quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Suspensão do Whatsapp é “desmedida" e deve cair ainda hoje, diz especialista

 O FINANCISTA



Notícia Publicada em 17/12/2015 10:48

Advogado acredita que decisão judicial será cassada ainda nesta quinta-feira
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Adriano Mendes é especialista em Direito Digital, Internet e Tecnologia (Divulgação/Assis e Mendes Advogados)
Adriano Mendes é especialista em Direito Digital, Internet e Tecnologia (Divulgação/Assis e Mendes Advogados)

SÃO PAULO – "Punir os milhões de usuários que usam corretamente o WhatsApp é como a cortar o fornecimento de água de um bairro inteiro porque uma torneira de uma casa está vazando e o dono não aceitou consertar". Essa é a opinião do advogado especialista em direito digital Adriano Mendes. "A decisão judicial é desmedida e provavelmente será cassada ainda nesta quinta-feira (17)", completa.


Como o aplicativo é utilizado como ferramenta de comunicação geral, servindo tanto para contatos pessoais como para negócios, os profissionais que aboliram o e-mail e marcam reuniões por meio dessa tecnologia são afetados com a suspensão temporária por ordem de uma juíza. "Existem empresas e aplicativos que são monetizados através da plataforma e que já estão tendo prejuízos com esta decisão."


Outro motivo pelo qual Adriano Mendes é contrário à punição imposta ao WhatsApp é o fato da decisão ter sido originada em uma investigação sobre um réu condenado por homicídio e tráfico de drogas solto há um mês por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal). “É função da polícia e do Ministério Público encontrar os meios de provas e evidências”, diz.


O advogado também cita o problema da falta de uma legislação melhor, a utilização de uma "medida extrema" que não deveria ser usada e o fato do Brasil ser um dos poucos países que fazem bloqueios e censuras na construção de seu argumento.


Confira o ofício que determinou a suspensão do aplicativo por 48 horas:
whatsapp, oficio, bloqueio (Reprodução)

Lava Jato se livra de Ribeiro Dantas, no STJ


Ribeiro Dantas deixa a relatoria da Lava Jato no STJ, informa a Época.

Depois de ter fracassado em sua tentativa de libertar os empreiteiros da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, o ministro - justamente - resolveu puxar o carro.

A Lava Jato, agora, poderá contar com Félix Fischer no STJ.

Brasil paralisado até fevereiro




O pedido de afastamento de Eduardo Cunha só será analisado pelo STF em fevereiro, depois do recesso.

Vamos passar o Ano Novo com Dilma Rousseff na presidência da República, Eduardo Cunha na presidência da Câmara, Renan Calheiros na presidência do Senado.

E com Lula solto.

Feliz 2016.

Bloqueio do WhatsApp: patriotada



 A única forma de os promotores obterem mensagens do PCC era infernizando a vida de 100 milhões de brasileiros?

Não dá para engolir. Bastava apreender os celulares dos bandidos presos.

A decisão foi uma patriotada.

Brasil, sin WhatsApp por 48 horas por una orden judicial





LA NACION

Una jueza de San Pablo ordenó a las operadoras bloquear el servicio de mensajería desde la medianoche y por dos días porque no cumplió con un requerimiento judicial en un caso penal; rechazo de Zuckerberg

Jueves 17 de diciembre de 2015 • 08:07

SAN PABLO.- Brasil está desde esta medianoche, y por 48 horas, sin WhatsApp . La aplicación de mensajería móvil fue suspendida después que una jueza ordenó a las compañías telefónicas locales que bloquearan el popular servicio por no haber cumplido una orden judicial en un caso penal.
La jueza de Sao Bernardo do Campo, en San Pablo, Sandra Regina Nostre Marques ordenó ayer la suspensión del servicio de mensajería y telefonía por Internet, por dos días a partir de la hora 0 de hoy (23 de anoche en la Argentina).





Así, en este gigantesco país de 204 millones de habitantes, donde tres de cada 10 personas tienen un teléfono inteligente, los usuarios se tendrán refugiar en las redes sociales, de las que también son adictos.




