sexta-feira, 16 de maio de 2014

“Patriotismo econômico”: o fantasma de Colbert


Colbert, ministro das Finanças de Luiz XIV


De olho na proposta de compra da gigante Alston pela GE, o governo da França baixou um decreto de “patriotismo econômico” que permite o bloqueio de compras de empresas do país por estrangeiras. A medida engloba setores considerados estratégicos, como água, energia, saúde, transporte, telecomunicação e defesa. O ministro da Economia, Arnaud Montebourg, sai fortalecido, pois tem combatido a compra da Alston. Ao “Le Monde”, ele afirmou: “É o fim do laissez-faire”.


Pausa para respirar. Então quer dizer que a França, país dos mais dirigistas e com um dos estados mais intervencionistas na economia, tinha até agora um modelo de laissez-faire? Incrível! Eu poderia jurar que era um modelo estatizante, com várias empresas grandes ainda sob o controle, direto ou indireto, do estado. Mas vamos em frente.


O ministro disse em entrevista se tratar de um “patriotismo econômico”. Montebourg, que é admirador de Colbert, o poderoso ministro de Luiz XIV e quem acabou contribuindo para o surgimento do conceito laissez-faire, pois os empresários franceses não aguentavam mais tanta “ajuda” estatal em sua gestão, Montebourg, dizia eu, afirmou que “não se pode pedir aos países que abram mão de seus interesses estratégicos”.


Mas quem foi que pediu isso? E aqui vale fazer essa importante, diria fundamental distinção: não é porque um serviço ou um setor é estratégico para o país que ele deve ser dominado pelo estado ou só contar com empresas nacionais. Isso não passa de uma falácia. Uma falácia adorada pelos estatólatras, que sempre usaram e abusaram desse termo – estratégico – para impor uma agenda de avanço estatal sobre tudo (basta pensar em nossas privatizações, que a esquerda sempre condenou com base nesse mesmo conceito).


Então se a Portugal Telecom, a italiana TIM e a mexicana Claro competem para oferecer serviços de telecomunicação, isso afeta o nosso interesse nacional? De que forma mesmo? Como exatamente seria melhor ter a volta da Telebras sob o controle estatal e monopolista? Será que a fusão da Oi com a Brasil Telecom, que levou o ex-presidente Lula a mudar a lei para recriar uma super-tele verde e amarela, era o caminho para proteger nossos interesses estratégicos, e não os de Lulinha e companhia?


Isso sem falar que hoje em dia, com grandes corporações cuja base acionária é totalmente pulverizada entre milhões de acionistas no mundo todo, fica até difícil falar em nacionalidade da empresa. De quem é a GE? Sim, é uma empresa americana, mas não tem um dono, ou nada parecido com aquela velha imagem de um capitalista com bengala e chapéu. Seu controle é diluído entre vários acionistas de várias nacionalidades.


Colbert era o ícone da mentalidade mercantilista destroçada por Adam Smith em seu magistral Riqueza das Nações, em que derruba vários mitos até hoje endossados pelos dirigistas. Aprendemos com a história que poucos aprendem com a história. É impressionante como nações inteiras caem nas mesmas armadilhas do passado.


No Brasil, temos em Luciano Coutinho, presidente do inflado BNDES, que escolhe os “campeões nacionais”, um dos maiores representantes dessa mentalidade. Tudo isso significa mais intervenção estatal, mais corrupção, menos “destruição criadora” capitalista, menos riqueza. Em nome do nacionalismo e dos interesses estratégicos, governos impedem o livre funcionamento dos mercados, força espontânea responsável pelo avanço da prosperidade.


Rodrigo Constantino

Foco em desigualdade é papo de rico ou O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros.






O socialismo sempre foi defendido por muita gente rica, e quem leu meu livro sobre a esquerda caviar não ficará surpreso com isso. O foco obsessivo na desigualdade é um luxo de quem já deixou a pobreza para trás há muito tempo. Quem é pobre prefere focar no crescimento, na criação de riqueza. Já parte da elite abastada gosta de expiar seus “pecados” com o discurso igualitário.


Esse foi o tema da coluna de Marcos Troyjo hoje na Folha, criticando a nova sensação das esquerdas, o economista francês Thomas Piketty. Troyjo, que tenta fomentar o empreendedorismo nos países emergentes, mais especificamente nos BRICs, condena a bandeira socialista levantada por milionários ou por intelectuais de países ricos. Ele está mais preocupado com a criação de riqueza, enquanto os ricos podem se dar ao luxo de debater apenas sua melhor distribuição. Diz ele:


Decepciona, em Piketty, não ver referência a “empreendedorismo”, “competitividade”, “start-ups”, “papel da inovação”, ou à “destruição criativa” de Schumpeter.

A principal tensão do mundo contemporâneo não advém do conflito distributivo entre capital e trabalho. O cabo de guerra é entre empreendedores e burocratas, seja na forma da grossa camada de gestores cujo intuito é a autopreservação ou nas inúmeras esferas estatais que esclerosam o dinamismo econômico.

Para países como o Brasil, o grande desafio é encontrar seu próprio modelo de capitalismo competitivo que o permita pagar o preço da civilização.

Deixemos para amanhã manuais de instalação de um “Welfare State 2.0″, como o IPS ou o tijolo de Piketty. Concentremo-nos, agora, nas lições de Acemoglu e Robinson em “Por que as Nações Fracassam”.

