Como falhou a estratégia de desqualificação do Ministro do TCU,
João Augusto Nardes que relata as contas de 2014, do Governo Dilma, sua
equipe “tresloucada” e sem a “menor noção” protocolou pedido para que o STF suspenda a sessão do Tribunal de Contas da União desta quarta, 07 de outubro.
POR 5 VOTOS A 2, O PLENÁRIO DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL ACABA
DE DECIDIR PELA ABERTURA DE PROCESSO POR CRIME ELEITORAL PRATICADO NAS
ELEIÇÕES DE 2014.
Como sempre acontece nesses casos, a imprensa amiga está sendo usada para preparar a degola.
Hoje
a Folha de S. Paulo publica que “petistas preveem a saída de Joaquim
Levy da Fazenda na virada do ano. E, para evitar uma despedida
traumática, desejam que ele obtenha ao menos uma vitória para chamar de
sua. Nos cálculos internos, isso reduziria a possibilidade de Levy sair
atirando”.
“Está nos jornais e nos cafezinhos ruins de Brasília uma nova
fritura de Joaquim Levy, queimado no óleo velho usado na reforma
ministerial”, diz Vinicius Torres Freire, colunista da Folha de S.
Paulo.
Ele diz também que, tirando Dilma Rousseff, “o governo
quase inteiro e os líderes do Congresso querem Levy fora. Pelo tom de
gente do Planalto, faltaria decidir nome e momento apropriados”.
Na ação de impugnação de mandato eleitoral (AIME), aberta hoje
pelo TSE, o PSDB acusa a chapa encabeçada por Dilma Rousseff de abuso de
poder político, econômico e fraude na campanha de 2014.
A acusação mais grave é justamente o financiamento da eleição petista com dinheiro do petrolão.
O STF (Supremo
Tribunal Federal) negou nesta terça-feira (6) um pedido da defesa de
executivos da empreiteira OAS para que o tribunal tirasse das mãos do
juiz do Paraná Sérgio Moro investigações do esquema de corrupção da
Petrobras referentes à atuação deles.
“Sérgio Moro fica a frente das investigações na Operação Lava-Jato, decidiu Supremo Tribunal Federal”
A decisão foi tomada pela segunda turma
do tribunal e confirmou entendimento do ministro Teori Zavascki, relator
da Lava Jato no STF.
A OAS alegava que os fatos investigados
pelo juiz Sérgio Moro apontando a existência de um cartel já eram alvos
de análise em inquérito aberto no STF para investigar a atuação de uma
organização criminosa que desviou recursos da estatal e, portanto,
haveria usurpação de competência do STF. A empreiteira requeria que o
caso ficasse sob os cuidados do Supremo.
Zavascki argumentou que o STF, no início
das investigações, fez uma divisão do processo, estabelecendo que fatos
do esquema de corrupção da Petrobras que não tivessem relação com
parlamentares seriam concentrados pela Justiça do Paraná.
“O que eu demonstro no meu voto é que,
embora os fatos investigados relacionem-se ao inquérito [do STF] –e que
existe um inquérito grande aqui para investigar o sistema de
fornecimento de propina e eventual organização– isso realmente tem
conexão com muitos outros fatos isolados que foram desmembrados”,
afirmou Teori.
“Embora haja essa relação, a atuação do
magistrado ocorreu em conformidade ao acertado pela corte. Não foi
comprovada ocorrência de investigação direta de parlamentares por parte
do juiz. Não houve, portanto, usurpação de competência”, completou.
Em agosto, a Justiça Federal no Paraná
condenou cinco executivos da empreiteira OAS por corrupção, lavagem de
dinheiro e formação de organização criminosa. Eles deverão cumprir pena
de até 16 anos de reclusão.
Entre os condenados estão o presidente
da empresa, José Aldemário Pinheiro Filho –o Leo Pinheiro– e Agenor
Franklin Magalhães Medeiros, que era diretor da área internacional da
OAS.
Os desvios cometidos pela OAS chegaram a
cerca de R$ 30 milhões, sustenta o Ministério Público Federal –dinheiro
obtido em contratos da Petrobras. A propina veio de duas obras da
estatal: a Repar (Refinaria Getúlio Vargas, no Paraná) e a Rnest
(Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco).
