quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

'ORÇAMENTO IMPOSITIVO', OU O JOGO DE INTERESSES DO PT, REFLETE A DEGENERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS EM DIREÇÃO A UMA DITADURA BOLIVARIANA.




Com um impasse em torno da PEC do Orçamento Impositivo e da Medida Provisória 656, que tem como seu principal fiador o líder do PMDB, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o Congresso Nacional adiou novamente a sessão que iria votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015. 
 
 
 
A análise da matéria, inicialmente prevista para as 19h desta terça-feira e posteriormente remarcada para as 22h, foi adiada para a manhã desta quarta-feira. E a sessão promete ser mais uma vez demorada: antes de deliberar sobre as propostas orçamentárias para o próximo ano, os congressistas terão de analisar os vetos presidenciais que passam a trancar a pauta a partir desta quarta. Conforme dita a Constituição, se não aprovarem a LDO, os parlamentares não poderão entrar em recesso. Do site de Veja
 
 
 
Deputado Ronaldo Caiado, Senador eleito, desponta como liderança oposicionista no Congresso.
 
CAIADO: A VIDA VALE MAIS QUE UM 'ORÇAMENTO IMPOSITIVO'
 
 
Em tramitação há mais de um ano no Congresso Nacional, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui o chamado Orçamento Impositivo teve a conclusão de sua votação novamente adiada na noite desta terça-feira – e, às vésperas do recesso parlamentar, a proposta segue com prazo indefinido para sair do papel. Os deputados chegaram a aprovar a matéria em primeiro turno, mas um impasse inviabilizou a votação da segunda e última etapa para que a PEC fosse promulgada. 
 
 
 
Principal bandeira do presidente da Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a medida determina que as emendas parlamentares, recurso que deputados e senadores recebem para obras localizadas em suas bases eleitorais, passem a ter a liberação obrigatória. Atualmente, a execução das emendas se dá a conta-gotas e funciona como uma arma para o governo barganhar a aprovação de matérias de interesse no Congresso Nacional. 
 
 
Além de ter uma atuação mais autônoma, a briga dos parlamentares para garantir o pagamento obrigatório desses recursos ocorre porque normalmente suas emendas são os alvos preferenciais de cortes do governo em momentos de ajuste fiscal. Nesse cenário, o governo "empenha" a emenda – ou seja, se compromete a liberar os recursos, mas depois bloqueia o pagamento em situações de aperto de caixa.
 
 
“Essa aprovação serviria para acabar com esse balcão de negócios onde cada votação importante tem uma fornada de liberação de emendas. Esse é o primeiro passo para a libertação do Legislativo”, afirmou o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG). 
 
 
O impasse – A proposta foi aprovada em dois turnos pela Câmara em agosto do ano passado, mas teve de voltar à Casa após sofrer mudanças no Senado. A pedido do Planalto e como uma forma de aliviar o impacto da medida sobre as contas públicas, os senadores incluíram no projeto a obrigatoriedade de que 50% das emendas sejam aplicadas obrigatoriamente na saúde pública. O Senado também fixou que o governo deverá aplicar até 15% da Receita Corrente Líquida para a saúde de forma escalonada – parlamentares de oposição defendiam que esse valor fosse de 18%. 
 
 
Na avaliação do DEM, os 15% da receita líquida seriam insuficientes para suprimir as necessidades com a saúde – e, se incluídos na Constituição, dificultariam a aprovação de programas como o Saúde Mais 10, que defende o repasse de 10% das receitas brutas e injetaria mais recursos no setor. O partido apresentou uma sugestão para alterar o projeto e excluir a previsão do limite de 15% da receita líquida – mas o adendo foi rejeitado. 
 
 
“Esse texto mata a saúde da população brasileira, acaba de fechar as Santas Casas, os hospitais filantrópicos, e aumenta a lista pessoas que vão morrer por falta de UTIs. Está sendo feita uma moeda de troca entre a emenda que será dada aos parlamentares e a vida da população brasileira. Vocês acham justo que a vida seja trocada por um orçamento impositivo?”, questionou o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO). 
 
 
Contrário à proposta, Caiado não avalizou a votação dos dois turnos da PEC nesta terça-feira – conforme o regimento, são necessários cinco dias entre as votações. No entanto, quando há acordo em plenário, os dois turnos podem ser votados em sequência. Diante do impasse, o texto não foi votado. “Se não conseguimos neste ano, no próximo será muito mais difícil. Sabe-se lá quando vai ser”, afirmou o presidente Henrique Alves. “Imagine a minha frustração”, continuou. Do site da revista Veja


MEU COMENTÁRIO: Reparem que na verdade esse debate aparentemente administrativo e burocrático esconde um fato evidentemente político, ou seja, a crescente supremacia do Executivo. Falta pouco para que o Congresso Nacional seja reduzido a uma Assembléia bolivariana a exemplo do que existe na Venezuela. Faltaria apenas a tal "lei habilitante" criada pelo chavismo que dá ao Executivo, quando acionada, a faculdade de governar por decreto.

Insisto: a questão política continua passando ao largo do parlamento e, sobretudo da Oposição, que trata o PT como um partido normal, quando na verdade é uma organização revolucionária que executa dia após dia o projeto comunista do Foro de São Paulo.

Até porque, como publiquei com exclusividade aqui no blog o Foro de São Paulo, que acaba de inaugurar a sede da Unasul, organismo multilateral bolivariano, que tem como prioridades imediatas uma Coordenação Eleitoral e uma Escola de Defesa destinada a envolver as Forças Armadas de todos os países latino-americano no projeto comunista bolivariano.

A execução dessas duas diretrizes do Foro de São Paulo via Unasul, como podem notar, constitui um passo decisivo para esfarelar o que resta de democracia no Continente. O Brasil é a cereja do bolo. Tanto é que o Foro de São Paulo esperou apenas a conclusão da eleição presidencial brasileira para inaugurar a sede da Unasul que, evidentemente, contou com generoso aporte de dinheiro público do Brasil, isto é, dinheiro dos cidadãos brasileiros! Será que isso passou pelo crivo do Congresso Nacional?

Vejam que estas indagações que estou formulando constituem pauta jornalística obrigatória de primeira ordem, mas nada disso é divulgado. O tal "controle social da mídia" que o PT planeja implantar no Brasil há muito tempo já vem sendo executado pelos próprios jornalistas. É mais uma jabuticaba. A maioria dos jornalistas defende a censura à imprensa e cumpre missão do Foro de São Paulo dentro das redações.

Não gaste seu dinheiro comprando coisas como Folha de S. Paulo, Estadão, O Globo. E não esqueçam de jogar seus televisores no lixo.  

Petrolão: ao contrário do Mensalão, quem não for parlamentar, ministro ou presidente da República será julgado por Sérgio Moro e não pelo STF.



