sábado, 5 de março de 2016

FBI persegue casos de crueldade animal com o mesmo empenho que persegue crimes contra a sociedade.

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Como é feito o sanduiche de frango do Mc Donalds



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BREAKING!! New MFA undercover video exposes the secret ingredient in McDonald's Chicken McNuggets: ANIMAL CRUELTY. McDonaldsCruelty.com

Cão impede mãe de bater em criança.

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Stop this Cruelty (Cows forced with Green chilies on their eyes before Slaughtering)

Pressionando PMO India Prime Minister of India Office e 2 outros

Stop this Cruelty (Cows forced with Green chilies on their eyes before Slaughtering) Make approvals mandatory from authorities to load all animals in the vehicle in the accepted manner and the vehicle needs to be checked in at chekposts for cruelty.

Cow is a Holy animal and for Indians its a goddess but the way they are treated before they are killed in slaughter houses is worse than anything we will see.

The Cows which are transported in Jam packed vehicles are not allowed to sit or sleep during the cruel journey for more than 24 hours without water and food.If they sit there wont be enough space to carry animals more than allowed permit so what they do is Barbaric,

They just keep green chilies inside the eyes of the cows so that they wont sleep or sit due to the irritation.What we call this?? Is this the way we treat the cows which gives it blood to us as Milk??? We cant stop them getting killed but at least treat them well before killing them.Dear PM Ji Kindly take some action on this.

Needed Actions :
The transport company needs to be given an approval letter after checking the animals and their safety in the vehicle by the authorities and the vehicles needs to be checked at frequent Check posts.The animals should also be checked by the authorities in the slaughter house and barbaric treatments should enforce seizing the animals.This will atleast ensure they travel well before their last breath.

Depois de corrigir erro de informação, TRF confirma que derrubadas na orla do lago vão continuar


derrubada orla“Tribunal diz que houve erro em publicação e que decisão ficou sem efeito.
 
Suspensão havia sido publicada no site há dois dias, com assinatura digital”
O Tribunal Regional Federal corrigiu na tarde desta sexta-feira (4) a informação de que o desembargador Souza Prudente havia suspendido as obras e derrubadas de invasões na orla do Lago Paranoá, em Brasília. Apesar de a decisão ter sido publicada no site há dois dias, com assinatura digital e código de barras, a assessoria do órgão disse que houve um erro e que a determinação ficou sem efeito.


Uma das razões é que as partes não foram intimadas.

Moradores alegam que o local está em “verdadeiro estado de abandono das estruturas antes existentes”. Na terça (1º), auditores do Ibram e a direção do órgão discordaram sobre supostas irregularidades nas obras da orla do lago. Os fiscais apontaram que a pista, prevista para ter 1,5 m de largura, está sendo construída em espaço de quatro metros. Para a direção do Ibram, a obra está regular e o serviço deve continuar. A previsão de conclusão do projeto é para o fim de 2017

O superintendente de Áreas Protegidas diz que a obra da orla está correta e de acordo com a legislação. O projeto apresentado não especifica os quatro metros de largura da orla, mas tem as coordenadas geográficas.
“Totalmente de acordo com o projeto que foi feito pelos órgãos do próprio governo. Foi dada uma autorização do Ibram que limita as obras ao que diz o projeto. Então está tudo sob controle. Tudo muito bem coordenado e as obras estão caminhando muito bem”, afirma o superintendente de áreas protegidas, Leonel Generoso.
derrubada orla.Para o superintendente de fiscalização do órgão, Ramiro Hofmeister, a equipe técnica pode ter se apressado em divulgar que a obra está em desacordo com o projeto. “Podem até existir entendimentos diversos dentro do órgão. E talvez isso tenha levado ao anseio de alguém que não concorde com o entendimento de uma legislação. Mas isso não autoriza ninguém a falar em nome da fiscalização.”

A derrubada na orla do Lago Paranoá começou ano passado. A associação de moradores da região afirma que a obra da nova pista de caminhada tem sido feita sem planejamento. “Na verdade, não existe projeto. O que está acontecendo hoje é o que estávamos prevendo: não tem programação”, afirma o presidente da Associação de Amigos do Lago Paranoá, Marconi de Souza.

Da Redação com informações do G1/DF

Vereadores aprovam projeto para proibir sacrifício de animais em rituais religiosos em Valinhos, SP.EXEMPLO A SER SEGUIDO!