No alvo! O problema não é o capitalismo, nem mesmo a desigualdade, e sim a burocracia excessiva, as estatais paquidérmicas, a carga tributária absurda, o “capitalismo de estado”. Falta mais empreendedorismo, mais investimento em “start-ups”, em empresas inovadoras e dinâmicas, mais meritocracia, mais liberdade econômica.

Pensar em adotar modelos ainda mais concentradores de poder e recursos no estado, em nome do combate à desigualdade, é dar um tiro no pé de nosso crescimento. É engessar nossa economia a ponto de punir de maneira insensível os mais pobres, que precisam de mais crescimento, não de esmolas estatais.

Só discordo de Troyjo quanto à possibilidade de um welfare state 2.0 funcionar nos países ricos. Nem lá isso funciona! Sim, os ricos podem se dar ao luxo de distribuir riquezas sem uma catástrofe iminente. Vivem de herança, que leva tempo até ser consumida.

Mas um dia acaba, se as galinhas dos ovos de ouro forem mortas. E são, sempre que o estado resolve que seu papel não é garantir as regras do jogo no livre mercado, e sim bancar o deus onisciente que vai distribuir recursos de forma mais “justa” por aí. Ou seja, nem mesmo os ricos suportam por muito tempo o socialismo igualitário, que dura até acabar o dinheiro dos outros, como dizia Thatcher…

Rodrigo Constantino

O PT reacionário não tem futuro--Rodrigo Constantino VEJA




Tchau, futuro!


Socialistas sempre prometeram o paraíso na Terra para conquistar seguidores dispostos a todo tipo de sacrifício no presente. É assim que o ímpeto revolucionário sempre funcionou, como substituto das religiões, só que em vez de vender um paraíso após a morte, ele era oferecido ainda em vida, sendo mais sedutor, portanto.


Já os fascistas preferem vender medo, explorar o risco de uma catástrofe iminente ou o retorno a algum passado mítico, idealizado, em que havia quase perfeição e o sentimento de orgulho nacional era avassalador. Esse tipo de mensagem costuma funcionar bem em épocas de crise, de humilhação generalizada, como após a derrota em uma guerra ou a destruição da moeda.


O PT, que sempre foi revolucionário e com claras inclinações socialistas, adotou o discurso fascista, reacionário. É o que mostra Reinaldo Azevedo em sua coluna de hoje na Folha. Incapaz de manter acesa a chama da esperança em um futuro melhor, restou ao governo Dilma adotar a tática do medo, incutir pânico nos eleitores, apelar para o terrorismo eleitoral.


O badalado vídeo feito pelo marqueteiro João Santana, mostrando um risco de retrocesso a um país miserável, como se graças ao PT isso fosse coisa do passado, representa uma guinada à estratégia fascista do medo. Sem condições de oferecer um futuro ensolarado, sem projetos para conquistar sonhos, restou ao PT a saída reacionária: sua grande bandeira é preservar o status quo das “conquistas” sociais. Diz Reinaldo:


Depois de quase 12 anos no poder, o PT não tem futuro a oferecer. Por mais que o filminho de João Santana tenha as suas espertezas técnicas, a verdade é que a peça terrorista revela o esgotamento de uma mitologia, e tenho cá minhas desconfianças se o vídeo não será contraproducente, ainda que peças assim sejam submetidas previamente a pesquisas qualitativas.


A linguagem e a estética de esquerda repudiam, por natureza, o presente. Sem os amanhãs sorridentes, o dia que virá, a Idade do Ouro, como cobrar o sacrifício do povo, a sua mobilização, o seu ímpeto revolucionário, suas paixões sanguinolentas? Nas campanhas petistas de 2002, 2006 e 2010, o passado era demonizado, sim, mas o eixo estava num presente que mirava o futuro. […]


Estou a antever a derrota de Dilma? Ainda não. Apenas evidencio que o PT não tem mais nada a oferecer. Se emplacar mais quatro anos de mandato, o país ficará refém da capacidade de planejamento e de administração de gestores e estrategistas como Aloizio Mercadante e Guido Mantega. Se a presidente for reeleita, são eles os portadores da utopia. E isso parece pavoroso.


Bota pavoroso nisso! É uma imagem assustadora, e basta olhar para a Argentina ou a Venezuela para ter ideia do resultado. O PT matou o futuro do Brasil, e matou isso na expectativa do povo. Agora, apela para um risco fictício de retrocesso, que é real justamente no caso de sua permanência no poder. Preservar o país como ele está hoje, eis a grande oferta do PT nessas eleições, na melhor das hipóteses. Quem pode se mobilizar por isso?


É um PT reacionário em vez de revolucionário, ao menos no discurso. É um PT fascista, incutindo medo para evitar mudanças e continuar no poder. Mas o PT reacionário não tem futuro a oferecer. E, assim sendo, não tem futuro, não irá sobreviver, pois é impensável um país pobre como o nosso aceitar que esse presente terrível é o melhor que temos disponível. O povo deseja sonhar com um futuro melhor, e este o PT não é capaz de oferecer. 

Ou alguém acha que é possível ter bons sonhos com Mercadante e Mantega?

Rodrigo Constantino

E se o avião da Malaysia Airlines estiver numa base secreta dos EUA? E se o avião da Malaysia Airlines tiver, afinal, aterrado?



A mais rebuscada teoria até agora sobre o que aconteceu realmente ao voo MH370 é da autoria de um jornalista freelancer.    
                            
Mas, como todas as boas teorias da conspiração, faz algum sentido


Apesar dos vários detalhes difíceis de justificar na sua história, Jim Stone, jornalista independente, garante que um dos passageiros norte-americanos a bordo do Boeing 777 da Malaysian Airlines conseguiu enviar uma foto acompanhada de uma mensagem, com coordenadas GPS que localizam, alegadamente, o aparelho desaparecido na base militar norte-americana de Diego Garcia, numa ilha a sul das Maldivas, no Oceano Índico.   



