sábado, 13 de dezembro de 2014

Graça propôs a Dilma saída dela e dos demais diretores da Petrobras

  12/12/2014 22h56


Presidente da Petrobras se reuniu com presidente da República na quarta.


Nesta sexta, jornal revelou que ex-gerente alertou diretoria sobre desvios.


João Borges Da GloboNews, em Brasília
A presidente da Petrobras, Graça Foster, propôs à presidente Dilma Rousseff, em encontro na última quarta-feira (10), em Brasília, a substituição dela e dos demais diretores da empresa, segundo apurou a GloboNews. O encontro não constou da agenda oficial de Dilma.


Nesta sexta, o jornal "Valor Econômico" revelou que uma ex-gerente enviou e-mails a Graça Foster e alertou a diretoria sobre desvios de dinheiro na empresa.



No encontro com Dilma, a presidente da Petrobras discutiu a crise na estatal. A avaliação de Graça Foster é de que, independentemente das suspeitas, o desgaste chegou a tal ponto que a gestão da empresa está comprometida, opinião compartilhada por outros diretores da companhia. Esse ponto de vista foi colocado por Graça Foster à presidente da República em mais de uma ocasião.


No Palácio do Planalto, porém, interlocutores de Dilma afirmam que ela não deu nenhum sinal de que pretende trocar o comando da Petrobras.


Graça Foster chegou à conclusão de que somente uma nova diretoria poderá superar a atual crise da empresa. O entendimento é de que um novo presidente e um novo diretor financeiro, recrutados fora dos quadros da empresa e com liberdade para compor a equipe, poderiam completar a diretoria das áreas técnicas com quadros da própria Petrobras.


No Rio de Janeiro, amigos de Graça Foster avaliam que a presidente da Petrobras pode estar no limite de sua resistência pessoal, condição agravada pela reportagem do "Valor Econômico".


Tudo isso ocorre um em momento no qual a produção da Petrobras aumenta e a refinaria Abreu e Lima está prestes a se tornar operacional, apesar de a queda continuada nos preços internacionais do petróleo criar um cenário de incerteza para os negócios da empresa.


Embora o governo não tenha dado indicação do que vai fazer, investidores avaliam que o programa de investimentos da companhia, o maior do mundo, é "insustentável".



VALE ESTE - Arte Lava Jato 7ª fase (Foto: Infográfico elaborado em 15 de novembro de 2014)
 

Ministro do STF nega habeas corpus a 11 presos da Lava Jato inclusive ao Gerson Almada da Engefix (leia-se INFRAMERICA que quer desmatar o Park Way para construir concessionarias de automoveis!)



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, negou novamente pedidos de habeas corpus de 11 presos na sétima fase da Operação Lava Jato. Parte dos detidos que solicitaram a soltura já tiveram, anteriormente, seus pedidos de liberdade rejeitados por Zavascki, mas voltaram ao STF após a revogação da prisão preventiva do ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque.Na noite do dia 2, Zavascki decidiu atender o habeas corpus de Duque com imposição de outras medidas cautelares - como a proibição de deixar o País, o que impulsionou a volta dos advogados ao STF. O ministro, contudo, entendeu que não havia semelhança entre os casos decididos nesta sexta-feira, 12, e o do ex-diretor da Petrobras.


No total, foram negados habeas corpus a dez executivos de empreiteiras e ao lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Os dirigentes e funcionários das empreiteiras que tiveram pedido de soltura negado foram: Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia; Agenor Franklin Magalhães Medeiros, José Aldemário Pinheiro Filho, Mateus Coutinho de Sá Oliveira e José Ricardo Nogueira Breghirolli, da OAS; Ricardo Ribeiro Pessoa, da UTC Participações; Dalton dos Santos Avancini, Eduardo Hermelino Leite e João Ricardo Auler, da Camargo Corrêa; e Gerson de Mello Almada, da Engevix (leia-se INFRAMERICA a empresa QUE QUER DESMATAR o PARK WAY PARA CONSTRUIR CONCESSIONARIAS).



Foram cinco habeas corpus levados ao STF e mais cinco pedidos de extensão da decisão de Duque, sendo que há casos em que a defesa usou dos dois recursos e pedidos feitos em nome de mais de um investigado. A defesa de João Procópio Junqueira Pacheco de Almeida Prado, funcionário do doleiro Alberto Youssef, também recorreu ao STF para aguardar o andamento das investigações em liberdade, mas não há confirmação se Zavaski já analisou o caso.



Os 11 detidos, que tiveram habeas corpus analisado pelo STF foram levados à sede da Polícia Federal de Curitiba junto com Duque em 14 de novembro, quando foi deflagrada a última fase da Lava Jato.


Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília

Rollemberg abre o jogo e mostra como está o DF que ele governará



O futuro governador convocou a imprensa para apresentar o que chamou de ?diagnóstico e mapa de riscos do DF

millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br



O governador eleito Rodrigo Rollemberg anuncia hoje a quantas andam o Governo do DF e qual o cenário que ele e sua equipe vão encontrar a partir de 1º de janeiro. “Uma situação difícil”, adianta o coordenador da equipe de transição, Hélio Doyle.





Rollemberg convocou a imprensa para apresentar o que chamou de “diagnóstico e mapa de riscos do DF”. A equipe de transição trabalhou até tarde da noite de ontem para consolidar dados divergentes e fazer o que Doyle chamou de “harmonização” dos números.


Aparece como um dos principais vilões da próxima gestão o crescimento vultoso dos  gastos com pessoal, que teria sido o grande responsável pelo rombo nas contas do governador Agnelo Queiroz.


Doyle se esquiva de comentar o assunto e diz que  a equipe trabalha há dias para reunir todos os dados.


Secretariado
O secretariado, que deve ser anunciado segunda ou terça-feira, é guardado a sete chaves. “Ainda falta um bocado de gente”, disfarça o coordenador da transição.


Partidos da base de Rollemberg  e até  distritais que esperam estar na partilha de cargos reclamam que o novo governador não tem dado atenção à articulação política. A equipe de transição chega a pedir os currículos dos apadrinhados.
Doyle concorda que os  partidos estão tendo dificuldade para participar do governo, “porque não vai ser na base do loteamento”.



Os partidos, diz ele, estão fornecendo nomes que poderão ser aproveitados.


“Não vai ter secretaria de partido X ou Y. Vai ser assim: o partido X indica e, se for aprovado pelo governador, pode ser nomeado.”