Brasil sin Whatsapp por 48 horas
Brasil sin Whatsapp por 48 horas.Foto:Archivo
Después de la medianoche, el mensaje "Conectándose" que aparece cuando no hay cobertura celular se quedó fijo en la pantalla.





"La decisión fue proferida en un proceso criminal que se sigue con sigilo judicial. Eso porque WhatsApp no atendió una determinación judicial el 23 de julio de 2015. El 7 de agosto, la empresa fue nuevamente notificada", indicó en un comunicado la justicia del estado de San Pablo, donde se emitió la orden.

Como WhatsApp no respondió a la orden judicial, la fiscalía exigió finalmente el bloqueo de los servicios por un plazo de 48 horas, con base en la ley del Marco Civil de Internet.




Según el sitio G1 de Globo, el servicio de mensajería se habría negado a dar informaciones para una investigación de la policía.

El sindicato de las empresas de telefonía móvil, Sinditelbrasil, confirmó más temprano que recibió la orden y que estaban "obligadas" a cumplirla, dijo al sitio G1 de Globo su presidente, Eduardo Levy.

Para Zuckerberg, es un "día triste"

El fundador de Facebook, a la que pertenece WhatsApp, Mark Zuckerberg, manifestó su rechazo a la medida y consideró que "es un día triste para Brasil".

"Estoy sorprendido de que nuestros esfuerzos para proteger los datos de los usuarios resulten en una decisión extrema de un único juez que penaliza a cada persona que usa WhatsApp en Brasil", dijo el joven empresario en Facebook, y señaló que están trabajando para revertir la orden.

"Estamos decepcionados con la decisión miope de cortar el acceso a WhatsApp, una herramienta de comunicación de la que tantos brasileños han llegado a depender, y tristes por ver a Brasil aislarse del resto del mundo", había dicho Jan Koum, presidente ejecutivo de WhatsApp, en un comunicado publicado en Facebook.

La primera sentencia contra la aplicación fue adoptada por un juez del Tribunal de Justicia del estado de Piauí (noreste) en febrero pasado, pero no llegó a ser efectiva al ser anulada por otro magistrado.
En esa ocasión, la acusación se basaba en que la aplicación móvil se negaba a colaborar con una investigación criminal relacionada con menores de edad involucrados en delitos.

La anulación se sustentó en que las operadoras de telefonía no pueden ser responsabilizadas por la demanda que afecta a WhatsApp.

#EnEstas48HorasVoy

Twitter se colmó rápidamente de mensajes sobre la suspensión, que muchos creían inclusive imposible. Unos convocaron a bajar otras aplicaciones como el Telegram y algunos recordaron el viejo Messenger.

#WhatsApp aparecía entre los Trending Topics, con #Telegram y #iMessage (el servicio de Apple). También el #Nessas48HorasEuVou (#EnEstas48HorasVoy) en el que muchos adelantaron sus planes.

"#EnEstas48HorasVoy a hacer un maratón [de películas], antes de que algún juez se le ocurra bloquear @NetflixBrasil", escribió un usuario. "#EnEstas48HorasVoy a sentarme y llorar", publicó otra.

Agencias AFP, EFE y Reuters


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 Colhido do Twitter 
 

PF da um show neste final de ano, nova operação vai colocar hoje nove na cadeia

17/12/2015


A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a operação Sangue Negro, que apura suspeitas de desvio de dinheiro na obtenção de contratos da Petrobras que teriam ocorrido desde 1997.

Segundo nota da PF, a investigação começou antes da Operação Lava Jato, que também apura um esquema de corrupção montado na estatal brasileira, e tem alvos em comum. Ao todo, a polícia cumpre nove mandados judiciais: quatro de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Angra (RJ) e Curitiba.

Dois dos mandados de prisão foram expedidos contra pessoas já presas pela Lava Jato em Curitiba. São elas: o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, que é ligado ao PT; e o ex-diretor da área Internacional Jorge Zelada, ligado ao vice-presidente Michel Temer, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

A Sangue Negro mira contratos firmados entre a Petrobras e a empresa holandesa SBM Offshore, uma das maiores fabricantes de plataformas marítimas de exploração de petróleo do mundo. Segundo a PF, uma empresa que fazia a ponte entre as duas companhias recebia repasses da ordem de 3% a 5% dos contratos. “Esse dinheiro retornava em forma de pagamento de propinas”, disse a PF.