"Fui feito refém por militares depois de o meu voo ter sido sequestrado, Trabalho para a IBM e consegui esconder o meu telefone no rabo (sic) durante o sequestro. Fui separado dos outros passageiros e estou numa cela. O meu nome é Philip Wood. Acho que fui drogado e não consigo pensar com clareza". 

Terão sido estas as palavras gravadas pelo passageiro e transformadas em texto escrito pelo aparelho, um iPhone 5. A imagem, por seu lado, é completamente negra, mas, a partir das suas propriedades, Stone garante que é possível perceber as coordenadas GPS e especula que tenha sido tirada num local escuro.


Esta não é a primeira teoria a colocar o MH370 em Diego Garcia. Há uma semana, um utilizador do YouTube partilhava na mesma rede a convicção de que o avião desaparecido aterrou na base militar no dia 8 de março, estacionando num hangar fechado para impossibilitar as comunicações com o exterior


[em Brasília, algumas pessoas aventam a hipótese do avião ter sido sequestrado por terroristas, passageiros e tripulação eliminados, estando a aeronave escondida para ser usada em um atentado terrorista nos moldes do “11 de setembro”.]


Por outro lado, a 18 de março, um relato publicado no Malaysian Insider dava conta de que os dados recuperados do simulador de voo que o piloto tinha em casa mostravam várias simulações de aterragens em Diego Garcia.


E se o avião da Malaysia Airlines tiver, afinal, aterrado? 
Segundo um jornal malaio, os investigadores retomaram a hipótese de o MH370 ter conseguido aterrar em local desconhecido em vez de se ter despenhado na zona do Oceano Índico onde as buscas se têm concentrado 

As operações de busca que começaram pela costa este da Malásia e do Vietname, estão há várias semanas focadas no sul do Oceano Índico, seguindo as informações que foi possível tirar dos satélites. Atualmente, prosseguem esse trabalho 12 navios e 11 aviões. Mas, segundo o New Strait Times, a ausência de sinais do avião desaparecido a 8 de março está a fazer os investigadores virarem-se para a hipótese de o aparelho ter aterrado noutro local.

Sublinhando que a missão no Índico é para continuar, uma fonte ligada à investigação terá dito ao jornal que "a ideia de uma aterragem noutro sítio não é impossível, uma vez que não encontrámos um único destroço que possa relacionar-se com o MH370". Já a teoria de que o avião da Malaysia Airlines  possa ter aterrado noutro país, onde se mantenha escondido é vista como "absurda" pelo investigador. 

Suspeitas


Serviços secretos chineses terão feito o desvio do avião, com tecnologia de ponta, baseada num  "drone"  previamente instalado no avião. Após terem "gaseado todos os passageiros e tripulação" ao fim de 40 minutos de voo, tomaram o comando do aparelho num simulador de voo, já preparado para o efeito colocando o  aparelho a baixa altitude rumo em linha reta para a mais remota zona do Indico, no sistema de piloto automático. 

Isto por quê? É que a bordo seguiam 20 especialistas dos EUA em chips e agregação de dados que vigiavam a China.  


Repare-se que os EUA sempre se mantiverem muito silenciosos sobre esta matéria, tendo vindo a  colaborar na busca com aviões e navios mas sem manifestarem opiniões técnicas. 
 Se existe país com sofisticação tecnológica de satélites, é sem dúvida os EUA, o que ainda torna mais denso o mistério, os americanos nada terem detectado! O avião acabou por se despenhar pela natural falta de combustível

Coincidência? Talvez.


BLOG PRONTIDÃO


Suspeitas e Novidades sobre o avião desaparecido – Boeing 777-200ER, Vôo MH-370 da Malaysia Airlines



 Quando a própria media, convencional e respeitada, invoca um ar de suspense sobre o desaparecido avião após todas as hipóteses cientificas terem-se esgotado para saber o que aconteceu ao MH-370, algo de estranho se está a passar. 
Numa altura que se recrutam pessoas para ir a Marte, torna-se difícil explicar que não se consiga encontrar um “aviãozinho”! Vamos fazer um diagnóstico sobre este estranho caso, reunindo as peças do puzzle que se conhecem. 

Cabe ressaltar que diante do mistério que cerca o assunto, todas as considerações adiante apresentadas, expressam apenas especulações, já que ao certo, pouca gente sabe o que aconteceu

A LEITURA DO POST ABAIXO DESTE - 10 questões ainda não respondidas sobre o avião desaparecido – EM MUITO FACILITARÁ O ENTENDIMENTO DAS RAZÕES QUE MOTIVAM TANTAS ESPECULAÇÕES


 ‘BOEING 777’

