terça-feira, 14 de julho de 2015

Derrota do Ministério Público, vergonhosa para os BRASILEIROS DO BEM



Derrota do Minsitério Público, vergonhosa para os BRASILEIROS DO BEM



Agora que vai virar farra mesmo:Nos jornais: TSE tira poder do MP de pedir investigações de crimes eleitorais


A noticia é antiga, mas a farra é a mesma.A partir de agora, promotores e procuradores terão de pedir autorização à Justiça Eleitoral para abrir uma apuração de suspeita de caixa dois, compra de votos, abuso de poder econômico, difamação e várias outras práticas

O Estado de S. Paulo

TSE tira poder do Ministério Público de pedir investigações de crimes eleitorais

O Tribunal Superior Eleitoral tirou do Ministério Público o poder de pedir a instauração de inquéritos policiais para investigação crimes nas eleições deste ano. A partir de agora, promotores e procuradores terão de pedir autorização à Justiça Eleitoral para abrir uma apuração de suspeita de caixa dois, compra de votos, abuso de poder econômico, difamação e várias outras práticas.

Até a eleição de 2012, o TSE tinha entendimento diferente. As resoluções anteriores que regulavam as eleições diziam: “o inquérito policial eleitoral somente será instaurado mediante requisição do Ministério Público ou da Justiça Eleitoral”.Para o pleito de 2014, os ministros mudaram o texto: “o inquérito policial eleitoral somente será instaurado mediante determinação da Justiça Eleitoral”. Ou seja, o Ministério Público foi excluído.

O relator da nova norma, ministro José Antonio Dias Toffoli, que irá assumir o comando da corte em maio, afirma que o tribunal mudou o entendimento histórico por duas razões: processos que não tinham o aval inicial da Justiça estavam sendo anulados; outra razão, garantir maior transparência. “O Ministério Público terá que requerer à Justiça. O que não pode haver é uma investigação de gaveta, que ninguém sabe se existe ou não existe. Qualquer investigação, para se iniciar, tem que ter autorização da Justiça”, diz. “A polícia e o Ministério Público não podem agir de ofício.”

O atual presidente do tribunal, ministro Marco Aurélio Mello, foi o único contrário à restrição na corte ao considerar que “o sistema para instauração de inquéritos não provém do Código Eleitoral, mas sim do Código Penal, não cabendo afastar essa competência da Polícia Federal e do Ministério Público.”

‘O que custa ao promotor requerer à Justiça?’

Entrevista José Antônio Dias Toffoli, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral

Aos 46 anos, e integrando o Tribunal Superior Eleitoral desde 2009, o ministro José Antonio Dias Toffoli prepara-se para assumir, em maio, o comando da corte – o que fará dele uma figura central para decidir as pendências legais na campanha eleitoral que o País viverá até outubro.

Vice-presidente do tribunal desde novembro passado, ele entende que o Ministério Público deve se submeter ao juiz para pedir um inquérito. “Estão criando uma tempestade em copo d”água”, resume sobre queixas dos promotores. Como ministro do Supremo Tribunal Federal – também desde 2009 – Toffoli destacou-se, em 2012, por votos polêmicos e embates com o relator Joaquim Barbosa. No fim do processo, comparou as penas aplicadas às da Inquisição.

Se MP pode investigar, pode requisitar à polícia que o faça’

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Alexandre Camanho de Assis, classifica decisão do Tribunal Superior Eleitora que impede o Ministério Público de requerer investigações policiais de crimes eleitorais de “anódina.” “Só quem poderia nos tirar esse poder seria uma norma constitucional”, afirma Camanho.



A palavra de ordem não era derrotar o capitalismo? Pois agora estão conseguindo cumprir --Arnaldo Jabor

O volume morto


No Brasil, qual a diferença entre o comunismo de antigamente e o comunismo de hoje? Só uma: hoje eles estão no poder. Essa é a diferença principal. Na oposição são ardorosos sabotadores, no poder são um desastre administrativo. E se dedicam a sabotar o capitalismo mesmo dentro do poder capitalista. Como eles costumavam dizer, essa é a “contradição principal” deles: como ser contra o regime e governá-lo ao mesmo tempo?

A outra diferença entre ontem e hoje é de sentimentos: antes havia sim uma esquerda romântica, como vi e vivi nos tempos de estudante na UNE. A esquerda não era corrupta. Hoje a esquerda é só um pretexto para o petismo, o lulismo e o banditismo.  Naquela época, não. Nosso romantismo era meio babaca, mas era a única porta para entender o mundo.

Nós éramos mais “puros”, mais poéticos, mais heroicos que os meus colegas de PUC, todos já de gravatinhas adultas. Como era bom se sentir acima dos outros, não por competência ou cultura, mas por superioridade ética. Os operários eram nossa meta existencial. Para nós eles eram o futuro da Humanidade. Nas oficinas do jornal estudantil que eu fazia, crivavam-nos de perguntas e agrados, sendo que os ditos operários ficavam desconfiados e pensavam que nós éramos veados e não fervorosos “revolucionários”.

Naquele tempo não era possível pensar de outro jeito. De Sartre a Brizola, não havia outra ideologia disponível. A guerra fria dividia o mundo em duas facções, e a tomada do poder de Fidel Castro inebriou nossos desejos. Mesmo delirando em utopias, queríamos verdadeiramente, romanticamente salvar o país, contra o “imperialismo americano, o latifúndio e a direita espoliadora”. Não havia espaço para outras ideias, e quem ousasse pensar diferente era canalha, lacaio dos americanos. Por exemplo, Raymond Aron era de “direita” porque discordou do Sartre, pois esse incitava seus leitores para agir; Aron ensinava-os a pensar. Como acreditávamos nessa dualidade, ela virou uma verdade incontestável. E essas “verdades” criaram uma nova linguagem que praticávamos com fé e determinação. Em vez dos fatos, a linguagem bastava e nos movia. A linguagem ignorava o mundo real, chato e complexo demais para a mutação histórica que faríamos pois, afinal, éramos os “sujeitos da história”. Só as palavras simplistas explicavam nossa visão de mundo: alienação, massa atrasada, massa avançada, conscientização, sectarismo, aventureirismo, reacionarismo, entreguismo, proletariado, democracia burguesa e a palavra sagrada que tudo justificava: o “povo”.