A operação investiga crimes de sonegação fiscal, evasão de divisas, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, entre outros.

SBM – A multinacional holandesa contrói e opera plataformas para petroleiras do mundo todo. No Brasil, a empresa tem contratos com a Petrobras que somam pelo menos 27 bilhões de reais. A relação comercial entre as duas empresas começou em 1996.

Em delação premiada à força-tarefa da Lava Jato, o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco relatou que a empresa holandesa pagava propina em troca de benefícios em licitações. Barusco confessou ainda que pediu a Júlio Faerman, representante da SBM no Brasil, que desse um “reforço” de 300.000 dólares para a campanha presidencial da presidente Dilma Rousseff em 2010. 

Considerado uma das peças-chaves para desvendar o petrolão, Faerman também assinou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, no qual concordou em repatriar 54 milhões de dólares que estavam depositados em bancos suíços.

Saiba como prevenir e detectar AIDS em gatos


Você sabia que os gatos podem contrair AIDS? Poucas gente sabe, mas a doença também pode afetar os bichanos! O VFI (Vírus da Imunodeficiência Felina) ou AIDS Felina é causado por um vírus que leva a deficiência do sistema imunológico dos gatos e os predispõe a algumas doenças infecciosas.


De acordo com o Drº Cléber Fontana, veterinário e diretor clínico do hospital Pet Care, a forma mais comum de transmissão é por meio das brigas, especialmente através de mordidas. “Também pode ocorrer durante transfusões de sangue, em que o sangue está contaminado, ou de mãe para filhote durante o parto ou amamentação”, explica.

A doença, de maneira geral, apresenta estágios diferentes. Existe a fase aguda, que ocorre com 4 ou 5 semanas pós-infecção, podendo durar de meses a semanas. A fase assintomática (latência), que pode durar anos, e a fase mais complexa, na qual o animal contrai diversas doenças secundárias, seguindo para o estágio final da infecção.

A transmissão do vírus ocorre apenas entre gatos e não é uma doença hereditária, porém, em alguns felinos selvagens, ela pode acontecer com mais facilidade. “O material genético do vírus pode ser incorporado em seu genoma e ser transmitido aos seus descendentes.”, completa.

Sintomas da AIDS em gatos 
Geralmente, os gatos infectados chegam a ter uma aparência saudável por vários anos e os sintomas demoram a aparecer. “Eles podem estar relacionados à doença em si ou às doenças secundárias, que incluem má qualidade do pelo, febre, falta de apetite, diarreia, inflamação da mucosa oral (gengivite/estomatite), doenças oftalmológicas, alterações neurológicas entre outros”, destaca o especialista.

Entretanto, segundo estudos mais recentes, por mais que o animal demore a mostrar os sintomas, a doença pode ser fatal, de 15 a 45% dos casos, e isso dependerá muito do estilo de vida do animal, das doenças em que ele é exposto, entre outros fatores.


Como proteger meu gatinho? 
A maneira mais segura de prevenir doenças como o VIF é evitar que o felino tenha acesso às ruas, para que não seja exposto a brigas com animais possivelmente infectados. Além disso, é importante testar as bolsas de sangue antes de realizar qualquer transfusão sanguínea.

Para o veterinário, não existe uma raça específica que contraia o vírus com maior facilidade. “A epidemiologia da doença está mais relacionada ao sexo, estilo de vida e idade do animal. Machos adultos e não castrados são os que compõem o grupo de maior risco”, conclui.

