quinta-feira, 8 de maio de 2014

Cresce a violência nascida da intolerância e estimulada pelo desgoverno Dilma




Cresce a violência nascida da intolerância


Falar em violência no Brasil, nos últimos 30 anos, chega a ser redundância. 


 [curiosamente, em 1985, se encerrou o último Governo Militar do ciclo iniciado em 1964 e teve inicio a chamada Nova República e a corrupção, a roubalheira, a desordem começaram a campear sem controle e sempre em ascensão.] 


Há, é certo, políticas públicas que, em algumas regiões metropolitanas, como as de Rio e São Paulo, conseguiram reduzir bastante a taxa de homicídios, termômetro usual para mensurar-se o nível de segurança pública. Mas há outro tipo de violência em ascensão, algo diferente, tão ou até mais grave, a qual esses indicadores clássicos não conseguem captar na sua totalidade.

O noticiário tem trazido uma mistura indigesta de atos de pura selvageria em linchamentos espalhados pelo país. Destacou o caso não menos bárbaro do torcedor assassinado ao ser atingido por um vaso sanitário jogado de cima do estádio do Arruda, em Recife, e tem acompanhado a sucessão sem-fim de embates violentos nas ruas de grandes cidades, principalmente São Paulo e Rio. Tudo junto compõe o clima de mau humor e exasperação que toma conta do país. Parece haver no ar uma eletricidade capaz de produzir faíscas a partir de qualquer situação banal. Rixa no trânsito, fila no banco, e assim por diante.

Pode-se fixar em junho do ano passado, na explosão de manifestações de ruas, inicialmente espontâneas, o marco zero do atual processo de degradação da convivência social. Mais precisamente quando aquelas manifestações foram sufocadas pelo oportunismo de grupos radicais, 


 [grupos radicais a serviço do desgoverno Dilma, orientados pelo famigerado Foro de São Paulo, que procura, desesperadamente, pretextos para adoção de medidas radicais que consolidem o ainda incipiente domínio das esquerdas sobre o Brasil.
Tentaram em 35, em 64 e foram vencidos.Serão novamente e mais quantas vezes for necessário.] 


aproveitando-se daquela mobilização contra precariedades na infraestrutura e nos serviços públicos, para estabelecer um padrão de atos cada vez mais violentos, com depredações de bens públicos, privados e agressões. Entre os alvos, policiais e imprensa profissional. 

A intolerância também ganhou as ruas.

O ápice da escalada foi o assassinato do cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, em fevereiro, na Central do Brasil, pelo disparo criminoso de um rojão por Fábio Raposo e Caio Barbosa, dois integrantes dos grupos de vândalos que atuam nesses ataques. A devida reação das instituições de Estado, Polícia e Justiça fez arrefecer a ação de black blocs e aparentados. Mas eles estão de volta.


O motivo inicial foi a tarifa dos transportes públicos. Logo, a Copa entrou na agenda dessas organizações e, nas últimas semanas, em São Paulo e Rio, cresce nesta agenda a questão da moradia, com a atuação orquestrada, nas duas cidades, de invasores de imóveis e terrenos.


O modelo é o de sempre: ocupação, resistência e passeatas, com desfecho violento — depredações, barricadas erguidas com rapidez e logo incendiadas, para dificultar o avanço dos batalhões de choque. Qualquer grupo de poucas dezenas de pessoas tem conseguido paralisar áreas vitais de São Paulo e Rio.  


[as paralisações só ocorrem em consequência da leniência da polícia, que é motivada pelo cumprimento de  ordens superiores ou o receio dos integrantes da força policial serem acusados de qualquer ato que resulte em ferimentos ou mesmo morte dos baderneiros ou de algum transeuinte.
Desde o inicio deste século se tornou rotina a Polícia ser sempre acusada por qualquer fatalidade que ocorra em uma ação de repressão.
Morreu alguém, vitima de bala perdida ou outra fatalidade, durante um confronto PM x traficantes, baderneiros, criminosos, sempre a Polícia é responsabilizada – policiais são sumariamente presos, a palavra de um criminoso vale mais que de todos policiais integrantes da guarnição de uma viatura.
Esquecem,  os que responsabilizam a Polícia,  que não foi aquela instituição que promoveu a baderna, o confronto. Tais atos foram organizados por criminosos – traficantes, baderneiros e lixo similar – e a Polícia foi chamada para cumprir seu DEVER de restabelecer a ORDEM.
A cada ano transcorrido, desde 1985, mais se justifica mudar o dístico da Bandeira Nacional de ORDEM E PROGRESSO para ATRASO E DESORDEM.]