Sem o “decretão”
Nos bastidores, dizem que Rollemberg não lançará mão do tradiconal “decretão”, que exonera todos os comissionados de uma só vez, no primeiro dia de governo. O coordenador da transição diz que, se houver exoneração em massa, terá  exceções, “para que a máquina não pare”. E diz que para determinadas áreas — sem especificar quais — o “decretão” não vai valer.


Na próxima semana, só o primeiro escalão será indicado. E, a partir daí, seus integrantes montarão as equipes, segundo  o coordenador.


TCU suspende Fundo da Dívida Ativa
 Em decisão liminar, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou  à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que não proceda, ou suspenda, no caso de já ter sido realizado, o registro do Fundo Especial da Dívida Ativa do DF (Fedat-DF).


 Paralelamente à decisão do TCU, o Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) marcou para a próxima terça-feira,  quando o Conselho Especial se reúne pela última vez este ano, o julgamento da ação de inconstitucionalidade de autoria  do Ministério Público do DF (MPDFT), que questiona a  lei que cria o mesmo fundo, criado para comercializar os títulos da dívida.


Processo de minas gerais
A decisão do TCU julgava, inicialmente, o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), de Belo Horizonte (MG), e, após receber representação  do Tribunal de Contas do DF (TCDF), fez uma “manifestação incidental”, já que tratava-se de assunto parecido. E, assim, decidiu, no processo protocolado em 2010, que o CVM está proibido de instituir — ou suspender — os fundos tanto para o Distrito Federal quanto para  Belo Horizonte.


Tudo começou com uma representação protocolada pela distrital Celina Leão (PDT) no TCDF, que foi parar no TCU, por intermédio do Ministério Público de Contas. A deputada apontou pontos que poderiam ferir a Lei de Responsabilidade de Fiscal, como a realização de operação de crédito às vésperas do fim do mandato.

O GDF não quis comentar o caso, por não ter tido acesso à decisão.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Petição pela cassação sumária do mandato da Deputada Maria do Rosário PT-RS


BLOG "Vindo dos Pampas"

Através deste documento, nós abaixo assinado, pedimos a cassação sumária do mandato da Deputada Maria do Rosário (PT-RS), baseada nos seguintes atos:
Entre outros tantos atos e comportamentos reprováveis, a quebra de decoro parlamentar para com o colega de Câmara dos Deputados, o também deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), onde nas palavras do discurso inflamado da deputada, ela o acusou de der um estuprador e ameaçar dar um tapa na cara dele. Crime Eleitoral – Calunia – Ameça contra beneficiarios do bolsa familia nas eleições.
Para assinar 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Indignação seletiva.



Um monstro racista: psicopata escolhia vítimas com base na cor da pele

Um homem que foi preso em flagrante após matar uma mulher a facadas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, confessou à polícia ser um assassino em série. Durante o depoimento, Sailson José das Graças, de 26 anos, disse já ter matado outras 41 pessoas nos últimos nove anos, sendo 37 mulheres, três homens e uma criança. Com frieza, ele contou como planejava os crimes.


“Ficava observando a vítima, estudando. Esperava um mês, às vezes uma semana, dependendo do local. Eu procurava saber onde ela mora, como é a família dela, se ela passava na rua, via, dava uma olhada na casa, ficava estudando ela. De madrugada, numa brecha da casa, numa facilidade, eu aproveitava, entrava”, detalhou o preso na delegacia.


As vítimas preferidas dele eram mulheres negras e moradoras Baixada Fluminense. O delegado responsável pelas investigações afirmou que acredita na confissão e na participação de Sailson nos assassinatos, pois só uma pessoa que estava nos locais dos crimes poderia relatar tudo com tantos detalhes.


“A vontade dele de matar era por mulheres e ele não matava mulheres brancas, só negras. Ele seguia a vítima, estudava passo a passo até conseguir concretizar o delito”, explicou o delegado Pedro Henrique Medina, titular da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Segundo a polícia, Sailson é um psicopata e agora os agentes estão comparando as informações da confissão com os inquéritos de cada um dos crimes.


O relato acima é verdadeiro e consta na notícia divulgada hoje pelo G1, à exceção de um detalhe: troquei as cores das vítimas. Na verdade, Sailson, um legítimo psicopata frio e calculista, sem qualquer capacidade de empatia pelo próximo, gostava mesmo é de matar mulheres brancas. E ele é negro:
Sailson, um psicopata frio e calculista. Fonte: G1


Nada disso, naturalmente, muda uma vírgula do horror de seus atos, do choque de qualquer pessoa razoável diante de seu depoimento. Não importa a cor da pele, afinal, e sim os atos. O racismo existe de ambos os lados. Um sujeito desses que resolve eliminar mulheres de determinada cor por puro prazer, sem arrependimento algum, é um monstro. Um monstro racista.


Troquei a cor das vítimas acima por um único motivo: chamar a atenção do leitor para o zeitgeist, para mostrar como, sob a ditadura do politicamente correto e a “marcha dos oprimidos”, a objetividade e a imparcialidade são as primeiras vítimas nos debates.


Fosse o contrário, um monstro branco assassinando mulheres negras, não resta dúvida de que o caso teria outra proporção, outra reação, e grande uso político e ideológico por parte das ONGs raciais, como prova definitiva do absurdo racismo brasileiro que precisa de reação enérgica do estado. A indignação é seletiva.


Monstros e psicopatas existem em todas as cores e tamanhos. E o racismo também. O que os liberais querem é superar o próprio critério racial e julgar o indivíduo e seus atos, independentemente de sua cor, credo religioso, altura, renda ou sexo. Seguir o conselho de Martin Luther King Jr., afinal, e julgar alguém por seu caráter, não pela cor de sua pele. Acredito que esse deveria ser o objetivo de todos nós em busca de um mundo melhor e mais justo.


PS: Meus sinceros pêsames a todos os parentes e amigos das vítimas desse psicopata. Conviver com a perda já não é tarefa fácil para ninguém, mas ter de aceitar a perda de um ente querido por motivo tão banal assim, porque um monstro resolveu se divertir matando inocentes, isso é impossível de engolir e por isso mesmo choca tanto.


Rodrigo Constantino

Haddad coloca gays e travestis na fila prioritária do Minha Casa Minha Vida


Diego Zanchetta
31 outubro 2014 | 12:01 


Uma resolução do Conselho Municipal de Habitação (CMH) definiu que gays em situação de violência, travestis moradoras em albergues e índios também podem ser beneficiados com prioridade nas unidades do Programa Minha Casa Minha Vida construídas em São Paulo.



