômico. A questão é como refazer as pontes com o Congresso, necessárias para retomar o tal diálogo.


Repercussão nas redes
Desde o pronunciamento de Dilma, a internet se transformou em palco de manifestações contra e a favor da presidenta. No Twitter, a hashtag #VaiaDilma atingiu o primeiro lugar nos Trend Topics do Twitter, durante a madrugada, e continuava na lista na tarde desta segunda-feira. A reação negativa ao pronunciamento também invadiu a página de Dilma no Facebook. Centenas de comentários foram postados abaixo do vídeo do pronunciamento postado na página e o mais curtidos eram de críticas à presidente.


Já a hashtag #DilmadaMulher, em apoio à presidenta, entrou para o trending topics durante a cadeia nacional. Outra hashtag, criada para ironizar os protestos, a #posteumfilmecompanela, também apareceu na lista das mais citadas no Twitter na tarde desta segunda-feira. No Facebook, várias mensagens de partidários do PT , que pediam que as pessoas não participassem da manifestação do dia 15 de março, foram replicadas. "Eleição é coisa séria e histeria a gente trata com análise", dizia um dos posts.


Dilma ainda zonza com o panelaço.



(VEJA) A presidente da República, Dilma Rousseff, minimizou nesta segunda-feira as manifestações espontâneas que surgiram em 12 capitais durante o seu pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV na noite deste domingo. Em entrevista coletiva dada logo após a sanção da Lei do Feminicídio, Dilma disse que não há terceiro turno e que o país não aceitaria uma "ruptura democrática" - sem especificar a que se referia.

Dilma começou sua resposta dizendo que os protestos são legítimos num regime democrático, uma obviedade incômoda para o PT. "Tem uma característica que eu reputo muito importante: é o fato de que aqui as pessoas podem se manifestar e têm espaço para isso", afirmou, fazendo a ressalva de que a "violência" é inaceitável.


Ao comentar os gritos de impeachment, a presidente respondeu de forma confusa, aparentemente argumentando que não há motivos para um processo de cassação do seu mandato. "Eu acho que é questão de conteúdo. Eu acho que há que caracterizar razões para impeachment", declarou. Depois, a chefe do Executivo lançou outra frase nebulosa. Dessa vez, sobre a manifestação nacional marcada para o próximo dia 15 de março. "Ela em si não representa a legalidade nem a legitimidade de pedidos que rompem com a democracia."

Dilma afirmou ainda que um terceiro turno das eleições presidenciais não pode ser aceito. "A eleição acabou no primeiro e segundo turnos. Terceiro turno, para qualquer cidadão brasileiro, não pode ocorrer, a não ser que se queira uma ruptura democrática. A sociedade brasileira não aceitará uma ruptura democrática", afirmou.

Em outro trecho da entrevista, Dilma, que se elegeu com o discurso do "nós" contra "eles", pediu estabilidade e pregou o fim do conflito. "É muito prudente o país perceber que ele precisa de estabilidade, que ele precisa amainar todas as situações de conflito, porque estamos enfrentando uma fase profunda da crise econômica", disse.

Novamente, a presidente atribuiu a crise brasileira ao cenário internacional, embora admita, de forma oblíqua, que o governo errou em suas avaliações econômicas para o ano passado. "Houve em 2014 uma deterioração muito maior do que a esperada", disse ela, que também afirmou esperar "um certo crescimento" até o fim do ano.

Os metralhas vão defender os PTralhas! Tudo bandido!MST vai participar de ato em defesa da Petrobras e contra impeachment



Pouco depois de se encontrar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na tarde desta segunda-feira, 9, na sede do Instituto Lula, no Ipiranga, João Pedro Stédile, da coordenação nacional do MST, confirmou que o movimento vai participar em peso do ato do dia 13 de março em defesa da Petrobras e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.




