segunda-feira, 13 de julho de 2015

Fez MUITO BEM!No lugar dele eu faria o mesmo!!!Agente é suspenso por se recusar a matar filhotes de urso no Canadá

1/07/2015 05h00 - Atualizado em 11/07/2015 05h00

Abaixo-assinado para reverter situação já tem mais de 130 mil apoiadores.


Mãe de filhotes foi sacrificada depois de invadir trailer onde vive família.

 Filhotes de urso Athena e Jordan estão na instituição de proteção ambiental North Island Wildlife Rocover Association, em foto de 8 de julho  (Foto: Chad Hipolito/The Canadian Press via AP) Filhotes de urso Athena e Jordan estão na instituição de proteção ambiental North Island Wildlife Rocover Association, em foto de 8 de julho (Foto: Chad Hipolito/The Canadian Press via AP)
Um agente de conservação ambiental da província de Colúmbia Britânica, no Canadá, foi suspenso por se recusar a matar dois filhotes de urso. Segundo a imprensa canadense, a notícia provocou comoção e um abaixo-assinado para reverter a suspensão de Bryce Casavant recebeu mais de 130 mil apoiadores na plataforma Change.org.


Segundo a emissora canadense CBC News, a mãe dos filhotes foi morta depois de invadir, pela segunda vez, um trailer na cidade de Port Hardy, na Colúmbia Britânica, para "assaltar" um freezer cheio de carne.


Após o incidente, no dia 5 de julho, os filhotes - um macho e uma fêmea que depois receberam o nome de Jordan e Athena - voltaram ao local procurando por sua mãe e subiram no alto de uma árvore ao lado do trailer.


Mãe dos filhotes de urso foi sacrificada depois de invadir, pela segunda vez, um trailer  (Foto: Chad Hipolito/The Canadian Press via AP)Mãe dos filhotes de urso foi sacrificada depois de invadir, pela segunda vez, um trailer (Foto: Chad Hipolito/The Canadian Press via AP)
O Serviço de Conservação Ambiental foi chamado e uma equipe formada por bombeiros e pelo agente Bryce Casavant conseguiu tirá-los da árvore. A ordem era sacrificar os filhotes, mas Bryce resolveu levá-los a um hospital veterinário.


Depois de constatar que estavam bem de saúde, decidiu transportá-los até uma instituição que promove a reabilitação de animais selvagens, a North Island Wildlife Recovery Association, onde os filhotes estão até agora.


Sua decisão levou o Serviço de Conservação Ambiental da Colúmbia Britânica a suspendê-lo temporariamente. Segundo a CBC News, o órgão está conduzindo uma investigação para apurar os fatos.
Agente de conservação ambiental foi suspenso depois de desobedecer ordem para sacrificar filhotes de urso (Foto: Chad Hipolito/The Canadian Press via AP)Agente de conservação ambiental foi suspenso depois de desobedecer ordem para sacrificar filhotes de urso (Foto: Chad Hipolito/The Canadian Press via AP)

Previdência Complementar: garfada em fundos deve render CPI

Para oposição, investimentos temerários feitos pelo governo do PT colocam aposentadorias em risco
Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br


Investimentos temerários gerados por um suposto aparelhamento do governo do PT nos fundos de pensão estão no campo visual de deputados da oposição, que tentam emplacar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na  Câmara dos Deputados. Os déficits acumulados pelos principais fundos de pensão preocupam parlamentares, que pressionam o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-AL), para indicar os membros, já que alguns partidos estariam resistentes às investigações.
Leia a matéria completa na edição digital do Jornal de Brasília deste domingo (12)

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Eleitores do DF apoiam processo contra Dilma



Publicação: Segunda-feira, 13/07/2015 às 07:14:48

Só minoria dos entrevistados na capital quer posse de Temer ou de Aécio: 64,5% pedem novas eleições
 
Francisco Dutra
Especial para o Jornal de Brasília


As revelações da operação Lava Jato dinamitaram a confiança da população do Distrito Federal no governo Dilma Rousseff. De cada


10 entrevistados, sete respondem  ser favoráveis à abertura de processo de cassação do mandato da presidente.


A posição de 70% da população brasiliense não leva em consideração o fato de, até o momento, não haver uma prova concreta contra Dilma. A população passou a defender a tese de impeachment em função do escândalo envolvendo desvios bilionários de recursos públicos da Petrobras.


Estes números são mostrados em pesquisa do Instituto Exata OP. A pergunta central do estudo foi: “Com base nas investigações da operação Lava Jato, o(a) senhor(a) é a favor ou contra a cassação do mandato da presidente Dilma?”. A resposta de 75,2% dos entrevistados foi a favor. Enquanto 22% marcaram posição contra, 2,8% não souberam responder. O levamento foi produzido entre os dias 7 e 8 deste mês, ouvindo 600 pessoas.



Jovens são mais revoltados
A pesquisa permite identificar que os principais grupos favoráveis à abertura de cassação estão entre as faixas etárias de  16 e 26 anos e de 38 a 48 anos. Os entrevistados contrários se concentram nas pessoas com mais de 60 anos. A maior parcela dos entrevistados a favor está entre as mulheres.
 O estudo também perguntou se o ex-presidente Lula deveria ser incluído nas investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. E recebeu resposta positiva de 85,3% das pessoas ouvidas.
A pesquisa projetou um eventual cenário pós-impeachment e buscou definir qual seria o desejo da população.