A norma complementar ao projeto do governo federal, publicada hoje no Diário Oficial da Cidade, também permite incluir na fila prioritária do programa moradores em áreas limites de municípios vizinhos da capital paulista e idosos sozinhos com mais de 60 anos.


O objetivo das regras é incluir entre os beneficiários prioritários do programa centenas de gays e mulheres que sofreram ameaças ou violência doméstica e que são atendidos em albergues e moradias da Prefeitura. Dezenas de travestis que também moram nos abrigos municipais vão ter direito a tentar entrar no programa, desde que comprovem que está “oriunda de situação de rua”. São mais de 8 mil pessoas atendidas todos os dias nos 62 albergues, abrigos e casas de acolhimento do governo.


Prioritariamente, o programa definiu o atendimento para moradores em áreas de risco, mulheres que cuidam sozinhas da família e casais de baixa renda com filhos, conforme decreto de 2009 do governo federal. Não havia categorias específicas para priorizar o atendimento de gays e de travestis sozinhas e em situação de violência, por exemplo.


Segundo movimentos de moradia que também são parceiros na construção de unidades do Minha Casa Minha Vida na capital paulista, a pessoa que mora sozinha de aluguel (seja gay, solteiro adulto ou idoso) dificilmente consegue ser beneficiada.


Na resolução publicada hoje, o governo municipal também incluiu nesse rol de possíveis beneficiários do programa idosos sozinhos com mais de 60 anos, moradores na capital.
Ao todo, a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) está construindo na capital paulista 22 mil unidades do Minha Casa Minha Vida – a meta do governo é construir 55 mil até o final de 2016, para famílias que ganham menos de R$ 1.600 mensais. O programa do governo federal previa que o município parceiro nas obras poderia editar normas complementares para definir quem está em situação de vulnerabilidade na cidade.


APOIO
Fernando Quaresma, de 46 anos, presidente da Associação da Parada Gay de São Paulo, afirma que a iniciativa é inédita. “Era uma demanda antiga. A questão da violência começa inclusive dentro de casa, na família. Muitos gays expulsos da família em idade de faculdade ou de colégio não têm para onde ir. Essa violência não é só com quem está na rua apanhando”, afirmou Quaresma.


Ele disse que as travestis também não conseguem entrar no mercado de trabalho e muitos acabam indo morar nos albergues da Prefeitura. “Muitos gays formam hoje famílias de baixa renda e nunca conseguem entrar no programa”, acrescentou.


Na tenda da Secretaria da Assistência Social na Avenida Nove de Julho, na região central, é comum ver travestis da região dormindo e entrando para tomar banho.


“Muitas travestis participaram de invasões recentes para tentar conseguir o bolsa-aluguel (R$ 500 mensais) e arrumar algum lugar para morar. Mas mesmo quem já recebe essa bolsa faz tempo não consegue apartamento do Minha Casa Minha Vida”, afirmou Adriana da Silva, de 39 anos, que trabalha na tenda da Prefeitura na Nove de Julho.

Unidade do Programa Minha Casa Minha Vida em obras: gays, travestis e índios também poderão ganhar moradia própria

Comentario

Índios eu concordo pois as aldeias deles estão sendo destruídas e eles não tem onde morar.É uma espécie de compensação dada pelo Governo que destrói as aldeias e toma as terras.Mas gays e travestis???

Anonimo

O crime anistiado, a oposição destemida e a pseudo-oposição cínica





Por Lucas Berlanza, publicado no Instituto Liberal


Muito se poderia dizer sobre as longas horas transcorridas entre a quarta-feira, 3 de dezembro, e a quinta, 4 de dezembro de 2014, em que a oposição brasileira – notadamente os parlamentares tucanos e Democratas – enfrentou duramente o governo na sessão em que se discutiu o PLN 36, que, conforme já fartamente denunciado, representa um acinte ao povo brasileiro e um esforço imoral para institucionalizar o descumprimento da lei e isentar a presidente da República do crime de responsabilidade fiscal.


Podemos, por exemplo, aplaudir a verve persistente demonstrada por figuras públicas como Ronaldo Caiado, Domingos Sávio, Aécio Neves, Aloysio Nunes, Mendonça Filho, entre outras, atacando os sofismas dos defensores dessa traição a pilares fundamentais de nossa política econômica. Destacaram os referidos parlamentares, muito mais que o mérito da matéria, a chantagem espúria a que o governo recorreu esta semana, emitindo um decreto que condiciona a liberação de emendas parlamentares individuais à aprovação do projeto de lei – o projeto que sustenta rasgar a Constituição brasileira. Aécio Neves atestou o absurdo, comparável a uma verdadeira institucionalização do mensalão.


Institucionalizar o crime, legalizar o ilegalizável, parece ser a tônica do atual regime petista, passando por cima do mínimo de ética que se espera para que haja ordem no país.


Mais ainda, podemos demonstrar a contradição grotesca do Partido dos Trabalhadores com aquilo que marcou a história de seu próprio discurso, defendendo a proibição da entrada do povo brasileiro ao recinto. Desde as cenas lamentáveis da sessão anterior, em que até uma senhora de 79 anos relatou ter sofrido agressão dos seguranças do Congresso Nacional, os cidadãos indignados se viram arbitrariamente afastados do lugar em que o destino moral de toda uma nação se estava decidindo. Lindbergh Farias, por exemplo, gravou um vídeo acusando o povo de estar promovendo uma manifestação de “extrema direita” – ele mesmo tendo feito carreira política a partir de sua atuação em movimentos estudantis. Ele mesmo tendo sido figura-chave dos manifestos que pressionaram pela queda de Collor nos anos 90, agora acusa a oposição de golpista pelo simples fato de estar defendendo a lei brasileira.


Podemos lamentar, também, a posição demonstrada por alguns parlamentares do Partido Social Cristão, que lançou, na última eleição, a candidatura do Pastor Everaldo, notoriamente pautada em propostas de redução drástica do estado. Parte da agremiação se manchou, desta vez, legitimando a desfaçatez do governo. Ficou um sentimento de traição a quem assistiu a essa longa “batalha”.