Mesa Diretora rejeita assinaturas de Picciani para voltar à liderança do PMDB


  • 17/12/2015 11h23
  • Brasília
Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil
Brasília - O líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani, fala à imprensa, no Palácio do Planalto (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - Picciani retorna imediatamente à liderança do PMDB na Câmara, depois de obter 36 assinaturas favoráveisJosé Cruz/Agência Brasil
A Mesa Diretora da Câmara rejeitou há pouco a lista com as 36 assinaturas recolhidas por Leonardo Picciani (PMDB-RJ) para retornar à liderança do PMDB na Casa. Para a negativa, o órgão argumentou que o deputado Vitor Valim (CE) também foi signatário da lista anterior, que pedia a substituição de Picciani. Criou-se assim uma dualidade. Picciani prometeu recorrer e buscar novos apoios.


Picciani precisa reunir metade mais um da bancada do partido – hoje com 69 parlamentares – para poder voltar à função. As assinaturas foram obtidas devido ao retorno de alguns filiados que ocupavam cargos no estado do Rio e foram exonerados, reassumindo vagas na bancada da Câmara, e pela mudança de posição de alguns parlamentares. Entre os deputados fluminenses, estão Marco Antonio Cabral que estava no comando da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude do estado, e Pedro Paulo Carvalho, que era Secretário municipal da Casa Civil do Rio de Janeiro.


“Acho que fui vítima de um instrumento de força que é ruim para o partido, que constrange os deputados. Fui obrigado a fazer a lista porque foi a única forma de retornar à liderança e manter o calendário de eleição [para que novo líder seja escolhido em fevereiro do próximo ano]. Lamento que isto tenha ocorrido, mas agora restauramos a decisão democrática”, disse. Segundo ele, o argumento usado na conversa com deputados peemedebistas foi o alerta sobre o uso de listas para aprovação de nomes para o cargo em detrimento de eleição.
Saída
O motivo da saída de Picciani foi a lista de nomes do PMDB que ele apresentou para compor a comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. As vagas foram disputadas por integrantes do partido aliados do governo e nomes ligados ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que desde o fim do primeiro semestre anunciou rompimento pessoal com o Palácio do Planalto.

Insatisfeitos com as indicações, uma ala da legenda chegou a acusar Picciani de descumprir um compromisso firmado com a bancada, que previa que metade dos nomes (quatro) fossem escolhidos entre parlamentares favoráveis ao processo e a outra metade entre mais aliados ao governo. De acordo com o grupo, Picciani “atropelou” a bancada e fechou uma lista que foi construída com o Palácio do Planalto.

Leonardo Picciani minimizou divergências e negou que tenha sido vítima de um golpe. “Creio que isso é fruto do momento tenso que o país vive, em que é preciso aprovar medidas fiscais, quando há um processo de impedimento em curso, e ainda divergências sobre a situação de [presidente da Câmara] Eduardo Cunha. Tudo isto tensiona o ambiente. É preciso que todos recolham suas armas para que o PMDB ajude o país a superar esta situação.”

Diálogo
O peemedebista afirmou que com a confirmação das assinaturas retomará a liderança, mantendo o diálogo com o Palácio do Planalto. “Continuarei dialogando com a presidente Dilma [Rousseff]. A maioria da bancada tenho certeza que preza o diálogo, embora alguns reclamem. Conversando é que se encontram os caminhos para os desafios”, concluiu.

Edição: Talita Cavalcante

Conselho de Ética notifica Cunha e deputado tem dez dias para defesa




  • 17/12/2015 10h13
  • Brasília
Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil
 
O Conselho de Ética confirmou na manhã de hoje (17) a entrega da notificação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A assessoria do colegiado tentou entregar o documento ontem (16), sem sucesso. A partir da entrega da notificação começa a contar o prazo de dez dias úteis para que Eduardo Cunha apresente sua defesa por escrito.

Ontem o colegiado aprovou, por 11 votos a favor e 9 contrários, a continuidade do processo contra o partlamentar, acusado de receber propina para viabilizar negócios da Petrobras e pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além disso, Cunha ter prestado falso testemunho, em depoimento à CPI da Petrobras, ao negar que mantém contas no exterior.