SP valinhos sacrf020216 thumb
Foi aprovado, na sessão desta terça-feira (2), projeto de lei do vereador César Rocha (Rede), que proíbe o sacrifício e mutilação de animais em rituais religiosos. Dezenas de ativistas acompanharam a votação no plenário e comemoram o resultado. A proposta segue agora para sanção ou veto do prefeito Clayton Machado (PSDB).


Na justificativa do projeto, o vereador alega que a Constituição Federal não permite a adoção de práticas que submetem os animais à crueldade. Ele também destaca lei federal que caracteriza como crime a prática de maus tratos e de abusos contra os animais. “É garantia constitucional a liberdade religiosa, de culto e de fé, desde que esta liberdade não restrinja a liberdade de outrem, ou seja, que não configure ato volitivo, premeditado e ritualizado de privar um ser vivo de seu bem mais essencial, que é a vida”, justificou. César disse ainda que o projeto deve ser copiado por outros municípios.

O vereador Israel Scupenaro (PMDB) também foi favorável à proposta. “Não tem porque utilizar animais nesses rituais. Hoje é mais uma vitória alcançada para a causa animal”, disse.


O vereador Rodrigo Fagnani “Popó” (PSDB) ressaltou que a liberdade de culto não estava em debate. “Nós não estamos debatendo a religião, mas sim o sentido da vida. Valinhos tem de dar o exemplo, sair na frente”, discursou.

Caso o projeto vire lei, quem desrespeitar a legislação estará sujeito à multa no valor de 20 Unidades Fiscais do Município, o que equivale a R$ 3.022,60. A fiscalização será de responsabilidade da Prefeitura.

Fonte: Câmara Municipal de Valinhos

Morador de rua adota cães abandonados e dá lição de compaixão

Humanidade


10 de fevereiro de 2016 às 22:00

Reprodução
Reprodução


Infelizmente o mundo tem muitas pessoas que não gostam de animais, que os tratam como objetos e que maltratam os pobrezinhos. Enquanto pessoas com ótimas condições financeiras param seus carros em ruas movimentadas e abandonam seus cachorros, moradores de rua dão uma lição de humanidade compartilhando o pouco que possuem com seus melhores amigos de quatro patas.


Esse homem chamado Wilson nos dá uma verdadeira lição do que é o amor. Ele resgatou de uma vida de maus-tratos e tortura, sua melhor amiga, uma cadelinha sem raça definida chamada Branca. Ela o ama de forma incondicional e apesar de seu tutor ser um morador de rua, nunca deixou que ela passasse alguma necessidade.


A amizade deles durou cerca de 16 anos, pois infelizmente Branca acabou morrendo de velhice, mas com certeza ela fez ele ter os melhores anos de sua vida. Esse vídeo é muito inspirador e emocionante! Vale a pena cada segundo!

Video: passarinho salvando a vida do amigo.

https://www.facebook.com/divertidacao/videos/695833300453134/




OLHEM ISSO
Uma passarinha bateu no vidro de uma loja e ficou caida no chão, seu companheiro tentou ajudá-la de toda forma até fazendo respiração "bico a bico" o final é incrível!

>>Curta: Divertidação


Carlinhos João Carlos
Carlinhos João Carlos Lindo , simplesmente lindo!
Simone Maciel
Rimon Cabral
Marcelo Alves
Marcelo Alves Nen os animais aceita a perda
Romeu Freitas
Romeu Freitas Que impressionante, o companheiro não abandonou, que exemplo para nós. Sem mais palavras.



Video: Quem é mais fofo?


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Apicultores têm dificuldades para recuperar colmeias após mortandade

29/02/2016 15h59 - Atualizado em 29/02/2016 16h14


Na semana passada, ONU fez alerta sobre o desaparecimento das abelhas.
Risco de extinção do inseto pode afetar produção mundial de alimentos.

Do G1 São Carlos e Araraquara
Apicultores da região de São Carlos (SP) estão com dificuldades para recuperar as colmeias com a alta mortandade de abelhas. O desmatamento, as mudanças climáticos e os inseticidas estão entre principais motivos. Na semana passada, a Organização das Nações Unidas (ONU) fez um alerta sobre o risco de extinção das abelhas e de outras espécies, o que pode afetar a produção de alimentos.