Conforme a opinião de 64,5% dos entrevistados, o País deveria passar diretamente por um novo processo eleitoral. Somente 16,2% concordam com uma possível posse do vice presidente Michel Temer. A entrega do governo ao segundo colocado em 2014, o senador Aécio Neves, é defendido por 14,3%. E apenas 2,3% aprovariam que o presidente da Câmara Eduardo Cunha assumisse o Planalto.



Questionamento no TCU
A operação Lava Jato não é o único potencial gatilho para a abertura de processo de impeachment de Dilma. Corre no Tribunal Superior Eleitoral um processo contra a chapa da presidente por supostas irregularidades durante a eleição de 2014. Em paralelo, as contas do Governo Federal estão sendo alvo de sérios questionamentos por parte do Tribunal de Contas da União. A situação ainda se agrava com a crise econômica e a atual fragilidade da base governista no Congresso.



Planalto evita comentar
1 A reportagem do Jornal de Brasília entrou em contato com a Presidência da Republica para saber qual seria a estratégia governista para a reconstrução da imagem pública da presidente. No entanto, por nota, o Governo Federal se limitou a informar: “O Planalto não comentará o assunto em pauta”.
2 A pesquisa foi realizada pela Exata OP, nos dias 7 e 8 de julho de 2015.  A amostra se compôs de 600 entrevistas feitas com eleitores de todas as cidades do Distrito Federal, acompanhando a proporção de gênero, faixa etária, classe social e escolaridade.






Tucanos da capital esperam, mas querem impeachment
Aguardar o rito das investigações da Polícia Federal e do Ministério Público é o rumo natural, repetem os tucanos do Distrito Federal, diante da possibilidade de que as investigações da Lava Jato culminem em processo de cassação.


“Minha posição é a mesma do meu partido. Vamos esperar que o processo legal se defina em seu tempo. E que tudo siga um caso jurídico sólido”, afirmou o presidente regional do PSDB, Eduardo Jorge. No entanto, na avaliação política do líder tucano, tudo caminha para que haja elementos para a abertura de impeachment, seja pela Lava Jato, pelo processo na Justiça Eleitoral ou pelos questionamentos do TCU.


População convencida
“A população já tem o seu convencimento. Ele coincide com o de membros do nosso partido. Mas vamos seguir todos os procedimentos jurídicos e a Constituição. Essa posição é unânime no PSDB. Nós não vamos concordar com qualquer tipo de aventura”, ponderou. Extraoficialmente, os tucanos sonham com a possibilidade de voltar ao Planalto antes de 2018. .


O senador Ronaldo Caiado, líder do DEM, considera que é preciso seguir o rito legal. No entanto, o senador aposta que o novo depoimento do dono da UTC, Ricardo Pessoa, acusado de envolvimento no  esquema, poderá trazer munição não apenas para abertura de um processo de cassação, mas também para derrubada da chapa do PT-PMDB. A fala de Pessoa é prevista para a quarta-feira desta semana.



Reflexo do País
Para o senador Ronaldo Caiado, líder do DEM, a pesquisa conduzida no Distrito Federal é um reflexo nacional. “Essa pesquisa convalida tudo que nós assistimos e vivemos pelo País. A população não confia mais na presidente”, diz. “Esse sentimento não se restringe a Brasília, mas já se tornou um sentimento nacional. É preciso reconhecer, em termos nacionais, que o processo de contaminação mostrado pela Lava Jato já tomou a Presidência e a falta de confiança da população levará o Governo Federal para um quadro de ingovernabilidade”.
 
Petista protesta contra “massacre”
Caso a tese de impeachment ganhe contornos concretos, o presidente regional do PT, Roberto Policarpo, antecipa que o partido se mobilizará junto com os movimentos sociais para assegurar o mandato de Dilma. “Não é legítimo. Não dá para ter golpe. Sendo eleita por 80% dos votos ou com uma margem mínima, a presidente foi eleita. Tem que se respeitar esse fato”, disparou Policarpo.
 
Sobre os dados da pesquisa, o petista faz duas leituras. Primeiramente, ele considera que a imagem do partido vem sendo “massacrada” por instituições e pela imprensa “monopolizada”. Nesse sentido, Policarpo apontou que a Lava Jato também levanta duvidas quanto a parlamentares da oposição, inclusive em relação ao senador Aécio Neves.
 
 
Pesos diferentes 
“O dono da UTC disse que doou dinheiro para Dilma Rousseff. Mas doou um valor muito maior para Aécio Neves. Então, pelas versões que se procura difundir por aí,  para Dilma esse fluxo de recursos constitui extorsão e propina. E, para Aécio, é doação livre e espontânea”, criticou.
Em segundo lugar, o líder petista recordou que o partido não teve um bom desempenho em 2014. Além de não conseguir reeleger o ex-governador Agnelo Queiroz, a sigla conseguiu que Dilma recebesse apenas 38% dos votos da população no Distrito Federal. 
 
 
 
Inocente, com certeza
Para Roberto Policarpo, que até a eleição passada era deputado federal pelo DF, não existem quaisquer dúvidas quanto à inocência de Dilma e de que os responsáveis pelos desvios na Petrobras serão punidos. 
 
 
A reportagem tentou entrevistar os senadores Delcídio Amaral (PT) e  Humberto Costa (PT) e os deputados federais José Guimarães (PT) e Sibá Machado (PT). Em nenhum dos casos conseguiu resposta.
 
 
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília


Comentário

paulo co

Dilma e PT, larguem o osso! Niguém quer ver mais o PT e a Dilma no poder. Vcs já estão bilionários e se continuarem mais 3 anos o Brasil quebra feio. Cadeia para vcs e o Lula e Cia também.