A defesa de Eduardo Cunha tenta anular a sessão de ontem, que aprovou o relatório do deputado Marcos Rogério (PDT-RO) pela continuidade das investigações. Há dois dias, antes da votação, o colegiado recusou um pedido de vista do deputado Genecias Noronha (SD-CE), sob argumento de que o parecer era um complemento de voto ao relatório que já tinha sido apresentado por Fausto Pinato (PRB-SP) e discutido pelos parlamentares. A tentativa do pedido de vista foi considerada mais uma manobra de parlamentares aliados ao presidente da Casa para tentar adiar, pela oitava vez, a votação do relatório.

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) foi o primeiro a apresentar recurso à Mesa Diretora para anular a sessão do Conselho. A decisão está nas mãos do primeiro vice-presidente, Waldir Maranhão (PP-MA), que também é defensor de Cunha. Foi também Maranhão que autorizou o afastamento do primeiro relator do caso, Fausto Pinato, que também defendeu a continuidade das investigações, mas foi retirado da função a pedido dos advogados de Cunha que argumentaram que o parlamentar é do partido da base de Cunha, o que, regimentalmente, não é permitido.

Depois de receber a defesa de Cunha, o Conselho de Ética terá 40 dias para apurar se houve quebra de decoro. A presidência da Câmara dos Deputados não confirma o recebimento da notificação.


Edição: Denise Griesinger

Fundadores do WhatsApp e do Facebook criticam bloqueio do aplicativo no Brasil


  • 17/12/2015 10h34
  • Brasília
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil


smartphone
O whatsapp está bloqueado pela Justiça por 48 horas, a partir da zero hora de hoje (17)Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A determinação feita pela 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo (SP), para que as operadoras de telefonia móvel bloqueiem o aplicativo WhatsApp por 48 horas, contadas a partir da 0h de hoje (17) no Brasil, foi alvo de críticas nas redes sociais pelo fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. A medida foi também criticada pelo diretor executivo e cofundador do WhatsApp, Jan Koum. O WhatsApp foi adquirido pelo Facebook em 2014.

Em sua página no Facebook, Zuckerberg lamentou o bloqueio do aplicativo para mais de 100 milhões de usuários brasileiros e disse estar trabalhando para reverter a situação. “Até lá, o Messenger do Facebook continua ativo e pode ser usado para troca de mensagens”, disse o empresário.
“Este é um dia triste para o país. Até hoje, o Brasil tem sido um importante aliado na criação de uma internet aberta. Os brasileiros estão sempre entre os mais apaixonados em compartilhar suas vozes online. Estou chocado sobre o fato de que nossos esforços para proteger dados pessoais poderiam resultar na punição de todos os usuários brasileiros do WhatsApp pela decisão extrema de um único juiz”, acrescentou.

Zuckerberg disse esperar que a Justiça brasileira reverta rapidamente essa decisão. “Se você é brasileiro, por favor faça sua voz ser ouvida e ajude seu governo a refletir a vontade do povo”, completou.

Também por meio do Facebook, Jan Koum disse estar “desapontado com a visão míope” que resultou no bloqueio do acesso ao aplicativo que, segundo ele, é “uma ferramenta de comunicação da qual tantos brasileiros passaram a depender”.  “É triste ver o Brasil se isolar do resto do mundo”.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o bloqueio foi imposto porque o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho deste ano. No dia 7 de agosto, a empresa foi novamente notificada e foi fixada multa em caso de não cumprimento. Como, ainda assim, a empresa não atendeu à determinação judicial, o Ministério Público requereu o bloqueio dos serviços pelo prazo de 48 horas, com base na lei do Marco Civil da Internet, o que foi deferido pela juíza Sandra Regina Nostre Marques. Em fevereiro deste ano, o juiz Luiz Moura, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina, determinou a suspensão do aplicativo Whatsapp em todo o território nacional, mas a decisão foi revogada por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) confirmou o cumprimento da determinação judicial recebida ontem (16), e que não foi o autor do requerimento para o bloqueio do aplicativo. A decisão foi proferida em um procedimento criminal, que corre em segredo de Justiça.

A fim de burlar a decisão judicial, diversos usuários da rede social estão sugerindo a instalação de aplicativos que, ao adotar um IP alternativo com origem em outros países, possibilitam o funcionamento do WhatsApp.