E é impressionante a manutenção das mesmas ideias de 50 anos atrás. Éramos implacáveis com as tentativas de conciliação; um dia, o próprio Costa e Silva aceitou receber uma delegação de estudantes. Nada aconteceu porque nós, na porta do Planalto, nos recusamos a vestir paletós. Nossas certezas eram tão sólidas que me lembro de dizer, no dia 31 de março de 1964: “Oba! Já derrotamos o imperialismo americano; agora só falta a burguesia nacional!” No dia seguinte, a UNE pegava fogo e surgia o anão verde-oliva Castelo Branco, o novo ditador.

Como era fácil ignorar a realidade quando se é da oposição, como era (e é) moleza tramar um programa político sem ter de administrar nada. Os românticos esquerdistas achavam que administrar era coisa de capitalistas (e ainda acham) pois, no desespero da zona geral, tiveram agora de contratar um “neoliberalpara tentar salvar um país quase em “perda total”.

Na época, tudo fazia sentido para nós, sentido calcado em palavras-chaves que descreviam a vida, o país, as tragédias mundiais, a subestimação da resistência daquele mal chamado “capitalismo” que tudo descrevia. O capitalismo era tratado como uma pessoa: “capitalismo hoje acordou de mau humor, o capitalismo tentou nos enganar outro dia, o capitalismo está mentindo etc.” Nunca entenderam (como hoje) que o capitalismo não é um regime político, mas um modo de produção — mal ou bem, o único que ainda funciona nesse mercado devastado por crises.

O socialismo utópico ou não era a única ideologia que movia o mundo e que agora justifica a destruição do Estado e do país que os petistas estão perpetrando. De certa forma, essa cagada que aprontaram (perdoem a vulgaridade) foi uma vitória.  A palavra de ordem não era derrotar o capitalismo? Pois agora estão conseguindo cumprir sua utopia: derrotá-lo (e o Brasil junto) sem terem nada para botar no lugar. É espantosa a capacidade de errar dessa gente. Mas para eles, na pior tradição hegeliana, o “erro” é apenas um acidente de percurso. O erro é apenas uma contradição negativa e passageira. 

Nesse tempo, as reuniões eram incessantes e insuportavelmente longas. E era o mesmo papo de agora no PT: precisamos falar com o povo, com movimentos sociais, sindicatos e (uma palavra que me deprimia) “associações de bairro”. Eu pensava: “Que será isso? Será que querem conscientizar minhas tias?”. Nas infinitas reuniões todos falavam inflados de certezas e ao final se perguntavam: o que fazer? Ninguém sabia. Mas continuávamos firmes militantes do nada, sem saber para onde ir, porque ter dúvidas era “revisionismo”. É como hoje; ver o Rui Falcão falando até me emociona, pois é uma viagem no tempo. Não havia espaço para os males internos e seculares do Brasil; tudo era culpa dos inimigos externos (como hoje — não é, Dilma?).

Hoje já estão no “volume morto”, como definiu o Lula num raro acesso de autocrítica, mas continuarão persistindo na marcha da insensatez. Eles não mudam nunca.  Nunca me esqueço de um debate do grande intelectual “aroniano” José Guilherme Merquior com dois marxistas na TV. Os dois falavam sempre dos erros da esquerda, mas considerados apenas como “percalços” de uma marcha triunfal para o futuro. Eles diziam, batendo no peito: “Erramos no stalinismo, na Hungria, em Praga, aqui erramos em 1935, 1964, em 1968, mas continuaremos lutando.” Merquior respondeu na lata: “Por que vocês não desistem?”

Fonte: Arnaldo Jabor - Colunista de O Globo

Senadores avaliam que Dilma não fica no Planalto além de setembro/2015




O perigo de setembro

A orelha de Dilma deve ter ardido há alguns dias em um jantar na residência oficial do presidente do Senado, quando Renan Calheiros recebeu um time seleto.
 Dilma está mal, na avaliação de um grupo de senadores
Entre uma taça e outra de vinho, José Sarney, Fernando Collor, Romero Jucá  e Lindbergh Farias trocaram impressões sobre o cenário político.

E bateram o martelo: do jeito que está, Dilma não passa de setembro no Palácio do Planalto.

Por:  Lauro Jardim

BLOG PRONTIDÃO TOTAL

O principal objetivo da cadeia NÃO É reeducar o criminoso.Eu vou repetir estas minhas palavras. “O principal objetivo da cadeia NÃO É reeducar o criminoso”.

Esfacelando a suposta dualidade “educar x punir”

Esse texto também foi publicado no blog “Mundo Analista“. Clique aqui para ver.
Índice

Boa parte do que vou dizer agora, eu já o disse no texto “Como discutir a redução da maioridade penal com um esquerdista“. Mas faz-se necessário enfatizar alguns aspectos e lembrar outros, a fim de esfacelar a suposta dualidade “educar x punir”, sempre proposta pelo esquerdista e aceita por muitas pessoas ingênuas. Vou fazê-lo em tópicos para facilitar o leitor, já que o texto tem caráter instrutivo. Serão nove tópicos. Vamos lá:


1) O principal objetivo da cadeia NÃO É reeducar o criminoso. Eu vou repetir estas minhas palavras. “O principal objetivo da cadeia NÃO É reeducar o criminoso”. Tirem isso da cabeça. “Ah, e qual é o principal objetivo da cadeia então? Vingar-se do criminoso? Retaliá-lo? Fazê-lo sofrer desumanamente?”. Também não. Nada disso.


O principal objetivo da cadeia é livrar os cidadãos honestos de alguém perigoso. Toda a lei deve ser pensada priorizando a proteção do cidadão honesto.