  
Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná, continua julgando os corruptos sem imunidade parlamentar. Com mão de ferro! 
 
 
A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) negou nesta terça-feira (16) duas reclamações que tentavam anular mandados de prisão e retirar da Justiça Federal do Paraná os processos relativos à Operação Lava Jato. Seguindo voto do ministro Teori Zavascki, os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia entenderam que os investigados sem foro privilegiado devem ser julgados pela Justiça Federal do Paraná, onde atua o juiz Sérgio Moro. 
 
 
De acordo com os ministros, somente autoridades com foro privilegiado, como deputados, senadores e ministros de Estado, que eventualmente forem citados nas delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, devem ter seus casos avaliados pelo STF. 
 
 
As reclamações julgadas nesta terça eram de um dos sócios da Sanko Sider Murilo Barrios e de Waldomiro de Oliveira, um dos laranjas de Youssef. Ambos alegavam que, como há autoridades como foro investigadas na Lava Jato, todo o caso deveria ir ao Supremo. 
 
 
Ao negar as reclamações, os ministros destacaram que as recentes prisões da Lava Jato não foram baseadas em delações premiadas e que todos os fatos ligados a autoridades com prerrogativa estão sob comando das autoridades competentes, no caso, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o próprio STF. Por isso, não estaria havendo usurpação da competência do Supremo por parte do juiz Moro. 
 
 
PROBLEMA
Em seu voto, Zavascki não enfrentou um dos temas abordados pela defesa: o fato do juiz Moro orientar os investigados e testemunhas para não citarem autoridades com foro durante interrogatórios.Segundo ele, a atitude do juiz pode levar até mesmo a eventuais nulidades no processo. Sem dizer quais problemas a situação poderia acarretar, o ministro limitou-se a falar que tal situação seria analisada posteriormente. 
 
 
"A defesa se insurge seguidamente contra o fato de que o magistrado com o declarado fim de preservar a competência do Supremo restringe a formulação de questionamentos sobre eventual envolvimento de detentor de foro, questão que está sub judice em outros procedimentos. Então, se ele agiu corretamente ou não, se ele praticou ato nulo ou não porque restringiu, isso não enseja ação penal. Pode ser que a pretexto de preservar a competência do Supremo esteja cometendo outra irregularidade, mas isso está sendo discutido em outro foro, que não é nessa reclamação", disse. 
 
 
O ministro Gilmar Mendes, que também compõe a Turma, ausentou-se do plenário durante a análise das reclamações, por isso não votou no processo. 
 
 
NA PRISÃO
Na sessão desta terça a Segunda Turma ainda negou um pedido de liberdade do vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Leite, que está detido desde 14 de novembro, quando foi deflagrada a sétima fase da operação Lava Jato. 
 
 
Os ministros entenderam que, ao recorrer ao STF sem ter tido seu caso analisado pelo pleno do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da Quarta Região), o pedido de liberdade não poderia ser sequer analisado. De acordo com eles, salvo em caso de prisão manifestamente ilegal, é preciso esperar que o TRF e posteriormente o STJ (Superior Tribunal de Justiça) analise o caso para, só então, se recorrer ao Supremo. (Folha Poder)
 
 
16 comentários

Esgostosfera do PT e revistas chapa branca receberam cerca de R$ 70 milhões de Lula e Dilma para assassinar reputações.


Dilma Rousseff com o "pelego" Mino Carta, dono da Carta Capital.
Lula e os blogueiros da esgotosfera: vários encontros nos últimos anos para dar instruções à quadrilha virtual do PT.

Acusados pela oposição de serem financiados pelo Palácio do Planalto e o PT, sites e publicações que adotam em linhas gerais uma posição de defesa do governo também receberam recursos de publicidade das principais estatais brasileiras nestes 14 anos. Essas publicações negam, entretanto, que tenham a sua linha editorial e seus posicionamentos influenciados pelo recebimento de recursos das estatais federais.

A "Carta Capital", a revista semanal de menor circulação, aparece como destinatária de R$ 44,3 milhões. A "Veja", líder do segmento, é englobada nos pagamentos direcionados para a Abril, uma das principais destinatárias da verba de publicidade das estatais, mas é impossível especificar o quanto a publicação recebeu. Já a revista "Caros Amigos", identificada com posições de esquerda, recebeu R$ 4,7 milhões.

Na internet, sites e empresas de jornalistas que se alinham do lado do governo na batalha virtual entre PT e PSDB também foram destinatários do dinheiro da publicidade estatal nesses 14 anos --entre eles Luis Nassif (R$ 5,7 milhões) e Paulo Henrique Amorim (R$ 2,6 milhões). Um dos principais defensores do governo na internet, o site Brasil 247 recebeu R$ 1,7 milhão desde 2011. A sua receita com a publicidade das empresas estatais dobrou em 2012 e mais do que dobrou em 2013.


Autodeclarado "o portal de esquerda", o Carta Maior recebeu R$ 9,1 milhões de 2003 a 2013. O Opera Mundi e a "Revista Fórum", também ligados ao campo da esquerda, receberam R$ 2 milhões e R$ 1,7 milhão, respectivamente.(Folha de São Paulo)


4 comentários

Oposição apresenta relatório paralelo na CPI da Petrobras. Haverá indiciamentos.


O relatório paralelo da oposição que será entregue hoje na CPI da Petrobrás deverá incluir a presidente da Petrobrás, Graça Foster, entre os responsáveis pelo esquema de corrupção na estatal. Até a noite de ontem, porém, os deputados não tinham certeza se pediriam ou não o indiciamento de Graça. A dúvida também envolvia a presidente Dilma Rousseff. A ideia predominante era apontá-la como responsável solidariamente, por ter sido presidente do Conselho de Administração da empresa durante a compra da refinaria de Pasadena.

A condução do texto tem sido feita pelo deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que foi coordenador jurídico do partido na campanha presidencial. "Um ou outro caminho será tomado", disse o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), após encontro com integrantes da cúpula do partido em Brasília. Além de Graça e funcionários da estatal, também devem ser citados no relatório alguns parlamentares.

Na saída de uma reunião com integrantes do partido, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), não quis dar detalhes sobre o documento. Questionado se Dilma faria parte da lista de nomes com pedido de novas investigações, o tucano foi evasivo. "É possível." Ele, porém, defendeu a saída da atual direção da Petrobrás e acusou Graça Foster de mentir em depoimento na comissão.

"O relatório vai propor indiciamentos e vai dizer de forma muito clara que essa direção não tem mais condições de permanecer. Até porque a presidente Graça Foster mentiu à CPMI no momento em que ela disse que não tinha qualquer informação em relação à denúncia de corrupção. Constatou-se depois que ela já havia recebido da empresa holandesa SBM um relatório confirmando o pagamento de propina a servidores", afirmou Aécio.