O apicultor Carlos Celano de Leme está preocupado com a diminuição do número de abelhas e acumula prejuízos. "Em 2012, 2013, 2014 e 2015 praticamente foram 150 caixas de abelhas e quase 80 mil abelhas foram dizimadas. Isso eu falo só no meu. Agora tem vários apicultores que também perderam bastantes caixas".
Apicultores da região de São Carlos enfretam mortandade de abelhas (Foto: Wilson Aiello/EPTV)Apicultores da região de São Carlos enfretam
mortandade de abelhas (Foto: Wilson Aiello/EPTV)


Em Santa Cruz da Conceição, houve uma perda muito maior. Em 2014, cinco milhões de abelhas morreram por causa de um inseticida. "A gente chegou a perda total. Até hoje está difícil recuperar, não conseguimos levantar tudo, estamos aos poucos porque foi uma perda muito grande", afirmou o apicultor Marcelo Lopes.



Polinização e produção de alimentos
Além de produzirem mel e própolis, as abelhas têm um papel fundamental na natureza. São insetos polinizadores, pois levam grãos de pólen de um ponto a outro na mesma flor ou em flores diferentes, garantindo a reprodução das plantas.

A mortalidade das abelhas põe em risco a produção de alimentos. Sem elas, vários tipos de plantas não dão frutos ou então produzem menos. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), 75% das culturas dependem da polinização e é o caso das plantações de maçã, melão e laranja.

O primeiro problema é o desmatamento e, com isso, as abelhas perdem os seus locais de fazer os ninhos. No segundo caso são mudanças climáticas e no terceiro, que no Brasil eu considero sério, é o caso dos pesticidas e inseticidas"
 
Osmar Malaspina
Na semana passada, a ONU fez um alerta sobre a mortandade das abelhas e de outros polinizadores, como as borboletas. Várias espécies estão ameaçadas de extinção.
O biólogo da Unesp de Rio Claro Osmar Malaspina explica que três fatores explicam a queda no número de insetos.


"O primeiro problema é o desmatamento e, com isso, as abelhas perdem os seus locais de fazer os ninhos. No segundo caso são mudanças climáticas e no terceiro, que no Brasil eu considero sério, é o caso dos pesticidas e inseticidas", disse Malaspina.


Só no Brasil, 10 mil colmeias desaparecem todos os anos, segundo o pesquisador da Unesp. Se nada for feito, as consequências vão ser graves. "Se mantiver isso pode faltar alimento no futuro com certeza", disse.
Risco de extinção das abelhas poderá afetar produção de alimentos (Foto: Wilson Aiello/EPTV)Risco de extinção das abelhas poderá afetar
produção de alimentos (Foto: Wilson Aiello/EPTV)
 


Atualmente existem cerca de 20 mil espécies de abelhas no mundo. "Se a gente tivesse que pagar para as abelhas a prestação do serviço que ela faz para gente na produção de alimentos, os economistas calculam que a gente deveria depositar todo ano entre US$ 300 bilhões a US$ 500 bilhões. Não dá para abrir mão desse serviço", finalizou o biólogo Osmar Malaspina.

Revertendo prejuízos
No sítio do apicultor Ovilso Santos, também em Leme, a realidade começou a mudar. Ele chegou a perder 22 colmeias, mas conseguiu reverter o prejuízo depois de conversar com os agricultores vizinhos.

"Eu procuro me informar sobre o que eles estão passando, a forma, a hora que eles estão passando o agrotóxico. Se eles passarem a noite que as abelhas não estão indo na flor, ameniza um pouco a mortandade. No meu apiário teve resultado, porque aqui as minhas abelhas começaram a aumentar mais de 75%", explicou Santos.

Segundo os apicultores, uma das alternativas é usar os inseticidas em horários em que as abelhas não polinizam as flores, como, por exemplo, à noite, o que ajuda a diminuir a mortandade.

Sumiço de filhotes de canguru intriga a Alemanha


Recentes desaparecimentos de três filhotes e a morte de outros três marsupiais adultos ocorreram perto da fronteira com a Polônia. Diretor de zoológico suspeita de crime organizado.
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Um mistério envolvendo sumiços e mortes de cangurus está intrigando a polícia do estado alemão de Brandemburgo. Durante as últimas semanas três filhotes de canguru sumiram no distrito de Märkisch-Oderland, localizado próximo à fronteira alemã com a Polônia.