Park Way: O perigo da implantação de comércio em um país com graves problemas sociais.Comércio atrai moradores de rua.Moradores de rua são os donos da praça em Taguatinga

Reflexos de um problema nacional, sem-teto moram na rua e irritam moradores. GDF diz que há opções
 
Natasha Dal Molin
redacao@jornaldebrasilia.com.br

Não é o endereço mais nobre da cidade, tampouco o mais barato. O aluguel de uma loja no local custa, aproximadamente, R$ 2 mil. Mas os moradores da praça da Vila Mathias, em Taguatinga Sul, não pagam nada e expõem um problema social nacional. São cerca de 20 pessoas que se amontoam com colchões, panelas, roupas penduradas e bebidas.

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Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Park Way: O perigo da implantação comércio em um país com alto índice de criminalidade.Comércio atrai bandidos.Onze furtos são registrados por dia em lojas do DF

Fecomércio diz que o número é maior, pois não são todos que registram crime

 
Aparentemente, são clientes comuns. Alguns até compram uma ou outra mercadoria. Questionam os vendedores, pedem preços e chegam a experimentar peças de roupa, por exemplo. São verdadeiros atores. Tudo depende do lugar de ação. O que mais impressiona é a cara de pau de quem furta.


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Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Por que ministros do TSE, do TCU e do STF são colocados sob suspeita pela Imprensa e não reagem?



É recorrente que a Imprensa, toda vez que existem votações complexas nos mais diversos tribunais, identifica cada ministro com o respectivo presidente que o indicou, deixando implícito que seu voto será favorável ao "padrinho". Hoje a Folha relata o caso do TSE na seguinte forma:

Dos sete ministros, cinco foram escolhidos por governos do PT e dois pelo PSDB. A indicação, no entanto, não garante um cenário favorável ao governo. 
 
Relator do pedido de cassação no TSE e ministro do STJ, João Otávio de Noronha foi nomeado por Fernando Henrique Cardoso.

Presidente do TSE e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli tem criticado o governo --sendo que já atuou como advogado-geral da União no governo Lula e advogou para o PT. Vice-presidente do tribunal, Gilmar Mendes tem atacado ações de governos petistas. 
Chegaram aos cargos pelas mãos de Dilma o ministro do STF Luiz Fux e a ministra do TSE Luciana Lóssio, que ocupa vaga dos advogados no tribunal e foi escolhida depois de atuar na área jurídica da campanha do PT em 2010. 

O ex-presidente Lula indicou a ministra do STJ Maria Thereza de Assis Moura e o ministro Henrique Neves, também da classe dos advogados, para atuar como substituto no TSE. Ele, porém, foi reconduzido para cadeira de ministro titular por Dilma. 

A notícia não afirma, mas sugere que os votos serão dados de acordo com a orientação de quem fez as nomeações. Isto depõe contra a imagem da Justiça no país, mergulhando-a nas sombras. E a culpa é da própria Justiça, pois nenhum tribunal emite uma nota comprometendo-se com a isenção e com o cumprimento da lei, reagindo contra este tipo de informação enviesada.  No fundo, ao não reagirem, estes ministros concordam tacitamente com a Imprensa. Não afirmam, não confirmam, continuam num silêncio obsequioso que faz com que o brasileiro acredite cada vez menos na Justiça. E com toda a razão, pois os julgamentos têm sido assim.

Fatos como o encontro secreto entre o presidente do STF, o ministro da Justiça e a presidente da República no exterior, para tratar de processos em andamento e que envolvem as partes, são o pior dos retratos do que se transformou o Judiciário no Brasil. Não há mais isenção. Não há mais respeito a Lei.



Às togas pretas, estes ministros deveriam agregar máscaras para que não tivéssemos vergonha de ver em quem os juízes estão votando. Eles votariam secretamente a favor dos corruptos e criminosos associados aqueles que os nomearam, mas ao menos não ficaríamos sabendo. A Justiça voltaria a ser cega, pelo menos para nós, que nada podemos fazer diante de tanta corrupção e cinismo.


2 comentários:

Anônimo disse...
DIA 16/AGOSTO, TODOS NA RUA!

A população dará sua resposta: NÃO pagaremos a conta do PT!

FORA DILMA!



Chris/SP
TERMINATOR disse...
Uai, por causa da cara de pau deles e também porque sabem que o ¨perigoso¨ povo brasileiro não vão fazer nada mesmo de prático contra eles. Eu queria ver é se esses caras teriam a mesma coragem de fazer isso em um país de verdade cheio de gente decente. É claro que não. Mas como é no Brasil, terra da putaria com mais da metade dos habitantes composto por lixo humano e vagabundo, tá tudo certo. KKKKKKKKKKKKKKKKK Querem mudar esse panorama? É só dar armas para a minoria decente recém acordada do coma ¨pacífico¨ de anos de esquerdismo (que por coincidência adoram e sabem usar armas e muitos com treinamento militar para guerra!) que isso tudo muda. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Dilma aumenta o crédito consignado, dois meses depois de afirmar que ele gera endividamento, inadimplência e inflação.


Em 22 de maio passado, menos dois meses, portanto, Dilma Rousseff vetou o aumento do limite de crédito consignado (aquele descontado diretamente em folha) de 30% para 40% para pensionistas e aposentados com a seguinte justificativa:

"sem a introdução de contrapartidas que ampliassem a proteção ao tomador do empréstimo, a medida proposta poderia acarretar um comprometimento da renda das famílias para além do desejável e de maneira incompatível com os princípios da atividade econômica... A proposta levaria, ainda, à elevação do endividamento e poderia resultar na ampliação da inadimplência, prejudicando as próprias famílias e dificultando o esforço atual de controle da inflação"

Assim foi publicado no "Diário Oficial" da União.E valia para aquele Brasil de dois meses atrás.