O Código Penal e a própria Constituição, no sentido mais amplo, têm sido revogados na prática, diante de um poder público inerte. [inerte e interessado no crescimento da baderna, da criminalidade, da anomia.]  Ou quase. É correto o cuidado das autoridades em não produzir um cadáver que possa ser manipulado a fim de turbinar os protestos. Mas a paralisia catatônica também não é a melhor postura.


Está evidente que há algo em curso, planejado, na linha da radicalização e da intolerância anárquicas. Até mesmo o atual momento de tensão em algumas favelas cariocas, em que o tráfico tenta retomar espaços perdidos para UPPs, tem sido aproveitado para se espalhar a violência em bairros da cidade, numa aliança espúria, tácita ou não, com criminosos.  


[tendo como regra geral à desmoralização da polícia; até a mãe de alguém que morre durante uma ação policial, movida pela dor da perda, se arvora em perita e sua palavra tem o ‘poder’ de confrontar um laudo oficial;
Também a ação humanitária de policiais em socorrer uma vítima de bala perdida – já morta ou agonizando – produz uma queda do corpo de uma viatura e tal gesto é interpretado de pronto como uma ação criminosa dos policiais, que são imediatamente presos.
Logo após é constatada a boa fé dos policiais, a nobreza de suas intenções, e são soltos.
Dias depois a ‘justiça’ decreta a prisão de dois daqueles policiais sob o argumento dos mesmos terem se envolvido em conflitos anteriores nos quais houve vitimas fatais.
Em outras palavras, os policiais são tratados pela má consequência do gesto humanitário de agora com base no fato de que em operações policiais havidas no passado tiveram a felicidade de matar em vez de morrerem.]


Militantes desses movimentos chegam a perseguir pessoas em locais públicos, no estilo dos grupos nazifascistas nas décadas de 30 e 40, na Alemanha, na Itália e na Áustria. 


 [militares octogenários são atacados por vândalos na saída do Clube Militar no Rio;
Oficiais com mais de 80 anos de idade são ‘escrachados’ por supostos atos que praticaram há mais de 35 anos quando tinham o DEVER de reprimir traidores terroristas e entre os que promovem e apoiam tais ‘escrachos’ tem um tal de Ivan Marx, membrodo Ministério Público.]  


Há dias, o próprio ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, conhecido pelo trânsito fácil com organizações sociais, foi afrontado por um desses militantes, no Rio. 


 [Gilberto Carvalho foi vítima do seu próprio veneno, já que ele é um dos mentores do Foro de São Paulo que tem a batuta para reger as ações criminosas dos bandidos do chamado MST = ‘movimento social terrorista.]


A questão vai, portanto, além de divergências partidárias —, embora se saiba que esquemas políticos têm aproveitado a radicalização com objetivos eleitorais. Esta infiltração é detectada há algum tempo no Rio de Janeiro. A insegurança pública ganhou, portanto, de meados do ano passado para cá, este ingrediente explosivo de organizações semiclandestinas radicais. Elas têm todo o direito de se pronunciar, mas desde que nos limites da lei. Não é o que acontece.

O clima, já ruim, se deteriora, e o surto de incivilidade em todo o país é ainda mais aprofundado pela onda de linchamentos e atos de selvageria cometidos já para além das fronteiras da barbárie. Mesmo que linchamentos sejam um trágica tradição no país, casos vinham se sucedendo até que, na segunda-feira, a dona de casa Fabiane Maria de Jesus foi trucidada por vizinhos, na periferia de Guarujá, litoral nobre paulista, por ter sido acusada, na página no Facebook do “Guarujá Alerta”, de sequestrar crianças, para sacrificá-las em cerimônias de magia negra. Era mentira. E mesmo que fosse verdade, ali o Brasil retornou à Idade Média da caça literal às bruxas, a serem incineradas em praça pública. 

[os sequestros fossem fatos e, comprovadamente, sua autoria fosse da dona de casa, o linchamento seria o remédio natural e eficaz a ser aplicado.]

O sociólogo José de Souza Martins, professor da Faculdade de Filosofia da USP, estimou, em entrevista ao “O Estado de S. Paulo”, que haja três ou quatro casos no Brasil, por semana. Souza Martins fala com a autoridade de quem estuda linchamentos há 30 anos, já tendo catalogado dois mil. O Brasil deve ser o país em que mais se faz “justiça” pelas próprias mãos, afirma o sociólogo. O sintoma de descrença no Estado é claro. Como diz o professor, em um dos seus livros: “O linchamento não é uma manifestação da desordem, mas de questionamento da desordem.”