O senador voltou a criticar o relatório apresentado na semana passada pelo relator da comissão, deputado Marco Maia (PT-RS), após sete meses de trabalho. O texto não prevê nenhum indiciamento. A comissão se reúne hoje para discutir e votar o relatório final.

Minoria no colegiado, integrantes da oposição dificilmente terão apoio para aprovar o documento alternativo. Mesmo com a previsão de derrota, os opositores irão encaminhar o documento para o Ministério Público, junto com o que for aprovado pela base aliada. (Estadão)

3 comentários

Novos documentos desmancham mentiras da "ingênua" Graça Foster. Ela sabia e foi no mínimo cúmplice da corrupção que tomou conta da Petrobras.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014


O governo desencadeou, ontem, uma operação para defender a permanência no cargo da presidente da Petrobras, Graça Foster, como quer a presidente Dilma Rousseff.




O vice-presidente da República, Michel Temer, disse que não há acusação formal contra Graça e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu que ela permaneça no cargo. A estatal divulgou nota em que assegura que Graça só soube de irregularidades denunciadas pela geóloga Venina Velosa da Fonseca, em e-mail enviado em 20 de novembro deste ano.



No entanto, mensagens anteriores e documentos confidenciais que o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, teve acesso mostram que, muito antes dessa data, Graça foi informada por Venina de problemas graves na Petrobras. CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR
Às 3h50 do dia 3 de abril de 2009, Venina pediu ajuda a Graça para concluir um texto em que descreve irregularidades. Na época, Graça era diretora de Gás e Energia e Venina, gerente executiva da Diretoria de Abastecimento. "Gostaria de ter uma opinião sua sobre um texto final que preciso encaminhar. Posso deixar para você ler? Você sabe qual é o assunto. Fique à vontade se você achar melhor não ler. Aguardo sua resposta para deixar ou não o material com a sua secretária." CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR.



No mesmo 3 de abril de 2009, há um "Documento Interno do Sistema Petrobras", chamado de DIP, em que Venina concluiu pela ocorrência de "irregularidades administrativas" na área de comunicação do Abastecimento. O assunto a que a geóloga se referiu era uma auditoria presidida por ela para desbaratar um esquema que desviou milhões de reais da estatal.


O esquema beneficiou integrantes do PT da Bahia - o mesmo grupo político do então presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Venina escreveu para Graça na madrugada, pouco antes de concluir o DIP em que pediu a demissão de Geovanne de Morais. Ela procurou Graça para obter ajuda.


Sozinho, o militante petista Geovanne pagou quase R$ 38 milhões a serviços não realizados na área de comunicação. O desvio foi maior do que isso: R$ 58 milhões em contratos, cujos serviços não foram prestados. Foram identificadas também notas fiscais com o mesmo número, totalizando R$ 44 milhões na área de comunicação.


Em nota divulgada ontem, a Petrobras informou que Geovanne não foi demitido, em 2009, porque "seu contrato de trabalho estava suspenso, em virtude de afastamento por licença médica". A demissão só foi efetivada quatro anos depois, em 2013. No entanto, Venina pediu que Geovanne fosse retirado imediatamente da empresa e apresentou um parecer jurídico para tanto. "A demissão deve ser implementada ainda que esteja o empregado gozando de auxílio doença, visto o risco representado pela manutenção de seu vínculo empregatício para a continuação das averiguações", escreveu ela.


Mesmo com essa determinação expressa da geóloga que comandou a auditoria sobre desvios na área de comunicação, Geovanne foi mantido nos quadros da estatal por pressões internas feitas por Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento que, após ser preso, neste ano, delatou casos de corrupção na companhia. A alegação de Costa para que Geovanne ficasse foi a mesma utilizada na nota divulgada ontem pela Petrobras: a de que ele estava em licença médica.


Graça foi informada sobre esses problemas e, portanto, sabia dos desvios que aconteceram na estatal. Mas, em depoimento à CPI mista da Petrobras, ela disse, em 11 de junho, que não sabia de irregularidades na companhia, mas apenas de suspeitas. O episódio de desvios milionários na área de comunicação não foi mera suspeita. Houve comprovação de que ilícitos ocorreram e Venina pediu ajuda a Graça no dia em que concluiu a auditoria sobre o caso.CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR.
Em outro e-mail, enviado às 12h05 de 7 de outubro de 2011, Venina fez um verdadeiro desabafo a Graça sobre os problemas na estatal. "Oi, Graça! Eu gostaria de estar aí, conversando com você, olhando direto nos seus olhos, para você sentir o que eu quero dizer, mesmo correndo o risco de chorar na sua frente; não seria a primeira vez", escreveu a geóloga. "Vou escrever para você mesmo sabendo que existe a possibilidade de você ir à sala do diretor Paulo Roberto e de ele depois me questionar o que eu fui fazer na sua sala", continua, referindo-se a Costa, na época, o chefe imediato de Venina.


"Hoje, eu posso dizer que estou praticamente sozinha na empresa. Os fatos que ocorreram quando eu fui retirada do meu cargo e enviada para Cingapura fizeram com que pessoas mais próximas se afastassem de mim com medo de sofrer retaliações." Venina se referiu à sua transferência para o escritório da Petrobras, em Cingapura, para onde foi mandada em fevereiro de 2010, após fazer denúncias de irregularidades na estatal. Chegando à Ásia, foi pedido a ela que não trabalhasse.


Nessa mensagem, a geóloga faz comentários sobre os problemas sérios vividos dentro da Petrobras, revelando que Graça conhecia o assunto. "Dos cinco e-mails que escrevi ao diretor, quatro foram bastante cordiais e, no último, eu escrevi o verdadeiro motivo que me afastou das nomeações: confronto de valores", disse Venina. "Eu escrevi para ele que eu estava me sentindo humilhada, acuada e assediada."


Em seguida, a geóloga escreveu a Graça que "o que aconteceu dentro do ABAST (Diretoria de Abastecimento) na área de comunicação e obras foi um verdadeiro absurdo". Ela questionou disputas entre técnicos por novas formas de contratação e "licitações sem aparente eficiência". "Infelizmente, eu não sou sozinha, não posso me aventurar aqui fora. Se pudesse, pode ter certeza que é o que eu faria. Porém, se não posso lutar aqui fora, vou para o Brasil para brigar pelos meus direitos. Eu não fiz nada errado. Não vou aceitar ser penalizada pelo que não fiz. Não vou, de forma alguma, aceitar isto! Se eu não consigo dialogar dentro do ABAST não tenho outra alternativa a não ser procurar outros meios, mas eu não gostaria de fazer isto sem antes conversar com você."