Pois pasmem, senhores e senhores que, hoje, a mesma Dilma Rousseff publica uma medida provisória ampliando de 30% para 35% o limite de desconto em folha, o chamado crédito consignado. Só que estes 5% deverão ser usados para pagamentos de empréstimos, financiamentos, cartão de crédito e operações de arredamento mercantil autorizados por empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por aposentados e pensionistas do INSS e por servidores públicos.Ou seja: Dilma permite o aposentado e o pensionista aumentarem a dívida, mas o dinheiro só pode ser usado para pagar os credores. É, na verdade, um empréstimo aos bancos, financeiras e operadoras de cartão de crédito, para reduzir o débito dos aposentados e pensionistas com o mesmos, aumentando-o com o governo.

Hoje, no Brasil, estima-se que existam cerca de 15 milhões de aposentados e pensionistas em débito com empréstimos consignados, que se constituem numa corrente de financiamentos e refinanciamentos que tornam os mesmos escravos dos bancos e financeiras. As dívidas, mesmo que possam tomar apenas 35% da renda, tornam-se impagáveis.


O que Dilma publicou no Diário Oficial em maio passado não vale mais. Não existe planejamento econômico, não existe a mínima avaliação do mercado e isto resume o governo do PT. Agora o aumento do empréstimo consignado não vai trazer endividamento e inflação, tampouco inadimplência. Já o reajuste das pensões pela variação do salário mínimo, que aumenta a renda, gera consumo e repõe perdas salariais, isto a Dilma vai vetar. O negócio do PT é que o aposentado seja devedor, jamais consumidor. A prova está aí, no aumento do consignado para que possa pagar os especuladores e os juros estratosféricos do mercado financeiro.
2 comentários

Estudo mostra mecanismo velado de seleção em escolas públicas





Um estudo do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), feito entre outubro de 2011 e janeiro de 2012 e divulgado neste mês, mostrou que escolas públicas teriam mecanismos velados de seleção e expulsão de alunos. Os casos acontecem principalmente em regiões de maior vulnerabilidade social, segundo o levantamento.



A pesquisa ouviu secretários de escolas estaduais e municipais, diretamente ligados à efetivação de matrículas. Eles revelaram que há uma espécie de "sondagem" para saber do passado do aluno e de seu comportamento. Essas situações, diz o estudo, tendem a penalizar famílias com mais dificuldades.



As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

" Eu sou como a inflação, eu não caio". BC da Dilma indica 9,12% para 2015.



(Veja) O mercado financeiro voltou nesta segunda-feira a aumentar a estimativa da inflação para 2015, desta vez de 9,04% para 9,12%. Esta é a décima terceira semana consecutiva em que a projeção é ajustada para cima. Com isso, consolida-se a perspectiva de que o Índice de preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ultrapassará a barreira dos 9% neste ano, muito acima do teto da meta, de 6,5%, e mais longe ainda do centro dela, de 4,5%.

As informações constam do boletim Focus, que é divulgado semanalmente pelo Banco Central e é produzido a partir das estimativas de mais de cem instituições financeiras. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), os analistas mantiveram a perspectiva de queda de 1,50%. Se ela for concretizada, será o pior desempenho da economia brasileira desde 1990, quando foi verificada retração de 4,35%.

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA subiu 0,79% em junho, atingindo a casa dos 6,17% no primeiro semestre - o maior porcentual em doze anos. Segundo o instituto, o preço da conta de luz e dos alimentos foram os grandes responsáveis pela escalada da inflação.

Guarapiranga e Cantareira ficam estáveis, demais mananciais têm queda



  • AFP - 14 horas atrás


Após dez dias consecutivos registrando aumento no volume armazenado de água, o Sistema Guarapiranga voltou a ficar estável nesta segunda-feira, 13, segundo boletim divulgado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). O nível do Cantareira também não sofreu variação.

De acordo com os dados da Sabesp, o Guarapiranga, que atualmente é responsável por garantir o fornecimento de água ao maior número de pessoas na capital paulista e na Grande São Paulo (5,8 milhões), opera com 78,6% da capacidade - mesmo índice do dia anterior. Não choveu sobre a região nas últimas 24 horas.

O volume de água no Sistema Cantareira, considerado o principal manancial de São Paulo em função de sua capacidade de armazenamento, também permanece o mesmo: 19,5%. Nas últimas 24 horas, a pluviometria sobre o sistema, responsável por abastecer 5,2 milhões de pessoas, foi de apenas 0,1 milímetro, o que fez o acumulado do mês subir para 21,9 mm. A média histórica de julho é de 50 mm.

O nível de água do Cantareira é medido também em outros dois índices. No primeiro deles, o nível de água do sistema voltou a ficar estável em 15,1%. No segundo, o qual leva em consideração o volume armazenado dividido pelo volume útil somado às duas cotas da chamada reserva técnica, o manancial permanece com -9,8%.

Outros mananciais
Os dados divulgados pela Sabesp apontam queda no volume de água armazenada nos outros quatro sistemas: Alto Tietê, Rio Grande, Rio Claro e Alto Cotia.

