sábado, 31 de outubro de 2015

Vocês teriam coragem de botar fogo num cachorrinho inocente?Claro que não!Mas tem gente que tem!

Vecinos escracharon a una pareja por prender fuego a un perro

El Clarin Mendoza.

Una pareja compuesta por un arquitecto y una odontóloga le habrían rociado gasoil al cachorro callejero, de unos seis meses. El animal murió esta mañana. Los aullidos del perro alertaron a los vecinos Unas 150 personas, indignadas, hicieron hoy un piquete.


Gran indignación manifestaron los vecinos de Guaymallén, al conocer la agresión que sufrió un perro callejero, que fue prendido fuego y murió esta mañana. 

El cachorro callejero, de unos seis meses, fue bautizado en la veterinaria donde recibió asistencia médica como "Fueguito". La pareja acusada y que ha sido imputada por la Justicia, es la del arquitecto Ricardo Manzo y la odontóloga Soledad Lucesoli. Según sus vecinos, el martes último, el arquitecto molesto con el perro que deambulaba por su casa, lo roció con gasoil y lo prendió fuego.


Fueron más de 150 vecinos que hicieron un piquete para escrachar la brutalidad de este hombre, en aparente complicidad con su esposa, frente a su casa en calle Azcuénaga al 2294, de Guaymallén, la más poblada de de las comunas del Gran Mendoza. Allí también funciona el consultorio odontológico de la mujer del acusado.
foto vEl perrito quemado / mdz


Los aullidos del perro alertaron a los vecinos: lo reconocieron de inmediato ya que si bien era callejero, se había ganado el cariño del barrio y era alimentado entre todos.  El perro fue llevado por los vecinos a una Veterinaria, donde el médico advirtió que el cachorro tenía quemaduras en el 60 por ciento de su cuerpo.Pasó la noche internado, pero murió esta mañana.


Los vecinos y miembros de ONG´s contra el maltrato animal, dieron su testimonio a la Justicia y presentaron imágenes del daño que sufrió el animal. El fiscal Tomás Guevara imputó al matrimonio por violar la Ley Sarmiento de protección animal. Y adelantó que los acusados serán sometidos a estudios siquiátricos.

 Comentários



Alice Keiller
QUE MAL PARIDOS, HABRIA QUE PRENDERLES FUEGO A ELLOS.



Pépé Lé Péw
El que a fuego mata, a fuego muere.



Roberto De Casares
H D P...QUERIDOS VECINOS, METANLE FUEGO A LA CASA QUE UNO SOLO SE ANIME, A LA NOCHE CON UNA MOLOTOV O VARIOS CON VARIAS MOLOTOV


Leandro Parpaglione
Ma qué estudios psiquiátricos,esos 2, el arquitecto y la odontóloga son unos HDRMP que los parió, CÁRCEL, PENA DE CUMPLIMIENTO EFECTIVO para esos malditos desgraciados malparidos!!!
Monica MonteroHace
Lo digo una y mil veces y no me canso de decirlo: cuanto mas conozco a los hombres mas quiero a los animales.
Juan Sebastián Puntella
En la foto del frente de la casa está el teléfono ;)
A disfrutar (0261) 432-0581































RPPN-Uma boa opção de conservação ambiental.

Flávio Ojidos - Vice Presidente da CNRPPN

Flávio Ojidos
Flávio Ojidos - Vice Presidente da Confederação Nacional de RPPN (CNRPPN)
 
Nome: Flávio Ojidos
Formação: Formado em Direito (2000) pela Universidade Cidade de São Paulo, com espacialização em Direito Ambiental Constitucional (2008) pela Escola Superior de Direito Constitucional e mestrando em Conservação Ambiental e Sustentabilidade (ago/15 a ago/17) pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas.
Tempo de atuação na área ambiental e com as RPPN: 15 anos na área ambiental e 10 anos com RPPN.

Qual a Instituição que você atua?
Atuo na FREPESP e na CNRPPN. Pela FREPESP, estou membro do Conselho Deliberativo e, na prática, faço o papel de um diretor executivo. Pela CNRPPN, estou Vice Presidente acumulando as diretorias (1) de assuntos jurídicos e (2) turismo sustentável. Além disso, tenho uma empresa de consultoria ambiental.