Segundo a denúncia, a OAS pagava 1% de
propina sobre o valor dos contratos com a estatal ao ex-diretor de
Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Junto com outras
empresas, a empreiteira acertava o valor das licitações e seus
vencedores, viabilizando, assim, o esquema.
Com a recessão e a
valorização do dólar, o Brasil vai terminar o ano como a nona maior
economia mundial, prevê o FMI (Fundo Monetário Internacional).
Veja dentro da matéria o gráfico completo da queda do Brasil… uma vergonha para o nosso povo.
Com a recessão e a valorização do dólar, o Brasil vai terminar o ano
como a nona maior economia mundial, prevê o FMI (Fundo Monetário
Internacional).
O país, que tinha o sétimo maior PIB
global no ano passado, não apenas será ultrapassado pela Índia, como o
próprio Fundo previa em suas projeções de abril, como também ficará
atrás da Itália.
A última vez que o Brasil não ficou
entre as oito maiores economias mundiais foi em 2007. Naquele ano, o
país tinha o décimo PIB global, mas a crise americana veio logo a
seguir, arrastando a economia europeia e derrubando os PIBs de Espanha e
Itália, que antes estavam à frente do brasileiro.
Pelos cálculos do FMI, o PIB brasileiro
será de US$ 1,8 trilhão neste ano, o menor, em valores correntes, desde
2009. No ano passado, ele ficou em US$ 2,3 trilhões.
DESCENDO – Brasil vai terminar ano como a nona maior economia mundial, prevê FMI.
PIBs em 2015, em US$ trilhões
O declínio do Brasil no ranking das
maiores economias globais deve-se em parte à recessão atual. O Fundo
prevê que a economia brasileira vai encolher 3% neste ano, dois pontos
percentuais mais que na sua estimativa de abril (quando solta relatório
global semestral) e 1,5 ponto percentual mais que na projeção mais
recente, de julho.
Outra parte importante deve-se ao dólar,
que subiu mais de 50% em relação ao real neste ano, chegando a
ultrapassar recentemente a casa dos R$ 4, em meio a tensões externas
(expectativa de aumento dos juros nos EUA) e principalmente internas
(dificuldades do governo nas suas relações com o Congresso e dúvidas
sobre o cumprimento da meta fiscal).
Como os cálculos do FMI para comparação
global são feitos em dólar, variações bruscas na cotação da moeda
americana têm impacto na medição do PIB de cada país.
Corte deve confirmar na noite desta terça a abertura de uma ação de impugnação do mandato da petista e de seu vice, Michel Temer
A
ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Tribunal Superior Eleitoral
(TSE), negou nesta terça-feira um recurso em que o PT pedia que fosse
anulada a determinação de se investigar suspeitas de irregularidades
praticadas pela campanha à reeleição da presidente
Dilma Rousseff.
Na última semana, o partido havia apresentado um
mandado de segurança contra a decisão do ministro Gilmar Mendes de
determinar investigações da Polícia Federal e da Procuradoria-geral da
República contra a campanha da petista.
O PT alegava que a iniciativa
de Mendes seria ilegal porque as contas da campanha da chapa Dilma
Rousseff-Michel Temer já haviam sido aprovadas, por unanimidade, em
dezembro do ano passado e transitado em julgado, situação em que não
seria mais possível apresentar recursos. Gilmar Mendes utilizou dados da Operação Lava Jato, como as suspeitas de que dinheiro
desviado de contratos com a Petrobras pela UTC Engenharia teria
abastecido os cofres da campanha petista, para pedir investigações.
Em
delação premiada, o empreiteiro Ricardo Pessoa afirmou que foi
pressionado pelo então tesoureiro Edinho Silva, atual ministro da
Secretaria de Comunicação, a fazer uma doação de 7,5 milhões de reais
para a campanha a fim de garantir que continuasse a ter contratos com a
Petrobras.