O Alto Tietê viu o nível de água armazenada voltar a cair 0,1 ponto porcentual nesta segunda, passando de 20,2% para 20,1%. O índice leva em conta uma cota de volume morto, com 39,4 bilhões de litros de água, adicionada em dezembro passado. No Rio Grande, o indicador sofreu queda semelhante: de 92,5% para 92,4%.

Já os Sistemas Rio Claro e Alto Cotia sofreram variação negativa de 0,2 ponto porcentual. O primeiro caiu de 74% para 73,8%, enquanto o segundo foi de 66,4% para 66,2%.

Projeto de design italiano transforma pessoas falecidas em árvores.O que voce acha dessa idéia?

Vi na Internet

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Imagine se a gente pudesse ter uma alternativa aos caixões. Feitos em madeira de lei, as urnas funerárias utilizadas atualmente são um desperdício de recursos naturais em um recipiente a ser consumido embaixo da terra. Não seria melhor uma opção mais ambientalmente responsável e que fizesse jus à expressão “ciclo da vida”?


Leia também:
É proibido morrer: o cemitério está lotado


Essa é a proposta do Capsula Mundi, projeto desenvolvido pelos designers italianos Anna Citelli e Raoul Bretzel, uma cápsula orgânica e biodegradável capaz de transformar um corpo em nutrientes para uma árvore. O falecido é colocado numa cápsula e enterrado. Depois, uma árvore ou semente é plantada acima da urna biodegradável para aproveitar a matéria orgânica gerada pela decomposição do organismo.


A árvore é escolhida pela pessoa ainda em vida e os familiares e amigos assumem a responsabilidade de cuidar da planta depois da partida do ente querido. Segundo os criadores, a ideia é transformar os atuais cemitérios - lugares bastante tristes e pouco frequentados - em florestas sagradas. As árvores serão os elementos a manter a memória das pessoas que se foram da existência. Uma memória viva, segundo os designers.



No entanto, há várias restrições religiosas e jurídicas. A carga biológica que adentra o subsolo poderia transformar essa floresta em área contaminada e haveria o risco de afetamento em lençóis freáticos, por exemplo. O projeto não deixa claro quem arcaria com as despesas advindas desses riscos à saúde pública, conforme questiona a colunista da revista Veja.


Com a urbanização, os cemitérios foram englobados pelas cidades. Cada vez mais, precisamos de locais para enterrar os mortos: são 55 milhões a cada ano. Uma solução são os cemitérios verticais: o maior do mundo na categoria, o Memorial Necrópole Ecumênica, fica em Santos (SP). Sua funcionalidade é a cara do mundo atual. Ou você prefere o romantismo da urna biodegradável?


Siga-me no Twitter: @charlesnisz

Governo acaba com programa que foi vitrine em eleição-O Estado de S. Paulo


Fornecedores receberam R$ 2,5 bi do PAC Equipamentos em 2014 e R$ 75 mi este ano; ministério diz que suspensão já era prevista

SÃO PAULO - O programa do governo federal de entrega de máquinas para pequenos municípios recuperarem estradas vicinais foi enterrado neste segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. As 18 empresas que ganharam bilhões em 2014 vendendo escavadeiras, niveladoras e caçambas para 5 mil municípios por meio do PAC 2 Equipamentos não receberam neste ano nem 3% do que ganharam no mesmo período do ano passado, poucos meses antes das eleições nacionais. 
Em 2014, essas empresas figuraram entre as 200 que mais faturaram com contratos com a União, que promovia a entrega de equipamentos em cerimônias oficiais pelo interior do País, contando às vezes até com a presença da presidente.


De janeiro a abril daquele ano, elas receberam R$ 2,5 bilhões, segundo levantamento do Estadão Dados feito nas contas do governo federal - valor que caiu para R$ 75 milhões neste ano. Se for levado em conta apenas o gasto via Ministério do Desenvolvimento Agrário, responsável pelo programa de compra de máquinas, as empresas não receberam nem um centavo do governo em 2015.



A curva dos gastos federais com a compra desse tipo de equipamento no primeiro governo Dilma é crescente: a quantia repassada às revendedoras de máquinas foi subindo de maneira vertiginosa até 2014, ano em que o governo registrou o maior déficit primário nas contas públicas da série histórica, iniciada em 1997.



O valor gasto com essas empresas naquele ano chegou a R$ 5,5 bilhões - 60% disso foi desembolsado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. No total, a pasta diz ter comprado mais de 19 mil máquinas que foram distribuídas para praticamente todos os municípios brasileiros de pequeno porte, com o objetivo de recuperar estradas vicinais, facilitar o acesso das zonas rurais aos centros urbanos e melhorar o escoamento da produção agrícola.


Acompanhamento. O programa, porém, foi levado a cabo sem que nenhum indicador de execução dessas obras tivesse sido criado e monitorado pelo governo federal. Desde o início, o único objetivo colocado para o programa, como consta o Plano Plurianual 2012-2015, era doar máquinas aos municípios.  

A falta de acompanhamento para saber se os municípios estavam usando as máquinas de maneira correta e se as estradas estavam melhorando foi alvo de críticas em relatório da Controladoria-Geral da União sobre as contas de 2013 do Ministério do Desenvolvimento Agrário.



Segundo a CGU, apenas acompanhar o total de doações é “insuficiente para concluir sobre a efetividade da ação ou sobre a efetividade na recuperação das estradas vicinais”. O órgão diz que o governo federal não investiu na capacitação de mão de obra para operar os equipamentos e não designou responsáveis no ministério para verificar os resultados.