Nosso destaque particular, porém, fica pela atuação do Partido Socialismo e Liberdade. O deputado e presidente nacional do partido, Ivan Valente, ufanando-se do tradicional discurso psolista de que sua legenda representa a ética e a honradez na política brasileira, disse que o PSOL é um “partido de oposição”. O cinismo é inacreditável. Tal como o PCdoB, de Jandira Feghali – cuja triste atuação nas duas sessões não deve merecer maiores comentários -, o PSOL se comporta incessantemente como um satélite do petismo. É muito curiosa uma oposição que se articula com o governo em quase todas as suas pretensões fundamentais – para citar um exemplo, a famigerada reforma política por plebiscito constituinte, felizmente fora da discussão no momento (por enquanto). Uma oposição que, neste imbróglio, junta fileiras com o petismo para defender o perdão ao crime presidencial. Que oposição é essa, que se torna cúmplice automática de todas as sugestões e investidas criminosas do PT?


Ivan Valente disse que está acostumado com mobilizações populares para sessões que tratem de educação, saúde e outras questões similares, mas não que tratem de um assunto como a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Imagino que ele deva achar essa problemática pouco importante.


Assim como outro deputado de seu partido, Randolfe Rodrigues, que disse que considera a mudança da lei uma reforma “favorável e à esquerda” e atacou todo o tripé macroeconômico estabelecido pelos governos tucanos, Valente se diz “oposicionista”, mas reproduz toda a agenda petista no encalço de destroçar todas as conquistas que o país verdadeiramente obteve. Conquistas essas, bem o sabemos, que se concentram basicamente em torno do Plano Real, ardorosamente combatido por quem hoje está no governo e colheu durante 12 anos os seus louros, sem deixar de mostrar a verdadeira face a quem tem olhos de ver.


O desfecho de tudo isto, porém, foi o pior possível: na madrugada mais triste do Congresso Nacional nos últimos tempos, a irresponsabilidade foi premiada, o crime foi anistiado, o texto-base do PLN foi aprovado – foi deixada a votação de um destaque para outra sessão, mas o absurdo está praticamente sacramentado. O exemplo e o precedente aberto para todas as esferas de administração pública são profundamente nocivos à sociedade brasileira. 


A oposição havia anunciado que recorreria ao STF e que protocolaria medidas contra a alteração na LDO e o decreto chantagista de Dilma. A conferir.


Se mantiverem a disposição que demonstraram no Congresso, independente do que pensemos sobre cada um desses parlamentares, individualmente, lutarão até as últimas forças para salvar a bandeira verde e amarela da extrema vergonha e da indecência. Desperta, Brasil!

Nova geração na guerra contra a impunidade




Procurador Deltan Dallagnol, ao lado de Rodrigo Janot. Fonte: GLOBO


Conversava outro dia com um amigo que tem uma casa de praia, e ele me contava de sua experiência kafkaniana com nossos fiscais corruptos. Para construir uma rampa para subir o jet-ski, foi preciso todo tipo de autorização e aprovação. Coisas do Brasil. Meu amigo, sujeito correto, “caxias” até, fez tudo certinho. E qual não foi sua surpresa quando um fiscal apareceu lá pedindo grana, sem mais nem menos, para não criar problemas?


Parêntese: a essência da burocracia brasileira é criar dificuldades legais para vender facilidades ilegais em seguida. São tantas normas, tantas regras arbitrárias, que sempre é possível encontrar uma ou outra coisa fora do lugar para tentar achacar os outros. O cerne da questão está justamente na quantidade excessiva de regras, fruto de uma fé boboca e infantil no estado burocrata como protetor contra empresários e “ricos malvados” em geral. Fecho o parêntese.


Meu amigo não quis conversa, disse que estava tudo feito dentro das normas, e mandou o fiscal embora. Qual não foi sua nova surpresa quando um oficial da Justiça apareceu com uma intimação às 6h da matina em sua casa?! Resumindo a história: ele foi duas vezes para tribunais, primeiro por uma alegação absurda de que a rampa não atendia aos padrões exigidos, depois sob acusação de impacto ambiental (é mole?). Gastou uma grana com advogado. Desgastou-se. Mas deu tudo certo.


E fiz essa longa introdução justamente pela conclusão que tivemos durante a conversa: sua impressão dos juízes que julgaram e logo arquivaram seus casos por falta de provas foi a melhor possível. Uma mulher jovem, de bom nível, agindo com firmeza e seriedade, e um rapaz jovem que também não perdeu tempo quando notou que aquilo era um absurdo. O receio de meu amigo era que os juízes também fizessem parte do esquema para obter subornos, mas ficou aliviado quando viu que eram pessoas jovens, determinadas e sérias.


Refletimos, então, se essa é uma nova tendência: promotores, juízes, procuradores, gente nova, com boa formação, com um salário que não deixa ninguém rico, mas que garante uma boa qualidade de vida, servidores públicos desprovidos do fervor ideológico de outrora, mas ciosos de sua função primordial no combate à impunidade e à corrupção. São casos cada vez mais comuns, felizmente.
E uma reportagem do GLOBO de hoje mostra exatamente isso, com base na turma por trás da Operação Lava-Jato:


Tendo entre 28 e 50 anos, os nove — Dallagnol, Mattos, Antonio Carlos Welter, de 46 anos, Athayde Ribeiro Costa, de 34, Januário Paludo, de 49, Orlando Martello Júnior, de 42, Paulo Roberto Galvão, de 36, Roberson Henrique Pozzobon, de 30, e Carlos Fernando dos Santos Lima, de 50 — são representantes de uma nova face do MP. Trabalham em conjunto, são especialistas em diferentes áreas — de improbidade administrativa a atividade policial, passando por colaboração jurídica internacional — e a maioria já concluiu o mestrado. Dallagnol estudou em Havard, e Lima, em Cornell, nos EUA. Welter passou pela Universidade de Coimbra, em Portugal, e Galvão, pela London School of Economics, na Inglaterra. Eles ainda costumam dar cursos na Escola Superior do Ministério Público e escrever livros e artigos.
[...]
— Essa nova geração do MP, que é formada por homens e mulheres do seu tempo, tem uma pauta de valores mais clara. Eles já não estão tão ligados à ideologia. Por isso, digo que essa juventude não é revolucionária, mas evolucionista. Esses novos procuradores têm consciência do poder do Ministério Público. Sabem que, com um pouco de boa vontade e destemor, podem operar contra a impunidade — disse o procurador Edilson Mougenot Bonfim, que costuma dar palestras no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) sobre a nova geração do MP:
— Muitos cresceram acompanhando as expectativas dos pais sobre o Brasil e agora podem corresponder a isso, trabalhando pelo fim da impunidade, pela igualdade de direitos e de aspirações. Se veem assim na incumbência histórica de levar à frente essas ações. Sabem que a vontade de termos uma sociedade melhor sempre existiu, mas veem que agora é o momento, que não dá mais para postergar.