Edição: Graça Adjuto
 

Brasil pegando fogo, até “Marcos Valério está disposto a fazer delação premiada”, diz advogado


Operador do mensalão pode esclarecer a participação do PT em caso de chantagem que envolve a morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel


Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 38 anos de prisão por ser o operador financeiro do mensalão, o empresário Marcos Valério está disposto a se tornar o mais novo delator da Operação Lava Jato. Preso em Minas Gerais, Valério acompanha pela televisão os desdobramentos do petrolão e já sabe que o pecuarista José Carlos Bumlai, preso em Curitiba, confirmou aos investigadores uma das histórias narradas por ele em 2012, quando tentou fechar um acordo com a Procuradoria Geral da República.


Em depoimento prestado nesta segunda-feira, Bumlai confessou aos investigadores ter servido de testa de ferro do PT para tomar um empréstimo de 12 milhões de reais no Banco Schahin e honrar compromissos financeiros do partido durante o primeiro governo Lula.


A história em torno do empréstimo envolvendo o Banco da família Schahin, o pecuarista amigo de Lula e o PT é um dos episódios mais nebulosos da Era Lula no poder. É também um mistério que Valério pode ajudar os investigadores a desvendar. “Meu cliente quer colaborar, desde que haja algum benefício. Se for proposto um acordo de delação premiada, ele está disposto, com certeza”, diz o advogado Marcelo Leonardo, que defende o mensaleiro.


O nome de Marcos Valério ressurgiu nas investigações no ano passado, depois que os investigadores da Lava Jato encontraram no escritório de Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, um contrato de empréstimo de 6 milhões de reais entre a 2S Participações, de Marcos Valério, e a Expresso Nova Santo André, de Ronan Maria Pinto.


Quando depôs ao Ministério Público, em 2012, pouco antes de ser condenado, Valério contou que, no primeiro mandato de Lula, foi procurado pelo então secretário do PT, Silvio Pereira, com um pedido de ajuda. Na época, segundo ele, o governo estava sendo chantageado por Ronan Maria Pinto, que ameaçava implicar Lula, Gilberto Carvalho e José Dirceu na morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel. Ronan confirmaria a tese, jamais provada pela polícia, de que Celso Daniel foi assassinado ao tentar acabar com um esquema de cobrança de propina pelo PT em Santo André.


O valor do contrato – os 6 milhões de reais – era exatamente a quantia que Valério dissera ao MP que o chantagista cobrou do PT para abafar o escândalo em Santo André. Valério e amigos poderosos do governo foram convocados para organizar a engenharia financeira da operação. Nessa parte da história surge Bumlai, o amigo de Lula encarregado de levantar o dinheiro junto ao Banco Schahin.


O empresário disse aos investigadores que Bumlai contraiu o empréstimo e, simultaneamente, usou sua influência para conseguir que a construtora Schahin, ligada ao mesmo grupo empresarial, ampliasse seus contratos com a Petrobras. Ao Ministério Público, Valério disse que Bumlai articulou a tramoia diretamente com a direção da Petrobras, cujos cargos-chave eram comandados por petistas.



Confrontado hoje com as revelações da Lava Jato, o depoimento de Marcos Valério é de uma precisão devastadora. Bumlai confessou que tomou o empréstimo milionário no Banco Schahin a mando do PT. Bumlai foi acusado por diferentes delatores da Lava Jato de ter usado sua influência política junto ao petismo para conseguir que a Schahin conquistasse contratos bilionários na Petrobras, dentre eles o de operação do navio-sonda Vitória 10.000, dado aos Schahin por ordem direta do petista José Sérgio Gabrielli. O negócio, portanto, aconteceu exatamente como o empresário dissera.



Com todos esses pontos esclarecidos, resta saber se o empréstimo contraído por Bumlai junto ao Banco Schahin foi mesmo usado para comprar o silêncio do empresário Ronan Maria Pinto. Os investigadores da Lava Jato já sabem que o contrato de empréstimo entre a empresa de Valério e Ronan pode ser a resposta. No ano passado, VEJA revelou que Enivaldo Quadrado, um dos comparsas de Valério no mensalão, também investigado na Lava Jato, usava o contrato para chantagear o PT.