Venina disse para Graça que estava avaliando qual atitude deveria tomar. Ela é explícita ao ressaltar que parte da documentação que possui sobre irregularidades já era de conhecimento de Graça. "Existem alternativas que eu estou avaliando apesar do receio de trazerem risco para mim e para minhas filhas. Gostaria de te apresentar parte da documentação que tenho, parte dela eu sei que você já conhece", escreveu a geóloga.


"Gostaria de te ouvir antes de dar o próximo passo. Não quero te passar nada sem receber um sinal positivo da sua parte. Mesmo que você se recuse a se envolver nisto, vou continuar te admirando pela mulher corajosa, firme e respeitada que você é e que chegou aonde chegou sem ter que abrir mão dos valores que tem. Minha admiração e respeito por você vai além desse problema que estou te apresentando. Me desculpe por tomar seu tempo, tentei ser breve mas a emoção não permitiu."


Cinco meses após essa mensagem, Graça se tornou presidente da Petrobras. Venina foi trazida de volta para o Rio, onde lhe deram uma sala, mas lhe pediram que não fizesse nenhum trabalho. Sem alternativas, ela volta para Cingapura, onde abre investigação contra um novo esquema de desvio de dinheiro, agora, envolvendo negociadores de combustível de navios, chamados de bunkers.


Em 19 de novembro, Venina foi comunicada que seria afastada de suas funções. Um dia depois, escreveu novamente a Graça. A Petrobras informou, em nota, que Graça Foster só foi informada de irregularidades nesse último e-mail.


"Hoje, fui surpreendida com um telefonema do gerente executivo, informando que eu estava sendo destituída", disse Venina, nessa última mensagem. A geóloga citou novamente os problemas que encontrou na área de comunicação e na construção das obras da refinaria Abreu e Lima, cuja terceira fase só foi autorizada depois que ela deixou a Diretoria de Abastecimento.


"Novamente, agora em Cingapura, me deparei com outros problemas, tais como processos envolvendo a área de bunker e perdas, e mais uma vez agi em favor da empresa, tentando evitar atos contra os interesses dela. Não chegaram ao meu conhecimento as ações tomadas no segundo exemplo citado, dando a entender que houve omissão daqueles que foram informados e poderiam agir", lamentou. "Não posso aceitar mais este sofrimento e esta injustiça. Sinto, mas terei de usar todas as ferramentas disponíveis para minha defesa."


A oposição vai pedir, nessa quarta-feira, o afastamento de Graça da presidência da Petrobras. Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), ela "mentiu" à CPI e deveria deixar o cargo. (Valor Econômico - Colaboraram Elisa Soares, do Rio, e Raquel Ulhôa e Thiago Resende)

PSDB no TSE contra diplomação de Dilma.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014



Do Painel da Folha, sob o título parcial " Tapetão natalino", como se não houvesse motivos para que o partido conteste a diplomação de Dilma e como se a lei não desse esta prerrogativa ao PSDB:
O PSDB decidiu apresentar hoje ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral para pedir a cassação do próximo mandato de Dilma Rousseff por abuso de poder político na campanha. Um dos exemplos citados para justificar a representação será a suspeita de que os Correios favoreceram a entrega de material gráfico da candidatura petista. A ação precisa ser apresentada antes da diplomação da petista, que está marcada para amanhã.

3 em 1 A nova ofensiva tucana no TSE inclui ainda representação por irregularidades no financiamento de campanha e Ação de Impugnação de Mandato Eletivo.

Destinatário Esse tipo de ação é de competência do corregedor-geral eleitoral, o ministro João Otávio de Noronha, conhecido por ter boas relações com o PSDB.

Preventivo O PSDB, que vem dizendo que não incentivará movimentos pelo impeachment de Dilma, quer ter com essas ações uma carta na manga para, caso se comprove ligação das contas da campanha com o escândalo da Petrobras, pedir a cassação.
Outro front Também hoje, no relatório alternativo na CPI da Petrobras, os tucanos pedirão a responsabilização civil de todos os membros do conselho da estatal que aprovaram a compra da refinaria de Pasadena, ente eles Dilma.


12 comentários

Jorge Oliveira Lula, Dilma e Graciosa, o trio que quebrou o Brasil



Publicado: 17 de dezembro de 2014 às 0:04

Brasília – Um líder político é reconhecido pelo carisma e pela  capacidade de escolher uma equipe para governar. Definitivamente, a Dilma não se encaixa nesse perfil. Quando tentou ser empresária, conseguiu o impensável: faliu uma loja de R$ 1,99 em Porto Alegre. E quando tomou a iniciativa de escolher sozinha um gerente para administrar ate então a mais poderosa empresa da América Latina, a Petrobrás, derreteu a estatal. Graça Foster, a sua amiga íntima, a quem  ela chama de Graciosa, continua mais perdida do que cego em tiroteio. A Petrobrás, uma das empresas brasileiras mais respeitadas, agora virou símbolo de corrupção no mundo.

A estatal tem hoje um endividamento líquido de 261 bilhões de reais, suas ações na Bolsa de Valores caíram para menos de R$ 10,00 e a sua desvalorização no mercado já chega a mais de 80%. Quer mais: boa parte da diretoria está envolvida em corrupção e os ex-diretores Renato Duque, Nestor Cerveró e Paulo Roberto trabalhavam a serviço do PT na movimentação do caixa 2 para as campanhas do partido. Mesmo com todos esses escândalos, Dilma mantém Graciosa na empresa. Não a demite porque não aceita pressão da mídia nem da oposição que pedem a cabeça da amiga como se a Petrobrás fosse um território de compadrios e não tivesse que dar satisfação aos seus milhões de acionistas aqui e lá afora.

Parafraseando o grande líder brasileiro, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva “nunca na história desse pais se roubou tanto em tão pouco tempo”.  Em doze anos de governo petista, o patrimônio brasileiro virou água nas mãos da Dilma e de Lula, o operário milionário. Os outros comparsas do mensalão que deram uma mãozinha na gatunagem ainda estão no presídio da Papuda e alguns desfilando por aí com tornozeleiras de presidiários.  O PT conseguiu quebrar as empresas estatais mais importantes do país, vitais para o nosso desenvolvimento. A Eletrobrás, por exemplo, não sustenta uma investigação mais profunda. Responsável pelo setor energético, também está quebrada. Seus diretores convivem com os mesmos empreiteiros que estão presos, donos das grandes obras de hidrelétricas que absorvem bilhões de reais.

O BNDES virou a Madre Teresa de Calcutá com o nosso dinheiro. Por iniciativa de Lula, o banco distribui dinheiro pelo mundo. Mas é nos países da África que a grana chega na forma de filantropia para os nossos “irmãos”, como diria o nosso líder quando estava no governo. “Irmãos” uma ova, esse dinheiro nunca serviu para uma causa nobre. É destinado a ditadores sanguinários. De lá boa parte do dinheiro sai para os paraísos fiscais, onde é feita a divisão da propina. Outros empréstimos milionários, que teriam como destino o investimento em obras de infraestrutura nos países africanos, são perdoados pelo BNDES, sem que as autoridades brasileiras tomem conhecimento de tais procedimentos.