Esse pessoal tem feito a diferença! Eles agem com coragem, com convicção na Justiça, no império das leis, no Estado Democrático de Direito, e valorizam sua independência. Assim como respeitam e estimam a independência da imprensa também. O procurador Dallagnol, discordando da presidente Dilma, que chegou a dizer que não é função da imprensa investigar, afirmou que enxerga na imprensa independente uma “aliada” na guerra contra a impunidade.


E somos mesmo! Nem preciso dizer que tenho orgulho de abrigar meu blog na Veja, ícone dessa imprensa independente que produz jornalismo de verdade, doa a quem doer. E por isso entendo tão bem o que motiva esses jovens procuradores e juízes: nem tudo na vida se mede pela conta bancária. Aliás, as coisas mais importantes não!


Eis algo que um vendido jamais entenderá. Os corruptos costumam medir os demais por sua régua, projetam o que são nos outros, olham a humanidade diante de um espelho. Como se vendem com facilidade, pensam que todos fazem o mesmo. Blogueiros e “jornalistas” que atuam na mídia chapa-branca, ganhando muito dinheiro de verbas estatais em troca da cumplicidade, revoltam-se com aqueles que preferem abrir mão de mais grana em troca de algo bem mais valioso: a consciência limpa e a convicção de que luta a boa luta em prol da liberdade e da justiça.


Juntos, a nova leva de jornalistas corajosos e sem o velho ranço ideológico marxista, e essa nova geração de servidores públicos honrados, preparados e sérios, têm uma chance rara de mudar o Brasil, de finalmente reduzir a impunidade e a corrupção, e implantar uma República de fato neste país. Saibam que contamos com todos vocês, admiramos seu trabalho, e estamos juntos na mesma luta. Tremei, corruptos!


Rodrigo Constantino

Os 126 fantasmas que assombram a esquerda

12/12/2014



Mario Kozel Filho, um dos fantasmas que assombram a esquerda



Eles não existem, vagam como almas penadas sem direito ao reconhecimento pela Comissão Nacional da Verdade, nome pomposo e orwelliano típico de regimes autoritários e arrogantes. Falo das 126 vítimas dos guerrilheiros comunistas nas décadas de 1960 e 1970, pessoas inocentes mortas por assassinos como Marighella e Lamarca, hoje retratados como heróis pelos que estão no poder.


Os militares divulgaram uma lista com seus nomes, para que não caiam em esquecimento. Diz a mensagem: “In Memoriam. Os clubes Naval, Militar e de Aeronáutica prestam homenagem póstuma aos 126 brasileiros que perderam suas vidas pelo irracionalismo do terror, nas décadas de 1960 e 1970. Suas histórias, absurdamente, foram desprezadas pela Comissão Nacional da Verdade. Um desrespeito às suas memórias e aos seus familiares. Roga-se uma prece por suas almas.”


Vítimas como o jovem soldado Mário Kozel Filho, ou então esse caso relatado hoje no GLOBO:


O guarda civil Cardênio Jayme Dolce, já aposentado, chefiava a segurança da Casa de Saúde Doutor Eiras, em Botafogo, quando o hospital foi invadido por um grupo armado. Aquele 2 de setembro de 1971 entraria para a história como um dos dias mais sangrentos da luta armada no Brasil. Um grupo da Aliança Libertadora Nacional (ALN), uma das mais estruturadas organizações da guerrilha urbana, pretendia assaltar o carro-forte que trazia o pagamento dos funcionários, mas os guardas liderados por Jayme reagiram e houve intenso tiroteio. No final, três guardas, entre os quais o chefe da segurança, estavam mortos.
[...]
O comerciante Jayme Dolce, filho do guarda civil, garante que o pai não tinha qualquer atuação política quando foi baleado no assalto a Doutor Eiras. Ele disse que, com o assassinato, a mãe, aos 36 anos, teve de assumir sozinha o desafio de criar quatro filhos sem ter recebido qualquer indenização pela morte, apenas os direitos trabalhistas. Também morreram na ação da ALN os seguranças Dermeval Ferreira dos Santos, que deixou 10 filhos, e Sílvio Amâncio dos Santos, com sete filhos.


Será que as vítimas dos terroristas não contam? Será que a busca pela verdade dessa época não inclui saber o que aconteceu com as vítimas dos que desejavam implantar uma ditadura comunista no Brasil? Por que um estudo tão parcial sobre essa época traumática de nosso país, quando todos que estudaram história sabem que havia demanda popular pela intervenção militar, pois a população ordeira não aguentava mais os defensores de Cuba espalhando a desordem?


Nada disso, claro, justifica o que foi feito pela ditadura, os abusos, excessos e torturas. Mas apontar apenas para esse lado, ignorando o outro, arrasa com qualquer possibilidade de levarmos a sério o trabalho da Comissão da Verdade. Fica parecendo peça de propaganda ideológica da esquerda, que hoje está no poder.


Reinaldo Azevedo foi mais direto, e disparou logo no título de sua coluna de hoje na Folha: Comissão Nacional da Farsa. Diz o jornalista:



A revisão da Lei da Anistia é uma aberração jurídica. Uma comissão oficial da verdade é, por definição, uma comissão da mentira oficial. Serve a causas políticas, a grupos ideológicos de pressão e à consolidação de mistificações convenientes. Só não serve aos fatos.
[...]
Os humanistas decidiram que alguns cadáveres não merecem nem sepultura histórica. Os assassinatos cometidos por terroristas não ocuparam o tempo dos donos da verdade. Segundo eles, são 434 os mortos e desaparecidos. As 120 pessoas eliminadas pelo terrorismo viraram esqueletos descarnados também de memória. Como? Não são 120? Isso é papo de milico? Por que os valentes da comissão não investigaram?
[...]
Pais de família inocentes sumiram do mapa dos fatos. Contumazes assassinos, como Marighella e Lamarca, ocupam o panteão dos heróis. Esse relatório é um lixo moral.


Difícil discordar. Ninguém precisa aplaudir o regime militar – algo que eu jamais faria – para compreender que essa tentativa de se reescrever a história é nefasta. Mas resta ao menos um consolo: apesar de tanta propaganda contra as Forças Armadas por parte da esquerda e do governo, o fato é que elas ainda gozam da confiança do povo brasileiro, em primeiro lugar no ranking das instituições confiáveis. Já não podemos dizer o mesmo dos políticos…


Rodrigo Constantino

AFIRMAÇÃO MUUUUUIIIITO ESTRANHA!!