Na noite desta terça, o plenário do TSE deve impor um grande revés ao governo ao confirmar a abertura de uma ação
de impugnação do mandato da petista e de seu vice, Michel Temer e dar
continuidade ao processo que pode levar à cassação do mandato da petista
por abuso de poder político e econômico. O processo é uma ação de
investigação de mandato eletivo apresentada pelo PSDB logo após as
eleições de 2014 em que o partido acusa a chapa Dilma-Temer de
irregularidades.
Quatro dias após
aumentar o espaço do PMDB na Esplanada dos Ministérios, o governo sofreu
sua primeira derrota no Congresso Nacional no início da tarde desta
terça-feira (6) ao não conseguir assegurar quórum suficiente para
colocar em votação os vetos da presidente Dilma Rousseff a projetos das
chamadas pautas-bomba.
O
Palácio do Planalto considerava essa a primeira prova da fidelidade da
base após a última reforma ministerial que cedeu sete ministérios ao
maior partido da base aliada.
“Isso mostra que a instabilidade
política e a ingovernabilidade permanecem”, afirmou durante as
discussões o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE).
Com um sexto dos deputados e senadores
no plenário, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros
(PMDB-AL), abriu a sessão. Contudo, suspendeu as discussões por 30
minutos, conforme previsto no regimento comum das duas Casas
Legislativas, já que não havia o quórum mínimo de 257 deputados e 41
senadores para votação.
Ainda sem quórum para deliberar após esse período, cancelou e remarcou outra sessão para amanhã, no mesmo horário.
Desde semana passada, quando impasses
entre Renan e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha
(PMDB-RJ), inviabilizaram a sessão do Congresso, o deputado peemedebista
tem atuado para esvaziar a sessão desta terça.
CHATEADO
Segundo aliados, Cunha está chateado
porque o senador se recusou a colocar em votação o veto de Dilma ao
financiamento privado de campanha.
Ciente dos movimentos do
correligionário, antes do abrir os trabalhos do Congresso hoje, Renan
ligou para Eduardo Cunha e avisou a ele que, caso não conseguisse
atingir o quórum necessário para colocar os vetos em votação nesta
terça, convocaria outra sessão para quarta-feira (7).
Na segunda-feira (5), o Palácio do
Planalto agiu para enfraquecer os dissidentes e viabilizar a votação, de
forma a assegurar a manutenção de vetos presidenciais. A pedido de
Dilma, o núcleo político do governo procurou deputados e reuniu líderes
da base aliada para pedir que comparecessem à sessão legislativa.
A avaliação do governo é que seria mais
fácil garantir maioria para manter os vetos de Dilma nesta semana, antes
do julgamento do TCU (Tribunal de Contas da União) às contas de 2014 da
presidente.
Segundo governistas que estiveram no
Planalto na noite de segunda, adiar a sessão para a próxima semana é um
movimento arriscado, já que um eventual rejeição das contas pode
deflagrar a base.
Os vetos que deveriam ter sido
apreciados nesta terça representam um impacto de R$ 63,2 bilhões para os
cofres públicos até 2019. Os projetos preveem reajuste salarial médio
de 59,5% aos servidores do Judiciário, extensão a todos os aposentados
da política de valorização do salário mínimo e dedução de Imposto de
Renda de professores na aquisição de livros.
Os movimentos resolveram cobrar uma postura mais clara e enérgica do PMDB em relação ao impeachment.
Segundo
eles, “os brasileiros não ficarão assistindo calados ao balcão de
negócios estabelecido pelo PMDB em troca de apoio ao frágil governo de
Dilma Roussef e ao cambaleante PT”.
O pessoal da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, do Vem Pra Rua e do MBL produziran o vídeo abaixo:
A votação pela abertura da ação de impugnação de mandato eletivo
(AIME) contra a chapa de Dilma é retomada após o pedido de vista de
Luciana Lóssio, a ministra da cobertura.
A votação parou com 4 a 1
votos favoráveis à abertura da ação. Lóssio vota preliminarmente pela
reunião das quatro ações contra Dilma que tramitam contra a campanha
petista - sugestão de Luiz Fux, aquele que mata no peito.