É assim que os petistas administram o Brasil. E quando a gente pensa que ainda teremos mais quatro anos de governo da Dilma só nos resta chorar. Até agora, a presidente não escalou seu novo ministério, mesmo com as sucessivas reuniões que fez com Lula, seu guru e principal conselheiro. Mas pelos nomes que vêm se cogitando, é de se supor que a mediocridade vai continuar. Nenhum executivo sério gostaria de integrar esse governo sujo. Dilma vai se contentar mesmo em preencher as vagas com políticos desempregados e incompetentes, que, sem mandatos, não têm onde cair morto.

Não adianta dourar a pílula: a Dilma é incompetente para administrar o país. E sem quebrar a ordem jurídica e democrática, o povo brasileiro tem, sim, o poder soberano de mandá-la embora.

Dilma mantém Foster na Petrobras para se proteger do escândalo Diretoria da estatal é mantida para que o escândalo não ‘transborde’



Petrolão

Publicado: 16 de dezembro de 2014 às 8:05 - Atualizado às 8:16

graca foster
Graça Foster: enquanto ela estiver na Petrobras, ninguém vai se lembrar do papel de Dilma no escândalo

A presidente Dilma Rousseff vai resistir o quanto puder para manter no cargo a presidente da Petrobras, Graça Foster, e a diretoria da empresa. Pelo menos, por enquanto.
Para o Planalto, é importante manter Graça Foster no cargo, como se fosse uma espécie de escudo na própria empresa, destinado a impedir que a crise saia de lá e invada o terceiro andar do Palácio do Planalto.

Dilma tem conversado com Graça, que já colocou à disposição seu cargo e os de toda a diretoria. A avaliação é que o grupo perdeu sustentação política e o afastamento ocorrerá, mais dia ou menos dia.
Porém, a presidente insiste: precisa deles para evitar que a crise transborde. Enquanto Graça e a diretoria estiverem em seus postos na Petrobrás, ainda que sob fogo cruzado, eles serão o alvo direto e imediato dos ataques e críticas. São, assim, a primeira linha de defesa de Dilma.

Há outro fator que pesa na permanência da atual diretoria. O governo quer ganhar tempo enquanto aguarda o envio do processo da delação premiada do ex­diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, que está em prisão domiciliar, ao ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. Isso porque não se sabe até onde chegam as denúncias e quem são os afetados.

Também não se sabe quem são os parlamentares envolvidos, o que também está atrasando a reforma ministerial. Por causa dessas incertezas, não há ainda a menor ideia de quem poderia suceder a Graça no comando daquela que já foi a maior e mais respeitada empresa do País e vê seu capital se desmanchar em denúncias dia a dia.

A presidente Dilma tem dito a seus auxiliares que mantém a confiança em Graça Foster e acredita que a executiva não tem nenhum envolvimento com as irregularidades. Os problemas ­ lembram auxiliares do Planalto, repassando responsabilidades para terceiros ­ ocorreram no tempo em que o presidente da empresa era o petista José Sérgio Gabrielli. Estranhamente, dizem, ele tem sido poupado na investigação.

Ontem pela manhã a presidente se reuniu no Palácio da Alvorada com os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, da Justiça, José Eduardo Cardozo e da Secretaria de Relações Internacionais, Ricardo Berzoini para discutir, entre outros temas, os estragos da crise da Petrobrás no governo. Há um clima de apreensão em Brasília e uma preocupação com a crítica situação econômica e política da empresa, que está sendo cada dia mais afetada pelas denúncias.

Outra preocupação é com a chegada da ex­gerente executiva da Diretoria de Refino e Abastecimento da empresa Venina Velosa da Fonseca. Ela desembarca no Brasil na sexta­feira e, de acordo com informações que circulavam no Planalto, teria mais munição contra a direção da Petrobras.

Execução STF anula caso Celso Daniel e processo terá de ser refeito



Acusado pelo assassinato de Celso Daniel, Sergio Sombra ganha tempo
Publicado: 16 de dezembro de 2014 às 21:23 - Atualizado às 23:29

romeu tuma jr e celso daniel morto
O delegado Romeu Tuma Jr (ao centro), que desvendou o crime, e o copo de Celso Daniel encoberto


O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou nesta terça feira o processo do caso Celso Daniel, prefeito do PT de Santo André, na Grande São Paulo, assassinado a tiros em janeiro de 2002. A ação terá que ser refeita desde a etapa dos interrogatórios dos acusados.


A decisão foi tomada pela 1.ª Turma de ministros do STF, que acolheu pedido da defesa do empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sérgio Sombra, apontado pelo Ministério Público Estadual como mandante da morte do petista. O processo tem 7 acusados, seis dos quais já foram submetidos a júri popular na Comarca de Itapecerica da Serra (Grande São Paulo) e condenados a penas que oscilam entre 18 anos e 24 anos.


Apenas Sérgio Gomes não foi julgado até hoje, decorridos mais de 12 anos do crime que abalou o PT. Para o Ministério Público Estadual, Celso Daniel foi morto porque descobriu em sua própria gestão na Prefeitura de Santo André um esquema de corrupção e propinas para o partido ao qual ele pertencia.


Para a polícia, o então prefeito foi morto por “bandidos comuns, sem motivação política”. A decisão cria um imbróglio jurídico porque o processo já tem seis condenados. O advogado de Sérgio Sombra, criminalista Roberto Podval, recorreu ao Supremo argumentando que durante a fase de instrução do processo não lhe foi dada oportunidade de fazer perguntas aos outros acusados. A fase de instrução antecede a pronúncia e o júri popular dos acusados.


Segundo Podval, a jurisprudência da própria Corte prevê que os defensores podem fazer questionamentos a outros réus. Podval e outros advogados de defesa argumentaram ao STF que o juiz de primeiro grau, da Comarca de Itapecerica da Serra, não os autorizou a participarem dos interrogatórios.


O julgamento no STF nesta terça feira, 16, terminou empatado em 2 a 2. Votaram pelo acolhimento do pedido de habeas corpus os ministros Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli. Os ministros Luís Barroso e Rosa Weber não discutiram o mérito, mas não admitiram o habeas corpus. Com o empate, prevalece a defesa.

Com a decisão fica anulado o processo do caso Celso Daniel desde a fase de interrogatórios dos acusados. Tudo terá que ser refeito, mas surgem dúvidas processuais, na avaliação do advogado Roberto Podval. “Tem que anular o processo e começar tudo, mas o problema é como interrogar as pessoas que já foram julgadas, condenadas e estão cumprindo pena há alguns anos.”