Assim: Boeing 777-200ER da Malaysia Airlines, tem uma reconhecida boa segurança, é dito até ser um dos mais seguros devido à sua tecnologia. No avião encontravam-se 239 passageiros. Sete eram crianças.
O Vôo MH-370 partiu do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur às 00:41 de sábado (16:41 GMT sexta-feira), e deveria chegar a Pequim às 06:30 (22:30 GMT) - um pouco mais de 7h de vôo. O Capitão Zaharie Ahmed Shah, tinha mais de 18.000 horas de vôo e era funcionário da companhia aérea desde 1981 - 33 anos de casa.
Foram confirmados que estavam a bordo, 20 funcionários (12 da Malásia e 8 da China) da empresa  Freescale Semiconductor   - uma empresa de tecnologia com sede no Texas com bases em Kuala Lumpur e Tianjin, China. A Freescale Semiconductor desenvolve micro-processadores, sensores e outras tecnologias que executam funções de computação em sistemas electrónicos nos últimos 50 anos. 
 Freescale tinha acabado de lançar um novo "gadget" de guerra electrónica para sistemas de radares militares nos dias que antecederam ao desaparecimento do Boeing.  Aparentemente, esta patente seria aprovada 4 dias após o desaparecimento do vôo, e o que estaria em jogo seria exatamente o direito à patente.
O valor da patente seria dividido assim: 20% para Freescale Semiconductor  e +20% para cada um dos 4 funcionários, os quais estariam no aviãoCaso eles não sejam encontrados, a Freescale Semiconductor terá controle completo da patente. Se um detentor de patente morre, em seguida os titulares restantes dividem igualmente os dividendos do falecido, se não houver  testamento. Se quatro dos cinco morrem, então o titular da patente restante fica com 100% da patente. Os detentores de patente podem alterar o produto legalmente, passando para os seus herdeiros. No entanto, não podem fazê-lo naturalmente, até que a patente seja aprovada, o que não aconteceu, pois o avião desapareceu!
Quem são os outros 20% de acionistas da Freescale? Incluem o Grupo Carlyle de investidores da private equity, cujo conselheiros no passado incluíram o ex-presidente americano George Bush  pai, e ex-primeiro-ministro britânico John Major.
Clientes de destaque da Carlyle, incluem a Saudi Binladin Group, a empresa de construção de propriedade da família de Osama Bin Laden.
Sabe-se que uma carga altamente suspeita estava a bordo do avião em 8 de Março, declarada  "publicamente comopilhas de lítio". Por este facto, teria Moscovo notificado o Ministério de Segurança do Estado da China (MSS) da sua preocupação quanto a essa carga, e Moscovo recebeu dos chineses a garantia de que todas as medidas seriam tomadas a fim de se verificar o que estava a ser mantido tão escondido, quando a aeronave entrasse no seu espaço aéreo Chinês.

 Mas vamos a uns pormenores até agora pouco conhecidos:  O voo MH-370 foi aparentemente desviado do seu curso por controle remoto. Monitorizado por satélites e radares VKO no Oceano Índico, voou quase 3.447 km (2.142 milhas) para o atol de Diego Garcia.

A alegação, é que um controle remoto (tipo drone) pode ter sido usado para controlar o avião, a sua velocidade, altitude e direção através do envio de sinais de rádio sem a interferência dos pilotos. 
Ora, os EUA têm tecnologia capaz para desviar o avião para a sua base em Diego Garcia, ou para outra base qualquer, pois esta aeronave 777-200ER Boeing está equipada com um sistema fly-by-wire (FBW), que substitui os controles de vôo manuais convencionais de uma aeronave, com uma interface electrónica (controlo remoto) que lhe permite controlar qualquer aeronave deste tipo.


 DIEGO GARCIA
Entretanto; Moradores nas Maldivas, afirmam ter visto um avião a voar baixo às 6:15h em 8 de Março, cuja descrição é aproximada do MH-370. Um especialista em aviação local, disse que provavelmente o avião teria sobrevoado as Maldivas. A possibilidade de qualquer aeronave sobrevoar a ilha no tempo e hora relatados, é extremamente baixa, acrescentou o especialista.

KUDA-HUVA
Testemunhas oculares do Kuda Huvadhoo, concordaram que o avião estava a voar de Norte para Sudeste, em direção ao extremo sul das ilhas Maldivas. Também confirmaram o barulho incrivelmente alto que o avião fez quando voou sobre eles. Sabe-se que o avião, após ficar incontactável, passou para uma altitude de 3.000 pés, naturalmente para escapar à maioria dos radares.
Habitantes das Maldivas: "Eu nunca vi um avião voar tão baixo sobre a nossa ilha". "Vemos hidroaviões, mas tenho a certeza de que este não era um desses", disse uma testemunha ocular. "Algumas pessoas saíram das suas casas, para ver o que estava a causar este barulho tremendo".  Tudo indica que o avião desaparecido estará em Diego Garcia, uma base militar muito peculiar e importante dos EUA. 
A matemática para a quilometragem e o tempo vôo, coincidem perfeitamente com os factos apresentados aqui, para mostrar que essa busca permanente de um avião que caiu no oceano é simplesmente um logro. Acho que isto resume tudo sobre esta farsa, montada para encobrir algo secretamente muito pesado. Talvez um dia venhamos a conhecer os motivos desse desvio de rota. Basta ficarmos atentos. Temos que pesquisar e compreender o "modus operandi" de e como nos enganam com tanta facilidade.

PS- A quando do meu primeiro artigo sobreeste assunto, recebi uma opinião que deixo para vossa apreciação, e que coincide com esta hipótese. Neste primeiro artigo, foi dito que seriam técnicos americanos que iriam a bordo, mas não, esses técnicos afinal são malaios e chineses ao serviço da empresa Texana.


Por:  Laura Botelho
Não se admirem que nos próximos dias, apareçam destroços no Índico, confirmando assim a tese da queda da nave no mar. Na minha modesta opinião, o avião poderá ter estado a sofrer um desmantelamento cirúrgico em «Diego Garcia», para que esses restos sejam transportados num submarino e largados algures nas zonas de busca. Resultado oficial, "o avião espatifou-se definitivamente no Índico", assunto encerrado!