Desordem existente porque há um poder público — todo ele, nos mais diversos níveis — incapaz de agir para que a lei seja cumprida. Por black blocs ou quem seja. Que esta sucessão de selvagerias, país afora, faça todos refletirem sobre os rumos que a sociedade toma. No caso das autoridades, elas devem redobrar a atenção com a ordem pública. Mas não se trata apenas de um caso de polícia. Há uma séria questão nisso tudo que é a percepção popular — mesmo que não seja verbalizada por todos — da falência de instituições. A situação se agrava com o péssimo exemplo dado por partidos políticos, do PT ao PSDB, pelo envolvimento de correligionários em casos de corrupção.


O mau exemplo do PT chega a ser mais daninho, por ter conquistado o poder com a aura de extrema seriedade e honestidade.  


Ao trair as promessas de defesa intransigente da ética dá grande contribuição, infelizmente, ao descrédito da população diante dos poderes constituídos. Não há culpado único por todo este drama social.

Fonte: O Globo – Editorial

BLOG PRONTIDÃO

A cada dia piora a infraestrutura brasileira




Cai nota de avaliação da infraestrutura brasileira


Segundo executivos, maior impacto do problema está no aumento de custos
A nota média de avaliação dos executivos do setor de logística para a infraestrutura brasileira caiu para 4,8 em 2013, de uma média de 5 em 2011, segundo pesquisa que o presidente do Instituto Brasileiro de Logística, Paulo Fleury, mostrou nesta quarta-feira no XII Seminário Guarani - Cenários e Perspectivas para os Mercados de Açúcar, Etanol e Energia - Safra 2014/15, em São Paulo. Em 2009 a nota era 5,2.


Segundo os executivos ouvidos na pesquisa, os maiores impactos negativos sobre a atual infraestrutura de logística são aumentos de custos (99%), aumento do prazo de entrega (99%), perda de renda (95%), inviabilização de investimentos privados (92%) e aumento de estoques (90%). "Apesar dos muitos investimentos, nunca se investiu tanto em infraestrutura no Brasil, a avaliação da nossa infraestrutura está caindo", disse Fleury. De acordo com ele, a falta de infraestrutura de logística afeta a competitividade internacional do Brasil.


Segundo Fleury, os executivos de logística acreditam que se os problemas de infraestrutura fossem mitigados, o Brasil poderia crescer mais rapidamente. "Segundo os profissionais de logística, a falta de disponibilidade de vias e modais é tão prejudicial quanto a qualidade das mesmas", disse.   


Para 49,6% dos pesquisados, o maior problema é a qualidade da infraestrutura existente. A falta de disponibilidade é apontada por 50,3%. Ainda de acordo com Fleury, desde o inicio do Programa de Aceleração do Crescimento (PACo) do governo federal, a participação das rodovias aumentou, quando deveria diminuir, porque as grandes obras não foram acabadas.  



"Nossa presidente (Dilma Rousseff) está tendo que engolir sapos porque o coração do governo não gosta do empresário. Entende que ganhar dinheiro é crime, é pecado. Mas os recursos privados nos projetos de infraestrutura não dão para fazer 15% do que ela (Dilma) gostaria de fazer", disse o presidente do Instituto Brasileiro de Logística.


A nota dos profissionais de logística ao PACo, que em 2011 era 6,2, caiu para 5,7 no ano passado. A avaliação dos empresários para a implementação dos projetos do PACo passou de 4 em 2011 para 3,9 em 2013. "Isso mostra a falta de confiança dos empresários na capacidade do governo em implementar os projetos de infraestrutura de logística por parte do governo federal" disse Fleury.


Fonte: Agência Estado  BLOG Prontidão

Lembram-se daquele investimento que a antiga TELEMAR a OI de hoje - fez na empresa do Lulinha, filho do Lula? Ainda está rendendo frutos

BLOG PRONTIDÃO



PT apela aos russos contra espionagem dos EUA e festeja que Oi cuidará da segurança de dados eleitorais


A Oi será a empresa responsável pela transmissão de dados dos Tribunais Regionais Eleitorais até o Tribunal Superior Eleitoral, onde se faz a totalização dos votos das urnas eletrônicas 101% confiáveis, embora não permitam sequer uma auditoria impressa por amostragem da votação, o que torna nosso processo eleitoral tão seguro quanto uma aposta no Cassino do Al Capone. A Embratel, do bilionário mexicano Carlos Slim, foi tirada da jogada.