BNDES é angolano Farra do BNDES em Angola chega a R$ 8,8 bilhões na era PT



Financiamentos em Angola multiplicaram e chegam a R$ 8,8 bilhões
Publicado: 17 de dezembro de 2014 às 0:01 - Atualizado às 1:16
Odebrecht Angola
Odebrecht sempre está entre as maiores beneficiadas pelo BNDES e completou 30 anos de atuação patrocinada em Angola


Nos últimos anos, os financiamentos do BNDES a empresas brasileiras em Angola, na África, passaram de R$ 5 milhões (US$ 1,88 milhão) em 2001 para R$ 8,76 bilhões (US$ 3,3 bilhões) entre 2007 e 2014. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social concedeu o dinheiro através da modalidade “pós-embarque” de exportações financiadas. Isso significa que a grana sai daqui e é paga no exterior.

O auge dos financiamentos do BNDES em Angola foi em 2009 (US$ 766 milhões), no governo Lula, mas 66% da grana foi paga por Dilma.

No “pós-embarque”, a empresa recebe o dinheiro no Brasil, mas realiza serviços no exterior sem obrigação de usar mão-de-obra nacional.

Uma das empreiteiras mais citadas na Lava Jato, a Odebrecht é dona de grandes obras em Angola, como, de hidrelétrica a aeroporto. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

COMENTARIO
  • Katia Patricia · 
    O BNDES MERECE UMA OPERAÇÃO
  • Joao Paganeli ·
    Boa madrugada, futuramente as maracutaias da quadRilha do ALIBABA, contados aos nossos, eles certamente acharam que e trata de uma obra de ficção, ainda mais ao saberem que no governo desta criatura , jogando na sua terra na copa do mundo o brasil perdeu de 7 a 1 .
  • Gisélia Luiz Carvalho · 
    ATENÇÃO EXMO. JUIZ SÉRGIO MORO, O BNDES MERECE UMA OPERAÇÃO DEPOIS DO PETROLÃO.
  • Rosa Casta · 
    Mas o Brasil conta com um Congresso. Neste o Brasil tem senadores e deputados. Por que estes senhores que agora se dão salários fantásticos não cobram do governo o desperdício de grana na África? por que estes senhores se calam, cabisbaixos ? Não são os representantes do povo brasileiro ? Este governo que aí está quer que o Brasil seja representado por conselhos populares. Estes senhores não enxergam que se transformarão logo logo, em nulidades se não levantarem a cabeça ? Se não passarem a representar sim, os brasileiros que os elegeram ? Vamos acabar com o sigilo dos cartões corporativos e dos empréstimos maracutaiosos a países de ditadores . Fora Dilma, fora Lula, fora Rose, fora PT.
  • Mario Fernandes Testoni · 
    NÃO ERA NA ANGOLA QUE O MOLUSCO MAIS GOSTAVA DE IR FAZER SUAS PALESTRAS??!
    ENTÃO, QUEM SABE AGORA O DOUTOR SÉRGIO MORO QUEIRA OUVIR COMO ERA MESMO O NOVELO DESSA NOVELA??!
  • engenheirorei (entrou usando yahoo)
    ATÉ QUANDO O BANCO CENTRAL VAI DEIXAR ESTE BANCO DISTRIBUIR O NOSSO DINHEIRO PARA OS AMIGOS DO CHEFE BARBUDO E ELE RECEBER APENAS UM ABRAÇO DE AGRADECIMENTO !!!!!!!!!, POIS ACHO QUE COMO O DINHEIRO VAI PRA ÁFRICA E CHEGA DIRETAMENTE NA CONTA DOS LADRÕES E O COAF NÃO TEM COMO FISCALIZAR ESTA QUANTIA DE DINHEIRO ENVIADO PARA FORA DO PAIS, OS ÓRGÃOS COMPETENTES DEVERIAM TOMAR MEDIDAS PARA SUSPENDER ESTE ENVIO DESTA MONTANHA DE DINHEIRO PARA OS BOLSOS DOS AMIGOS E DO AGRADECIMENTO AO CHEFE BARBUDO!!!!!!!!!
  • Roberto Barbosa Da Silva Barbosa · 
    Olha Angola é um pais pseudo democrata rico em petróleo, ouro e diamante. Produz mais petróleo que o Brasil ( é Membro da OPEP ) e é o maior produtor de diamante do mundo. Também está no ranking dos países mais corruptos do mundo. O Lula por lá é considerado um verdadeiro ídolo, idem Fidel Castro .. . . . . . . . .por sinal a segurança do presidente vitalício é realizada por cubanos.
  • Regina Cembranelli Aliandro · 
    CREDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
  • Odair Medeiros ·
    Somos milhões de internautas, por isso não vamos desistir de cobrar esses ladrões, que empregam dinheiro do povo brasileiro com ditadores africanos que estão no poder há mais de 20 anos e sempre judiando do seu povo e se locupletando do erário brasileiro.
  • Marcos Do Nascimento Pereira ·
    FOI E É UMA FARRA DO PT, ATÉ O MOMENTO

BNDES pode ser obrigado a publicar empréstimos Previsão consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 e, se aprovada, vai dar maior transparência às operações do banco


LDO 2015

Publicado: 10 de dezembro de 2014 às 10:27 - Atualizado às 10:30
bndes2
BNDES pode ser obrigado a divulgar empréstimos na internet


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será obrigado a divulgar na internet todas as suas operações de empréstimos e financiamentos a partir do ano que vem. A previsão consta do parecer da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015 apresentado pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).


Se aprovada pelo Congresso Nacional, a medida vai dar maior transparência às operações do banco, que desde 2009 vem recebendo aportes bilionários do Tesouro Nacional, mas resiste a divulgar os dados.


O relatório de Vital determina que o BNDES e as agências financeiras de fomento deverão publicar, bimestralmente, um demonstrativo que discrimine financiamentos a partir de R$ 500 mil concedidos a Estados, Distrito Federal, municípios e governos estrangeiros. Nesse demonstrativo, serão obrigados a informar o ente beneficiário e a execução física e financeira do empreendimento. Essas informações devem constar das páginas eletrônicas dos respectivos órgãos. A mudança foi incluída pelo relator da LDO de 2015 por conta própria, sem aval do governo.


O relator também incluiu no substitutivo, que terá que ser votado até o fim do ano, a exigência de que as novas medidas do governo que gerem renúncia de arrecadação terão de ter cláusula de vigência de, no máximo, cinco anos. O Congresso só poderá aprovar um projeto de lei ou Medida Provisória que contenha essa cláusula. A medida vale para renúncias geradas por medidas tributárias, financeiras, de crédito e patrimonial.