Era a chantagem da chantagem. Enivaldo recebia do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto uma mesada de 15.000 reais, paga inclusive com dólares, para manter o documento escondido. Os pagamentos foram confirmados por Meire Poza, a contadora de Youssef, que revelou à CPI da Petrobras ter ido três vezes à casa do jornalista Breno Altman, petista ligado a José Dirceu, para receber o dinheiro em nome de Enivaldo Quadrado.


Em delação premiada, o doleiro Alberto Youssef confirmou a mesada do PT para Enivaldo Quadrado e revelou que foi Breno Altman que encomendou a Enivaldo a confecção do contrato envolvendo a empresa de Marcos Valério e a empresa de Ronan Maria Pinto. “Quem pediu para que Enivaldo Quadrado fizesse o documento era uma pessoa ligada ao Partido dos Trabalhadores chamada Breno Altman.


Por meio de tal operação, Enivaldo receberia dinheiro ou algum outro favor”, disse Youssef.



O doleiro ainda afirmou que Enivaldo guardava o contrato “a sete chaves”, como “resguardo pessoal”, porque o documento comprometeria o PT na morte de Celso Daniel. “Indagado sobre o que motivou Breno Altman a realizar tal operação (pedir para Enivaldo fazer o contrato), foi o fato de que o PT estaria sendo ameaçado por conta do caso ‘Celso Daniel’, de maneira que a documentação foi preparada para atender a determinada pessoa, que seria o proprietário de uma empresa de ônibus.


A chantagem, no entanto, objetivava que tal pessoa ‘ficasse quieta’ em relação ao caso Celso Daniel”, disse Youssef aos investigadores.

Brasil.- Un tribunal brasileño ordena a operadores de telecomunicaciones que bloqueen WhatsApp durante 48 horas

elEconomista.es

- 0:00 - 17/12/2015
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Una corte brasileña ha ordenado este miércoles a los proveedores de telecomunicaciones que bloqueen durante 48 horas el acceso a la aplicación de mensajería móvil WhatsApp a lo largo de Brasil, según ha informado este miércoles el diario 'Folha de Sao Paulo'.
RÍO DE JANEIRO, 16 (Reuters/EP)

Una corte brasileña ha ordenado este miércoles a los proveedores de telecomunicaciones que bloqueen durante 48 horas el acceso a la aplicación de mensajería móvil WhatsApp a lo largo de Brasil, según ha informado este miércoles el diario 'Folha de Sao Paulo'.

SindiTelebrasil, la asociación brasileña que representa a los operadores de telecomunicaciones, ha indicado que el bloqueo del popular servicio de mensajes de texto y voz para teléfonos inteligentes entrará en rigor a las 2.00 horas (GMT) del jueves.

Las compañías de telefonía brasileñas han intentado sin éxito que el gobierno limite el uso de los servicios de voz sobre protocolo de Internet (VOIP, por sus siglas en inglés) que son ofrecidos a través de WhatsApp, que es controlada por Facebook.

Los operadores de telecomunicaciones denuncian que las llamadas gratuitas que ofrece WhatsApp socavan sus propios servicios de telefonía.

Brasil.- El Tribunal Supremo de Brasil aprueba que el 'impeachment' contra Rousseff siga adelante

elEconomista.es

- 23:05 - 16/12/2015


RÍO DE JANEIRO, 16 (Notimérica)
El Tribunal Supremo Federal, máxima institución judicial de Brasil, ha dictaminado este miércoles que el procedimiento de 'impeachment' contra la presidenta Dilma Rousseff siga tal como lo había diseñado hasta ahora el presidente de la Cámara de los Diputados, Eduardo Cunha (Partido del Movimiento Democrático de Brasil, PMDB).


La semana pasada el Partido Comunista de Brasil pidió al Supremo que detallara exactamente cómo debía ser el procedimiento ante las dudas sobre la manera en que Cunha utiliza el reglamento de la Casa, pero tras marcar una suspensión temporal de una semana el Supremo ha dado en gran parte la razón al presidente de la Cámara.