Por fim: O canal Discovery Channel
, vai emitir um documentário sobre avião Malásia 370, 'O Mistério do Avião Desaparecido’ é o nome do documentário de 60 minutos que irá para o ar no dia 13 de Abril. Naturalmente não passará por pareceres técnicos, este caso é demasiado confidencial para ser discutido em público.


O grande golpe dos bancos nos contratos de financiamento



O grande golpe dos bancos nos contratos de financiamento e a resistência do judiciário: quem será o primeiro vencedor?

Alguns bancos vêm cobrando mais do que devem, mas disso você já desconfiava. Hoje você passa a contar com uma prova: O Grande Golpe dos Bancos. Em alguns contratos bancários, os números não batem. Quando se calcula o valor financiado usando a mesma forma de capitalização do banco ou da financeira, chegamos a um resultado diferente daquele que está no contrato.

Em síntese, o banco cobra, por parcela, uma quantia maior do que o valor correto, tal como juros ou encargos embutidos, não previstos em nenhuma cláusula do contrato.

Do Golpe no Contrato Bancário                                                                                                


Para ilustrar o golpe, levado a cabo em muitos financiamentos, veja-se trecho de contrato de financiamento eivado de fraude do próprio banco no cálculo de suas prestações:

 
O Grande Golpe dos Bancos nos contratos de financiamento e a resistncia do Judicirio Quem ser o primeiro vencedor
Em resumo, essas cláusulas dizem:


 
1.O valor financiado é de R$ 36.130,40, a ser pago em 48 parcelas;
2. A taxa de juros é de 1,56% mensais e 20,41% anuais;
3. Há capitalização mês a mês pela tabela Price;
4. Os R$ 36.130,40 financiados serão pagos em 48x pela aplicação da taxa de juros de 1,56% mensais, que, pela capitalização mensal, culminam em 20,41% ao ano.
5. Com esses dados, calculamos que o valor de cada uma das suas 48 parcelas é de R$ 1.080,19.


 
Porém, ao se cotejar esses números, taxa de juros e número de meses do financiamento com a matemática, percebe-se o erro.


 
Coloquemos a taxa de juros, o total financiado e a quantidade de prestações na ferramenta de cálculo do Banco Central do Brasil. Ela nos fornecerá o valor da prestação:
O Grande Golpe dos Bancos nos contratos de financiamento e a resistncia do Judicirio Quem ser o primeiro vencedor
Conforme se observa do cálculo, o valor correto da prestação no contrato copiado acima é de R$ 1.074,97. 



O banco, no entanto, cobra R$ 1.080,19. Ao final do contrato, o consumidor contemplado no instrumento contratual, elaborado unilateralmente banco, pagará R$ 250,00 a mais do que o valor correto.

De onde vem esse ônus?! De lugar nenhum, é pura e simplesmente inexplicável!
Lembremos que o valor do financiamento já inclui todas as taxas, tarifas, encargos e tributos contratuais, todos eles considerados no cálculo.

Da Forma de Cálculo


 
A metodologia é transparente e, portanto, o cálculo pode ser reproduzido em caso de dúvida (como de fato reproduziremos em artigo futuro, parcela a parcela).
Não se pretende aqui questionar a capitalização mensal de juros; a questão é absolutamente outra. O cálculo pela ferramenta do Bacen utiliza o sistema de amortização Price, o mesmo utilizado por bancos e financeiras em praticamente todos os contratos de financiamento de veículo — o contrato em apreço não foge à regra.

 
Veja-se a fórmula utilizada pela calculadora do Bacen:
O Grande Golpe dos Bancos nos contratos de financiamento e a resistncia do Judicirio Quem ser o primeiro vencedor
O rombo contratual demonstrado destoa em muito da margem de erro infinitesimal da ferramenta do Banco Central. A magnitude da má-fé do banco ao cometer esse erro de cálculo ficará para um próximo artigo.

Conclusão


 
Alertei no início que hoje você iria ter uma prova de que os bancos cobram mais do que devem, e você mesmo assim talvez não esperasse um golpe tão furtivo dessa magnitude. 

 

Entre os bancos que praticam o golpe, ele parece estar inserido em todos os contratos de financiamento, tanto de correntistas quanto de não-correntistas.  Muitos consumidores que contrataram um financiamento para adquirir carro próprio foram enfiados em uma fossa à qual não pertencem e, ante a inércia do Judiciário, os bancos e financeiras são beneficiados pela própria torpeza.

 


Submeter números a um jurista provoca natural aversão, mas não há como evitar, faz parte da vida e dos julgamentos. Infelizmente, os magistrados têm julgado pela improcedência das ações que objetivam a declaração da inexigibilidade do excedente, restituição do montante a maior já pago e, consectariamente, dos danos morais sofridos pelo consumidor ao ser lesado por uma gigante financeira em um contrato de adesão.

 

Não se tem notícia de nenhuma decisão de procedência do pleito pela correção do cálculo, nem mesmo em primeiro grau. Mesmo para quem acredita que o direito é pura ciência, desejo boa sorte, pois parece necessária. Na defesa dos mais fracos, quem será o primeiro vencedor? Para mim, quem tiver a coragem de lutar já o é.


Crédito: Devo a percepção aos amigos Eduardo Bolzon Adolfato, Igor Jurkevicz e Leonardo Marçal Ribeiro.