Na sua opinião qual a importância das RPPN?
Por ser uma iniciativa voluntária da sociedade civil, a importância das RPPN ganha destaque em relação às UCs públicas, já que o Estado deve(ria) criar e gerir suas áreas protegidas por função precípua. Quando a sociedade civil, voluntariamente, coloca parte de sua propriedade para prestação de serviços ecossistêmicos à toda a sociedade, temos um exemplo e uma lição de cidadania, pois o particular está realizando algo de caráter público ou mais do que isso, de caráter difuso, já que está protegendo bens ambientais. Assim, a meu ver, a importância das RPPN vão além da questão das “áreas protegidas”. Existe um contexto que precisa ser considerado e que eleva em muito o grau de importância dessas áreas. Tenho dito que precisamos olhar nossas Unidades de Conservação como “Unidades Prestadoras de Serviços Ecossistêmicos”, em especial as RPPNs.

Qual a principal dificuldade que os proprietários de RPPN encontram em manter a Reserva?
A falta de apoio e incentivos econômicos ou fiscais por parte de outros atores da sociedade civil e, principalmente do Poder Público.
Se a conservação voluntária é um esforço da sociedade civil e o RPPNista já disponibilizou sua propriedade para a conservação, nada mais justo do que outros atores da sociedade civil apoiarem os esforços daquele que gravou em caráter de perpetuidade suas terras para a perenidade da produção de serviços ecossistêmicos, onde todos serão beneficiados.
Em relação ao poder público, esse está sendo duplamente beneficiado pela criação de RPPNs. De um lado, pelo aumento das áreas protegidas, o que contribui para o país cumprir metas internacionalmente assumidas. De outro, pela desoneração que a iniciativa privada traz ao governo que não terá os custos da criação e gestão de novas áreas protegidas.

Faltam incentivos para a conservação de áreas particulares no Brasil?
Existem algumas iniciativas que devem ser reconhecidas e aplaudidas, mas esse repertório precisa aumentar consideravelmente para que a criação de novas RPPNs seja algo realmente atrativo. Aqui no Estado de SP temos uma ferramenta muito interessante que é o “programa de pagamento por serviços ambientais” para as RPPNs. Essa iniciativa é pioneira e no primeiro edital foram contempladas 11 RPPNs que receberão ao longo de cinco anos o valor total de R$ 1.900.000,00, ou seja, R$ 200,00 por hectare/ano, em média. Em outros Estados, alguns municípios fazem o repasse do ICMS Ecológico para as RPPNs, essa também pode ser uma ferramenta muito importante. De todo modo, precisamos trabalhar para que esses incentivos alcancem a totalidade das RPPNs e estejam disponíveis de forma perene, assim teremos um incremento significativo na qualidade da gestão das RPPNs existentes e na quantidade de novas.

Qual o principal motivo que leva um proprietário a criar uma RPPN?
Conheço pessoalmente uma grande quantidade de RPPNistas e posso afirmar com tranquilidade que, via de regra, o principal motivo é a vocação conservacionista dessas pessoas, algumas por motivos ideológicos, outras por motivos históricos e familiares, mas sempre com uma preocupação muito grande em manter a área preservada.

Você conhece algum modelo de gestão de RPPN de sucesso?
Conheço alguns modelos e no mestrado estou trabalhando justamente para inovar e propor um modelo que seja replicável e que colabore com a manutenção financeira da floresta. Em suma, a hipótese é de que a cumulatividade de algumas ações ou projetos (PSA, turismo, servidão e marketing, por exemplo) apresente um resultado cuja relação “R$/ha/ano” supere o custo de oportunidade em relação aos usos clássicos do solo. Com isso, a ideia é atrair outros proprietários de terra para os esforços de conservação voluntária da biodiversidade em terras particulares.

Como você avalia o movimento RPPNista no Brasil?
O movimento está crescendo! O número de pessoas interessadas no tema é cada vez maior e existem pessoas engajadas trabalhando com seriedade para mudar o cenário da conservação voluntária no Brasil. O ProEcotur-RPPN é um exemplo disso. Em alguns meses atraímos recursos humanos de alto valor agregado, aplicamos uma pesquisa aos RPPNistas e estruturamos um programa que tem sido bem criticado onde é apresentado! Montamos um GT com voluntários que traduziram o documento para o inglês e o espanhol, desenvolveram identidade visual e diagramaram o documento. Um trabalho profissional de nível sênior que já foi adaptado para aplicação em dois editais internacionais. Isso é prova de que o movimento está fortalecido e tem capacidade para alçar voos mais altos. Pela CNRPPN, temos uma meta de alcançar 1 milhão de hectares em RPPN até 2020, estamos trabalhando para viabilizar uma grande campanha nacional.

Qual sua expectativa com relação as RPPN?
Que continuem preservando os tesouros que nela vivem para perpetuar a vida que se renova a cada instante!

Alguma observação que gostaria de comentar?
Gostaria de parabenizar e agradecer a todos que dedicam um pouquinho da sua vida à causa da conservação. Seja como for, seguimos fazendo nossa parte!