Por ejemplo, sobre la controvertida votación secreta que dio lugar a la comisión que guiará el proceso el relator del caso, el magistrado Edson Fachin ha remarcado que el voto secreto es legítimo, pero ha especificado que cuando tenga lugar la votación final en el plenario de la Cámara la votación debe ser abierta.


En su denuncia, el Partido Comunista alegaba que había que parar el 'impeachment' (juicio político) porque Rousseff no había tenido tiempo para presentar su defensa, pero el Supremo considera que la presidenta tendría derecho a "amplia defensa", pero no ahora, sino más adelante, cuando la Cámara dé luz verde al 'impeachment'.


En este sentido, también ha especificado que ese momento Rousseff ya debería apartarse temporalmente de la presidencia hasta que el Senado ratificara definitivamente la decisión. El Senado, además no podría en ningún caso archivar el 'impeachment', ya que su función es acoger el juicio político, recuerda el Supremo.


El Supremo también ha desoído las peticiones del Partido Comunista para apartar a Cunha alegando que no es imparcial y que actúa guiado por intereses personales; para los magistrados "los obstáculos políticos" son naturales en este tipo de procedimientos.

O lugar certo é a cadeia

A Folha de S. Paulo torce pela soltura de Delcídio Amaral e André Esteves, mas Rodrigo Janot apresentou ao STF uma lista de bons motivos para deixá-los na cadeia:

“André Esteves, por meio do Banco BTG Pactual, teve e tem pauta relevante de negócios com a Petrobrás S/A e a BR Distribuidora S/A nos quais há ao menos indícios graves de ilicitudes, incluindo-se o pagamento de vantagens indevidas a funcionários públicos. Cabe mencionar, nesse sentido, a aquisição, pelo Banco BTG Pactual, de ativos da Petrobras S/A na África e o embandeiramento, pela BR Distribuidora S/A, de postos de combustíveis em São Paulo, pertencentes a grupo empresarial, o Grupo Santiago, de que o denunciado André Esteves é sócio. Ajudar o denunciado Delcídio do Amaral a comprar o silêncio de Nestor Cerveró legitimava o denunciado André Esteves a pleitear esse silêncio também sobre os negócios do Banco BTG Pactual junto àquelas duas estatais”.



Delcídio e Esteves soltos?



Delcídio Amaral e André Esteves podem ser soltos ainda hoje pelo STF.
É a torcida de Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo:

“Ministros da 2a Turma do STF, que vão analisar o caso, dizem que as prisões já não são mais necessárias: provas foram coletadas, depoimentos foram tomados e até as denúncias contra os dois já foram apresentadas”.




Após Fitch rebaixar Brasil, dólar sobe e fecha a R$ 3,92


  • 16/12/2015 17h32
  • Brasília
Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil *
 
O dólar fechou em alta no dia em que o Brasil foi rebaixado pela agência de classificação de risco Fitch, perdendo o grau de investimento. A moeda norte-americana subiu 1,24%, encerrando o dia em R$ 3,9247. O dólar atingiu seu pico às 14h20, quando ficou cotado em R$ 3,9566.

A Fitch reduziu a nota do Brasil de BBB- para BB+, abaixo do último patamar em que os países mantém o grau de investimento, ou seja, são considerados bons pagadores e seguros para investir. Em setembro, outra agência, a Standard & Poor's, já havia retirado o grau de investimento do Brasil.
Na semana passada, a agência Moody's mudou a perspectiva da nota brasileira para negativa, o que significa que pode reduzi-la em breve.

Além da turbulência interna, o mercado também operou sob a expectativa da decisão do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) sobre uma possível elevação dos juros naquele país.

No fim do dia de hoje, após reunião de dois dias, o Fed informou que decidiu subir as taxas de juros de referência em 0,25%, o primeiro aumento em quase dez anos. O banco sinalizou que as taxas, que estavam próximas de zero, vão subir “gradualmente” a partir de agora.

*Com informações da Agência Lusa

Edição: Armando Cardoso