Fonte: Antoine Youssef Kamel - JusBrasil
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Manifestações dos trabalhadores contra a política salarial do governo do 'partido dos trabalhadores'(?), supera as contrárias à Copa 2014

BLOG PRONTIDÃO


Protestos contra o Mundial têm adesão menor do que os de categorias profissionais

Após um ano, número de manifestantes registrou queda

 As manifestações convocadas nos últimos dias para mostrar insatisfação com os gastos da Copa do Mundo tiveram hoje menos adesão do que os protestos promovidos país afora por sindicatos grevistas e associações de classe.  
Em São Paulo, por exemplo, cerca de 1.200 pessoas se reuniram na Avenida Paulista, no fim da tarde, para protestar contra o Mundial. Mais cedo, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) juntou 6 mil manifestantes e bloqueou cinco vias de grande fluxo. No Rio, os protestos feitos por professores, em greve, e rodoviários foram mais populares do que o feito contra a Copa do Mundo, na Central do Brasil. 
O ato realizado no início da noite ganhou força após a adesão de parte dos outros movimentos. Em Brasília, não mais de 300 pessoas participaram dos atos realizados tanto pela manhã quanto pela tarde contra o Mundial. 
Apesar disso, houve momentos de tensão nos protestos contra a Copa tanto em São Paulo quanto no Distrito Federal.

 Manifestação “Não vai ter Copa” no Rio Domingos Peixoto / O Globo



O governo avaliou que os protestos que aconteceram nesta quinta-feira em diversas capitais do país não surtiram o efeito esperado pela oposição, que esperava ver muitos manifestantes na rua. No entendimento do governo, "faltou gente". Internamente, a presidente Dilma Rousseff e seus principais assessores comemoraram o fato de que poucas pessoas protestaram. Mesmo assim, o governo continua cauteloso quanto à Copa, pois acredita que as manifestações podem ganhar mais adesões.

Na capital paulista, o protesto contra o Mundial começou às 17h, na Avenida Paulista, e tinha como destino o estádio do Pacaembu. Por volta das 19h30, um pequeno grupo de mascarados furou o cordão de isolamento da Polícia Militar e ateou fogo em latas de lixo. Depois quebrou os vidros e invadiu pelo menos uma concessionária de veículos. Por volta das 21h, quando a manifestação chegou ao fim, a polícia contabilizava 27 pessoas detidos - 20 deles com martelos e coquetéis molotov - e quatro feridos.


O ato havia sido convocado pela internet pelo Comitê Popular da Copa em São Paulo, organização formada por vários movimentos sociais, mas muitas pessoas com rosto coberto e roupas pretas se juntaram ao evento. Com o início do tumulto, no entanto, o protesto se dividiu em dois. Uma parte dos manifestantes continuou a passeata, de forma pacífica, até o Pacaembu, e outros abandonaram o ato por causa do vandalismo. A estação de metrô Paulista ficou fechada por 20 minutos.




Até as 21h, haviam sido registrados dois focos de confusão. O primeiro foi na Rua da Consolação, onde um grupo destruiu os vidros de uma concessionária, em frente ao Cemitério da Consolação, e depredou alguns veículos. Duas agências bancárias também foram atacadas. 


Alguns manifestantes ainda obrigaram passageiros a descer de um ônibus que passava pela via, e outros colocaram fogo em sacos de lixo. A PM reagiu disparando balas de borracha e bombas de efeito moral. - Eles chegaram chutando a porta, gritando e quebrando tudo. Fui lá para dentro, então eles não me viram. Se não, podiam ter me agredido - disse o porteiro da concessionária, Diogo Silva. O segundo foco de tumulto aconteceu na Avenida Paulista, onde uma guarita da PM foi destruída por vândalos.

Manhã caótica




O dia em São Paulo começou com trânsito complicado por causa da adesão às outras manifestações. Todas, entretanto, aconteceram sem tumulto. A maior foi organizada por cerca de 5 mil professores da rede municipal de ensino, em greve desde o último dia 23, que fizeram uma passeata que interditou vias importantes da cidade, como a Avenida 23 de Maio, no fim da tarde. A multidão saiu da porta da Secretaria Municipal de Educação e seguiu até a Prefeitura de São Paulo. Eles reivindicam reajuste salarial.

Pela manhã, cerca de 6 mil integrantes do MTST se dividiram por cinco pontos da capital paulista, incluindo os arredores da Arena Corinthians, o Itaquerão, palco do jogo de abertura da Copa do Mundo, no dia 12 de junho. Eles atearam fogo a pneus e reivindicaram tanto moradias do Minha Casa Minha Vida [conhecido popularmente como Bolsa-cortiço.] quanto a desapropriação do terreno do acampamento "Copa do Povo", que fica perto do estádio


O movimento prometeu realizar outro grande protesto, desta vez unificado, na próxima quinta-feira. Outra entidade de sem-teto fechou por uma hora e meia a rodovia Anhanguera, uma das mais importantes da cidade.



Também em campanha por reajuste salarial, os metroviários de São Paulo fizeram uma passeata pela manhã na região central da capital. O destino foi a Secretaria de Transportes Metropolitanos do governo estadual. Na madrugada, o grupo caminhou com tochas pela região. 


No bairro da Mooca, na Zona Leste, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi da Cruzes levou às ruas cerca de 100 trabalhadores. Eles cobravam melhorias de salário e de condições de trabalho.

Em Brasília, militantes do MTST ocuparam pela manhã a sede da Terracap, companhia imobiliária do governo do Distrito Federal e proprietária do Estádio Nacional Mané Garrincha, sede de jogos da Copa. O prédio fica próximo ao Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal. Segundo a PM, cerca de 200 pessoas participaram do ato em frente ao prédio, mas a ocupação do hall de entrada do edifício durou apenas 20 minutos.