Segue-se, portanto, que ainda que as condições das cadeias sejam ruins, isso não deve impedir que criminosos perigosos sejam isolados da sociedade. Segue-se também que a idade do criminoso também não deve impedir o isolamento. Tanto um assassino de 30 anos de idade, quanto um de 16, oferecem o mesmo risco às pessoas honestas. Lembre-se: a prioridade é a proteção do cidadão honesto.


2) Melhorar a qualidade da educação e, ao mesmo tempo, prender criminosos NÃO SÃO duas tarefas mutuamente excludentes. É perfeitamente possível fazer as duas. Possível e necessário. Entenda: a suposta dualidade “educar x punir” não existe. Quando ficamos gripados e com febre, há duas coisas que precisam ser feitas: tratar a gripe (causa) e tratar a febre (efeito). O tratamento de uma não deve anular o tratamento da outra. Os dois tratamentos são benignos e tem a sua importância. Da mesma forma, a tarefa da educação não deve estar dissociada da tarefa da punição dos criminosos (gosto mais da palavra “isolamento”). Isso me lembra que os esquerdistas não estão fazendo nenhuma delas há mais de duas décadas.


3) Aumentar investimentos na rede estatal de educação NÃO É sinônimo de melhorar a educação. O Brasil é um dos países que mais gasta dinheiro com educação no mundo. É preciso debater os problemas reais da educação e propor soluções efetivas. Isso, nem os governantes esquerdistas tem feito, nem os seus eleitores. Pergunte a qualquer eleitor de esquerda se ele tem ideia de o que deve ser feito para mudar a educação. Ele apenas repetirá o mantra: “Investir mais”. Pergunte a ele como fazer para o dinheiro não ser desviado ou mal gerido. A maioria esmagadora não saberá responder.



4) O problema da rede estatal de educação NÃO É apenas administrativo. Ele também é pedagógico. Há 30 anos o país tem destruído a autoridade do professor de ensino fundamental e médio dentro das salas. Em prol de uma suposta educação mais livre e menos repressora, os esquerdistas criaram um sistema em que os alunos não tem mais limites, nem disciplina; e o professor não tem voz. O amigo esquerdista já deu aula? Já entrou em uma sala para ver o verdadeiro inferno que é? Pois é. Vocês criaram isso. Pergunte a qualquer pessoa que estudou nos anos 60 e 70 em colégio público, se essa falta de limites, disciplina e respeito existia nas salas. Todos te dirão que não.



5) O problema da rede estatal de educação NÃO É o principal. Antes do aluno ser aluno, ele é filho. É em casa, no seio da família, que uma pessoa aprende a ser honesta e respeitosa. As famílias tem sido rapidamente deformadas por meio de culturas que destroem valores familiares. As pessoas são ensinadas hoje a serem promíscuas, descartarem-se umas às outras mutuamente, pensarem no próprio prazer acima dos outros, a serem materialistas, a vingarem-se, a nutrirem rancor e etc.


Resultado: surgem pais irresponsáveis, pais egoístas, pais rancorosos, pais sem valores, pais que tiveram filhos indesejados e os tratam como um fardo, famílias sem pai, famílias em que a mãe não cuida do filho, famílias onde reina a traição, a infidelidade, os xingamentos mútuos, as brigas, a devassidão, a bebedeira, os vícios e o descaso uns com os outros.


E o que os esquerdistas fazem com relação a isso? Aplaudem! E incentivam! Eles são super à favor da vida libertina e desregrada, da promiscuidade, dos vícios, da felicidade sexual acima de tudo, da destruição da família tradicional e dos valores morais, éticos, cívicos e familiares. Ora, sem limites, disciplina, senso de moral e civilidade, essas crianças e adolescentes crescem flertando com a marginalidade da lei, sobretudo quando moram em locais onde a criminalidade é grande. Daí quando esses filhos de famílias horrorosas se tornam criminosos, os esquerdistas vem dizer que é melhor educar do que prender. Hipócritas!


Sim, “educar é melhor que punir”. Mas a maioria dos esquerdistas que tem utilizado este bordão não está interessada em defender a educação, mas apenas em não punir. Em outras palavras, são pessoas incentivadoras (ou coniventes) com a criminalidade. Tanto em suas causas, como em seus efeitos.


6) Pobreza e etnia NÃO determinam caráter. Toda vez que um esquerdista disser que fulano se tornou bandido porque era pobre e negro, chame-o de preconceituoso. É o que ele é. Ser negro e pobre não tem nada a ver com moral. Qualquer negro e pobre é capaz de se tornar um cidadão de bem. Se pobreza e etnia determinasse caráter, brancos e ricos jamais se tornariam criminosos. E não é isso que vemos.

Lembre-se: Negros e pobres não são cães que precisam ser adestrados pelo governo. Eles precisam, sim, de uma família e de uma escola que lhes imponha limites (assim como brancos e ricos). E se a família e a escola falharem, que a cadeia o tire da sociedade.


7) Se o enrijecimento das leis penais (entre elas a redução da maioridade penal) incomodam tanto porque as cadeias são ruins e as escolas também, por que diabos os esquerdistas não propõem medidas efetivas para melhorar a qualidade das escolas e das prisões? Por que eles não brigam vorazmente por isso? A impressão que dá é que é muito mais importante impedir o enrijecimento das leis do que lutar para melhorar a qualidade das prisões e das escolas. Já que a redução está para se tornar realidade, por exemplo, por que eles não fazem pressão para subir a pauta da melhoria das prisões e das escolas, através de soluções efetivas?


8) O Brasil não apresenta, nem jamais apresentou um movimento e um partido (ou partidos) conservador na política e liberal na economia, isto é, genuinamente de direita. O que temos são alguns poucos direitistas conscientes espalhados por aí, alguns políticos e eleitores com ideias direitistas misturadas à vícios de esquerda, e uma enorme massa da população perdida ideologicamente e órfão de uma direita genuína e coesa que lhe represente. O que temos visto hoje no Brasil são alguns passos lentos da oposição ao governo em direção à algumas poucas pautas de direita, energizada e pressionada pelo crescimento do número (admirável, mas ainda pequeno) de eleitores conscientes de direita.