Outro dispositivo colocado no substitutivo pelo relator obriga os parlamentares a só aprovarem projetos ou MPs que contenham a estimativa do impacto na arrecadação de impostos, devidamente justificada.  A medida reforça os instrumentos de controle das desonerações tributárias que afetaram a coleta de impostos da União e contribuíram para a piora das contas públicas este ano.


Sonegação. Estado revelou que o BNDES “sonega” informações a órgãos de fiscalização, como o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público Federal e a Controladoria Geral da União (CGU), sob a alegação de que tais informações estão protegidas pelo sigilo bancário.


Em agosto, a Justiça Federal em Brasília condenou o banco a tornar públicas todas as operações de empréstimos e financiamentos feitas pela instituição que envolvam recursos públicos nos últimos 10 anos. Na ocasião, o banco informou que iria recorrer da decisão judicial. (Ricardo Brito e Adriana Fernandes/AE)

BNDES GENEROSO COM EIKE!!Generoso com empreiteiras enroladas no Petrolão, o BNDES jamais deixou faltar dinheiro nos negócios de Eike Batista.


Saco sem fundo
MPX e Petra obtiveram R$ 400 milhões do BNDES
MPX e Petra (com filho de Mercadante de vice) obtiveram R$ 400 milhões
Publicado: 17 de dezembro de 2014 às 0:00 - Atualizado às 1:15
Por:
     
     
pedro mercadante e eike
MPX e Petra receberam R$ 400 milhões do BNDES


Generoso com empreiteiras enroladas no Petrolão, o BNDES jamais deixou faltar dinheiro nos negócios de Eike Batista. A MPX, empresa de energia de Eike, se associou à Petra Energia na termoelétrica Parnaíba Geração de Energia, e obteve financiamento de R$ 400 milhões do BNDES. O vice-presidente da Petra era o jovem Pedro Mercadante Oliva, filho do influente ministro Aloizio Mercadante, hoje na Casa Civil.


Na época do financiamento milionário do BNDES (dezembro de 2011), Aloizio Mercadante era ministro da Ciência e Tecnologia de Dilma.


Já sem o vice Pedro, a Petra obteve R$148,1 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério de Ciência e Tecnologia.


Pedro deixou de ser um dos vice-presidentes da Petra em setembro de 2012, nove meses após sair o contrato de R$ 400 milhões do BNDES. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

Mulher deixou menino no carro para fazer as unhas, diz polícia do Rio(!!!)


Do UOL, no Rio


  • Gabriel Martins de Oliveira, 2, morreu por insolação dentro de um carro de transporte escolar clandestino que o levava até a creche Gabriel Martins de Oliveira, 2, morreu por insolação dentro de um carro de transporte escolar clandestino que o levava até a creche
A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou na manhã desta quarta-feira (17) que já sabe o que aconteceu com o menino Gabriel Martins de Oliveira, 2, que morreu na última sexta (12) após ser deixado, por quase duas horas sob sol forte, dentro do veículo de transporte escolar que o levava para a creche.


Segundo o delegado responsável pelo caso, Felipe Curi, da 27ª DP (Vicente de Carvalho), a motorista do veículo, Cláudia Vidal da Silva, 33, deixou a criança no banco de trás do carro para ir ao salão de beleza fazer as unhas, em Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro.


"Ela entrou no salão por volta das 10h37 e ficou lá até 12h25. Quando ela retornou para o carro, viu que o Gabriel já estava em estado convulsivo", afirmou Curi em entrevista à "TV Globo", na manhã desta quarta. O menino chegou a ser atendido em um posto médico, mas não resistiu.


Na sexta, depois que o posto médico comunicou à polícia a morte da criança, a 27ª DP ouviu os depoimentos de Cláudia, da mãe da vítima e de duas outras testemunhas.


Em um primeiro momento, a condutora afirmou ter desmaiado por aproximadamente duas horas enquanto o menino estava dentro do carro. Disse ainda que, ao recuperar a consciência, constatou que a criança havia passado mal. A mãe de Gabriel sempre disse não acreditar na hipótese de desmaio.


A versão também foi classificada como "não crível" pelo delegado. Por esse motivo, os investigadores suspeitaram desde então que a condutora estivesse mentindo.


"Essa era a versão que nós tínhamos até o momento, mas não havia qualquer outro elemento que confrontasse essa versão que a Cláudia estava dando. (...) Nós não acreditávamos, até porque essa história que ela estava contando não era crível", relatou Curi.


Após dois dias de investigação, os policiais conseguiram identificar o salão de beleza e a manicure que teria atendido Cláudia no dia do fato. A manicure confirmou ter feito as unhas da mulher. Ontem (16), a mesma versão foi corroborada pela dona do salão de beleza, que prestou depoimento em sede policial.


A agenda do estabelecimento, na qual consta uma marcação em nome de Cláudia, foi apreendida e será utilizada como prova no processo. Além disso, os agentes da 27ª DP conseguiram imagens de câmeras de segurança instaladas na região. As gravações mostram, de acordo com a polícia, o momento em que Cláudia entrou e saiu do salão de beleza.


Com as novas testemunhas e provas, é possível que o inquérito, inicialmente registrado para investigar a hipótese de abandono de capaz com resultado morte, transforme-se em uma investigação de homicídio culposo (quando não há intenção). "Não houve um mero esquecimento. (...)


Intencionalmente, ela deixou o Gabriel no veículo e foi fazer a unha", declarou Curi. O UOL não conseguiu localizar a condutora nem seu advogado.

"Meu filho sofreu", diz mãe de garoto

Dilma quer anunciar nova leva de ministros antes da diplomação



Por Painel
16/12/14 01:58 
 
 
Últimos retoques Dilma Rousseff pretende anunciar os ministros do Palácio do Planalto, os da cota do PT e do PMDB e outros já escolhidos, como Kátia Abreu (Agricultura), antes de sua diplomação, que ocorre na quinta-feira. Nos próximos dias, a presidente deve bater o martelo nos nomes peemedebistas com o vice, Michel Temer. A dificuldade é fechar a lista dos indicados pela bancada do Senado. Eduardo Braga (AM) é dado como certo no primeiro escalão, mas Eunício Oliveira (CE) não deve emplacar.


Bem-vinda Senadores do PMDB combinaram ontem de convidar Kátia Abreu para um dos tradicionais jantares da bancada na casa de Renan Calheiros (PMDB-AL).


Ciúmes Anúncios já dados como certos, como o de Gilberto Kassab (PSD) na pasta das Cidades, devem esperar a alocação final dos demais aliados. O PR deve perder Transportes, pela configuração estudada no Planalto.


Desagravo O PT gaúcho quer emplacar Maria do Rosário de volta no ministério. A justificativa são as ofensas de Jair Bolsonaro (PP-RJ).