Flávio Ojidos é consultor ambiental e advogado especialista em Direito Ambiental Constitucional; Mestrando em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, pela ESCAS/IPÊ; Membro do Conselho da FREPESP; Vice Presidente da CNRPPN; Foi coordenador da pesquisa e co-autor da publicação “Caminho das Pedras – Manual de Acesso às Fontes de Recursos Públicos Nacionais para Proprietários de RPPN”; Foi coordenador da pesquisa, autor do conteúdo e assessor jurídico do maior portal do Brasil sobre ICMS Ecológico; Foi coordenador do estudo “Estado da Arte da Compensação Ambiental nos Estados Brasileiros”; Co-autor do Programa de Desenvolvimento de Turismo Sustentável em RPPN, o ProEcotur-RPPN; Sócio da Ojidos Consultoria Ambiental. Mais em www.ojidos.com.br

“A energia nuclear é a energia de um futuro brilhante”.Será mesmo? Veja as fotos e dê sua opinião.




Fotos nunca antes vistas revelam a natureza engolindo Fukushima


Mistérios do Mundo.
O fotógrafo polonês Arkadiusz Podniesinski viajou para o local do desastre nuclear de Fukushima no mês passado para vê-lo com seus próprios olhos. Quando ele obteve autorização para entrar na Zona de Exclusão de aproximadamente 20 km, ele foi confrontado com uma cena semelhante a um filme pós-apocalíptico.

“Não são terremotos ou tsunamis que são os culpados pelo desastre nuclear de Fukushima, mas os seres humanos”, escreve Podniesinski em seu site. Ele realizou o projeto para que pudesse tirar suas “próprias conclusões sem ser influenciado por qualquer sensação na mídia, propaganda do governo, ou lobistas nucleares que estão tentando jogar para baixo os efeitos do desastre”.

Veículos abandonados estão lentamente sendo engolidos pela natureza em um trecho da estrada perto da usina

Alguns dos carros têm desaparecido completamente na grama selvagem
Podniesinski mostra uma leitura de radiação de 6,7 uSv / h
Uma motocicleta acorrentada é lentamente absorvida no campo
Estes televisores contaminados foram recolhidos e empilhados como parte dos esforços de limpeza
Teias de aranha dominam os produtos espalhados neste supermercado abandonado
Uma outra foto de dentro de um supermercado parece estranhamente aos filmes pós-apocalípticos
Este laboratório de informática abandonado coberto de excrementos de animais é de uma aldeia perto da usina.
A mesa de jantar com fogões portáteis prontos para preparar a comida parece que foi deixada às pressas
Estes karts fizeram a sua última corrida em um parque de entretenimento localizado dentro da zona de exclusão.
Instrumentos musicais, incluindo um piano no chão dessa sala de aula
O terremoto que começou o tsunami danificou edifícios também.
Estas bicicletas foram deixadas para trás quando moradores fugiram
As aulas foram interrompidas pelo desastre
Uma sala de jogos de arcade abandonada
Esta foto aérea tomada por um drone mostra um dos locais de despejo que contêm milhares de sacos de solo contaminado
Sacos de solo radioativos são empilhados um em cima dos outros para poupar espaço
Os proprietários de terras foram informados que estes sacos contaminados serão eliminados, mas muitas pessoas continuam céticas.
Vacas começaram a desenvolver manchas brancas em sua pele logo após o acidente. Um agricultor acredita que isso aconteceu por que as vacas comeram grama contaminada.
“A energia nuclear é a energia de um futuro brilhante”, diz a placa.

Um homem que restaura nossa fé na raça humana.





Homem retorna para Fukushima para alimentar animais que todo mundo abandonou



Fukushima, no Japão, em 2011, foi palco de um dos maiores desastres nucleares da história. A tragédia, que teve como causa um terremoto seguido de um tsunami, trouxe um sofrimento humano e danos materiais incalculáveis – tudo isso, de fato, foi muito bem documentado desde então.

No entanto, outra população que sofreu igualmente foram os animais que sobreviveram – eles acabaram sendo deixados para trás na zona de exclusão radioativa.


Mas certas pessoas nos fazem restaurar a fé na humanidade. É o caso de Naoto Matsumura, conhecido como “guardião dos animais de Fukushima”, um ex-trabalhador da construção civil que agora vive na zona de exclusão de 20 quilômetros para cuidar de todos os animais de estimação sobreviventes.

Apesar de saber do perigo, o homem de 55 anos não se importa com as doses de radiação que recebe diariamente, mas importa comida de fora da zona para si mesmo e para os animais. Ele faz isso desde 2011, quando o desastre destruiu a cidade.