Chamado por Lula, há duas semanas, no Rio, de chefe de "exército", Stédile fez questão de deixar claro que a participação no ato é uma defesa das instituições democráticas e não do governo Dilma, do qual é crítico. "Não é problema de defender governo, não. Nós vamos defender a democracia, a institucionalidade. Houve uma eleição legítima, uma maioria clara e essa institucionalidade para o bem do país e da democracia deve ser defendida", afirmou.


O líder sem-terra disse que o governo até agora está inerte, não cumpriu as promessas feitas na campanha e isso causa "estupefação" entre os movimentos sociais que apoiaram a reeleição. "A presidente foi reeleita com toda legitimidade, o que falta a ela é que nestes dois meses eles ainda não anunciaram nenhuma medida concreta que beneficie o povo. Então é essa estupefação porque Dilma foi reeleita para seguir um programa de melhorias para o povo e até agora o governo está inerte", disse Stédile.


Segundo ele, existe uma "onda conservadora" alimentada pela direita que ganhou a maioria no Congresso nacional e hoje mantém o governo acuado. "O governo foi reeleito em outubro do ano passado para fazer reformas em favor do povo. Os conservadores ganharam a maioria do Congresso e usam essa maioria para manter o governo acuado", afirmou.


Embora aponte a responsabilidade para o Congresso, Stédile criticou a composição do ministério que, segundo ele, "tem muitos conservadores". Para o coordenador do MST, a reação à frase de Lula sobre o "exército do Stédile", foi "exagerada e manipulada".


"A expressão exército é um verbete que se aplica a muitas coisas. É contingente. E naquele ato o Lula animado chamou a gente de exército. O próprio (Karl) Marx chamava os pobres de exército industrial de reserva.


Stédile disse que estava viajando no domingo e, portanto, não viu o panelaço em reação ao pronunciamento de Dilma na TV mas defendeu a manifestação. "Somos um país democrático. Todo mundo pode se manifestar desde que respeite o direito dos outros", disse ele.
Fonte: Estadao Conteudo



Comentários
osupremo

Aposto o quanto quiserem como 90% desses miseráveis nem sabem o significado ou o conceito da palavra ´´ impeachment``..é um bando de analfabeto e maria vai com as outras,induzido por um cabeça a fazer o que pede,imposto por PTista sabe-se lá em troca do que.
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osupremo

Esse tal MST, é uma quadrilha de desocupados e sem a menor credibilidade, e é comandada por gentalha do PT. MST o povo ja tá calejado de tantas maracutaias nem vão dar ouvidos a vocês, vão procurar o que fazer bando de atoas.Vocês não represento o povo brasileiro.
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Marco

Só tem vagabundo apoiando o PT. Esse MST é um 'movimento social' mantido pelo PT, cambada de criminosos.
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Lino

Interessante.. Não tenho casa ainda é trabalho a vários anos. O lula um dia desses estava vendendo um apartamento que vale milhões. O filho dele ficou milionário e a filha da dilma também. Eles colocaram os líderes na petrobras e usaram dinheiro de ricos empreiteiros que com certeza são fazendeiros. O PT colocou a petrobras nas mãos de ricos e poderosos que são grandes seus amigos... Dividiram a grana usaram os ricos....Agoram usaram outro grupo os necessitados...
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Chacall Originall

A Brava gente brasileira..Socialismo matou e mata, ñ querem igualdade social. A igualdade social só para aqueles q é da cúpula dos Ditadores! Toda deveriam ser mandados para Cuba e Venezuela e ñ voltasse mais.Pregam mentiras, corrupções, compram parlamentares, promessas e falência das Estatais. Agora o irresponsável do Lula molusco,com ideias de terrorismo urbano ameaça colocar o MST nas ruas para brigar pelos corruptos. A sociedade reconhece e apoia as Forças Armadas Brasileiras.Fora Dilma
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Partidos de oposição dão suporte para protestos do dia 15


No momento em que o governo enfrenta a sua pior crise política desde que Luiz Inácio Lula da Silva da Silva chegou ao poder em 2003, os partidos de oposição decidiram aderir aos protestos marcados para o próximo domingo contra Dilma Rousseff. Uma das bandeiras dos manifestantes é o impeachment da presidente. 