Dois casos ocorreram no pequeno zoológico Oderbruch em Altreetz. Uma mãe canguru de aproximadamente 10 anos de idade foi encontrada morta no ataque mais recente, ocorrido na última sexta-feira, como noticia nesta quinta (03/03) o diário local Schweriner Volkszeitung (SVZ).


"Provavelmente ela entrou em pânico. Cangurus são animais que facilmente entram em pânico", disse ao SVZ o diretor do zoológico, Peter Wilberg. O animal morto não apresentava ferimentos visíveis. "Como os animais são tímidos, acreditamos que os agressores capturaram os animais com uma rede", afirmou Wilberg.


Um terceiro filhote de canguru sumiu da propriedade de um criadouro particular em Wriezen, menos de 10 quilômetros do zoológico. A proprietária relatou à polícia que dois cangurus adultos foram mortos, um aparentemente espancado e outro com a garganta cortada, segundo relato do jornal localMärkische Zeitung. Em todos os casos, os três filhotes foram tirados da bolsa da mãe.

Crime organizado
Há 20 anos o zoológico de Oderbruch abriga marsupiais nativos da Austrália. Wilberg diz estar horrorizado e busca agora proteger a instalação com câmeras de segurança. Ao SVZ, ele fala em ataques orquestrados por "estruturas mafiosas".

"Não acredito ser coincidência que somente filhotes sumiram. Suspeitamos que por trás [dos sumiços] estejam organizações mafiosas", disse Wilberg. Papagaios já teriam sido roubados do zoológico. E no ano passado já ocorreu um sumiço de um filhote de canguru na instalação.

O diretor do zoológico suspeita que uma organização criminosa esteja por trás dos sumiços de cangurus, que seriam vendidos no mercado negro – seja como animais domesticados ou para restaurantes de comidas exóticas. As fêmeas geralmente são negociadas por cerca de mil euros, segundo Wilberg.

O estado da Renânia do Norte-Vestfália também foi atingido por uma recente onda de roubos de animais em zoológicos – principalmente em Dortmund, onde um leão-marinho foi encontrado morto em outubro.


Entre outros casos, só no ano passado desapareceram 16 macacos-esquilo em Reichshof-Eckenhagen (oito em janeiro e oito em dezembro); três micos-leões-dourados sumiram do zoo de Krefeld; e duas cotias e dois pinguins-de-humboldt foram roubados em Dortmund.


Fonte: DW

Doações a projetos de reciclagem podem ser descontados no IR

sexta-feira, 4 de março de 2016


O limite de doação será de 4% do total do IR devido pelas empresas e de 6% para pessoas físicas.

O Senado aprovou na última quarta-feira (2) o Projeto de Lei 187/2012, que permite a dedução do Imposto de Renda referente a valores doados a projetos de reciclagem. A intenção é incentivar programas de reciclagem, promover o setor e aproveitar o potencial econômico de materiais descartados.

O projeto criado pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC) foi aprovado na Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional com algumas alterações. O texto final determina que o Poder Executivo fixará anualmente os limites absolutos das deduções, sejam elas por parte de pessoas físicas ou jurídicas. Além disso, os projetos de reciclagem que receberão as doações precisam ser previamente selecionados e fiscalizados.

“A reciclagem de materiais e produtos é estratégica para o Brasil. Essas atividades integram uma extensa e abrangente cadeia produtiva, com benefícios econômicos, ambientais e sociais, pilares fundamentais do desenvolvimento sustentável”, informou o senador Fernando Bezerra (PSB-PE), responsável pelo relatório final.

Além dessas medidas, o PL recebeu sugestões que foram acatadas. O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), por exemplo, propôs que 5% do montante anual das doações sejam investidos em cursos de capacitação. Ele também solicitou que os beneficiários sejam obrigados a prestarem conta sobre o uso dos recursos recebidos.

O limite de doação para cada contribuinte será de 4% do total do Imposto de Renda devido pelas empresas e de 6% para pessoas físicas. O prazo para a validade da lei é de cinco anos.