Dizer que os atuais governantes representam plenamente a direita ou que eles são políticos ideais para quem se identifica como direitista é ridículo. Estão longe de representarem plenamente e de serem ideais. O objetivo certamente é colocar melhores representantes lá no futuro. Enquanto isso não ocorre, deve-se pressioná-los para que coloquem em pauta outros temas importantes. A instituição do trabalho obrigatório para presos nas cadeias, a instalação de fábricas nas mesmas, a entrega da administração delas a essas fábricas e o fim do financiamento público de prisões são ideias que os direitistas conscientes defendem há tempos e que pressionarão os governantes a colocarem em pauta.


A descentralização das escolas públicas, a reestruturação da autonomia dos professores e a gestão transparente das contas de cada escola também. E aqueles que dizem se preocupar tanto com educação e a situação dos presídios deveria pressionar nesse sentido também, em vez de apenas fingir preocupação.


9) A mim não importa que um criminoso vá para um presídio com piscina, cerveja e churrasco. Desde que ele trabalhe lá dentro para se sustentar e fique preso pelo tempo suficiente para que deixe de ser um perigo à sociedade, estou satisfeito. Tudo o que quero é estar protegido de suas agressões e não precisar sustentá-lo com meus impostos. Creio que todos concordam comigo nesse ponto. Então, quem pede punição, não está sendo desumano e sem coração, mas apenas querendo paz.

Comentário

Vamos supor que uma pessoa doente mental, esquizofrênica, perambule pelas ruas dizendo frases desconexas, atrapalhando o transito e perturbando os transeuntes.A policia provavelmente prenderá essa pessoa levando a para um asilo ou manicômio.Nesse caso ninguém se opõe à ação policial.Doido é para ser tirado das ruas ,certo? Por que no caso de bandidos a justiça não pode fazer o mesmo?Retira-los das ruas porque não apenas estão atrapalhando o transito e perturbando a ordem publica mas também roubando e assassinando?  Alguém pode me explicar? Porque doido pode ser trancado às vezes por toda a vida em um asilo e bandido não pode ir por toda a vida para a cadeia?

Anonimo

Se forem pobres e necessitados mesmo...Minha experiencia diz que invasões são promovidas por políticos e empresários ricos que usam pseudo pobres como laranjas.Cadê o MP???

13 de julho de 2015

Descaso com a periferia: com Haddad, “Minha Casa, Minha Vida” vira “Meu Barraco, Minha Vida”

Haddad Dilma Lula
Mais um exemplo de como a gestão Haddad não olha para os mais necessitados com o mesmo cuidado dedicado aos mais ricos. Já falamos aqui das ciclovias, que são tratadas como cartões postais no centro e nos bairros nobres, mas abandonadas nas regiões carentes. Agora, mais essa: o “Minha Casa, Minha Vida” se torna “Meu Barraco, Minha Vida” em Guaianases. Seguem trechos de reportagem de Leandro Machado, na Folha de São Paulo:


“O déficit habitacional da capital paulista, calculado em cerca de 230 mil moradias, é um dos temas mais críticos da gestão Fernando Haddad (PT). O prefeito prometeu entregar 55 mil novas casas a famílias de baixa renda até o fim de 2016, mas, até agora, só cumpriu 9% da meta. O resultado são invasões cada vez mais frequentes a prédios e terrenos públicos e privados em toda a cidade. (…)


Em Guaianases, a área de 12 mil metros quadrados era particular e ficou mais de 15 anos desocupada. Só era usada quando crianças da região pulavam os muros para jogar futebol lá dentro. Os donos deviam décadas de IPTU. Em 2012, a prefeitura tomou posse do terreno. Mas ele continuou vazio até agosto de 2014, quando moradores do bairro, que não pertenciam a nenhum grupo organizado de sem-teto, decidiram ocupá-lo. Pularam o muro e entraram. Uma empresa privada havia sido contratada para vigiar o terreno, mas, no momento da invasão, não havia nenhum funcionário por ali.” (grifos nossos)
Esse é o “Prefeitão”. Essa é a gestão petista em São Paulo. Na campanha, falavam sobre “ocupar o espaço público”, mas na prática essa ocupação acontece invadindo terreno comprado para a construção de casas populares e está abandonado por puro descaso da gestão Haddad.

Isso sim é golpismo. AGU "sugere" ao TCU que pedaladas fiscais da Dilma devem ser crime só no futuro. O que passou, passou.




(Folha) As chamadas "pedaladas fiscais" (pagamento de contas do Tesouro Nacional por bancos públicos) adotadas pelo governo Dilma Rousseff já ocorriam em governos anteriores e não foram alvo de questionamento do TCU (Tribunal de Contas da União). E se esse mecanismo for condenado pelo órgão, deve ter impacto apenas para gestões futuras

Essa é a linha de defesa que o governo federal vai apresentar aos ministros do tribunal, segundo relatou nesta segunda-feira (13) os ministros Nelson Barbosa (Planejamento) e Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União) (foto). Ambos participaram de reunião do conselho político com a presidente Dilma Rousseff, nesta manhã. O julgamento das contas de governo foi um dos principais temas do encontro.

Os auditores do TCU apontaram várias irregularidades no balanço apresentado pela presidente para 2014, o último ano de seu primeiro mandato, e tudo indica que o tribunal recomendará ao Congresso sua rejeição em agosto. Segundo Adams, o governo pode "mudar a sistemática" adotada após a análise do TCU.


MUDANÇAS
Os ministros reforçaram o discurso de que a análise do órgão deverá ser "técnica" e baseada na jurisprudência do próprio tribunal, e que nada impede o governo de adotar "aperfeiçoamentos" a partir de agora. "Temos plena confiança de que o Tribunal de Contas terá ponderação e equilíbrio para tomar uma decisão desse nível. O espaço do TCU é um espaço de debate técnico. Espaço de debate politico é o Congresso", afirmou o advogado-geral da União.