 ‘CABO ELEITOREIRO’

A cúpula petista festeja a indicação da Oi para cuidar da logística de transporte dos votos. A celebração é porque, no mercado, circulam informes de que a família de Luiz Inácio Lula da Silva e aliados muito próximos do Presidentro teriam 35% das ações da empresa de telefonia. Na visão dos petistas, a isenção e comprovada competência técnica da Oi impediriam “maracutaias” contra a reeleição da Presidenta Dilma Rousseff.



Nos bastidores, petistas falam de “riscos concretos de sabotagem” na contagem eleitoral. O fantasma é atribuído à “fragilidade dos sistemas”, depois da espionagem norte-americana contra o governo brasileiro e suas estatais, denunciada por Edward Snowden, hoje exilado na Rússia, depois de ter trabalhado para a empresa Booz-Allen, prestadora de serviços para a NSA (a Agência Nacional de Segurança) dos EUA.



Focados em neutralizar os efeitos da guerra assimétrica promovida pelos norte-americanos contra o governo, os responsáveis pela “gestão de inteligência” do PT já apelam para ajuda dos russos que foram (e ainda são) os maiores adversários dos EUA no campo da espionagem e contra-espionagem. Especialistas da Rússia já prestam consultorias para os petistas na adoção de sistemas de segurança de dados e comunicações. Petistas se apavoram como informações – obtidas via espionagem norte-americana – vazam nas Operações da Polícia Federal sobre as quais o Palácio do Planalto e o Ministério da Justiça não têm controle.



A guerra não declarada entre os petistas e os EUA pode ganhar um capítulo mais tenso. Caso reeleita, Dilma já teria o compromisso de botar para funcionar um acordo militar com os russos, com objetivo de reequipar as Forças Armadas – nada amadas pelos revanchistas ideológicos do PT. A colaboração russa e a costura final do acordo – que desagradaria profundamente ao governo Barack Obama – será acertada daqui a dois meses.



O presidente da Rússia, Vladimir Putin, já confirmou presença para assistir à final da Copa do Mundo da Fifa, no Maracanã, no dia 13 de julho, como convidado especial da Presidenta Dilma Rousseff e do Presidentro Lula da Silva (que não vai perder a boquinha). Putin não vem só para ver a bola rolar. Oficialmente, participará da Conferência de Cúpula dos Brics, que Dilma preferiu realizar em Fortaleza, para ficar mais longe do eixo Brasília-Rio-São Paulo, tão bem “monitorado” pelos variados esquemas de espionagem.



Em terras cearenses, longe dos olhares profanos dos espiões, Dilma espera fechar um grande acordo de cooperação com Putin, que entende do riscado, já que foi um dos agentes da extinta KGB da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas – nação admirada por 13 em cada 10 petistas. Enquanto Putin não chega, os russos já trabalham para o PT, deixando a turma de Obama “Putin” da vida com a petralhada...


Por causa de tal acordo russo-petista, a coisa tende a ficar, literalmente, ainda mais russa para a reeleição de Dilma. Mesmo tendo a parceria da Oi, não terá tão “simples, assim” vencer a disputa no voto. Muito menos ainda será possível impedir o vazamento tático de mais escândalos em profusão promovidos pela incompetência gerencial ou corrupção da petralhada que aparelha e infesta os podres poderes da grande feitoria que é o Estado Capimunista Tupiniquim.   


Fonte: Blog Alerta Total – Jorge Serrão


[o investimento referido no título do POST se refere a que o Lulinha - filho do Lula - possuía uma empresa de fundo quintal - empresinha mixuruca de jogos - chamada GAMECORPS e a TELEMAR - atual OI - investiu a bagatela de R$ 5MI a fundo perdido na tal GAMECORPS.O resto é fácil deduzir.]

Pela primeira vez em mais de dois anos, saques na poupança superam depósitos – a produção industrial cai 0,5% de fevereiro para março



Saques da poupança superam depósitos em abril pela 1ª vez desde 2011, aponta BC

No mês passado, diferença entre retiradas e aplicações foi de R$ 1,273 bilhão, segundo o Banco Central



Com mais dívidas e com a renda apertada por causa da inflação, o brasileiro sacou mais dinheiro do que aplicou na caderneta de poupança em abril. Segundo os dados do Banco Central, divulgados nesta quarta-feira, foi retirado R$ 1,3 bilhão a mais do que foi depositado da aplicação mais popular do país. Desde 2011, não havia um resultado negativo em meses de abril.