PSDB, DEM, PPS e Solidariedade, as principais siglas de oposição, vão dar suporte formal e informal aos atos programados para todo o País.


No PSDB, a ordem é incentivar a participação de filiados nas todas as manifestações. Dirigentes e parlamentares do partido têm se reunido com grupos organizados favoráveis ao impeachment. Para os tucanos, porém, não é hora de pedir formalmente a saída da presidente. "Não quero que ela saia, quero ver o governo sangrar, não quero ser governado pelo (vice-presidente) Michel Temer", diz o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).


"Estive com pessoas que integram três grupos: Vem pra Rua, Brasil Livre e Onda Azul. São movimentos com visões diferentes, mas há um denominador comum de que o discurso deve ser mais amplo do que só o 'Fora Dilma'. O protesto é contra o rumo do atual governo", afirma o senador.


A atuação do Solidariedade, cujo presidente nacional, o deputado federal Paulinho da Força (SP), até encomendou aos seus advogados um parecer jurídico para embasar um pedido forma de impeachment na Câmara, será intensa no domingo. "O Solidariedade participará com bandeiras, camisetas e três carros de som", diz o deputado.


Política
"Nós do PPS vamos ao ato com bandeiras do Brasil. Queremos quebrar esse preconceito de que a manifestação não pode ser política", afirma o ex-deputado Roberto Freire, presidente nacional do PPS. "A discussão sobre o impeachment presta um serviço à sociedade. Setores do partido defendem que adotemos essa palavra de ordem, mas eles não são majoritários", diz o dirigente.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília

Lula recebe bandidos como se fossem líderes legítimos!!!E pede para os bandidos defenderem a... Dilma!!!????

Um dia após panelaço, Lula recebe Rossetto e Stédile em seu instituto


Um dia após o panelaço realizado durante a exibição do pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão da presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, na sede de seu instituto na capital, um dos articuladores políticos do governo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) João Pedro Stédile, representantes de movimentos sociais e lideranças sindicais. 
Essas lideranças demonstraram preocupação com a atual crise política que o País atravessa e não pouparam de críticas este início de segundo mandato de Dilma, em razão das medidas de ajuste fiscal elaboradas pela equipe econômica. Apesar das críticas, garantiram que irão para as ruas defender a legitimidade do mandato da presidente Dilma Rousseff.


Na próxima sexta-feira, 13, esses movimentos farão uma mobilização nacional em defesa da Petrobras, em defesa dos direitos da classe trabalhadora, contra o financiamento privado de campanhas eleitorais e em favor de um Plebiscito Constituinte para a reforma do sistema político brasileiro e contra o impeachment de Dilma. Este movimento está sendo classificado como uma espécie de 'resposta antecipada' às manifestações organizadas para o dia 15 de março, pelas redes sociais.

Após o encontro com Lula nesta segunda-feira, o subsecretário de Relações do Trabalho da CUT, Pedro Armengol, disse que a entidade é contrária às MPs 664 e 665 - que estabelecem novas regras para acesso a benefícios previdenciários como Abono Salarial, Seguro Desemprego e Auxílio Doença. "A CUT não vai abrir mão dos direitos dos trabalhadores", disse o sindicalista, mas reiterou que a defesa do governo continuará contra o que ele classifica de "golpistas ligados a movimentos conservadores que desejam um terceiro turno das eleições".

Essas lideranças não escondem de Lula a insatisfação com as medidas que a equipe do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, propôs para tentar equilibrar as contas públicas. Armengol, inclusive informou que o ex-presidente petista já chegou a reclamar, em outra ocasião, que eles estariam jogando contra o governo. E recebeu em resposta que a central sindical estava apenas defendendo o direito da classe trabalhadora. "Inclusive o presidente já disse, em outra oportunidade, 'mas vocês estão levando uma pauta contra o governo'. E a gente disse que não, estamos defendendo a pauta dos trabalhadores", disse ele.