Adams ponderou ainda que uma vez "revisitado" o conceito do que pode ou não ser feito, o impacto será para o futuro. "A gente entende que, sim, podemos revisitar [a prática criticada pelo Tribunal] e sim, podemos mudar a sistemática. Mas não, não é o caso de rejeitar as contas", afirmou enfático."O núcleo do nosso posicionamento está pautado pela regularidade reconhecida em relação às sistemáticas que vêm sendo adotadas ate o momento. Não temos nenhuma resistência a aperfeiçoamentos que possam ser feitos a partir de agora", completou Barbosa.

Ele destacou que, nesta terça (14), o governo vai detalhar seus argumentos em audiência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O mesmo já foi feito para lideranças da base aliada no Congresso, congressistas do PT e do PCdoB. "Vamos fazer essa mesma exposição a outras bancadas que se interessarem em ouvir", emendou. A expectativa é que o governo encaminhe sua defesa ao TCU na próxima semana.

Comentários:

Anônimo disse...
Advogado da união ou advogado da presidente?
Anônimo disse...
Vamos ver se o PT tem coragem de colocar as FFAA nas ruas contra o povo. O bicho vai pegar!
Ninguém salvará o PT das mãos do povo brasileiro. Nem EUA do Obama, nem Rússia, nem China...
Anônimo disse...
Cel
A ser como o governo quer, pra que Lei? Rasguem-se todas elas e que o crime seja institucionalizado. Chega de palhaçada!
Esther
Anônimo disse...
Vivemos um estado avançado de corrupção avassaladora.Não restará pedra sobre pedra.

Como pensam que conseguirão se manter no mandato até 2018?

Estamos à portas e uma guerra civil



O povo já perdeu a paciência há muito tempo.

O PAU VAI QUEBRAR, SE DUVIDAM, VÃO EM FRENTE!

Anônimo disse...
Esse Adams é a reencarnação de Maquiavel. Se os ministros do TCU aceitarem essa linha de defesa temos que ir para a rua lutar por nosso país, pois de fato seria um golpe no povo brasileiro. Não podemos jamais aceitar tamanha afronta!

Felipe
Despetralhando disse...
Eu peidei mas sai antes de sentir o fedor, logo: Quem sentiu, do seu saiu.
Os petralhas até para pensar são primitivos (burros e rasteiros).
Anônimo disse...
Coronel, estás declarações me deixam PTfóbico.
J. Freire disse...
Coronel,
é de um ridículo sem limites. Já pensou um réu, na presença do Juiz e diz: Doutor eu roubei mais o Sr. só deve aplicar a Lei no próximo ano. Agora dê somente uma advertência.
Anônimo disse...
>>

É claro que não se pode julgar pessoas pela cara e nem sair por ai prendendo pessoas por suas aparências.

Mas, além da arrogância estampada do rosto, esse sujeito tem uma impressionante fachada de estelionatário, de passador de cheque sem fundo.

<<
Anônimo disse...
C A N A L H A S !
Anônimo disse...
Advogado do diabo então diz que "o que roubou, roubou", deixa prá lá...
Anônimo disse...
Coronel, o que o item (2) tem a ver com o post de 2013: http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2013_05_19_archive.html ?
Anônimo disse...
Abaixo Brasília!
Tem que cair.
Anônimo disse...

A radicalização de Aécio

POR ILIMAR FRANCO

Estrategistas em campanhas eleitorais dizem que Aécio está na linha certa. Ele capitaliza o sentimento de oposição da sociedade, coloca-se como alternativa e encarna o papel de o mais aguerrido.

MAIS....
http://blogs.oglobo.globo.com/panorama-politico/post/radicalizacao-de-aecio.html
Anônimo disse...
É revoltante, acintosa, enojaste a postura cínica desse governo de bandidos!
O povo tem que cumprir as regras do País, já os governantes desse governos podre, que deveriam ser o modelo de ética, lisura, probidade, ...ha! ... eles não, para eles a lei que vale para o povo não vale para eles.

O povo já está com formigamento, não aguenta mais de vontade de dar um murro na fuça do lula, da dilma, do renan, do temer, adams, levandowiski, tofolli, dirceu e os fdp todos do PT e bandidos aliados.


Pelo amor de DEUS, EQUIPE MORO, acabem de vez e urgente com essa quadrilha petista, porque o povo não aguenta mais esperar a LEI, estão por um fio para fazer JUSTIÇA COM AS MÃOS.
Anônimo disse...
Esse espectro da família adams, com cara de idiota, fazendo mímicas de palhaço, merece uma porrada na fuça, para ir fazer gracejo com sua genitora e não com o povo brasileiro.
Anônimo disse...
Essa FDP descarada, envergonha as mulheres brasileiras. Fraudar as eleições, se locupletar no cargo na marra, para dar tamanho vexame e envergonha as mulheres do Brasil. Vaca!
Anônimo disse...
Esse advogado-geral do PT é um dos maiores CANALHAS que eu já vi na minha vida. Todas - eu disse TODAS! - as vezes que eu vi esse sujeito se manifestar sobre alguma tema, sempre foi para advogar em prol da quadrilha que está hoje no poder, nunca para defender os interesses da União, do estado brasileiro. A canalhice desse sujeito está estampada na cara dele!! A oposição precisa ir no fígado dele quando ele for prestar esclarecimentos sobre as pedaladas fiscais no Congresso Nacional. Bater sem dó nem piedade; desmascarar o papel de advogado do PT que ele exerce, bancado com o NOSSO dinheiro. Pressão total nesse pilantra!!