Além da inflação, que corrói a renda do trabalhador e diminui o dinheiro que sobra para poupar, os juros também influenciaram esse resultado. Como o Banco Central eleva – desde abril do ano passado – a taxa básica para conter o aumento de preços, deixa os fundos de investimento em renda fixa mais atraentes. Em busca de uma rentabilidade maior, os grandes investidores começaram a refazer as contas. Por mais que a caderneta de poupança seja imune ao Imposto de Renda, fica mais vantajoso para aplicadores de peso regressar à renda fixa porque têm acesso às taxas de administração mais baixas quando investem em títulos públicos. 

No entanto, isso ainda não é vantagem para os pequenos, que mantém os depósitos na poupança.A caderneta não garante ganhos reais ao poupador. Pelo menos tenta blindar o dinheiro do trabalhador da inflação. Enquanto o IPCA está em 6,15% nos últimos 12 meses, a caderneta de poupança rende apenas 6% ao ano, mais TR.  Atualmente, o brasileiro tem cerca de a R$ 615 bilhões. Sobre esse valor, os bancos pagaram nada menos que R$ 3,4 bilhões de rendimentos somente no mês passado.



A caderneta de poupança registrou em abril captação líquida negativa, depois de 25 meses consecutivos de resultados positivos. Os resgates feitos no mês passado superaram os depósitos em 1,27 bilhão de reais. Em abril do ano passado, a captação havia sido positiva em 2,62 bilhões de reais. 



 Os depósitos no mês passado somaram 122,8 bilhões de reais, enquanto os saques totalizaram 124,1 bilhões de reais. A última vez que a caderneta ficou no vermelho foi em fevereiro de 2012, quando a captação líquida foi negativa em 412,5 milhões de reais. 



Com o resultado do mês passado, que inclui ainda 3,35 bilhões de reais de rendimentos creditados, o saldo total da poupança chegou a 614,99 bilhões de reais, ante 612,91 bilhões de reais em março.



Fonte: Revista VEJA

CAOS TOTAL no Rio - 64 de volta? professores também param; precisamos daquele GENERAL, que dê o passo inicial. Com o primeiro deslocamento de tropas, vão ocorrer adesões de outros comandos


BLOG PRONTIDÃO


Greve de rodoviários pega os cariocas de surpresa e provoca transtornos  
 
Grupo dissidente decretou a paralisação por não concordar com o acordo fechado pelo sindicato com os patrões. 

 
No Engenho Novo, um motorista foi ameaçado por grevistas. 

 
Por toda a cidade passageiros se acumulam nos pontos à espera dos poucos ônibus que circulam

 
Metrô suspende vendas de bilhetes da integração devido à paralisação 

 
Professores também param 

 
A greve de rodoviários que acontece desde o primeiro minuto desta quinta-feira pegou os passageiros de surpresa no município do Rio. 


Um grupo de grevistas está reunido na porta das garagens de empresas de ônibus na tentativa de convencer colegas a aderirem à paralisação. Alguns profissionais discordaram do aumento firmado entre o Sindicato de Motoristas e Cobradores do Município do Rio (Sintraturb Rio) em março deste ano. 

O acordo fixou reajuste de 10% no salário e 40% na cesta básica. O grupo dissidente, no entanto, reclama que a classe não foi consultada sobre esse acordo e pede, pelo menos, mais 10% de aumento salarial e ticket de R$ 300.

Em função da greve dos rodoviários, o Metrô Rio suspendeu a venda de todos os bilhetes de integração com ônibus. Segundo a concessionária, a operação dos metrôs foi reforçada nesta quinta-feira para suprir a demanda maior pelo serviço. Na Rua Barão do Bom Retiro, no Engenho Novo, um motorista foi abordado por grevistas e ameaçado. Eles chegaram em dois carros e duas motos armados com barras de ferro, paus e pedras. 



Entraram no coletivo que faz a linha 232 (Lins-Praça Quinze), com 20 passageiros, tomaram a chave do veículo e fecharam a rua. O motorista do ônibus, José Cláudio Daflon, muito assustado, contou que passava pelo local por volta das 4h50m quando foi abordado.  


— Foi muito rápido. Não consegui ver quantos eram. Não me machucaram, mas fui ameaçado — conto, nervoso, lembrando sempre do filho. — Eu tenho que trabalhar. Tenho um filho para criar — disse.

As linhas que fazem o trecho Centro-Zona Sul e Centro-Barra da Tijuca são as mais atingidas. Na Central do Brasil e em outros pontos da Zona Norte, as filas estão longas. Acordada desde as 2h, a diarista Givanette Horácio, de 47 anos, saiu de Engenheiro Pedreira, em Japeri, às 3h30m, com destino a Lagoa, na Zona Sul. Às 6h, ela ainda estava na Central aguardando o ônibus da Linha 157. — Eu não sabia da greve. Cheguei aqui, às 5h, e não vou mais trabalhar. Vim de longe e fui pega de surpresa.