Na defesa da reforma política, esses movimentos consideram essencial estabelecer novos parâmetros para que a corrupção seja debelada. "Se existe problema de corrupção, é preciso mudar o modelo político, por isso vamos para as ruas defender a democracia e a reforma política", destacou o líder sindical.

Rossetto
Na reunião com Rossetto, segundo o Instituto Lula, o ex-presidente não tratou sobre o protesto do dia 13, mas apenas da "relação do governo com movimentos sociais". O ministro, no entanto, esteve em São Paulo para entre outras coisas se informar sobre as manifestações desta semana, de acordo com fontes do PT. O governo está preocupado com a possibilidade de o ato do dia 13, que deveria ser a favor, se transformar em palanque para críticas ao ajuste fiscal.

O temor é compartilhado pelo ex-presidente Lula, que há na duas semanas, no ato em defesa da Petrobras realizado no centro do Rio de Janeiro, havia prometido participar da marcha em São Paulo mas cancelou a presença alegando que a pauta do protesto, antes restrita à Petrobras, foi ampliada. A manifestação do dia 13 terá quatro pontos: defesa da estatal, rejeição ao impeachment de Dilma, proteção dos direitos trabalhistas e realização da reforma política.

Fonte: Estadao Conteudo Jornal de Brasília

Rollemberg recebe universitários dos Estados Unidos.Será que vão ser roubados ou assassinados? Com nossa atual e altissima taxa de criminalidade, é bem possivel!



Mestrandos fazem viagem de estudos para conhecer a política da região. Governador sugeriu que eles visitem também uma superquadra de Brasília(Cuidado com os assaltos!)
 
Estudantes norte-americanos e chineses da Universidade George Washington incluíram Brasília no roteiro pela América Latina, onde buscam conhecer a política local.


Eles foram recebidos na tarde desta segunda-feira, durante pouco mais de meia hora, pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, no Palácio do Buriti.

O grupo de 15 pessoas também terá reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.


Treze alunos de mestrado fazem parte do programa Advocating Latin America. Alunos de relações públicas, gestão política, advocacia global e comunicação global, vieram acompanhados do diretor, David Rehr, e do consultor da instituição Públio Madruga.

O governador abriu o encontro explicando a situação que encontrou ao assumir o governo do DF e a conjuntura política e econômica do cenário nacional. Depois, Rollemberg colocou-se à disposição para responder a perguntas.

Os universitários aproveitaram para comentar a biografia do governador, interessaram-se pela história do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e também pela relação do governo local sobre o federal e vice-versa. Conversaram ainda sobre as prioridades da gestão e os projetos para superar a crise financeira.

Rollemberg sugeriu que eles visitem uma superquadra da capital. “É a única cidade em que você desce do seu apartamento e encontra calçadas, bosques, árvores e logo uma farmácia, uma padaria", descreveu o governador, que explicou o conceito das escalas residencial, bucólica, gregária e monumental. “Seria interessante vocês observarem a concepção de Brasília, o que levou a cidade a ser tombada como Patrimônio Mundial da Humanidade.”

Por fim, os alunos receberam uma mochila produzida pela Fábrica Social do DF, e o diretor da universidade, David Rehr, entregou ao governador um diploma. No documento, as viagens e as reuniões com políticos brasileiros são consideradas positivas para a ampliação do conhecimento das futuras lideranças.

“Encontros como esse são sempre enriquecedores", definiu Rollemberg. “As universidades têm papel fundamental, que é estudar com profundidade a realidade e apontar caminhos que possam permitir o ingresso num novo tempo de conquistas, distribuição de renda e desenvolvimento social."

A Universidade George Washington recebeu 385 universitários e estudantes do Centro Interescolar de Línguas (CIL) pelo programa Brasília sem Fronteiras em 2014.