Durante Sínodo, o pontífice pregou o amor entre homem e mulher, condenou a solidão, o divórcio, o aborto e o consumo
O Dia
Vaticano - O papa Francisco condenou o divórcio, pregou que o casamento
tem que ser indissolúvel e reiterou que a família é formada por um
homem e uma mulher, neste domingo, durante o Sínodo Ordinário para a
Família, em uma missa na Basílica de São Pedro.
“Este é o sonho de Deus
para sua amada criação: vê-la cumprida na união de amor entre um homem e
uma mulher, regozijando-se em sua jornada compartilhada, fecunda em sua
doação recíproca”, disse o Papa. O pontífice completou: “Parece que as
sociedades mais avançadas são precisamente as que têm a porcentagem mais
baixa de taxa de natalidade e a maior média de abortos, de divórcios,
de suicídios e de poluição ambiental e social.”
O
Sínodo acontece depois de acontecimentos polêmicos. No sábado, o
Vaticano suspendeu das funções o padre polonês Krysztof Olaf Charamsa,
de 43 anos, que anunciou sua homossexualidade para a imprensa. No último
dia 30, o Vaticano também confirmou o encontro
secreto de Francisco com uma tabeliã do estado norte-americano do
Kentucky, que foi presa por se recusar a emitir licenças matrimoniais
para casais gays.
Papa Francisco abriu o Sínodo Ordinário para a Família com missa na Basílica de São Pedro, no Vaticano
Foto: Efe
Em sua homilia, o papa chamou a “buscar, acolher e acompanhar” o ser humano atual
“em um contexto social e matrimonial bastante difícil.” O pontífice
analisou o contexto social em que a família está inscrita atualmente e,
em seu discurso, se centrou em três aspectos: a solidão, o amor entre o
homem e a mulher e a família.
Francisco falou da solidão como “o drama
que ainda aflige muitos homens e mulheres”, os idosos, as pessoas
abandonadas por seus parceiros, os imigrantes que fogem da guerra e os
jovens “vítimas da cultura do consumo.”
O papa descreveu uma sociedade
globalizada que, paradoxalmente, adoece da ausência “do calor do lar e
da família, em que cada vez mais pessoas se sentem sozinhas e se
encerram no egoísmo, na melancolia, na violência destrutiva.” Quanto ao
amor entre homem e mulher, ele afirmou que “nada faz mais feliz um homem
do que um coração que se assemelhe a ele, que o corresponda, o ame e
que acabe com a solidão.”
A XIV Assembleia Geral
Ordinária do Sínodo de Bispos terminará em 25 de outubro e, nestas três
semanas, os 270 padres sinodais, entre cardeais, bispos, párocos e
religiosos, abordarão questões que rodeiam ao âmbito familiar. Entre os
temas estão: ‘Escutar os desafios da família’, ‘O discernimento das
vocação familiar’ e ‘A missão da família de hoje em dia’.
Ok,
caro Papa Francisco, creio que no fundo ninguem vai se opor a esta
declaração (homem e mulher), maasss, quero ver o senhor arrebanhar fiéis
que concordem com a parte do CASAMENTO INDISSOLUVEL, principalmente na
latrina terceiromundista - Brasil - onde segundo as ultimas pesquisas,
57% população afirma ja ter traído o seu respectivo conjugê, o numero de
divórcios cresceu 75% nos ultimos anos, mais da metade nao chega nem a
15 anos, e 20% nao completam nem ... 4 anos!!!! E o principal de tudo ja
que o assunto é familia: Separações conjugais estão no topo de qualquer
lista de coisas mais nocivas a uma familia. É o fim da idealização de
familia!
E
AÍ REDE GLOBO CATÓLICA VÃO CONTINUAR APOIANDO CASAIS GAY A CONSTITUIR
FAMILIA?? OU O PAPA ESTA ERRADO EM AFIRMAR QUE FAMÍLIA É : HOMEM +
MULHER = FILHOS.... ESSA É A FAMÍLIA QUE DEUS CRIOU...
A operação desencadeada para submeter o Tribunal de Contas da União à
vontade dos delinquentes no poder é, simultaneamente, um tapa na cara
do Brasil decente, uma afronta ao Estado Democrático de Direito e outra
prova material de que segue em vigor o primeiro mandamento da seita que
tem em Lula seu único deus:não há limites para a canalhice.