A Polícia Militar chegou a entrar em confronto com os manifestantes com o uso de spray de pimenta e cassetetes, para que a entrada do prédio fosse liberada. Segundo o comandante do 3º batalhão da PM, coronel Marcus Koboldt, não mais de 30 manifestantes invadiram a Terracap. 


A PM pediu que eles saíssem do local e, após uma negativa do grupo, os PMs usaram sprays de pimenta e cassetetes. Segundo o comando da PM, às 9h40, o grupo já estava fora do prédio. Três manifestantes teriam agredido policiais, segundo o comandante da operação. Um dos manifestantes mostrou marcas de cassetete.

O protesto em frente ao edifício continuou, vetando a entrada dos funcionários da Terracap no prédio. Dos participantes da manifestação, a PM calcula que algo próximo a 80% eram mulheres e crianças. - Uma total irresponsabilidade por parte das mães ao colocarem essas crianças em risco - criticou o coronel Koboldt.  



[essas mães são iguais, ou até piores, que Graciele Boldrini - madrasta do garoto Bernardo assassinado em Três Passos.
Também são iguais ou piores à mãe do garoto Joaquim - assassinado em São Paulo, pelo padrasto com a conivência da mãe, com uma superdose de insulina.
São mães covardes, irresponsáveis, que usam os próprios filhos como escudo para fazerem badernas.
Certamente quando essas crianças crescerem vão ser treinadas pelas mães a praticarem assaltos nos semáforos.]

O grupo reivindicava terrenos para a moradia de 1.600 famílias e protestava também contra a Copa do Mundo. - O governo gasta bilhões de reais com estádios: cadê a moradia, cadê a saúde, cadê a educação? - questionava o vigilante Elienildo Araújo, de 36 anos, integrante do movimento.

No começo da noite, um grupo de 100 manifestantes partiu da rodoviária do Plano Piloto em direção ao estádio Mané Garrincha. Ao chegarem ao local, fixaram 12 cruzes com os nomes dos operários mortos na construção dos estádios da Copa. O protesto foi pacífico.

Diferentemente do ano passado, quando as manifestações foram marcadas pela rejeição aos partidos políticos, a maioria dos participantes do protesto realizado ontem em Brasília era ligada ao PSTU e ao PSOL. Havia também integrantes do MTST e do Comitê Popular da Copa.

'Educação padrão Fifa'


A manifestação contra a Copa do Mundo realizada hoje no Rio teve cerca de 1.300 participantes, segundo a Polícia Militar. Eles caminharam da Central do Brasil até a porta da prefeitura, na Cidade Nova, fechando a Avenida Presidente Vargas durante quatro horas. 


Apesar da presença de um grupo de 50 mascarados, muitos deles com pedras portuguesas nas mãos, apenas um pequeno tumulto aconteceu nas proximidades da prefeitura.

Policiais do Batalhão de Choque chegaram a atirar bombas de gás lacrimogênio, e os protestantes se dispersaram. Mais tarde, eles voltaram à Central do Brasil. O grupo empunhava faixas e bandeiras contra os gastos com a Copa, pedia educação e saúde pública "padrão Fifa".  


Gritava palavras de ordem exigindo o fim da Polícia Militar. Quem sofreu foram as pessoas que tentavam voltar para casa.  


Além da marcha contra a Copa, outras duas manifestações realizadas no Centro - de rodoviários e professores da rede pública em greve - interditaram ruas e avenidas. 


No fim do dia, integrantes dessas categorias acabaram se juntando a quem protestava contra o evento esportivo e engrossando a adesão a ele.



Fonte: O Globo

Lula, cala a boca, por favor - governo covarde


Lula é o rei das pérolas. E dizer que a compra da refinaria de Pasadena foi um bom negócio é mais uma para a sua lista 

Você com essa fala então afirma que Pasadena foi bom para a Petrobras da mesma maneira que o mensalão não existiu


Lula, aproveita que estou calmo e um tanto quanto educado, pois no seu caso a Educação passou longe. E aqui é sem trocadilhos. Ou é com? Já nem sei mais. Na verdade, você nunca foi muito gentleman no tratar com as pessoas. Até me chamou de idiota quando atacou quem criticava o Bolsa Família.



Mas isso é página virada. Quer dizer mais ou menos, mais ou menos.Então quer dizer que agora sua santidade acha que a compra de Pasadena foi um bom negócio? 
 Anuncia agora no Bom Negócio então, “papito” e tenta vender de volta. Lula, você é o rei das pérolas. Essa é mais uma para a sua lista, que não termina nunca.


É claro que mais uma vez você vai gritar que tudo o que foi feito sob o seu governo e no da Dilma também – e a compra de Pasadena foi feita enquanto você era presidente, foi feito com o maior rigor e idoneidade possível que um governo transparente como o seu poderia fabricar. Mas isso na sua cabeça. 


E que tudo o dizem contra é produto da inveja e da vontade de manchar o PT & Cia. E agora tem uma novidade né, Lula? Tem gente querendo fazer caixa dois com as denúncias. E para com isso de que em toda eleição aparece alguém com uma denúncia contra a Petrobras. Se tivesse sumido um clipe, mas não foi um clipe. Já deu, Lula. Chega disso.