Multas ambientais
Outra medida aprovada pela Comissão nesta semana está relacionada às multas por crimes ambientais. De acordo com o PL 741/2015, aprovado na sessão, as verbas arrecadadas com multas ambientais devem ser aplicadas exclusivamente nos locais onde o dano aconteceu.


A proposta foi motivada pelo rompimento das barragens em Mariana (MG). “Este projeto é uma das melhores respostas ao desastre ambiental de Mariana, pois estamos eliminando burocracias para que os recursos cheguem rapidamente ao lugar atingido por uma tragédia”, opinou o relator.

Fonte: Ciclo Vivo

Plantas usadas por indígenas podem substituir remédios para tratar malária


sexta-feira, 4 de março de 2016


18 plantas haviam sido estudadas, mas outras 26 eram desconhecidas pelos cientistas.

A pesquisadora brasileira Carolina Weber Kffuri, pós-doutoranda no departamento de Horticultura da Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), passou um ano em meio junto a comunidades indígenas do alto do Rio Negro estudando plantas medicinais. O resultado foi uma coleta enorme de espécies usadas para o tratamento da malária.

Sob a supervisão do professor Lin Chau Ming, Carolina pôde conhecer de perde a realidade da malária que atinge o norte do país e documentar 46 espécies. O grande valor desta experiência está no fato de que apenas 18 delas haviam sido estudadas como opções para o tratamento da malária e 26 eram, inclusive, desconhecidas pelos cientistas.

Conforme noticiado pela Agência Fapesp, entre as 46 plantas utilizadas pelos índios contra a malária, “a maioria era composta por árvores grandes e raízes, principalmente de herbáceas”, diz Carolina Kffuri. Das árvores geralmente se retira a casca, mas também são usados raízes, folhas, frutos, a planta inteira, caules e sementes. O preparo dos remédios envolve cozimento de cascas, fervura de chás, maceramento de folhas e sementes e queima de plantas até obter cinzas utilizadas in natura em banhos de vapor.

O conhecimento indígena é muito vasto. Mesmo sem estudos acadêmicos, eles sabem como as plantas devem ser ministradas, quais são tóxicas e quais pessoas não podem fazer uso delas. Segundo a pesquisadora, durante as entrevistas com os índios, eles disseram que os remédios não servem para todos e que isso depende do sangue. A informação levantou um questionamento, sobre a aplicação de determinadas espécies serem exclusivas para tipos sanguíneos específicos.

O próximo passo é encaminhar as espécies descobertas para pesquisas com bioquímicos e farmacologistas, para estudos mais aprofundados sobre seu uso na fabricação de medicamentos em laboratórios.

Fonte: Ciclo Vivo

Cinco empresas concorrem à licitação de 164 mil hectares de floresta no AP

4/03/2016 21h07 - Atualizado em 04/03/2016 21h07


Floresta Estadual do Amapá será concedida a empresas para exploração.
Candidatas ao certame foram habilitadas nesta sexta-feira (4), em Macapá.

John PachecoDo G1 AP
IEF diz que 400 famílias moram dentra da área da Flota do Amapá (Foto: Divulgação/IEF Amapá)Área para concessão florestal foi dividida em três unidades (Foto: Divulgação/IEF Amapá)
Cinco empresas vão concorrer ao edital de licitação que prevê a concessão de 146 mil hectares da Floresta Estadual do Amapá (Flota) para exploração madeireira e de riquezas naturais.
O prazo para inscrição no certame encerrou às 18h de quinta-feira (3) e nesta sexta-feira (4) os nomes foram habilitados no Instituto Estadual de Florestas (IEF), em Macapá.
A área disposta para cessão pode ser explorada por duas ou três empresas, que serão divididas entre as três Unidades de Manejo Florestal (UMFs) da região, que cobre áreas dos municípios de Porto Grande e Pedra Branca do Amapari, no Centro-Oeste do Amapá.
Marcos Tenório, diretor do Instituto Estadual de Florestas' (Foto: John Pacheco/G1)Marcos Tenório, diretor do Instituto Estadual de Florestas do Amapá (Foto: John Pacheco/G1)
 
O resultado da disputa será divulgado em 9 de março, sendo vencedoras as empresas que apresentarem as menores propostas de preço por metros cúbicos da madeira em pé. As propostas devem contemplar indicadores econômicos, técnicos e, com destaque para os sociais.