“Me disseram que eu não sobreviveria por mais de 30 anos. Eu provavelmente vou estar morto até lá de qualquer maneira, então eu não me importo de ajudar a quem precisa”, ele disse.

Confira algumas fotos:

Mistérios do Mundo

[Assista] Globo arrebenta com PT é sinal que as mídias estão abandonando o barco que está naufragando


30/10/2015


Depois de muito tempo sem falar do Governo Dilma e do PT a rede Globo segue a tendência de outras emissoras e fala do que realmente acontece no Brasil.

O vídeo que você irá assistir é a maior pancada que o PT e o governo Dilma levou até hoje da Rede Globo de Televisão. A repercussão é grande por causa das suas filiais espalhadas pelo mundo. A Globo pula fora do banco que está afundando. Assista, compartilhe e dê a sua opinião…



Enquanto os filhos dele vivem no luxo e na riqueza, os filhos dos brasileiros honestos tem de andar descalços e passar fome.


29/10/2015

LULA não menciona seus filhos milionários mas aconselha “parem de gastar, comprar sapatos, ir a pizzaria e dar sorvete as crianças, estamos em crise”

Estas foram as falas de LULA em discurso em Teresina, o ex-presidente deu receita de como os brasileiros devem agir diante da crise econômica gerada pela corrupção na Petrobras. “Se você gastou um pouco demais, perdeu a conta, você tem que brecar, é tirar o sapato novo do filho, é não dar tênis, é não deixar ir a pizzaria, é cortar o sorvete das crianças, aconselhou LULA.

 

 


LULA, que viaja pelo mundo a bordo de um luxuoso jatinho de empresários corruptos e se hospeda apenas nos melhores hotéis, não fez uma menção se quer, nenhuma vírgula sobre os milhões que ele e seus parentes receberam dos envolvidos nos crimes praticados na Petrobras, hoje sob a investigação da Java-Jato.


As investigações, que podem levar LULA PARA CADEIA, revelaram que o ex-presidente recebeu quase R$ 30 milhões do dinheiro desviado da Petrobras, via empreiteiras envolvidas nos esquemas de desvio da estatal.


Como se não bastasse, dois de seus filhos e uma nora também receberam dinheiro nos esquemas de desvio da Petrobrás, com valores estimados em R$ 6 milhões, até o momento, segundo dados divulgado nas investigações da Policia Federal.


Comentário:

Até que ponto chega o cinismo de um corrupto?

Anonimo

Zavascki separa Eletronuclear da Lava Jato e tira Moro do caso da estatal elétrica

Ministro do Supremo conclui que os processos devem correr em separado, o que fará autos da empresa nuclear serem transferidos para o Rio


Brasília - O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, concluiu ontem que o inquérito sobre o esquema de corrupção na companhia Eletronuclear deve ser separado do processo da Petrobrás. Na prática, a medida tira das mãos do juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara da Justiça Federal no Paraná, as investigações sobre o caso que surgiu no âmbito da Operação da Lava Jato. Com a medida, aos autos relacionados à estatal do setor elétrico deverão ser encaminhados à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde se localiza a sede da Eletronuclear.


A informação foi divulgada com exclusividade nesta sexta pelo portal estadao.com.br. Relator da Lava Jato no STF, Teori já havia determinado a suspensão do processo por meio de liminar concedida no começo de outubro, a pedido da defesa de Flavio Barra, executivo da empreiteira Andrade Gutierrez. Na oportunidade, os advogados de Barra alegaram que o caso não tinha relação com o esquema de desvios na Petrobrás.


Precedente. A situação é similar à dos processos da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e do ex-ministro Paulo Bernardo. Os dois foram citados em depoimentos colhidos na Justiça Federal do Paraná em meio às investigações da Lava Jato. No entanto, o esquema apurado relaciona-se a fraudes em contratos de serviços prestados no Ministério do Planejamento por uma empresa do Estado de São Paulo.


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O ministro do STF, Teori Zavascki
O ministro do STF, Teori Zavascki
Por causa disso, Teori concordou com a tese de que o caso não se relacionava ao inquérito da Lava Jato e concluiu que não deveria mais relatá-lo no STF. Desse modo, pediu que o processo fosse redistribuído a outro ministro – Dias Toffoli acabou sorteado. Isso fez também com que as investigações em primeira instância deixassem de ser comandadas por Sérgio Moro.