A instituição particular, localizada na cidade de Washington, foi fundada pelo Congresso Nacional norte-americano em 1821 e formou nomes, como a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, e ex-presidentes do país como John Kennedey, George W. Bush, Ronald Regan e Harry Truman.

Fonte: Agência Brasília  Jornal de Brasília

A loucura continua!Para as Olimpiadas tem verba, para os hospitais não.E os filhos dos pobres continuam morrendo!

Criança que precisava de leito não resistiu. Fila não para.

Ontem, o JBr. mostrou a luta da mãe de Clarice, que morreu, para conseguir fazer uma cesariana - para a qual tinha indicação médica, já que o parto era de alto risco por ela ser hipertensa
 
Ludmila Rocha e Manuela Rolim

redacao@jornaldebrasilia.com.br 
A pequena Clarice, que aguardou durante um dia e meio por um leito em uma UTI neonatal, morreu às 9h28 de ontem. Após uma transferência de alto risco para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), às 23h de domingo, a criança apresentou piora  e não resistiu. A família   está indignada e promete processar o GDF por negligência.

Ontem, o JBr. mostrou a luta da mãe para conseguir fazer uma cesariana - para a qual tinha indicação médica, já que o parto era de alto risco por ela ser hipertensa. Porém, só após apresentar um quadro de sangramento é que a mulher teria conseguido   a cirurgia na   sexta-feira, no Hospital Regional de Samambaia (HRS). Antes, ela passou por outros seis hospitais.

O caso de Clarice não é isolado. Ontem pela manhã, dez bebês estavam na fila do Sistema de Regulação, à espera de um leito em UTI neonatal. "Este número muda constantemente ao longo do dia", informa a Secretaria de Saúde.

De acordo com a mãe de Clarice, a auxiliar administrativa Loiane Cristina Santos Pereira,   30, assim que o médico que faria o parto fez o exame de toque, ele teria comentado com colegas que “algo além de sangue saiu em sua mão”. “Eu já cheguei em estado tão grave   que entrei às 9h e às 10h10 já havia sido atendida, algo muito raro na rede pública”, lembra ela.

A época provável para o nascimento, indicada pela médica que fez o pré-natal, no entanto, era o final de fevereiro. “Ela   disse que eu não poderia passar de 38 semanas, mas quando eu finalmente dei à  luz  estava com 40 semanas e quatro dias”, diz.

Assim que o neném nasceu, a mãe diz ter ouvido  do   médico que  a filha havia aspirado líquido meconial –   as primeiras fezes do bebê, normalmente misturadas ao líquido amniótico na barriga da mãe.

Gestante fez pré-natal
De acordo com a coordenadora geral de saúde de Taguatinga,   Eliene Alcemo Berg, o registro médico da paciente mostra que ela fez o pré-natal adequadamente, nos hospitais de Samambaia e Taguatinga, desde    julho de 2014.  Segundo a médica, por ser hipertensa, Loiane já tomava remédios para o controle da pressão arterial antes de engravidar e precisou substituir a medicação em função da gestação.

Em relação ao atendimento à paciente, Berg ressalta que ela foi avaliada no início da noite de sexta- feira, no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), por uma das médicas de plantão: “Ela constatou que, naquele momento, a paciente não apresentava risco e não havia indicação de sofrimento fetal”.
A médica esclarece que, em função de o HRT ser especializado em atendimento a parturientes de alto risco e pelo fato de a gestante não apresentar risco, optou-se pela transferência para Samambaia.

Berg diz não ter o registro do tempo gestacional de Loiane no momento do primeiro atendimento no HRT, mas diz que “até 40 semanas é o tempo normal. Mas ela era uma   candidata a cesárea pelo quadro clínico” por já ter feito parto cesáreo.

 Depoimentos que não batem
Questionada sobre o sangramento da paciente, a médica Eliene Alcemo Bergque afirma que, segundo o registro feito no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), “ela não apresentava sangramento no momento em que chegou à unidade”.