Por conta da greve nesta terça-feira, manobristas foram convocados para dirigir os veículos, na tentativa de diminuir o caos. De acordo com o sindicato, a maioria dos rodoviários aceitou o acordo durante assembleia, em março.  


— A homologação com o reajuste de 10% foi retroativa ao mês de abril, prova disso é que os profissionais já receberam neste mês seus pagamentos com o aumento. Antes de discutir o reajuste junto aos empresários, tivemos a cautela de nos certificar das negociações em todo o país. 

Em Porto Alegre, por exemplo, houve paralisação de doze dias sem que um acordo fosse fechado, o que acabou resultando em uma decisão do TRT local que fixou o reajuste em 7,5%, além de descontar os dias parados. 


Em Belo Horizonte, também houve greve, e o reajuste foi de 7%. Já Petrópolis com três dias de greve e proposta de 7%; e Campos, onde os rodoviários estão continuam parados, quem vai dar a palavra final será o Tribunal Regional do Trabalho. 


Diante deste quadro, o sindicato não poderia rejeitar uma proposta de 10% de aumento no salário e 40% na cesta básica, correndo o risco de deixar que o TRT fixasse o valor do reajuste. Todas essas ponderações foram colocadas durante a assembleia, e a proposta do Rio Ônibus foi aprovada por ampla maioria — explicou o vice-presidente da Sintraturb, Sebastião José.
 

Ainda de acordo com o Sintraturb, o movimento pode estar realizando uma atividade com fundo político. 


— Existem pessoas desse grupo com intenções de futuras candidaturas no legislativo — afirmou o presidente José Carlos, em nota. 

Na frente da garagem da Viação Real, a equipe do GLOBO permaneceu durante uma hora, até o fim da madrugada, e não viu nenhum veículo dando partida. Por lá, cerca de 20 funcionários das viações Silvestre e Translitorânea, tentam impedir a entrada de rodoviários que chegam para o trabalho. Funcionários da Real estão na porta de outras garagens com o mesmo objetivo.

Em nota enviada na noite desta quarta-feira, o Rio Ônibus declarou não ter conhecimento de greve, “uma vez que foi fechado um acordo com o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus”. Segundo o comunicado, o acordo já está valendo, e os motoristas já estão recebendo o mês de maio com aumento incluído. A entidade informou ainda que desconhece qualquer grupo dissidente, e que as negociações são feitas com o representante legítimo da categoria, o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus do município do Rio (Sintraturb-Rio), e teme que uma disputa sindical prejudique a população.

 

Manifestação de Rodoviários complicou o trânsito no Centro


 
Na tarde desta quarta-feira, uma manifestação de rodoviários interditou duas faixas da pista central da Avenida Presidente Vargas, sentido Praça da Bandeira, no Centro. O grupo, de cerca de 300 pessoas, iniciou o protesto na altura da Central do Brasil, e o trânsito ficou complicado. Caminhando lentamente, os manifestantes cruzaram o sentido Candelária ao chegar na altura da sede da prefeitura, na Cidade Nova. Agentes da CET-Rio acompanharam todo o ato, que seguiu pacífico.

Fonte: O Globo



A propósito: os garis do Distrito Federal planejam uma greve a ser iniciada no dia anterior ao do inicio da Copa; apesar de faltar mais de 30 dias para o inicio da COPA 2014 = a COPA DO FRACASSO, os garis já estão interrompendo de forma aleatória o recolhimento por um dia do lixo em algumas cidades da periferia de Brasília - a força total será concentrado no Plano Piloto no inicio da Copa FIFA.

Aécio avisa Dilma que vai acabar com "boquinhas" do PT.



Aécio Neves


Em resposta a Dilma, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse nesta quarta-feira (8) que a presidente está "permanentemente preocupada" por ter permitido a volta da inflação no país. Pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio também afirmou que vai tomar duas medidas "impopulares" ao PT se assumir o governo, de olho no controle dos gastos públicos. A primeira delas é reduzir o número de ministérios. "Vou acabar com a boquinha de muita gente", disse.

Em conversa com jornalistas na noite de ontem, Dilma alfinetou Aécio sem citá-lo nominalmente ao afirmar que "tem gente dizendo que tem medidas impopulares, mas tem que ter cuidado para que medida impopular não se transforme em medida antipopular".