Em 23 de setembro, o plenário do STF aprovou a decisão de Teori por 8 votos a 2. Os ministros também decidiram repassar as provas contra Gleisi para o novo ministro relator e determinaram que o caso em primeira instância passasse a tramitar na Justiça Federal de São Paulo, onde os crimes teriam ocorrido. A Procuradoria-Geral da República vai avaliar a decisão de Teori para ver se cabe recurso. Para o ministro Marco Aurélio Mello, “o declínio da competência da relatoria suscita a redistribuição. Portanto, a investigação em primeira instância deve ser encaminhada para o Rio.”


O caso do esquema da Eletronuclear envolve o senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia. Ele foi citado pelo dono do UTC, Ricardo Pessoa, que fez acordo de delação premiada. Em um dos seus depoimentos, Pessoa disse que se encontrou com Lobão, em 2014, e em que ele pediu R$ 30 milhões para campanhas eleitorais do PMDB.

O empreiteiro da UTC, Ricardo Pessoa, delator na Lava Jato
O empreiteiro da UTC, Ricardo Pessoa, delator na Lava Jato
De acordo com o delator, o então ministro solicitou um porcentual entre 1% e 2% do valor total do custo das obras tocadas por um consórcio formado pela UTC e mais seis empreiteiras na usina de Angra 3, cuja administração cabe à estatal Eletronuclear. Ainda no seu depoimento, Pessoa contou que também participaram da reunião os executivos Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, e Flavio Barra, da Andrade. Avancini, que também fez acordo de delação, confirmou o encontro.



No início de outubro, quando concedeu liminar suspendendo a ação, Teori criticou o fato de o nome de políticos terem sido omitidos nos depoimentos coletados pelo juiz Sérgio Moro.


Como Lobão tem foro privilegiado por ser senador da República, o inquérito relacionado a ele permanecerá no STF, mas não mais com Teori.

Cresce diferença de nota entre escolas públicas ricas e pobres


Resultado de imagem para estado lastimavel das escolas publicas brasileiras



Considerando os 20% com nível socioeconômico mais baixo e os 20% de nível mais alto, a desigualdade saltou 139% em Matemática 



Escolas do Ceará ultrapassaram a nota 5,5 no Ideb 
Escolas do Ceará ultrapassaram a nota 5,5 no Ideb 

A diferença de desempenho escolar entre as escolas públicas mais pobres e mais ricas no Brasil aumentou desde 2005. É o que mostra a comparação no rendimento dos estudantes de nível socioeconômico (NSE) mais baixo e mais alto na Prova Brasil, avaliação oficial do governo federal que mede desempenho em Língua Portuguesa e Matemática a cada dois anos.


O NSE é calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com base em dados de escolaridade, ocupação e renda fornecidos para a avaliação. Em 2005, a diferença de desempenho na prova entre os 20% com nível socioeconômico (NSE) mais baixo e os 20% de nível mais alto para o 5.º ano em Língua Portuguesa foi de 20,34 pontos.


Em 2013, dobrou: 42,7 pontos, um salto de 110%. O mesmo problema é observado em Matemática: a diferença avançou de 20,03 pontos para 47,97, um acréscimo de 139%. A prova de 2015 ainda não foi feita.


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A desigualdade também cresceu no 9.º ano, mas em menor proporção. Em 2005, a diferença entre a média das escolas de nível socioeconômico mais baixo e mais alto para Português foi de 24,39 pontos. Em 2013, subiu para 27,77, um salto de 14%. Já em Matemática, a diferença cresceu 16%.


Apesar disso, tanto o nível mais baixo quanto o mais alto tiveram notas aquém do esperado. O movimento Todos pela Educação considera que, nos anos iniciais, os estudantes deveriam ter obtido, no mínimo, 200 pontos em Língua Portuguesa e 225 em Matemática - as notas ficaram em 182,72 e 205,10 pontos, respectivamente. Nos finais, as notas mínimas deveriam ter sido 275 pontos em Português e 300 em Matemática, mas alcançaram 237,78 e 242,35, respectivamente.


A redução desta diferença precisará estar no topo das prioridades do Ministério da Educação, de Estados e municípios nos próximos anos. É o que prevê o novo Plano Nacional de Educação (PNE). Faltam, no entanto, estratégias concretas para isso. Desde que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assumiu a pasta, em setembro, o MEC tem afirmado que vai alterar os programas que atendem unidades mais carentes.


Os dados da Prova Brasil ainda mostram que o aumento na diferença das notas ocorre principalmente pela dificuldade de as escolas com alunos mais pobres progredirem. No 5.º ano, a nota de Português da faixa de NSE mais baixo praticamente não variou de 2005 a 2013 - foi de 168 para 168,99 (1%). Já os alunos de NSE mais alto variaram 12% - de 188,34 para 211,69. Em Matemática para o mesmo ano, o NSE mais baixo melhorou a nota em 4% e o mais alto, em 18%.