Haddad anuncia Bolsa Família para imigrantes em SP. É IMPORTANTE ENTENDER PORQUE.


Estrangeiro legal

Prefeitura de São Paulo fará ação para informar que estrangeiros legais
podem solicitar Bolsa Família
Publicado: 5 de dezembro de 2014 às 10:05 - Atualizado às 10:12

Prefeito de São Paulo diz que esse é 'o maior legado' para próximas gerações
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, anunciou que estrangeiros legais também podem ser beneficiados com o Bolsa Família

A Prefeitura de São Paulo promoverá na semana que vem uma ação de divulgação para informar a estrangeiros legais que vivem na cidade em situação de vulnerabilidade o direito que eles têm de participarem do Cadastro Único e, caso atendam às especificidades, de serem beneficiários do Bolsa Família. A ação faz parte das comemorações do Dia Internacional dos Direitos Humanos, dia 10.


O mutirão será feito de segunda a sexta-feira, das 9 horas às 17 horas no Centro de Referência e Acolhida para o Imigrante (Crai), na região central. Será parte da programação do 2.º Festival de Direitos Humanos – Cidadania nas Ruas, realizado entre 8 e 14 de dezembro em diversas partes da cidade.


A secretaria municipal de Direitos Humanos, um dos órgãos envolvidos na ação, estima que vivam hoje na capital paulista cerca de 370 mil imigrantes. No Estado, a estimativa é de cerca de 1 milhão. A inclusão de estrangeiros em situação legal no País no Cadastro Único é garantida pelo Estatuto do Estrangeiro (Lei 6.815 de 1980), cujo artigo 95 afirma que o “estrangeiro residente no Brasil goza de todos os direitos reconhecidos aos brasileiros, nos termos da Constituição e das leis”.


É necessário apenas que o estrangeiro tenha ao menos um documento, como CPF ou Carteira de Trabalho. A medida, segundo a Prefeitura, visa auxiliar o combate ao trabalho escravo.


Para ser beneficiário do Bolsa Família, entretanto, os estrangeiros deverão atender aos mesmos pré-requisitos que são exigidos aos brasileiros. Ou seja, ter renda familiar mensal de até três salários mínimos, ter filho de até 15 anos frequentando a escola, entre outros. Levantamento feito pelo Ministério do Desenvolvimento em 2009 apontava que entre os beneficiários do Bolsa Família apenas 0,04% era estrangeiro. (AE)


Se você ainda não entendeu o motivo pelo qual a esquerda produz incessantemente uma enorme gama de programas assistencialistas, talvez esteja na hora de entender definitivamente o que está ocorrendo no Brasil e no mundo.

A Estratégia Cloward-Piven foi criada por dois sociólogos norte-americanos chamados Richard Cloward e Frances Fox Piven. O objetivo seria sobrecarregar o sistema econômico através de um número tão grande de "benefícios" que estes acabariam por colapsar a economia e as classes pagadoras de impostos, para que então empobrecessem juntamente com as demais, fazendo assim uma das inúmeras possíveis transições ao socialismo. Essa crise planejada terminaria deixando toda a população dependente do governo, transformando os governantes em elite dominante e os governados em uma só classe de escravos, igualzinho está acontecendo no Brasil.

É por isso que cada vez mais benefícios surgem sem que resolvam efetivamente o desenvolvimento social, cultural e econômico do país, pois o setor produtivo, que paga por toda essa estrutura, é cada vez mais escorchado, perseguido e criminalizado. O que parece insanidade ou incompetência é na verdade apenas um processo de desmonte econômico e de posterior dissolvimento de classes e ascensão da casta governante.

É importante frisar para que não nos voltemos contra os beneficiários, e sim contra aqueles que estimulam a miséria humana como arma política. Não há progresso econômico em uma economia planificada, e é justamente isso que o socialismo entrega. Portanto, a partir de agora, toda vez que você ouvir essa balela de assistencialismo, desmascare o interlocutor no ato.

Aos interessados, abaixo segue um vídeo com maiores explicações:




Obs: se você leu até o final, responda pra gente: por acaso alguém já lhe falou sobre isso na escola, na faculdade ou na mídia? Pois é...


Comentario
  • Jaci Capistrano
    Se você ainda não entendeu o motivo pelo qual a esquerda produz incessantemente uma enorme gama de programas assistencialistas, talvez esteja na hora de entender definitivamente o que está ocorrendo no Brasil e no mundo.

    A Estratégia Cloward-Piven foi criada por dois sociólogos norte-americanos chamados Richard Cloward e Frances Fox Piven. O objetivo seria sobrecarregar o sistema econômico através de um número tão grande de "benefícios" que estes acabariam por colapsar a economia e as classes pagadoras de impostos, para que então empobrecessem juntamente com as demais, fazendo assim uma das inúmeras possíveis transições ao socialismo. Essa crise planejada terminaria deixando toda a população dependente do governo, transformando os governantes em elite dominante e os governados em uma só classe de escravos, igualzinho está acont... Ver mais

  • Amaury Feitosa ·
    Era o que nos faltava, dão-lhes bolsa e um titulo de eleitor e nós pobres contribuintes ex-cidadãos pagamos a conta de mais este disparate. Vergonhoso, imoral, cinismo puro.

    • Maria Tereza · 
      OBJETIVO DE MAIS UM ABSURDO DESTE POSTE PETRALHA......................................
      E L E I T O R E I R O.............Mais voto para ver se o PT ganha em São Paulo

  • Julioverne Viajante · 
    Mais uma canalhice da quadrilha petista.

  • Joao Paganeli · 
    bOM DIA, AGORA SIM É O MAXIMO, VOU ENFIAR O DEDO NO MEU C..................MEREÇO. AGUARDEM O CONTIGENTE DE IMIGRANTES ISTO AS NOSSAS FORÇAS DESARMADAS NÃO VEEM.

  • Maridu Oliveira
    Haddad, o mais fraco prefeito de SP e o dinheiro para essa "proposta genial" sera o que vai arrecadar com o aumento do nosso IPTU ????

  • Edson Cardin · 
    Para o PT Vale Tudo. Edson Cardin

  • Cleverton Reis ·
    Cadê a população de SP p/ protestar sobre este absurdo!!!!o povo tem q tomar as ruas p/ acabar com esta corja ptralha!!!

  • Bia Abrão · 
    Impeachment já !

  • Mario Fernandes Testoni · 
    É para isso que esse ladrão safado e ordinário quer fazer aquele aumento exorbitante no IPTU de São Paulo! Paulistanos, criem coragem para expulsar esse verme dai!

