segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Dilma não está defendendo a Petrobras. Está defendendo a si mesma.


 
Sim, ao defender Graça Foster, a presidente da companhia envolvida nas falcatruas como qualquer outro diretor ou técnico que estão com os bens indisponíveis, Dilma está defendendo a si mesma. Se cair a presidente da Petrobras, a lama fica mais perto dela, que foi a presidente do Conselho de Administração e tudo sabia e tudo autorizava. Não há dúvida alguma que a responsável maior pelo escândalo de Pasadena é Dilma Rousseff. Só não sobra para ela porque o estado está aparelhado.

Hoje Dilma veio com a conversa mole que não se deve usar a Petrobras politicamente. Ontem, em Osasco, estava entoando o mantra safado do PT, aquele de que a Oposição queria mudar o nome da empresa para Brax. É repugnante o cinismo da candidata. Vejam o que ela disse hoje, para proteger a sua amiga que, ao que tudo indica, é mais do que isso: é companheira e cúmplice dos malfeitos que estão acabando com a Petrobras.

"Se tem uma coisa que a gente tem que preservar porque tem que ter sentido de Estado, de nação e de país é não misturar eleição com a maior empresa de petróleo do país. Isso não é correto, não mostra maturidade. [...] Agora, utilizar qualquer factoide político para comprometer uma grande empresa e sua direção é muito perigoso".

Ela pode mentir a respeito dos adversários. E não são factóides. Há vídeo mostrando a fraude. Há gravações mostrando a farsa. Dilma quer botar mais esta sujeira para debaixo do tapete. Desta vez, não vai conseguir.
 
 

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