Já no Hospital Regional de Samambaia (HRS), a criança teria nascido bem. “Ela chorou  e foi entregue ao setor de pediatria e reumatologia sem nenhuma intercorrência. Apenas duas horas depois do nascimento, é que a menina apresentou um quadro de insuficiência respiratória”, ressalta Berg.

Segundo a médica, a criança foi imediatamente atendida e entrou na lista de espera para conseguir uma vaga na UTI neonatal, que o hospital de Samambaia não possui. “Quanto retornou ao HRT, ela já não chegou bem. Não respondeu a nada do que foi feito. Segundo o relatório da equipe médica, com base na evolução clínica e nos exames radiológicos, a hipótese é de cardiopatia congênita (anormalidade na estrutura ou nas funções do coração)”, explica.

Parto
Berg acrescenta que se o caso for mesmo de cardiopatia congênita, não há relação com o parto. “O exame de raios X não evidencia que a bebê tenha ingerido líquido meconial. Mostrou apenas um  aumento na área cardíaca”, conclui.

Assistência individual
O defensor público  Ramiro Santana, que atua na área da Saúde, confirma que as ações individuais devem ser encaminhadas sempre para a defensoria. "O MP cuida do coletivo, enquanto nós acompanhamos caso a caso", informa. Para isso, Ramiro explica que a Defensoria Pública conta com a ajuda de 25 núcleos de atendimento em todo o DF, incluindo os especializados em saúde, idosos, mulheres e execução penal.

 "O núcleo específico da saúde tem um plantão que atua quando existe qualquer situação de emergência. Os casos mais comuns, inclusive, são os que envolvem leitos de UTI", afirma.
Ramiro completa que, nos casos de urgência, a defensoria entra em ação no mesmo dia, o que não significa que o atendimento também será imediato.  Segundo ele, o núcleo especializado em saúde já agilizou pelo menos 250 ações referentes aos leitos de UTI neste ano.

Caso Loiane
A Secretaria de Saúde afirmou que  Loiane  deu entrada no Hospital de Samambaia na última sexta-feira, às 21h01, onde passou por uma cesariana. Segundo o órgão, o bebê ficou internado na unidade, aguardando uma vaga na UTI neonatal. A pasta disse por causa do estado do bebê, ele não poderia ser transportado para outro hospital. Segundo a pasta, o DF possui  84 leitos de UTI Neonatal. "São 69 nos hospitais, quatro no Hospital Universitário e 11 na rede contratada”, explicou o órgão.

Falta de leitos não é o maior problema
A família chegou a procurar o  Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Mas o órgão não entra com ações individuais pelo fato de   a Defensoria Pública já estar implementada no DF. Portanto, o órgão apenas encaminha as ações, mas continua acompanhando o problema de uma maneira mais global, explica Marisa Isar, da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) do MPDFT.

 "O MP defende a sociedade como um todo e alerta para a falta de uma política pública para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). É necessário uma regulação e uma fiscalização em relação à ocupação dos leitos. Isso porque o problema não acontece apenas por falta de leitos, mas também pela má administração dos que já existem", diz.

Posição
 Marisa ressalta ainda que o DF está entre os que mais possuem leitos de UTI no País. "Considerando um sistema ideal, claro, a população não deveria sentir a necessidade de recorrer à Justiça, tendo em vista que os serviços deveriam funcionar perfeitamente", afirma a promotora, lembrando que o Tribunal de Contas vêm investigando as falhas na rede pública de saúde.

"O relatório divulgado pelo TCDF mostrou que pacientes ocupavam leitos de maneira ociosa. Resumindo, é fato que não há leito para todo mundo, mas estamos falando de vidas que estão sendo perdidas por falta de organização e administração", completa.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília


Comentário

Riquelme

Se não tem leito pra todo mundo, que então se planeje e criem vagas. O que o governo faz é só criar imposto e mesmo assim a população massacrada com tanta corrupção, presencia essa falta de organização e administração. É muito triste ver a foto da reportagem e se sentir impotente diante de um cenário absurdo desses.