A situação é mais complicada em Matemática no 9.º ano, em que os alunos mais pobres tiveram uma piora no desempenho: no mesmo período, as notas caíram 2% e foram de 231,6, em 2005, para 227,35 em 2013.


Ideb. A mesma lógica é observada em outro levantamento apresentado pelo Inep em setembro. Na ocasião, houve comparativo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de qualidade educacional, entre escolas com NSE baixo e alto, sob as mesmas condições de gestão (número de alunos e ciclos). A diferença é de 62,2%: 3,3 para o NSE baixo e 5,3 para o alto.


Para a pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação e Ação Comunitária (Cenpec) Vanda Mendes Ribeiro, as ações do MEC, mesmo quando buscaram a melhoria na educação, não focaram nos níveis socioeconômicos. De acordo com ela, uma das formas de combater a desigualdade é ter alunos de diferentes origens na mesma sala. “As crianças têm de caminhar juntas.”


Superação. Apesar das dificuldades financeiras, um pequeno grupo de escolas brasileiras superou barreiras e já atingiu, desde 2013, a meta de qualidade da educação esperada do País em 2021 nos anos finais do ensino fundamental.


Levantamento feito pelo eduLab21, do Instituto Ayrton Senna, constatou que 500 escolas de redes municipais já atingiram ou ultrapassaram a nota 5,5 no Ideb. Dessas, 136 têm nível socioeconômico considerado baixo.

O Ceará foi o Estado com mais escolas nesta situação: 47. São Paulo tem 11 unidades, todas no interior.


DEPUTADOS A FAVOR DO IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF JÁ SÃO MAIORIA NA CÂMARA

A maior parte da imprensa está repercutindo apenas o trecho menos importante da recente pesquisa Datafolha realizada junto ao Congresso. Justo aquele de interesse do PT. 

Ainda assim, resta a evidência de que nem metade dos deputados entrevistados querem a renúncia de Eduardo Cunha, mesmo sendo eles maioria entre o pequeno grupo pesquisado. 

O assunto que interessa a dois terços dos brasileiros estranhamente ficou para o final da matéria. E diz respeito ao impeachment de Dilma…

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr - Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr – Agência Brasil

Dentre os 324 deputados questionados pelo Datafolha, um total de 39% disseram que votariam a favor da abertura de um processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Do outro lado, 32% votariam contra. Outros 29% encontram-se indecisos e/ou preferiam não se pronunciar. A votação ainda não seria suficiente para derrubar a presidente, já que a lei exige o voto de dois terços da casa. Mas a discussão apenas começa e sair na frente é muito importante.

No Senado, o jogo continua favorável a Dilma, com 43% dos entrevistados se dizendo contrários ao impeachment, enquanto 37% se dizem a favor.

Contudo, por lá o processo só chega num segundo momento, havendo ainda mais tempo para essa votação ser trabalhada. E a pressão pública, claro, contará bastante.


30 de outubro de 2015

Marlos Apyus

Dilma está rifando Lula?




Está explicado por que Lula quer demitir José Eduardo Cardozo.

Segundo a Veja, os aliados de Lula estão convencidos de que Dilma Rousseff "conta com o ministro para blindá-la da Lava Jato — mesmo que isso signifique rifar seu padrinho e o PT".

Lula, o milionário, é ainda mais milionário

Lula, o milionário, movimentou 52,3 milhões de reais.


Isso inclui os depósitos em suas contas bancárias e os investimentos na Brasilprev.


Ficou de fora do cálculo da Coaf seu patrimônio imobiliário, que está em nome de laranjas.


Ficou de fora também o lucro exorbitante do Instituto Lula.


Não há como apurar o enriquecimento de Lula sem esquadrinhar as contas de sua principal empresa.

Protesto contra projeto de Eduardo Cunha fecha Avenida Paulista


  • 30/10/2015 20h31
  • Brasília
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
Manifestantes contrários ao projeto de lei (PL 5.069/13) que transforma em crime contra a vida o anúncio de meios, substância, processo ou objetos abortivos, fizeram hoje (30) uma passeata com passeata na Avenida Paulista.
Às 19h45, os manifestatantes estavam na altura da Rua Pamplona
Às 19h45, os manifestatantes estavam na altura da Rua Pamplona 

Repórter Camila Bohem/Agência Brasil

Os coletivos, movimentos de mulheres e simpatizantes da causa também pedem a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), autor da propsotsa. Às 18h20, o grupo fechou os dois lados da avenida na altura da Praça do Ciclista. 