O capital A cúpula petista passou a defender internamente a escolha de um nome do mercado para a presidência da Petrobras, a fim de estancar a sangria da empresa.


Trincou A afirmação do ex-gerente Pedro Barusco de que o ex-diretor internacional Jorge Zelada recebeu propina na petroleira deixou o PMDB em alerta. É o primeiro executivo reconhecidamente indicado pelo partido acusado de integrar o esquema.

Contágio Dirigentes peemedebistas reconhecem que o envolvimento do nome de Zelada no escândalo pode levar parlamentares da sigla para o olho do furacão.

Ano velho O governo já orientou líderes de sua base a barrar qualquer iniciativa de criar uma nova CPI em 2015 para investigar a crise da Petrobras. Petistas e aliados dirão que a apuração da Polícia Federal está mais avançada.

Individual A oposição decide até amanhã se vai citar Dilma nominalmente no relatório alternativo da CPI como uma das responsáveis por prejuízos na compra da refinaria de Pasadena. Até ontem, a tendência era citá-la.

2 em 1 O governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu nomear o vice, Márcio França (PSB), como secretário de Desenvolvimento Econômico. O expediente já foi usado com o vice do mandato atual, Guilherme Afif (PSD).

Timing O secretário de Gestão de Alckmin, Waldemir Caputo, só foi informado ontem de que sua pasta seria extinta. O governador só falou com caciques do PPS depois do anúncio público.

Grêmio Fernando Haddad estuda dar passe livre de ônibus a estudantes para mitigar o impacto do provável reajuste da tarifa. Ontem o prefeito defendeu a medida “em tese” em entrevista.
apode1612paiinel
‌Delicadeza Do vereador Nelo Rodolfo (PMDB), sobre por que o partido boicotou a eleição de Antonio Donato (PT) à presidência da Câmara após ficar fora da Mesa: “O PT fez como o marido que decide reformar a casa e avisa a vizinha antes da mulher”.

Se essa rua… O governo paulista solicitou à prefeitura da capital a cessão de terrenos para a construção da linha 6-Laranja do Metrô. A prefeitura ainda trabalha nas contrapartidas que vai pedir.


Visita à Folha Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, visitou ontem a Folha, a convite do jornal, onde foi recebido em almoço. Estava acompanhado de Marcio Aith, subsecretário de Comunicação, e Juliano Nóbrega, coordenador de imprensa.

TIROTEIO
“O PT reclama por estar sendo carimbado como corrupto, mas só tem dado tinta, à base de petróleo, para essa marca ficar indelével.”


DO DEPUTADO CHICO ALENCAR (PSOL-RJ), sobre o impacto das denúncias de corrupção na Petrobras, envolvendo diretores da estatal, na imagem do PT.



CONTRAPONTO
Deixa que digam
Ao cumprimentar o ministro Aldo Rebelo (Esporte) na saída da posse do novo presidente do Tribunal de Contas da União na semana passada, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), brincou com as especulações sobre a reforma ministerial de Dilma Rousseff.


–Aldo, estão falando que eu quero indicar um ministro para o seu lugar, mas não é verdade! O único que eu indiquei foi o Joaquim Levy –disse Pezão, em referência ao futuro ministro da Fazenda.


–Tudo bem. Se quiser, diga por aí que você me indicou para outra pasta e eu não aceitei –arrematou Rebelo.

PSDB vai à Justiça pedir cassação do próximo mandato de Dilma

FOLHA

Por Painel
17/12/14 02:00 
 
 

Tapetão natalino O PSDB decidiu apresentar hoje ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral para pedir a cassação do próximo mandato de Dilma Rousseff por abuso de poder político na campanha. Um dos exemplos citados para justificar a representação será a suspeita de que os Correios favoreceram a entrega de material gráfico da candidatura petista. A ação precisa ser apresentada antes da diplomação da petista, que está marcada para amanhã.

Destinatário Esse tipo de ação é de competência do corregedor-geral eleitoral, o ministro João Otávio de Noronha, conhecido por ter boas relações com o PSDB.

3 em 1 A nova ofensiva tucana no TSE inclui ainda representação por irregularidades no financiamento de campanha e Ação de Impugnação de Mandato Eletivo.

Preventivo O PSDB, que vem dizendo que não incentivará movimentos pelo impeachment de Dilma, quer ter com essas ações uma carta na manga para, caso se comprove ligação das contas da campanha com o escândalo da Petrobras, pedir a cassação.

Outro front Também hoje, no relatório alternativo na CPI da Petrobras, os tucanos pedirão a responsabilização civil de todos os membros do conselho da estatal que aprovaram a compra da refinaria de Pasadena, entre eles Dilma.

Poço fechado Operadores do Planalto tentam blindar as discussões sobre a substituição de Graça Foster na Petrobras para que não se repita o episódio Luiz Carlos Trabuco, que foi convidado para a Fazenda e recusou.

Gleba O governo avisou ao PT que o presidente do Incra, Carlos Guedes, não deve mais ir para o Desenvolvimento Agrário. Agora são citados o ex-ministro Patrus Ananias e Maria Fernanda Coelho, ex-presidente da Caixa.

Viagra A cúpula do PMDB passou a trabalhar para trocar a Previdência pelo Ministério de Ciência e Tecnologia na reforma da Esplanada.

Bolinho O ex-presidente Lula irá à festa pelos dez anos de reforma do Judiciário, amanhã em Brasília. Deve aproveitar a viagem para se encontrar com Dilma.

R.S.V.P. Geraldo Alckmin começou ontem a distribuir convites para a posse do secretariado. Aliados que aguardam nomeação viram o gesto como um sinal de que ele encerrará as pendências antes de 1º de janeiro.

Fila do SUS O governador fará nos próximos dias reuniões com aliados para discutir quinhão no governo. Além do PSB, contemplado ontem com o Desenvolvimento, cinco siglas pleiteiam espaço.


Money O Congresso incluiu no texto da Medida Provisória 656 a autorização para investimentos estrangeiros em serviços de saúde.
APODE1712PAINEL
Pedalada Outro item incluído na MP, relatada por Romero Jucá (PMDB-RR), é a desoneração da folha de pagamento de indústrias de borracha para a fabricação de pneus de bicicletas.

Sustagen O PT vai lançar nos próximos dias um bloco na Câmara com PDT, PC do B e Pros, com 110 deputados. O objetivo é brigar por cargos na Mesa e nas comissões a partir do ano que vem.

Nanopolítica O PHS, que tem cinco deputados, abandonou o chamado G-10 –bloco que chegaria a 24 deputados com a participação de dez legendas nanicas.

Pito Luiz Fux reclamou com Aécio Neves de o PSDB ter adiado a votação do Código de Processo Penal. Isso não faz o menor sentido!, disse o ministro no plenário.