“Constata-se, ainda, ausência de normativos definindo os procedimentos e rotinas de avaliação dos resultados quantitativos e qualitativos da ação, no âmbito do Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio de indicadores de gestão (indicadores de eficácia, eficiência e efetividade) que monitorem o uso e a manutenção dos equipamentos, a quantidade e a qualidade das obras e/ou serviços realizados, e os impactos para o público-alvo”, afirma o relatório.


Na época, o ministério informado à CGU que havia contatado a Universidade de Brasília para, em parceria, criar os indicadores necessários de avaliação do programa. Questionado pela reportagem, no entanto, a pasta não disse quais foram os indicadores criados ou a conclusão dos estudos. Afirmou apenas que a parceria com a UnB foi concretizada e que os resultados estão sendo avaliados.


Segundo o ministério, o programa atingiu seus objetivos. “A demanda pelos equipamentos partiu dos próprios municípios, que não tinham condições de equipar seus parques de máquinas para realizar a recuperação e manutenção das estradas vicinais e o enfrentamento aos períodos de seca”, informou em nota. De acordo com a pasta, o programa já estava planejado para não ter continuidade em 2015 e seu foco não foi em 2014, ano em que os gastos se concentraram.

Congresso discute controle do TCU às vésperas de análise das contas de Dilma--O Estado de S. Paulo


Projetos, como o que prevê fiscalização externa do órgão, voltaram à pauta de comissões há um mês, em datas próximas ao início do julgamento do balanço de 2014

BRASÍLIA - Parlamentares governistas e de oposição fizeram andar no Congresso projetos que pressionam integrantes do Tribunal de Contas da União (TCU) às vésperas do julgamento das contas da presidente Dilma Rousseff. Desde o mês passado, voltaram à pauta de comissões da Câmara propostas que encurtam a permanência de ministros da corte nos cargos e a obrigam a abrir sua administração para fiscalização do Legislativo e do próprio governo. No Senado, o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) quer criar uma “autoridade fiscal” com atribuições semelhantes às do tribunal.
O TCU monitora a tramitação dos projetos, que constam em uma lista de 61 que têm impacto no seu funcionamento. Na semana passada, o tema foi tratado pelos ministros em reunião fechada e tem sido fonte de preocupação. A avaliação interna é que “essa movimentação repentina” das propostas “sugere que é para pressionar” a corte.



O TCU apontou no mês passado distorções de R$ 281 bilhões no Balanço Geral da União de 2014 e fixou prazo de 30 dias para a presidente apresentar defesa sobre 13 irregularidades, entre as quais as chamadas “pedaladas fiscais”.



Com base nas explicações, o tribunal dará, possivelmente em agosto, parecer para embasar julgamento do Congresso sobre as contas. Os ministros podem recomendar que sejam rejeitadas, aprovadas ou se abster de uma opinião.
Propostas de controle do TCU são vistas com preocupação pelos ministros da corte
Propostas de controle do TCU são vistas com preocupação pelos ministros da corte
A oposição e setores da base aliada em conflito com o governo tentam influenciar os ministros a optar pela reprovação, o que abriria caminho para pedir o impeachment de Dilma por suposto crime de responsabilidade. O Palácio do Planalto, por sua vez, faz lobby em contrário e tenta evitar que um parecer adverso da corte chegue ao Congresso.


Fiscalização. Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle incluiu na pauta de votação desde 17 de junho - dia em que o TCU abriu o prazo para Dilma responder - proposta que abre uma fiscalização “contábil, financeira, orçamentária e operacional” do Congresso sobre a área administrativa da corte.


O projeto original, do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), põe o próprio governo, por meio da Controladoria-Geral da União (CGU), como auxiliar do Legislativo na tarefa de fazer o pente-fino. “O TCU chega na Câmara e dá todo tipo de pitaco. Acho estranho não querer ser fiscalizado. Nenhum órgão é soberano, acima do bem e do mal”, justifica o deputado.


A proposta foi apresentada em 2013 e, de lá para cá, tramitava em “banho-maria”. Na semana anterior ao julgamento no TCU, ela recebeu parecer favorável do deputado Hissa Abrahão (PPS-AM), da oposição. O presidente da comissão, Vicente Cândido (PT-SP), já o incluiu duas vezes na pauta, mas o colegiado recuou diante dos pedidos de integrantes do tribunal e de divergências na própria comissão sobre o texto a ser adotado.


O TCU faz auditorias em órgãos do governo, entre eles a própria Controladoria-Geral da União. Um dos principais problemas, para integrantes da corte, é que o projeto inverteria papéis, colocando um ente fiscalizado pelo tribunal para fiscalizá-lo. A CGU é um órgão de controle interno do governo e não tem, por lei, competência para inspecionar o tribunal, um órgão auxiliar do Legislativo.


No último dia 1.º, a proposta quase foi votada, mas, a pedido do TCU, o deputado Edinho Bez (PMDB-SC) pediu vista e apresentou um parecer em separado, que exclui a possibilidade de a CGU participar. Diante da polêmica, o relator também recuou e protocolou, na sexta-feira passada, um relatório com a mesma alteração. Vicente Cândido avisa que o projeto voltará à pauta no mês que vem, quando o TCU prevê julgar as contas de Dilma. “Vamos dizer que é uma coincidência. Não vejo nenhuma retaliação”, alega.


Reformulação. Ainda na Câmara, na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ), uma Proposta de Emenda à Constituição sugere uma ampla reformulação do TCU. Um dos artigos prevê que ministros da corte, que hoje ficam no cargo da nomeação até a aposentadoria compulsória, aos 75 anos, tenham mandato de três anos.