O tucano também prometeu acabar com "falcatruas e irresponsabilidades" em empresas brasileiras, especialmente a Petrobras. O que nós vamos fazer é corrigir os equívocos do atual governo. O que nós vamos fazer é acabar com a medida mais impopular tomada por esse governo que foi permitir que a inflação voltasse no Brasil", afirmou.(Folha Poder)

CPMI da Petrobras é instalada junto com CPMI dos Metrôs Brasileiros.


CPMI dos Metrôs Brasileiros vai abrir a caixa preta do metrô de Brasília, antro de corrupção comandado pelo PT.

O presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), determinou ontem a instalação de duas CPIs mistas (com deputados e senadores) para investigar a Petrobras e o cartel do Metrô de São Paulo. Em sessão do Congresso, o PT apresentou questionamento para tentar inviabilizar a comissão mista da Petrobras, enquanto o PSDB pediu a instalação imediata da CPI depois de acusar Renan de adotar manobras que beneficiam o governo.

Líderes dos partidos terão até o fim da semana que vem para indicar os membros da CPI da Petrobras, o que na prática adia o início das investigações --como quer o Planalto. Além disso, Renan recorreu à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado para que se manifeste sobre qual deve ser a abrangência das apurações, o que também ajudará a retardar os trabalhos.

Os petistas argumentam que, como a CPI da Petrobras do Senado foi instalada antes da mista, ela tem preferência para funcionar --e a segunda não deveria nem ser instalada. O PT cita o Código do Processo Penal para afirmar que, quando há duas investigações simultâneas por um mesmo "juiz", prevalece a criada inicialmente.

"O STF já decidiu pela instalação da CPI da Petrobras no Senado Federal, o que antecedeu o ato de criação da CPI mista", disse o senador Humberto Costa (PT-PE). O PT defende a CPI exclusiva de senadores porque tem mais força para controlar as investigações no Senado. Dos 13 integrantes desta CPI, apenas três seriam da oposição.

Já o PSDB apresentou outro questionamento em que afirma que a comissão mista já deveria estar funcionando porque foi lida no plenário do Congresso em abril --e o prazo para a indicação dos seus membros já teria acabado. Renan negou o questionamento do PSDB e prometeu analisar "oportunamente" o pedido do PT.

A iniciativa de pedir a CPI do Metrô foi uma resposta política do governo ao PSDB, partido que comanda o Estado de São Paulo desde 1995. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) assinou o pedido de abertura da CPI do Metrô. Ele disse que a disposição da sigla é "investigar tudo", embora considere que o governo "demorou muito" para apurar denúncias envolvendo a empresa Alstom.
 

Empreiteiras pagaram mensalão de R$ 5 milhões para o PT em 2013. Somado com dinheiro de empresas financiadas pelo BNDES, valor chega a quase R$ 80 milhões.


João Vaccari, tesoureiro do PT, é investigado por uma série de falcatruas na Bancoop. Leia aqui.

Dos R$ 79,8 milhões doados ao PT nacional em 2013, quase R$ 60 milhões --o equivalente a 75% do total-- veio de empresas construtoras. Grupos como Camargo Corrêa, Odebrecht e Queiroz Galvão figuram na lista de maiores patrocinadores da sigla por meio de doações ao Diretório Nacional do partido.

O pagamento é feito de maneiras diversas. Enquanto a Odebrecht fez apenas três doações no ano, sendo uma delas de R$ 4 milhões, a Galvão Engenharia contribuiu mensalmente com o partido. Foram 12 doações ao longo do ano, sendo 10 delas no valor de R$ 500 mil. As contribuições de pessoas físicas somaram R$ 2.943 --menos de 0,1% do total.

O padrão de participação das empreiteiras se mantém nos últimos anos --em 2012 e 2011 também foram elas as maiores doadoras. A lista de doações também revela o quanto elas se concentram nas mãos de poucos grupos. Os dez maiores doadores --que, além de construtoras, incluem grupos como JBS-Friboi e Solví, da área de saneamento-- somam quase R$ 70 milhões, ou 87% do total arrecadado pelo partido.

Doações de pessoas físicas e jurídicas são uma das fontes de financiamento dos partidos. O Fundo Partidário injeta outra parte dos recursos ao caixa das siglas --em 2013, o PT recebeu R$ 47,3 milhões. As contribuições ao Diretório Nacional não se misturam com as doações eleitorais, que são contabilizadas separadamente. Em 2012, por exemplo, o PT arrecadou, via Diretório Nacional, R$ 35,2 milhões em doações. Só a campanha de Fernando Haddad para a Prefeitura de São Paulo no mesmo ano obteve R$ 42 milhões. (Folha de São Paulo)
 

Advogado Geral da União desmente Dilma no STF: Copa vai gerar 50.000 e não 330.000 empregos.