[a Petrobras foi usada e muito pelo governo do Ignorantácio Lula da Silva para fins eleitoreiros e para desviar atenção de outras denúncias contra a corja petista - é bom lembrar que o Lula teve a cara de pau de anunciar que o Brasil tinha se tornado autosuficiente em petróleo.
O pré-sal foi usado exaustivamente por Lula para fins de promoção do seu desgoverno - e desde quando o gênio petista começou a vociferar as vantagens do pré-sal até hoje ainda não existe tecnologia para explorar o petróleo daqueles campos.
Parece que será mais fácil explorar petróleo em Marte e transportar para a terra do que retirar do pré-sal.]

 
Você, com essa fala, então afirma que Pasadena foi bom para a Petrobras, da mesma maneira que o mensalão não existiu. Sinceramente, só falta dizer que se foi bom para a Petrobras, foi bom para o Brasil. E se foi bom para o Brasil, foi ótimo para o povo. Será que não está faltando outro sujeito na frase? Ou melhor, acho que estaria faltando um adjunto ad nominal de lugar: tipo o bolso de alguns.

E Lula, que está de passagem pela Bahia, onde participou da inauguração do campus da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, em Salvador, disse mais uma vez que Dilma será reeleita “para a desgraça” das elites


E nesse momento tenho que dar meu braço a torcer e concordar parcialmente com Lula. Se realmente for a Dilma a verdadeira candidata e ela for reeleita, será realmente uma desgraça, mas não para as elites, e sim para o Brasil. E caso seja Lula o candidato e ele seja eleito, aí meu amigo, vira uma hecatombe.

Mas pelo conjunto da obra, cala a boca Lula.

Depois de Pasadena...

E caso seja Lula o candidato e ele seja eleito, aí meu amigo, vira uma hecatombe
Não bastasse o escândalo de a compra de Pasadena ser defendida por Lula como um bom negócio, queria saber o que ele diria agora quando o Tribunal de Contas da União (TCU) descobriu irregularidades – demorou um pouco né? – e má gestão em uma obra anunciada com orgulho, em 2010, no Maranhão, terra do cão sarnento?

Fala, Lula. Fala agora alguma coisa! Agora sou eu quem está pedindo. Tá revogado momentaneamente o cala boca, Lula.

 
No início de 2010, foi feito uma grande festa, com direito a discurso para o lançamento da pedra fundamental da Refinaria Premium I, em Bacabeira, a 60 km de São Luis. Seria a maior refinaria do Brasil, produziria 600 mil barris/dia e empregaria 25 mil pessoas no ápice das obras e estaria em pleno funcionamento em 2016. Na época Lula era o presidente do Brasil e Dilma era ministra da Casa Civil. 


Roseana Sarney era, e continua sendo, a governadora do Maranhão. Seu pai, o senador José Sarney, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que continua também no cargo, participaram desse circo.  


Circo porque quatro anos depois, a obra está parada e já foram consumidos R$ 583 milhões em terraplanagem, além de R$ 1 bilhão em projetos, treinamentos, transporte, estudos ambientais.  


Tudo pago com dinheiro da Petrobras. O valor estimado está cotado em R$ 38 bilhões, mas só se poderá conhecer o valor exato depois da etapa de consulta ao mercado, que ficará pronta em 2018.

Acontece que nesses quatro anos já foram feitos vários aditivos mudando valores, e com isso encarecendo mais ainda uma obra que com certeza já é mais um escândalo. Fora que com a promessa de até 25 mil novos empregos para as obras da tal Refinaria Premium I, vários comerciantes investiram pesado visando atender justamente essa demanda de serviços que seria gerada pela obra, o que não aconteceu.

E eu pergunto "E agora?". As pessoas, ou melhor, os governantes estão pouco se lixando com o todo que. No caso, são as pessoas. Eles estão preocupados com o tudo. Tudo que o lançamento de uma obra dessas poderá gerar para a imagem deles. Tipo "Foi na minha gestão que a obra aconteceu".  


E o acontecer é somente começar. Hoje, eles não estão preocupados em acabar. O acabar sempre poderá ser complicado e a culpa poderá ser posta em outra pessoa, já que numa obra vários fatores trabalham juntos ou não. E acaba-se assim: “A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser”, frase do grande filósofo Homer Simpson. A Dilma é mestra em fazer isso. Ela pode até começar, mas acabar que é o complicado. Né, Dilma?

Vai falar nada, Lula? E você, Dilma? Fala, porcaria!

 
Governo covarde!
Há tempos que se fala no governo que será preciso aumentar o imposto de bebidas, mas a essa altura do campeonato, dos muitos escândalos, da Dilma em queda, da ameaça do setor de bares e restaurantes em elevar os preços já exorbitantes em mais 12% e na demissão de 200 mil trabalhadores, resolveu-se adiar para depois da Copa esse aumento.

 
Os governantes estão pouco se lixando com o todo que no caso são as pessoas
Imagina o povo tendo que pagar mais pela sua cervejinha, pelo seu refrigerante? Fico pensando que em setembro, mês em que dizem que virá o aumento, ficará inviável se consumir bebidas em restaurantes, que hoje já nos assaltam cobrando de R$ 4,50 a R$ 6,00 – tem restaurantes que é até mais – por uma lata de 350 ml. O jeito será levar um isoporzinho básico para a churrascaria.

 
E, não querendo colocar mais gelo no refrigerante e na cerveja, acho que é tudo de caso pensado. Acompanha: já sabendo do aumento, o povo irá estocar cerveja em casa. E setembro é colado com outubro, que é mês de eleição. Então, se juntar dois mais dois, chega-se a quatro.

 
Para bom entendedor, um copo d´água basta.


Salve as baleias. Não jogue lixo no chão. Não fume em ambiente fechado.

Fonte: Opinião & Notícia BLOG PRONTIDÃO