Imobilizar o xerife e livrar o bandido do castigo iminente ─ é essa,
em sua essência, a estratégia que orienta a manobra concebida para
afastar do processo o relator Augusto Nardes. É mais que uma chicana de
deixar ruborizado qualquer rábula de porta de cadeia.É coisa de
quadrilheiro transformado em roteirista de um faroeste à brasileira. É,
sobretudo, a confissão de culpa que encerra o assunto.
Só procura mudar as regras do jogo em andamento gente que se sabe
condenada à derrota. O golpe tramado no Planalto para impedir (ou ao
menos adiar) o julgamento da contas de 2014 comprova que o estoque de
espertezas dos bacharéis governistas se esgotou. As desculpas
esfarrapadas e os álibis mambembes forjados por Dilma Rousseff e seus
doutores foram demolidos pelos fatos.
Não há como contestar o conteúdo devastador do relatório do ministro
Augusto Nardes. Infestadas de vigarices, ilegalidades orçamentárias e
bandalheiras fiscais, as contas analisadas por Nardes seriam reprovadas
até num exame de admissão ao Jardim da Infância. Decidida a permanecer
no emprego, Dilma resolveu fazer o diabo para escapar da provável nota
zero que vai reduzir a distância que a separa do cadafalso.
Ao meter-se na conspiração forjada para algemar o TCU, desonrou mais
uma vez o cargo que ocupa e ampliou a lista de motivos para apressar o
impeachment. Quem apunhala o regime democrático para esconder pedaladas
criminosas não pode exercer o direito de ir e vir no coração do poder.
MINISTRODAJUSTIÇA ‘ESCULACHA” O TCU! DIZQUE É TRIBUNALADMINISTRATIVO E QUEGOVERNOVAIAOJUDICIÁRIOPARADESMORALIZAR A CORTEDECONTAS
” É evidente que decisões tomadas por um tribunal
administrativo, como é o TCU, são passíveis de revisão pelo Poder
Judiciário. Caberá a nós avaliar a decisão do TCU para verificar se
tomaremos essa medida” José Eduardo Cardoso entrevistado pelo Jornal o Estado de São Paulo nesta terça, 06 de out.
Mas não foi só isso que o “ministro advogado” falou ao Estadão.. o governo lutará até o fim para impedir a “politização” do julgamento do TCU sobre o balanço de contas do ano passado da presidente Dilma Roussef e criticou o PSDB. “Querem transformar um julgamento técnico em decisão de arena esportiva“. Concluiu ” Estamos há anos luz de distância de uma base jurídica para impeachment”.
O Cristalvox, sem medo, tem tratado de forma cristalina assuntos
que envolvem os militares brasileiros.
O faz de forma responsável e
baseado em fatos, informações oriundas de fontes acreditadíssimas que
usam coturno e farda. Pois saibam que os militares estão incomodados
sim. Uns mais, outros em menor intensidade. Mas o simples fato de
testemunharem um número expressivo de brasileiros “chamando” uma
intervenção faz com que a caserna fique atenta e observe esses
movimentos.
Uma coisa tem que ser entendida por todos: OS MILITARES BRASILEIROS NÃO IRÃO INTERVIR!
Eles sabem muito bem qual é o seu papel na sociedade brasileira. Não
farão nenhum movimento de “força” para colocar em risco a jovem
democracia brasileira.
“Mas os brasileiros podem ficar em paz, tranquilos”.. confidenciou um
graduado comandante ao Cristalvox. Nosso papel está “marcado na
Constituição de 1988”. O art 142 é muito claro. Ninguém vai “colocar
fogo” no Brasil. Caberá ao Supremo Tribunal Federal, em última
instância, garantir aos brasileiros o cumprimento, sem nenhum deslise
político ou ideológico do que está previsto na Carta da República.
Para o bom entendedor… Os Ministros do STF, STJ E TCU são, diante da
visão dos militares, os guardiões da Constituição. O resto é pura
conversa fiada e sonho de “golpistas” bolivariano.