O texto foi apresentado em 2007 pela deputada Alice Portugal (PC do B-BA), foi arquivado no início do ano e desarquivado em seguida. Em 16 de junho, véspera da sessão no TCU que julgaria as contas do governo, ganhou parecer pela admissibilidade - o que significa que não fere aspectos da Constituição e está apto a tramitar nas demais comissões.


O relatório foi do deputado Veneziano do Rêgo (PMDB-PB), irmão do ministro do TCU Vital do Rêgo. O gabinete do deputado explica que o relatório não aborda o mérito da proposta, por não ser atribuição da CCJ, e que o peemedebista é até contra as alterações sugeridas.


Integrantes da oposição se mobilizam também para desenterrar uma proposta que pune o presidente do TCU por crime de responsabilidade se ele deixar de processar e julgar infração cometida por prefeitos. Em geral, presidente do TCU não relata nem julga. Em casos específicos, ele vota quando é necessário o desempate.


No Senado, Renan apresentou no fim de junho, dias após o início do julgamento no TCU, proposta para criar uma “autoridade independente” a fim de monitorar, avaliar e fazer alertas sobre a política fiscal do governo. O tribunal, no entanto, já faz trabalho semelhante.


Para integrantes da corte, trata-se de um órgão concorrente. Além disso, argumentam, o texto não deixa claro como será constituído seu corpo técnico, que estará sob o comando de um diretor escolhido, em lista tríplice, pelo presidente do Senado.


Renan diz que a ideia é “aprimorar os mecanismos de avaliação e controle da política fiscal”, em favor do “crescimento econômico”. Segundo sua assessoria, não há conflito com as atividades do TCU, pois o novo órgão não aplicará sanções nem terá função no julgamento das contas do governo.

PF investiga empresa de Dirceu por lavagem de dinheiro


A JD Consultoria, do mensaleiro Zé Dirceu, foi incluída na lista de empresas suspeitas de promoverem lavagem de dinheiro. Dá para entender porque o gangster insiste em pedir habeas-corpus preventivo:


 
 
A Polícia Federal (PF) incluiu a JD Consultoria, do ex-ministro José Dirceu, na lista de empresas usadas para lavagem de dinheiro no esquema de fraudes na Petrobras. Em laudo da PF, enviado à Justiça pelo Ministério Público Federal, a consultoria de Dirceu, condenado no processo do mensalão, aparece entre 31 empresas “suspeitas de promoverem operações de lavagem de dinheiro” em contratos das obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
 
 
Também constam do documento as empresas utilizadas pelo doleiro Alberto Youssef (MO Consultoria, GFD e Rigidez), pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (Costa Global) e pelo consultor Júlio Camaro (Treviso e Piemonte). 

 
 
Os delegados da Polícia Federal relatam que foi localizada uma planilha eletrônica na construtora Camargo Corrêa com uma descrição de um contrato com Dirceu, cujo objeto seria “serviços de consultoria análise dos aspectos sociológicos políticos do Brasil”. A data do contrato era 22 de abril de 2010 e havia referência “vencido”.
 
FRAUDE TERIA GERADO SOBREPEÇO DE R$ 650 MILHÕES
 
De acordo com a Polícia Federal (PF), embora a investigação em relação à JD Consultoria tenha sido aprofundada em inquérito separado, “permanece suspeita sobre regularidade dessas relações, reforçada pelo vínculo temporal estabelecido com a obra da UCR/Rnest (Unidade de Coqueamento Retardado, da Refinaria Abreu e Lima)”.

 
Os pagamentos feitos pela Petrobras ao Consórcio CNCC, chefiado pela Camargo Corrêa, coincidiram, segundo as investigações, com a vigência do contrato entre a construtora e a JD Consultoria. Os pagamentos a Dirceu foram feitos no mesmo período em que o consórcio recebeu da estatal.

 
Segundo a PF a Camargo Corrêa repassou a apenas quatro das empresas usadas para lavagem de dinheiro R$ 71,480 milhões — Costa Global, JD Consultoria, Treviso e Piemonte. Entre essas, a empresa de Dirceu foi a que recebeu menos repasses, totalizando R$ 844.650. Para a Costa Global, foram R$ 2,875 milhões. Treviso e Piemonte, empresas usadas pelo operador Júlio Camargo, um dos delatores da Lava-Jato, receberam R$ 67,760 milhões.

 
Também faz parte da lista da PF a empresa de marketing Muranno, que havia informado ter prestado serviços para a Petrobras na divulgação da Fórmula Indy e recebido o pagamento por meio do esquema controlado pelo doleiro Alberto Youssef, sem ter conhecimento de fraudes. Agora, os investigadores a incluíram entre as que podem ter sido usadas para lavar dinheiro.


O relatório também aponta que as empresas Labogen Quimica, Industria Labogen, Piroquímica, Bosred, Hmar e RMV & CVV foram usadas para lavar dinheiro para o consórcio.

 
De acordo com a PF, o cenário de conluio permitiu ao consórcio impor à Petrobras um sobrepreço de aproximadamente R$ 650 milhões, que representa cerca de 17% do valor do contrato.

DEFESA E EMPREITEIRA NEGAM ACUSAÇÃO

 
Em nota ao GLOBO, a defesa do ex-ministro afirma “que nunca teve contrato com o consórcio responsável pela obra da refinaria Abreu e Lima”. Segundo o advogado Roberto Podval, “Dirceu foi contratado pela Camargo Corrêa para atuar em Portugal, como a própria construtora reconhece”. "Portanto não há qualquer relação com contratos ou obras da Petrobras”, conclui a nota, acrescentando que “todas as informações, como contrato e notas fiscais, já foram encaminhadas à Justiça Federal do Paraná em janeiro”.
 