Meia hora depois, iniciaram uma caminhada na pista sentido Paraíso. Às 19h45, os manifestatantes estavam na altura da Rua Pamplona.

O texto do PL, aprovado no dia 21 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) por 37 votos a 14, ainda criminaliza e cria penalidades para quem induz, instiga ou auxilia um aborto.

"Nos reunimos hoje porque o PL 5.069, aprovado na CCJ, dificulta o acesso à profilaxia para vítimas de estupro e pode, inclusive, impedir o acesso à pílula do dia seguinte", disse  a militante do coletivo Juntas, Samia Bonfim.

Samia explicou que hoje existem dois tipos de aborto legalizados: quando o bebê é anencéfalo e para vítimas de estupro. "Essas mulheres podem procurar o hospital, não precisam apresentar boletim de ocorrência, nem exame de corpo de delito. Elas dizem que foram estupradas e com isso conseguem fazer o procedimento, inclusive todo tipo de profilaxia", disse.

No PL 5.069, a mulher precisará passar por todo esse procedimento policial, acrescentou Samia. "Isso é complicado, porque para a mulher que foi estuprada já é muito difícil. Aí tem que se submeter a essa situação e comprovar que foi estuprada", disse a militante.


Edição: Armando Cardoso

Aldeia conectada: índios aderem às redes sociais


  • 30/10/2015 22h48
  • Palmas (TO)
Cibele Tenório - Repórter do Portal EBC
Por onde quer que se ande na Vila dos Jogos Mundiais Indígenas, em Palmas, capital do Tocantins, é comum encontrar índios de olhos vidrados na tela de um telefone celular. A nova geração de indígenas do país está conectada e, segundo eles explicam, não há resistência nas aldeias ao uso de tecnologia.
Palmas (TO) - Indígenas brasileiros fazem cursos de informática na Oca Digital durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas.( Marcelo Camargo/Agência Brasil)
 Índios conectados á internet, na Oca Digital, durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Oca Digital, espaço reservado para cursos de ferramentas digitais na vila dos Jogos, fica lotada o dia inteiro. São índios de todo o país que querem aprender mais sobre tecnologia nas aulas ministradas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac Tocantins ). E quem não usa uns dos 30 computadores da oca aproveita o wifi gratuito a fim de enviar informações para a aldeia e para o mundo sobre o que se passa nos jogos.


“Eu costumo usar o Facebook para conversar com as meninas, com a família que mora longe e também para postar sobre a cultura indígena. Na minha aldeia tem rede de wifi e a conexão é boa”, disse Hebert, da etnia Javaé. Ele mostra orgulhoso as curtidas que recebeu ao postar fotos com o tetracampeão mundial de paracanoagem Fernando Fernandes, que visitou a sua aldeia localizada na ilha do Bananal, no estado do Tocantins. Índios mais velhos também têm aproveitado para criar os próprios perfis.


Tecnologia em prol dos direitos
Para a pequisadora de educação indígena, Marina Terena, a cultura das etnias também é dinâmica e não está imune às transformações que a sociedade vive. “É preciso que isso se torne claro para o não índio, para acabar com determinados preconceitos. A tecnologia já está disponível para todas populações, indígenas ou não indígenas. O próprio movimento indígena hoje se mantém graças à tecnologia, através da disseminação da luta de seus direitos, sua cultura, sua história e trajetória”, disse.


De acordo com Marina Terena, os projetos que têm levado internet para as aldeias são reivindicações dos próprios índios, principalmente dos mais jovens. “Há um tempo, não tínhamos nem energia. Hoje a gente tem aldeias com elementos urbanos, com energia, com acesso à internet. As redes de conexão chegam principalmente por causa das escolas indígenas e, na maioria das vezes, a conexão é disponibilizada para o restante da aldeia”.


Palmas (TO) - Indígenas brasileiros fazem cursos de informática na Oca Digital durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas.(Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Jogos Mundiais dos Povos Indígenas: Índios acessam as rede sociais, na Oca Digital, para postar informações sobre as competiçõesMarcelo Camargo/Agência Brasil
Nas aldeias que ainda não têm rede de internet, os smartphones garantem a conexão. Nahhuri Javaé, da aldeia Canoanã, em Tocantins, caminhava até a cidade mais próxima para acessar as redes sociais em lan house. Agora, vai poder usar o celular novo, comprado em Palmas durante os Jogos. “Eu entro na internet para saber das notícias de outros povos indígenas, mas aqui nos Jogos estou usando para adicionar no Facebook as pessoas que conheci”, afirmou.