A moda é concentrar na presidente Dilma o fogo de todos os canhões voltados contra a crise que nos assola. Tudo bem--Carlos Chagas NADA DE NOVO SOB O SOL

A moda é concentrar  na presidente Dilma o fogo de todos os canhões voltados contra a crise que nos assola. Tudo  bem, Madame é a principal figura ostensiva  responsável pelas agruras que atingem o país, mais por ter aceitado uma coroa  maior do que sua cabeça, menos por faltar-lhe condições para gerir um simples botequim. Mesmo assim, não parece justo deitar sobre seus ombros o ônus da tragédia agora encenada. Há  que verificar seus  condicionantes e suas preliminares. Ela só chegou à presidência da República por uma decisão imperial do Lula, respaldada pela concordância do PT. 


Aqui começa a trapalhada. Que o ex-presidente pudesse  agir como todo-poderoso csar de todos os  Brasís,  seria inevitável, mas que o Partido dos Trabalhadores  se curvasse a esse ucasse,  parece  uma aberração.


Acontece que um grande partido não poderia ter sido destruído de fora,  antes de ser erodido por  dentro. Seu declínio, por haver cedido à imposição de seus donos, teve causa na decadência de seus ideais, após o fim de uma pequena era de esperança. Com a ascensão ao poder,  seu mundo ficou velho.  Erodiu-se sua ideologia. Os vícios contra os quais lutou passaram a atacá-lo. A  classe  trabalhadora na qual se afirmava cedeu  às tentações e ao exemplo dos poderosos, tendo a destruição começado de dentro para fora. As facilidades da vida fácil fizeram esquecer    sua essência. Não foram, os companheiros, conquistados,  mas aderindo  pelas facilidades ao seu dispor.



Misturaram  a indignação dos  tempos iniciais com as benesses  conquistadas  depois.  Trocaram  as agruras de  um vida ascética pelo comodismo de exceções futuras. O caráter viril  de sua simplicidade cedeu lugar à inclusão na minoria de privilegiados.  Desapareceram, aí, suas qualidades.


 A velha fé na justiça social e na igualdade  cedeu lugar ao estoicismo das mudanças em prol de uma sociedade condenada à  desigualdade, cientes  de que acima de tudo está a conquista do controle dos semelhantes.


Não soube,  o PT, proteger a maioria em nome da qual se forjou, por isso tornando-se numa casa vazia  cercada pela indiferença e até a indignação. O despotismo interno  destrói a disputa pela  competição sadia, substituída pelas vantagens e privilégios auferidos pelo exercício  do poder. O fracasso do ideal despedaçado preparou  o terreno  para o desânimo e a ruína.  Uma organização  de homens livres transformou-se num conjunto de homens vencidos.


Todas essas considerações aplicam-se ao país onde  dona Dilma equilibra-se para permanecer onde está, mas basta substituir onde se lê Partido dos Trabalhadores por  Império  Romano, no caso, com aplauso a  Gibbon, para se concluir que nada de novo existe sob o sol...

Para quem acha que Eduardo Cunha viu a luz, virou oposição e deixou de ser o que sempre foi, esqueçam. Ele continua representando o que existe de mais podre no PMDB.


(Estadão) O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), trabalha para nomear um nome de seu grupo político para comandar parte dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Para conseguir ter controle sobre o fundo de investimento do FGTS (FI-FGTS), Cunha quer promover uma dança das cadeiras na Caixa Econômica Federal, colocando Fábio Cleto, hoje vice-presidente de Governo e Loterias, na vice-presidência de Ativos de Terceiros. Responsável pela gestão do FI-FGTS, essa diretoria é atualmente ocupada por Marcos Vasconcelos, que tem apoio da presidente da Caixa, Miriam Belchior, e da presidente Dilma Rousseff.

Três ministros disseram ao Estado, em conversas reservadas, que Cunha usa o projeto da correção do FGTS, na contramão dos interesses do Planalto, como moeda de troca para conseguir mais um posto estratégico na Caixa. O presidente da Câmara nega. Cunha patrocina a proposta que dobra a correção do FGTS - dos atuais 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR) para 6,17% ao ano, além da TR - nos depósitos feitos a partir de janeiro de 2016. "Vamos votar na primeira semana de agosto de qualquer maneira", garantiu ele ao Estado.

O governo teme que o projeto de lei, com forte apelo popular, seja aprovado pelo Congresso, o que encareceria os financiamentos com juros subsidiados nas áreas de infraestrutura, habitação e saneamento. Dilma pediu a Cunha, no último dia 6, que adiasse a votação na Câmara. A presidente chegou a dizer a ele que, se a proposta fosse aprovada como está, tornaria inviável a terceira etapa do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

"Não existe toma-lá, dá-cá. Tudo isso é fofoca de quem quer me constranger", rebateu o presidente da Câmara. "Eu não estou indicando nem Fabinho, nem Joãozinho, nem Marquinhos, nem ninguém", insistiu. "Para manter a independência, a minha posição é incompatível com essas indicações." O projeto é assinado pelos deputados Paulo Pereira da Silva (SD-SP), da Força Sindical, e pelos líderes das bancadas do DEM, Mendonça Filho (PE), e do PMDB, Leonardo Picciani (RJ).

Pelo regimento, Cunha não pode apresentar projetos enquanto ocupar a presidência da Casa. A Caixa calcula que, se o texto for aprovado, os interessados em financiar a casa própria vão pagar prestação até 38% maior nos empréstimos. Cunha sempre quis ter o controle da gestão do FI-FGTS. Seu afilhado no banco estatal, Fábio Cleto, já participa do comitê de investimento do FI-FGTS, mas apenas como representante da Caixa. Na última reunião do grupo - formado por trabalhadores, empresários e indicados pelo governo -, Cleto pediu vistas da escolha dos projetos da carteira do BNDES que receberia R$ 10 bilhões do FI-FGTS. O gesto, na prática, atrasou a transferência dos recursos do fundo para o banco de fomento.

Os maiores grupos de infraestrutura do País procuram o fundo como única fonte de recursos neste momento em que até mesmo o BNDES pôs o pé no freio dos desembolsos. Administrado pela Caixa, o FI-FGTS já tem R$ 32,8 bilhões investidos como sócio dessas companhias ou em financiamentos.Cleto e Vasconcelos não quiseram se pronunciar. A Caixa também não se manifestou.