Documentos do governo dos EUA afirmam que Dilma roubou bancos no período militar


Publicado por em 16 novembro, as 12 : 26 PM Print
Documentos do governo dos EUA afirmam que Dilma roubou bancos no período militar
Ainda recém empossada Ministra da Casa Civil do governo Lula, Dilma foi classificada pelo governo americano como ladra de bancos e cofre de Adhemar de Barros, segundo informações hackeadas pelo Wikileaks do governo dos Estados Unidos, a informação foi oriunda do ex-embaixador John Danilovich, que assim descreveu Dilma ao departamento de Estado americano:
Junto a vários grupos clandestinos, Dilma Rousseff organizou três assaltos a banco e cofundou a Vanguarda Armada Revolucionária de Palmares. Em 1969, ela planejou o lendário roubo conhecido como ‘Roubo do Cofre do Adhemar.
Desde esta informação Dilma passou a ser acompanhada de perto pelo governo americano, quem não se lembra do desconforto diplomático da divulgação de informações pelo ex-funcionário da CIA de que o governo americano interceptava informação do governo brasileiro.




O documento do qual o Wikileaks teve vazou, também informa da prisão de Dilma pelo regime militar:
Rousseff separou-se de seu primeiro marido, Claudio Linhares, que em janeiro de 1970 sequestrou um avião para Cuba e lá permaneceu. No mesmo mês, ela foi presa pelo regime.
A resposta da então ministra do governo Lula ao senador Agripino Maia (DEM-RN) sobre ter orgulho de ter mentido durante a tortura foi registrada como “um desempenho impressionante em uma sabatina hostil” por parte do ministro conselheiro dos EUA, Phillip Chicola, em maio de 2008.


Desde o início de seu primeiro mandato Dilma tenta incriminar os militares pelo regime e reescrever a história fazendo dos guerrilheiros de outrora em heróis da história, por outro lado transformando os militares que luraram contra as guerrilhas em monstros que precisam ser punidos e lembrados como bandidos que agiram contra a pátria e não o contrário. 


Para isso foi criada a Comissao Nacional da Verdade, que na teoria analisa crimes do período militar, mas na prática somente tenta incriminar exclusivamente os militares pelo regime, como se fossem os demônios da história, em contraponto aos mocinhos das guerrilhas. (Com informações G1)


Maria do Rosário: 'Fui agredida como mulher, como parlamentar e mãe': Comentario: "É muita imbecilidade fazer esta celeuma toda para defender uma inútil como esta Maria do Rosário. Foi ela quem chamou o Bolsonaro de estuprador e torturador !! Ele é a vítima nessa história !! Ela até pode ser processada pelas gravíssimas acusações que fez ao Bolsonaro, se não tiver como prová-las ! "


Rio Grande do Sul 247 – A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), agredida verbalmente pelo deputado Jair Bolsonaro ontem na Câmara, afirmou que pretende processá-lo criminalmente por sua declaração.

Bolsonaro subiu à tribuna logo após um discurso da petista sobre direitos humanos. Ela então deixou o plenário.

"Fica aí, Maria do Rosário, fica. Há poucos dias, tu me chamou de estuprador, no Salão Verde, e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece. Fica aqui pra ouvir", disse, aos gritos, o parlamentar.

"Fui agredida como mulher, como parlamentar, como mãe. Chego em casa e tenho que explicar isso para a minha filha", declarou a ex-ministra dos Direitos Humanos, em entrevista à Rádio Gaúcha. "Vou processá-lo criminalmente", anunciou.

Em seguida, ela se emocionou e disse não estar em condições de continuar a entrevista. "Não quero meu nome na voz de alguém que tem uma atitude como esta. Vocês me desculpem, fiquei bastante emocionada. Vou seguir meu trabalho. Não tenho mais condições de seguir a entrevista. Sugiro que as mulheres que tenham força e dignidade para seguir esta luta", concluiu.



Comentários




  1. Joka Espada 12.12.2014 às 05:50
    É muita imbecilidade fazer esta celeuma toda para defender uma inútil como esta Maria do Rosário. Foi ela quem chamou o Bolsonaro de estuprador e torturador !! Ele é a vítima nessa história !! Ela até pode ser processada pelas gravíssimas acusações que fez ao Bolsonaro, se não tiver como prová-las ! 

  2. JAIRO 12.12.2014 às 02:32
    mulher idiota, ofendeu primeiro , e queria que não acontecesse nada. podia até ser preso, mais se ela viesse pra cima de mim iria levar porrada.

  3. Observador 11.12.2014 às 22:19
    Este Rio Grande do Sul realmente tem que estar na merda : Maria do Rosário, Arno Augustin, Tarso Genro, Marco Maia, Henrique Fontana, etc, etc, etc Maior celeiro de LIXO do mundo. Não tem como estar melhor um estado que tem este bando de sumidades. Se pelo menos ficassem lá no RS e deixassem o resto do pais em paz ! 

  4. xarope 11.12.2014 às 21:34
    Essa tal de Maria do rosário, dos direitos humanos, só pode ser uma retardada mental. Para quem não sabe, ela queria soltar um tal de " champinha", um assassino cruel que estuprou e torturou durante 5 dias uma garota de de 16 anos, e depois a matou com 15 facadas. O Jair Bolsonaro saiu em defesa da garota, e a Maria do Rosário ,com raiva, xingou o bolsonaro de " estuprador" , veja só que doidice. Essa mulher só pode ter algum problema mental. E essa imprensa medíocre já distorceu as coisas. Na verdade, ele disse assim: SE eu fosse estuprador, eu não estuprava vc, porque VC NÃO MERECE ser estuprada. Na verdade, ele é quem deveria ter aberto um processo contra essa escória chamada Maria do rosário, defensora de estupradores assassinos. O povo brasileiro é tão burro que não sabem nem interpretar as coisas. Jair bolsonaro é o cara: " ela vai me processar pra que? Pra dizer que merece?" Boa.hahahaha

  5. Flávia carolina 11.12.2014 às 20:25
    LEMBRANDO QUE : O cunhado dela foi preso por estupro e pedofilia. Mais um motivo pra ela NÂO chamar qualquer outro homem de estuprador!!!

  6. Flávia carolina 11.12.2014 às 20:24
    SOu mulher e não me senti nem um pouco ofendida,pois antes de falar o que falou Bolsonaro foi agredido em entrevista anterior. A mulher se vale de ser sexo frágil e roga pelo feminismo. Tem que haver equilíbrio entre os dois. Ela é uma parlamentar e não deveria agir como agiu. Os DOIS devem ser punidos! PONTO!