Whatsapp em Kuikuiro
Engana-se quem acha que a proximidade com a tecnologia faz os índios perderem contato com a própria cultura. Atsu Kuikuro, da etnia que vive em povoados de Mato Grosso, disse que, em grupos de WhatsApp, a conversa é no idioma dos Kuikuro. “A gente alterna, às vezes falamos em português, às vezes na nossa língua. Em Kuikuro é mais fácil porque a gente pensa em Kuikuro, é a língua que a gente fala desde pequeno”.


Além do WhatsApp, Atsu tem perfis no Facebook, no Snapchat e no Instagram. “Eu usei [as redes sociais] para postar fotos de toda esta festa. Na minha aldeia muita gente ainda não tem celular, mas todos sabem usar. Quem não tem quer comprar”, disse.


Para Marina Terena, apesar de a tecnologia ser uma aliada na busca por conhecimento na divulgação das causas indígenas, o equilíbrio no uso é importante. “Essa é uma questão que não é só da sociedade indígena, mas da sociedade como um todo. É preciso equilíbrio. As redes sociais são ótimas ferramentas, mas é preciso o cuidado no uso para que o celular não traga uma individualização”, explica.

Edição: Aécio Amado


Da indignação ao protesto e à interrupção dos Jogos Mundiais

Inserido por: Administrador em 30/10/2015.

Fonte da notícia: Egon Heck, do Secretariado Nacional, e Cimi Regional Goiás/Tocantins

 
No entardecer do dia 28, um grupo de quase 300 indígenas participantes do I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, empunhando cartazes e faixas, visibilizaram profunda indignação contra a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215. Não estiveram fazendo um ato isolado. Foi o resultado de uma somatória de descontentamentos e revoltas diante das inúmeras situações de descaso, omissão e falhas principalmente em relação à infraestrutura e ao tratamento dispensado às delegações de indígenas que vieram a Palmas para participar do evento e para a venda de seus artesanatos.

Conforme C. Terena, um dos coordenadores, em torno de 70% do prometido não foi cumprido. Esse fato se refletiu na precariedade das estruturas e infraestrutura. Tudo foi montado às pressas, com montantes bem superiores ao estabelecido. Fato esse que levou os organizadores a pensar no cancelamento do evento, no início do ano.

Rola a bola e os protestos

A aprovação da PEC 215 fez a bola rolar fora e dentro do campo. Tornou-se o fator aglutinador de manifestações. Unificou descontentamentos e indignações.

Um dos mais contrariados com a decisão é Ubiratan Pataxó. O cacique disse que se a PEC for colocada em votação em plenário, os indígenas vão pressionar os parlamentares de uma forma justa e honesta. Mas não descarta uma postura mais incisiva: “Se eles não ouvirem, vamos partir para a guerra mesmo. Aí, não terá mais jeito. Os guerreiros estão preparados” (Agência Brasil, 28/10/15).

Outra liderança Pataxó também manifestou a disposição de seu povo: “Se for preciso, vamos guerrear, vamos fazer uma movimentação geral. Se nós fechamos as BRs do Brasil, nós paramos o país. Então, eles têm que ter respeito"(G1, Tocantins, 28/10/2015).

Narúbia Karajá também foi contundente: “Esse evento, ao mesmo tempo que é triste, está sendo uma voz para nós que nunca somos ouvidos, que sofremos” (Agência Brasil, 28/10/2015).

Em consequência das manifestações e da interrupção dos jogos, a direção do evento tomou algumas providências, como colocar grades dentro da arena dos jogos para evitar o acesso aos microfones. Diante desta atitude, as lideranças perguntam é: “Medo de quê? Por que tentar silenciar o protesto contra a PEC 215”?

Manifestações de repúdio e solidariedade

Movimentos sociais, pastorais, igrejas, entidades de direitos humanos, organismos e instituições da sociedade civil, mais de 30 ao todo, divulgam nesta tarde o “Manifesto de Palmas”, no qual expressam seu repúdio contra a PEC 215 e expressam a confiança de que esse projeto seja rejeitado e definitivamente enterrado:

“Lágrimas de revolta, diante da morte anunciada com a aprovação da PEC 215 pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados.Os gritos de socorro ecoam mundo afora. É hora de colocar o sofrimento na rua, numa grande aliança de resistência e esperança. Não passarão. A sabedoria e união guiarão os guerreiros da vida, da mãe terra e da paz.

Em Palmas, Tocantins, as lideranças dos povos originários do mundo afirmam que podem parar os jogos em protesto contra a PEC. Nós, dos movimentos sociais e aliados dos povos indígenas, externamos nossa incondicional solidariedade aos povos originários, diante de mais esse decreto de morte de mais de 300 povos nativos do Brasil”

Leia aqui o Manifesto de Palmas na íntegra