1 comentários

Mentiras da Revista Brasil complicam ainda mais a vida de Vaccari, do PT e de Dilma.



Ontem o coordenador geral da revista Brasil, Paulo Roberto Salvador, editada pela Editora Gráfica Atitude, que pertence ao sindicato dos Bancários e dos Metalúrgicos, mentiu em depoimento à Justiça Federal. O que ele disse? Que vendeu trinta matérias de interesse da SOG/Setal Óleo e Gás, ao valor de R$ 2,4 milhões, que foram repassados mensalmente à editora. Na verdade, o que declara Augusto Mendonça, diretor da empresa, é que foi extorquido por Vaccari e que não exigiu e nem mesmo pediu para que seu nome aparecesse em tais matérias da Revista Brasil. Leia aqui o depoimento dele à Justiça. Agora leia aqui a mentira do petista que coordena a publicação.
Trecho da petição do MPF sobre pagamentos a gráfica
Mas aqui vai o mais importante. O blog pesquisou todas as revistas durante o período em que a Revista Brasil recebeu propina da SOG/Setal. Olhou cada matéria publicada. Neste período, publicou apenas uma matéria que citava "petróleo", intitulada "Obama e o Petróleo". Clique aqui para ler. Uma matéria que abordava novas regras para exploração de petróleo na Golfo do México, sem nenhuma relação com "interesses da indústria nacional de petróleo" no Brasil.

Ao que tudo indica, o que ficou combinado foi exatamente o contrário do que mentiu à Justiça o coordenador petista da revista Brasil e exatamente o que exigiu Augusto Mendonça: não citem o nome da minha empresa! Não há como a revista provar o que declarou à Justiça. A não ser que imprimam revistas fake e que plantem matérias no site. Mas para desmontar estas farsas a Força Tarefa do MP e da PF estão mais do que preparadas. 
 
 

Motoristas particulares fazem carreata contra agressão de taxistas--Diario do Poder

Contra a violência
 

Motorista particular foi agredido no aeroporto ao buscar cantor
Publicado: 13 de julho de 2015 às 10:43 - Atualizado às 13:42

O grupo passou pelo aeroporte e seguiu até o Palácio do Buriti (Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília)
 
 
Motoristas particulares, donos de vans e transporte de turismo fizeram uma carreata na manhã desta segunda-feira (13/7) em protesto contra a agressão sofrida por um agente de turismo o último dia 3. Ele foi confundido com motorista do aplicativo Uber e acabou agredido por taxistas. O motorista estava uniformizado e havia seguido até o aeroporto para buscar o cantor Sérgio Reis.


Cerca de 50 veículos participaram do protesto. Eles saíram de uma faculdade particular em direção ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. Depois seguiram para o Palácio do Buriti.


Agressão
O homem, funcionário de uma agência de turismo, foi atacado por taxistas no aeroporto. Ele havia sido contratado para buscar o cantor Sérgio Reis. Em imagens gravadas, quatro taxistas cercam o homem e mandam que ele vá embora. Os veículos de agência de turismo, segundo os empresários, têm autorização para receber clientes no aeroporto.

O DESEMPREGO, O ESTADO E A CORRUPÇÃO--Carlos Chagas--Diario do Poder

A sombra do  desemprego assentou-se sobre o país de forma definitiva. Na construção civil, na indústria automobilística, nos estaleiros, nas hidrelétricas em construção, apenas? Não. Nos serviços, nos transportes, no comércio, nas pequenas empresas, até no trabalho doméstico vem se registrando dispensas em massa. O aumento da violência constitui apenas um dos sintomas da falta de trabalho para contingentes sociais cada vez maiores. O Brasil não saiu de uma guerra, tendo vencido ou perdido,  como costuma acontecer em outras nações, de tempos em tempos. Aliás, antes das guerras é que o desemprego diminui, com o incentivo à indústria bélica.


Historicamente, para criar postos de trabalho, só existe uma solução: o Estado assumir a tarefa, diretamente ou  financiando empresas privadas.   Foi assim nos Estados Unidos quando Franklin Roosevelt adotou o New Deal e partiu para a realização de obras públicas de toda espécie, de hidrelétricas a imensas rodovias.  No outro lado do mundo, Joseph Stalin adotou a mesma solução, da indústria pesada ao metrô de Moscou. Logo os dois também mergulharam de cabeça na produção de  armamentos e o desemprego despencou.


Entre nós, até agora, não se tem notícia de iniciativas do Estado através do  governo Dilma. Pelo contrário, a política em curso impulsiona o desemprego, em nome do ajuste fiscal.  Sequer é estimulado  o setor do agronegócio, dos poucos que ainda se mantém funcionando a contento, mas utilizando cada vez menos a mão de obra humana. 

Continuando as coisas como vão, breve a legião de desempregados suplantará a força de trabalho ativa.

Fazer o quê? Um  programa de obras públicas para valer exigiria a premissa imperativa de se  extinguir a corrupção, hoje a praga que  nos assola. Apesar de bem sucedidos esforços do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal, parece difícil que consigam, a  curto prazo, resultados  capazes de aparelhar o   Estado para  o cumprimento de sua obrigação fundamental de combater o desemprego. A ironia está em que a corrupção apoderou-se do Estado – ou da maior parte dele.
Eis um mistério dentro de um enigma, envolto por uma charada:  o Estado acabará  com o desemprego, mas só depois de extirpar a própria corrupção. 


DEVOLVER A  VITÓRIA?
Outra do general George Patton, aqui citado ontem como general brilhante. Comandando  o III Exército dos Estados na conquista da Sicília e diante do impasse que imobilizava as tropas do general inglês  Bernard Montgomery, Patton descumpriu ordens e lançou-se para o outro  lado da ilha, entrando  em Palermo e depois em Messina, alvo destinado aos ingleses. Ao receber ordens para não tomar essas duas cidades, já tomadas, passou um telegrama ao general Alexander, comandante em  chefe: “informe por escrito  se quer que eu devolva Palermo e Messina aos alemães...”