 
A Camargo Corrêa informou que, por meio de seu advogado Cesar Vilardi, apresentou em abril documentos nos autos sobre os pagamentos e o contrato da JD com a Construtora. De acordo com a empreiteira, todos os serviços foram efetivamente prestados.(O Globo).

PT está desmilinguindo. Vai gerar mais lixo ideológico.


A notícia é do El País (esquerdinha pra chuchu, ainda mais na versão brasileira): haverá novas cisões no Partido Totalitário. Mas, não se espere dessa etnia qualquer mudança. Basta lembrar que desse esgoto saíram o PSTU e o PSOL. Gil Alessi, o repórter do jornalão espanhol, parece íntimo da petralhada:



A situação do Governo de Dilma Rousseff, que sofre com baixos índices de aprovação, está imerso em uma crise econômica e parece cada dia mais se curvar às pressões do PMDB no Congresso, pode empurrar o Partido dos Trabalhadores para uma nova cisão, de acordo com especialistas. Na história recente, a legenda, que vive sua própria crise atormentado pelo escândalo da Petrobras, já passou por um processo parecido outras duas vezes: em 1992, quando uma de suas correntes internas foi expulsa e deu origem ao PSTU, e em 2004, ano em que uma nova debandada de militantes deu origem ao PSOL. No final de abril, a Esquerda Marxista, uma das correntes mais radicais do partido, já aprovou em assembleia sua saída do PT.


“Em 2005, durante um momento de crise provocada pelo mensalão, as alas moderadas do partido quase perderam as eleições internas”, explica Oswaldo Amaral, cientista político da Unicamp e autor do livroAs transformações na organização interna do Partido dos Trabalhadores entre 1995 e 2009(Alameda Editorial). Este grupo principal que lidera a legenda desde 1995 – conhecido como Construindo um Novo Brasil – é considerado “à direita” dentro do espectro político do PT. “Em momentos de crise, como agora, o bloco que comanda o partido acaba sendo alvo de muitas críticas das correntes de esquerda”, explica. Segundo o professor, dificilmente estas tendências mais radicais conseguirão ganhar as eleições internas do partido, e isso pode provocar novas cisões na legenda, como ocorreu no passado.



No Congresso do partido, realizado em junho, o abismo entre as lideranças petistas e seus militantes ficou claro: enquanto os políticos culpavam a mídia pela crise da legenda, boa parte dos militantes pedia uma alteração na política de alianças e uma guinada governamental para a esquerda.



O PSOL foi criado por dissidentes do PT que se diziam insatisfeitos com o que chamaram à época de “fisiologismo” do partido e com as “amplas alianças” estabelecidas pela coordenação da legenda. Mas hoje as críticas à atuação não partem só da esquerda política: o próprio ex-presidente Lula atacou o partido, que segundo ele só estaria interessado em “cargos”. “O Lula é um político. Ele está preocupado em se desvincular do Governo, já que ninguém quer ficar perto de um Governo com baixos índices de popularidade”, explica Amaral.



Ao lado de José Dirceu, o ex-presidente foi um dos artífices do processo chamado de modernização do partido: "Nos anos 90 houve um encontro onde o Lula chegou a chorar porque foi feita uma critica dura dos militantes pelo partido ter aceitado dinheiro de empresa", diz Amaral. Até então o dinheiro de empresa era malvisto. "Mas à partir de 94 as lideranças viram que só com doação de militante e venda de bandeirinha não conseguiriam vencer a eleição. O Dirceu comandou esse processo, de aproximação com o empresariado".


Parlamentares do próprio partido também têm criticado o Governo e principalmente o ajuste econômico implementado no segundo mandato de Dilma. O senador Lindbergh Farias tem criticado abertamente o ministro da Economia, Joaquim Levy. No mais recente pronunciamento, pediu que o Planalto se mire no exemplo da Grécia do esquerdista Syriza, que tenta resistir a um plano de austeridade.



O fogo-amigo não vem só de Lindbergh. Pouco tempo depois, foi a vez da Executiva Nacional do partido, reunida em São Paulo no dia 25 de junho, divulgar uma resolução na qual defende redução da meta de superávit e reversão da alta de juros, pilares da política econômica de Levy. O diretório central também mirou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e chegou a cogitar convocá-lo para dar explicações sobre o que militantes consideram "vazamentos seletivos" da operação Lava Jato.



Para o coordenador da área de Ciências Políticas da PUC-Rio, Eduardo Raposo, vários motivos podem empurrar militantes situados “à esquerda” dentro do PT para fora do partido. “Basicamente são três fatores principais: de ordem econômica, ética e política”, explica o professor. De acordo com ele, as correntes mais radicais dentro da legenda criticam a condução da economia e os ajustes do ministro Joaquim Levy: “Para alguns militantes a política de ajuste fiscal é uma coisa de direita, já foi dito inclusive que ajuste fiscal é coisa de tucano”.



Do ponto de vista ético e político, a crise provocada pelo escândalo de corrupção na Petrobras investigado pela operação Lava Jato é outro golpe que afasta do partido alas historicamente mais ligadas a movimentos sociais. Raposo afirma que o mensalão já representou um duro golpe à imagem do PT por abalar uma de suas principais virtudes, que era a ética. Neste cenário, “as novas investigações afastam ainda mais o partido de suas origens”.

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