Adams desmente Dilma no STF: presidente maquiou  número de empregos gerados pela Copa.

No “Café com a Presidenta” de 15 de março de 2011, Dilma Rousseff declarou, em resposta à pergunta de um leitor sobre a capacidade de o Brasil sediar o evento com sucesso:

“O Mundial vai contribuir para o nosso projeto de desenvolvimento, gerando empregos e aumentando a renda do trabalhador. Estimamos que serão criados 330 mil novos empregos diretos e 400 mil temporários”.

Ontem, no Supremo Tribunal Federal, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, em resposta a Barbosa, desmentiu Dilma Rousseff.

Adams disse que o País terá ganhos econômicos associados ao evento da Copa. Mas informou que a previsão de criação é de 50 mil empregos, não de 330.000 como Dilma vinha dizendo.

Ontem o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou serem constitucionais pontos que beneficiam a Fifa na Lei Geral da Copa, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 2012. A decisão foi criticada pelo presidente da Corte, Joaquim Barbosa.

Barbosa afirmou que fica incomodado com uma visão "um pouco romântica e ingênua" sobre o assunto. Ele disse que a Fifa vai ganhar bilhões de reais. "E nós, brasileiros, vamos ficar com a conta."

Carlos Chagas FUTEBOL E POLÍTICA ENTRELAÇADOS




Publicado: 8 de maio de 2014 




Conhecida a convocação do Felipão, a conclusão é de que política e futebol tem tudo a ver. Mais especificamente, a copa do mundo com a sucessão presidencial, que se não houver mudanças na Constituição, irão sempre coincidir de quatro em quatro anos.

A pergunta que não quer calar é se haverá reflexo na escolha do presidente da República caso o selecionado brasileiro se desclassifique, não chegando ao título de hexacampeão. No reverso da medalha, se nossos craques levantarem a taça, podem ser previstas consequências no comportamento do eleitorado?

Há quem preveja perda de votos para Dilma Rousseff caso nosso time fique pelo meio do caminho ou fracasse na última partida. Em nada a desclassificação beneficiará Aécio Neves, Eduardo Campos ou qualquer outro. Mas eles ficarão felizes ao ver que a favorita perdeu alguns milhares de votos, situação capaz de levar a eleição para o segundo turno.

Agora, se formos campeões, inegavelmente Dilma tirará proveito. O clima de euforia que tomará conta do país contaminará seu governo e sua candidatura ao novo mandato.

Uma variável desconhecida ainda pesa na equação: e se a presidente continuar caindo nas pesquisas e for substituída pelo Lula? Nessa hipótese o primeiro-companheiro precisaria de uma estratégia delicada. 

Assumir a candidatura em plena copa do mundo será um risco. No caso de nosso time pular fora depois da troca, não faltarão vozes a concluir que a culpa foi do Lula. No entanto, se coincidir a conquista no Maracanã com o lançamento do ex-presidente, será uma festa. Por via das dúvidas, se essa alternativa sucessória acontecer, melhor que aconteça depois do encerramento da copa, qualquer que seja o seu resultado.

Enfim, não há como deixar de relacionar futebol com política. Melhor seria, para evitar confusões, que no bojo de uma inviável reforma política o Congresso acabasse com a reeleição e aumentasse os mandatos presidenciais de quatro para seis anos. Desapareceriam as coincidências.

NADA DE NOVO SOB O SOL

Getúlio Vargas assumiu o governo pela segunda vez em janeiro de 1951 e durante alguns meses manteve o general Angelo Mendes de Moraes como prefeito do Rio, então capital federal. Por um desses conselhos de autor desconhecido, Getúlio aceitou comparecer ao Maracanã num domingo de Fla-Flu. Os alto-falantes anunciaram sua chegada na tribuna de honra. Havia tomado posse pouco antes e a multidão o recebeu com aplausos. Estava com ele o prefeito Mendes de Moraes, que logo mandou o locutor anunciá-lo. Sem exagero algum, cem mil pessoas se levantaram, entoando um coro capaz de ser ouvido até em Copacabana: “Água! Água! Água!”

O Rio vivia permanente estado de carência e racionamento.

Pois é. Caso o governador Geraldo Alckmin e o prefeito Fernando Haddad compareçam ao jogo de abertura da copa do mundo, no Itaquerão, deveriam ter a cautela de não mandar anunciar suas presenças. São Paulo de hoje nada tem de diferente do Rio de antigamente…