  7. edgard vergara borges 11.12.2014 às 19:42
    Rachel Sheherazade tambem foi ofendida como mulher quando o professor e filosofo Paulo Ghiraldelli desejou a ela fosse estuprada...não lembro da então ministra ter pedido providências contra o professor

  8. malu 11.12.2014 às 19:03
    cassar o mandato dela que é uma vagabunda que defende estupradores e assassinos p ela nao adota uma peste dessas
Olha só que meigo! Um professor esquerdista incita abertamente o estupro de uma jornalista. Isso faz um ano. Mas como ela não é petista e critica o governo e o pensamento de esquerda, eles devem achar que merece ser estuprada mesmo. Não é Maria do Rosário? Não é turminha do Psol e PC do B? Cadê a solidariedade da parte de vocês que jamais vimos?
 
  1.  Photo: Olha só que meigo! Um professor esquerdista incita abertamente o estupro de uma jornalista. Isso faz um ano. Mas como ela não é petista e critica o governo e o pensamento de esquerda eles devem achar que merece ser estuprada mesmo. Não é Maria do Rosário? Não é turminha do Psol e PC do B? Cadê a solidariedade da parte de vocês que jamais vimos?

Maria e as empreiteiras

maria do rosário
Maria do Rosário: dinheiro das empreiteiras


Recentemente envolvida em nova polêmica com o histriônico Jair Bolsonaro, a deputada petista Maria do Rosário está entre os nomes da lista de doações de campanha da Engevix apreendida pela PF na sede da empreiteira, em São Paulo.


A prestação de contas de Maria do Rosário ao TSE confirma as boas intenções da Engevix. Apesar de um provável erro de digitação ter grafado “Engemix Engenharia S/A” na lista de doadores da deputada, o CNPJ informado confirma que foi mesmo a empresa do encrencado Gerson Almada a autora de uma doação de 145 000 reais à campanha da petista.


As doações de empreiteiras implicadas na Lava-Jato a Maria do Rosário não param por aí. A Queiroz Galvão doou 37 500 reais à deputada e a Andrade Gutierrez contribuiu com 33 250 reais.

Como se vê, Maria do Rosário tem afinidade com os Direitos Humanos e com os das empreiteiras…
A propósito, Bolsonaro não recebeu qualquer doação de empreiteiros; mas seu filho Eduardo, eleito deputado em São Paulo, sim. Eduardo Bolsonaro recebeu 567 reais da OAS.

Por Lauro Jardim

Ministra Maria do Rosário se cala diante dos inúmeros crimes cometidos pelo pedófilo petista

Ministro avisa: PF terá papel central na luta contra corrupção
 
A ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, a petista Maria do Rosário Nunes, gosta de dar declarações acusando governos de partidos adversários de crimes. Mas, agora, no caso da prisão de Eduardo Gaievsli, acusado de pedofilia, ela se calou.

Veja matéria do Ucho.info:
Ministra Maria do Rosário se cala diante dos inúmeros crimes cometidos pelo pedófilo petista Eduardo Gaievski


Discurso de ocasião – Ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, a petista Maria do Rosário Nunes é dona de previsibilidade que causa náuseas. Sempre pronta para atacar transgressões dos adversários, mesmo que no campo das ilações, Maria do Rosário se cala quando os companheiros de esquerda cometem erros. Foi assim no caso dos cubanos em greve de fome por causa do regime autoritário e covarde dos facinorosos irmãos Castro, quando a ministra se calou diante dos absurdos que reinam na ilha caribenha.


Quando o assunto é estupro de vulnerável – termo técnico usado pelo Judiciário para se referir ao crime de pedofilia –, Maria do Rosário não deixa por menos. Quando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) relativizou o crime de pedofilia, alegando que “atos sexuais com menores de 14 anos podem não ser caracterizados como estupro, de dependendo do caso”, a ministra protestou com veemência, mas com razão.


“Ao afirmar essa relativização usando o argumento de que as crianças de 12 anos já tinham vida sexual anterior, a sentença demonstra que quem foi julgada foi a vítima, mas não quem está respondendo pela prática de um crime”, declarou a titular da Secretaria de Direitos Humanos.
A decisão foi revogada, mas à época, dizendo que buscaria as “medidas jurídicas cabíveis”, Maria do Rosário afirmou: “Estamos revoltados, mas conscientes. Vou analisar a situação com o doutor Gurgel [Roberto Gurgel, então procurador-geral da República] e com o Advogado-Geral da União para ter um posicionamento”.


Muito estranhamente, Maria do Rosário adotou um silêncio obsequioso diante do escândalo envolvendo Eduardo Giaevski, petista que responde a 23 processos por estupro de vulneráveis e que está foragido desde que soube do mandado de prisão expedido pela Justiça do Paraná. Gaievski foi guindado ao cargo de assessor especial da Casa Civil, a convite da ainda ministra Gleisi Hoffmann.


O mesmo silêncio a petista Maria do Rosário adotou em relação ao senador boliviano Roger Pinto Molina, que fugiu de La Paz, após quinze meses asilado na embaixada brasileira, por sentir-se perseguido pelo presidente cocalero Evo Morales. E sobre o caso a ministra não fez um comentário sequer, provavelmente porque qualquer declaração prejudicaria Morales, o companheiro de esquerdismo chicaneiro.


Fosse o Brasil um país minimamente sério e a presidente Dilma Rousseff uma governante séria e de pulso, Maria do Rosário já teria voltado para o belo Rio Grande do Sul, que cada vez mais se envergonha da atuação da petista na Esplanada dos Ministérios.

Quando eclodiu o boato do fim do programa “Bolsa Família”, fato que levou milhares de beneficiários desesperados aos terminais eletrônicos da Caixa, Maria do Rosário não perdeu tempo para acusar a oposição pelo ocorrido, erro assumido posteriormente pela própria instituição financeira governamental.

Pelo que se sabe, estupro de vulnerável não é um crime menor se praticado por um integrante do Partido dos Trabalhadores, mas o silêncio de Maria do Rosário tenta provar o contrário. Da mesma forma a violação dos direitos humanos não pode ser relativizada quando cometida por um membro da esquerda.

Em suma, Maria do Rosário é uma oportunista irresponsável, que faz do cargo uma trincheira para os delinquentes do partido e um arsenal para atacar os adversários. O Brasil está a poucos passos de uma ditadura comunista, mas o povo continua contemplando como se fosse o melhor dos cenários. Enfim…