A previsão do IEF é de que sejam arrecadados mais de R$ 8 milhões anuais com a extração de madeira e impostos agregados ao beneficiamento da matéria-prima. O dinheiro será rateado entre o Estado, municípios afetados e órgãos de fiscalização.

As empresas vencedoras terão em média até dois anos para montar todo o parque industrial em território amapaense. A maioria da mão de obra será composta pelas comunidades que estão dentro de um raio de até 50 quilômetros nas áreas de unidades de manejo afetadas, o que corresponde a cerca de 400 famílias. O beneficiamento deve acontecer no próprio local onde a madeira foi explorada.
Representantes de empresas e órgãos acompanharam habilitação  (Foto: John Pacheco/G1)Representantes de empresas e órgãos acompanharam habilitação (Foto: John Pacheco/G1)
"As empresas podem se habilitar para explorar até duas UMFs, e estas foram divididas através de aspectos naturais, como montanhas ou rios. Cada empresa terá 30 anos para atuar, podendo ser prorrogado em mais 10", detalhou o diretor do IEF, Marcos Tenório.
Flota
A Flota abrange uma área de 2,3 milhões de hectares. Desse total, 1,6 milhão de hectares será destinados às concessões florestais.

A Floresta Estadual do Amapá abrange parte de dez municípios do Amapá: Mazagão, Porto Grande, Pedra Branca do Amapari, Serra do Navio, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Pracuúba, Amapá, Calçoene e Oiapoque.

Apesar de ocorrer licitação, o governo garante que não há privatização da floresta porque haverá apenas a delegação do uso dos recursos naturais, e não o termo de posse.

SeaWorld admite que funcionários fingiam ser ativistas pró-animais

France Presse25/02/2016 17h57 - Atualizado em 25/02/2016 17h59


Grupo proibiu a prática em que funcionários se infiltravam entre ativistas.
ONG denunciou 'espião'; empresa diz que objetivo era garantir segurança.

Da France Presse
Orcas durante espetáculo no SeaWorld Orlando (Foto: Phelan M. Ebenhack/AP)Orcas durante espetáculo no SeaWorld Orlando (Foto: Phelan M. Ebenhack/AP)


O grupo de parques temáticos SeaWorld proibiu, nesta quinta-feira (25), que seus funcionários se façam passar por ativistas pró-animais, ao admitir, pela primeira vez, que usou essa estratégia no passado, muito criticada por grupos defensores dos animais.


"O conselho administrativo instruiu os gerentes da companhia a pôr um fim à prática em que certos funcionários aparentavam ser ativistas dos direitos dos animais", indicou em um comunicado a empresa, conhecida por seus espetáculos com as orcas.
 
 
Com 11 parques temáticos nos Estados Unidos, o SeaWorld alegou ter utilizado essa estratégia "para organizar a segurança de seus funcionários, visitantes e animais contra as ameaças recebidas".

No ano passado, a organização de defesa dos animais Peta, crítica feroz do grupo pelo uso de orcas e de outros animais em suas atividades, denunciou o empregado da empresa Paul McComb, que havia se passado por ativista. McComb teria participado de pelo menos uma manifestação que terminou em detenções, além de propor protestos violentos.

Nesta quinta, o SeaWorld indicou que McComb continua trabalhando no grupo, mas que foi transferido "para outro departamento e já não se encontra em suspensão administrativa". A medida foi adotada quando a polêmica começou.

A vice-presidente da Peta, Tracy Reiman, lamentou que o "espião" continue na empresa, em um comunicado contra o grupo por supostos maus-tratos aos animais.

"As finanças do SeaWorld continuam caindo à medida que mais animais morrem em seus pequenos tanques, com uma morte a cada mês desde novembro", indicou Reiman.

Ela também pediu à empresa para "modernizar seu negócio", criando santuários para os animais, e não mais "prisões para golfinhos".


Críticas
A empresa sofreu um duro golpe em 2013 com a estreia do documentário "Blackfish". O filme denuncia os maus-tratos cometidos contra as orcas em seus cativeiros, vivendo em tanques reduzidos e com pouca luz.

O número de visitantes caiu e, desde então, o SeaWorld vem tentando reverter essa imagem com uma nova campanha publicitária e com descontos.

O grupo afirma que recebe mais de 22 milhões de visitantes por ano em seus parques.