Quer o governo Dilma que Eduardo Cunha devolva a Câmara ao PT?...

Operação Politeia-Diário do Poder

Operação Politeia

PF cumpre mandados em endereços de três senadores, ex-ministro e deputado
PF cumpre mandados contra 3 senadores, ex-ministro e deputado
Publicado: 14 de julho de 2015 às 08:06 - Atualizado às 10:06

Os alvos da vez são os senadores Ciro Nogueira, Fernando Collor e Fernando Bezerra Celho, e o ex-ministro Mario Negromonte e o deputado Eduardi da Fonte.
A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (14) em Maceió, em endereços dos senadores Fernando Collor (PTB-AL), Ciro Nogueia (PP-PI) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), além do ex-ministro do governo Dilma Mario Negromonte (Cidades), do PP-BA e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE). Coelho também foi ministro do governo Dilma. As investigações apuram supostos negócios ilícitos na BR Distribuidora.


Os 53 mandados, expedidos pelos ministros Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, estão sendo cumpridos no Distrito Federal (12) e nos estados da Bahia (11), Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5), Rio de Janeiro (5) e São Paulo (5). Cerca de 250 policiais federais participam da ação.

Em Maceió, foram cumrpidos mandados na casa do filho do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), Arnon de Mello, segundo informações do Bom Dia Brasil. A ação é um desdobramento da operação Lava Jato, na qual Collor é um dos investigados.

A operação é denominada Politeia é uma expressão, em grego, que faz referência ao livro “A República” de Platão, que descreve uma cidade perfeita, onde a ética prevalece sobre a corrupção. São cumpridos 53 mandados de busca e apreensão expedidos

A justificativa da operação seria "evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados". Foram autorizadas apreensões de bens supostamente adquiridos pela "prática criminosa".

Os inquéritos da Lava Jato no STF foram abertos para investigar os políticos que têm foro privilegiado. Um desses processos é para investigar o senador Collor. Ele aparece nas investigações como suspeito de ter recebido dinheiro de propina de esquema de corrupção na Petrobras.

Os 53 mandados são para buscas e apreensões no Distrito Federal (12), e nos estados da Bahia (11), Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5), Rio de Janeiro (5) e São Paulo (5). Cerca de 250 policiais federais participam da ação.


Lava Jato: delator diz que Renan tinha "representante" que negociava propina


O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse hoje (13) em depoimento à Justiça Federal que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tinha um “representante” que negociou propina com ele.


Costa assinou acordo de delação premiada e depôs ao juiz federal Sergio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça.



Calheiros foi citado pelo ex-diretor após uma pergunta feita por um dos advogados de executivos ligados à empreiteira OAS, réus na ação penal.  Costa afirmou que se mantinha no cargo com sustentação política do PP e PMDB.


"O senador Renan Calheiros era um dos que dava sustentação política. Com ele [Renan], não [negociou propina]. Mas ele tinha um representante, um deputado, Aníbal Gomes, que, em algumas vezes, negociou comigo. O senador Renan Calheiros nunca participou de nenhuma reunião com empreiteiros, mas o Aníbal Gomes, sim”, declarou.


Gomes e Calheiros são investigados em um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), aberto a partir das informações do ex-diretor, fornecidas em acordos de delação premiada.
Em nota, o presidente do Senado refutou as acusações do ex-diretor e declarou que suas relações com diretores de instituições públicas nunca ultrapassaram os limites institucionais. “Da mesma forma reafirma que jamais autorizou o deputado Aníbal Gomes ou qualquer outra pessoa a falar em seu nome. Digno de registro também é a contradição, já que nos depoimentos anteriores o delator sempre negou ter tratado de projetos e valores com o senador Renan Calheiros”.


A Agência Brasil não conseguiu contato com o deputado Aníbal Gomes até a publicação da matéria.


Fonte: Agência Brasil  Jornal de Brasília



Comentário 
alves

É engraçado as coisas neste país,enquanto os membros do poder estão fazendo as PARTILHAS,ninguém argumenta nada.Palmas para o progresso brasileiro...

Lava Jato: PF cumpre mandados em seis estados e no DF

A PF informou que as buscas ocorrem na residência de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos
 
A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) cumprem hoje (14) 53 mandados de busca e apreensão, na Operação Politeia. Os mandados são referentes a seis processos instaurados no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de provas obtidas na Operação Lava Jato e estão sendo cumpridos em seis unidades da Federação: Bahia, Pernambuco, Alagoas, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal.


Eles foram expedidos pelos ministros do STF Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. A PF informou que as buscas ocorrem na residência de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos.


O objetivo é evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados. Eles respondem a crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, fraude a licitação, organização criminosa, entre outros.

O nome da operação, Politeia, vem do livro A República, de Platão, que faz referência a uma cidade perfeita, onde a ética prevalece sobre a corrupção.

Fonte: Agência Brasil  Jornal de Brasilia

Temos de emancipar essa gente!Não podemos continuar sustentando todos em tudo!Manifestantes fecham vias em protesto por auxílio-aluguel



Eles reivindicam a extensão do auxílio-moradia, no valor de R$ 600, pago pelo Governo de Brasília

A manhã começou complicada para aqueles que desejam acessar a área central do Plano Piloto, nesta terça (14).  Os integrantes do Movimento Resistência Popular pelo Direito à Cidade bloquearam com pneus queimados o Eixinho Norte e o Eixão.



Eles reivindicam a extensão do auxílio-moradia, no valor de R$ 600, pago pelo Governo de Brasília. O benefício é válido por um ano.


As vias foram liberadas por volta das 8h20, mas motoristas enfrentam vários pontos de retenções.
O Batalhão de Choque da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros acompanham a manifestação.



*Aguarde mais informações 

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
Leia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,pf-faz-busca-em-enderecos-de-politicos-investigados-na-operacao-lava-jato,1724678
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